SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 68
Baixar para ler offline
Introdução à Comunicação
Empresarial
Conceitos iniciais e seu histórico
A HISTÓRIA DA COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL NO BRASIL
DOS ESTADOS UNIDOS PARA O MUNDO
A Comunicação Empresarial surgiu nos Estados Unidos, no início do século.
Mais precisamente em 1906. Naquele ano, em Nova Iorque, Ivy Lee decidiu
deixar o jornalismo de lado para montar o primeiro escritório de Relações
Públicas do mundo.
Lee mudou de atividade com o objetivo de recuperar a credibilidade perdida
pelo poderoso empresário John D. Rockfeller.
Rockfeller era, na época, o mais odiado de todos os empresários dos Estados
Unidos. Motivo: assim como os mais destacados donos de empresas daquele
país, ele vinha sendo acusado de combater impiedosamente as pequenas e
médias organizações.
Era "feroz, impiedoso e sanguinário". E não media esforços em busca
do seu principal objetivo: o monopólio ou melhor: o lucro fácil que o
monopólio acabava gerando.
Para ele, Ivy Lee era o único caminho que imaginava para evitar novas
denúncias, "a partir de uma nova atitude de respeito pela opinião pública".
Até então a opinião pública não tinha a menor importância para ele.
O escritório criado por Lee passou a fornecer à imprensa "notícias
empresariais para serem divulgadas jornalisticamente e não como anúncios
ou como matéria paga". “Eram informações corretas, de interesse e de
importância para o público". Eram informações tão honestas, segundo
podemos concluir, que acabavam evitando novas denúncias contra os
empresários mal falados.
Mas, como Lee conseguiu convencer a imprensa de que seu trabalho era
sério, honesto e profissional?
O que ele fez para vencer a barreira e a desconfiança que tantas dores de
cabeça e decepções, tantos prejuízos, enfim, geraram para todos os
profissionais sérios e honestos que há décadas vêm tentando fazer
Comunicação Empresarial no Brasil?
O primeiro encarregado de Relações Públicas do
mundo conseguiu sucesso imediato e prolongado,
ganhou dinheiro e fez escola, porque, segundo Hebe
Wey, (pesquisadora americana) escreveu e adotou
uma carta de princípios que até hoje representa
"uma excelente orientação para os especialistas
modernos"
Carta de Princípios
"Este não é um serviço de imprensa secreto. Todo o nosso
trabalho é feito às claras. Nós pretendemos fazer a divulgação
de notícias. Isto não é um agenciamento de anúncios. Se
acharem que o nosso assunto ficaria melhor na seção
comercial, não o usem. Nosso assunto é exato. Mais detalhes,
sobre qualquer questão, serão dados prontamente e
qualquer diretor de jornal interessado será auxiliado, com o
maior prazer, na verificação direta de qualquer declaração de
fato. Em resumo, nosso plano é divulgar prontamente, para o
bem das empresas e das instituições públicas, com absoluta
franqueza, à imprensa e ao público dos Estados Unidos,
informações relativas a assuntos de valor e de interesse para
o público".
(IVY LEE)
O trabalho de Ivy Lee para seu cliente fez tanto sucesso junto
à imprensa e à opinião pública, que Rockfeller passou de
"patrão sanguinário" a "benfeitor da humanidade".
Lee morreu "por volta de 1935, quando dirigia o Departamento de Relações
Públicas da Chrysler". E deve ter morrido feliz, porque a atividade que ele
inventara havia sido adotada em inúmeras empresas e órgãos públicos.
Passara a ser estudada, inclusive, em universidades do porte e do prestígio
de Yale, Harvard e Colúmbia, que criaram cadeiras específicas e começaram
a formar especialistas em Relações Públicas.
Dos Estados Unidos, as Relações Públicas foram sucessivamente para o Canadá
(1940), França (1946), Holanda, Inglaterra, Noruega, Itália, Bélgica, Suécia e
Finlândia (1950) e Alemanha (1958).
Segundo a estudiosa Monique Augras, nos Estados Unidos, em 1936, seis em
cada grupo de 300 empresas tinham serviços de Relações Públicas; em 1961, a
relação era de 250 em 300; em 1970, beirava 100%.
NO BRASIL, A PARTIR DE JK
As Relações Públicas e, por consequência, as atividades de Comunicação
Empresarial, vieram para o Brasil nos anos 50, com as indústrias e as
agências de propaganda dos Estados Unidos.
Chegaram atraídas pelas vantagens oferecidas pelo governo do presidente
Juscelino Kubitschek de Oliveira.
JK havia assumido a Presidência da Republica em meados dos anos 50 com
a disposição de fazer "50 anos em 5". Consequentemente, ele criou
condições para que viessem para o Brasil as primeiras montadoras de
veículos automotores. Fábricas de produtos de higiene, também. Como a
Colgate Palmolive, onde se iniciaram na Comunicação Empresarial
profissionais como Vera Giangrande e Antônio De Salvo.
Segundo De Salvo, o primeiro RP do Brasil foi Rolim Valença, que em 1960
começou a aprender a profissão na J. W. Thompson. Três anos depois ele
criou a primeira agência de Relações Públicas do país, a AAB.
Foi também por volta de 1960 que Antônio De Salvo começou a visitar as
redações de jornais em São Paulo, capital e interior. Ele fazia o trabalho
ingrato de convencer os editores a dar notícias a respeito das atividades e
produtos da empresa onde trabalhava.
Naquela época – segundo De Salvo da ADS – “os jornais não publicavam
notícias de economia, quanto mais de empresas. As notícias eram de
literatura, cultura, esportes, política, religião etc.”
"Fui obrigado a convencê-los de que as empresas e seus produtos também
mereciam ser notícias", disse De Salvo.
O QUE É COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL
Qual foi a principal atividade desenvolvida pelo jornalista Ivy Lee,
assim que ele estabeleceu o primeiro escritório de Relações Públicas
em Nova Iorque, em 1906?
Para recuperar a imagem do empresário John D. Rockfeller, conhecido
como "patrão sanguinário", Lee escrevia notícias a respeito das
atividades de suas empresas. Em seguida, dirigia-se às redações para
convencer os editores de jornais a publicá-las como notícias e não
como anúncios ou matérias pagas.
No Brasil – e certamente em todos os outros países – aconteceu
exatamente o mesmo.
Conclusão: há mais de 90 anos os RPs faziam exatamente aquilo que é
mais comum entre os assessores de imprensa: elaboração e
distribuição de notícias.
Mas como Lee precisava de fatos para ter notícias, ele
começou a interferir no dia-a-dia do seu cliente. E a primeira
providência que tomou foi derrubar barreiras entre Rockfeller
e o público. Imediatamente, o empresário dispensou sua
segurança e passou a circular sem os guarda-costas que o
acompanhavam 24 horas por dia. Depois, Lee fez com que
Rockfeller cooperasse com o Congresso nas investigações a
respeito das denúncias de que ele havia mandado atirar nos
seus funcionários em greve. Pelo seu ineditismo, essa atitude
foi destacada positivamente pela imprensa. Por fim, Lee fez
com que Rockfeller criasse numerosas fundações de interesse
público. Entre elas a Fundação Rockfeller para Pesquisa
Médica. Foi a partir daí que o maior empresário da época
acabou reconhecido como "benfeitor da humanidade".
E, no Brasil, quando foi que os profissionais de Comunicação Empresarial
passaram a criar fatos que viriam a ser notícias? Certamente não foi muito
depois de 1960, ano em que as Relações Públicas começaram a ser
praticadas profissionalmente por aqui. Até porque tudo o que as
multinacionais produziam era novidade para os brasileiros. Em especial os
automóveis. E todos nós sabemos que até hoje a indústria automobilística
é quem mais gera notícias de negócios e a respeito de novos produtos no
Brasil.
Foi assim que surgiram os eventos em que a Volkswagen, a Ford, a General
Motors, a Fiat e outras montadoras de veículos automotores – instaladas
ou não no Brasil – apresentam suas novidades para jornalistas dos mais
diferentes jornais e revistas do País. No Brasil e até mesmo no exterior.
Tudo sob o comando de relações públicas e jornalistas. De profissionais de
Comunicação Empresarial, enfim.
Foi assim também que surgiram as entrevistas
coletivas e os tradicionais almoços de fim de ano,
quando as empresas reúnem repórter, pauteiros,
editores e diretores de redação para anunciar os
resultados do ano que termina, os planos para o
ano novo e, de quebra, dar um bom brinde para
cada um.
Diante de tudo isso vemos que no Brasil os
profissionais de Comunicação Empresarial atuam
nas diferentes frentes da Comunicação Social ou de
Massa.
Eles criam e organizam eventos os mais diferentes;
geram fatos;
elaboram notícias;
fazem com que essas notícias sejam veiculadas por jornais, revistas,
agências noticiosas, emissoras de rádio e televisão, nos fac-símiles
como Jornalistas & Cia., na Internet e até em painéis eletrônicos
(como o que temos na Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, na
esquina das Ruas da Mooca e José Antônio de Oliveira, na Mooca,
em São Paulo);
criam e veiculam campanhas institucionais;
formulam e executam políticas, planos e estratégias de
comunicação para governos, empresas e entidades do terceiro setor
(ONGs, sindicatos patronais e de trabalhadores, partidos políticos
etc.);
estruturam e administram serviços de atendimento ao consumidor;
planejam e editam publicações as mais variadas, em forma de
revistas, boletins e jornais;
idem em relação a programas internos de rádio e televisão;
idealizam e produzem clippings impressos e eletrônicos; alguns
com mais de uma edição por dia e não raro ao longo dos sete
dias da semana, incluindo feriados e dias santos, Natal e ano-
novo (como o que a Imprensa Oficial está fazendo para o
Governador de São Paulo);
atuam como lobistas e ombudsman;
escrevendo discursos e artigos;
criando e atualizando páginas na Internet.
FATOS RELEVANTES NO BRASIL
Os profissionais de Comunicação Empresarial que se aventuraram a
fazer o meio de campo entre seus clientes ou patrões (representados
por empresas, empresários, órgãos públicos e seus
dirigentes/políticos) e a imprensa (jornais, revistas, rádios, tevês etc.)
enfrentaram os mais variados tipos de preconceito e discriminação
ao longo de muitos anos.
No início, a culpa era dos profissionais de redação. Eles não
conheciam as peculiaridades e não entendiam as sutilezas do
trabalho dos jornalistas e dos profissionais de Relações Públicas que
iam aos veículos levar notícias. Foi preciso muita paciência e
dedicação para abrir espaço nas páginas de nossas principais
publicações dos anos 60.
Wladimir Herzog
Jornalista, que segundo
nota oficial se suicidou
com o seu próprio cinto.
Depois, com o advento da ditadura militar e o consequente
crescimento da corrupção, a partir de 31 de março de 1964,
muitos empresários, políticos e até mesmo assessores de
imprensa, todos inescrupulosos, não resistiram à tentação de
dar bons presentes aos jornalistas. Presentes e às vezes até
empregos fantasmas. E com os chamados jabaculês eles
compraram alguns repórteres, redatores e editores que
abriram a eles espaços indevidos.
Essa prática acabou gerando má vontade cada vez maior por parte dos
jornalistas honestos em relação a toda a categoria dos assessores de imprensa.
Como era cada vez mais difícil pôr notícias em veículos sérios, alguns donos de
empresas de Relações Públicas e assessoria de imprensa passaram a usar um
novo artifício: mandavam às redações as moças mais bonitas e bem torneadas
que encontravam nas faculdades de comunicação social. E algumas, como
ganhavam um salário fixo pequeno e uma gratificação interessante por notícia
publicada, faziam até o que não deviam com os garanhões das redações.
Por essas e outras, os profissionais sérios e escrupulosos encontravam cada
vez mais dificuldades para o cumprimento do dever nosso do dia-a-dia.
As assessorias de imprensa só vieram a ganhar credibilidade a partir de 1978,
após a última greve dos jornalistas de São Paulo. Por quê? Porque com a greve
ocorreram muitas demissões nas redações e os demitidos tiveram que migrar.
Muitos como empregados e outros como seus próprios patrões.
Um exemplo: nos anos 80, os anos de ouro para a COMUNIC,
os eventos patrocinados por clientes como (Volkswagen no
automobilismo, Marlboro na Fórmula 1 e no motocross,
Melitta, Vat 69 e Campari, entre outros, no tênis) tinham suas
marcas exibidas diariamente nas páginas dos 50 maiores
jornais do País e em quase todas os programas de esportes da
televisão. Hoje – e ao longo de todos os anos 90 – isso só seria
possível se, além de patrocinar eventos, essas marcas
comprassem espaços na mídia.
A INTERNET NA COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL
A Internet mudou a vida de todos e não poderia deixar de dar sua
contribuição também para quem faz Comunicação Empresarial.
A partir da popularização da Internet no Brasil, em 1996, quando foi criado
o Universo Online, ficou muito mais fácil enviar notícias aos jornais,
revistas, rádios, tevês e agências noticiosas.
É IMPORTANTE LEMBRAR QUE...
A Comunicação Empresarial não pode ser considerada apenas
uma definição de dicionário. Ou seja, simplesmente como "um
conjunto de métodos e técnicas de comunicação, dentro da
empresa, dirigida ao público interno (funcionários) e ao público
externo (clientes, fornecedores, consumidores etc.)". Até
porque definições como essas precisam ser sempre revistas em
função das mudanças da sociedade e do ambiente empresarial.
A imagem institucional de uma empresa é um ser vivo,
dinâmico. Hoje, pode estar saudável, bem vista, aceita,
festejada. Amanhã? Vai depender da história de hoje.
Uma boa Comunicação Empresarial é condição primária
para uma boa imagem institucional da empresa.
Se o trabalhador não conhece a empresa na qual trabalha e
não sabe qual é a filosofia que a anima, torna-se difícil
estabelecer metas e passar para os consumidores e a
sociedade a imagem que se deseja.
As empresas estão aprendendo que, tão importante quanto
aparecer bem, é saber escutar e interpretar o que os
consumidores estão tentando lhes falar. Ainda que eles estejam
à beira de um ataque de nervos.
No mundo moderno, quem descuida da imagem é um
grande candidato a colher fracassos, ao invés de lucros.
A imagem de uma empresa é formulada a partir das
informações que a comunidade recebe a esse respeito.
Sem uma comunicação eficiente, a imagem será difusa ou
ruim, pois será formada com base em informações
incompletas ou incorretas, em presunções e boatos.
A comunicação deve ser permanente, independentemente
do comportamento do mercado ou do fato de a empresa ter
ou não ações negociadas em bolsa.
A comunicação requer agilidade e rapidez para se evitar, na
imprensa, a tão prejudicial expressão: "A empresa se
recusou a falar sobre o assunto" .
Comunicação não se limita ao release, peça jornalística que
ganhou força com o autoritarismo e começou a morrer com ele.
O release está cada vez mais desacreditado e deve, sempre que
possível, ser substituído por entrevistas.
O primeiro e principal público de uma empresa é o seu
efetivo, sem o qual todo esforço de comunicação
redundará nulo.
A comunicação não é útil, é indispensável; não é despesa, é
investimento; é um processo permanente .
ELEMENTOS DE COMUNICAÇÃO
STAKEHOLDERS
HOUSE ORGANS
ENDOMARKETING
Referências:
AMARAL, Cláudio, A HISTÓRIA DA COMUNICAÇÃO
EMPRESARIAL NO BRASIL
Disponível em: http://www.portal-
rp.com.br/bibliotecavirtual/memoria/0095.htm, acesso em: 20/08/2015
Relacione: (Página 12)
a) Emissor
b) Receptor
c) Mensagem
d) Canal
e) Resposta ou feedback
f) Ambiente
g) Ruído
( ) contexto onde ocorre a comunicação
( ) aquele que decodifica e interpreta a mensagem
( ) interferência que leva à perda de informação na transmissão da mensagem
( ) reação do receptor à mensagem do emissor
( ) quem codifica a mensagem
( ) estrutura organizada de sinais pertencentes a um código
( ) meio físico que propaga a mensagem
Relacione: (Página 12)
a) Emissor
b) Receptor
c) Mensagem
d) Canal
e) Resposta ou feedback
f) Ambiente
g) Ruído
( F ) contexto onde ocorre a comunicação
( B ) aquele que decodifica e interpreta a mensagem
( G ) interferência que leva à perda de informação na transmissão da mensagem
( E ) reação do receptor à mensagem do emissor
( A ) quem codifica a mensagem
( C ) estrutura organizada de sinais pertencentes a um código
( D ) meio físico que propaga a mensagem
Questões: (Página 13 da Apostila)
1 – Por que a comunicação é a base da existência de qualquer organização?
2 – Por que as organizações ainda temem em acreditar na comunicação empresarial?
3 – Comente sobre a diferença de cultura comunicacional entre o Brasil e os países
estrangeiros. Justifique sua resposta.
4 – Diferencie tática de estratégia e identifique suas fontes de pesquisa.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Comunicação
ComunicaçãoComunicação
Comunicaçãocattonia
 
Comunicação e Ética no Trabalho
Comunicação e Ética no TrabalhoComunicação e Ética no Trabalho
Comunicação e Ética no TrabalhoFrancielle Hilbert
 
Comunicação interpessoal e comunicação assertiva
Comunicação interpessoal e comunicação assertivaComunicação interpessoal e comunicação assertiva
Comunicação interpessoal e comunicação assertivafernandosantos7272
 
Comunicação interpessoal comunicação assertiva
Comunicação interpessoal comunicação assertivaComunicação interpessoal comunicação assertiva
Comunicação interpessoal comunicação assertivaGabi1994Dinis
 
Manual Comunicacao Institucional
Manual Comunicacao InstitucionalManual Comunicacao Institucional
Manual Comunicacao InstitucionalPaula Rachado
 
Instrumentos de Comunicação Externa
Instrumentos de Comunicação ExternaInstrumentos de Comunicação Externa
Instrumentos de Comunicação ExternaGermana Eiriz
 
Comunicacao e dinamicas
Comunicacao e dinamicasComunicacao e dinamicas
Comunicacao e dinamicasFábia Martins
 
Comunicacao interpessoal (1)
Comunicacao interpessoal (1)Comunicacao interpessoal (1)
Comunicacao interpessoal (1)damaceno87
 
Conceito de Relações Públicas
Conceito de Relações PúblicasConceito de Relações Públicas
Conceito de Relações Públicaskyzinha
 
Comunicação Assertiva - Karime Kamel
Comunicação Assertiva  - Karime KamelComunicação Assertiva  - Karime Kamel
Comunicação Assertiva - Karime KamelKarime Kamel
 
Comunicação nas empresas
Comunicação nas empresasComunicação nas empresas
Comunicação nas empresasBiotron Medical
 
Relações Públicas - A profissão
Relações Públicas - A profissãoRelações Públicas - A profissão
Relações Públicas - A profissãoDAC UFS
 
Dinamicas para melhorar comunicação interna
Dinamicas para melhorar comunicação interna Dinamicas para melhorar comunicação interna
Dinamicas para melhorar comunicação interna suelen matta
 
Comunicação Verbal e Não Verbal
Comunicação Verbal e Não VerbalComunicação Verbal e Não Verbal
Comunicação Verbal e Não VerbalAndreza Oliveira
 
Como redigir a introdução e a conclusão de um trabalho escrito
Como redigir a introdução e a conclusão de um trabalho escritoComo redigir a introdução e a conclusão de um trabalho escrito
Como redigir a introdução e a conclusão de um trabalho escritoBiblioteca Escolar Ourique
 
Comunicação Interna
Comunicação InternaComunicação Interna
Comunicação InternaClaudio Toldo
 

Mais procurados (20)

Comunicação
ComunicaçãoComunicação
Comunicação
 
Comunicação e Ética no Trabalho
Comunicação e Ética no TrabalhoComunicação e Ética no Trabalho
Comunicação e Ética no Trabalho
 
Comunicação interpessoal e comunicação assertiva
Comunicação interpessoal e comunicação assertivaComunicação interpessoal e comunicação assertiva
Comunicação interpessoal e comunicação assertiva
 
Comunicação interpessoal comunicação assertiva
Comunicação interpessoal comunicação assertivaComunicação interpessoal comunicação assertiva
Comunicação interpessoal comunicação assertiva
 
Aula 1 planejamento estratégico
Aula 1   planejamento estratégicoAula 1   planejamento estratégico
Aula 1 planejamento estratégico
 
Manual Comunicacao Institucional
Manual Comunicacao InstitucionalManual Comunicacao Institucional
Manual Comunicacao Institucional
 
Aula 02 cim comunicação institucional
Aula 02 cim comunicação institucionalAula 02 cim comunicação institucional
Aula 02 cim comunicação institucional
 
O que é comunicar
O que é comunicarO que é comunicar
O que é comunicar
 
Instrumentos de Comunicação Externa
Instrumentos de Comunicação ExternaInstrumentos de Comunicação Externa
Instrumentos de Comunicação Externa
 
Comunicação organizacional
Comunicação organizacionalComunicação organizacional
Comunicação organizacional
 
Comunicacao e dinamicas
Comunicacao e dinamicasComunicacao e dinamicas
Comunicacao e dinamicas
 
Comunicacao interpessoal (1)
Comunicacao interpessoal (1)Comunicacao interpessoal (1)
Comunicacao interpessoal (1)
 
Conceito de Relações Públicas
Conceito de Relações PúblicasConceito de Relações Públicas
Conceito de Relações Públicas
 
Comunicação Assertiva - Karime Kamel
Comunicação Assertiva  - Karime KamelComunicação Assertiva  - Karime Kamel
Comunicação Assertiva - Karime Kamel
 
Comunicação nas empresas
Comunicação nas empresasComunicação nas empresas
Comunicação nas empresas
 
Relações Públicas - A profissão
Relações Públicas - A profissãoRelações Públicas - A profissão
Relações Públicas - A profissão
 
Dinamicas para melhorar comunicação interna
Dinamicas para melhorar comunicação interna Dinamicas para melhorar comunicação interna
Dinamicas para melhorar comunicação interna
 
Comunicação Verbal e Não Verbal
Comunicação Verbal e Não VerbalComunicação Verbal e Não Verbal
Comunicação Verbal e Não Verbal
 
Como redigir a introdução e a conclusão de um trabalho escrito
Como redigir a introdução e a conclusão de um trabalho escritoComo redigir a introdução e a conclusão de um trabalho escrito
Como redigir a introdução e a conclusão de um trabalho escrito
 
Comunicação Interna
Comunicação InternaComunicação Interna
Comunicação Interna
 

Semelhante a Introdução à comunicação empresarial

Comunicação empresarial memória
Comunicação empresarial memóriaComunicação empresarial memória
Comunicação empresarial memóriaFaculdade Multivix
 
2. ppt história da assessoria 2011
2. ppt história da assessoria 20112. ppt história da assessoria 2011
2. ppt história da assessoria 2011marciafamaral
 
Bocc muad-os-segredos
Bocc muad-os-segredosBocc muad-os-segredos
Bocc muad-os-segredosLana Ramalho
 
Os segredos de_um_bom_assessor_de_imprensa
Os segredos de_um_bom_assessor_de_imprensaOs segredos de_um_bom_assessor_de_imprensa
Os segredos de_um_bom_assessor_de_imprensaDragodragons
 
Bocc muad-os-segredos
Bocc muad-os-segredosBocc muad-os-segredos
Bocc muad-os-segredosDragodragons
 
OS DESAFIOS DO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES PÚBLICAS NO SÉCULO XXI
OS DESAFIOS DO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES PÚBLICAS NO SÉCULO XXIOS DESAFIOS DO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES PÚBLICAS NO SÉCULO XXI
OS DESAFIOS DO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES PÚBLICAS NO SÉCULO XXIMaiara Cristina Oliveira
 
Historico da assessoria de imprensa no brasil e no mundo
Historico da assessoria de imprensa no brasil e no mundoHistorico da assessoria de imprensa no brasil e no mundo
Historico da assessoria de imprensa no brasil e no mundoKarita Sena
 
A Historia da propaganda no mundo
A Historia da propaganda no mundoA Historia da propaganda no mundo
A Historia da propaganda no mundorenatofrigo
 
Jornalismo - História de 1985 à 2015
Jornalismo - História de 1985 à 2015Jornalismo - História de 1985 à 2015
Jornalismo - História de 1985 à 2015Diego Stedile
 
Assessoria de imprensa nos estados unidos
Assessoria de imprensa nos estados unidosAssessoria de imprensa nos estados unidos
Assessoria de imprensa nos estados unidosJennyffer Mesquita
 
20 Reporte sobre a historia da SIP
20 Reporte sobre a historia  da SIP20 Reporte sobre a historia  da SIP
20 Reporte sobre a historia da SIPHoracio Ruiz
 
Estudo: Quem fala de política?
Estudo: Quem fala de política?Estudo: Quem fala de política?
Estudo: Quem fala de política?Miti Inteligência
 
História da assessoria de imprensa
História da assessoria de imprensaHistória da assessoria de imprensa
História da assessoria de imprensaGuilherme Carvalho
 
Artigo - Comunicação digital e a contribuição
Artigo - Comunicação digital e a contribuiçãoArtigo - Comunicação digital e a contribuição
Artigo - Comunicação digital e a contribuiçãoGestão de Comunicação
 
Surgimento da Publicidade
Surgimento da PublicidadeSurgimento da Publicidade
Surgimento da PublicidadeRafael. Firmi
 
Artigo - Mídias corporativas no trabalho de Assessoria de Comunicação e Relaç...
Artigo - Mídias corporativas no trabalho de Assessoria de Comunicação e Relaç...Artigo - Mídias corporativas no trabalho de Assessoria de Comunicação e Relaç...
Artigo - Mídias corporativas no trabalho de Assessoria de Comunicação e Relaç...Gestão de Comunicação
 

Semelhante a Introdução à comunicação empresarial (20)

Comunicação empresarial memória
Comunicação empresarial memóriaComunicação empresarial memória
Comunicação empresarial memória
 
2. ppt história da assessoria 2011
2. ppt história da assessoria 20112. ppt história da assessoria 2011
2. ppt história da assessoria 2011
 
Bocc muad-os-segredos
Bocc muad-os-segredosBocc muad-os-segredos
Bocc muad-os-segredos
 
Os segredos de_um_bom_assessor_de_imprensa
Os segredos de_um_bom_assessor_de_imprensaOs segredos de_um_bom_assessor_de_imprensa
Os segredos de_um_bom_assessor_de_imprensa
 
UNISC 06_junho_2014
UNISC 06_junho_2014UNISC 06_junho_2014
UNISC 06_junho_2014
 
Bocc muad-os-segredos
Bocc muad-os-segredosBocc muad-os-segredos
Bocc muad-os-segredos
 
OS DESAFIOS DO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES PÚBLICAS NO SÉCULO XXI
OS DESAFIOS DO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES PÚBLICAS NO SÉCULO XXIOS DESAFIOS DO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES PÚBLICAS NO SÉCULO XXI
OS DESAFIOS DO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES PÚBLICAS NO SÉCULO XXI
 
Historico da assessoria de imprensa no brasil e no mundo
Historico da assessoria de imprensa no brasil e no mundoHistorico da assessoria de imprensa no brasil e no mundo
Historico da assessoria de imprensa no brasil e no mundo
 
A Historia da propaganda no mundo
A Historia da propaganda no mundoA Historia da propaganda no mundo
A Historia da propaganda no mundo
 
Jornalismo - História de 1985 à 2015
Jornalismo - História de 1985 à 2015Jornalismo - História de 1985 à 2015
Jornalismo - História de 1985 à 2015
 
Assessoria de imprensa nos estados unidos
Assessoria de imprensa nos estados unidosAssessoria de imprensa nos estados unidos
Assessoria de imprensa nos estados unidos
 
20 Reporte sobre a historia da SIP
20 Reporte sobre a historia  da SIP20 Reporte sobre a historia  da SIP
20 Reporte sobre a historia da SIP
 
01 Historia
01 Historia01 Historia
01 Historia
 
Empreendorismo Criativo
Empreendorismo CriativoEmpreendorismo Criativo
Empreendorismo Criativo
 
Estudo: Quem fala de política?
Estudo: Quem fala de política?Estudo: Quem fala de política?
Estudo: Quem fala de política?
 
História da assessoria de imprensa
História da assessoria de imprensaHistória da assessoria de imprensa
História da assessoria de imprensa
 
Artigo - Comunicação digital e a contribuição
Artigo - Comunicação digital e a contribuiçãoArtigo - Comunicação digital e a contribuição
Artigo - Comunicação digital e a contribuição
 
Surgimento da Publicidade
Surgimento da PublicidadeSurgimento da Publicidade
Surgimento da Publicidade
 
Artigo - Mídias corporativas no trabalho de Assessoria de Comunicação e Relaç...
Artigo - Mídias corporativas no trabalho de Assessoria de Comunicação e Relaç...Artigo - Mídias corporativas no trabalho de Assessoria de Comunicação e Relaç...
Artigo - Mídias corporativas no trabalho de Assessoria de Comunicação e Relaç...
 
MMMN
MMMNMMMN
MMMN
 

Mais de Carlos Alves

Aula 8 Cultura Organizacional
Aula 8   Cultura Organizacional Aula 8   Cultura Organizacional
Aula 8 Cultura Organizacional Carlos Alves
 
Aula 4 capital intelectual
Aula 4 capital intelectualAula 4 capital intelectual
Aula 4 capital intelectualCarlos Alves
 
Revisão Educação Corporativa e Gestão do Conhecimento
Revisão Educação Corporativa e Gestão do ConhecimentoRevisão Educação Corporativa e Gestão do Conhecimento
Revisão Educação Corporativa e Gestão do ConhecimentoCarlos Alves
 
Comunicação Empresarial: uma ferramenta estratégica
Comunicação Empresarial: uma ferramenta estratégicaComunicação Empresarial: uma ferramenta estratégica
Comunicação Empresarial: uma ferramenta estratégicaCarlos Alves
 
Plano de comunicação e reflexões sobre a linguagem
Plano de comunicação e reflexões sobre a linguagemPlano de comunicação e reflexões sobre a linguagem
Plano de comunicação e reflexões sobre a linguagemCarlos Alves
 
Aula 13 Universidade Corporativa e Gestão do Conhecimento
Aula 13 Universidade Corporativa e Gestão do ConhecimentoAula 13 Universidade Corporativa e Gestão do Conhecimento
Aula 13 Universidade Corporativa e Gestão do ConhecimentoCarlos Alves
 
Aula 12 Educação Corporativa
Aula 12 Educação CorporativaAula 12 Educação Corporativa
Aula 12 Educação CorporativaCarlos Alves
 
Aula 11 Criatividade e Inovação
Aula 11 Criatividade e InovaçãoAula 11 Criatividade e Inovação
Aula 11 Criatividade e InovaçãoCarlos Alves
 
Aula 10 Estilos de liderança e gestão do conhecimento
Aula 10   Estilos de liderança e gestão do conhecimentoAula 10   Estilos de liderança e gestão do conhecimento
Aula 10 Estilos de liderança e gestão do conhecimentoCarlos Alves
 
Aula 11 Relação com os investidores
Aula 11   Relação com os investidoresAula 11   Relação com os investidores
Aula 11 Relação com os investidoresCarlos Alves
 
Aula 9 Estruturas Organizacionais e a Gestão do Conhecimento
Aula 9 Estruturas Organizacionais e a Gestão do ConhecimentoAula 9 Estruturas Organizacionais e a Gestão do Conhecimento
Aula 9 Estruturas Organizacionais e a Gestão do ConhecimentoCarlos Alves
 
Aula 10 - Propaganda Corporativa
Aula 10 -  Propaganda CorporativaAula 10 -  Propaganda Corporativa
Aula 10 - Propaganda CorporativaCarlos Alves
 
Aula 8 A Cultura Organizacional e a Gestão do Conhecimento
Aula 8   A Cultura Organizacional e a Gestão do ConhecimentoAula 8   A Cultura Organizacional e a Gestão do Conhecimento
Aula 8 A Cultura Organizacional e a Gestão do ConhecimentoCarlos Alves
 
Aula 9 Identidade Imagem e Reputação
Aula 9 Identidade Imagem e ReputaçãoAula 9 Identidade Imagem e Reputação
Aula 9 Identidade Imagem e ReputaçãoCarlos Alves
 
Aula 8 comunicação de marketing
Aula 8 comunicação de marketing Aula 8 comunicação de marketing
Aula 8 comunicação de marketing Carlos Alves
 
Aula 7 gestão organizacional
Aula 7 gestão organizacionalAula 7 gestão organizacional
Aula 7 gestão organizacionalCarlos Alves
 
Aula 6 Modelos Mentais: conceito e análise
Aula 6  Modelos Mentais: conceito e análiseAula 6  Modelos Mentais: conceito e análise
Aula 6 Modelos Mentais: conceito e análiseCarlos Alves
 
Aula 7 Comunicação Institucional
Aula 7   Comunicação InstitucionalAula 7   Comunicação Institucional
Aula 7 Comunicação InstitucionalCarlos Alves
 
Aula 4 capital intelectual
Aula 4 capital intelectualAula 4 capital intelectual
Aula 4 capital intelectualCarlos Alves
 
Aula 6 endomarketing
Aula 6 endomarketingAula 6 endomarketing
Aula 6 endomarketingCarlos Alves
 

Mais de Carlos Alves (20)

Aula 8 Cultura Organizacional
Aula 8   Cultura Organizacional Aula 8   Cultura Organizacional
Aula 8 Cultura Organizacional
 
Aula 4 capital intelectual
Aula 4 capital intelectualAula 4 capital intelectual
Aula 4 capital intelectual
 
Revisão Educação Corporativa e Gestão do Conhecimento
Revisão Educação Corporativa e Gestão do ConhecimentoRevisão Educação Corporativa e Gestão do Conhecimento
Revisão Educação Corporativa e Gestão do Conhecimento
 
Comunicação Empresarial: uma ferramenta estratégica
Comunicação Empresarial: uma ferramenta estratégicaComunicação Empresarial: uma ferramenta estratégica
Comunicação Empresarial: uma ferramenta estratégica
 
Plano de comunicação e reflexões sobre a linguagem
Plano de comunicação e reflexões sobre a linguagemPlano de comunicação e reflexões sobre a linguagem
Plano de comunicação e reflexões sobre a linguagem
 
Aula 13 Universidade Corporativa e Gestão do Conhecimento
Aula 13 Universidade Corporativa e Gestão do ConhecimentoAula 13 Universidade Corporativa e Gestão do Conhecimento
Aula 13 Universidade Corporativa e Gestão do Conhecimento
 
Aula 12 Educação Corporativa
Aula 12 Educação CorporativaAula 12 Educação Corporativa
Aula 12 Educação Corporativa
 
Aula 11 Criatividade e Inovação
Aula 11 Criatividade e InovaçãoAula 11 Criatividade e Inovação
Aula 11 Criatividade e Inovação
 
Aula 10 Estilos de liderança e gestão do conhecimento
Aula 10   Estilos de liderança e gestão do conhecimentoAula 10   Estilos de liderança e gestão do conhecimento
Aula 10 Estilos de liderança e gestão do conhecimento
 
Aula 11 Relação com os investidores
Aula 11   Relação com os investidoresAula 11   Relação com os investidores
Aula 11 Relação com os investidores
 
Aula 9 Estruturas Organizacionais e a Gestão do Conhecimento
Aula 9 Estruturas Organizacionais e a Gestão do ConhecimentoAula 9 Estruturas Organizacionais e a Gestão do Conhecimento
Aula 9 Estruturas Organizacionais e a Gestão do Conhecimento
 
Aula 10 - Propaganda Corporativa
Aula 10 -  Propaganda CorporativaAula 10 -  Propaganda Corporativa
Aula 10 - Propaganda Corporativa
 
Aula 8 A Cultura Organizacional e a Gestão do Conhecimento
Aula 8   A Cultura Organizacional e a Gestão do ConhecimentoAula 8   A Cultura Organizacional e a Gestão do Conhecimento
Aula 8 A Cultura Organizacional e a Gestão do Conhecimento
 
Aula 9 Identidade Imagem e Reputação
Aula 9 Identidade Imagem e ReputaçãoAula 9 Identidade Imagem e Reputação
Aula 9 Identidade Imagem e Reputação
 
Aula 8 comunicação de marketing
Aula 8 comunicação de marketing Aula 8 comunicação de marketing
Aula 8 comunicação de marketing
 
Aula 7 gestão organizacional
Aula 7 gestão organizacionalAula 7 gestão organizacional
Aula 7 gestão organizacional
 
Aula 6 Modelos Mentais: conceito e análise
Aula 6  Modelos Mentais: conceito e análiseAula 6  Modelos Mentais: conceito e análise
Aula 6 Modelos Mentais: conceito e análise
 
Aula 7 Comunicação Institucional
Aula 7   Comunicação InstitucionalAula 7   Comunicação Institucional
Aula 7 Comunicação Institucional
 
Aula 4 capital intelectual
Aula 4 capital intelectualAula 4 capital intelectual
Aula 4 capital intelectual
 
Aula 6 endomarketing
Aula 6 endomarketingAula 6 endomarketing
Aula 6 endomarketing
 

Último

Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoGametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoCelianeOliveira8
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURACRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURADouglasVasconcelosMa
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbyasminlarissa371
 
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona  - Povos Indigenas BrasileirosMini livro sanfona  - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona - Povos Indigenas BrasileirosMary Alvarenga
 
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.azulassessoria9
 
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdforganizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdfCarlosRodrigues832670
 
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxEVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxHenriqueLuciano2
 
Apreciação crítica -exercícios de escrita
Apreciação crítica -exercícios de escritaApreciação crítica -exercícios de escrita
Apreciação crítica -exercícios de escritaeliana862656
 
atividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãoatividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãodanielagracia9
 
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...LuizHenriquedeAlmeid6
 
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxSlides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
A área de ciências da religião no brasil 2023.ppsx
A área de ciências da religião no brasil  2023.ppsxA área de ciências da religião no brasil  2023.ppsx
A área de ciências da religião no brasil 2023.ppsxGilbraz Aragão
 
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxBaladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxacaciocarmo1
 
As variações do uso da palavra "como" no texto
As variações do uso da palavra "como" no  textoAs variações do uso da palavra "como" no  texto
As variações do uso da palavra "como" no textoMariaPauladeSouzaTur
 
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREVACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREIVONETETAVARESRAMOS
 
Ser Mãe Atípica, uma jornada de amor e aceitação
Ser Mãe Atípica, uma jornada de amor e aceitaçãoSer Mãe Atípica, uma jornada de amor e aceitação
Ser Mãe Atípica, uma jornada de amor e aceitaçãoJayaneSales1
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...nexocan937
 

Último (20)

Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e femininoGametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
Gametogênese, formação dos gametas masculino e feminino
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
 
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURACRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
 
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbv19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
v19n2s3a25.pdfgcbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbbb
 
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona  - Povos Indigenas BrasileirosMini livro sanfona  - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
 
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
 
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdforganizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
 
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxEVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
 
Apreciação crítica -exercícios de escrita
Apreciação crítica -exercícios de escritaApreciação crítica -exercícios de escrita
Apreciação crítica -exercícios de escrita
 
atividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãoatividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetização
 
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE” _
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE”       _“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE”       _
“O AMANHÃ EXIGE O MELHOR DE HOJE” _
 
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
 
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxSlides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
 
A área de ciências da religião no brasil 2023.ppsx
A área de ciências da religião no brasil  2023.ppsxA área de ciências da religião no brasil  2023.ppsx
A área de ciências da religião no brasil 2023.ppsx
 
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxBaladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
 
As variações do uso da palavra "como" no texto
As variações do uso da palavra "como" no  textoAs variações do uso da palavra "como" no  texto
As variações do uso da palavra "como" no texto
 
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREVACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
 
Ser Mãe Atípica, uma jornada de amor e aceitação
Ser Mãe Atípica, uma jornada de amor e aceitaçãoSer Mãe Atípica, uma jornada de amor e aceitação
Ser Mãe Atípica, uma jornada de amor e aceitação
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
 
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
 

Introdução à comunicação empresarial

  • 2. A HISTÓRIA DA COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL NO BRASIL
  • 3. DOS ESTADOS UNIDOS PARA O MUNDO A Comunicação Empresarial surgiu nos Estados Unidos, no início do século. Mais precisamente em 1906. Naquele ano, em Nova Iorque, Ivy Lee decidiu deixar o jornalismo de lado para montar o primeiro escritório de Relações Públicas do mundo.
  • 4. Lee mudou de atividade com o objetivo de recuperar a credibilidade perdida pelo poderoso empresário John D. Rockfeller. Rockfeller era, na época, o mais odiado de todos os empresários dos Estados Unidos. Motivo: assim como os mais destacados donos de empresas daquele país, ele vinha sendo acusado de combater impiedosamente as pequenas e médias organizações.
  • 5.
  • 6. Era "feroz, impiedoso e sanguinário". E não media esforços em busca do seu principal objetivo: o monopólio ou melhor: o lucro fácil que o monopólio acabava gerando. Para ele, Ivy Lee era o único caminho que imaginava para evitar novas denúncias, "a partir de uma nova atitude de respeito pela opinião pública". Até então a opinião pública não tinha a menor importância para ele.
  • 7.
  • 8.
  • 9. O escritório criado por Lee passou a fornecer à imprensa "notícias empresariais para serem divulgadas jornalisticamente e não como anúncios ou como matéria paga". “Eram informações corretas, de interesse e de importância para o público". Eram informações tão honestas, segundo podemos concluir, que acabavam evitando novas denúncias contra os empresários mal falados. Mas, como Lee conseguiu convencer a imprensa de que seu trabalho era sério, honesto e profissional? O que ele fez para vencer a barreira e a desconfiança que tantas dores de cabeça e decepções, tantos prejuízos, enfim, geraram para todos os profissionais sérios e honestos que há décadas vêm tentando fazer Comunicação Empresarial no Brasil?
  • 10. O primeiro encarregado de Relações Públicas do mundo conseguiu sucesso imediato e prolongado, ganhou dinheiro e fez escola, porque, segundo Hebe Wey, (pesquisadora americana) escreveu e adotou uma carta de princípios que até hoje representa "uma excelente orientação para os especialistas modernos"
  • 11. Carta de Princípios "Este não é um serviço de imprensa secreto. Todo o nosso trabalho é feito às claras. Nós pretendemos fazer a divulgação de notícias. Isto não é um agenciamento de anúncios. Se acharem que o nosso assunto ficaria melhor na seção comercial, não o usem. Nosso assunto é exato. Mais detalhes, sobre qualquer questão, serão dados prontamente e qualquer diretor de jornal interessado será auxiliado, com o maior prazer, na verificação direta de qualquer declaração de fato. Em resumo, nosso plano é divulgar prontamente, para o bem das empresas e das instituições públicas, com absoluta franqueza, à imprensa e ao público dos Estados Unidos, informações relativas a assuntos de valor e de interesse para o público". (IVY LEE)
  • 12. O trabalho de Ivy Lee para seu cliente fez tanto sucesso junto à imprensa e à opinião pública, que Rockfeller passou de "patrão sanguinário" a "benfeitor da humanidade".
  • 13.
  • 14. Lee morreu "por volta de 1935, quando dirigia o Departamento de Relações Públicas da Chrysler". E deve ter morrido feliz, porque a atividade que ele inventara havia sido adotada em inúmeras empresas e órgãos públicos. Passara a ser estudada, inclusive, em universidades do porte e do prestígio de Yale, Harvard e Colúmbia, que criaram cadeiras específicas e começaram a formar especialistas em Relações Públicas.
  • 15. Dos Estados Unidos, as Relações Públicas foram sucessivamente para o Canadá (1940), França (1946), Holanda, Inglaterra, Noruega, Itália, Bélgica, Suécia e Finlândia (1950) e Alemanha (1958). Segundo a estudiosa Monique Augras, nos Estados Unidos, em 1936, seis em cada grupo de 300 empresas tinham serviços de Relações Públicas; em 1961, a relação era de 250 em 300; em 1970, beirava 100%.
  • 16. NO BRASIL, A PARTIR DE JK
  • 17. As Relações Públicas e, por consequência, as atividades de Comunicação Empresarial, vieram para o Brasil nos anos 50, com as indústrias e as agências de propaganda dos Estados Unidos. Chegaram atraídas pelas vantagens oferecidas pelo governo do presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira. JK havia assumido a Presidência da Republica em meados dos anos 50 com a disposição de fazer "50 anos em 5". Consequentemente, ele criou condições para que viessem para o Brasil as primeiras montadoras de veículos automotores. Fábricas de produtos de higiene, também. Como a Colgate Palmolive, onde se iniciaram na Comunicação Empresarial profissionais como Vera Giangrande e Antônio De Salvo. Segundo De Salvo, o primeiro RP do Brasil foi Rolim Valença, que em 1960 começou a aprender a profissão na J. W. Thompson. Três anos depois ele criou a primeira agência de Relações Públicas do país, a AAB.
  • 18. Foi também por volta de 1960 que Antônio De Salvo começou a visitar as redações de jornais em São Paulo, capital e interior. Ele fazia o trabalho ingrato de convencer os editores a dar notícias a respeito das atividades e produtos da empresa onde trabalhava. Naquela época – segundo De Salvo da ADS – “os jornais não publicavam notícias de economia, quanto mais de empresas. As notícias eram de literatura, cultura, esportes, política, religião etc.” "Fui obrigado a convencê-los de que as empresas e seus produtos também mereciam ser notícias", disse De Salvo.
  • 19. O QUE É COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL
  • 20. Qual foi a principal atividade desenvolvida pelo jornalista Ivy Lee, assim que ele estabeleceu o primeiro escritório de Relações Públicas em Nova Iorque, em 1906? Para recuperar a imagem do empresário John D. Rockfeller, conhecido como "patrão sanguinário", Lee escrevia notícias a respeito das atividades de suas empresas. Em seguida, dirigia-se às redações para convencer os editores de jornais a publicá-las como notícias e não como anúncios ou matérias pagas. No Brasil – e certamente em todos os outros países – aconteceu exatamente o mesmo. Conclusão: há mais de 90 anos os RPs faziam exatamente aquilo que é mais comum entre os assessores de imprensa: elaboração e distribuição de notícias.
  • 21. Mas como Lee precisava de fatos para ter notícias, ele começou a interferir no dia-a-dia do seu cliente. E a primeira providência que tomou foi derrubar barreiras entre Rockfeller e o público. Imediatamente, o empresário dispensou sua segurança e passou a circular sem os guarda-costas que o acompanhavam 24 horas por dia. Depois, Lee fez com que Rockfeller cooperasse com o Congresso nas investigações a respeito das denúncias de que ele havia mandado atirar nos seus funcionários em greve. Pelo seu ineditismo, essa atitude foi destacada positivamente pela imprensa. Por fim, Lee fez com que Rockfeller criasse numerosas fundações de interesse público. Entre elas a Fundação Rockfeller para Pesquisa Médica. Foi a partir daí que o maior empresário da época acabou reconhecido como "benfeitor da humanidade".
  • 22.
  • 23.
  • 24.
  • 25.
  • 26. E, no Brasil, quando foi que os profissionais de Comunicação Empresarial passaram a criar fatos que viriam a ser notícias? Certamente não foi muito depois de 1960, ano em que as Relações Públicas começaram a ser praticadas profissionalmente por aqui. Até porque tudo o que as multinacionais produziam era novidade para os brasileiros. Em especial os automóveis. E todos nós sabemos que até hoje a indústria automobilística é quem mais gera notícias de negócios e a respeito de novos produtos no Brasil. Foi assim que surgiram os eventos em que a Volkswagen, a Ford, a General Motors, a Fiat e outras montadoras de veículos automotores – instaladas ou não no Brasil – apresentam suas novidades para jornalistas dos mais diferentes jornais e revistas do País. No Brasil e até mesmo no exterior. Tudo sob o comando de relações públicas e jornalistas. De profissionais de Comunicação Empresarial, enfim.
  • 27. Foi assim também que surgiram as entrevistas coletivas e os tradicionais almoços de fim de ano, quando as empresas reúnem repórter, pauteiros, editores e diretores de redação para anunciar os resultados do ano que termina, os planos para o ano novo e, de quebra, dar um bom brinde para cada um. Diante de tudo isso vemos que no Brasil os profissionais de Comunicação Empresarial atuam nas diferentes frentes da Comunicação Social ou de Massa.
  • 28. Eles criam e organizam eventos os mais diferentes; geram fatos; elaboram notícias; fazem com que essas notícias sejam veiculadas por jornais, revistas, agências noticiosas, emissoras de rádio e televisão, nos fac-símiles como Jornalistas & Cia., na Internet e até em painéis eletrônicos (como o que temos na Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, na esquina das Ruas da Mooca e José Antônio de Oliveira, na Mooca, em São Paulo); criam e veiculam campanhas institucionais; formulam e executam políticas, planos e estratégias de comunicação para governos, empresas e entidades do terceiro setor (ONGs, sindicatos patronais e de trabalhadores, partidos políticos etc.); estruturam e administram serviços de atendimento ao consumidor; planejam e editam publicações as mais variadas, em forma de revistas, boletins e jornais;
  • 29. idem em relação a programas internos de rádio e televisão; idealizam e produzem clippings impressos e eletrônicos; alguns com mais de uma edição por dia e não raro ao longo dos sete dias da semana, incluindo feriados e dias santos, Natal e ano- novo (como o que a Imprensa Oficial está fazendo para o Governador de São Paulo); atuam como lobistas e ombudsman; escrevendo discursos e artigos; criando e atualizando páginas na Internet.
  • 30. FATOS RELEVANTES NO BRASIL Os profissionais de Comunicação Empresarial que se aventuraram a fazer o meio de campo entre seus clientes ou patrões (representados por empresas, empresários, órgãos públicos e seus dirigentes/políticos) e a imprensa (jornais, revistas, rádios, tevês etc.) enfrentaram os mais variados tipos de preconceito e discriminação ao longo de muitos anos. No início, a culpa era dos profissionais de redação. Eles não conheciam as peculiaridades e não entendiam as sutilezas do trabalho dos jornalistas e dos profissionais de Relações Públicas que iam aos veículos levar notícias. Foi preciso muita paciência e dedicação para abrir espaço nas páginas de nossas principais publicações dos anos 60.
  • 31.
  • 32.
  • 33. Wladimir Herzog Jornalista, que segundo nota oficial se suicidou com o seu próprio cinto.
  • 34. Depois, com o advento da ditadura militar e o consequente crescimento da corrupção, a partir de 31 de março de 1964, muitos empresários, políticos e até mesmo assessores de imprensa, todos inescrupulosos, não resistiram à tentação de dar bons presentes aos jornalistas. Presentes e às vezes até empregos fantasmas. E com os chamados jabaculês eles compraram alguns repórteres, redatores e editores que abriram a eles espaços indevidos.
  • 35.
  • 36. Essa prática acabou gerando má vontade cada vez maior por parte dos jornalistas honestos em relação a toda a categoria dos assessores de imprensa. Como era cada vez mais difícil pôr notícias em veículos sérios, alguns donos de empresas de Relações Públicas e assessoria de imprensa passaram a usar um novo artifício: mandavam às redações as moças mais bonitas e bem torneadas que encontravam nas faculdades de comunicação social. E algumas, como ganhavam um salário fixo pequeno e uma gratificação interessante por notícia publicada, faziam até o que não deviam com os garanhões das redações. Por essas e outras, os profissionais sérios e escrupulosos encontravam cada vez mais dificuldades para o cumprimento do dever nosso do dia-a-dia. As assessorias de imprensa só vieram a ganhar credibilidade a partir de 1978, após a última greve dos jornalistas de São Paulo. Por quê? Porque com a greve ocorreram muitas demissões nas redações e os demitidos tiveram que migrar. Muitos como empregados e outros como seus próprios patrões.
  • 37. Um exemplo: nos anos 80, os anos de ouro para a COMUNIC, os eventos patrocinados por clientes como (Volkswagen no automobilismo, Marlboro na Fórmula 1 e no motocross, Melitta, Vat 69 e Campari, entre outros, no tênis) tinham suas marcas exibidas diariamente nas páginas dos 50 maiores jornais do País e em quase todas os programas de esportes da televisão. Hoje – e ao longo de todos os anos 90 – isso só seria possível se, além de patrocinar eventos, essas marcas comprassem espaços na mídia.
  • 38. A INTERNET NA COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL A Internet mudou a vida de todos e não poderia deixar de dar sua contribuição também para quem faz Comunicação Empresarial. A partir da popularização da Internet no Brasil, em 1996, quando foi criado o Universo Online, ficou muito mais fácil enviar notícias aos jornais, revistas, rádios, tevês e agências noticiosas.
  • 39. É IMPORTANTE LEMBRAR QUE... A Comunicação Empresarial não pode ser considerada apenas uma definição de dicionário. Ou seja, simplesmente como "um conjunto de métodos e técnicas de comunicação, dentro da empresa, dirigida ao público interno (funcionários) e ao público externo (clientes, fornecedores, consumidores etc.)". Até porque definições como essas precisam ser sempre revistas em função das mudanças da sociedade e do ambiente empresarial.
  • 40. A imagem institucional de uma empresa é um ser vivo, dinâmico. Hoje, pode estar saudável, bem vista, aceita, festejada. Amanhã? Vai depender da história de hoje.
  • 41. Uma boa Comunicação Empresarial é condição primária para uma boa imagem institucional da empresa.
  • 42. Se o trabalhador não conhece a empresa na qual trabalha e não sabe qual é a filosofia que a anima, torna-se difícil estabelecer metas e passar para os consumidores e a sociedade a imagem que se deseja.
  • 43. As empresas estão aprendendo que, tão importante quanto aparecer bem, é saber escutar e interpretar o que os consumidores estão tentando lhes falar. Ainda que eles estejam à beira de um ataque de nervos.
  • 44. No mundo moderno, quem descuida da imagem é um grande candidato a colher fracassos, ao invés de lucros.
  • 45. A imagem de uma empresa é formulada a partir das informações que a comunidade recebe a esse respeito. Sem uma comunicação eficiente, a imagem será difusa ou ruim, pois será formada com base em informações incompletas ou incorretas, em presunções e boatos.
  • 46. A comunicação deve ser permanente, independentemente do comportamento do mercado ou do fato de a empresa ter ou não ações negociadas em bolsa.
  • 47. A comunicação requer agilidade e rapidez para se evitar, na imprensa, a tão prejudicial expressão: "A empresa se recusou a falar sobre o assunto" .
  • 48. Comunicação não se limita ao release, peça jornalística que ganhou força com o autoritarismo e começou a morrer com ele. O release está cada vez mais desacreditado e deve, sempre que possível, ser substituído por entrevistas.
  • 49. O primeiro e principal público de uma empresa é o seu efetivo, sem o qual todo esforço de comunicação redundará nulo.
  • 50. A comunicação não é útil, é indispensável; não é despesa, é investimento; é um processo permanente .
  • 52.
  • 53.
  • 54.
  • 56.
  • 59.
  • 60.
  • 61.
  • 62.
  • 63.
  • 64.
  • 65. Referências: AMARAL, Cláudio, A HISTÓRIA DA COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL NO BRASIL Disponível em: http://www.portal- rp.com.br/bibliotecavirtual/memoria/0095.htm, acesso em: 20/08/2015
  • 66. Relacione: (Página 12) a) Emissor b) Receptor c) Mensagem d) Canal e) Resposta ou feedback f) Ambiente g) Ruído ( ) contexto onde ocorre a comunicação ( ) aquele que decodifica e interpreta a mensagem ( ) interferência que leva à perda de informação na transmissão da mensagem ( ) reação do receptor à mensagem do emissor ( ) quem codifica a mensagem ( ) estrutura organizada de sinais pertencentes a um código ( ) meio físico que propaga a mensagem
  • 67. Relacione: (Página 12) a) Emissor b) Receptor c) Mensagem d) Canal e) Resposta ou feedback f) Ambiente g) Ruído ( F ) contexto onde ocorre a comunicação ( B ) aquele que decodifica e interpreta a mensagem ( G ) interferência que leva à perda de informação na transmissão da mensagem ( E ) reação do receptor à mensagem do emissor ( A ) quem codifica a mensagem ( C ) estrutura organizada de sinais pertencentes a um código ( D ) meio físico que propaga a mensagem
  • 68. Questões: (Página 13 da Apostila) 1 – Por que a comunicação é a base da existência de qualquer organização? 2 – Por que as organizações ainda temem em acreditar na comunicação empresarial? 3 – Comente sobre a diferença de cultura comunicacional entre o Brasil e os países estrangeiros. Justifique sua resposta. 4 – Diferencie tática de estratégia e identifique suas fontes de pesquisa.