1Anne olhava para fora do barco pensativa. Há cinco dias estava viajando para um lugardesconhecido. Seu pai juntou a espos...
2Virou-se e seus olhos se encontraram com belos olhos negros como a noite. O homem estava paradoá porta segurando um dos b...
3Anne ficou observando aquela conversa, confusa. Ela nunca havia visto aquele homem antes e seuspais agiam como se o conhe...
4- Querida Carmem, há quanto tempo! Você está a mesma, não mudou nada. Disse a mãe de Anne,sorrindo, feliz.Estas são as mi...
5- Este nome veio da tribo onde sou descendente. Minha mãe veio de outro continente e conheceu osseus pais onde vocês mora...
6Por uns momentos, ele olha nos olhos dela e passa os dedos levemente por sua mão. Seus dedos sãocalejados, mas Anne não s...
7- Ótimo, ele respondeu sorrindo.Em alguns minutos ambos entraram novamente na casa de Carmem e se juntaram aos demais num...
8Ambos ficaram parados observando o sol se erguer por longos minutos. Depois começaram aconversar, saboreando o lanche. An...
9Ele solta o outro seio dela. Ambos são redondos e macios. Ele abaixa a cabeça e deposita um beijogentil nos dois enquanto...
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Neriahu

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Neriahu

  1. 1. 1Anne olhava para fora do barco pensativa. Há cinco dias estava viajando para um lugardesconhecido. Seu pai juntou a esposa e filhas e decidira recomeçar a vida em outro continente. Suasirmãs mais jovens ficaram ressentidas por deixarem os amigos e não quiseram sair da cabine durantetodo o trajeto.Anne obedeceu aos pais, ajudou a arrumar os baús e partira decidida a começar uma nova vida emoutro lugar. Ela nunca havia se apegado a amizades, uma vez que gostava de passar a maior parte dotempo lendo um bom livro ou passeando pelo jardim de casa.Seus pensamentos foram interrompidos quando avistou a terra ao longe. Aquela que viria a ser o seufuturo lar. Olhou para o céu, fez uma prece e sorriu. Estava na hora de chamar suas irmãsrabugentas.Desceu um lance de escadas e bateu à porta das irmãs. Elas estavam com os olhos inchados e oscabelos desgrenhados. Carinhosamente Anne passou a mão pelo cabelo da irmã mais nova, Grace.Seus cabelos eram loiros e lisos e seus olhos de um azul profundo como os da mãe. Claire tambémtinha os cabelos loiros e lisos, mas seus olhos eram verdes como os do pai de ambas. Anne tinhalindos cabelos loiros e anelados que iam-lhe até o meio das costas. Seus olhos eram cinzas e serenos.Elas já subiam as escadas quando os pais vieram lhes chamar. As três estavam bem arrumadas eprotegidas do sol, aguardando a chegada em terra. Desceram até um pequeno barco e seguiram emsilêncio a terra.Anne e suas irmãs seguiram num barco e os pais em outro, com os baús logo atrás. Assim quedesceram, elas olharam ao redor. Anne jamais havia visto uma terra tão linda. A areia era branca, océu muito azul e ao redor, tudo era muito verde. Ela olhou para cima e viu uma ave colorida e umsorriso brotou-lhe dos lábios. Ela não sabia, mas um par de olhos negros a observava há poucadistância.Quando deu por si, surgiram alguns homens de pele mais escura, longos cabelos trançados, olhosnegros e vestidos com umas roupas engraçadas. Elas eram de couro cru. As calças de um couro maiscurtido, escuro. A blusa era uma espécie de camisa sem mangas, que deixava de fora os braçosfortes. Eles calçavam mocassins também de couro. Pareciam homens rudes, mas foram gentis aoguiar as pessoas e a carga para dentro da floresta.Suas irmãs iam na frente de braços dados, curiosas e agora um pouco menos ranzinzas. Anne iasegurando o seu vestido, com medo de tropeçar e cair, mas ela estava gostando do que via e sentiuque aquele novo mundo seria importante em sua vida.Assim que saíram da floresta fechada, chegaram até uma pequena aldeia onde várias famíliasestavam construindo suas casas. Anne franziu os olhos e seguiu os pais até uma pequena casa recém-construída. A madeira era crua, ainda não tinha cor, mas a casa era simpática.Por dentro havia 3 quartos, uma cozinha com um belo fogão a lenha e panelas de cobre penduradasno teto. Havia uma sala com vários bancos de madeira e poltronas forradas de couro e pele. Annegostou especialmente da mesa de madeira rústica. Em cima havia vários vasos de barro com lindasflores que ela havia visto na floresta. Acariciando-as, deu um pequeno sorriso e sentiu um arrepio emsua nuca.
  2. 2. 2Virou-se e seus olhos se encontraram com belos olhos negros como a noite. O homem estava paradoá porta segurando um dos baús. Ele tinha cabelos que caíam-lhe nos ombros, trançados. Sua pele eraescura marcada pelo contato do sol. Suas mãos eram longas. Seus braços eram firmes. Anne deu-seconta que o estava encarando e deu-lhe um sorriso. Ele mostrou dentes brancos e perfeitos ao sorrir-lhe de volta.- onde devo colocar os baús senhora?- a... ali, por favor, disse Anne, gaguejando e apontando para um dos quartos.Ele se encaminhou tranquilamente até o quarto dela, onde depositou o baú ao lado de sua cama.Anne seguiu seus passos com o olhar curioso. Ele era alto e magro, porém forte. As calças caíam-lhepelos quadris e inconscientemente ela mordeu os lábios no exato momento em que ele se virou e aolhou novamente.Os olhos dele escureceram, observando os dentes dela morderem os lábios macios e rosados. Elaouviu-lhe o suspiro e virou-lhe as costas, engolindo em seco.- Moça! A senhora precisa de mais alguma coisa?Anne virou-se de frente para ele....- E... eu não sei. Preciso perguntar ao meu pai. Qual o seu nome, por favor?- Nataniel!- O meu é Anne.- Neriahu!- Como? Perguntou Anne, gaguejando.- Neriahu. Esse nome surgiu em minha mente quando a vi pela primeira vez, na praia.- oh... Anne não sabia o que dizer e ficou apertando as mãos, nervosamente.Mordeu os lábios novamente e viu os olhos dele acompanhando os movimentos de seus lábios sendoesmagados pelos dentes pequenos e retos.Seus pais surgiram na sala, sem notarem o que estava acontecendo.- Nataniel, há quanto tempo! Como vão as coisas por aqui? – Charles, pai de Anne cumprimentouabraçando o homem como se fossem velhos amigos.Sorrindo, o homem retribuiu o abraço. – Muito bem Charles, sejam todos bem-vindos. Os armazénsestão abastecidos e as terras estão sendo cuidadas para o plantio ainda esta semana.Sarah, mãe de Anne, também cumprimentou Nataniel, sorrindo. – Olá Nataniel, há muitos anos eunão o vejo. Como vai sua família?- Estão todos bem, Senhora. Minha mãe com certeza as aguarda, ansiosa.
  3. 3. 3Anne ficou observando aquela conversa, confusa. Ela nunca havia visto aquele homem antes e seuspais agiam como se o conhecessem há tempos. Franziu os olhos e Nataniel a encarou com os olhosbrilhando.- Vejo que já conheceu Anne, minha filha mais velha, falou Charles com um sorriso nos lábios,satisfeito.- Sim, acabamos de nos conhecer.- Minhas outras filhas estão com certeza andando pela aldeia, mais tarde você as conhecerá.- Minha mãe os espera mais tarde com o jantar de boas-vindas. Espero que venham todos!- Claro Nataniel. Será um prazer! Respondeu Sarah.- Bom, creio que já vou indo. Ainda tenho que cuidar dos cavalos antes do anoitecer, falou Nataniel,ainda encarando Anne.Estendendo a mão, Charles respondeu: - Nos vemos mais tarde então Nataniel e agradeço pela ajudacom os baús.Anne observou-o saindo e ficou pensativa.- Bonito rapaz não é Anne? Perguntou sua mãe.- Ah... oh... é sim mãe.- Chame suas irmãs. Vamos abrir os baús, arrumarmos a casa e trocarmos para o jantar na casa deNataniel. Você vai gostar da mãe dele.Exaustas, as mulheres observaram a casa toda arrumada, satisfeitas. Anne seguiu até o seu quarto etrancou a porta. Encheu sua pequena banheira esmaltada de branco com água quente e sentou-se alipara se lavar. Ficou alguns minutos pensando em Nataniel. Os olhos dele não saíram dos seuspensamentos desde que o tinha conhecido. Sentiu um arrepio percorrer a sua espinha e tratou desair rapidamente da água. Nem notou que já estava esfriando.Escolheu um vestido branco, simples, bordado com pequenas flores coloridas. Vestiu suas longasmeias e calçou sapatos confortáveis. Prendeu seus cabelos no alto da cabeça, deixando algunscachos cair-lhe pelas costas. Saiu do quarto no exato momento em que seus pais e irmãs se reuniamna sala. Eles se entreolharam satisfeitos e foram para fora.Anne estranhou que o pai não trancou a porta de casa e seu pai sorriu, explicando que ali não haviaproblema, que todos eram conhecidos.Satisfeita, Anne deu o braço ás irmãs e foram caminhando até uma casa grande, com a madeirapintada de branco. Antes de baterem á porta, esta se abriu e uma mulher robusta, de pele vermelhacurtida pelo sol saiu abraçando a todos, afável.- Sarah! Charles!
  4. 4. 4- Querida Carmem, há quanto tempo! Você está a mesma, não mudou nada. Disse a mãe de Anne,sorrindo, feliz.Estas são as minhas filhas: Anne, a mais velha; Grace, a mais nova e Claire, a do meio.- Como elas são lindas, Sarah. Carmem abraçou as três em um longo abraço de urso. Elas sorriramumas pras outras e entraram, satisfeitas. Carmem era uma mulher muito simpática e hospitaleira.Sua mesa estava repleta de frutas que davam água na boca. Havia duas travessas de madeiratrabalhada onde estavam estendidosalguns peixes assados por cima de folhas de bananeira.Carmem chamou os filhos e os apresentou: - Este é o meu filho do meio, Kai. Ele nasceu poucodepois de Nataniel. O significado do seu nome é árvore salgueiro. Este é o meu filho mais jovem,Kalisha, que significa caçador. E esta é Aiyana, minha flor eterna. Eles tem quase a mesma idade dassuas filhas Sarah.- Isso é maravilhoso, Carmem. Tenho certeza que farão companhia uns aos outros!Todos foram muito simpáticos. Eles eram muito parecidos com Nataniel. Tinham a pele queimada dosol e seus dentes eram brancos. Os irmãos eram fortes, porém, não tão altos como o irmão maisvelho. Aiyana era pequena e magra, mas transmitia segurança.As irmãs de Anne logo se juntaram ao grupo de jovens e Anne sorriu, observando-as. Logoesqueceriam as antigas amizades. Ela ouviu seu estômago fazer um barulho estranho e sorriu consigomesma, pousando a mão na barriga.- Isso é fome?perguntou uma voz atrás de si.Ela se virou, assustada. - oh, Nataniel, eu não vi você chegando, ela respondeu, abrindo um sorriso. Esim, estou com fome e só agora reparei nisso.Sorrindo para ela, ele estendeu a mão, a levou até a mesa e sentou-se ao seu lado.- Você está linda, ele falou baixinho, quase ao seu ouvido.- M... muito obrigada, ela respondeu, baixinho e com as bochechas vermelhas.- Você fica mais linda ainda corando desse jeito, ele falou rindo.- Eu fico sem jeito com elogios, ela respondeu com um pequeno sorriso, sem graça.- Não fique! Você é realmente linda! Ele falou e passou os dedos levemente sobre a sua mão,estendida em cima da mesa.Anne levantou o olhar, com medo que todos estivessem os observando, mas ninguém estavaolhando pra eles. Todos estavam rindo e conversando entre si, e ela respirou aliviada.- Diga-me Neriahu, você está gostando da aldeia?- É tão estranho você me chamar assim, mas ao mesmo tempo, eu gosto deste nome.
  5. 5. 5- Este nome veio da tribo onde sou descendente. Minha mãe veio de outro continente e conheceu osseus pais onde vocês moravam. Meu pai era americano descendente dos índios Cherokees. Neriahusignifica Deus, a Luz. Quando a vi pela primeira vez, descendo daquele barco na praia, eu a tãobranca e com os cabelos brilhando ao sol, como se fosse uma luz. E esse nome saiu da minha bocaantes que eu pensasse em outra coisa.Anne suspirou diante dessa explicação. Um sentimento muito forte ligava-a a este homem. Seucoração batia forte e ela não sabia como explicar. Apenas sentia...Ele pegou sua mão por baixo da mesa. – Neriahu, gostaria de conhecê-la melhor. Posso levá-la paraconhecer a aldeia após o almoço? Ele perguntou baixinho.- S...sim, sim, claro! Eu gostaria muito. Ela respondeu, sentindo seu rosto queimar.Ele sorriu-lhe com aqueles belos dentes e se voltaram para a comida.O jantar foi descontraído e cheio de surpresas. Carmem era uma mulher muito simpática que deixavatodos muito à vontade. Seu marido estava viajando a procura de novas mercadorias para o armazémda família.Logo após o jantar, todos se sentaram em confortáveis poltronas e Nataniel pediu a Charles para darum passeio com Anne.A aldeia era pequena e Nataniel ia descrevendo as casas, as pessoas, os armazéns. Falou-lhe sobre aspraias, a floresta, os inúmeros pássaros e animais. Anne ouvia, embevecida. Sua voz era grave ecausava um prazer em ouvir-lhe. Eles andavam muito próximos um do outro, quando Anne tropeçounuma pedra. Ele segurou-lhe o cotovelo, o que causou um arrepio nela.- Está com frio Anne?- N... não. Quer dizer, sim! Eu acho que sim!Puxando uma chave do bolso, Nataniel parou em frente ao armazém da família. – Espere ummomento Anne, eu já volto.Anne olhava ao redor, com interesse, aguardando Nataniel. Ouviu-o voltar e trancar a porta,segurando algum tecido. De repente, ele estava ás suas costas, estendendo um lindo xale bordado àmão, de múltiplas cores.Surpresa e com os olhos muito abertos, ela segurou as pontas do tecido. Era macio como seda.- Oh Nataniel, é lindo!- Fique com ele Anne, é um presente.Sorrindo e sentindo seu rosto esquentar, Anne pousou sua mão por cima da dele, em seu ombro.- Muito obrigada. Eu gostei muito.
  6. 6. 6Por uns momentos, ele olha nos olhos dela e passa os dedos levemente por sua mão. Seus dedos sãocalejados, mas Anne não se importou. Ela apenas entreabriu os lábios e molhou-os com a ponta dalíngua, fazendo um arrepio percorrer a espinha dele.Estendendo a mão até o seu pescoço, ele chega seu rosto perto do dela.- Anne...- Sim Nataniel!Suas bocas se encontram num beijo leve, calmo e doce. Nataniel lutava consigo mesmo para nãoapertá-la com força. Ele a puxa para si e aprofunda o beijo. O gosto dela é doce. Seus corpos estãotrêmulos. Anne nunca havia se sentido daquele jeito. Desde o momento que o viu, ela sabia queaquilo podia acontecer, como se uma corrente elétrica atravessasse o seu corpo.Por outro lado, Nataniel estava se esforçando para se controlar. Sua vontade era de deitá-la alimesmo no chão e possuir o seu corpo tamanho desejo que sentia. Mas ele sabia que Anne eradiferente, que teria que ter paciência e delicadeza necessária para conquistá-la. Pela primeira vez navida, ele queria fazer diferente. Ele a queria para sua vida.Depois do beijo, ele encosta a sua testa na dela para ambos respirarem, até seus corpos seacalmarem. Ele tomou a sua mão e saíram andando, calados.Pouco depois, Anne quebra o silêncio.- Nataniel, porque você é o único que não tem nome cherokee?Sorrindo, ele responde: - Eu tenho sim Anne, é Yenene ou Yen, como me chamam aqui na aldeia.- Qual o significado? Ela pergunta.- Feiticeiro, bruxo.Anne sente novamente um arrepio percorrer o seu corpo, pensando em como aquele nome lhe caíabem.- Posso chamá-lo de Yen?- Neriahu, você pode me chamar do que quiser, ele respondeu sorrindo.- É bonito, eu gosto.- Apenas minha mãe me chama de Nataniel, pois era o nome do meu bisavô.- Também é um bonito nome, mas eu prefiro Yen. Acho que combina mais com você.Segurando sua mão com força, Nataniel para e olha para Anne.- Neriahu, amanhã quero vir buscar-lhe antes do sol nascer. Quero mostrar-lhe um lugar. Aceita?- Sim. Eu aceito.
  7. 7. 7- Ótimo, ele respondeu sorrindo.Em alguns minutos ambos entraram novamente na casa de Carmem e se juntaram aos demais numaconversa alegre. Ninguém reparou nos olhos brilhantes dos dois e no rosto vermelho de Anne.Assim que chegaram em casa, todos estavam muito cansados, mas satisfeitos com o dia. Eles seencaminharam aos seus quartos e se puseram a dormir. Anne não conseguia dormir. Olhava para oteto, pensativa. Tinha um sorriso nos lábios. Pensava em Yen.Por outro lado, Nataniel fazia o mesmo. Pensava em Anne e em sua pele branca. Seu nariz eradelicado e salpicado com pequenas sardas. Seus olhos eram acinzentados como os olhos de um lobo.– Ah Neriahu...!Charles bateu na porta do quarto de Anne. – Filha, acorda. Nataniel está na porta te esperando.Levantando de um pulo, anne se troca rapidamente e abre a porta para Nataniel.Um sopro suave joga-lhe os cabelos nos olhos e Nataniel estende a mão e coloca-os atrás de suaorelha. Sorrindo, Anne agradece e sai de braços dados com ele.- Para onde pretende me levar Yen?- Gosto que me chame assim Neriahu, ele falou, com a voz quente. – É surpresa!Encaminharam-se para dentro da floresta por uma pequena estrada. Em alguns minutos chegaram auma praia maravilhosa. Ali estava estendida uma esteira de palha trançada e por cima dela, pousavaum pequeno lanche: pão, suco, bolo, geleia e frutas variadas.Abrindo um sorriso, Anne surpreende Nataniel com um abraço.- Ah que lindo! Eu adoreiii !! Quando fez isso?Sorrindo, feliz com o sorriso dela, ele respondeu: - Antes de ir te buscar, eu preparei tudo. Venha,sente-se, ele falou estendendo a mão para ela se sentar na esteira.- Anne puxou o vestido para cima e sentou-se graciosamente ao lado dele.Ele passou o braço pelos ombros dela e a puxou para si. – Olhe Anne, o sol já vai nascer.Ambos ficaram ali, abraçados e felizes, observando o presente da natureza para ambos.O céu ainda estava um pouco escuro, mas estava se pintando de amarelo, roxo, azul, laranja, rosa,lilás. O espetáculo era lindo e Anne prendeu a respiração, inconscientemente e falou sussurrando:- É a coisa mais linda que eu já vi em toda a minha vida!Nataniel sorriu satisfeito e a abraçou com mais força.
  8. 8. 8Ambos ficaram parados observando o sol se erguer por longos minutos. Depois começaram aconversar, saboreando o lanche. Anne tirou os sapatos e enterrou os pés brancos e delicados naareia. Nataniel gostava de vê-la assim serena, feliz.Partindo o bolo, ele coloca um pedaço em sua boca. Sorrindo, Anne morde as pontas de seus dedos eele a agarra, rindo, jogando-a de encontro à esteira. Seus olhos se encaram e eles ficam em silêncio.Anne passa a língua levemente nos lábios e Nataniel a beija. Suas línguas se encontram apaixonadase eles ficam ali trocando carinho e se beijando.Algumas horas depois, Nataniel se levanta e convida Anne para conhecer outro lugar. Levando-a paraa floresta, ele para pouco depois em uma pequena clareira. Perto dali corria um pequeno riacho,descendo de uma cachoeira que ficava meio escondida entre as pedras.- Neriahu, esse pedaço de terra é meu. É daqui que eu tiro a minha alimentação e vendo noarmazém, ele falou, estendendo os braços á sua volta. Quero construir a casa onde vou morar bemaqui, de frente para a cachoeira, o que acha?- É lindo esse lugar Yen. Quantas flores! Mostre-meo resto, por favor!Eles seguiram e Anne ficou encantada com a quantidade de frutas, legumes e verduras ali plantadas.Tudo era muito bem cuidado. Parando para descansar ao lado de lindas e grandes abóboras, Natanielestende a esteira e puxa Anne consigo. – Venha!Os dois se deitam de mãos dadas, observando o céu azul e sem nuvens.Anne suspira. – Esse lugar é lindo! Gostaria de ficar aqui para sempre.- Você pode. Case-se comigo Neriahu!Assustada, porém feliz, Anne respondeu-lhe:- Yen, podemos ser loucos, mas eu aceito sim. Sinto que aqui é o meu lugar!Puxando o corpo dela para cima do seu, Nataniel cola a sua boca na boca de Anne. Os dois se beijamardentemente. Nataniel rola, colocando o corpo de Anne abaixo do seu. Ele olha nos olhos dela, queo encaram com um “sim” silencioso.Com uma mão, ele leva os braços de Anne acima de sua cabeça e prende seus braços ali. Com a outramão, ele passa carinhosamente as pontas dos dedos pelo rosto dela, parando em seguida nos lábiosmolhados, macios e inchados pelos beijos. Sua mão desce devagar. Anne morde os lábios quando asmãos dele pousam no decote do seu vestido.Os pequenos e delicados botões são abertos gentilmente. Seu seio direito salta pra fora do tecido.Nataniel o observa embevecido. Sua pele é tão branca! Seu colo salpicado de pequenas sardas. Obico é grande, rosado. Ele o acaricia, deixando a pele de Anne eriçada. Os bicos ficam duros deencontro à palma da mão dele e ele o aperta, provocando arrepios no corpo dela.
  9. 9. 9Ele solta o outro seio dela. Ambos são redondos e macios. Ele abaixa a cabeça e deposita um beijogentil nos dois enquanto sua mão desce pelo tecido até encontrar a barra do vestido. Sua mão tocasuas pernas. Anne puxa a perna, assustada. Ele olha nos olhos dela silenciosamente avisando para elaconfiar nele. Ela relaxa as pernas e ele as afasta uma da outra. Sua mão toca delicadamente sua coxa.Aperta devagar e continua subindo. Anne fecha os olhos quando os dedos dele toca seu sexo porcima da calcinha.Ambos suspiram baixinho. Anne morde os lábios quando Nataniel puxa sua calcinha de lado e tocaseu sexo molhado. Seus dedos apenas encostam nela e ela estica as pernas, abrindo-as um poucomais. Ele puxa seu vestido para cima e seus olhos brilham ao observar o botão rosa sobressaindo doslábios macios. Seus dedos afastam os lábios e ele fica deliciosamente surpreso por ver o quanto elaestá molhada e pronta para ele.Sua boca abaixa vagarosamente e ela emite um gemido alto quando sua boca toca seu sexomolhado. A língua dele percorre vagarosamente os lábios de cima para baixo e de baixo para cima.Ela agarra os cabelos dele e aperta sua cabeça. Ele gira os lábios em torno do botão rosado einchado, provocando um tremor que ela não imaginou que fosse possível. Agora sua língua aumentaos movimentos e Anne se contorce em seus braços. Ele sente o desejo dela chegando ao máximo epara, causando um soluço do fundo da garganta dela.Ele sorri, apaixonado. Ela implora com o olhar. Nataniel penetra um dedo nela e ela joga a cabeçapara trás. Sua língua junta-se ao seu dedo e ele suga seu sexo com ardor. Anne se esforça parasegurar e quando sente que o orgasmo se aproxima, ele se ajoelha entre suas pernas e a puxa parasi, afundando seu falo grande e duro dentro dela.Ela engole a saliva e geme. Os movimentos deles são perfeitos, num vai-e-vem delicioso. Sem sair dedentro dela, Nataniel senta-se na esteira, puxando-apara si e ela se senta com ele dentro dela, emseu colo. Os bicos duros de seus seios roçam os mamilos duros dele. As peles fazendo um contrasteentre ambos. Anne abraça seu pescoço e joga a cabeça para trás, oferecendo seu pescoço para aboca dele.Sua língua percorre o pescoço dela, seu maxilar, a orelha e chega até á boca úmida e inchada dedesejo. Ele aprofunda sua língua dentro da boca dela e ela suga sua língua com força, morde, lambenovamente seus lábios e suga sua língua novamente. O corpo deles se retesa ao mesmo tempo eambos explodem em um orgasmo perfeito.Nataniel abraça Anne com força e sente seu gozo enchendo o sexo dela... quente... muito quente!Anne sente seu sexo sendo preenchido pelo gôzo dele e aperta as coxas, olhando nos olhos dele.Longos minutos se passam até que ambos deitam abraçados. Anne não consegue falar. Ela apenassorri e seus olhos brilham, felizes. Nataniel cola seus olhos nos olhos dela e sorri junto dela, fazendoum carinho no rosto dela.- Neriahu, minha luz! Ele sussurra...- Yen, meu feiticeiro!Os lábios se encontram novamente....

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