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V anguardas artísticas Dadaísmo Surrealismo Ana Caroline  Juliana Carvalho Rafaela Lula Wanessa Pereira
adaísmo D <ul><li>Zurique, 1916 - 1922 </li></ul><ul><li>Dada  em francês = cavalo de pau  </li></ul><ul><li>Non-sense  ou...
“ Nada de pintores, nada de literatos, nada de músicos, nada de escultores, nada de religiões, nada de republicanos, nada ...
<ul><li>Fotomontagens oníricas </li></ul><ul><li>Incorporação de materiais diversos </li></ul><ul><li>Elementos mecânicos ...
adá em Nova York D
adá na Alemanha D
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M arcel Duchamp  (1887-1968) “ Um artista exprime-se com a alma, e é com a alma que a obra deve ser assimilada.” <ul><li>O...
O bras “ ... transformar  a queda da urina ou das fezes, (...) os gestos das mãos, o riso, o olhar frio, o ron-co, a ejacu...
T ristan Tzara  (1896-1963) “ A poesia é para todos.”   Pegue um jornal. Pegue a tesoura. Escolha no jornal um artigo do t...
M ax Ernest  (1891-1976) Pintor alemão, adepto do irracional e do onírico e do inconsciente, contribuiu com colagens e fot...
O bras
R aoul Hausmann  (1886-1971) “ Por que você está trabalhando com os neodadaístas quando os dadaístas ainda estão vivos?”
S urrealismo “ O sonho não pode ser também aplicado à solução das questões fundamentais da vida?” <ul><li>1918/1939 </li><...
S urrealismo &quot;... o surrealismo é um movimento de liberação total, não uma escola poética. Via de reconquista da ling...
C aracterísticas <ul><li>Pintura com elementos irreais; </li></ul><ul><li>  Formas apreendidas da fantasia (sonhos, incons...
C aracterísticas <ul><li>Surrealismo Figurativo: </li></ul><ul><li>Concepção ou invenção da obra com caráter de automatism...
S alvador Dalí  (1904-1989) “ A diferença entre os surrealistas e eu é que eu sou surrealista.” <ul><li>Trabalho com incrí...
O bras Persistência da memória Sonho causado pelo vôo de uma abelha em volta de uma romã um segundo antes de despertar A  ...
O bras Girafa em Chamas Rosto de Mae West podendo ser utilizado como apatamento surrealista
“ Eu faço uso da pintura para tornar os pensamentos visíveis .” R ené Magritte  (1898–1967) <ul><li>Foi um dos principais ...
O bras Procurar procurar procurar
J oan Miró  (1893-1983) “ Mais importante do que a arte é o que ela retrata e transmite aos outros. A arte pode perecer, m...
O bras Procurar Procurar
M arc Chagall  (1887-1985) &quot;Pintar… parecia como uma janela pela qual eu podia escapar, voar para um outro mundo &quo...
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A ndré Breton  (1896-1966) “ O mais simples ato surrealista consiste em ir para a rua com pistolas em punho e disparar ao ...
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Dada E Surrealismo

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Dada E Surrealismo

  1. 1. V anguardas artísticas Dadaísmo Surrealismo Ana Caroline Juliana Carvalho Rafaela Lula Wanessa Pereira
  2. 2. adaísmo D <ul><li>Zurique, 1916 - 1922 </li></ul><ul><li>Dada em francês = cavalo de pau </li></ul><ul><li>Non-sense ou falta de sentido que pode ter a linguagem </li></ul><ul><li>Caráter anti-racional do movimento, claramente contrário à Primeira Guerra Mundial. </li></ul><ul><li>O movimento alcançou, além de Zurique, as cidades de Barcelona, Berlim, Colônia, Hânover, Nova York e Paris. </li></ul>“ ...enquanto ao longe troavam os canhões na carnificina, nós cantávamos, pintávamos, colávamos e fazíamos poesia a mais não poder.&quot;
  3. 3. “ Nada de pintores, nada de literatos, nada de músicos, nada de escultores, nada de religiões, nada de republicanos, nada de realistas, nada de imperialistas, nada de anarquistas, nada de socialistas, nada de bolcheviques, nada de políticos, nada de proletários, nada de democratas, nada de burgueses, nada de aristocracia, nada de exércitos, nada de polícia, nada de pátrias, enfim, basta de todas essas imbecilidades, não mais nada, não mais nada. NADA,NADA, NADA. ” (Fragmento do manifesto do movimento) adaísmo D Arte e Anti-arte
  4. 4. <ul><li>Fotomontagens oníricas </li></ul><ul><li>Incorporação de materiais diversos </li></ul><ul><li>Elementos mecânicos </li></ul><ul><li>Inscrições humorísticas </li></ul><ul><li>Expressões ridículas e burlescas </li></ul>aracterísticas C &quot;Dadá é o sol, Dadá é o ovo. Dadá é a Polícia da Polícia&quot; - Richard Huelsenbeck
  5. 5. adá em Nova York D
  6. 6. adá na Alemanha D
  7. 7. adá em Paris D
  8. 8. M arcel Duchamp (1887-1968) “ Um artista exprime-se com a alma, e é com a alma que a obra deve ser assimilada.” <ul><li>O experimentalismo e a provocação o conduziram a idéias radicais em arte; </li></ul><ul><li>Criou os ready-mades, objetos escolhidos ao acaso, e que, após leve intervenção adquiriam a condição de objeto de arte; </li></ul><ul><li>Em 1917 foi rejeitado ao enviar a uma mostra um urinol de louça que chamou de &quot;Fonte&quot;. Depois fez interferências (pintou bigodes na Mona Lisa, para demonstrar seu desprezo pela arte tradicional) e inventou mecanismos ópticos. </li></ul><ul><li>Desejava instigar o pensamento, provocar um raciocínio, destruir a quietude das coisas aceitas e estabelecidas. </li></ul>
  9. 9. O bras “ ... transformar a queda da urina ou das fezes, (...) os gestos das mãos, o riso, o olhar frio, o ron-co, a ejaculação, o vômito, o desmaio ...” Artista ou filósofo? Gênio ou maluco? Revolucionário
  10. 10. T ristan Tzara (1896-1963) “ A poesia é para todos.” Pegue um jornal. Pegue a tesoura. Escolha no jornal um artigo do tamanho que você deseja dar a seu poema. Recorte o artigo. Recorte em seguida com atenção algumas palavras que formam esse artigo e meta-as num saco. Agite suavemente. Tire em seguida cada pedaço um após o outro. Copie conscienciosamente na ordem em que elas são tiradas do saco. O poema se parecerá com você. E ei-lo um escritor infinitamente original e de uma sensibilidade graciosa, ainda que incompreendido do público.
  11. 11. M ax Ernest (1891-1976) Pintor alemão, adepto do irracional e do onírico e do inconsciente, contribuiu com colagens e fotomontagens, composições que sugerem a múltipla identidade dos objetos. Inventou técnicas como a decalcomania e o consiste em frottage.
  12. 12. O bras
  13. 13. R aoul Hausmann (1886-1971) “ Por que você está trabalhando com os neodadaístas quando os dadaístas ainda estão vivos?”
  14. 14. S urrealismo “ O sonho não pode ser também aplicado à solução das questões fundamentais da vida?” <ul><li>1918/1939 </li></ul><ul><li>O Surrealismo foi um movimento artístico e literário surgido primariamente em Paris dos anos 20; </li></ul><ul><li>Fortemente influenciado pelas teorias psicanalíticas de Sigmund Freud (1856-1939), o surrealismo enfatiza o papel do inconsciente na atividade criativa. </li></ul><ul><li>Seus representantes mais conhecidos são Max Ernest, René Magritte e Salvador Dalí no campo das artes plásticas e André Breton na literatura. </li></ul>
  15. 15. S urrealismo &quot;... o surrealismo é um movimento de liberação total, não uma escola poética. Via de reconquista da linguagem inocente e renovação do pacto primordial, a poesia é a escritura de fundação do homem. O surrealismo é revolucionário porque é uma volta ao princípio do princípio.&quot; ( Octávio Paz )
  16. 16. C aracterísticas <ul><li>Pintura com elementos irreais; </li></ul><ul><li>  Formas apreendidas da fantasia (sonhos, inconsciente); </li></ul><ul><li>Busca da perfeição do desenho e das cores, dentro da dimensão do imaginário; </li></ul><ul><li>  Impressão espacial, impregnando ilusões óticas; </li></ul><ul><li>  Dissociação entre imagens e legendas, conjugadas para construção de cenas de sonho ou de ironia. </li></ul>
  17. 17. C aracterísticas <ul><li>Surrealismo Figurativo: </li></ul><ul><li>Concepção ou invenção da obra com caráter de automatismo psíquico e execução refletida e racional; </li></ul><ul><li>Contradição entre o subconsciente da criação e o consciente da execução. </li></ul><ul><li>Surrealismo Abstrato: </li></ul><ul><li>Imediato e espontâneo na execução, muitas vezes impulsiva e automática; </li></ul><ul><li>Sofre menos restrições e utiliza símbolos e signos. </li></ul>
  18. 18. S alvador Dalí (1904-1989) “ A diferença entre os surrealistas e eu é que eu sou surrealista.” <ul><li>Trabalho com incrível combinação de imagens bizarras, de sonhos, mas com excelente qualidade plástica. </li></ul><ul><li>Tinha uma reconhecida paixão por atitudes e por fazer coisas extravagantes destinadas a chamar a atenção, o que por vezes aborrecia aqueles que apreciavam a sua arte e incomodava os seus críticos, uma vez que a sua forma de estar teatral e excêntrica tendia a eclipsar o seu trabalho; </li></ul>
  19. 19. O bras Persistência da memória Sonho causado pelo vôo de uma abelha em volta de uma romã um segundo antes de despertar A Tentação de Santo António “ A única diferença entre mim e um louco é que eu não sou louco”
  20. 20. O bras Girafa em Chamas Rosto de Mae West podendo ser utilizado como apatamento surrealista
  21. 21. “ Eu faço uso da pintura para tornar os pensamentos visíveis .” R ené Magritte (1898–1967) <ul><li>Foi um dos principais surrealistas belgas, ao lado de Paul Delvaux; </li></ul><ul><li>Pintou imagens insólitas, dando tratamento rigorosamente realista; </li></ul><ul><li>Ultilizou-se de processos ilusionistas, sempre à procura do contraste entre o tratamento realista dos objetos e a atmosfera irreal dos conjuntos; </li></ul><ul><li>Suas obras são metáforas que se apresentam, através da justaposição de objetos comuns e símbolos, porém de um modo impossível de ser encontrado na vida real. </li></ul>
  22. 22. O bras Procurar procurar procurar
  23. 23. J oan Miró (1893-1983) “ Mais importante do que a arte é o que ela retrata e transmite aos outros. A arte pode perecer, mas o que é importante é a semente que ela lança no solo” Miró nasceu em Barcelona e criou sua própria linguagem artística e procurou retratar a natureza como o faria o homem primitivo ou uma criança, que tivesse, no entanto, a inteligência de um homem maduro do Século 20.
  24. 24. O bras Procurar Procurar
  25. 25. M arc Chagall (1887-1985) &quot;Pintar… parecia como uma janela pela qual eu podia escapar, voar para um outro mundo &quot;
  26. 26. O bras Procurar Procurar
  27. 27. A ndré Breton (1896-1966) “ O mais simples ato surrealista consiste em ir para a rua com pistolas em punho e disparar ao acaso para a multidão o mais possível.” Imaginação querida, o que sobretudo amo em ti é não perdoares.
  28. 28. O bras

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