1                                                SKYLAR                    Ela acordou sentindo o coração bater forte, mas...
2                    Entrou no carro e se foi. Não sabia para onde ia. Não tinhacompanhia, então teria que ser em um lugar...
3                   Não queria preenchê-la com sexo. Não queria preenchê-lacom qualquer pessoa. Não queria preenchê-la com...
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7                      - O que será que houve com ele? Lembro que ele se casoucom uma garota e tiveram um filho ou uma fil...
8                    Fazendo um carinho leve em sua mão, Augusto falou:                    - Bom, o que importa é levantar...
9                  - Nem eu. Escuta, você gostaria de ir pra outro lugar?                  - Sinceramente? Gostaria sim.  ...
10                   Skylar entrou no carro e sentiu suas pernas tremerem.Acendeu um cigarro e foi dirigindo. Estavam bem ...
11                    - Sky desceu e ficou fumando do lado de fora do carro.Olhou para cima. O céu estava incrivelmente es...
12                   - ah não é bem assim. A gente tem a mania de achar que oproblema da gente é sempre maior que o dos ou...
13                   - Meu Deus!                   - Não é lindo? [perguntou ele]                   - Meu Deus, estou sem ...
14                   Fitaram-se em silêncio. Sky passou a língua pelos lábios.Augusto fitou os lábios molhados de Skylar e...
15                  - Você também é romântico seu bobo. [os dois sorriram umpara o outro]                  Em silêncio, to...
16                   - Ainda com frio?                   - Não.                   Augusto fitou-a nos olhos.... seus lábio...
17                    Os dedos de Sky subiram do peito de Augusto e foram até oseu pescoço. Ela o acariciava com carinho e...
18                   Augusto fechou as cadeiras e colocou-as de lado. Pegououtra manta e estendeu na traseira da camionete...
19                     Estava difícil conter as mãos e a vibração dos seus corpos.Tentando amenizar seus desejos, Skylar d...
20                   - Sky, eu não estou com sono, e você?                   - Também não. Por quê?                   - Va...
21                   - Pois eu tenho pressa sim. Quero muito curtir esse dia comvocê.                   Sorrindo um para o...
22                  Dirigiram-se ao parque conversando sobre amenidades. Odia estava lindo. O sol brilhava, o céu estava a...
23perfeito. Augusto tratava-a com carinho e atenção e não forçava nada. Tudoacontecia naturalmente entre os dois.         ...
24Venho pra cá todo final de semana ou até mesmo, algum dia da semana,quando quero relaxar de um dia estressante. [falou e...
25                   As paredes do lado esquerdo e frente eram cobertas devidro, mostrando uma vista espetacular do lago e...
26                   Augusto apertou os botões na parede do lado de fora e asluzes da piscina se acenderam, mostrando as p...
27lotado de pelos, tudo era lindo nele. Sentindo os olhos dela passeando peloseu corpo, Augusto corou um pouco e sorriu se...
28                   - Nem eu Sky. Fazia muito tempo que não me sentia tãofeliz e nem sei se algum dia eu cheguei a sentir...
29                   - Sim, Augusto. Já está sendo mágico.                   Ainda acariciando firmemente um dos seus seio...
30                  Desceu uma das mãos até suas coxas e acariciou toda suaperna. As respirações se entrecortavam. Estavam...
31                   Sentindo-o inteiramente dentro de si, Sky gemia sem parar,murmurava palavras desconexas, o acariciava...
32                     Sky apertou as coxas, contendo o jorro dentro de si. Elafazia movimentos de pompoarismo em Augusto....
33                  Quando sua língua tocou o sexo de Sky, ela sentiu quepodia morrer naquele momento, que morreria feliz....
34sentia muita vontade de dizer isso a ele, mas não sabia qual seria a suareação. De repente, sem que conseguissem se cont...
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  1. 1. 1 SKYLAR Ela acordou sentindo o coração bater forte, mas não quisabrir os olhos. Aquela sensação que estava sentindo, ela queria guardar prasempre! Suspirou profundamente. Queria voltar a dormir. Virou seu corpo parao outro lado da cama, fechou os olhos e sorriu. Estava uma noite estrelada. Skylar não saía há bastantetempo. Nessa noite, algo estranho acontecia com ela. Não conseguia sentirprazer em nada que habitualmente fazia. Andou de um lado para o outro dentrode sua própria casa. Saiu até o jardim, respirou fundo e nada! Estavaimpaciente. Não sabia o que estava sentindo. Precisava sair, estava sufocandoali dentro. Subiu as escadas que levavam ao seu quarto e tomou umbanho. Ficou trinta minutos em frente ao guardarroupas e não conseguia sedecidir por nada. Sua vontade era de continuar de chinelo e pijama. Escolheualeatoriamente uma calça jeans escura, uma camisa de seda branca esandálias de tiras finas pretas e salto alto. Foi até o espelho. Seu rosto mostrava marcas de umprofundo cansaço mental e a preguiça de sair quase a impediu de terminar dese arrumar, mas, decidida, passou lápis nos olhos e apenas um brilho pararealçar seus lábios rosados. Arrumou os longos cabelos, deixando as pontasnaturalmente enroladas descer pelas costas. Desceu as escadas vagarosamente por causa dassandálias. Avisou às filhas que iria sair e pegou as chaves do carro. Olhou emsua volta pensando se não estaria esquecendo alguma coisa. Pegou a bolsa,colocou o celular no pequeno compartimento em seu interior, pegou um maçode cigarros, mas, na dúvida, voltou e pegou mais um na gaveta, um isqueiro eo seu Ipod. Colocou um pouco de perfume atrás das orelhas, nos pulsos e nascostas.
  2. 2. 2 Entrou no carro e se foi. Não sabia para onde ia. Não tinhacompanhia, então teria que ser em um lugar público onde não seria muitoobservada só por estar sozinha, então não poderia também ser em um bar, sebem que ela não iria mesmo sozinha a um bar, não era o que Skylar estavaacostumada. Ainda sem se decidir, ela tomou a via expressa. A descidaera longa, porém, rápida. Ligou seu Ipod e começou a cantar alto as músicasque ela apreciava. Sentindo o vento em seu rosto e cabelos, ela começava ase sentir melhor e livre. Sorriu para si mesma. Acendeu um cigarro e colocouuma bala na boca. Quando chegou ao fim da via, ela teria que tomar umadecisão, pois só havia três caminhos a seguir. Deixou que a intuição a levassepara o Sul. Se não desse certo, bastava retornar e começar de novo. Sempre gostou de dirigir. Ela se sentia livre com o ventotocando seu rosto. Era como se nenhum problema existisse. Mas a palavra“problema” trouxera-lhe pensamentos que não queria enfrentar àquelemomento, mas não tinha como impedi-los de se aproximarem. Seus olhos perderam o brilho e ela parou de sorrir. Pensouem sua vida e no que ela se transformara nos últimos três anos. Entregara-se aum amor fadado a ser uma ilusão desde o princípio. Saíra de um casamentosólido, mas que já não a satisfazia. Fizera uma cirurgia complicada naesperança de se sentir mais segura. Ficara doente. Perdera sua melhor amiga.Isolara-se de tudo e de todos. Não estava acostumada a ficar sozinha e isso lhe doíaterrivelmente no peito, porém, o isolamento parecia ser necessário na escaladade mais um degrau de sua vida. Passara a conversar mais com Deus e aperceber melhor as pessoas e tudo o mais que lhe cercava. As mínimas coisas que fazia antes já não tinha maissentido. Percebia que levava uma vida medíocre. Só pegava os trabalhos quequeria. Não tratava bem os clientes. Já não cumpria os prazos pré-estabelecidos. Seu copo estava vazio, sua vida estava vazia.
  3. 3. 3 Não queria preenchê-la com sexo. Não queria preenchê-lacom qualquer pessoa. Não queria preenchê-la com qualquer trabalho, queriaalgo que a satisfizesse. Queria algo mais sólido. Queria encontrar o prazer noamor sincero, não apenas físico, mas material e psicológico. O primeiro passo foi terminar o Mestrado. Agora ela sesentia melhor. Sua vida profissional já estava encaminhada. Recebera umconvite irrecusável. Antes que continuasse com os pensamentos, ela se viudiante de um grande Shopping. Parou o carro e pensou em entrar e assistir aum filme. Desligou o carro, pegou sua bolsa e desceu. Sua testa começava asuar e suas mãos tremiam de insegurança. Pegou um lenço de papel, enxugoua testa e decidiu levantar a cabeça e seguir em frente. Era hora de enfrentar o“público”. Entrou no Shopping e andou vagarosamente por entre asinúmeras vitrines. Não via o rosto das pessoas. Ainda tremia e queria tomaralguma coisa para se sentir melhor. Parou em um Restaurante e pediu umalata de cerveja. Despejou em um copo e tomou vagarosamente, sentada emum banco. Sentiu vontade de acender um cigarro, mas ali era proibido e elanão gostava de incomodar as pessoas. Levantou-se mais calma, o corpo começando a relaxar epassou uma hora olhando lindas sandálias e bolsas nas vitrines. Logo se viudiante de um lugar que ela adorava: a livraria. Sorrindo, decidiu entrar e olhar os títulos. Sabia que emcasa tinha quatro livros novos que ainda não lera e que ganhara de natal, mas,mesmo assim, queria saber se havia alguma promoção e quais eram oslançamentos. Ela sorriu para si mesma. Sabia que era uma viciada em livros.
  4. 4. 4 Pegou uma pilha de cinco livros que achou interessante elevou para o “cantinho da leitura”, um lugar reservado ao fundo, com apenasalgumas mesas, que ficava à esquerda da loja. Havia um casal sentado numamesa, adolescentes rindo e comentando um livro em outra, duas mulheressozinhas e um homem de costas. Skylar não prestou atenção em ninguém,apenas sentou-se e começou a ler a sinopse dos livros. Ficou ali sentada uma hora e decidiu levar dois livros.Levantou-se e foi até as prateleiras devolver os outros três livros que nãolevaria. Estava procurando o local certo quando deixou um dos livros cair.Abaixou-se e sua mão tocara o livro na mesma hora que outro rapaz decidirafazer o mesmo. Seus olhos se encontraram. Skylar abriu um sorriso dereconhecimento. - Augusto! Oi! - Puts, você se lembra do meu nome! Desculpe-me, masesqueci o seu nome, você é a irmã do Felipe, certo? - Sim! Sou Skylar, como vai? Os dois se levantaram, envergonhados por ainda estaremquase ajoelhados no chão da livraria. - Skylar, oi, eu estou bem e você? - Bem, na medida do possível. Eles se fitaram sem graça. Parecia não haver assunto. - Você vem sempre aqui? [perguntaram ao mesmo tempo] Rindo, Skylar respondeu: - Não, pra falar a verdade, é a primeira vez que venho aqui,e você? - Eu.... sim, sempre venho aqui. Gosto muito de ler e hojeprecisava comprar uns livros para o trabalho. - Ah, que bom.
  5. 5. 5 - Skylar, eu fiquei sabendo da sua amiga, eu senti muito,você sabe como todos do nosso grupo gostavam dela. Os olhos de Skylar escureceram e uma sombra de tristezapassou por eles. - Sim Augusto, eu sei como todos gostavam dela. Foi umaperda muito difícil para todos nós. - E como está a sua família? - Estão todos bem. Você soube que meu irmão se mudoude cidade não é? - Sim, fiquei sabendo. Eu fui até lá passar uns dias eencontrei com ele. - Ah que bom. Eu gosto muito daquela cidade. - Eu também! - Escuta Skylar, você tem algum compromisso, estáesperando alguém? De repente eu estou aqui te incomodando e você podeestar com pressa. - Não, não! Eu não tenho compromisso algum e não estouesperando ninguém.... e você? - Também não. Vim sozinho. Olhando pensativa para ele, ela iniciou uma conversa. - Então, você gosta de ler? Eu adoro! Sou devoradora delivros. Sorrindo, Augusto respondeu: - Eu também gosto muito de ler. Você já terminou deescolher os seus livros? - Sim, já, e você? - Eu também. Que tal a gente tomar alguma coisa ali fora napraça? - Ah eu topo. Vamos pagar os livros então.
  6. 6. 6 - Vamos! Apoiando a mão em suas costas gentilmente, Augustoacompanhou Skylar até o caixa. - Skylar, eu já li esse livro, você vai gostar muito, ele falouapontando para um livro que ela carregava. - Ah que bom, eu realmente gostei da sinopse. Próximo! Diz a caixa á sua frente. Skylar entregou os dois livros e fitou Augusto sem graça. Uau, ele continuava lindo como ela se lembrava. A únicadiferença eram os cabelos. Quando o conheceu há alguns anos, ele usava oscabelos lisos e negros até os ombros. Tinha os olhos e sorrisos marcantes eera alto, muito alto. Skylar tinha que levantar bastante a cabeça para fitar seusolhos. Augusto sorriu para ela e ela sentiu seu rosto ruborizar.Desviou os olhos, pagou os livros e esperou Augusto pagar os dele. Saíram juntos da loja e foram direto para uma mesa decanto. - O que você gostaria de beber? [perguntou ele] - Pode ser uma cerveja, bem gelada, que tal? - Ótimo! Falou ele sorrindo. Enquanto ele caminhava até o balcão para fazer os pedidos,Skylar o observava discretamente. Mordeu os lábios nervosamente. Augustoestava de Jeans escuros e uma camisa branca com as mangas enroladasacima dos cotovelas, que combinava perfeitamente com a pele bronzeada.
  7. 7. 7 - O que será que houve com ele? Lembro que ele se casoucom uma garota e tiveram um filho ou uma filha.... não lembro bem... [pensouSkylar]. Continuou observando-o até ele retornar com duas latas decerveja e dois copos. - As cervejas estão geladinhas, no ponto! [falou ele sorrindo] - Delícia! - Vamos brindar ao nosso reencontro aqui. - Sim. Um brinde ao nosso reencontro! [respondeu Skylarsorrindo para ele]. - Então Skylar, há muito tempo que a gente não se vê. Temencontrado alguém do grupo? - Não. Nunca mais. E você, tem ido? - Também não. Andei passando por uns momentos tensos emergulhei no trabalho. - Ah... e sua esposa? [perguntou Skylar sem graça]. Passando a mão pelos cabelos, Augusto respondeu: - A gente se separou há algum tempo. Sabe como é... nãodeu certo. Meu filho está com ela, mas eu pego ele de quinze em quinze diaspara passar alguns dias comigo. Ele está a minha cara! [falou sorrindo]. - Ah que lindo! Sinto muito pela sua separação, sei como édifícil. - Foi sim, muito difícil, mas isso já passou. Suspirando, Skylar se viu sem saber o que falar. - E você Skylar, ainda casada? - Não! Separamos-nos há três anos. Eu moro sozinha comas minhas duas filhas. Também foi difícil a separação, mas agora está tudobem. Ele já refez a sua vida e falta eu refazer a minha.
  8. 8. 8 Fazendo um carinho leve em sua mão, Augusto falou: - Bom, o que importa é levantar a cabeça e não desistir dascoisas boas da vida, como uma livraria por exemplo. - É, você tem razão. [respondeu uma Skyler envergonhada,abaixando os olhos] - E você, o que tem feito de bom? [pergunta ele] - Ah... pra falar a verdade, não tenho feito muita coisa não.Faz um bom tempo que perdi a vontade de sair. - Olha, sei como é isso, eu também perdi alguém e sei queessa dor não passa, mas ameniza, acredite. Você só não pode se entregar àdor, para não se anular como pessoa. Com os olhos rasos d´água, Skylar fita Augusto em silêncio,para então, abaixar a cabeça envergonhada por estar quase chorando nafrente de uma pessoa que não via há anos. - Desculpe Augusto, eu ainda fico emocionada ao falarsobre isso. Tocando novamente em sua mão, Augusto respondecarinhosamente: - O que é isso Skylar, não é vergonha alguma demonstraros sentimentos. Aproveite que estou aqui e podemos conversar sobre oassunto, que tal? - Que tal a gente colocar o papo em dia e... se a conversasurgir novamente eu falo? - Ótimo! [respondeu Augusto com um meio sorriso]. Os dois começaram a conversar e nem viram o tempopassar. De repente, olharam em volta e viram as lojas e restaurantes fechando. - Nossa, nem vi a hora passar [falou Skylar].
  9. 9. 9 - Nem eu. Escuta, você gostaria de ir pra outro lugar? - Sinceramente? Gostaria sim. - Então vamos! Augusto apoiou suas costas e perguntou: - Onde está o seu carro? - Está em frente à entrada dos brinquedos eletrônicos e oseu? - O meu também. Seguiram em silêncio. Quando chegaram em frente aoestacionamento, descobriram que seus carros estavam lado a lado e sorriram. De repente Augusto falou: - Skylar, você ainda mora em .... - Sim. Porque? - Porque eu tive uma idéia. - Qual? [perguntou Skylar sorrindo] Olha, não quero que a noite termine assim. Está sendomuito legal conversar com você. Vamos até a sua casa levar seu carro e aí agente sai e vai pra um lugar que eu gostaria que você conhecesse. Sem graça, Skylar pensou: será que ele acha que só porqueestou sendo amiga, vai passar a noite comigo? Augusto a fitou diretamente nos olhos, como se lesse osseus pensamentos. - Skylar, não pensei em nada errado. Só queria a suacompanhia por mais tempo, nada mais. - Desculpe Augusto, falou Skyler sentindo o rosto pegarfogo. Então vamos, você me segue até a minha casa.
  10. 10. 10 Skylar entrou no carro e sentiu suas pernas tremerem.Acendeu um cigarro e foi dirigindo. Estavam bem longe de sua casa, maschegaram logo. Ela colocou o carro na garagem e entrou para avisar sua filhaque ia sair. Sorrindo, sua filha perguntou: - Com quem? Vai pra onde? - Calma filha. É apenas um amigo. Não nos víamos hámuitos anos e nos encontramos na livraria do Shopping. Vamos tomar algumacoisa num barzinho. Qualquer coisa eu ligo ta? - Ta bem mãe, divirta-se! [respondeu sua filha sorrindo] - Ok. [respondeu Skylar beijando sua filha no rosto] Augusto segurava a porta para Skylar. Sorrindo, ela colocouos pés no estribo da camionete esperando Augusto fechar a porta e dar a voltapara seguirem o caminho. - Então, pra onde vamos? [ela perguntou] - É segredo. Vamos passar primeiro em um supermercado.[falou Augusto sorrindo] - Posso fumar aqui? [perguntou Skylar] - Pode sim, eu também fumo. Seguiram a via expressa novamente. Skylar pensava nomomento que estava seguindo aquela mesma via um pouco mais cedo, sesentindo triste e vazia. Agora estava ali sorrindo e conversando com umapessoa que não via há tempos. Como era estranha a vida! Será que era aresposta que havia esperado? Pararam em frente ao supermercado e ele falou: - Agüenta aí que eu já venho! - Está bem.
  11. 11. 11 - Sky desceu e ficou fumando do lado de fora do carro.Olhou para cima. O céu estava incrivelmente estrelado. De repente, sentiu umapaz imensa invadindo o seu peito. Sorriu para si mesma e pensou em tudo quetinha acontecido desde que encontrou Augusto na Livraria. - Oi oi. Sonhando acordada? [perguntou Augusto sorrindo,chegando perto dela com três sacolas]. - Oi... respondeu sorrindo Sky. Não, eu estava pensandoaqui em como o céu está lindo! Você já viu como está? - Sim. Já vi e é por isso que eu quero te mostrar um lugar. - Humm. Será uma surpresa então? - Sim, uma surpresa que você nunca mais vai esquecer. - Oba, adoro surpresas boas. - Então vamos. Percorreram o caminho por quase 30 minutos em direçãoao Lago. Os dois conversaram sobre suas vidas. Augusto tinha se separadoporque sua ex-esposa não conseguia ser carinhosa com ele. Ela voltara aestudar e levava quase todo tipo de amigos para dentro de sua casa semavisá-lo e ele não sentia mais a paixão entre os dois, nem se sentia mais àvontade dentro de sua própria casa. Seu filho era a única coisa que conseguiasegurar o casamento dos dois. Depois de muitas tentativas, acabaram seseparando amigavelmente. Skylar contara-lhe como foi a sua separação. Ficouenvergonhada de contar detalhes e resumiu a situação para ele, que a fitouentre surpreso e penalizado com a situação. - Puts, você passou por maus bocados e eu achando que aminha história era triste.
  12. 12. 12 - ah não é bem assim. A gente tem a mania de achar que oproblema da gente é sempre maior que o dos outros, até a gente olhar para oslados e sentir vergonha do que estamos sentindo. - É verdade. Agora eu me senti envergonhado, porque oque você passou nem se compara com o que eu passei. Mas espero que vocêconsiga atravessar tudo isso e siga a sua vida em paz. - Eu já comecei a fazer isso. Agora estou me sentindo bemmelhor e em paz com as decisões que tomei diante da visão errada que eutinha do mundo e das pessoas. - Que bom ouvir você falando assim. Olha, já estamoschegando, feche os olhos. [falou Augusto sorrindo] - Você parece um menininho falando assim [falou Skysorrindo]. Ela colocou as duas mãos no rosto e abaixou a cabeça. - Não vale olhar! - Não estou olhando, juro! Gosto de surpresas! - E essa você vai adorar. Hoje o tempo está perfeito paraisso. Manobrando o carro devagar, Sky sentia os pneus subindopor uma pequena inclinação e ouviu o barulho de mato. - Não tire as mãos dos olhos ainda. Vou abrir a porta docarro. Me espera aí, falou Gustavo parando o carro e descendo. - Ok, ok! [ela respondeu sorrindo] - Vou segurar a sua mão. Confie em mim Sky. - Sim Sr. - Pronto, agora pode abrir os olhos! Skylar abriu os olhos lentamente. Estava louca pra ver oque ele tanto queria mostrar-lhe.
  13. 13. 13 - Meu Deus! - Não é lindo? [perguntou ele] - Meu Deus, estou sem palavras. - Então não fale, apenas aprecie. Ficaram lado a lado encostados na frente do carro por longotempo. Sky estava emocionada. Queria chorar de alegria. Nunca havia visto umcéu mais lindo que aquele. Fechou os olhos e agradeceu a Deus por aquelavisão. - O que está fazendo Sky? Não é para fechar os olhos e simapreciar essa bela visão. - Augusto, eu estou agradecendo a Deus por isso mesmo. Étão lindo que eu estou ... sem fala! [falou Sky com a voz embargada deemoção]. - Hey, vem cá. Augusto passou o braço por seus ombros e Sky sentiulágrimas quentes correndo por seus olhos. Jamais iria se esquecer desta noite.Era um presente maravilhoso! E vinha de alguém que ela mal conhecia,alguém que não via há tanto tempo e de repente estava ali com ela. Quesurpresa era aquela? [Ela se perguntava] - Você está melhor? É bom chorar sabia? - Sim, sim. Eu estou ótima. Desculpe pelo choro. - O que é isso. Você acha que eu também não meemociono só porque sou homem? Também senti essa vibração que vocêsentiu. - Você sentiu mesmo? [Perguntou Skylar surpresa] - Sim, bem mais do que você imagina.
  14. 14. 14 Fitaram-se em silêncio. Sky passou a língua pelos lábios.Augusto fitou os lábios molhados de Skylar e de repente sentiu vontade debeijá-los, mas não podia fazer isso. Eles acabaram de se encontrar e aquelasituação não tinha cabimento. Eles mal se conheciam... se encontravam sempre nosencontros dos amigos, mas não sabiam nada um do outro. Sempre foi em umaconfraternização, todo mundo falando ao mesmo tempo, conversando sobrecoisas banais, mas... porque então sentia aquela atração tão forte naqueleinstante? Desviando seus pensamentos, Augusto falou: - Sky, me ajuda aqui. Augusto abriu a tampa traseira do carro e subiu. PuxouSkylar para cima e abriu duas cadeiras confortáveis. Deu a volta no carro epegou as três sacolas que havia trazido do mercado. - Agora mais uma surpresa [falou ele sorrindo pra ela] - Oba! Até agora está tudo perfeito. Abrindo as sacolas, Augusto pega uma garrafa de vinho eduas taças de cristal. - Augusto, você é doido? Comprou até taças de cristal?Podia ter sido copo de plástico mesmo [falou Sky sorrindo e surpresa]. - Não. [ele respondeu sem graça]. Copo de plástico praesse momento nem combina. E na outra sacola temos salgadinhos para tira-gosto, caso você sinta fome. Ele tirou um saca-rolha de uma pequena maleta e abriu ovinho. Serviu as duas taças e olhou nos olhos de Sky. - Agora vamos brindar novamente. Sorrindo, Sky balançou a cabeça: - A nós e a esse belo céu que nos cobre como um manto. - Você é toda romântica. Gosto disso.
  15. 15. 15 - Você também é romântico seu bobo. [os dois sorriram umpara o outro] Em silêncio, tomaram um gole de vinho. Skylar lambeu oslábios de olhos fechados. O vinho era delicioso. Ela não viu Augusto fitar seuslábios mais uma vez. Quando abriu os olhos, ele estava olhando para cima. - Augusto, você já conhecia esse lugar, claro. Já veio muitoaqui? - Algumas vezes. Eu gosto de vir aqui para pensar. - Sempre veio sozinho? - Sim, sempre sozinho. - Então me sinto honrada com o convite e com a surpresa. Fitaram o céu em silêncio por muito tempo, saboreando odoce vinho. Uma brisa fez os braços de Skylar se arrepiarem. Augusto desceu,abriu a porta de trás do carro e pegou uma manta, que, carinhosamentepassou por trás de Skylar e de si mesmo. - Chega aqui mais pertinho de mim, vamos, não tenhamedo. Eu só quero curtir este momento. Sem medo, Skylar encostou seu corpo em Augusto. Elepassou um dos braços em seus ombros e ela deitou sua cabeça no ombrodele. Continuaram fitando o céu. Seus pensamentos perdidos em algum lugar,ou será que seus pensamentos estavam somente ali? - Augusto.... - Oi... ele respondeu baixo. - Estou me sentindo tão bem! - Eu também! - Não sei o que dizer... - Você continua tremendo Sky... - Sim...
  16. 16. 16 - Ainda com frio? - Não. Augusto fitou-a nos olhos.... seus lábios tremiam. Ele pegoua taça das mãos dela e colocou-as no suporte ao lado. - Sky.... - Sim... O tempo congelara. O único barulho que ouviam era o desuas respirações. Augusto foi aproximando sua cabeça da dela e os lábios seencontraram emocionados. O beijo, a princípio, foi tímido. O gosto do vinho semisturava ao de suas salivas. Skylar abriu os olhos por alguns segundos e viuo rosto de Augusto curvado sobre o seu e acima dele, as milhares de estrelasbrilhando. Aquele instante estava sendo mágico. Os lábios de Augusto eram macios. Fazia muito tempo queSky não sabia o que era um beijo. Suspirou e Augusto sorriu. Separaram-seapenas para fitar os olhos um do outro, para então aprofundarem o beijo. A língua de Augusto era gentil, porém firme. Skylar nãoqueria que aquele beijo acabasse e nem ele. Ela apoiou sua mão direita nocoração dele e sentiu as batidas fortes. Augusto segurou seu rosto com as duas mãos. Skylarsuspirou mais uma vez. Seu sonho de beijo perfeito era um homem segurarseu rosto como nunca havia acontecido. E era exatamente como ela sonhava.Estava acontecendo. Ela se sentia protegida. Não sentia medo de nada. Um pouco tímida, mas sentindo uma sensação única, Skylarafundou sua língua na boca de Augusto, fazendo-o gemer baixinho. - Sky.... - Xiuuu... fique quieto. A mão de Augusto agora passeava por entre os cabeloslongos de Sky. Ela não parava de suspirar.
  17. 17. 17 Os dedos de Sky subiram do peito de Augusto e foram até oseu pescoço. Ela o acariciava com carinho e desejo, mas ela ainda sentiamedo de irem mais além e se mostrar uma pessoa volúvel. - Augusto... [falou ela interrompendo o beijo]. - Sim? - Eu quero mais vinho. Suspirando, ele se soltou de Sky, virou-se e pegou as taçasvazias no piso do carro. Sky segurou as taças e Augusto entornou mais vinhodentro delas. Eles não paravam de se fitar. A respiração de ambos aindaestava bastante acelerada. Sabiam que tinham que ir com cuidado. Ambosestavam cansados de sofrimentos. Queriam ir devagar, trilhando passo a passoo que estavam sentindo naquele momento. - Eu sei Sky. [Ele falou como se lesse novamente ospensamentos dela] - Eu sei que você sabe. - Sim. Vamos devagar, temos bastante tempo. - Sim. Ficaram em silêncio por algum tempo tentando acalmarseus corações. - Augusto, você já leu “A cabana”? - Ah já sim. Foi um dos livros mais maneiros que já li. - Eu também! [respondeu Sky sorrindo] - Que tal a gente deitar aqui e fitar as estrelas igual Mac fezcom Jesus? - Você sabia que eu estava pensando nisso exatamenteneste momento? [Ela respondeu olhando para ele com surpresa] - Então vamos!!
  18. 18. 18 Augusto fechou as cadeiras e colocou-as de lado. Pegououtra manta e estendeu na traseira da camionete. Ficou procurando algumapoio para suas cabeças até que se lembrou do encosto de cabeça dosbancos. Ajeitou os encostos embaixo de suas cabeças e se deitaram. A sensação era tremenda. Sem aviso prévio, ambosestenderam as mãos e seguraram uma à outra. Augusto apertou a mão de Skycom firmeza, transmitindo a ela uma força que não sentia há tempos. Skylar gostou do contato de sua mão. Era macia e firme. Elase sentiu protegida, em paz. Fechou os olhos, agradeceu a Deus e abriu-osnovamente, fitando aquele céu abençoado. - O céu parece que está ao nosso alcance não é?[perguntou ele] - Sim. Posso até fazer isso... [respondeu ela sorrindo efingindo pegar algumas estrelas com a mão]. - hahahaha! Skylar apoiou o corpo sobre o cotovelo e fingiu estarjogando estrelas na cabeça de Augusto. - Você é linda, sabia? Sem graça, Sky respondeu: - Não. - Sim, você é. E seus olhos brilham tanto quanto essasestrelas. - Ah que lindo! Nunca tinha ouvido uma comparação maislinda que essa, sabia? - Não. [respondeu ele sorrindo] Ambos sorriram um para o outro sempre se fitando nosolhos. Não agüentando mais a ansiedade, Skylar abaixou seurosto e beijou Augusto. Dessa vez, ele abriu os olhos e viu as estrelas acima deSky. Sentiu uma emoção forte, fechou os olhos e se entregou ao beijo.
  19. 19. 19 Estava difícil conter as mãos e a vibração dos seus corpos.Tentando amenizar seus desejos, Skylar deitou sua cabeça no peito deAugusto e ficaram brincando com as mãos um do outro. Os dois pensando amesma coisa, além de sentirem uma paz incrível. - Sky, vamos assistir ao nascer do sol aqui? - Sim, vamos! Não quero perder este momento por nadanessa vida! - Nem eu! Tomaram o vinho, conversaram sobre os filhos. Augusto eraum pai presente e carinhoso, dava pra sentir na maneira que ele falava do filho.Por outro lado, Augusto pensava em como Sky tinha passado por tanta coisa eainda era uma mãe maravilhosa, carinhosa. Logo o céu se tingia de várias tonalidades que iam de umazul escuro ao azul claro em alguns pontos, de rosa púrpura ao lilás, delaranja... ao amarelo. - Ah que coisa mais linda [falou Sky]. - Sim, muito lindo. Eu nunca tinha ficado aqui até essa hora. - Então será uma lembrança que ambos vamos guardar prasempre. - Como vou esquecer tudo isso? Nem quero! Estou felizSky... - Eu também Augusto! Sentaram-se abraçados, a manta e os corpos se aquecendonaquele amanhecer que trazia uma brisa fria. Mas já dava pra ver que o sol iriabrilhar logo mais. Viram o sol nascer por entre as montanhas queserpenteavam o lago por entre as inúmeras casas escondidas. Ambossuspiraram.
  20. 20. 20 - Sky, eu não estou com sono, e você? - Também não. Por quê? - Vamos caminhar no parque? Sorrindo, Sky respondeu: - Sim, vamos, mas eu não vim vestida pra isso. - Então vou te levar em casa para você trocar de roupa. Eusempre levo uma maleta no carro com roupas pra eu me trocar. - Então vamos! Recolheram as cadeiras. Colocaram o encosto dos bancosno lugar. Guardaram a garrafa de vinho vazia dentro de uma sacola. Fecharama tampa traseira do carro e partiram. Porém, antes, Augusto a beijou carinhosamente. - Sky, por causa do feriado, eu só volto a trabalhar naquinta-feira que vem e você? - Eu só na outra segunda. Meu trabalho está em ... e hojeainda é sábado. - Então vamos passar esses dias juntos! Sorrindo um para o outro, Augusto ligou o carro e partirampara a casa de Sky. Seguiram o trajeto conversando. Sempre havia um assuntonovo para conversarem e descobriram inúmeras coisas que ambos gostavam. Quando chegaram à casa de Sky, ela o convidou paraentrar. Logo encontrou um bilhete onde dizia que as filhas tinham ido passar ofim de semana com o pai. - Augusto, entre e fique à vontade. Tem um banheiro aquiembaixo. Tome o seu banho que eu vou para o meu quarto tomar um banhotambém. Tem toalhas limpas no armário embaixo da pia e tudo o mais queprecisar aí. - Obrigada Sky. Não tenha pressa.
  21. 21. 21 - Pois eu tenho pressa sim. Quero muito curtir esse dia comvocê. Sorrindo um para o outro, trocaram um rápido beijo e Skysubiu as escadas até o seu quarto. Rapidamente arrumou uma maleta comalgumas peças de roupa. Tomou um banho quente e lavou rapidamente oscabelos. Ainda com o corpo molhado, passou óleo de amêndoas e se enxugou. Vestiu short jeans, uma camiseta regata preta e calçoumeias e tênis branco. Borrifou perfume nas costas, atrás das orelhas e nospulsos e desceu as escadas. Augusto estava observando os inúmeros porta-retratos naparede da sala de jantar. Ele estava vestindo bermuda azul escura, camisetabranca e calçava tênis branco. O cheiro da sua loção pós-barba chegou até asnarinas de Sky. Sorrindo, ela entrou na sala. - Já estou pronta, vamos? Virando-se, ele a observou. - Você está cheirosa. Abraçou-a e deu-lhe um beijo nos lábios. - Você também. Vamos logo, não quero perder um segundodo nosso tempo. - Sua casa é linda Sky. - Puts, que falta de educação né? Nem te apresentei aoresto da casa. - Vamos ter bastante tempo pra isso. Sorrindo, ambos saíram. Ele guardou a maleta dos dois nobanco de trás do carro e fechou as portas. Skylar deixara um bilhete às filhasavisando que estava tudo bem, que passaria alguns dias fora e que ligaria maistarde.
  22. 22. 22 Dirigiram-se ao parque conversando sobre amenidades. Odia estava lindo. O sol brilhava, o céu estava azul, sem nuvens. Desceram eforam até a pista de caminhada. Em certo momento, naturalmente, deram-seas mãos. Eles olharam um para o outro e sorriram. Estavam com os rostosdescansados, com os olhos brilhando e felizes. - Vamos tomar um sorvete? [perguntou Augusto] - Vamos [respondeu Sky, se sentindo uma criança] Chegaram no carrinho de sorvete e Sky pediu um sorvetede creme com amêndoas e Augusto de limão. Continuaram caminhando e beijavam-se vez ou outra.Sabiam que queriam mais, mas estavam indo por etapas. Não havia pressa. - Que tal almoçarmos? Estou com fome. [Ele perguntou] - Eu também [respondeu Sky]. Entraram num restaurante ali mesmo e pediram algo leve. Após o almoço, fizeram uma caminhada lenta de volta até ocarro. - Estou com um pouco de sono [falou Skylar sorrindo semgraça, com medo de estragar alguma coisa] - Eu também estou. Vamos embora, quero te mostrar umlugar. - Mais uma surpresa Augusto? - Sim, mais uma. [respondeu ele sorrindo] Entraram no carro e partiram. Estavam indo em direção aoLago novamente e fizeram o mesmo caminho que passaram a noiteobservando as estrelas e também ao nascer do sol. Skylar estava ansiosa, mas ao mesmo tempo seu coraçãoestava calmo. Tudo que tinha acontecido desde a noite anterior estava sendo
  23. 23. 23perfeito. Augusto tratava-a com carinho e atenção e não forçava nada. Tudoacontecia naturalmente entre os dois. Subindo por uma estrada um pouco deserta, chegaram atéum condomínio que Sky não conhecia. Augusto apertou o botão do controle doportão, que se abriu automaticamente e continuaram percorrendo uma ruaestreita. - O que tem aí Augusto? - Calma. Você vai ver! O carro continuou por mais ou menos 150 metros e Sky viusurgir uma pequena casa pintada de verde claro com janelas brancas maisacima. Era linda! Parecia um pequeno paraíso escondido nas montanhas. Augusto parou o carro. - Então? - Augusto, mas que lugar é este? Que casa mais linda! Quelugar lindo! - É aqui que eu moro Sky. - Sério mesmo? [perguntou Sky descendo do carro eobservando tudo. Ao redor da casa era todo gramado e florido. Havia umapiscina de tamanho médio e ao lado, um piso de madeira onde estavamalgumas espreguiçadeiras e guarda-sol. Ao lado, uma bela churrasqueira e umfogão a lenha. Tudo era muito bem decorado. - Que lugar mais lindo, que paz, que sensação incrível! - Eu amo este lugar. Eu o comprei há três anos e fuiconstruindo aos poucos do jeito que eu gostaria que fosse um lar. Tudo aqui foiescolhido por mim, apenas por mim. Além do mais, são apenas cinco casas porcondomínio e todas bem afastadas uma da outra, o que nos dá certaprivacidade. - Eu tenho um apartamento na cidade, mais perto doescritório, mas eu construí essa casa, sonhando em vir morar aqui um dia.
  24. 24. 24Venho pra cá todo final de semana ou até mesmo, algum dia da semana,quando quero relaxar de um dia estressante. [falou ele] - É perfeita! Ela olhou pra ele com os olhos brilhando. Augusto gostoudo que viu em seus olhos. Segurou sua mão e levou-a para dentro da casa. Logo na entrada, uma porta de correr, em vidro fumê, quetomava toda a parede. Adentrando na casa, Sky ficou surpresa. Tudo ali dentroera lindo e transmitia o gosto de Augusto e muita paz. Logo ela viu uma grandecozinha. O balcão estilo cozinha americana era em granito preto. As panelasnovas penduradas no teto por ganchos de ferro fundido. O fogão ficava nobalcão ao lado da pia. Havia seis bocas. Ela sorriu, pois adorava cozinhar eamava cozinhas daquele estilo. Era um sonho secreto ter uma cozinha daquelejeito. Tudo estava muito limpo e brilhando. O piso era deporcelanato bege. Todo o ambiente era aberto. A sala tinha um belo tapetebege entre os sofás marrom-escuros. Uma TV gigantesca encravada na paredee um maravilhoso home teather. Tudo fora cuidadosamente escolhido. Eralinda a casa de Augusto. - Ali naquele corredor, eu construí dois quartos. Cada umcom seu banheiro e armários embutidos com bastante espaço, mas o meu ficaali em cima, separado dos demais. Subiram as escadas de madeira com um corrimão dealumínio lindamente trabalhado. Havia outro corredor e três portas. Augustoabriu uma delas. - É aqui que eu gosto de passar a maior parte do tempoquando estou aqui. É o meu lugar de leitura, de meditação e de descanso. Boquiaberta, Sky girava o corpo pra toda direção. - Deus, que lugar mais lindo e ... cheio de paz !! - Exatamente o que eu imaginei que você fosse falar.
  25. 25. 25 As paredes do lado esquerdo e frente eram cobertas devidro, mostrando uma vista espetacular do lago e das montanhas. Descendoquatro degraus, havia quatro sofás em tecido preto e pareciam bemaconchegantes. Eles eram ligados um ao outro, de maneira que faziam umcírculo, deixando o meio livre para uma lareira que lembrava uma coifa, de ferofundido, suspensa por uma coluna de ferro trabalhado. A terceira parede, à direita, era forrada de livroscuidadosamente guardados em uma estante da mesma madeira que a escada,que ia do chão ao teto. Em uma das prateleiras, havia uma coleção de caneca.Sky sorriu, tinha uma coleção parecida. As luzes foram colocadas de maneira que pudessem serusadas de acordo com o local que a pessoa estava. Havia uns spotsespecialmente direcionados para as belas fotos de desenho a lápis nasparedes e algumas luzes direcionadas para a estante de livros. Havia tambémlindas luminárias em lugares estratégicos. Enquanto olhava outra prateleira, Sky sentiu o coração baterforte. Tinha alguns cristais de diversas cores, incensos e bastante essênciapara o difusor. Ela amava aquilo! Ficou por ali observando cada detalhe,deliciada com o lugar. Nem reparou que já stava anoitecendo e Augusto a chamoupara a varanda. Juntos, abraçados, assistiram ao pôr-do-sol. Skylar estavaemocionada. Falando baixinho ao seu ouvido, Augusto falou: - Sky, tem outro lugar que eu quero te mostrar. Você vaiadorar! - Mais? Aqui tudo é muito lindo Augusto. Estou sempalavras para descrever tudo isso. Parabéns pela bela casa! - Venha! [falou ele sorrindo] Abriu a segunda porta que Sky tinha visto antes. Ela davapara um lindo jardim suspenso onde, no meio de tudo, havia uma banheira dehidromassagem e ao lado, um ofurô de madeira queimada. Sky estava de bocaaberta para a beleza do lugar.
  26. 26. 26 Augusto apertou os botões na parede do lado de fora e asluzes da piscina se acenderam, mostrando as pastilhas em vários tons de azulque cobria a lateral e a água totalmente limpa Skylar suspirou profundamente. Tudo ali era lindo. Era umsonho. - Sky, que tal a gente tomar um vinho aqui no ofurô eassistir às estrelas novamente? - Augusto, é uma ideia perfeita! - Então vá se trocar. Atrás da porta do banheiro tem roupão.Fique à vontade! Vou me trocar também. Entrando por uma terceira porta,Augusto entrou no que parecia ser o seu quarto. Skylar foi até o banheiro. Augusto deixou sua maleta aolado da porta. Ela não tinha levado biquíni, porque nem imaginaria que estarianaquela situação, mas naquele momento, não se importava mais comconvenções. Pegou um top preto e uma calcinha preta, jogou o roupão porcima e se encaminhou rapidamente para a banheira. Augusto ainda não haviachegado. Ela aproveitou para entrar na água que estava relativamente quente.Suspirou profundamente e deitou a cabeça em um dos encostos acolchoadosda banheira. Por incrível que pareça, ela não sentia vergonha de estarcom roupas íntimas. Era tudo muito natural e não havia nada que a fizesse sesentir mal naquele momento. Além do mais, o que estava vestindo era muitomaior do que muitos biquínis que ela via nas revistas. Augusto apareceu também de roupão. Pendurou-o junto aoroupão de Sky e antes de entrar na banheira, colocou o vinho e as taças numamesinha baixa ao lado da banheira. Usava uma sunga preta. Sky estava com orosto vermelho. O corpo de Augusto era todo grande. Suas pernas, o peito
  27. 27. 27lotado de pelos, tudo era lindo nele. Sentindo os olhos dela passeando peloseu corpo, Augusto corou um pouco e sorriu sem graça para ela. - Augusto, você está vermelho. [falou ela rindo] - Eu não... [ele falou encostando a cabeça no encostoacolchoado ao lado do dela]. - Está sim! Hahahahah - Sky, fique quieta [disse ele rindo] - Ta bem. Você é quem manda. [rindo] - Sou eu quem mando é? [ele perguntou com os olhosbrilhando] - Sim, hoje ainda é você quem manda. [Sky respondeu comos olhos brilhando] - Sky... - Augusto... Augusto estendeu o braço e puxou Skylar para si. Os doisse entregaram a um beijo intenso e profundo. Ela podia sentir o desejoqueimando a sua pele e podia também sentir o desejo de Augusto crescendojunto ao seu corpo. Tentando se conter ao máximo, ele a deitou em seu peito,de costas para si. Ambos passaram a observar o céu ficando escuro e seenchendo de estrelas brilhantes. A respiração dos dois estava acelerada.Augusto estendeu a mão e serviu vinho aos dois. Sorveram o vinho emsilêncio. - Sky... - Sim Augusto, eu quero você! Não sei explicar o que estáacontecendo conosco, mas é tudo muito lindo. Não quero que esse dia terminenunca mais.
  28. 28. 28 - Nem eu Sky. Fazia muito tempo que não me sentia tãofeliz e nem sei se algum dia eu cheguei a sentir tudo isso. Tudo que sei é queeu quero estar exatamente aqui com você, desta maneira que estáacontecendo. Você está me fazendo feliz e pelo brilho dos seus olhos, sei quesente o mesmo. Vamos curtir cada segundo desse tempo juntos. - Sim, eu sinto o mesmo que você está sentindo. Nãovamos nos impedir de fazer nada que gostaríamos de fazer. Tudo aqui estáperfeito e eu quero fazer amor com você! - Sky... tem certeza? - Sim Augusto, eu quero! Ele a tomou pelas mãos. Levantaram-se. Ele a vestiu com oroupão e entraram abraçados pela porta que ela imaginou que seria o quartodele. Lá dentro, uma imensa cama com uma colcha branca toda bordada osconvidava ao amor. Eles se fitaram nos olhos. Ambos estavam com as pupilasdilatadas e brilhando. Augusto lentamente tirou o top de Sky.... e se despiu. Colocou-a sentada sobre a cama. Abriu as cortinas e deixouapenas a luz da lua banhando os corpos sedentos. Sentou-se no meio da camae puxou Sky para si. De pernas esticadas, ele colocou Sky sentada virada prasi e abraçou todo seu corpo com as pernas e Sky fez o mesmo. Augusto colocou os cabelos de Sky carinhosamente paratrás das orelhas. Suas mãos desceram vagarosamente até os seus seios. Seusmamilos estavam duros. Eram rosados e convidativos. Ele queria ver cadasensação brotando em Sky, por isso, ele a acariciava olhando nos olhos dela otempo todo, adorando vê-la mordendo os lábios a cada carícia dos seus dedos. Seus polegares e indicadores se fecharam nos bicos dosseios de Sky. Ela sentia o sangue percorrer seu corpo mais rápido fazendo-ase sentir quente. Jogou a cabeça para trás fechando os olhos. - Sky, abra os olhos. Quero que esse momento seja mágicopara nós dois e quero que vejamos o que sentimos.
  29. 29. 29 - Sim, Augusto. Já está sendo mágico. Ainda acariciando firmemente um dos seus seios, Augustoabaixou a cabeça e colocou sua boca no outro mamilo. Sky gemeu baixinho.Há muito tempo não sentia tanto desejo por alguém e este momento estavasendo especial. Augusto era um homem que se preocupava com o desejo damulher e fazia tudo que uma mulher gostava. Ele era carinhoso, atencioso. A língua dele percorria seu seio e ele parava para olhar osolhos dela, para avaliar o seu desejo. Mordiscou o bico duro e a fez gemernovamente. Sky entrelaçava suas mãos no cabelo de Augusto, nervosa,ansiosa e louca de desejo. Augusto percorreu as costas de Sky com a ponta dosdedos, fazendo sua pele se arrepiar. Ele sorria. Gostava de ver Sky secontorcer em seus braços, em suas mãos. Subiu as mãos para o pescoço dela... acariciou sua nuca,puxou seus cabelos de maneira carinhosa, porém firme, expondo seu pescoçoaos beijos dele. Sky acariciava o peito de Augusto. Sua mão parou nomamilo dele e ela repetiu os gestos que ele fizera em si. Ele também gemeu.Sky gostou daquilo. Abaixou a cabeça e fez movimentos circulares com alíngua no mamilo dele até que ele a puxou mais para si. Ela podia sentir o seudesejo pulsando forte de encontro ao corpo dela. Ela queria deitar, senti-lo dentro de si, mas Augusto nãoparecia ter a mesma pressa. Ele queria fazê-la se sentir especial. Ele queriafazer amor com ela e não apenas sexo.
  30. 30. 30 Desceu uma das mãos até suas coxas e acariciou toda suaperna. As respirações se entrecortavam. Estavam ofegantes, mas ainda haviamuito por vir. Sky sentiu os dedos dele chegando devagarinho e acariciandoseu sexo. Ela gemeu alto desta vez. Ele sorriu, satisfeito. Seus dedoscirculavam o ponto máximo do prazer dela. Sem avisar, ele a penetrou com umdedo fazendo-a soltar um gemido diferente. Ele levantou a mão e passou o dedo molhado nos lábiosdela e logo a seguir, beijou-a profundamente, furiosamente, lambendo-lhe oslábios, mordiscando-os e sugando sua língua. Sky o abraçou com força. Nunca havia sentido isso antes.Ela estava quase tendo um orgasmo sem sequer ter sido penetrada por ele.Era uma sensação deliciosa e única. Ajeitando-a melhor em seu colo, Augusto sentiu chegar omomento. Ainda sentados, de frente pro outro, ele foi penetrando-a devagar,observando o rosto dela. A boca dela se contorcia de prazer. Ela tentava fecharos olhos, mas se lembrava do pedido dele, para que observassem um ao outronesse momento louco. Segurando seus seios, ele forçou-se mais para dentro delaaté que sentiu toda barreira desaparecer. Não havia mais espaço entre os dois.Eram apenas um. Ambos estavam ofegantes e se beijavam sem parar. Ele segurou em sua cintura e aprofundou os movimentos,aumentando-os para dentro dela, devagar, a princípio. Logo os movimentos setornaram mais fortes e as pernas dela abraçaram a cintura dele com maisforça.
  31. 31. 31 Sentindo-o inteiramente dentro de si, Sky gemia sem parar,murmurava palavras desconexas, o acariciava, beijava... até que o gozo veio.Ambos sentiram como se um tornado os tivesse levando até o céu. De olhosabertos, os dois viram um reflexo cercando o corpo um do outro como umaaspiral de luz inicialmente avermelhada que saía do chacra kundalini,responsável por manter o fluxo de energia ascendente e que liga a pessoaemocionalmente ao mundo presente.... e rodeava os dois, saindo pelo chacracoronário, localizado no topo da cabeça, responsável pelo centro daconsciência espiritual, armazenamento e distribuição da energia vital. Ambos ficaram emocionados e se abraçaram apertado.Ainda dentro dela, Augusto colocou sua testa no ombro dela. Estavam suadose ainda sentindo muito desejo um pelo outro. Sky acariciou seus cabelos e desceu a ponta dos dedospelas costas dele. Sentiu-o pulsando dentro dela. Deitou-o vagarosamente erecomeçou os movimentos. Subia e descia no corpo dele. Seus seiosbalançavam eriçados. Augusto tomou-os entre as mãos e acariciou-os destavez com firmeza, puxando os bicos por entre os dedos. Seus gemidos se misturaram. Eles sentiam o segundo gozochegar. Não fecharam os olhos. Queriam sentir e olhar um pro outro ao mesmotempo. Sky apoiou as mãos no peito dele, levantou-se um pouco e aprofundouo seu corpo de encontro ao dele de uma só vez, fazendo-o penetrá-la o maisprofundamente possível. Não conseguindo conter o desejo desesperado, ambosgemeram no mesmo instante. Augusto sentia seu gozo jorrando dentro de Sky.Ela era maravilhosa!
  32. 32. 32 Sky apertou as coxas, contendo o jorro dentro de si. Elafazia movimentos de pompoarismo em Augusto. Ele ficou alucinado. Ela sorriu.Era maravilhoso dar este prazer a ele. Era maravilhoso senti-lo tão entregue etão feliz dentro de si. A cada movimento que ela fazia com o sexo, Augusto aapertava mais contra si e gemia alto. Depois de alguns minutos, veio o terceirogozo e ambos sentiram-se levados a lugares nunca imaginados antes. Alguns minutos depois, ele se levantou ainda dentro dela ea beijou devagar, agradecendo pelo prazer inexplicável que estava sentindo.Abraçaram-se com força. Um não queria mais largar o outro. Seus corposestavam suados e satisfeitos. Desvencilhando-se dela, ele a tomou no colo e a levou até abanheira. Sentou-a com cuidado. A água estava quente e convidativa. Pegouum sabonete líquido e ensaboou o corpo ainda sensível dela somente com asmãos, fazendo-a suspirar de contentamento. - Sky, foi a coisa mais incrível que me aconteceu. - A mim também! Nem tenho palavras.... - Então não fale, sinta.... - Eu estou sentindo... e muito!! Logo a mão de Augusto estava passeando por todo o seucorpo, fazendo-a tremer de desejo em meio à água. As mãos deleescorregaram por todo o corpo dela, fazendo-a se sentir em transe.Gentilmente ele a colocou sentada na beirada da banheira, segurou uma desuas pernas e acariciou-a dos pés até a coxa, colocando-a para cima.
  33. 33. 33 Quando sua língua tocou o sexo de Sky, ela sentiu quepodia morrer naquele momento, que morreria feliz. A língua dele subia e desciavagarosamente. Sky quase implorava pra ele ir mais rápido, mas ele queriabrincar com seu sexo e fazê-la sentir-se nas nuvens. Segurou o ponto máximodo prazer dela entre os dentes e sugou-o fortemente. As mãos de Sky puxavam os cabelos de Augusto. Ela nãoagüentava mais. Avisou-o da proximidade do gôzo e ele introduziu sua línguadentro dela até senti-la tremer por longo tempo. Lambeu e sugou todo o líquidoque escorria dela. Logo ele a colocou no colo novamente e a penetrou comforça. Ela gemeu alto... e juntos, alcançaram mais um orgasmo, amboschamando o nome um do outro. Somente as estrelas assistiam ao balé doscorpos incansáveis. - Sky, oh meu Deus, não sei o que está acontecendo, mastudo isso é maravilhoso! - Sim. Muito! Ele a virou de costas para si e encostou-a em seu corpo.Ficaram observando as estrelas e sorvendo todo aquele sentimento que oslevava tão acima de tudo que já havim sentido. Skylar queria que aquilo nunca mais terminasse. Augustopensava a mesma coisa. Ele quase disse que a amava. Como poderia amaruma pessoa que não via há tantos anos e que... de repente, tinha se tornadoimprescindível para ele? Skylar estava trêmula. Quase disse a ele que o amava, mascomo ela poderia dizer aquilo a um homem que não via há tanto tempo? Ela
  34. 34. 34sentia muita vontade de dizer isso a ele, mas não sabia qual seria a suareação. De repente, sem que conseguissem se conter... - Sky... - Augusto... - Eu amo você! [falaram juntos] Em silêncio, se abraçaram emocionados. Selaram aquelafrase com um beijo profundamente apaixonado, cheio de amor e ambos cheiosde esperança no amanhã. Skylar abriu os olhos.... olhou para o lado e viu somente seutravesseiro. Seu coração batia forte. - Mas..... o que......?? Olhou para o teto e sentiu o coração batendo forte... esorrindo, adormeceu novamente. Sentia uma felicidade imensa transbordardentro de si.

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