Segundo Módulo - Aula 14 - Vida espiritual

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Segundo Módulo - Aula 14 - Vida espiritual

  1. 1. VIDA ESPIRITUAL
  2. 2. ESPIRITOS ERRANTES <ul><li>São todos os espíritos que, estando desencarnados, ainda carecem de reencarnação. </li></ul><ul><li>Não há limite preestabelecido para o estado de erraticidade, que pode ser curto ou prolongar-se muitíssimo, mas que nunca é perpetuo. </li></ul><ul><li>A duração depende, em parte, do livre-arbítrio. Pode, também, ser imposto para mais ou para menos tempo. </li></ul>
  3. 3. ESPIRITOS ERRANTES <ul><li>Espíritos mais esclarecidos podem solicitar que ela se prolongue a fim de continuarem estudos que só na condição de Espíritos livres podem efetuar-se com proveito. </li></ul><ul><li>Há Espíritos errantes de todos os graus. A erraticidade significa o estado normal do Espírito </li></ul>
  4. 4. ESPIRITOS ERRANTES <ul><li>Na erraticidade os Espíritos são encaminhados para hospitais especializados, onde são recuperados através de conferencias, grupos de estudos, visitações, a fim de que lhes sejam incutidas idéias que antes não possuíam. </li></ul><ul><li>A morte do corpo não elimina as paixões boas ou mas que cultivaram na existência corporal. </li></ul>
  5. 5. ESPIRITOS ERRANTES <ul><li>Na erraticidade o espírito pode modificar-se para melhor, todavia, somente na existência corporal é que poe em pratica as idéias adquiridas. </li></ul><ul><li>Os Espíritos já purificados freqüentemente descem aos mundos inferiores a fim de auxiliar-lhes o progresso. </li></ul>
  6. 6. MUNDOS TRANSITÓRIOS <ul><li>Há mundos particularmente destinados aos seres errantes, os quais podem servir-lhes de habitação temporária, de campo onde descansem de uma demasiada e longa erraticidade. </li></ul><ul><li>São mundos de posições intermediarias, graduados de acordo com a natureza dos Espíritos, onde gozam de maior ou menor bem-estar. </li></ul>
  7. 7. MUNDOS TRANSITÓRIOS <ul><li>Podem deixá-los livremente, tal qual bando de aves que pousam numa ilha, para aí aguardarem que se lhes refaçam as forcas, a fim de seguirem seu destino. </li></ul><ul><li>Vão a tais mundos e levam o objetivo de se instruírem e de poderem mais facilmente obter permissão para passar a outros lugares melhores. </li></ul><ul><li>A condição desses mundos é meramente temporária. Não são habitados por seres corpóreos já que sua superfície é estéril. São mundos em formação tal qual a Terra no seu inicio. </li></ul>
  8. 8. PERCEOÇÕES, SENSAÇÕES E SOFRIMENTO DOS ESPIRITOS <ul><li>Informa Allan Kardec que o Espírito, uma vez no mundo extra-físico, além de manter as percepções que tinha na vida física, adquire outras mais sutis e, às vezes, mais aprimoradas, pois já não mais desfruta de um corpo pesado, denso, material. </li></ul>
  9. 9. PERCEOÇÕES, SENSAÇÕES E SOFRIMENTO DOS ESPIRITOS <ul><li>Voltando ao mundo dos Espíritos, a alma conserva todas percepções que possuía, alem de novas percepções obscurecidas pelo corpo físico. </li></ul><ul><li>Sendo a inteligência um atributo do Espírito, quanto menos entrave tenha que vencer, mais livremente se manifesta. </li></ul>
  10. 10. PERCEOÇÕES, SENSAÇÕES E SOFRIMENTO DOS ESPIRITOS <ul><li>Os conhecimentos dos Espíritos crescem na proporção de seu aperfeiçoamento. Os Espíritos inferiores são mais ou menos ignorantes acerca de tudo. </li></ul><ul><li>Os Espíritos vivem fora do tempo como o compreendemos. A duração, para eles, deixa, por assim dizer, de existir. </li></ul><ul><li>Dependendo da elevação, os Espíritos vêem o que não vemos. Podem lembrar mesmo daquilo que se apagou da memória no corpo físico, assim, como, ter conhecimento de ocorrências de existências anteriores. </li></ul>
  11. 11. DIFERENTES ESTADOS DA ALMA NA ERRATICIDADE <ul><li>A casa do Pai é o Universo; as diferentes moradas são os mundos que circulam no espaço infinito, e oferecem, aos Espíritos encarnados, moradas apropriadas ao seu adiantamento. </li></ul>
  12. 12. DIFERENTES ESTADOS DA ALMA NA ERRATICIDADE <ul><li>Independentemente da diversidade dos mundos, essas palavras podem também ser entendidas como o estado feliz ou infeliz do Espírito na erraticidade. </li></ul><ul><li>Espiritos felizes; Espíritos em condição intermediária; Espiritos sofredores. </li></ul>
  13. 13. A ESCOLHA DAS PROVAS <ul><li>Em pleno gozo do seu livre-arbítrio e na erraticidade: o Espírito pode escolher o gênero de provas por que há de passar. </li></ul><ul><li>Dando ao Espírito a liberdade de escolha, Deus lhe deixa a inteira responsabilidade de seus atos e das conseqüências que estes tiverem. </li></ul><ul><li>Do fato de pertencer ao Espírito a escolha do gênero das provas não implica que todas as tribulações que experimente estejam previstas. As particularidades ocorrem como conseqüência dos atos e ações praticadas </li></ul>
  14. 14. A ESCOLHA DAS PROVAS <ul><li>Entre as provas mais difíceis, para o Espírito em evolução, temos a da riqueza que evidencia tentação para o egoísmo, a vaidade, a ambição e a avareza. É difícil, também, a de nascer e viver entre pessoas de má vida num ambiente de delinqüência. </li></ul><ul><li>Aos Espíritos, em sua origem, simples e ignorantes incapazes de procederem à escolha da prova que necessitam, Deus lhes supre a inexperiência traçando-lhes o caminho que devem seguir, como o fazeis ás criancinhas. </li></ul><ul><li>Deus não apressa a expiação, sabe esperar, todavia, pode impor certas existências a um Espírito, quando este, pela sua inferioridade ou má vontade, não se mostra apto a compreender o que lhe seria mais util. </li></ul>
  15. 15. A ESCOLHA DAS PROVAS <ul><li>As provas são indispensáveis para o aperfeiçoamento do Espírito, todavia, quando já elevado a certo grau, continua sujeito, não a provas, mas a deveres, cuja satisfação auxilia-lhe a evolução até à perfeição. </li></ul><ul><li>O Espírito pode escolher uma prova que esteja acima de suas forcas e sucumbir, assim como, pode também, escolher uma vida ociosa e inútil, sem qualquer proveito para a sua evolução. </li></ul><ul><li>Dependendo do gênero de expiação, um Espírito que tenha vivido entre raças, tidas como civilizadas pode reencarnar entre povos mais atrasados. </li></ul>
  16. 16. RELAÇÕES DE ALÉM-TÚMULO <ul><li>Os Espíritos tem, uns sobre os outros, a autoridade correspondente ao grau de superioridade que hajam alcançado. Autoridade, essa, que eles exercem por ascendente moral irresistível. </li></ul><ul><li>O poder e a consideração de que um homem gozou na Terra não lhe dão supremacia no mundo dos Espíritos, pois que os pequenos serão elevados e os grandes rebaixados </li></ul>
  17. 17. RELAÇÕES DE ALÉM-TÚMULO <ul><li>Entende-se essa elevação e esse rebaixamento considerando-se que os Espíritos são de diferentes ordens conforme seus méritos. Assim, pode o maior da Terra pertencer 'a ultima categoria entre os Espíritos ao passo que o seu servo pode estar na primeira. </li></ul><ul><li>Aquele que foi grande na Terra e, como Espírito, vem a achar-se entre os de ordem inferior, experimenta, às vezes, grande humilhação, mormente se era orgulhoso e invejoso. </li></ul><ul><li>Os espíritos das diferentes ordens se acham misturados uns com os outros, mas se distinguem uns dos outros. Evitam-se ou se aproximam conforme a simpatia ou a antipatia que sentem reciprocamente.. </li></ul>
  18. 18. RELAÇÕES DE ALÉM-TÚMULO <ul><li>Todos os Espíritos tem, reciprocamente, acesso aos diferentes grupos ou sociedades que eles formam. Assim, os bons vão a toda parte para que possa influir sobre os maus, porem, as regiões que os bons habitam estão interditadas aos Espíritos imperfeitos, a fim de que não os perturbem com suas paixões inferiores. </li></ul><ul><li>Os bons Espíritos ocupam-se em combater as, mas inclinações dos maus, a fim de ajudá-los a subir. É como uma missão. </li></ul><ul><li>Os Espíritos inferiores se comprazem em induzir os que lhes são superiores pelo despeito que lhes causa o não terem merecido estar entre os bons. </li></ul>
  19. 19. RELAÇÕES DE ALÉM-TÚMULO <ul><li>Os Espíritos não se comunicam, entre si, através da palavra que é material, simples reflexo do Espírito. O fluido universal estabelece entre eles constante comunicação; e' o veiculo da transmissão de seus pensamentos como, para nos, o ar o e' do som. </li></ul><ul><li>Os Espíritos não podem, reciprocamente, dissimular seus pensamentos, pois tudo é patente, sobretudo para os perfeitos. Podem afastar-se uns dos outros, mas sempre se vêem. Isto, porem, não constitui regra absoluta porquanto certos espíritos podem muito bem tomarem-se invisíveis a outros Espíritos, se julgarem útil fazê-lo. </li></ul>
  20. 20. SIMPATIAS E ANTIPATIAS <ul><li>Dois seres que foram inimigos na Terra poderão não sentir ressentimentos, no mundo dos Espíritos, se foi unicamente um interesse material o que os inimizou. Nisso não pensarão mais, por pouco desmaterializados que estejam. &quot;Não havendo entre eles antipatia e tendo deixado de existir a causa de suas desavenças&quot;. </li></ul><ul><li>A lembrança dos atos maus que dois homens praticaram um contra o outro consegue obstáculo a que entre eles reine simpatia, pois, essa lembrança, os induz a se afastarem um do outro. </li></ul><ul><li>O sentimento que anima, depois da morte, aqueles que sofreram ofensa na Terra, se são bons perdoam, conforme o arrependimento do ofensor; se são maus é possível que guardem ressentimento do mal que receberam. </li></ul>
  21. 21. SIMPATIAS E ANTIPATIAS <ul><li>Não são suscetíveis de alterar-se as aflições individuais dos Espíritos por estarem eles sujeitos a se enganar. Falta-lhes a mascara sob que se escondem os hipócritas. </li></ul><ul><li>A afeição mutua que dois seres se consagram na Terra, continua a existir sempre no mundo dos Espíritos, desde que originada de verdadeira simpatia. Se, porem, nasceu principalmente de causas de ordem física, desaparecem com as causas. </li></ul><ul><li>Não há a chamada &quot;metade eterna&quot;, ou seja, união particular e fatal de duas almas. A união que há é a de todos os Espíritos, mas em graus diversos, segundo a perfeição que tenham adquirido. Quanto mais perfeitos tanto mais unidos.&quot; </li></ul>
  22. 22. SIMPATIAS E ANTIPATIAS <ul><li>Os Espíritos que atingiram a perfeição estão reciprocamente unidos. Nas esferas inferiores, o Espírito que se eleva, já não simpatiza, como dantes, com os que lhes ficaram abaixo. </li></ul><ul><li>A identidade necessária a existência da simpatia perfeita consiste na analogia dos pensamentos e sentimentos e, sobretudo, a igualdade dos graus de elevação. </li></ul>
  23. 23. LEMBRANÇA DA EXISTÊNCIA CORPÓREA <ul><li>O Espírito lembra-se das suas existências corporais, isto e, tendo vivido muitas vezes na Terra, recorda-se do que foi como homem em cada uma e, freqüentemente, ri penalizado de si mesmo. </li></ul><ul><li>A lembrança da existência corporal não se apresenta, ao Espírito, completa apos a morte. Vem-lhe pouco a pouco qual a imagem que surge gradualmente de uma nevoa, á medida que nela fixa a sua atenção. </li></ul><ul><li>O Espírito se lembra dos acontecimentos de sua vida física de conformidade com as conseqüências que deles resultaram para o estado em que se encontra como Espírito errante. </li></ul>
  24. 24. LEMBRANÇA DA EXISTÊNCIA CORPÓREA <ul><li>O Espírito entreve o objetivo da vida terrestre com relação a vida futura. Vê e compreende a necessidade da purificação para chegar a perfeição e percebe que em cada existência deixa alguma impureza. </li></ul><ul><li>Ao Espírito se desenha na memória a sua vida passada tanto por esforço da própria imaginação quanto como um quadro que se lhe apresenta a vista, isto e, todos os atos que tenha interesse em lembrar-se. </li></ul><ul><li>O Espírito se recorda das existências que precederam a que acaba de existência corpórea ter. 0 seu passado se desdobra, a vista, quais a de um viajor os trechos do caminho que percorreu. </li></ul>
  25. 25. LEMBRANÇA DA EXISTÊNCIA CORPÓREA <ul><li>O Espírito considera o corpo de que vem a separar-se como veste imprestável que o embaraçava, sentindo-se feliz por estar livre dela. </li></ul><ul><li>É quase sempre grato, ao Espírito, a lembrança dos objetos que lhe pertenceram, trazendo-lhe a memória o que ele no mundo deixou, todavia, o que o atrai mesmo e o pensamento das pessoas com que ele conviveu e não aqueles objetos. </li></ul>
  26. 26. COMEMORAÇÃO DOS MORTOS - FUNERAIS <ul><li>Os espíritos se sensibilizam com as lembranças dos que lhes foram caros na terra. Se são espíritos felizes, ficam mais felizes e se sentem consolados se são sofredores. </li></ul><ul><li>Os espíritos acodem ao chamado dos que ficam na terra tanto no dia dos mortos como em qualquer outro dia. </li></ul><ul><li>No dia de finados os espíritos podem ir aos cemitérios, mas só pelos seus amigos e não pela multidão de indiferentes, e se pudéssemos vê-los os veríamos sob a forma que tinham quando encarnados. </li></ul>
  27. 27. COMEMORAÇÃO DOS MORTOS - FUNERAIS <ul><li>Mais do que a visita ao tumulo dos desencarnados, a prece é que santifica o ato da rememoração, não importando o lugar onde é feita, desde que feita pelo coração. </li></ul><ul><li>O costume de reunião de despojos mortais de membros de uma mesma família é destituída de importância para os espíritos, mas é útil aos homens porque mais concentradas ficam suas lembranças. </li></ul><ul><li>O espírito pode assistir ao seu funeral, mas se estiver perturbado, não percebe o que se passa. </li></ul>
  28. 28. COMEMORAÇÃO DOS MORTOS - FUNERAIS <ul><li>O espírito assiste a reunião dos seus herdeiros, como ensinamento ou castigo. Nesta ocasião o espírito pode julgar o valor dos protestos que lhe faziam. </li></ul><ul><li>Nota de Allan Kardec - A tumba é o lugar de encontro de todos os homens e nela se findam impiedosamente todas as distinções humanas. É em vão que o rico tenta perpetuar a sua memória por meio de faustosos monumentos. O tempo os destruirá, como aos seus próprios corpos. Assim o quer a Natureza. A lembrança das suas boas e más ações será menos perecível que o seu túmulo. A pompa dos funerais não o lavará de suas torpezas e não o fará subir sequer um degrau na hierarquia espiritual. </li></ul>

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