Primeiro Módulo - Aula 1 - Espiritismo - antecedentes da codificação

3.457 visualizações

Publicada em

0 comentários
3 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
3.457
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
250
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
108
Comentários
0
Gostaram
3
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Primeiro Módulo - Aula 1 - Espiritismo - antecedentes da codificação

  1. 1. <ul><li>ESPIRITISMO – ANTECEDENTES DA CODIFICAÇÃO. </li></ul><ul><li>AS TRÊS REVELAÇÕES </li></ul><ul><li>ESPIRITISMO E ESPIRITUALISMO </li></ul><ul><li>ESPIRITISMO: FILOSOFIA – CIÊNCIA RELIGIÃO </li></ul>
  2. 2. AS TRÊS REVELAÇÕES <ul><li>1ª Revelação - Moisés. </li></ul><ul><li>Quando libertou o povo hebreu do longo cativeiro do Egito, demorou cerca de 40 anos para atravessar o deserto, o que poderia ser feito em poucos meses. </li></ul><ul><li>O objetivo desta demora era extirpar do seio do povo os conceitos politeístas.  </li></ul><ul><li>Moisés veio para professar o monoteísmo, difundir a idéia de um Deus único, verdadeiro. </li></ul><ul><li>Em sua travessia recebeu o Decálogo, através de suas faculdades mediúnicas, como outras instruções que lhe foram transmitidas pelo Plano Espiritual para guiar o povo hebreu através do deserto. </li></ul>
  3. 3. <ul><li>2ª) Revelação – Jesus Cristo. </li></ul><ul><li>Jesus veio para dar cumprimento as leis divinas existentes na terra. Sintetizando todas as Leis no seguinte ensinamento: </li></ul><ul><li>“ amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo” </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>Veio ensinar aos homens que a verdadeira vida não esta sobre a terra, mas no Mundo Maior, que ele designou como o “Reino de Deus”. </li></ul><ul><li>Veio ensinar aos homens o caminho reto que leva a Deus. </li></ul><ul><li>Jesus veio, não como era esperado, como um guerreiro que empunharia a Espada de Davi e libertaria o povo judeu do julgo dos Romanos. </li></ul><ul><li>Veio como filho de humilde carpinteiro, falando sobre paz, mansuetude, tolerância e amor, sem aspirações políticas. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Pelo Contrário, ordenava que a espada fosse embainhada. </li></ul><ul><li>E seus assessores não eram guerreiros como Davi, Josué e Joab, eram humildes pescadores da Galiléia. </li></ul><ul><li>Prometeu a bem-aventurança aos pacíficos e aos mansos. </li></ul><ul><li>Recomendou que se perdoasse aos inimigos não sete vezes mais setenta vezes sete. </li></ul><ul><li>Nos revelou um Deus diferente, um pai de infinito amor e misericórdia. Igualando todos os homens como filhos de Deus. </li></ul><ul><li>Ao partir Jesus prometeu enviar-nos um consolador para que não ficássemos sozinhos, dizendo: </li></ul><ul><li>“ Rogarei ao Pai e ele vos dará outro consolador, para que fiquem convosco para sempre” (João 14:16) </li></ul>
  5. 5. <ul><li>3ª Revelação – O Espirito da Verdade (o Consolador) </li></ul><ul><li>Como prometido por Jesus, que não deixaria órfã a humanidade, pois enviaria o “Espírito da Verdade”, o Consolador, quando a humanidade estivesse mais preparada. </li></ul><ul><li>Assim o fez, para este restabelecesse todos os seus ensinamentos, surgindo o advento da codificação espírita, a Terceira Revelação, que é o Consolador prometido por Jesus . </li></ul>
  6. 6. ESPIRITISMO – ANTECEDENTES DA CODIFICAÇÃO. <ul><li>Os fenômenos espíritas datam desde as mais remotas épocas da Antiguidade e estão disseminados no tempo e no espaço. </li></ul><ul><li>Os fenômenos espíritas presentes tanto entre os povos mais selvagens, quanto aos homens civilizados, muito embora em algumas épocas tais fenômenos tivessem uma presença mais acentuada, assumindo inclusive um caráter mais definido, como que prenunciando a eclosão de um novo ciclo para a Humanidade. </li></ul><ul><li>Os traços de interferência dos Espíritos ocorridos desde as origens do Homem diferem dos antecedentes do Espiritismo. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>A interferências dos espíritos se apresentaram como casos esporádicos, enquanto os antecedentes têm as características de “uma invasão espiritual organizada”, na França com um determinado objetivo: preparar ambiente para o advento da Terceira Revelação. </li></ul><ul><li>A época que costuma-se fixar como marco inicial da História do Espiritismo é o fenômeno das “mesas girantes”, na França, paralelamente aos fenômenos produzidos a partir de 31 de março de 1848 no vilarejo de Hydesville, em Rochester, nos Estados Unidos, por intermédio das irmãs Fox. </li></ul>
  8. 8. Precursores do Espiritismo <ul><li>Swedenborg: Emmanuel Swedenborg é considerado um dos pioneiros a anteceder a invasão dos Espíritos no mundo físico, não só por ter sido um médium vidente de grande potencialidade, mas também pela verdadeira antevisão dos princípios básicos da Doutrina Espírita em que se constituiu sua teologia. </li></ul><ul><li>Era dotado da chamada “vidência à distância” na qual a alma emancipa-se do corpo e vai buscar informações à distância, voltando com notícias do que se passou nesses lugares. </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Swedenborg afirmou a pluralidade dos mundos habitados e a inexistência de penas eternas, bem como outros postulados semelhantes aos da Doutrina Espírita; para ele, anjos e demônios eram seres humanos que haviam vivido na Terra, respectivamente Espíritos altamente evoluídas e Espíritos retardatários. </li></ul><ul><li>Embora os acontecimentos mediúnicos vividos por Emmanuel Swdenborg fossem fatos isolados dentro de sua época, eram contudo indício de forças latentes que estavam por eclodir em futuro bem próximo. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>IRVING : Entre 1830 e 1833 nova experiência psíquica ocorre desta vez com Edward Irving e com membros de sua Igreja Escocesa. </li></ul><ul><li>Pastor protestante, grande estudioso bíblico, desenvolveu num grupo fechado estudos que levaram a manifestações internas. </li></ul><ul><li>Em 1831 ocorreu o boato que membros da congregação tinham sido tomados de maneira estranha em suas próprias residências, e durante uma própria celebração o culto foi interrompido por gritos de um possesso. Nestes fenômenos há sinais de verdadeira força psíquica atuando no mundo material. </li></ul>
  11. 11. <ul><li>OS SHAKERS : Além desses incidentes isolados da igreja de Irving, houve uma outra manifestação psíquica naqueles dias; foi o desabrochar de fenômenos espíritas nas comunidades “Shakers”, nos Estados Unidos. </li></ul><ul><li>Os fenômenos se iniciaram com costumeiros sinais de aviso seguidos pela obsessão de quando em vez de quase toda a comunidade. </li></ul><ul><li>Os principais visitantes eram Espíritos de índios Peles Vermelhas que vinham em grupo como uma tribo. </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Os Shakers contavam com um homem de notável inteligência chamado F.W. Evans que juntamente com seus companheiros, depois da primeira perturbação física e mental causada pela irrupção daqueles Espíritos, puseram-se a estudar o que aquilo realmente significava. </li></ul><ul><li>Com os estudos chegaram à conclusão inesperada de que os índios não tinham vindo ensinar, mas sim aprender. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>ANDREW JACKSON DAVIS: Nascido em 1826, tinha somente a escola primária, mas naquela criatura mirrada dormiam estranhas forças espirituais. </li></ul><ul><li>Era portador de clarividência, mas também ouvia vozes que lhe davam bons conselhos. </li></ul><ul><li>Antes dos 20 anos já tinha escrito um dos livros mais profundos e originais de filosofia produzidos até então. </li></ul><ul><li>Isto era uma prova clara que nada tinha vindo dele mesmo e de que não passava de um canal, através do qual fluía o conhecimento daquele vasto reservatório espiritual. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>As observações de Davis não se limitavam aos que estavam em sua presença, pois sua alma podia emancipar-se pela ação magnética. </li></ul><ul><li>Nesta fase inicial, Davis não se recordava do que via em transe, mas tudo ficava registrado em seu subconsciente e mais tarde recuperava com clareza. </li></ul><ul><li>No seu livro “Princípio da Natureza”, prevê o aparecimento do Espiritismo como doutrina e prática mediúnica; a sua importância reside no fato de que com ele começou-se a preparar o terreno para a eclosão da Doutrina Espírita. </li></ul>
  15. 15. <ul><li>FAMÍLIA FOX: Hydesville é um vilarejo próximo a cidade de Rochester no condado de Wayne; no Estado de Nova Iorque, Estados Unidos; é considerado como o berço do Novo Espiritualismo, ou seja, o Espiritismo dos povos de língua inglesa. </li></ul><ul><li>Numa casa humilde, alugada em 11 de dezembro de 1847, vivia a família protestante composta de John Fox, sua mulher Margareth e suas filhas menores, Margareth de 14 anos e Caterine (Kate) 11 anos. </li></ul><ul><li>Em 1848 foram surpreendidos por barulhos de arranhaduras e estes se intensificaram à medida que o tempo se passava, as crianças se assustavam de tal maneira que não queriam mais dormir sozinhas. </li></ul>
  16. 16. <ul><li>Finalmente a 31 de março de 1848 houve grande invasão de sons e Kate resolve desafiar o mistério, travando um diálogo através de palmas. </li></ul><ul><li>A cada palma de Kate era dada a resposta com pancada correspondente. </li></ul><ul><li>A menina então perguntou se as pancadas estavam vindas de um Espírito; se fosse deveriam ser dadas duas batidas. </li></ul><ul><li>A resposta foi afirmativa. Estabeleceu-se assim neste dia a telegrafia espiritual. </li></ul><ul><li>Um vizinho dos Fox, de nome Duesler, usando o alfabeto para obter respostas mais rápidas consegue saber que ali houvera um crime. </li></ul>
  17. 17. <ul><li>Entretanto, este episódio não teve como finalidade a punição do culpado, pois a finalidade destes fenômenos era convencer a todos da imortalidade da alma. </li></ul><ul><li>Grande número de adeptos da nova crença fizeram realizar em Rochester a 1ª. Reunião Pública para investigar a veracidade dos fenômenos. </li></ul><ul><li>Mas é preciso admitir a envergadura moral do casal Fox que, embora renegados pela igreja a que pertenciam, preferiram renunciar a negar os fenômenos espíritas, ou a abdicar da verdade de que foram testemunhas. </li></ul>
  18. 18. <ul><li>AS MESAS GIRANTES : A publicidade que se formou em torno das irmãs Fox teve também o mérito de chamar a atenção para o grande número de médiuns que começaram a sair do anonimato e a revelar suas faculdades, estimulados pelos acontecimentos de Hydesville. </li></ul><ul><li>Ocorreu assim, paulatinamente, a anunciada invasão dos Espíritos que se manifestavam em toda parte, pelos mais diferentes médiuns. Foi em fins de 1850 que os próprios Espíritos sugeriram a nova maneira de se comunicarem, em substituição ao processo moroso das pancadas. </li></ul><ul><li>Esses fatos apresentados aos olhos de pesquisadores honestos, sugeriam de forma drástica e inquestionável a existência do Espírito. </li></ul>
  19. 19. <ul><li>Mas, as respostas dos Espíritos às perguntas frívolas dos participantes movidos mais pela curiosidade do desconhecido, passaram a constituir motivo de grande interesse, mesmo porque as mesas moviam-se em todos os sentidos, giravam vertiginosamente ou se elevavam no ar alcançando o teto, produzindo os mais variados movimentos. </li></ul><ul><li>Daí em diante as mesas girantes passaram a constituir a grande atração nos salões da sociedade parisiense, como se tais fenômenos fosse meros passatempos. </li></ul><ul><li>Na verdade era uma determinação do Alto, despertando consciências para a imortalidade da alma e para o recebimento do Consolador, prometido por Jesus há muitos séculos e consubstanciado no Espiritismo que logo seria codificado, pois os tempos eram chegados. </li></ul>
  20. 20. <ul><li>ADVENTO DA DOUTRINA ESPÍRITA : Hippolyte Leon Denizard Rivail aos 50 anos era um nome respeitado na França, portador de inúmeras qualidade morais e intelectuais. Era grande estudioso dos fenômenos psíquicos, interessando-se de modo especial pelo estudo do magnetismo. </li></ul><ul><li>Ouvira falar das mesas girantes e atribuiu estes fenômenos ao magnetismo impregnando as mesas, daí seus movimentos; tendo conhecimento da existência de algo inteligente por detrás, admite a hipótese da atuação do mundo espiritual. </li></ul><ul><li>Resolve então verificar a procedência dos fatos. E, assim, ano após ano o Prof. Rivail trabalha metodicamente na elaboração da Doutrina Espírita. Allan Kardec é o nome que adotou como Codificador da Doutrina Espírita. </li></ul>
  21. 21. <ul><li>Com a expansão da Codificação Espírita os fenômenos mediúnicos já não despertam a mesma curiosidade de outrora, pelo menos com o mesmo ímpeto; a atenção volta-se atualmente para outro objetivo transcendental: a necessidade de elevação moral. </li></ul><ul><li>Assim, ultrapassada a fase inicial da fenomenologia, abertos os caminhos deixados pelos precursores, pode o homem atual iniciar um novo capítulo de cunho moralizante, guiado pelos Espíritos que o assistem através das possibilidades tecnológicas: das batidas e das mesas girantes à transcomunicação instrumental. </li></ul><ul><li>Assim, dos estudos sistemáticos desses fenômenos surgiu toda uma filosofia fundamentada nos princípios cristãos. </li></ul>
  22. 22. ESPIRITISMO E ESPIRITUALISMO <ul><li>O Livro dos Espíritos, obra essencial da Doutrina Espírita – e conteúdo fundamental deste Curso – apresenta-se inicialmente sob o título “Filosofia Espiritualista”. </li></ul><ul><li>Importa, assim inicialmente, questionar qual a relação entre o Espiritismo e o Espiritualismo, e por que apresenta-se como filosofia. </li></ul><ul><li>Allan Kardec, ao codificar a Doutrina Espírita, houve por bem criar os vocábulos Espiritismo e espírita, distintos de Espiritualismo e espiritual, para maior clareza e precisão de conceitos. </li></ul><ul><li>Por Espiritualismo entende-se a doutrina filosófica, segundo a qual o Espírito constitui a substância de toda a realidade, e que tem por base a existência de Deus e da alma. Efetivamente, o Espiritualismo opõe-se ao Materialismo, para o qual a única substância existente é a matéria. </li></ul>
  23. 23. <ul><li>Sob este aspecto, a Doutrina Espírita está plenamente identificada ao Espiritualismo, enquanto gênero a que pertence, mas quanto à especificidade vai mais além, na medida em que acrescenta-lhe os seguintes princípios básicos: </li></ul><ul><li>1 – Possibilidade de comunicação entre o mundo espiritual e o mundo material; </li></ul><ul><li>2 – Pluralidade das existências; </li></ul><ul><li>3 – Pré-existência e imortalidade da alma; </li></ul><ul><li>4 – Justiça natural: as penas e recompensas nada mais são que conseqüência natural de ações praticadas; </li></ul><ul><li>5 – Progresso infinito do Espírito. </li></ul><ul><li>Como generalidade, portanto, O Livro dos Espíritos representa uma das fases do Espiritualismo, mas como especificidade contém a Doutrina Espírita. Essa a razão por que traz sobre o título as palavras: Filosofia Espiritualista. </li></ul>
  24. 24. ESPIRITISMO: FILOSOFIA – CIÊNCIA – RELIGIÃO <ul><li>Embora represente uma face do Espiritualismo, cumpre esclarecer que o Espiritismo difere de toda e qualquer ramificação espiritualista religiosa, na medida em que não possui “dogmas” propriamente ditos, mas antes fundamenta-se na razão e nos fatos. </li></ul><ul><li>Sob esse aspecto o Espiritismo é considerado uma Doutrina Tríplice, pois sua estrutura consiste em Ciência, Filosofia e Religião . </li></ul><ul><li>Ciência, pois possui como fundamento a parte experimental ou seja, idéias organizadas sistematicamente a partir dos fatos, dos fenômenos mediúnicos, das manifestações em geral. Para tanto, emprega, efetivamente, o método experimental. </li></ul><ul><li>Consciência Prática : O Livro dos Médiuns . </li></ul>
  25. 25. <ul><li>Filosofia, pois sua temática abrange essencialmente objetos de conhecimento que estão além da experiência sensível, qual: a existência de Deus, os Princípios constitutivos do Universo (Causas Primárias), as Leis Morais e outros. Para tanto, possui como instrumento seguro o método racional. </li></ul><ul><li>Consciência teórica: O Livro dos Espíritos. </li></ul><ul><li>Religião, na medida em que seu fim último consiste na restauração do Evangelho e na prática dos princípios cristãos. Importa porém considerar que, embora de essência religiosa, o Espiritismo não se vale de formalismos exteriores, de práticas sagradas, rituais ou técnicas coletivas, mas a busca de religiosidade dá-se na intimidade afetiva de cada um, a partir de uma atitude interior consciente. </li></ul><ul><li>Consciência moral, religiosa, étnica: O Evangelho Segundo o Espiritismo . </li></ul>
  26. 26. <ul><li>Esses três aspectos encontram-se bem definidos na Codificação de Allan Kardec, respectivamente: </li></ul><ul><li>O Livro dos Médiuns, O Livro dos Espíritos e O Evangelho Segundo o Espiritismo. </li></ul><ul><li>Em seus aspectos científicos e filosóficos, a Doutrina será sempre um campo de investigações humanas. </li></ul><ul><li>No aspecto religioso, todavia, repousa a sua grandeza divina, por constituir a restauração do Evangelho de Jesus Cristo, estabelecendo a renovação definitiva do homem para a grandeza de seu imenso futuro espiritual. </li></ul>
  27. 27. BIBLIOGRAFIA <ul><li>Livro dos Espíritos. </li></ul><ul><li>Evangelho Segundo o Espiritismo. </li></ul>

×