O que é carvão mineral? E como é se formado?O carvão mineral é um sedimento fóssil, composto principalmente decarbono, hid...
Tipos de Carvão Mineral      A    turfa,     de    baixo     conteúdocarbonífero, constitui um dos primeirosestágios do ca...
Recursos Energéticos
Utilidades ao longo da história- Utilizado como combustível para máquinas à vapor, comoLocomotivas, barcos etc.
Utilidades ao longo da história- Utilizado como combustível paraaquecedores, lareiras, churrasqueiras e fogões a lenha.
Utilidades ao longo da história- Na segunda guerra mundial foi utilizado para remoção degases tóxicos devido a sua capacid...
   A mineração do carvão no Brasil começou no município de Arroio dos    Ratos (RS), em 1855, com a abertura da primeira ...
Panorama de Consumo Energético NacionalSegundo dados das Centrais Elétricas Brasileiras S. A.(ELETROBRÁS), o consumo de en...
Panorama de Consumo Energético NacionalNa tabela apresenta-se uma projeção da demandaenergética nacional para 2011 a 2015,...
Ao projetar a diversificação da matriz nacional, o Plano Decenal deExpansão de Energia Elétrica (PDEE 2006/2015 – MME/EPE,...
Extração do carvão mineral no Brasil
Processo IGCC       Define-se IGCC ( Integrated GasificationCombined Cycle – Ciclo Combinado com GaseificaçãoIntegrada) co...
Processo IGCCO IGCC vem se desenvolvendo a partir da combinação de duastecnologias: a geração de energia em ciclo combinad...
Para a utilização do carvão nacional, as tecnologias que apresentam melhores perspectivas de aplicaçãocomercial são, atual...
REFERÊNCIASHOFFMANN, B. S. O ciclo do combinado com gaseificação integrada e capturade CO²: uma solução para mitigar as em...
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  1. 1. O que é carvão mineral? E como é se formado?O carvão mineral é um sedimento fóssil, composto principalmente decarbono, hidrogênio e oxigênio, formado a partir de restos vegetais submetidos acondições extremas de temperatura e pressão durante muito tempo. Na maior parte domundo, os depósitos se acumularam no período Carbonífero, entre 359 e 245 milhõesde anos atrás.No Brasil, as bacias de carvão, distribuídas quase em sua totalidade entre os estadosde Santa Catarina e Rio Grande do Sul, começaram a se formar no Permiano, há cercade 210 milhões de anos. Por causa de diferenças na constituição da flora da época e doregime de deposição de sedimentos, o carvão bruto extraído em solo brasileiro, comaltos teores de cinza e enxofre, é considerado de baixíssima qualidade.
  2. 2. Tipos de Carvão Mineral A turfa, de baixo conteúdocarbonífero, constitui um dos primeirosestágios do carvão, com teor de carbono naordem de 45%; o Lenhite apresenta umíndice que varia de 60% a 75%; o carvãobetuminoso (hulha), mais utilizado comocombustível, contém cerca de 75% a 85% decarbono, e o mais puro dos carvões; oantracite, apresenta um conteúdocarbonífero superior a 90%. Da mesma forma, os depósitos variamde camadas relativamente simples epróximas da superfície do soloe, portanto, de fácil extração e baixo custo, acomplexas e profundas camadas, de difícilextração e custos elevados.
  3. 3. Recursos Energéticos
  4. 4. Utilidades ao longo da história- Utilizado como combustível para máquinas à vapor, comoLocomotivas, barcos etc.
  5. 5. Utilidades ao longo da história- Utilizado como combustível paraaquecedores, lareiras, churrasqueiras e fogões a lenha.
  6. 6. Utilidades ao longo da história- Na segunda guerra mundial foi utilizado para remoção degases tóxicos devido a sua capacidade absorvente sendoum material extremamente poroso
  7. 7.  A mineração do carvão no Brasil começou no município de Arroio dos Ratos (RS), em 1855, com a abertura da primeira mina do país. São três os grandes momentos da mineração do carvão no Brasil. A exploração teve impulso inicial durante a Primeira Guerra Mundial, quando houve queda na importação de carvão de outros países. O segundo boom veio no governo de Getúlio Vargas, na década de 1930, com um decreto que estabeleceu obrigatoriedade do consumo de uma cota mínima de carvão nacional. Com a crise do petróleo, após a Segunda Guerra, a indústria carbonífera brasileira ganhou novo impulso. Em 1990, o presidente Fernando Collor derrubou a obrigatoriedade de uso de carvão nacional e o setor entrou em recessão. Em 2010, segundo a Associação Brasileira de Carvão Mineral, o Brasil produziu cerca de 5,4 milhões de toneladas de carvão. Outros 14,2 milhões de toneladas foram importados naquele ano. Segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica, os estoques brasileiros chegam a 7 bilhões de toneladas, o que corresponde a 1% das jazidas globais. Desse total, 99,66% encontram-se nos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina; 0,32% no Paraná e 0,02% em São Paulo.
  8. 8. Panorama de Consumo Energético NacionalSegundo dados das Centrais Elétricas Brasileiras S. A.(ELETROBRÁS), o consumo de energia elétrica no Brasilcresceu mais de 1.100% no últimos 40 anos, a uma taxamédia de 6,75% ao ano. O crescimento mais expressivoocorreu na década de 70, no período denominado “Milagre econômico”, quando o consumo energéticocresceu a taxas superiores a 10% ao ano. Sendoprincipalmente as hidrelétricas responsáveis por atender ocrescimento na demanda nacional, é necessáriodiversificar a matriz energética a fim de garantir aestabilidade no fornecimento e evitando apagões.
  9. 9. Panorama de Consumo Energético NacionalNa tabela apresenta-se uma projeção da demandaenergética nacional para 2011 a 2015, considerandodois cenários para o crescimento médio anual daeconomia brasileira, de 4,87% para um baixodesempenho e 5,04% num cenário econômicofavorável (REGO, 2004). Para este cálculoconsiderou-se todas as modalidades deconsumidores, sendo estes:industriais, residenciais, comerciais, rurais, iluminaçãoe serviço público.
  10. 10. Ao projetar a diversificação da matriz nacional, o Plano Decenal deExpansão de Energia Elétrica (PDEE 2006/2015 – MME/EPE, 2006) prevêa expansão da utilização do carvão. Tanto que o Governo Federaldestinou R$ 58 milhões do Programa de Aceleração do Crescimento(PAC) a essas usinas. Dois empreendimentos já se encontram em construção e devem entrarem operação até 2010 na região Sul: Jacuí e Candiota III, cada um compotência de 350 MW. Além disso, em julho de 2008 outros cincoprojetos, com potência total de 3.148 MW, se encontravam em fase deestudos de viabilização técnico-econômica e socioambiental, segundoregistra o Plano Nacional de Energia 2030. A maioria utilizará carvãonacional. No entanto, projetos de usinas localizadas nas proximidadesde portos que já detêm estrutura para recepção e transporte do carvãodestinado à indústria preveem utilizar o combustível importado. É o casodas termelétricas previstas para o Ceará e Maranhão, que devem entrarem operação até 2012: Pecém (com 700 MW de potência instalada naprimeira fase e 360 MW na segunda) e Termomaranhão, com 350 MW depotência.
  11. 11. Extração do carvão mineral no Brasil
  12. 12. Processo IGCC Define-se IGCC ( Integrated GasificationCombined Cycle – Ciclo Combinado com GaseificaçãoIntegrada) como um processo para geração de energiaelétrica através da gaseificação do carvão, por meio deturbinas á gás e a vapor, sendo que a novidade residena integração destas turbinas para a geração de energiaelétrica.
  13. 13. Processo IGCCO IGCC vem se desenvolvendo a partir da combinação de duastecnologias: a geração de energia em ciclo combinado e a gaseificaçãode combustíveis sólidos, conforme ilustra a figura 1. A geração do ciclocombinado se destaca pela sua alta eficiência: enquanto a eficiêncianominal de uma termelétrica a gás em ciclo simples atinge de 33% a42%, na geração em ciclo combinado se alcançam eficiências nominaisde 59%, se referindo ao poder calorífero inferior (DOLEZAL,2001). Syngas: Gás pobre
  14. 14. Para a utilização do carvão nacional, as tecnologias que apresentam melhores perspectivas de aplicaçãocomercial são, atualmente, a combustão pulverizada e o leito fluidizado.Tanto que as usinas de Jacuí e Candiota III utilizam a combustão pulverizada. Outros dois projetos, ausina Sul Catarinense e a Seival, no Rio Grande do Sul, utilizarão, respectivamente, a combustão em leitofluidizado circulante e a combustão pulverizada, segundo o Plano Nacional de Energia 2030. Em todasserá possível utilizar, total ou quase totalmente, o carvão bruto, sem necessidade de beneficiamento.
  15. 15. REFERÊNCIASHOFFMANN, B. S. O ciclo do combinado com gaseificação integrada e capturade CO²: uma solução para mitigar as emissões de CO² em termelétricas acarvão em larga escala no curto prazo? Dissertação (Mestrado emplanejamento energético), COPPE, Rio de Janeiro, 2010.ORTIZ, P. A. S. Avaliação técnico-econômica de sistemas IGCC utilizandocoque de Petróleo e carvão mineral como combustível. 141 p. Dissertação(Mestrado em energia mecânica), Universidade Federal de Itajubá, 2011.Disponível em https://adm-net-a.unifei.edu.br/phl/pdf/0038056.pdf. Acesso em:31/05/2011.REGO, E. E. Avaliação da viabilidade de um empreendimento de geração deenergia hidrelétrica .129p. Monografia (Bacharel em Ciências Econômicas) ,Universidade de São Paulo, São Paulo, 2004 .ABCM - Associação Brasileira de carvão mineralhttp://www.carvaomineral.com.br/interna_conteudo.php?i_subarea=8&i_area=4IMAGENS: Google

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