09 transmissão parte 1

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09 transmissão parte 1

  1. 1. VERSÃO 2005 UNIVERSIDADE DE SÃO PAULOUNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA RURALDEPARTAMENTO DE ENGENHARIA RURAL VERSÃO 2005 CAPÍTULO 6CAPÍTULO 6 DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA RURALDEPARTAMENTO DE ENGENHARIA RURAL TORQUETORQUETORQUETORQUE POTÊNCIAPOTÊNCIA SISTEMAS DESISTEMAS DESISTEMAS DESISTEMAS DE TRANSMISSÃOTRANSMISSÃO MECÂNICA EMECÂNICA E HIDRÁULICAHIDRÁULICA EM TRATORESEM TRATORES T. C. C. RIPOLIT. C. C. RIPOLI M. MILANM. MILAN C. D. GADANHA JÚNIORC. D. GADANHA JÚNIOR J. P. MOLINJ. P. MOLIN W. F. MOLINA JÚNIORW. F. MOLINA JÚNIOR
  2. 2. FUNÇÃO: OS SISTEMAS DE TRANSMISSÃO TEMOS SISTEMAS DE TRANSMISSÃO TEM POR FUNÇÃO TRANSFORMAR OPOR FUNÇÃO TRANSFORMAR OPOR FUNÇÃO TRANSFORMAR OPOR FUNÇÃO TRANSFORMAR O TORQUETORQUE E AE A ROTAÇÃOROTAÇÃO DOSDOS MOTORESMOTORES EMEM TORQUETORQUE EE ROTAÇÃOROTAÇÃO NONO RODADORODADOEMEM TORQUETORQUE EE ROTAÇÃOROTAÇÃO NONO RODADORODADO PARA CADA SITUAÇÃO DE UTILIZAÇÃOPARA CADA SITUAÇÃO DE UTILIZAÇÃO ÍÍDO VEÍCULODO VEÍCULO
  3. 3. EM OPERAÇÕES MOTOMECANIZADASÇ UTILIZA-SE DE 4 VARIÁVEIS PARA ENCONTRAR-SE A MELHOR CONDIÇÃOENCONTRAR SE A MELHOR CONDIÇÃO DE TRABALHO: VELOCIDADEVELOCIDADEVELOCIDADEVELOCIDADE FORÇAFORÇAFORÇAFORÇA TORQUETORQUETORQUETORQUE POTÊNCIAPOTÊNCIAPOTÊNCIAPOTÊNCIA
  4. 4. FORÇA?FORÇA? É um fenômeno físico capaz deÉ um fenômeno físico capaz deÉ um fenômeno físico capaz deÉ um fenômeno físico capaz de alterar ou tender a alterar o estado dealterar ou tender a alterar o estado de i é i d t i li é i d t i linércia de uma corpo materialinércia de uma corpo material (provocar aceleração ou(provocar aceleração ou desaceleração) ou deformádesaceleração) ou deformá--lo.lo. SELEÇÃO ARGENTINA
  5. 5. EXEMPLOS DE FORÇASEXEMPLOS DE FORÇAS F V = 0
  6. 6. EXEMPLOS DE FORÇASEXEMPLOS DE FORÇAS V = 2 m/s
  7. 7. EXEMPLOS DE FORÇASEXEMPLOS DE FORÇAS FORÇA CENTRÍPETA ACELERAÇÃO CENTRÍPETA V1 V2 T T V1V2 V2 T1 T2 V1V2 - V1 V2 ∆ V
  8. 8. TRABALHO = FORÇA x DELOCAMENTO x COSTRABALHO = FORÇA x DELOCAMENTO x COS αα PARAPARA αα = 0= 0 COSCOS αα = 1= 1 TRABALHO = FORÇA x DESLOCAMENTOTRABALHO = FORÇA x DESLOCAMENTO
  9. 9. TRABALHO = FORÇA x DESLOCAMENTOTRABALHO = FORÇA x DESLOCAMENTO
  10. 10. 2 3 TRABALHO DE UMA FORÇA2.3. TRABALHO DE UMA FORÇA F d τ = F . d. cos θ
  11. 11. FORÇAFORÇA DESLOCAMENTODESLOCAMENTO TRABALHO = FORÇA x DESLOCAMENTOTRABALHO = FORÇA x DESLOCAMENTO
  12. 12. TORQUE (momento, conjugado, binário)TORQUE (momento, conjugado, binário)( j g )( j g ) ÉÉ oo fenômenofenômeno produzidoproduzido porpor umauma forçaforça atuandoatuando aoao longolongo dede umum braçobraço dede alavancaalavanca sobresobre umum pontoponto dede apoioapoio comcomalavancaalavanca,, sobresobre umum pontoponto dede apoioapoio,, comcom aa tendênciatendência dede fazerfazer esteeste pontoponto adquiriradquirir t ãt ã AA ff id did drotaçãorotação.. AA forçaforça consideradaconsiderada nana determinaçãodeterminação dodo torquetorque éé aquelaaqueladeterminaçãodeterminação dodo torquetorque éé aquelaaquela tangentetangente aoao perímetroperímetro dodo movimentomovimento titirorativororativo..
  13. 13. C tComponente considerada Direção da força
  14. 14. EXEMPLOS DE TORQUEEXEMPLOS DE TORQUE
  15. 15. UNIDADE DE TORQUE (SI):UNIDADE DE TORQUE (SI):UNIDADE DE TORQUE (SI):UNIDADE DE TORQUE (SI): mkgfmkgf F NÃO CONFUNDIR COMNÃO CONFUNDIR COM Kgfm QUE É UNIDADE DEKgfm QUE É UNIDADE DE OO TORQUE = FORÇA . DISTÂNCIATORQUE = FORÇA . DISTÂNCIA TRABALHOTRABALHO F F
  16. 16. EngrenagemEngrenagemEngrenagemEngrenagem motoramotora b F b F EngrenagemEngrenagem movidamovidamovidamovida B CAIXA DE CÂMBIOCAIXA DE CÂMBIO
  17. 17. POTÊNCIAPOTÊNCIAPOTÊNCIAPOTÊNCIA F d P F . d. cos θ τ P = ∆ t = ∆ t
  18. 18. P F . d. cos θ P = ∆ t d = V P = F V ∆ t = V P = F . V
  19. 19. POTÊNCIA NUM MOVIMENTO ROTATIVOPOTÊNCIA NUM MOVIMENTO ROTATIVOPOTÊNCIA NUM MOVIMENTO ROTATIVOPOTÊNCIA NUM MOVIMENTO ROTATIVO P = F . VP = F . V VELOCIDADEVELOCIDADE ANGULARANGULAR == ωω . R. RANGULARANGULAR ωω == θθ ωω == ∆ t∆ t V =V = 2.2.ππ.n.R.n.R ∆ t∆ t θθ = 2.= 2.ππ.n.n ∆ t∆ t NN -- RotaçãoRotação P = FP = F 22 ππ N RN R TORQUETORQUEP F.P F.2.2.ππ.N.R.N.R TORQUETORQUE
  20. 20. POTÊNCIA NUM MOVIMENTO ROTATIVOPOTÊNCIA NUM MOVIMENTO ROTATIVOPOTÊNCIA NUM MOVIMENTO ROTATIVOPOTÊNCIA NUM MOVIMENTO ROTATIVO P = FP = F 22 ππ N RN R TORQUETORQUEP = F.P = F.2.2.ππ.N.R.N.R TORQUETORQUE PP 22 N TN TP =P = 2.2.ππ.N.T.N.T
  21. 21. NUMA RODANUMA RODANUMA RODA...NUMA RODA... T = F rT = F.r r F r ω P = 2.π.N.Tω P 2.π.N.T
  22. 22. ENTRE ENGRENAGENS EENTRE ENGRENAGENS E POLIASPOLIASPOLIASPOLIAS POTÊNCIA É UMA FORMA DE SE MEDIR APOTÊNCIA É UMA FORMA DE SE MEDIR A VELOCIDADE EM QUE UMA FORMA DEVELOCIDADE EM QUE UMA FORMA DEVELOCIDADE EM QUE UMA FORMA DEVELOCIDADE EM QUE UMA FORMA DE ENERGIA SE TRANSFORMA EM OUTRAENERGIA SE TRANSFORMA EM OUTRA PORTANTO QUANDO SE TRANSMITEPORTANTO QUANDO SE TRANSMITEPORTANTO, QUANDO SE TRANSMITEPORTANTO, QUANDO SE TRANSMITE POTÊNCIA ENTRE ENGRANAGENS EPOTÊNCIA ENTRE ENGRANAGENS E POLIAS DEVEPOLIAS DEVE SE LEMBRAR QUE HÁSE LEMBRAR QUE HÁPOLIAS, DEVEPOLIAS, DEVE--SE LEMBRAR QUE HÁSE LEMBRAR QUE HÁ CONSERVAÇÃO DE ENERGIACONSERVAÇÃO DE ENERGIA
  23. 23. A FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA DE UMAA FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA DE UMA Ã ÉÃ ÉTRANSMISSÃO DE TRATORES É ATRANSMISSÃO DE TRATORES É A ALTERAÇÃO DOALTERAÇÃO DO TORQUETORQUE EEÇÇ VELOCIDADEVELOCIDADE EM FUNÇÃO DOEM FUNÇÃO DO ACOPLAMENTO DE ENGRENAGENSACOPLAMENTO DE ENGRENAGENSACOPLAMENTO DE ENGRENAGENS.ACOPLAMENTO DE ENGRENAGENS. ASSIM, FORMAASSIM, FORMA--SE UMA CADEIASE UMA CADEIA CINEMÁTICA POR ONDE ACINEMÁTICA POR ONDE A ROTAÇÃOROTAÇÃOCINEMÁTICA POR ONDE ACINEMÁTICA POR ONDE A ROTAÇÃOROTAÇÃO DO MOTOR É REDUZIDA E ODO MOTOR É REDUZIDA E O TORQUETORQUE ÉÉPOR ELE FORNECIDO É AMPLIADOPOR ELE FORNECIDO É AMPLIADO
  24. 24. N1 T2 r1 T2 r2 N2 T1 P1 = P2
  25. 25. Exemplo de aplicação de transmissão por correias Em máquina estacionária.
  26. 26. Transmissão mecânica Embreagem C i d â biCaixa de câmbio Diferencial Redução final Tomada de PotênciaTomada de Potência
  27. 27. CABO FLEXÍVEL CORRENTES (VER VÍDEOS NA PASTA “FILMES”)
  28. 28. CORRENTES 2 DIFERENCIAL CORRENTES 2 ENGRENAGENS ENGRENAGENS (REDUÇÃO)
  29. 29. JUNTA UNIVERSAL HASTE RÍGIDA PARA MÁQUINAS AGRÍCOLAS EM GERAL HASTE RÍGIDA PARA MÁQUINAS AGRÍCOLAS EM GERAL POLIAS E CORREIAS REGULADOR
  30. 30. Transmissão em tratores Tipos de transmissão Mecânica - a potência é transmitida do motor aoMecânica a potência é transmitida do motor ao rodado por mecanismos de contato direto (embreagens e engrenagens)( g g g ) Hidráulica - a potência é transmitida através de meio fluidoe o u do Hidromecânica - composição de transmissão hidráulica (acoplamento fluido, conversorhidráulica (acoplamento fluido, conversor hidráulico de torque) e transmissão mecânica
  31. 31. VISTA PARCIAL DE UM PAINEL DEVISTA PARCIAL DE UM PAINEL DE COMANDOSCOMANDOS
  32. 32. A evoluçãoA evolução histórica do trator Mialhe, 1980
  33. 33. A evoluçãoA evolução histórica do trator
  34. 34. FORMAS DE UTILIZAÇÃO DA POTÊNCIA DISPONÍVELFORMAS DE UTILIZAÇÃO DA POTÊNCIA DISPONÍVEL NO MOTOR DO TRATORNO MOTOR DO TRATORNO MOTOR DO TRATORNO MOTOR DO TRATOR EXERCENDO TRAÇÃOEXERCENDO TRAÇÃO ACIONAMENTO MECÂNICOACIONAMENTO MECÂNICO DE MÁQUINASDE MÁQUINAS ACIONAMENTO HIDRÁULICOACIONAMENTO HIDRÁULICO DE MÁQUINAS E 3 PONTOSDE MÁQUINAS E 3 PONTOS
  35. 35. MOTORMOTOR
  36. 36. Mialhe, 1980
  37. 37. Trator com transmissão 4 x 2 auxiliarTrator com transmissão 4 x 2 auxiliar DIFERENCIALDIFERENCIAL DIANTEIRODIANTEIRO
  38. 38. ESQUEMA DO SISTEMA DE TRANSMISSÃO DOS TRATORES AGRÍCOLAS CAIXA DE MUDANÇA DE MARCHAS REDUÇÃO MARCHAS Ç FINAL MOTOR DIFERENCIAL TOMADA DE EMBREAGEM POTÊNCIA RODARODA
  39. 39. CAIXA DE MARCHASMARCHAS REDUÇÃOREDUÇÃO FINAL DIFERENCIAL
  40. 40. EMBREAGEMEMBREAGEM É O DISPOSITIVO MECÂNICO RESPONSÁVEL POR TRANSMITIR POTÊNCIA DO MOTOR PARA A CAIXATRANSMITIR POTÊNCIA DO MOTOR PARA A CAIXA DE MUDANÇA DE MARCHAS FUNÇÕES BÁSICASFUNÇÕES BÁSICAS: Transmitir movimento do motor para os demais mecanismos da transmissão, de modo gradativo e suave, sem vibração ou deslizamentos Interromper a transmissão de potência do motor à transmissão permitindo a troca de marchas Permitir a parada do trator ou de equipamentos acoplados à tomada de potência
  41. 41. DESACOPLAMENTO (DEBREAGEM)(DEBREAGEM) Como funciona?Como funciona?Como funciona?Como funciona? MOTOR GIRANDO
  42. 42. MOTOR GIRANDO
  43. 43. TIPOS MAIS COMUNS DETIPOS MAIS COMUNS DETIPOS MAIS COMUNS DETIPOS MAIS COMUNS DE EMBREAGENS DE TRATORESEMBREAGENS DE TRATORES EMBREAGEM SECA: Funciona de forma que o disco está em contatoFunciona de forma que o disco está em contato direto com o platô e o volante, sem a ação de nenhum lubrificante É o mecanismo maisnenhum lubrificante. É o mecanismo mais comum. EMBREAGEM A BANHO DE ÓLEO: O conjunto funciona dentro de óleo da caixa deO conjunto funciona dentro de óleo da caixa de transmissão. O acionamento e funcionamento é mais suave.mais suave.
  44. 44. Embreagem Função Promover ou interromper a conexão motor-Promover ou interromper a conexão motor caixa, possibilitando: arranque do tratorarranque do trator mudança de marcha funcionamento independente do motorfuncionamento independente do motor Direção nos tratores de esteiras (embreagens de direção)direção)
  45. 45. ALAVANCASALAVANCAS CAMBIO ECAMBIO E REDUZIDAREDUZIDA ALAVANCAALAVANCA DA TPDDA TPD ÊMBOLO E CILINDROÊMBOLO E CILINDRO DO LEVANTE HIDRÁULICODO LEVANTE HIDRÁULICO REDUZIDAREDUZIDA DA TPDDA TPD BICOSBICOS TDPTDPINJETORESINJETORES EMBREAGEMEMBREAGEM SISTEMA DESISTEMA DE FREIOSFREIOSFREIOSFREIOS DIFERENCIALDIFERENCIAL EIXO DE TRANSMISSÃOEIXO DE TRANSMISSÃO DIANTERIADIANTERIA CAIXA DECAIXA DE MARCHASMARCHASÁRVORE DEÁRVORE DE MANIVELASMANIVELAS
  46. 46. EMBREAGEM MONOEMBREAGEM MONO--DISCODISCO
  47. 47. EMBREADOEMBREADOEMBREADOEMBREADO DEBREADODEBREADODEBREADODEBREADO
  48. 48. Embreagem de um disco aa ATARES e LAGUNA BLANCA, 2000
  49. 49. DISCO DE EMBRAGEMDISCO DE EMBRAGEM
  50. 50. ATARES e LAGUNA BLANCA, 2000
  51. 51. Embreagem de dois discosEmbreagem de dois discos ATARES e LAGUNA BLANCA, 2000
  52. 52. Caixa de mudança de marchas Função Transformar torque e rotaçãoTransformar torque e rotação N i t i lNo movimento circular
  53. 53. Caixa de mudança de marchas Função Transformar torque e rotaçãoTransformar torque e rotação N i t i lNo movimento circular Potência = Torque x Rotação
  54. 54. Caixa de mudança de marchasCaixa de mudança de marchas FunçãoFunção Transformar torque e rotaçãoTransformar torque e rotaçãoTransformar torque e rotaçãoTransformar torque e rotação D i t i l (GIRO DO MOTOR)D i t i l (GIRO DO MOTOR)Do movimento circular (GIRO DO MOTOR)Do movimento circular (GIRO DO MOTOR) Potência = Torque x RotaçãoPotência = Torque x Rotação No movimento linearNo movimento linear
  55. 55. Caixa de mudança de marchasCaixa de mudança de marchas FunçãoFunção Transformar torque e rotaçãoTransformar torque e rotaçãoTransformar torque e rotaçãoTransformar torque e rotação N i t i lN i t i lNo movimento circularNo movimento circular Potência = Torque x RotaçãoPotência = Torque x Rotação No movimento linearNo movimento linear Potência = Força x VelocidadePotência = Força x VelocidadePotência Força x VelocidadePotência Força x Velocidade
  56. 56. Grupo redutor ATARES e LAGUNA BLANCA, 2000
  57. 57. Grupo redutor ATARES e LAGUNA BLANCA, 2000
  58. 58. 1a marcha ATARES e LAGUNA BLANCA, 2000
  59. 59. 2a marcha ATARES e LAGUNA BLANCA, 2000
  60. 60. 3a h3a marcha ATARES e LAGUNA BLANCA, 2000
  61. 61. Caixa sincronizada ATARES e LAGUNA BLANCA, 2000
  62. 62. ATARES e LAGUNA BLANCA, 2000
  63. 63. dEngrenado ATARES e LAGUNA BLANCA, 2000
  64. 64. Discos Discos Secundários Prato de Pressão Principal Prato de Pressão Secundário Principais
  65. 65. Escalonamento de marchas
  66. 66. TransmissõesTransmissões á iá iautomáticasautomáticas
  67. 67. CAIXA DE MUDANÇA DECAIXA DE MUDANÇA DECAIXA DE MUDANÇA DECAIXA DE MUDANÇA DE MARCHAS OU CAIXA DE CÂMBIOMARCHAS OU CAIXA DE CÂMBIO ÉÉCONSISTE DE UMA SÉRIE DECONSISTE DE UMA SÉRIE DE ENGRENAGENS QUE SERVE PARAENGRENAGENS QUE SERVE PARAENGRENAGENS QUE SERVE PARAENGRENAGENS QUE SERVE PARA REDUZIR O MOVIMENTO DEREDUZIR O MOVIMENTO DE ÃÃROTAÇÃO QUE RECEBE DAROTAÇÃO QUE RECEBE DA ÁRVORE DE MANIVELAS (ADM)ÁRVORE DE MANIVELAS (ADM)ÁRVORE DE MANIVELAS (ADM)ÁRVORE DE MANIVELAS (ADM) MULTIPLICANDO O TORQUEMULTIPLICANDO O TORQUE
  68. 68. TIPOS DE CAIXA DE CÂMBIOTIPOS DE CAIXA DE CÂMBIOTIPOS DE CAIXA DE CÂMBIOTIPOS DE CAIXA DE CÂMBIO TRANSMISSÃO MECÂNICATRANSMISSÃO MECÂNICA CONVENCIONALCONVENCIONAL TRANSMISSÃO HIDROSTÁTICATRANSMISSÃO HIDROSTÁTICA OU SEMIOU SEMI--AUTOMÁTICAAUTOMÁTICAOU SEMIOU SEMI--AUTOMÁTICAAUTOMÁTICA TRANSMISSÃO HIDRODINÂMICATRANSMISSÃO HIDRODINÂMICATRANSMISSÃO HIDRODINÂMICATRANSMISSÃO HIDRODINÂMICA
  69. 69. EIXO PRIMÁRIOEIXO PRIMÁRIO LIGADO ÀLIGADO À GG EIXO SECUNDÁRIOEIXO SECUNDÁRIO PARA OPARA O CC CONVENCIONALCONVENCIONAL EMBREAGEMEMBREAGEM DIFERENCIALDIFERENCIAL EIXO INTERMEDIÁRIOEIXO INTERMEDIÁRIO PARA A TDPPARA A TDP EIXO INTERMEDIÁRIOEIXO INTERMEDIÁRIO
  70. 70. CAIXA DE MARCHAS DE 18CAIXA DE MARCHAS DE 18 VELOCIDADES À VANTE EVELOCIDADES À VANTE E 4 A RÉ.4 A RÉ.
  71. 71. CAIXA DE MUDANÇA DECAIXA DE MUDANÇA DE MARCHAS OU CAIXA DE CÂMBIOMARCHAS OU CAIXA DE CÂMBIOMARCHAS OU CAIXA DE CÂMBIOMARCHAS OU CAIXA DE CÂMBIO atenção!atenção! O QUE SE PERDE EM VELOCIDADEO QUE SE PERDE EM VELOCIDADE (N) GANHA(N) GANHA--SE EM TORQUE (T)SE EM TORQUE (T)(N) GANHA(N) GANHA--SE EM TORQUE (T)SE EM TORQUE (T) E VICEE VICE--VERSAVERSAE VICEE VICE--VERSA...VERSA... TTMOTORMOTOR . N. NMOTOR .MOTOR . EfEfTRANSMISSÃOTRANSMISSÃO = T= TRODADO .RODADO . NNRODADORODADO
  72. 72. ALAVANCAS DE CÂMBIOALAVANCAS DE CÂMBIO MARCHAS SIMPLESMARCHAS SIMPLES MARCHAS REDUZIDAS
  73. 73. TRANSMISSÃO MECÂNICATRANSMISSÃO MECÂNICATRANSMISSÃO MECÂNICATRANSMISSÃO MECÂNICA FUNCIONA COM O ACOPLAMENTOFUNCIONA COM O ACOPLAMENTOFUNCIONA COM O ACOPLAMENTOFUNCIONA COM O ACOPLAMENTO SINGULAR DE PARES DESINGULAR DE PARES DE ENGRENAGENSENGRENAGENSENGRENAGENSENGRENAGENS AS ENGRENAGENS DESLIZAMAS ENGRENAGENS DESLIZAMAS ENGRENAGENS DESLIZAMAS ENGRENAGENS DESLIZAM SOBRE ÁRVORES DE TRANSMISSÃOSOBRE ÁRVORES DE TRANSMISSÃO PARA SE ACOPLAREM UMA ÀSPARA SE ACOPLAREM UMA ÀSPARA SE ACOPLAREM UMA ÀSPARA SE ACOPLAREM UMA ÀS OUTRASOUTRAS É COMPOSTA BASICAMENTE DE 3É COMPOSTA BASICAMENTE DE 3 ÁRVORESÁRVORESÁRVORESÁRVORES
  74. 74. TRANSMISSÃO MECÂNICATRANSMISSÃO MECÂNICA ÁRVORE PRIMÁRIA: ligada ao disco deg embreagem recebe o movimento do motor e introduz potência no mecanismo VOLANTEVOLANTE EMBREAGEMEMBREAGEM
  75. 75. TRANSMISSÃO MECÂNICATRANSMISSÃO MECÂNICA ÁRVORE INTERMEDIÁRIA: dá movimento ao secundário, também chamado de grupo. Suas engrenagens são fixas no eixo. VOLANTEVOLANTE EMBREAGEMEMBREAGEM
  76. 76. TRANSMISSÃO MECÂNICATRANSMISSÃO MECÂNICATRANSMISSÃO MECÂNICATRANSMISSÃO MECÂNICA ÁRVORE SECUNDÁRIA: está ligada aoÁRVORE SECUNDÁRIA: está ligada aogg pinhão do diferencial e tem as engrenagenspinhão do diferencial e tem as engrenagens deslizantesdeslizantes para permitir engrenamento.para permitir engrenamento. VOLANTEVOLANTE EMBREAGEMEMBREAGEM
  77. 77. CONDIÇÃO DE ENGRENAMENTOCONDIÇÃO DE ENGRENAMENTOCONDIÇÃO DE ENGRENAMENTOCONDIÇÃO DE ENGRENAMENTO 1.1. AS DUAS ENGRENAGENS DEVEMAS DUAS ENGRENAGENS DEVEM1.1. AS DUAS ENGRENAGENS DEVEMAS DUAS ENGRENAGENS DEVEM ESTAR PARADASESTAR PARADAS Esta condição é conseguida em duasEsta condição é conseguida em duas situações:situações:çç a)a) Com o motor funcionando e o tratorCom o motor funcionando e o trator parado e com a caixa de câmbioparado e com a caixa de câmbioparado e com a caixa de câmbioparado e com a caixa de câmbio debreadadebreada b)b) Com o motor do trator desligadoCom o motor do trator desligado
  78. 78. CONDIÇÃO DE ENGRENAMENTOCONDIÇÃO DE ENGRENAMENTOCONDIÇÃO DE ENGRENAMENTOCONDIÇÃO DE ENGRENAMENTO 1.1. AS DUAS ENGRENAGENS DEVEMAS DUAS ENGRENAGENS DEVEM1.1. AS DUAS ENGRENAGENS DEVEMAS DUAS ENGRENAGENS DEVEM ESTAR COM VELOCIDADESESTAR COM VELOCIDADES PERIFÉRICAS IGUAISPERIFÉRICAS IGUAISPERIFÉRICAS IGUAISPERIFÉRICAS IGUAIS Esta condição é conseguida em duasEsta condição é conseguida em duas situações:situações:çç a)a) Com a presença de mecanismoCom a presença de mecanismo i i di i dsincronizadorsincronizador b)b) Com habilidade do operadorCom habilidade do operadorb)b) Com habilidade do operadorCom habilidade do operador
  79. 79. DETERMINAÇÃO DE RELAÇÃODETERMINAÇÃO DE RELAÇÃO Ã ÂÃ ÂDE TRANSMISSÃO MECÂNICADE TRANSMISSÃO MECÂNICA nn22N1 N2 = n1N2 n1 OUOU NN11. n. n11 = N= N2 .2 . nn22 N = rpmN = rpm N = NO. DE DENTESN = NO. DE DENTES
  80. 80. QUAL A RELAÇÃO DE TRANSMISSÃO ENTRE ELAS?QUAL A RELAÇÃO DE TRANSMISSÃO ENTRE ELAS? RRT(1 a 4)T(1 a 4) = R= RT1 a T2T1 a T2 x Rx RT2 a T3T2 a T3 x Rx RT3 a T4T3 a T4 RR = 15 / 24 = 0 625= 15 / 24 = 0 625RRT1 a T2T1 a T2 = 15 / 24 = 0,625= 15 / 24 = 0,625 RRT2 a T3T2 a T3 = 15 / 15 = 1,000= 15 / 15 = 1,000T2 a T3T2 a T3 ,, RRT3 a T4T3 a T4 = 24 / 15 = 1,6= 24 / 15 = 1,6 RRT(1 a 4)T(1 a 4) = 0,625 x 1,0 X 1,6 = 1= 0,625 x 1,0 X 1,6 = 1
  81. 81. PARA CÁLCULOS DE RELAÇÃO DE TRANSMISSÃOPARA CÁLCULOS DE RELAÇÃO DE TRANSMISSÃO COM BASE NA ROTAÇÃO (N):COM BASE NA ROTAÇÃO (N): MOTORA / MOVIDAMOTORA / MOVIDA PARA CÁLCULO COM BASE NO NO. DE DENTES(n):PARA CÁLCULO COM BASE NO NO. DE DENTES(n): MOVIDA / MOTORAMOVIDA / MOTORA
  82. 82. TRANSMISSÃO AUTOMÁTICATRANSMISSÃO AUTOMÁTICA
  83. 83. SATÉLITESSATÉLITES COROACOROA S SS S PINHÃOPINHÃO DA CAIXA DEDA CAIXA DE PINHÃOPINHÃO CC MARCHASMARCHAS
  84. 84. DIFERENCIALDIFERENCIAL CAIXA DECAIXA DE MARCHASMARCHAS TDPTDP FREIOFREIOFREIOFREIO
  85. 85. DESLOCAMENTO EM LINHA RETA AS RODASDESLOCAMENTO EM LINHA RETA AS RODAS MOTORAS PRATICAMENTE GIRAM COMMOTORAS PRATICAMENTE GIRAM COMMOTORAS, PRATICAMENTE, GIRAM COMMOTORAS, PRATICAMENTE, GIRAM COM A MESMA VELOCIDADE ANGULAR.A MESMA VELOCIDADE ANGULAR. DESLOCAMENTO EM CURVA AS RODASDESLOCAMENTO EM CURVA AS RODASDESLOCAMENTO EM CURVA, AS RODASDESLOCAMENTO EM CURVA, AS RODAS DO LADO EXTERNO DA CURVA IRÃO GIRARDO LADO EXTERNO DA CURVA IRÃO GIRAR EM MAIOR VELOCIDADE (t i l) DO QUE ASEM MAIOR VELOCIDADE (t i l) DO QUE ASEM MAIOR VELOCIDADE (tangencial) DO QUE ASEM MAIOR VELOCIDADE (tangencial) DO QUE AS RODAS INTERNAS.RODAS INTERNAS. ESTA “COMPENSAÇÃO” ENTREESTA “COMPENSAÇÃO” ENTREESTA “COMPENSAÇÃO” ENTREESTA “COMPENSAÇÃO” ENTRE VELOCIDADES É EFETUADA PELOVELOCIDADES É EFETUADA PELO DIFERENCIAL!DIFERENCIAL!DIFERENCIAL!DIFERENCIAL!
  86. 86. V1 V2 R1 R2 R2 > R1 V1 > V2 R2 > R1
  87. 87. BLOQUEIOBLOQUEIO DO DIFERENCIAL?BLOQUEIOBLOQUEIO DO DIFERENCIAL? AÇÃO DE UM MECANISMO QUE ELIMINA A POSSIBILIDADE DAS RODAS GIRAREM EM DIFERENTES ROTAÇÕES, MESMO EM LINHA RETA. É O CASO DO TRATOR OPERANDO E, UMA RODAÉ O CASO DO TRATOR OPERANDO E, UMA RODA TRAFEGANDO SOBRE TERRENO MAIS SOLTO E OUTRA EM TERRENO MAIS FIRME, OCORRENDOOUTRA EM TERRENO MAIS FIRME, OCORRENDO DERRAPAGEM NA PRIMEIRA, PREJUDICANDO A MARCHA ADEQUADA DO TRATOR.MARCHA ADEQUADA DO TRATOR.
  88. 88. ATENÇÃO: TRATOR EFETUANDO OPERAÇÃO DE TRAÇÃO DEIXAR O DIFERENCIAL BLOQUEADO, PARA SER TER MENOR PATINAMENTO EM DESLOCAMENTOS DE ESTRADAS DESBLOQUEAR O DIFERENCIAL!
  89. 89. DETERMINAR A RELAÇÃO DE TRANSMISSÃO E ADETERMINAR A RELAÇÃO DE TRANSMISSÃO E A ROTAÇÃO DE UMA RODA MOTRIZ DE 1,80 m DEROTAÇÃO DE UMA RODA MOTRIZ DE 1,80 m DEÇ ,Ç , DIÂMETRO EFETIVO, SENDO QUE A TRANSMISSÃODIÂMETRO EFETIVO, SENDO QUE A TRANSMISSÃO ATÉ O RODADO SEGUE O ESQUEMA ABAIXO:ATÉ O RODADO SEGUE O ESQUEMA ABAIXO: DIFERENCIALDIFERENCIAL CÂMBIOCÂMBIO NO. DE DENTES DASNO. DE DENTES DAS MOTORMOTOR 4 5 6 ENGRENAGENS:ENGRENAGENS: 1 = 151 = 15 2 = 902 = 90 MOTORMOTOR AA 1200 rpm1200 rpm 1 5 7 3 = 253 = 25 4 = 854 = 85 5 = 205 = 20 2 3 6 = 906 = 90 7 = 807 = 80 RAIO MÉDIO DA ENGRENAGEM 1 = 5 cm RODARODA ENGRENAGEM 1 5 cm
  90. 90. 6 NO. DE DENTES DASNO. DE DENTES DAS ENGRENAGENS (n):ENGRENAGENS (n): 1 = 151 = 15 PARA CÁLCULO COM BASEPARA CÁLCULO COM BASE NO NO. DE DENTES(n):NO NO. DE DENTES(n): MOVIDA / MOTORAMOVIDA / MOTORA 1 4 5 7 2 = 902 = 90 3 = 253 = 25 4 = 854 = 85 2 3 7 5 = 205 = 20 6 = 906 = 90 7 = 807 = 80 RT = (n2 / n1) . (n4 / n3) . (n6 / n5) . (n7 / n6) RT = (90 / 15) . (85 / 25) . (90 / 20) . (80 / 90) RT = 6 . 3,4 . 4,5 . O,89 = 81,7 : 1 OU SEJA, PARA CADA 81,7 ROTAÇÕES DO MOTOROU SEJA, PARA CADA 81,7 ROTAÇÕES DO MOTOR A RODA GIRA UMA VEZ.A RODA GIRA UMA VEZ.
  91. 91. PARA CADA 81,7 ROTAÇÕES DO MOTORPARA CADA 81,7 ROTAÇÕES DO MOTOR A RODA GIRA UMA VEZ. COMO A RODA TEMA RODA GIRA UMA VEZ. COMO A RODA TEM UM DIÂMETRO DE 1,80 m...UM DIÂMETRO DE 1,80 m... PERÍMETRO DA RODA = 2 .PERÍMETRO DA RODA = 2 . ΠΠ . r. r = 2 . 3,1416 . 0,90 = 5,65 m= 2 . 3,1416 . 0,90 = 5,65 m, , ,, , , 1 VOLTA DA RODA = 5 65 m 81 7 rpm NO MOTOR1 VOLTA DA RODA = 5 65 m 81 7 rpm NO MOTOR1 VOLTA DA RODA = 5,65 m 81,7 rpm NO MOTOR1 VOLTA DA RODA = 5,65 m 81,7 rpm NO MOTOR y VOLTAS DA RODA/min. 1200 rpm NO MOTORy VOLTAS DA RODA/min. 1200 rpm NO MOTOR y = 82 99 m/miny = 82 99 m/miny = 82,99 m/min.y = 82,99 m/min. y = 4,99 km/hy = 4,99 km/h
  92. 92. PARA CÁLCULO COM BASEPARA CÁLCULO COM BASE NA ROTAÇÃO(N):NA ROTAÇÃO(N): MOTORA / MOVIDAMOTORA / MOVIDA 6 1 4 5 71200 rpm1200 rpm 2 3 71200 rpm1200 rpm NO MOTORNO MOTOR COMO: RCOMO: RTT = 81, 7 : 1= 81, 7 : 1 r = 0,9 m PERÍMETROPERÍMETRO DA RODADA RODA VVRODARODA = 2 .= 2 . ΠΠ . r . N. r . NRODARODA VVRODARODA = 5,65 . (1200 / 81,7) = 82, 99 m/min= 5,65 . (1200 / 81,7) = 82, 99 m/min VVRODARODA = (82, 99 m/min) . (60 min / h) = 4,99 km/h= (82, 99 m/min) . (60 min / h) = 4,99 km/h
  93. 93. “NINGUÉM ENSINA NADA PARA NINGUÉM.“NINGUÉM ENSINA NADA PARA NINGUÉM. PAIS PROFESSORES LIVROS MULTIMIDIA ETCPAIS PROFESSORES LIVROS MULTIMIDIA ETCPAIS, PROFESSORES, LIVROS, MULTIMIDIA ETC.PAIS, PROFESSORES, LIVROS, MULTIMIDIA ETC. SÃO MEIOS QUE FALICITAM O APRENDIZADOSÃO MEIOS QUE FALICITAM O APRENDIZADO DE QUEM QUER APRENDER”DE QUEM QUER APRENDER”DE QUEM QUER APRENDERDE QUEM QUER APRENDER (T.C.C.Ripoli, 1990)(T.C.C.Ripoli, 1990)
  94. 94. SCT/CNPq/IBICT, 1991SCT/CNPq/IBICT, 1991 468 p.468 p. ED. CERES, 1974ED. CERES, 1974 301 p.301 p.
  95. 95. ED. MANOLE, 1987ED. MANOLE, 1987 307 p.307 p.307 p.307 p. F I MF I MF I MF I M ED. EPUED. EPU--EDUSP, 1980EDUSP, 1980 289 p.289 p.

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