Quarto Módulo - 1ª aula - O médiun e suas aptidões

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Quarto Módulo - 1ª aula - O médiun e suas aptidões

  1. 1. OS MÉDIUNS E SUAS APTIDÕES
  2. 2. <ul><li>A mediunidade nasce com o ser humano. É uma faculdade ligada, inseparavelmente, ao homem; portanto, como diz Kardec – </li></ul><ul><li>&quot;não constitui um privilégio para ninguém, porquanto apresenta uma variedade infinita de matizes&quot;. </li></ul><ul><li>Existem aqueles nos quais a faculdade mediúnica se mostra bem caracterizada; em outros, não é percebida, mas existe. </li></ul><ul><li>A mediunidade não é percebida em todas as pessoas da mesma maneira, porque decorre das condições evolutivas de cada um e do seu estado atual, bem como do estado espiritual do comunicante. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>A mediunidade não depende de sexo, idade ou temperamento, sendo encontrada em todas as categorias de indivíduos, desde a mais tenra idade até a mais avançada. </li></ul><ul><li>Para o exercício da faculdade mediúnica: </li></ul><ul><li>&quot;a fé não é a condição rigorosa; sem dúvida, lhe secunda os esforços, mas não é indispensável; a pureza da intenção, o desejo e a boa vontade bastam. Têm-se visto pessoas inteiramente incrédulas ficarem espantadas de escrever a seu malgrado, enquanto crentes e sinceros não o conseguem, o que prova que esta faculdade se prende a uma disposição orgânica&quot; (LM, 2ª Parte, cap. XVII, item 209). </li></ul><ul><li>O agente é o fluido perispirítico. A ligação ocorre entre o Perispírito do comunicante e o do médium; portanto, o Espírito comunicante não &quot;entra&quot; no corpo do médium, ou seja, ele não &quot;incorpora&quot; no médium. Toda gesticulação, trejeitos, fungação, bocejos, gritos, choros, risadas, bater as mãos e pés e são atitudes decorrentes da má educação mediúnica. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>O Espírito que deseja comunicar-se procura um indivíduo apto a receber-lhe as impressões e a servir-lhe, nem sempre com consciência do médium. A ligação é feita de acordo com o grau de afinidade existente entre ambos. </li></ul><ul><li>Os Espíritos se manifestam de maneiras diversas, mas os médiuns se agrupam em duas categorias: os involuntários e os facultativos. Os involuntários agem por iniciativa dos Espíritos, e os facultativos por iniciativa própria. Todos os gêneros de fenômenos espíritas podem produzir-se pelos médiuns. </li></ul><ul><li>A ignorância e a incredulidade têm atribuído aos médiuns um poder sobrenatural e, segundo os tempos e os lugares, eles têm sido considerados santos ou feiticeiros, loucos ou visionários. O Espiritismo descobre neles a simples manifestação mediúnica. </li></ul><ul><li>Segundo os efeitos apresentados, os médiuns são divididos em duas grandes categorias: Médiuns de Efeitos Físicos e Médiuns de Efeitos Intelectuais (LM, l.a Parte, cap. XVI, item 187). </li></ul>
  5. 5. MÉDIUNS DE EFEITOS FÍSICOS <ul><li>&quot;São particularmente aptos para a produção dos fenômenos materiais, como os movimentos dos corpos inertes, os ruídos etc. Podem dividir-se em médiuns facultativos (têm consciência do seu poder e produzem fenômenos espíritas pela própria vontade) e médiuns involuntários (cuja influência dos Espíritos se exerce a seu malgrado).&quot; </li></ul><ul><li>Esses fenômenos podem ser espontâneos ou provocados mas sempre com o concurso voluntário ou involuntário de, médiuns dotados dessa faculdade especial. O agente espiritual dessas manifestações é, geralmente, de ordem inferior. </li></ul><ul><li>Os Espíritos elevados só se ocupam de manifestações inteligentes e instrutivas (LM, 2.a Parte, cap. XlV, itens 160 e 161). </li></ul>
  6. 6. MÉDIUNS DE EFEITOS INTELECTUAIS <ul><li>São os mais aptos a receber e a transmitir comunicações inteligentes. </li></ul><ul><li>Comenta Kardec que nos diferentes fenômenos produzidos sob a influência mediúnica, em todos há um efeito físico, e aos efeitos físicos se alia, quase sempre, um efeito inteligente, sendo difícil determinar o limite entre os dois. </li></ul><ul><li>Sob a denominação de médiuns de efeitos intelectuais incluem-se os sensitivos ou impressionáveis, os auditivos, falantes, videntes, intuitivos, sonâmbulos, curadores, escreventes ou psicógrafos, pneumatógrafos, inspirados, de pressentimento, médiuns proféticos. </li></ul><ul><li>Algumas destas faculdades mediúnicas já foram estudadas no primeiro ano do curso e outras serão analisadas nos capítulos seguintes, deste tomo. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>De modo geral, pode-se dizer que os médiuns sentem a presença dos Espíritos por uma vaga impressão, uma espécie de tremor dos membros, de formigamento que, às vezes, nem sabem explicar. </li></ul><ul><li>O médium pode adquirir tal sutileza que lhe permite reconhecer, pela natureza da impressão, se o Espírito é bom ou mau, e até a sua individualidade, como o cego reconhece, instintivamente, a aproximação dessa ou daquela pessoa. </li></ul><ul><li>Um bom Espírito produz impressão suave e agradável; e a impressão de um mau, ao contrário, é penosa, asfixiante e desagradável, produzindo a sensação de coisas imundas (LM, 2.a Parte, cap. XVI, item 187 e n° 65 e seguintes). </li></ul>
  8. 8. SONAMBULISMO <ul><li>Diz Kardec, em &quot;Obras Póstumas&quot;(l) que: </li></ul><ul><li>&quot;o sonambulismo é um estado transitório entre a encarnação e a desencarnação; constitui um desprendimento parcial, um pé antecipadamente posto no mundo espiritual&quot;. </li></ul><ul><li>Costuma-se distinguir, entretanto, diferentes ordens de &quot;fenômenos no sonambulismo&quot;. </li></ul><ul><li>Numa delas, o sonâmbulo age sob a influência do próprio Espírito. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Neste caso, é a alma do médium que, nos momentos de emancipação, vê, ouve e percebe, fora dos limites dos sentidos normais, caracterizando o que se denomina de &quot;fenômenos anímicos&quot;. </li></ul><ul><li>Existem, ainda, os casos das pessoas que se levantam, andam e falam, durante o sono, constituindo um ramo diferente no sonambulismo, porquanto, aí, é o Espírito da pessoa que, liberte parcialmente pelo sono, comanda o corpo físico para realizar esta ou aquela atividade. </li></ul><ul><li>Há, também, uma terceira hipótese em que se considera um médium sonambúlico propriamente dito, quando seu Espírito, parcialmente liberto do corpo, torna-se instrumento de uma inteligência estranha. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>&quot; A experiência mostra que os sonâmbulos recebem, também, comunicações de outros Espíritos, que lhes transmitem o que eles devem dizer e suprem a sua insuficiência&quot; (LE questões 425 a 438). </li></ul><ul><li>Este estado de desprendimento parcial indica, a princípio, que todos os médiuns, onde haja a emancipação da alma, são sonambúlicos, incluindo-se, aí, os videntes, os audientes, os de psicofonia, etc. </li></ul><ul><li>De modo geral, costuma-se distinguir o médium sonambúlico dos demais, pelo estado de independência da alma, mais completo. &quot;No sonambulismo, o Espírito está na posse total de si mesmo; os órgãos materiais, estando de qualquer forma em catalepsia, não recebem mais as impressões exteriores&quot; (LE, questão 425). </li></ul><ul><li>Diz, ainda, Kardec (2): &quot;Na visão à distância, o sonâmbulo não distingue um objeto ao longe, como o faríamos nós com o auxílio de uma luneta. Não é o objeto, por uma ilusão de ótica, que se aproxima dele, ele é que se aproxima do objeto. Em uma palavra, transporta-se para esse lugar e vê o objeto como se estivesse ao seu lado&quot;. </li></ul>
  11. 11. PAPEL DOS MÉDIUNS NAS COMUNICAÇÕES <ul><li>Em Atos dos Apóstolos, 2: 17-18 ( cap.2 versículos 17 a 18) lê-se: </li></ul><ul><li>&quot;E acontecerá nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu Espírito sobre toda a carne; e profetizarão vossos filhos e vossas filhas, e os vossos jovens terão visões, e os vossos anciãos sonharão sonhos. E naqueles dias, derramarei do meu Espírito sobre os meus servos e sobre as minhas servas, e profetizarão&quot;. </li></ul><ul><li>Os Médiuns são os intérpretes e os instrumentos dos Espíritos. </li></ul><ul><li>&quot; Quis o Senhor que a luz se fizesse para todos os homens e que a voz dos Espíritos penetrasse por toda parte, a fim de que cada um pudesse obter a prova da imortalidade”. </li></ul>
  12. 12. <ul><li>É com esse objetivo que os Espíritos se manifestam hoje por toda a Terra, e que a mediunidade, revelando-se entre pessoas de todas as idades e de todas as condições, entre homens e mulheres, crianças e velhos, constitui um sinal de que os tempos chegaram. </li></ul><ul><li>Para conhecer as coisas do mundo visível e decobrir os segredos da natureza material, Deus concedeu aos homens a vista física, os sentidos corporais e os instrumentos especiais. </li></ul><ul><li>Com o telescópio, ele mergulha o seu olhar nas profundidades do espaço, e com o microscópio descobriu o mundo dos infinitamente pequenos. Para penetrar o mundo invisível, deu-lhe a mediunidade. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Os Médiuns são os intérpretes do ensino dos Espíritos, ou melhor, são os instrumentos materiais pelos quais os Espíritos se exprimem nas suas comunicações com os homens. Sua missão é sagrada porque tem por fim abrir-lhes os horizontes da vida eterna . </li></ul><ul><li>Os Espíritos vêm instruir o homem sobre o seu futuro, para conduzi-lo ao caminho do bem, e não para poupar-lhe o trabalho material que lhe cabe neste mundo, para o seu próprio adiantamento, nem para favorecer as suas ambições e a sua cupidez. </li></ul><ul><li>Eis do que os médiuns devem compenetrar-se bem, para não fazerem mau uso de suas faculdades. </li></ul><ul><li>Aquele que compreende a gravidade do mandato de que se acha investido, cumpre-o religiosamente. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>A consciência do médio o condenaria, como por um ato sacrílego, se transformasse em divertimento e distração, para si mesmo e para os outros, as faculdades que lhe foram dadas com uma finalidade séria, pondo-o em relação com os seres do outro mundo. </li></ul><ul><li>Como intérpretes do ensinamento dos Espíritos, os médiuns devem desempenhar um papel importante na transformação moral que se opera. </li></ul><ul><li>Os serviços que podem prestar estão na razão da boa orientação que derem às suas faculdades, pois os que seguem o mau caminho são mais prejudiciais do que úteis à causa do Espiritismo: pelas más impressões que produzem, retardam mais de uma conversão. </li></ul><ul><li>Eis por que terão de prestar contas do uso que fizeram das faculdades que lhes foram dadas para o bem de seus semelhantes </li></ul>
  15. 15. <ul><li>O médium que não quer perder a assistência dos Bons Espíritos, deve trabalhar pela própria melhoria. </li></ul><ul><li>O que deseja que a sua faculdade se engrandeça e desenvolva, deve engrandecer-se moralmente, abstendo-se de tudo o que possa desviá-la da sua finalidade providencial. </li></ul><ul><li>Se os Bons Espíritos as vezes se servem de instrumentos imperfeitos, é para bem aconselhá-los e procurar levá-los ao bem; mas se encontram corações endurecidos, e se os seus conselhos não são ouvidos, retiram,se, e os maus têm então o campo livre. </li></ul><ul><li>A experiência demonstra que, entre os que não aproveitam os conselhos dos Bons Espíritos, as comunicações, após haverem alguns clarões, durante certo tempo, acabam por cair no erro, na verbosidade vazia e no ridículo, sinal incontestável do afastamento dos Bons Espíritos. </li></ul>
  16. 16. <ul><li>Obter a assistência dos Bons Espíritos e livrar-se dos Espíritos levianos e mentirosos, deve ser o objetivo dos esforços constantes de todos os médiuns sérios. Sem isso a mediunidade é uma faculdade estéril, que pode mesmo reverter em prejuízo daquele que a possui, degenerando em obsessão perigosa (ESE, cap. XXVIII, item 9). </li></ul><ul><li>Tudo está relacionado à nossa ligação mental, os afins se atraem. </li></ul><ul><li>Nenhum médium deve orgulhar-se, envaidecendo-se de sua faculdade. Se suas comunicações merecerem elogios, deve recebê-los como acréscimo de responsabilidade e não como mérito pessoal. </li></ul><ul><li>Se derem motivos a críticas, não deve ofender-se, nem melindrar-se, nem alegar, como defesa, que o problema é do Espírito comunicante, porquanto um médium evangelizado e consciente de sua responsabilidade estará sempre envolvido e protegido por Bons Espíritos. </li></ul>
  17. 17. <ul><li>Recomenda-se, portanto, ao bom médium, antes de realizar comunicação com o mundo invisível, preparar-se, adequadamente, através da prece e da boa conduta íntima que, em síntese, resumem-se no &quot;Orai e Vigiai&quot;. </li></ul><ul><li>“ Pela natureza das comunicações. Estudem as circunstâncias e linguagem e vocês distinguirão. Estudar e observar.&quot; </li></ul><ul><li>Em torno deste estudo Allan Kardec tece importantes considerações sobre o papel do médium nas comunicações: </li></ul><ul><li>Qualquer que seja a natureza das comunicações, elas se processam através da irradiação do pensamento. </li></ul><ul><li>O Espírito que se comunica requer elementos necessários para dar vestimenta a este pensamento. Não há linguagem articulada no mundo espiritual. </li></ul><ul><li>A comunicação terá a forma e a &quot;cor&quot; do pensamento do médium. </li></ul>
  18. 18. <ul><li>Ele cita o exemplo das lunetas coloridas: </li></ul><ul><li>É como se observássemos paisagens diferentes através de lunetas verdes, azuis e brancas. Embora as paisagens sejam diversificadas, terão a coloração da luneta com que se observe . </li></ul><ul><li>Outro exemplo: </li></ul><ul><li>É de um músico que, para executar determinada melodia, dispusesse de um violino, uma flauta, um piano e um assobio barato. Sua execução seria de diferentes níveis se utilizasse o violino ou o piano, ou se apenas contasse com o assobio. </li></ul>
  19. 19. <ul><li>Com relação aos médiuns que não estejam em condições ideais para transmitir uma mensagem por falta de conhecimento, Kardec nos diz em [Obras Póstumas-qst 51]: </li></ul><ul><li>&quot;Por ser o instrumento para receber e transmitir o pensamento do Espírito, segundo a impressão mecânica que lhe é dada, poderá o médium produzir o que está fora da órbita de seus conhecimentos se for dotado de flexibilidade e aptidão mediúnica necessárias. É por esta lei que existem médiuns desenhistas, pintores, músicos alheios a estas artes. É ainda por esta lei que quem não sabe ler ou escrever pode receber mensagens psicográficas.&quot; </li></ul>
  20. 20. <ul><li>Erasto [LM-cap XIX] diz: </li></ul><ul><li>&quot; Assim quando encontramos um médium com o cérebro cheio de conhecimento anterior latente, dele nos servimos de preferência, porque com ele, o esforço da comunicação nos é muito mais fácil do que com um médium cuja inteligência fosse limitada e cujos conhecimentos anteriores tenham sido insuficientes.&quot; </li></ul><ul><li>&quot;Certamente que poderemos falar de Matemática através de médiuns que desconheçam esta matéria, na atual encarnação, mas, frequentemente, o Espírito deste médium já passou este conhecimento em forma latente, isto é, pessoal ao ser fluídico e não ao ser encarnado (...)&quot; </li></ul><ul><li>&quot;Enfim, temos o meio de elaboração penosa ao usar médiuns completamente estranhos ao assunto tratados, ajuntando as letras e as palavras como em tipografia.&quot; </li></ul>
  21. 21. <ul><li>Kardec acrescenta as seguintes observações: </li></ul><ul><li>&quot;O Espírito comunicante tira do cérebro do médium não suas idéias, mas o material necessário para exprimi-las; quanto mais rico for este cérebro, mais fácil é a comunicação.&quot; </li></ul><ul><li>E com relação a uma língua estranha ao médium, diz: </li></ul><ul><li>&quot;Se o Espírito fala numa língua familiar ao médium, ele irá encontrar em seu cérebro as palavras formadas para revestir a idéia; Se é numa língua estranha, o Espírito comunicante não encontra as palavras, mas simplesmente as letras, no caso do médium saber ler e escrever; Se a língua é estranha ao médium e e este não sabe ler e nem escrever, o cérebro não possui nem as letras e o Espírito comunicante terá que conduzir a mão do médium como se faz com um escolar ao ser alfabetizado.&quot; </li></ul>
  22. 22. <ul><li>Vimos como o médium participa do fenômeno mediúnico e muitas vezes ao iniciarmo o desenvolvimento, quando estamos começando a dar as primeiras comunicações, somo assaltados com indagações e dúvidas: </li></ul><ul><li>&quot;Como saberá o médium se o pensamento é seu ou do Espírito comunicante?&quot; </li></ul><ul><li>Martins Peralva [Estudando a Mediunidade] nos diz: </li></ul><ul><li>&quot;Com o estudo edificante, a meditação e o discernimento adquiriremos a capacidade de conhecer a nossa freqüência vibratória. Saberemos comparar o nosso próprio estilo, pontos de vista, hábitos e modos, com os revelados durante o transe mediúnico, ou a simples inspiração quando escrevemos ou pregamos a doutrina. Não será problema tão difícil separar o nosso, do pensamento do Espírito comunicante. A aplicação aos estudos espíritas, com sinceridade, dar-nos-á, sem dúvida, a chave de muitos enigmas.&quot; </li></ul>
  23. 23. Bibliografia: <ul><li>SEARA DOS MÉDIUNS - Emmanuel. </li></ul><ul><li>O LIVRO DOS MÉDIUNS - Allan Kardec. </li></ul><ul><li>LIVRO DOS ESPÍRITOS - - Allan Kardec. </li></ul><ul><li>ESTUDANDO A MEDIUNlDADE - Martins Peralva. </li></ul><ul><li>EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO - Allan Kardec. </li></ul><ul><li>OBRAS PÓSTUMAS - Allan Kardec. </li></ul><ul><li>ATOS DOS APÓSTOLOS - Allan Kardec . </li></ul>

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