Cineantropometria 01 introdução

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Cineantropometria 01 introdução

  1. 1. CINEANTROPOMETRIAProf. Esp. Carlos Masashi Otani
  2. 2. UNIDADE I: INTRODUÇÃO ÀCINEANTROPOMETRIAHistória e EvoluçãoConceitos BásicosRelação entre Avaliação e PlanejamentoAplicação da Cineantropometria e das Medidas eAvaliação Física
  3. 3. HISTÓRIA E EVOLUÇÃO DACINEANTROPOMETRIAAntiguidade à Atualidade
  4. 4. VISÃO GERAL: O QUE É?Antropometria Athropos (Antropo/Antropía) = Homem Metron (Metrys/Metría) = Medida Medida do Homem (Ser Humano)Cineantropometria Kinein (Cine) = Movimento Anthropo = Homem Metron = Medida Medida do Ser Humano e Seu Movimento
  5. 5. VISÃO GERAL: SISTEMAS DE MEDIDAS Sistema (Padrão) Internacional  Sistema Métrico-Decimal  Utilizado no Brasil  metro, decímetro, centrímetro, grama, quilograma, milig rama, litro, mililitro, metro-quadrado, metro por segundo, quilômetro por hora… Sistema (Padrão) Imperial  Utilizado nos EUA e alguns países da Europa  jarda, milha, pé, polegada…
  6. 6. PERCEPÇÃO DO CORPO HUMANOConfecção deferramentas evestimentasCorpo humano comoreferência de medida
  7. 7. REFERÊNCIAS DA ANTIGUIDADE Referências sobre proporção humana  VelhoTestamento  Talmud Babilônico
  8. 8. ANTIGUIDADE Egípcios: dedo médio como referência ou dimensão padrão. (altura de homem adulto bem formado: 19 dedos de medida) Gregos: cabeça como referência ou padrão de medida. (8 cabeças) Cerca de 15 d.C. Vitruvius, arquiteto e teorista romano escreveu tratado sobre a proporção humana – Homem Vitruviano de Leonardo da Vinci
  9. 9. ANTIGUIDADE: EGITO
  10. 10. ANTIGUIDADE: GRÉCIA E ROMA  Deuses greco-romanos possuías aspectos físico e psicológicos humanos.
  11. 11. RENASCENÇA
  12. 12. RENASCENÇA“Four Books of HumanProportions” de AlbrechtDurer (1452-1519) –início da AntropometriaJohann SigismundElsholtz –alemão, inventou o termoAntropometria em suatese de graduação em1654
  13. 13. BIOMETRIA X ANTROPOMETRIA XCINEANTROPOMETRIABio = VidaMetron = MedidaO termo “Cineantropometria” teve sua primeiraconceituação no Congresso Internacional deCiências da Atividade Física em Montreal no ano de1972, em um artigo escrito por Ross e Col.,substituindo o termo “Biometria” por“Cineantropometria”
  14. 14. BÖHME (2000)
  15. 15. RESUMO DA ERA MODERNAFinal do século XIX: precursores da Somatotipia: escola Francesa, Italiana e Alemã.Século XX Após 1920 – começou o uso de testes, medidas e instrumentos de avaliação; 1921 – fracionamento da Composição Corporal (P.G, P.O, P.R, P. M); 1930 - 1º Compasso para verificar gordura 1940 – Sheldon, criou o Somatotipo – Endomorfia, Mesomorfia e Ectomorfia.
  16. 16. CONCEITOS BÁSICOSDefinições
  17. 17. TESTES “É o principal veículo para se obter informação, quer seja numa situação complexa ou simples...” (MATHEWS, 1980) “Um teste é um instrumento ou procedimento que traz à tona uma resposta observável a fim de fornecer informação sobre um atributo específico de uma ou mais pessoas.” (TRITSCHLER, 2003) “É o método empregado para medir.” (POMPEU, 2004)Como você definiria então o que é Teste?
  18. 18. TESTESOS TESTES SÃO OS MEIOS PELOS QUAISOBTEMOS AS INFORMAÇÕES SOBRE UMDETERMINADO OBJETO OU INDIVÍDUO. NOCASO DA AVALIAÇÃO FÍSICA, UM TESTE É OMEIO (INSTRUMENTO) QUE FORNECE AOAVALIADOR AS INFORMAÇÕES (DADOS) SOBREO AVALIADO.
  19. 19. MEDIDAS “É o processo de se determinar sistematicamente valores numéricos para um atributo de interesse.” (TRITSCHLER, 2003) “É uma grandeza determinada que serve de padrão (modelo) para a comparação com outras.” (POMPEU, 2004)Como então você definiria agora o que é Medida?
  20. 20. MEDIDASAS MEDIDAS SÃO AS RESPOSTAS (DADOS)OBTIDAS POR INTERMÉDIO DOS TESTES EOBSERVAÇÕES. ESTAS MEDIDAS PODEM SERNUMÉRICAS OU NÃO.
  21. 21. AVALIAÇÃO “A avaliação implica julgamento, estimativa, classificação e interpretação... (dos dados)” (MATHEWS, 1980) “É o julgamento, interpretação, correlação, compreensão, or ganização, classificação e aplicação dos resultados obtidos baseados na medida ou em algum critério pré- determinado; ela orienta e verifica se os propósitos e objetivos do programa estão sendo alcançados.” (FERNANDES FILHO, 1999) “É o processo de descrever subjetivamente , de forma qualitativa ou quantitativa, um atributo de interesse. Também pode se referir coletivamente tanto para medida como para avaliação.” (TRITSCHLER, 2003)Então Avaliação é...
  22. 22. AVALIAÇÃOA AVALIAÇÃO É O VERDADEIRO OBJETIVO DAREALIZAÇÃO DA OBTENÇÃO DE MEDIDASFEITAS ATRAVÉS DE UM TESTE, POIS ATRAVÉSDA INTERPRETAÇÃO E JULGAMENTO DOAVALIADOR SERÃO OBTIDOS OS RESULTADOS ECONCLUSÕES ACERCA DE UM ATRIBUTO OUOBJETO.
  23. 23. BATERIA DE TESTES A BATERIA DE TESTES É UM AGRUPAMENTO DE TESTES ORGANIZADOS SISTEMATICAMENTE VISANDO UM OBJETIVO COMUM, SEJA NA EDUCAÇÃO, SAÚDE, LAZER OU DESEMPENHO ESPORTIVO.
  24. 24. APTIDÃO FÍSICA E CONDICIONAMENTO FÍSICO “A capacidade de um indivíduo de desempenhar tarefas físicas dadas envolvendo esforço muscular.” (MATHEWS, 1980) “A aptidão física geral é composta por fatores biológicos e psicossociais que por sua vez são constituídos por diferentes características.” (MATSUDO, 1998) “(Condicionamento total) ... qualidade de vida ótima, incluindo componentes sociais, mentais, espirituais e físicos. Também chamado de bem-estar ou saúde positiva.” (HOWLEY; FRANKS, 2000)
  25. 25. QUALIDADES FÍSICAS Variáveis Metabólicas Resistência Anaeróbia Alática (ATP-CP) (Bioenergética) Lática (Glicolítica Resistência Aeróbia Oxidativa Força Muscular Força Estática Força Dinâmica Variáveis Musculoesqueléticas Força Potente ou Explosiva Resistência Muscular Resistência Muscular Localizada (RML) Flexibilidade Total Localizada Habilidades Específicas Velocidade Velocidade de Reação Velocidade Segmentar Velocidade de Deslocamento Agilidade - Equilíbrio Estático Dinâmico Recuperado Descontração Total Diferencial Ritmo - Coordenação - Outras Variáveis Composição Corporal Somatotipia Maturação Biológica Variáveis Psicossociais
  26. 26. RELAÇÃO ENTRE AVALIAÇÃO EPLANEJAMENTOObjetivosO Avaliador FísicoFormas de Avaliação
  27. 27. PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃOA avaliação física dentro de um planejamento de aulaou treinamento é utilizado com meio de informaçõessobre diversos aspectos da aula ou treino, como porexemplo, as condições físicas atualizadas doaluno/atleta (diagnóstico), o rendimento e verificar seas metas foram alcançadas.
  28. 28. OBJETIVOS DO ESTUDO DACINEANTROPOMETRIA NA EF Avaliar o estado do indivíduo ao iniciar um programa de treinamento; Detectar deficiências, permitindo uma orientação no sentido de superá-las; Auxiliar o indivíduo na escolha de uma atividade física que, além de motivá-lo possa desenvolver suas aptidões; Impedir que a atividade física seja um fator de agressão; Acompanhar o progresso do indivíduo; Selecionar elementos de alto nível para integrar equipes de competição; Estabelecer e reciclar o programa de treinamento; Desenvolver pesquisa em EF; Acompanhar o processo de crescimento e desenvolvimento dos alunos.
  29. 29. O PAPEL DO AVALIADOR FÍSICOSegundo a resolução 46 de 2002 do CONFEF –Documento de Intervenção do Profissional deEducação Física.Diagnosticar, planejar, organizar, supervisionar, coordenar,executar, dirigir, programar, ministrar, desenvolver, prescrever, orientar, identificar necessidades, desenvolver coletade dados, entrevistas, aplicar métodos e técnicas demedidas e avaliaçãocineantropmétrica, biomecânica, motora, funcional, psicofisiológica e de composição corporal, em laboratórios ou nocampo prático de intervenção, com o objetivo de avaliar ocondicionamento físico, os componentes funcionais emorfológicos e a execução técnica demovimentos, objetivando orientar, prevenir e reabilitar ocondicionamento, o rendimento físico, técnico e artísticodos beneficiários.
  30. 30. APLICAÇÃO DOS MÉTODOS E TÉCNICAS DEMEDIDAS E AVALIAÇÃO  Cineantropometria  Avaliação Biomecânica  Avaliação Motora  Avaliação Funcional  Avaliação Psicofisiológica  Composição Corporal
  31. 31. LOCAL E OBJETIVOS Local:  Laboratórios ou Campo Prático de Intervenção Objetivos:  Avaliar:  O condicionamento físico  Os componentes funcionais  Os componentes morfológicos  Execução Técnica dos Movimentos
  32. 32. FINALIDADES Orientar Prevenir Reabilitar o condicionamento O rendimento físico O rendimento técnico O rendimento artístico dos beneficiários
  33. 33. TIPOS DE AVALIAÇÃODiagnóstica/PrognósticaSomativa/Formativa
  34. 34. AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA E PROGNÓSTICA Diagnóstica: Estas avaliações são aquelas projetadas para identificar fraquezas. Baseados nesta avaliação, os profissionais de Educação Física podem recomendar exercícios, atividades de aprendizagem ou treino de habilidades necessárias para remediar uma fraqueza identificada. Prognóstica: São aquelas projetadas pra predizer o potencial para o desenvolvimento de um atributo humano. As avaliações prognósticas estão preocupadas com a capacidade dos examinados em desenvolver uma habilidade e finalizar o desenvolvimento dessa habilidade ou aptidão.
  35. 35. AVALIAÇÃO SOMATIVA E FORMATIVA Somativa: São aquelas conduzidas ao término (soma) de um programa identificado, ocorrendo na conclusão de um programa ou de unidade de estudo. É a prática comum de teste quando os resultados da avaliação são utilizados para a atribuição de notas ou para análise do programa. Formativa: São aquelas que ocorrem enquanto habilidades, conhecimentos e/ou atitudes ainda estão sendo formadas, e não ao final do programa. As avaliações formativas são oferecidas para se obterem dados a serem utilizados para classificação, motivação e diagnóstico. Teste de desempenho para favorecer o aprendizado é outra forma de avaliação formativa.
  36. 36. CLASSIFICAÇÃO DAS AVALIAÇÕES QUANTOSAO OBJETIVOS Seleção.  Os treinadores geralmente utilizam testes de desempenho para acrescentar objetividade às provas. Os resultados ajudam a identificar os atletas mais aptos a contribuir com a equipe. De forma similar, os testes de desempenho são utilizados em provas para líderes de torcida, equipes de dança, e outras equipes orientadas para o desempenho.
  37. 37. CLASSIFICAÇÃO QUANTO AOS OBJETIVOS Classificação Motivação Aprendizagem Orientação Adequação Vocacional Pesquisa
  38. 38. CLASSIFICAÇÃO A classificação resulta no agrupamento de indivíduos para aumentar as oportunidades da atividade ou instrução. Os agrupamentos de indivíduos semelhantes são baseados na suposição de que um grupo homogêneo atende melhor às necessidades dos participantes do que um heterogêneo. Agrupamentos heterogêneos também são criados às vezes para formar equipes de capacidades levemente diferenciadas ou para melhorar o relacionamento interpessoal. A classificação é realizada a partir da aplicação e interpretação dos resultados de avaliações apropriadas.
  39. 39. MOTIVAÇÃO A importância de se utilizarem os resultados da avaliação para motivar não deveria ser subestimada. Os seres humanos frequentemente podem ser motivados a realizar façanhas em níveis mais elevados por causa do seu desejo inerente de fazer uma boa exibição e/ou em resposta a um espírito de competição. As chaves para o uso eficiente da motivação são a melhora pessoal e a auto-realização.
  40. 40. APRENDIZAGEM Pesquisadores na área de aprendizagem motora têm afirmado que o feedback sobre o desempenho é essencial para a aprendizagem. Com o uso de alvos, cordas e cones, os testes de habilidades esportivas geralmente fornecem um feedback sobre o desempenho melhor do que aqueles obtidos no ambiente natural do esporte.
  41. 41. ORIENTAÇÃO Alguns aspectos da orientação estão interligados com os domínios da avaliação, que é difícil delimitá-los. Os dados da avaliação podem ser acumulados com o tempo para fornecer uma visão completa da mudança do nível de desempenho de uma pessoa. As avaliações diagnósticas, prognósticas e de habilidade são particularmente valiosas para prescrever recomendações na área da Educação Física e Esporte.
  42. 42. ADEQUAÇÃO VOCACIONAL Cada vez mais os empregadores utilizam testes pré- contratação para determinar a adequação de um candidato para emprego em particular, como por exemplo, a seleção de um corpo policial ou de bombeiros.
  43. 43. PESQUISA Os pesquisadores utilizam os resultados das avaliações de muitas e variadas maneiras. As variáveis sob investigação são frequentemente definidas de forma operacional, de acordo com os resultados gerados por uma ferramenta específica de avaliação. Dessa forma, os resultados dos testes fornecem dados que são analisados para responder os problemas investigados.

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