Mitologia

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Mitologia

  1. 1. A Mitologia do Herói:<br />Os Simpsons como um mito da cultura moderna<br />Nome: Carina Vianna Derschum<br />
  2. 2. O mito é uma fala<br />“Tudo pode constituir um mito, desde que seja suscetível de ser julgado por um discurso”<br />Pg 199<br />
  3. 3. Os Simpsons<br />É uma série/desenho americano com mais de 20 temporadas<br />Tem 5 personagens principais, que representam uma família comum americana.<br />Possui todos os estereótipos americanos.<br />Alguns episódios querem chocar, mostrar a diversidade, mas sempre partindo do estereótipo.<br />http://www.youtube.com/watch?v=DX1iplQQJTo<br />
  4. 4. Mito como sistema semiológico:<br />“A correlação de termos que os une: <br />assim há o significante, significado e o signo”<br />“Uso social do objeto que se acrescenta a pura matéria”<br />
  5. 5. “O mito não esconde nada. Tem como função deformar, não fazer desaparecer.”<br />Pag 213<br />
  6. 6. “O leitor vive o mito como uma história simultaneamente verdadeira e irreal.”<br />Pg 220<br />“O mito é um valor, não tem a verdade como sanção: nada o impede de ser um perpétuo álibi; basta que seu significado tenha duas faces para sempre dispor um outro lado.”<br />Pag 215<br />
  7. 7. “O mito é uma fala definida pela sua intenção, muito mais do que pela sua literalidade.”<br />Pag 215<br />
  8. 8. “O mito é uma fala excessivamente justificada.” <br />Pag 221<br />
  9. 9. Na realidade aquilo que permite ao leitor consumir o mito inocentemente é o fato de ele não ver no mito um sistema semiológico, mas sim um sistema indutivo: onde existe apenas uma equivalência, ele vê uma espécie de processo causal: o significante e o significado mantém, para ele, relações naturais. <br />Pg 223<br />
  10. 10. O mito não nega as coisas; sua função é, pelo contrário, falar delas; simplesmente purifica-as inocenta-as, fundamenta-as em natureza e em eternidade, dá-lhes uma clareza, não de explicação, mas de constatação. <br />Pag 235<br />
  11. 11. Passando da história a natureza, o mito faz uma economia: abole a complexidade dos atos humanos, confere-lhes a simplicidade das essências, suprime toda e qualquer dialética, qualquer elevação para lá do princípio imediato, organiza um mundo sem contradições, porque sem profundeza, um mundo plano que se ostenta em sua evidencia, e cria uma afortunada clareza: as coisas, sozinhas, parecem significar por elas próprias. <br />Pag 235<br />
  12. 12.
  13. 13. Bibliografia<br />http://www.contemporanea.uerj.br/pdf/ed_08/07MARCOS.pdf<br />BARTHES, Roland. Mitologia. São Paulo: Editora Cultrix; Rio de Janeiro. Difel 2009<br />Todos os textos desse arquivo são retirados do livro “Mitologia”, especificado acima.<br />

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