Apresentação aps atividade iv

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Apresentação aps atividade iv

  1. 1. ANÁLISE DA ATENÇÃOANÁLISE DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDEPRIMÁRIA À SAÚDE PLANO DIRETOR DA ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE
  2. 2. ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE:ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE: CONCEITOCONCEITO Para Starfield (2002: 28) “A Atenção Primária é aquele nível do sistema de serviço de saúde que oferece a entrada no sistema para todas as novas necessidades e problemas, fornece atenção sobre a pessoa (não direcionada para enfermidade) no decorrer do tempo, fornece atenção para todas as condições, exceto as muito incomuns ou raras e coordena ou integra a atenção fornecida em algum outro lugar ou por terceiros”.
  3. 3. ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE : FUNÇÕESATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE : FUNÇÕES Organização: organizar os fluxos e contra-fluxos dos usuários pelos diversos pontos de atenção à saúde, no sistema de serviços de saúde; Responsabilização: Responsabilizar-se pela saúde dos usuários em quaisquer ponto de atenção à saúde em que estejam; Resolução: resolver a grande maioria dos problemas de saúde da população. (MENDES, 2002)
  4. 4. ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE:ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE: PRINCÍPIOSPRINCÍPIOS  primeiro contato  longitudinalidade  integralidade  coordenação  abordagem familiar  enfoque comunitário A APS, segundo Starfield (2002) deve ser orientada pelos seguintes princípios:
  5. 5. PRINCÍPIOS DA APS:PRINCÍPIOS DA APS: O PRIMEIRO CONTATOO PRIMEIRO CONTATO
  6. 6. Para Starfield (2002) deve ser a porta de entrada,ou seja, o ponto de entrada de fácil acesso ao usuário para o sistema de serviços de saúde. PRINCÍPIOS DA APS: PRIMEIROPRINCÍPIOS DA APS: PRIMEIRO CONTATOCONTATO
  7. 7. O acesso foi definido por Millman (1993) citado por Starfield (2002:225) como “o uso oportuno de serviços pessoais de saúde para alcançar os melhores resultados possíveis em saúde”. PRINCÍPIOS DA APS: PRIMEIROPRINCÍPIOS DA APS: PRIMEIRO CONTATOCONTATO O acesso só é importante quando tem efetividade Alcançar os resultados
  8. 8. Para Donabedian (1973) Apud Starfield (2002: 226) o acesso pode ser classificado: SÓCIO-ORGANIZACIONAL Diz respeito aos recursos que facilitam ou atrapalham (barreiras) os esforços dos cidadãos de chegarem ao atendimento; GEOGRÁFICO Envolve as características relacionadas à distância e ao tempo necessários para alcançar e obter os serviços. PRINCÍPIOS DA APS: PRIMEIROPRINCÍPIOS DA APS: PRIMEIRO CONTATOCONTATO
  9. 9. A acessibilidade pode se analisada através da: (Pesquisa,1981):  Disponibilidade;  Acessibilidade;  Comodidade;  Custos acessíveis;  Aceitabilidade do serviço pelos usuários PRINCÍPIOS DA APS: PRIMEIROPRINCÍPIOS DA APS: PRIMEIRO CONTATOCONTATO
  10. 10. Disponibilidade Diz respeito à obtenção da atenção necessária ao usuário e sua família, tanto nas situações de urgência/emergência quanto de eletividade. SATISFAÇÃO PRINCÍPIOS DA APS: PRIMEIROPRINCÍPIOS DA APS: PRIMEIRO CONTATOCONTATO
  11. 11. Comodidade Está relacionada ao tempo de espera para o atendimento, a conveniência de horários, a forma de agendamento, a facilidade de contato com os profissionais, o conforto dos ambientes para atendimento, entre outros. CONVENIÊNCIA DO LOCAL DE PRINCÍPIOS DA APS: PRIMEIROPRINCÍPIOS DA APS: PRIMEIRO CONTATOCONTATO
  12. 12. Aceitabilidade Está relacionada à satisfação dos usuários quanto a localização e a aparência do serviço, a aceitação dos usuários quanto ao tipo de atendimento prestado e, também, a aceitação dos usuários quanto aos profissionais responsáveis pelo atendimento. PRINCÍPIOS DA APS: PRIMEIROPRINCÍPIOS DA APS: PRIMEIRO CONTATOCONTATO Tempo de espera e relação médico-paciente
  13. 13. PRINCÍPIOS DA APS:PRINCÍPIOS DA APS: LONGITUDINALIDADELONGITUDINALIDADE
  14. 14. PRINCÍPIOS DA APS: LONGITUDINALIDADEPRINCÍPIOS DA APS: LONGITUDINALIDADE Longitudinalidade Deriva da palavra longitudinal que é definido como “lidar com o crescimento e as mudanças de indivíduos ou grupos no decorrer de um período de anos” (STARFIELD, 2002:247)
  15. 15. É uma relação pessoal de longa duração entre profissionais de saúde e usuários em suas Unidades Básicas de Saúde, independente do problema de saúde ou até mesmo da existência de algum problema. PRINCÍPIOS DA APS: LONGITUDINALIDADEPRINCÍPIOS DA APS: LONGITUDINALIDADE
  16. 16. A Longitudinalidade está associada a diversos benefícios:  menor utilização dos serviços;  melhor atenção preventiva;  atenção mais oportuna e adequada;  menos doenças preveníveis;  melhor reconhecimento dos problemas dos usuários;  menos hospitalizações;  custos totais mais baixos. PRINCÍPIOS DA APS: LONGITUDINALIDADEPRINCÍPIOS DA APS: LONGITUDINALIDADE
  17. 17. Os maiores benefícios estão relacionados:  ao vínculo com o profissional ou equipe de saúde;  ao manejo clínico adequado dos problemas de saúde, através da adoção dos instrumentos de gestão da clínica – diretriz clínica e gestão de patologias. PRINCÍPIOS DA APS: LONGITUDINALIDADEPRINCÍPIOS DA APS: LONGITUDINALIDADE
  18. 18. PRINCÍPIOS DA APS: INTEGRALIDADEPRINCÍPIOS DA APS: INTEGRALIDADE UNIDADE BÁSICA DE SAÚDE HOSPITAL HOSPITAL/DIA CENTRO DE ENFERMAGEM ATENÇÃO DOMICILIAR AMBULATÓRIO ESPECIALIZADO POLICLÍNICA LABORATÓRIO
  19. 19.  A integralidade exige o reconhecimento das necessidades de saúde da população e os recursos para abordá-las.  Assim a APS deve prestar, diretamente, todos os serviços para as necessidades comuns e agir como um agente para a prestação de serviços para as necessidades que devem ser atendidas em outros pontos de atenção. PRINCÍPIOS DA APS: INTEGRALIDADEPRINCÍPIOS DA APS: INTEGRALIDADE
  20. 20. Faz-se necessário:  O diagnóstico adequado da situação de saúde da população adscrita;  O atendimento pela UBS –> prevenção de doenças e agravos, restauração e manutenção da saúde, para dar conta dos problemas mais comuns ou de maior relevância. PRINCÍPIOS DA APS: INTEGRALIDADEPRINCÍPIOS DA APS: INTEGRALIDADE
  21. 21. A integralidade preconiza:  a organização das redes de atenção à saúde;  a identificação de outros pontos de atenção necessários  o sistema de apoio diagnóstico e terapêutico  o sistema logístico: transporte sanitário, central de agendamento de consultas e internamentos, prontuário eletrônico, PRINCÍPIOS DA APS: INTEGRALIDADEPRINCÍPIOS DA APS: INTEGRALIDADE
  22. 22. PRINCÍPIOS DA APS:PRINCÍPIOS DA APS: A COORDENAÇÃOA COORDENAÇÃO
  23. 23. PRINCÍPIOS DA APS: A COORDENAÇÃOPRINCÍPIOS DA APS: A COORDENAÇÃO Coordenação É um “estado de estar em harmonia numa ação ou esforço em comum”. (SARFIELD, 2002:365)
  24. 24.  A essência da coordenação é a disponibilidade de informação a respeito dos problemas de saúde e dos serviços prestados;  Os prontuários clínicos eletrônicos e os sistemas informatizados podem contribuir para a coordenação da atenção, quando possibilitam o compartilhamento de informações referentes ao atendimento dos usuários nos diversos pontos de atenção, entre os profissionais da APS e especialistas. PRINCÍPIOS DA APS: A COORDENAÇÃOPRINCÍPIOS DA APS: A COORDENAÇÃO
  25. 25. PRINCÍPIOS DA APS:PRINCÍPIOS DA APS: A CENTRALIZAÇÃO NA FAMÍLIAA CENTRALIZAÇÃO NA FAMÍLIA
  26. 26. PRINCÍPIOS DA APS: CENTRALIZAÇÃO NA FAMÍLIAPRINCÍPIOS DA APS: CENTRALIZAÇÃO NA FAMÍLIA Centralização É aquele olhar da equipe de saúde sobre os problemas de saúde dos membros da família.
  27. 27. PRINCÍPIOS DA APS:PRINCÍPIOS DA APS: A CENTRALIZAÇÃO NA FAMÍLIAA CENTRALIZAÇÃO NA FAMÍLIA Para o Ministério da Saúde (2001): “A família é o conjunto de pessoas, ligadas por laços de parentesco, dependência doméstica ou normas de convivência, que residem na mesma unidade domiciliar. Inclui empregado (a) doméstico (a) que reside no domicílio, pensionista e agregados” .
  28. 28. PRINCÍPIOS DA APS:PRINCÍPIOS DA APS: A CENTRALIZAÇÃO NA FAMÍLIAA CENTRALIZAÇÃO NA FAMÍLIA No Brasil, a centralização na família é implementada a partir da estratégia de Saúde da Família, desde 1994, como uma reorientação do modelo assistencial, operacionalizada mediante a implantação de equipes multiprofissionais em UBS.
  29. 29. PRINCÍPIOS DA APS:PRINCÍPIOS DA APS: A CENTRALIZAÇÃO NA FAMÍLIAA CENTRALIZAÇÃO NA FAMÍLIA Estas equipes são responsáveis pelo acompanhamento de um número definido de famílias, localizadas em uma área geográfica delimitada e atuam com ações de promoção da saúde, prevenção, recuperação, reabilitação de doenças e agravos mais freqüentes, e na manutenção da saúde desta comunidade.
  30. 30. PRINCÍPIOS DA APS:PRINCÍPIOS DA APS: A CENTRALIZAÇÃO NA FAMÍLIAA CENTRALIZAÇÃO NA FAMÍLIA Centralização na Família Requer mudança na prática das equipes de saúde, através da abordagem familiar, intervenções personalizadas ao longo do tempo, a partir da compreensão da estrutura familiar.
  31. 31. PRINCÍPIOS DA APS:PRINCÍPIOS DA APS: A CENTRALIZAÇÃO NA FAMÍLIAA CENTRALIZAÇÃO NA FAMÍLIA A associação da equipe com o usuário e sua família É um requisito básico para a abordagem familiar e fundamenta-se no respeito à realidade e às crenças da família, por parte da equipe de
  32. 32. PRINCÍPIOS DA APS:PRINCÍPIOS DA APS: A ORIENTAÇÃO COMUNITÁRIAA ORIENTAÇÃO COMUNITÁRIA
  33. 33. PRINCÍPIOS DA APS:PRINCÍPIOS DA APS: A ORIENTAÇÃO COMUNITÁRIAA ORIENTAÇÃO COMUNITÁRIA Orientação comunitária Utiliza habilidades clínicas, epidemiológicas, das ciências sociais e de pesquisas avaliativas, de forma complementar, para ajustar os programas para que esses atendam as necessidades específicas de saúde de uma população
  34. 34. PRINCÍPIOS DA APS:PRINCÍPIOS DA APS: A ORIENTAÇÃO COMUNITÁRIAA ORIENTAÇÃO COMUNITÁRIA Para tanto, faz-se necessário:  Definir e caracterizar a comunidade;  Identificar os problemas de saúde mais relevantes;  Modificar os programas para abordar estes problemas;  Monitorar a efetividade das modificações dos programas.
  35. 35. PRINCÍPIOS DA APS:PRINCÍPIOS DA APS: A ORIENTAÇÃO COMUNITÁRIAA ORIENTAÇÃO COMUNITÁRIA No Brasil, os Agentes Comunitários de Saúde reforçam a orientação comunitária e possibilitam maior vínculo entre as equipes de saúde e as respectivas comunidades.
  36. 36. PRINCÍPIOS DA APS:PRINCÍPIOS DA APS: A ORIENTAÇÃO COMUNITÁRIAA ORIENTAÇÃO COMUNITÁRIA A orientação comunitária diz respeito também ao envolvimento da comunidade na tomada de decisão em todos os níveis de atenção, através do controle social, com a instituição de Conselhos Locais e Municipais de Saúde, além das
  37. 37. “Fazer Atenção Primária à Saúde, aplicando seus princípios fundamentais não é apenas um desafio, é sonho de todos os profissionais que se dedicam a uma prática assistencial voltada para as necessidades da população. A concretização desse sonho não depende apenas dos profissionais, a gestão municipal, estadual têm que estar imbuídas neste processo de transformação da prática de saúde onde a família seja o espelho das nossas realizações. A saúde precisa ser uma política pública.” “Fazer Atenção Primária à Saúde, aplicando seus princípios fundamentais não é apenas um desafio, é sonho de todos os profissionais que se dedicam a uma prática assistencial voltada para as necessidades da população. A concretização desse sonho não depende apenas dos profissionais, a gestão municipal, estadual têm que estar imbuídas neste processo de transformação da prática de saúde onde a família seja o espelho das nossas realizações. A saúde precisa ser uma política pública.”

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