Testes Vocacionais e
Autoconhecimento
O que faz a real diferença na carreira
Sidney Frattini
Quem?
Quem procura Testes Vocacionais?
Quem procura Testes Vocacionais?
Quem procura Testes Vocacionais?
Quem procura Testes Vocacionais?
Já fez algum tipo de Teste Vocacional
no início da carreira?
NÃO
61%
SIM
39%
Fonte: Pesquisa ETALENT/CATHO, Março 2015
Qual a importância dos Testes
Vocacionais para a orientação de
carreira?
Pouca,
Média ou
Nenhuma
Importância
47%
Alta
Impo...
39 % dos brasileiros se dizem felizes em
seus empregos, aponta pesquisa
Felizes
39 %?
61 %
Satisfação no Trabalho
Fonte: P...
Possíveis Causas
IncompetênciaConflitos
Problemas EmocionaisCarreira Errada
Baixa ResiliênciaBaixa Autoestima
Outros
Por que tantas pessoas não
conseguem decidir qual profissão
seguir com a certeza
de que alcançarão sucesso?
A Escalada do Progresso Pessoal
Dos Testes Vocacionais
à Orientação
Profissional
Da Orientação
Profissional ao
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Procura
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Comportamento
ao cargo
Obtém
conhecimentos
Consegue
um cargo
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Identifica o
Comportamento
Campo de
Interesse
ou sonho
Formação
Profissional
Tipo de
Inteligência
O Caminho do
Alto Desemp...
Círculo Virtuoso
da Felicidade
no Trabalho
17
ELEMENTOS BÁSICOS DA COMPETÊNCIA
COMPORTAMENTO
ADEQUADO
CONHECIMENTOS
ADEQUADOS
HABILIDADES
ADEQUADAS
ATITUDES DE
ALTA ...
Autoconhecimento
Comportamento
como Elemento-Chave
A Metodologia DISC
Dominância
Influência
eStabilidade
Conformidade
Comportamento
Não Aderente
ao Cargo
CargoPessoa
Comportamento
Não Aderente
ao Cargo
CargoPessoa
Focos de
Desenvolvimento:
CargoPessoa
Comportamento
Aderente
ao Cargo
CargoPessoa
Comportamento
Aderente
ao Cargo
Autodesenvolvimento
Plano de
Desenvolvimento
Individual
“Algumas vezes a vida pode te atingir
na cabeça com um tijolo. Não perca a
fé. Me convencia que a única coisa
que me fez s...
Obrigado!
Sidney Frattini
www.etalent.com.br
Invista no Autoconhecimento.
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Semana do Emprego | Testes Vocacionais e autoconhecimento: o que faz a real diferença na carreira?

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Muitos jovens ficam indecisos na a hora de escolher a profissão. Descubra como os testes vocacionais podem ajudar a refletir sobre as diferentes carreiras e profissões para acontecer a escolha certa, de acordo com a personalidade de cada um.
No dia 10 de novembro de 2015, às 15h aconteceu a terceira palestra da Semana do Emprego com parceria da Etalent. Assista: http://www.catho.com.br/semana-do-emprego/teste-vocacional

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  • APRESENTAÇÃO E TEMA IMPORTANTE

    Olá, pessoal. Eu sou o Sidney Frattini, Consultor da ETALENT, parceiro da Catho. Vamos conversar um pouco sobre coisas importantes para sua carreira profissional, em qualquer ponto dela. Vamos falar sobre Testes Vocacionais e Autoconhecimento, o que faz realmente diferença na carreira.
  • A HISTÓRIA DO ALBERTO

    Você provavelmente já viu uma cena como esta. Um colega, ao final do dia, saindo desanimado do seu trabalho.
    Essa é uma situação meio comum nos dias de hoje .
    Esse é meu amigo Alberto. Vou contar um pouco da história dele para vocês.
    Eu perguntei a ele: o que está acontecendo com você, rapaz?
    E ele me disse: - Acho que embarquei numa carreira errada. Não me sinto feliz.
    Eu perguntei a ele: - Você fez algum tipo de teste vocacional no começo da sua carreira.
    E ele me perguntou:...
  • QUEM

    Quem eu? Quem procura testes vocacionais?
    Pode ser importante, mas eu não fiz. – disse-me Alberto.
    Será que adiantaria alguma.?
    Enfim, parece que é tarde. Já cresci.
  • OS PAIS PARA OS FILHOS

    De fato, testes vocacionais parecem ser mais direcionados para crianças
    Às vezes é um pouco cedo para isso.
  • O ADOLESCENTE PRESTES A ENTRAR NA FACULDADE
  • O UNIVERSITÁRIO

  • O PROFISSIONAL JÁ FORMADO

    Muitas vezes, ele se questiona: será mesmo que nunca é tarde para ser feliz?
  • PESQUISA SOBRE TESTES VOCACIONAIS (1)

    Em março deste ano, uma pesquisa da Catho com a ETALENT perguntou:

    Você já fez algum tipo de Teste Vocacional?

    39% disseram que sim.
    61% disseram que não.
    Meu amigo Alberto estava incluído aqui.
  • PESQUISA SOBRE TESTES VOCACIONAIS (2)

    E aí perguntamos: qual a importância dos Testes Vocacionais para a orientação de carreira?

    53% disseram que tinham alta importância.
    47% disseram que tinham pouca, média ou nenhuma importância.
  • PESQUISA SOBRE FELICIDADE NO TRABALHO

    Mais recentemente, a ETALENT e a Catho fizeram outra pesquisa: você se sente feliz no seu trabalho?

    39% dos profissionais disseram que sim, que estão felizes em seu trabalho.
    Portanto, 61% disseram que não estavam muito felizes.
    Olha o meu amigo Alberto aí
    O grau de satisfação dos trabalhadores atingiu 61,3 pontos, em uma escala de 0 a 100.
    Vejam bem: quem disse que está feliz, na média deu nota 6 de 0 a 10 para sua satisfação.
  • POSSÍVEIS CAUSAS DA INSATISFAÇÃO. NÃO PESQUISAMOS ISSO.

    Em nossas pesquisas exploratórias, inclusive na conversa com meu amigo Alberto, nós verificamos que as causas dessa insatisfação podem ser muitas.
    Podem ser conflitos, sensação de incompetência no que está fazendo, problemas emocionais, baixa autoestima, baixa resiliência ou... Carreira errada.
    Sabemos que uma escolha errada de carreira pode conduzir aos outros aspectos, que são sintomas.
    Todos esses fatores, de uma forma ou de outra, estão interligados.
  • A ESSA ALTURA, VALERIA A PENA PERGUNTAR

    Por que tantas pessoas não conseguem decidir qual profissão seguir, com a certeza de que alcançarão sucesso?

    Pense um pouco a respeito!
  • A ESCALADA DO PROGRESSO PESSOAL

    Se formos pensar numa escalada do progresso pessoal na carreira, veremos que cada degrau é suportado por uma avaliação genuína das nossas características.

    No primeiro, vamos dos Testes Vocacionais à Orientação Profissional.

    No segundo, da Orientação Profissional pura e simples vamos para um processo de Autoconhecimento.

    A partir daí, se realmente investirmos no Autoconhecimento, podemos fazer melhores escolhas.





  • O CAMINHO DO DESPERDÍCIO

    Mas o que acontece com frequência é o que chamamos O Caminho do Desperdício.

    O jovem escolhe a formação, entra na faculdade, mais ou menos sem base do que escolheu.
    Vai ao mercado do trabalho e, que sorte!, consegue um cargo.
    Procura adequar o seu estilo comportamental ao cargo.
    E cerca de 60%, como vimos na pesquisa, exerce o cargo com sacrifício.

    Parece que é o aconteceu com o meu mago Alberto. O que faltou? Autoconhecimento
  • O CAMINHO DO ALTO DESEMPENHO

    Melhor seria trilhar caminho do Alto Desempenho. Como?

    A pessoa identifica o seu comportamento, avalia o seu tipo de inteligência (lógico-matemática, linguística, espacial, intrapessoal, interpessoal etc).

    Aí, considera o campo de interesse ou sonho. Se sempre desejou trabalhar com saúde, ou com números, ou com espaço físico etc.

    Então, escolhe uma formação compatível e, na hora de se candidatar a um cargo, leva em conta todos esses fatores, especialmente seu comportamento.
  • O CÍRCULO VIRTUOSO DA FELICIDADE NO TRABALHO

    Nesse Caminho, ele potencializa a Performance, que traz Resultado para a empresa, fazendo crescer sua Autoestima, consolidando a Imagem do profissional no seu setor, abrindo novas Oportunidades, reforçando a Autoconfiança, que traz mais Performance, e assim por diante.

    Ao contrário do que muita gente pensa, isso não é uma utopia.

    Problemas todo mundo tem, até que adora o que faz. Mas é muito mais fácil superar os problemas gostando do que se faz, não é mesmo?
  • A MATEMÁTICA DO TALENTO E OS ELEMENTOS BÁSICOS DA COMPETÊNCIA

    E para viabilizar isso, nós criamos um modelo.

    Em nosso modelo, perguntamos: o que as empresas e os executivos realmente desejam? Resultados!

    Resultados são obtidos por pessoas com Atitudes de Alta Performance.

    Para essas Atitudes, são necessários Conhecimentos e Habilidades.

    Esses são potencializados pelo Comportamento.

    Quem aguentaria estudar 10 mil horas uma coisa que detesta? Ou treinar para adquirir habilidade nisso?

    Os elementos da Competência são: Comportamento, Conhecimentos e Habilidades.


  • AUTOCONHECIMENTO

    Autoconhecimento, portanto, nesse modelo é identificar o seu perfil comportamental.

  • COMPORTAMENTO COMO ELEMENTO-CHAVE

    Vocês estão vendo essa figura.

    Ela ilustra o ser humano, com 4 tipos de características comportamentais.

    Entender quais são esses tipos e o que predomina em nosso comportamento é identificar o nosso perfil.
  • A METODOLOGIA DISC

    Na década de 20, na Universidade de Harvard, um pesquisador chamado William Moulton Marston, criou uma teoria chamada DISC.

    D de Dominância. I, de Influência. S de Steadiness, e nós chamamos de Estabilidade. C de Conformidade.

    A Dominância, quando alta no indivíduo, mostra um comportamento assertivo, voltado para resultados, objetivo, direto, arrojado.
    A Influência, quando alta, mostra um indivíduo orientado para as relações com as pessoas, comunicativo, sociável, empático, otimista, persuasivo.
    A Estabilidade alta sinaliza uma pessoa ponderada, amável, paciente, que gosta de ouvir, que procura a segurança e manter as coisas.
    A Conformidade intensa mostra uma pessoa detalhista, analítica, voltada para detalhes.

    Todos nós temos os 4 fatores DISC. O que nos diferencia uns dos outros é a intensidade relativa de cada Fator.

    Essa intensidade pode ser mapeada em gráficos. E assim como uma pessoa tem um gráfico DISC, os cargos dos profissionais também têm.

  • COMPORTAMENTO NÃO ADERENTE AO CARGO (1)

    Olhem esse exemplo.

    Pessoal, o Alberto me autorizou a contar sobre o perfil dele. Então, não estou fazendo nada errado.

    Meu amigo, Alberto, possui uma natureza comportamental técnica e especialista, mas possuía função generalista, com mais consideração de que entusiasmo, mais precisão do que arrojo, mais diplomático do que contundente ou assertivo, o contrário do que sua posição lhe pedia a maior parte do tempo.

    Ele conseguia adaptar seu comportamento à custa de grande desgaste para manter a performance.
  • COMPORTAMENTO NÃO ADERENTE AO CARGO (2)


    Se ele tivesse investido em seu Autoconhecimento, poderia comparar os Fatores e Subfatores DISC do perfil dele e do cargo que pretendia exercer e saberia exatamente que aspectos do seu comportamento deveriam ser trabalhados.

    Ou escolher um cargo compatível com o seu perfil, além da sua formação, do seu tipo de inteligência, ou do campo de interesse.
  • COMPORTAMENTO ADERENTE AO CARGO (1)

    E Se Alberto tivesse isso bem compreendido, poderia obter uma posição no mercado compatível com seu perfil.
  • COMPORTAMENTO ADERENTE AO CARGO (2)

    Então os ajustes que deveria trabalhar seriam menores e mais fáceis.

    Vejam só. Nesse caso, os perfis do Alberto e do cargo seriam parecidos.
  • AUTODESENVOLVIMENTO

    Para fazer ajustes maiores ou menores, Aberto deveria ter á sua disposição ferramentas que o orientassem a um processo de Autodesenvolvimento.

  • PLANO DE DESENVOLVIMENTO INDIVIDUAL

    Muitas pessoas passam pela carreira sem nunca ter feito um Plano de Desenvolvimento Individual.
  • PLATAFORMA MYETALENT

    A ETALENT viabiliza tudo isso – o Autoconhecimento e o Autodesenvolvimento estruturado – com ferramentas para identificar o seu perfil comportamental.
  • CENÁRIO DIFERENTE PARA AO ALBERTO

    Depois de passar por esse processo, o Alberto entendeu onde deveria melhorar para se sentir mais integrado e feliz no trabalho.
    Ele acha que valeu muito a pena!

    Para terminar, gostaria de mostrar uma citação muito inspirada de um profissional importante para os nossos tempos.
  • Algumas vezes a vida pode te atingir na cabeça com um tijolo. Não perca a fé. Me convencia que a única coisa que me fez seguir em frente é que eu amava o que fazia, você tem que achar o que ama.

    É fazer o que acredita ser um ótimo trabalho, e a única maneira de fazer um ótimo trabalho, é amar o que você faz. Se você não achou isso ainda, continue procurando, e não desista.

    Como todos os assuntos do coração, você saberá quando encontrar”

    Steve Jobs, numa palestra em Stanford, há alguns anos.
  • Portantom, nossa mensagem é:

    Invista no Auitoconhecimento. Você só tem a ganhar com isso em sua carreira e em sua vida.

    Obrigado por sua atenção e até a próxima.
  • Semana do Emprego | Testes Vocacionais e autoconhecimento: o que faz a real diferença na carreira?

    1. 1. Testes Vocacionais e Autoconhecimento O que faz a real diferença na carreira Sidney Frattini
    2. 2. Quem?
    3. 3. Quem procura Testes Vocacionais?
    4. 4. Quem procura Testes Vocacionais?
    5. 5. Quem procura Testes Vocacionais?
    6. 6. Quem procura Testes Vocacionais?
    7. 7. Já fez algum tipo de Teste Vocacional no início da carreira? NÃO 61% SIM 39% Fonte: Pesquisa ETALENT/CATHO, Março 2015
    8. 8. Qual a importância dos Testes Vocacionais para a orientação de carreira? Pouca, Média ou Nenhuma Importância 47% Alta Importância 53% Fonte: Pesquisa ETALENT/CATHO, Março 2015
    9. 9. 39 % dos brasileiros se dizem felizes em seus empregos, aponta pesquisa Felizes 39 %? 61 % Satisfação no Trabalho Fonte: Pesquisa Catho / ETALENT Site Brasil Econômico Outubro 2015
    10. 10. Possíveis Causas IncompetênciaConflitos Problemas EmocionaisCarreira Errada Baixa ResiliênciaBaixa Autoestima Outros
    11. 11. Por que tantas pessoas não conseguem decidir qual profissão seguir com a certeza de que alcançarão sucesso?
    12. 12. A Escalada do Progresso Pessoal Dos Testes Vocacionais à Orientação Profissional Da Orientação Profissional ao Autoconhecimento Do Autoconhecimento às Melhores Escolhas ? Mas como isso funciona?
    13. 13. Procura adequar o Comportamento ao cargo Obtém conhecimentos Consegue um cargo Escolhe a formação 60% exerce o cargo com sacrifício O Caminho do Desperdício
    14. 14. Identifica o Comportamento Campo de Interesse ou sonho Formação Profissional Tipo de Inteligência O Caminho do Alto Desempenho Cargo
    15. 15. Círculo Virtuoso da Felicidade no Trabalho
    16. 16. 17 ELEMENTOS BÁSICOS DA COMPETÊNCIA COMPORTAMENTO ADEQUADO CONHECIMENTOS ADEQUADOS HABILIDADES ADEQUADAS ATITUDES DE ALTA PERFORMANCE RESULTADOS A matemática do Talento
    17. 17. Autoconhecimento
    18. 18. Comportamento como Elemento-Chave
    19. 19. A Metodologia DISC Dominância Influência eStabilidade Conformidade
    20. 20. Comportamento Não Aderente ao Cargo CargoPessoa
    21. 21. Comportamento Não Aderente ao Cargo CargoPessoa Focos de Desenvolvimento:
    22. 22. CargoPessoa Comportamento Aderente ao Cargo
    23. 23. CargoPessoa Comportamento Aderente ao Cargo
    24. 24. Autodesenvolvimento
    25. 25. Plano de Desenvolvimento Individual
    26. 26. “Algumas vezes a vida pode te atingir na cabeça com um tijolo. Não perca a fé. Me convencia que a única coisa que me fez seguir em frente é que eu amava o que fazia, você tem que achar o que ama. É fazer o que acredita ser um ótimo trabalho, e a única maneira de fazer um ótimo trabalho, é amar o que você faz. Se você não achou isso ainda, continue procurando, e não desista. Como todos os assuntos do coração, você saberá quando encontrar” 29
    27. 27. Obrigado! Sidney Frattini www.etalent.com.br Invista no Autoconhecimento.

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