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TREINAMENTO EM
ULTRASSONOGRAFIA
VETERINÁRIA
Dra. Cibele Figueira Carvalho
DVM; CBRV diplomate; MSc in Veterinary Medicine;
PhD and Post doctorate in Veterinary Diagnostic Imaging
CURITIBA, PR - 2016
Fígado e vias biliares
Fígado
anatomia topográfica:
relação com outros
órgãos e contornos
Fonte: Dyce, 1997
Fígado: anatomia
• dimensões e limites: extremidade cranial do
fígado começa no nível do 6 EIC e se estende
caudalmente até o 11 EIC; a porção mais
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caudato do lobo caudato.
Fígado: anatomia
 Lobulação (quatro lobos e quatro sublobos):
- lobo lateral esquerdo (sublobo medial e lateral);
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Fígado: anatomia
Fonte: Nyland, 2004
Fígado: anatomia
 vascularização
Fonte: Carvalho, 2009
Fígado: anatomia
 Anatomia ultrassonográfica (pontos a
serem abordados):
- localização
- dimensões
- contornos e margens
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 Localização topográfica
pontos de referência na cavidade:
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Trabalhos na literatura (pouca aceitação);
Pontos de referência fora da cavidade:
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Pontos de referência dentro da cavidade:
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 Contornos e margens
- afiladas e definidas
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Fígado: Protocolo de exame
 Orientação da
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 Anecogênicas : cistos, abscessos,
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 Hipoecogênicas : abscessos,
hematomas, neoplasias , hiperplasias
 Hiperecogênicas : hiperplasia, fibrose,
abscesso, linfoma, calcificação
 Mistas : abscessos, hematomas e
neoplasias
 Cistos: congênitos ou
adquiridos, solitários
ou múltiplos, em
parênquima ou trato
biliar
 Características US
 Variáveis
Abscesso
Abscessos:
- Raros em pequenos animais;
- Associados a outras condições
predisponentes como doença biliar,
pancreatite, esteróides, corpos
estranhos perfurantes, torção lobar e
neoplasia hepática
calcificações
Nódulos sólidos e
hipoecogênicos:
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nodular, cirrose,
metástases)
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Nódulo de regeneração animal idoso
CARCINOMA HEPÁTICO
Alterações Difusas
 Hipoecogênicas : hepatites, necrose,
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Fonte: Nyland, 2001
Fonte: Nyland, 2004
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 Diagnóstico de hipertensão portal
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hepático
DIMINUIÇÃO DO CALIBRE DOS VASOS
 Displasia microvascular hepática
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- relação entre o calibre dos vasos (VP/Ao 0,7 a
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visibilizados subdesenvolvidos ou ausentes
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 Diagnóstico histopatológico
 Atrofia hepática x shunt concomitante
 Sinais clínicos semelhantes ao shunt:
depressão, tontura, perda de apetite,
cegueira
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Terrier, Maltes, Teckel, Poodle toy, Shih
Tzu, Lhasa Apso, Cocker Spaniel, West
Highland white Terrier
VP
D1 0.30 cm
Microhepatia, hipoplasia portal e
ou atresia portal
Relação VP/Ao 0,3 a 0,6 (normal
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Shunts ou desvios portossistêmicos
 Definição: comunicações vasculares
simples ou múltiplas que conduzem o
sangue oriundo do estômago, pâncreas,
baço e intestino desviando-o para a
circulação sistêmica sem passar pelo
fígado
 Sinais clínicos: de encefalopatia hepática (EH) dominam
o quadro clínico
- clearence hepático inadequado de toxinas (amônia,
mercaptanos, ácidos graxos de cadeia curta, ácido
gama-aminobutírico e benzodiazepínicos endógenos).
- atrofia hepática resultante da diminuição do fluxo
sanguíneo e conseqüente falta de nutrientes e fatores
hepatotrópicos (insulina e glucagon).
- complicação importante dos SPS pode ser a urolitíase
que ocorre por causa do aumento da excreção urinária
de amônia e de ácidos úricos. Pode ocorrer cálculos
renais, vesical e ureterais em até 50% dos animais com
SPS congênito (McCONKEY, 2000).
 Classificação:
 adquiridos: cirrose, colangiohepatite
crônica, neoplasia hepática e fístulas
arteriovenosas ; a hipertensão portal leva
ao desenvolvimento de múltiplos shunts
extrahepáticos que primariamente eram
vasos afuncionais remanescentes no
sistema portal (FERREL et al., 2003).
 Congênitos: vasos embrionários anômalos que
aparecem como desvios colaterais únicos ou
múltiplos (intra ou extra hepáticos);
- gatos sem raça definida e cães de raça pura
(Schnauzer miniatura, Yorkshire Terrier, Irish
Wolfhound, Cairn Terrier, Maltês, Golden
Retriever, Old English Sheepdog e Labrador
(BREZNOCK & WHITING, 1985). Pode ocorrer
também em Shitzu e Poodle toy e miniatura
(HUNT et al., 2000).
- Sexo
- Idade
 Intra hepáticos congênitos: raças de porte
grande (classificação)
 Extra hepáticos congênitos: raças de porte
pequeno (desvios de uma ou mais
tributárias do sistema portal em direção a
VCC ou a Azigos)
Classificação do shunt intra-hepático (SIH): a) divisional esquerdo ou
persistência de ducto venoso, o vaso anômalo desvia para a esquerda em
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focal da VP na porção central do fígado e se comunica com a VCC em
forma de um forame. c) Divisional direito, o vaso desvia para a direita
antes de comunicar com a VCC.
shunt extra-hepático congênito
Shunt extra-hepático
adquirido
FÍSTULAS ARTERIOVENOSAS (ASCITE)
Referências
 CARVALHO, C. F. Ultrassonografia em
pequenos animais. São Paulo: Roca, 2014.
2ed.
 NYLAND & MATTOON. Diagnostic Ultrasound
in Small Animals. 2001
 PENINCK, D. Ultrasonography in small animals –
Atlas and text book. 2014. 2ed.
Dúvidas...???
cursosdeultrassonografiavet@gmail.com

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