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A descaracterização do Rio Capibaribe no perímetro urbano de Santa Cruz do Capibaribe

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Faculdade de Formação de Professores de Belo Jardim - PE (FABEJA)

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A descaracterização do Rio Capibaribe no perímetro urbano de Santa Cruz do Capibaribe

  1. 1. . Autarquia Educacional _de Belo . Ja _çñ ' ' __ _ À Faculdade de Formação de Professoras. A Beâo . Jardim- FABEJA ' J Curso de LJcenciatLxra Plena em Ciências B¡ A Descaracterizaçao do Rio Caplbarlboiu Perímetro Urbano de Santa Cruz doCapt _' Marta Vieira Sales Belo Jardim - PE 2 O O 7
  2. 2. “T 14': nã» d? vó . Autarquia Educacional de Belo Jardim Faculdade de Formação de Professoreà do Belo Jardim - FABEJA Curso de Licenciatura Plena em Ciências Biológicas 1,5 x55» é: Ê a A DESCARACTERlZAÇÃO DO RIO CAPIBARIBE NO PERIMENTRO URBANO DE SANTA CRUZ oo CAPIBARIBE P” V BELO JARDIM/ PE V2 2007 F 133333
  3. 3. sixnniixmiiniiniiiiiiiiiiiiííílíííílíííííííiii r I-f4f/ fJ'/ .f/ I I I Í f f . t l .1 a1 Autarquia Educacional de Belo Jardim Faculdade de Formação de Professores do Belo Jardim - FABEJA Curso de Licenciatura Plena em Ciências Biológicas A DESCARACTERIZAÇÀO DO RIO CAPIBARlBE NO PERIMENTRO URBANO DE SANTA CRUZ DO CAPIBARI BE Monografia apresentada ao curso de Licenciatura em Ciências Biológicas da Faculdade de Formação de Professores de Belo Jardim - FABEJA, como requisito parcial para a obtenção do grau de Lioenciado em Ciências Biológicas sob a orientação do professor Dr. Carlos Femando Rodrigues Guaraná. BELO JARDIM l PE 2007
  4. 4. x ÊHXXXXXXXXXXXXXXTITXXXXXHÍIXXXXXUHXHHIHIX'l Autarquia Educacional de Belo Jardim Faculdade de Formação de Professores do Belo Jardim - FABEJA Curso de Licenciatura Plena em Ciências Biológicas AÇÃO ANTRÓPICA DO HOMEM E OS INPACTOS AMBIENTAIS NO RIO CAPIBARIBE NO PERIMENTRO URBANO DE SANTA CRUZ DO CAPlBARlBE Marta Vieira Sales Monograña defendida e aprovada pela Banca Examinadora composta pelos os seguintes professores dia iL/ _t/ 2007: Belo Jardim - PE 2007
  5. 5. ã? x13.; '111111'ii111; t1111m. XXmm. .HÂXIYIXXXIÀ; AGRADECIMENTO Agradeço a Deus por ter me dado força e sabedoria para concluir mais uma fase de uma árdua, mas também prazerosa e importante etapa de uma vida como pesquisadora e educadora focada nas situações adversas da vida, sempre em busca de mudanças necessárias para as problemáticas existentes. i ! a i i r Jari-on'
  6. 6. lnúttllu111m1Xin'lr'il1tt. tUfii1l1111T;1'lX'SAT DEDICATÓRIA Dedico este fruto de minha pesquisa aos meus pais, Inacia Vieira e Francisco Sales, principais responsáveis por minha 'existência e educação, e á meus amigos Nilson, Ecléia, Breno, Rafael, Priscila, Mirele e Jônatas pessoas que também foram importantes nessa realização, sempre me incentivando, de uma forma ou de outra a seguir em frente em busca de algo que para mim sabiam ser de importância singular. Graças a todos consegui essa tão sonhada e batalhada conquista, a minha fan-viação, dando mais um importante passo na minha vida.
  7. 7. SUMÁRIO Pág. LISTA DE FIGURAS . RESUMO . ... ... ... ... ... .. 1. INTRODUÇÃO . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. 01 2 REVISÃO DE LITERATURA . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . _ os 2 1 - ASPECTOS HISTÓRICOS E CULTURAIS DE ST' CRUZ DO 03 CAPIBARIBE E DO RIO CAPIBARIBE . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. 2.2 - CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DO RIO CAPIBARIBE . ... ... ... ... ... ... .. os 2.3 - AGENTES POLUIDORES . ... ... ... ... ... ... ... . . _ 11 2.4 - AÇÕES E PROJETOS A FAVOR DO RIO 16 3. MATERIAL E MÉTODO . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . . 1a 4. RESULTADO E DISCURSÀO . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . . 19 5. CONCLUSÃO. : . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . . 22 6. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. 23
  8. 8. Éxtxmumiiminiiiiiinmmmitiiiiitiixii r l RESUMO O no Capibaribe é um rio litorânea totalmente pemambucano, com 240 km de extensão, dividido em três trechos como em todos os outros rios . os cursos superior, médio e infenor, ele nasce na comunidade Araçá, na serra do Jacarará, municipio de Poção e deságua em Recife no Oceano Atlântico, passando por varios municlpios como: Jataúba, Santa Cruz do Capibaribe, Toritama, Limoeiro. Carpina e Recife. A cidade de Santa Cruz do Capibaribe, tem em seu surgimento o rio Capibaribe como sua origem, de importância incalculável para a sua história, pois está intimamente atrelada ao no. Ao longo do desenvolvimento da cidade o rio foi sendo esquecido, os interesses foram mudando, novos valores de sociedade foram sendo cultivados, e como conseqüência a poluição do rio foi aumentando gradativamente, e o que antes era valioso, hoje, e a cada dia que se passa perde mais, e mais o seu valor, o que antes serva de lazer e saciava a sede e a fome, hoje serve como escoamento de esgoto doméstico e industrial, destruindo a sua fauna e flora É preciso auconscientizaçâo de políticos e a população busque um despertar para os problemas do rio Capibaribe, procurando desenvolver e participar de projetos em pró do Capibaribe, pois só assim em uma luta coletiva, aconteceram resultados satisfatórios.
  9. 9. LISTA DE FIGURAS Figura 01- Margem do . .. Figura 02 - Rua Grande . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. Figura O3 - Enchente, St' Cruz . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . . Figura 04 - Pedra do Rio . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . . Figura 05 - Nascente em Porção . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. Figura O6 - Riacho Tapera . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . . Figura 07 - Riacho Tapera . ... ... ... ... ... ... ... . . . Figura 08 - Relevo, St' Cruz do Capibaribe. . Figura 09 - Relevo, St' Cn. Iz do Capibaribe . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . . Figura 10 - Vegetação do Capibaribe . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . . Figura 11 - Vegetação do Capibaribe . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . . Figura 12 - Agricultura, Jataúba . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... .. . . Figura 13 - Pecuária, Jataúba . ... ... ... ... ... ... . . . Figura 14 - Matas Ciliares e Assoreamento. Figura 15 - Poluição Ambiental Figura 16 - Poluição Ambiental Figura 17 - Gráfico de porcentagem de dispersão de lixo por domiciliom. Figura 18 - Gráfico de porcentagem de _pessoas que já tiveram alguma doença relacionada à poluição do Rio Capibanbe . ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... ... . . . Figura 19 - Gráñco de porcentagem de pessoas que participam de ações para a melhoria do Rio Capibaribe. Pág,
  10. 10. CDJ-A c 1 t I Q I O O 1 r I 1 n l E n n Q 1 o 1 l n¡ u 1 I I I I ni l ii 1 INTRODUÇÃO 0 planeta terra e considerado o planeta água, já que 75% da superficie terrestre é constituida por Oceanos, Rios, lagoas, etc. Apesar de parecer um número muito grande em quantidades, mais somente uma pequena parte dessa água estar disponivel ao consumo. Sendo 113 trilhões de metros cúbicos que estar disponivel a vida na terra. Mesmo com esta proporção a terra corre o risco de não dispor de água limpa, ja' que existe Um grande número de rios poluídos. Havendo a poluição, diminui a quantidade de agua e consequentemente os seres vivos que dela necessitam para sua existencia, que são os mais variados desde os Fitoplãcton ate os Zooplácton. Este trabalho tem o objetivo de conscientizar a população quanto à importância do no Capibaribe para o municipio de Santa Cruz do Capibaribe, observando seu valor sócio económico, histórico, cultural e ambiental, para que tenhamos um futuro promissor, controlando a poluição dos rios, e não sendo controlados por essa poluição. Buscando um despertar da sociedade santacruzense a cobrar dos representantes políticos soluções para que em conjunto com outros municípios soluções para a despoluição do Rio Capibaribe. A colaboração através deste, para que alunos de escolas_púbIicas e particulares tenham consciência de seu papel e poder para a realização de politicas voltadas para a importância da preservação do Rio Capibaribe, desdesua nascente até sua deságua na capital pemambucana. Demonstrando exemplos de seres vivos que necessitam das águas limpas do rio para a sua sobrevivência e o equilibrio do ecosistema. No estado de Pernambuco existem vános rios, mas, entre tantos, existe um de importância singular para a cidade de Santa Cruz do Capibaribe, o Rio Capibaribe, -rio grande por sua extensão, maior ainda pela sua importância, infelizmente vem a caminhar para um verdadeiro caos. 0 rio que antes fazia viver, e dava vida, hoje sofre com a falta de consciência de muitos que o utiliza como meio de escoamento de esgoto, depósito de lixo, etc. E o pior e que a maioria das pessoas não vê isso como um grande problema, talvez esse seja o maior desafio. Ao longo de toda a trajetória do rio por várias cidades, pouco ou quase nada é feito para despoluir-lo, as l
  11. 11. ltttiitrtitririrtriixxrrrrtttirtitrtrittrttirrrrixi í politicas até existem, mas não se ver grandes avanços. Em especial, a cidade de Santa Cruz do Capibaribe, a qual ganhou parte do seu nome do rio, existem fatores diferenciados das demais cidades que a distancia, mas ao mesmo tempo, a deixa em igualdade quando se refere a poluição, ou a falta de atitudes sábias de não poluir algo tão importante, não só para a população humana, mas para toda uma população de seres vivos que dependem do no para sua sobrevivência, e com os caminhos traçados, no futuro não muito longe, grande desequilíbrios ambientais serão parte decisiva na qualidade de vida afetando diretamente a vidas das pessoas, talvez só assim. fazendoas repensar simples decisões, antes não aceitas como importantes que, com certeza teriam grandes efeitos para a sua própria sobrevivência. u
  12. 12. l l t¡ (k t t. f» t t t : r t; 1 1 i i; i x i i i t il; x i 1 1 1 XUHHHEttIYtIIIIIIXSW 2 - REVISÃO DE LITERATURA 2.1 - ASPECTOS HISTÓRICOS E CULTURAIS DE SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE E DO RIO CAPIBARIBE A história da cidade de Santa Cruz do Capibaribe tem uma dependência bem peculiar com o n'o Capibaribe. Segundo Julio Ferreira, autor do livro 'A históna de Santa Cruz do Capibaribe' - por volta de 1750 vivia em Recife, capital da província de Pernambuco o portugués António Burgos. Tendo adoecido senamente de um mal grave, talvez incuravel para a época, foi aconselhado pelos médicos a procurar um clima seco e salubre. Antônio Burgos, acompanhado por seus escravos saiu da capital, margeando o rio Capibanbe até que chegou às terras onde hoje é a cidade, onde acampou com seus escravos. AntônioiBurgos gostou do clima e logo tratou de construir uma cabana de taipa para se alojar. Um pouco mais adiante, a margem direita dó rio Capibaribe, construiu uma capela também de taipa, num interior da qual colocou imagens sagradas, inclusive um crucifixo de madeira. O ambiente era deserto, mata serrada, caatinga. Não se sabe quanto tempo viveu o lusitano nessa região, sabe«se que desapareceu, deixando a choupana e a capela para trás. A parte da¡ se deu origem à vila de Santa Cruz. No final do século XVII, a capela te taipa foi reconstruída em tijolos de bairro, nessa época, pessoas migravam dos sitios Bandeira, Pará e Poço Fundo. para a vila em busca de trocar mercadorias, assim estabeleceu um pequeno comercio local, com o crescimento desses comercio a única rua da vila desenvolveu-se chegando a ser novamente a ser nomeada rua grande. A rua grande foi crescendo com o passar dos tempos e foi chegando mais gente. A rua foi originada as margens do rio, a exemplo de tantas outras cidades a qual rio 3
  13. 13. ÍÍÍÍÍ1XÃX1X1l11tt11tt1x11+em»L . l t111'"1111“111 t t; teve importante função na sua formação, no inicio como vila e depois como cidade, fazendo valer uma grande relação cidade e rio. Segundo FORUM DO RECIFE E LIMOEIRO, (. ..) As cidades que foram construídas as margens do no Capibaribe, foram de tal maneira que as traseiras das casas eram voltadas para o rio, onde todos os seus esgotos iam parar. Figura 02 : Rua Grande Fonte: Amaldo Vitorino. 2006 Figura 01 : Margem do rio Fonte: Amaldo Vitorino, 2006. O rio tinha muitas utilidades e belezas, havia oliveiras, mamonas, boninas, havia também muitas árvores, a areia do rio era limpa, clara e bonita a agua das cacimbas era limpa e saudável. Figura 03 : Enchente St' Cruz Fonte. Arnaldo Vitorino, 2006. Figura 04 : Pedra do Rio Fonte: Amaldo Vitorino, 2006. Todos os anos haviam enchentes, quando as águas baixavam haviam muitos peixes. O rio também proporcionava momentos de lazer, onde a população se banhava. Era uma festa uma continuam os tempos de enchentes.
  14. 14. Com o passar dos tempos isso foi mudando. Com surgimento da “Sulanca” (atividade económica atual da cidade) ouve o desenvolvimento acelerado da cidade, o no foi sendo esquecido, os interesses foram mudando, a economia foi se distanciando do rio, novos valores da sociedade foram sendo cultivados, e como conseqüência a poluição do rio fo¡ aumentando, e o que antes saciava a a sede e a fome, hoje serve como escoamento de esgoto industnal e doméstico_ deposito de lixo. Segundo ARNALDO VITORINO (2006), por volta dos anos 80, no trecho do alto Capibaribe, mais precisamente na cidade de Santa Cniz do Capibaribe - PE o Rio Capibaribe já começava a apresentar sintomas de debilidades, a quantidade de areia que era retirada de seu leito foi só aumentando, o progresso da cidade aos poços foi engolindo as sua margens, no seu leito só sobraram pedras, qual fez com quer suas águas ficassem mais salgadas. tentei. 't1XTYYYYTYYÊYYXTXXÂÍXiliiilltlii1X1mlliltii) ; #à
  15. 15. iiiiiitiiixiiiiiiiiitiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii . a 2.2 - CARACTERÍSTICAS i= _ísicAs oo RIO CAPIBARIBE Pelo o planalto da Borborema o estado de Pemambuco divide-se, fisicamente, no sentido norte-sul, dando origem a dois conjuntos de bacias, rios Iitorãneos e interiores, os quais apresentam caracteristicas distintas: o Bacias de rios litorãneos: Localizado na parte oriental, rede de drenagem dirigida no sentido oesteleste, desaguando no oceano Atlantico. O rio Capibaribe se enquadra nestes rios. o Bacias de rios interiores: Localizado na parte ocidental, rede de drenagem dirigida no sentido norte-sul, desaguando no rio São Francisco. Segundo estudo da Condepe (Condepe,1980), foram identiñcadas treze grandes bacias hidrograñcascujas areas são superior a 2.000 km1, seis grupo de bacias de pequenos rios litoráneos e oito bacias de bacias hidrográñcas de pequenos interiores. 2.2.1 - Localização O Rio Capibaribe é um rio litorânea, totalmente pemambucano, situado na parte norteoriental, compreendida entre as coordenadas geográficas, latitudes de 7"43' e 8°19' sul, e longitude de 34°54' e 36°42' oeste de Greenwich. Ao norte, com a bacia hidrográñca do rio Goiana e o estado da Paraíba; ao sul com . a bacia hidrográfica 'do rio Ipojuca, a leste com oceano Atlantico com 'as bacias : secundárias dos nos Beberibe. Botafogo, Jaboatão, Pirapama e Igarassu, desaguando no Oceano; e ao oeste com bacia hidrogrática do rio Ipojuca e o estado da Paraíba. Tem seu curso de vida em três textos: Alto, médio e baixo. O alto e o médio curso do rio Capibaribe estão situados no Polígono das Secas, áreas de clima semi-árido, ó " Hill
  16. 16. rtnittttttítjttniInnnXtliltlünittttlitíttttitãií l i recebendo portanto. reduzidas cotas pluviométricas, dai apresenta um regime temporário. No seu baixo curso, onde as taxas plumétricas são mais ambudantes, seu regime torna mais perine. 2.2.2 - Área Numa distância de 1.100 m acima do nível do mar, no alto da serra do Jacararã Municipio de Porção, nasce o rio Capibaribe. A sua bacia compreende uma área de 7.716 km, que representa 7,8% do território pernambucano. Figura D5: Nascente em Porção Fonte: Arnaldo Vitorino, 2006. Da sua nascente até sua foz são 240 Km, ele drena em 39 municípios dos quais 17 estão insendos totalmente representando 56% da área total da bacia. As principais cidades que ele drena são: Santa cruz do Capibaribe, Toritama, Salgadinho, Limoeiro, Paudalho, São Lourenço da Mata e o Recife. Principais Atiuentes: O rio Capibanbe até o seu medio curso, nas a proximidades de Limoeiro, possuj um regime ñuvial temporário, a partir daí até sua foz . ele passa a ser perene. Seus principais afluentes: Margem Esquerda: Riacho Jundiá, Riacho do Pará, Riacho Tapera, Riacho do Arroz, Riacho da Topada, Riacho Caia. Riacho Jataúba, Rio Camaragibe.
  17. 17. tiiitittttttttttttitiitittttiiiitiiittittiiiiiii; Figura 06 Riacho Tapera Fonte' Amaldo Vitorino, 2006. Figura 07 : Riacho Tapera Fonte: Amaldo Vitorino, 2006 Margem Direita: Riacho de Aldeia Velha, Rio Mimoso, Rio Tabocas, Riacho Carapotós, Rio Cachoeira, Riacho das Eguas, Rio Caçatuba, Riacho Grota do Fernando, Rio Cotumgubã, Rio Goitá, Rio Tapacurá, Rio Fazenda Velha. O Rio Tapacurá é o principal afluente do rio Capibaribe, com uma extensão de 30 Km e uma área de 47 Km, 2.2.3 - Relevo A bacia hidrográfica do Rio do Capibaribe estar situada sobre o planalto da Borborema e ao seu sopé e sobre as suas planícies. Nas estruturas do Planalto da Borborema encontram-se irregulares, que mostram altitudes mais acentuadas à medida que se aproxima da região do alto Capibaribe localizado a partir da cidade de Limoeiro. Na parte localizada sobre o planalto da Borborema encontram-se superfícies planas, com altitudes superiores a 400m na sua maior parte, Já na parte oeste do planalto correspondente aos municípios de Jataúba e Porção existe ainda resto de superfícies planas, entretanto, esse trecho apresenta altitudes mais elevadas, variando de 880 a 1.000 m. Na superfície que equivale aos tubaleiros
  18. 18. ÉYXTXTTÁTTXXXX11XIXUITIHXIXXXIIIXXXÍÍ Hltllililãv l . n. tam, ... u' e chãs e que se menores Figura 0B : Relevo, St' Cruz do Capibaribe Fonte: Amaldo Vitorino, 2006. Fonte: Amaldo Vitorino, 2006 2.2.4 Vegetação Figura 09 : Relevo, St' Cruz do Capibaribe localizam os vales de rios como o do Rio Capibaribe e de outros rios A Caatinga estar representada pelas subzonas do Agreste, Sertão Central e da Zona da Mata, representada pelas subzonas úmidas, além da zona do litoral, vegetação é a predominante da bacia Rio Capibaribe. Na parte oriental d vegetação encontra-se bastante degradada. Figura 10 : Vegetação do Capibaribe Fonte. Amaldo Wanna, 2006. Fonte* Amaldo Vitorino, 2006 essa a bacia a Figura 11 : Vegetação do Capibanbe 9
  19. 19. nr * ' * ° o itiiti Tititi iiiiii x ai: 7x13 m-ttííí 't moVqIl-. xmnnlaà 2.2.5 - Clima () semiãrido e o clima predominante da região da bacia do Capibaribe apresentando possibilidades de chuvas torrenciais de grande intensidade, em poucos meses do ano. A medida que se penetra na bacia há uma inclinação para o nítido decréscimo de pluviosídade. O total pluviométrico na parte média da bacia ~ variam de 700 à 1.200 mm anuais, em algumas áreas os índices pluviométricos são mais reduzidos. Já no litoral a pluviometria chega a atingir cerca de 2.000 mm . anuais. O período mais chuvoso na área da bacia como um todo, é no I iutonolinverno (marçoagosto), já na primavera/ verão (setembro-fevereiro), apresenta periodo de seca. Apenas cerca de 20% da área total da bacia apresenta uma precipitação anual acima de 800 mm. 2.2.6 - Solos Na bacia do Capibaribe a maior parte da terra encontra-se restrições de moderadas e severas, referentes a atividades agropecuárias. As principais limitações são relevos acidentados, com risco de erosão, apresentando perigos de salinização e pequena profundidade dos solos. São mais de 115 km de área improprías para utilização da agricultura' Figura 12 : Agncultura, .lataúba Fonte' Arnaldo Vitorino, 2006 Figura 13 : Pecuária, Jataúba Fonte: Amaldo Vitorino, 2006 adquiridos : m trabalho cicnliliuu: C/ JUIiIR(I. Anu Cristina Calinho; DANTAS. Andréa lui arca. JI l( . l' Carolina Mimndu c MORAIS. 'Thiago Santos. Rin Capibaribe passado presente e n futuro? Kculn. 1993. l(J
  20. 20. 2.a - AGENTES POLUÍDORES segundo Ana Paula Nascimento (2002), no livro Ecologia 4. Ed Recife: Água marinha. Um dos mais graves fatores resultantes da atuação do homem sobre o meio ambiente é a poluição. Esta é uma modificação desfavorável das condições do ambiente, provocada por subprodutos e resíduos das atividades humanas. Tais modificações podem provocar desequilíbrios químicos, físicos e biológicos do meio ambiente e podem afetar o homem direta ou indiretamente. 2.3.1- Resíduos Sólidos Residuos sólidos são materiais heterogêneos, (inertes, minerais e orgânicos) resultantes das atividades humanas e da natureza, os quais podem ser parcialmente utilizados, gerando, entre outros aspectos, proteção à saúde pública e economia de recursos naturais. Os resíduos sólidos constituem problemas sanitáno, ambiental, econômico e estético. Os Resíduos sólidos podem ser divididos em grupos, como: 2.3.1.1 - Lixo Doméstico É aquele produzido nos domicílios residenciais. Compreende papel, jomais velhos, embalagens de plástico e papelão, vidros, latas e resíduos orgânicos, como restos de alimentos, trapos, folhas de plantas ornamentais e outros. 2.31.2 - Comercial e Industrial É aquele produzido em estabelecimentos comerciais e industriais, variando de acordo com a natureza da atividade Restaurantes e hoteis produzem, principalmente, restos de comida, enquanto supermercados e lojas produzem embalagens.
  21. 21. O lixo das indústrias apresenta uma fração que é praticamente comum aos demais: o lixo dos escritórios e os resíduos de limpeza de pátios e jardins; a parte prncipal, no entanto, compreende aparas de fabricação, rejeitos, residuos de processamentos e outros que variam para cada tipo de indústria. Ha os resíduos industriais especiais, como expIosh/ os, inflamáveis e outros que são tóxicos e perigosos à saúde, mas estes constituem uma categoria à parte. 0 lixo das indústrias da cidade de Santa Cruz do Capibaribe PE, apresentam uma fração que e praticamente comum aos demais: o lixo dos pequenas fábricas (fabricos); a parte principal, no entanto, compreende aparas de fabricação, rejeitos, resíduos de processamentos e outros que vanam para cada tipo de indústria Há os resíduos industriais especiais, como explosivos, inflamáveis e outros que são tóxicos e perigosos à saúde, mas estes constituem uma categona a parte. 2.3.1.3- Llxo Público são os resíduos de varrição, caplna, raspagem, entre outros, provenientes dos logradouros públicos (ruas e praças). bem como móveis velhos, galhos grandes, aparelhos de cerâmica, entulhos de obras e outros materiais inúteis, deixados pela população, indevidamente, nas ruas ou retirados das residências através de serviço (le remoção especial. 2.3.1.4 - Lixo de Fonte Especiais Aquele que, em função de detemiinadas características peculiares que apresenta, passa a merecer cuidados especiais em seu acondicionamento, manipulação e
  22. 22. disposição ñnal, como é o caso de alguns residuos industriais antes mencionados, do lixo hospitalar e do radioativoz 2.3.2 - Esgotos São os despejos provenientes das diversas modalidades do uso e da origem das aguas. tais como as de uso doméstico, comercial. industrial, de utilidade pública, de areas agrícolas_ de superficie, de infiltração, pluviais, etc. Figura 14 : Matas Ciliares e Assoreamento Fonte: www. cprh. pe.2ov. br/ pcsquíseeprescrvc/ ctudo-co. .. 2.3.2.1- Esgotos Sanitários São essencialmente domésticos, contendo também águas de infiltração e ainda uma parcela não signiñcativa de despejos industriais, com caracteristicas bem definidas. 2.3.2.2- Os esgotos domesticos São os que provém principalmente de residências, edificios comerciais, instituições ou quaisquer edificações que contenham banheiros ou cozinhas. lnlurmuçíxs obtidas n liiip wtmgmtviçiiti: _brluompuLcnphpylhgwc rgsidutis/ índuurmügznnlcu V . t'
  23. 23. _ a (37 f? ñ 5-6 *à 2 3 2 2- Esgotos industriais ¡iá ka¡ Extremamente diversificados provêm de qualquer utilização para fins industriais e ¡ 1m lavanderias, que adquirem características próprias em função do processo industrial +3 empregado. 3 H ¡. 1 l 1 Ainda que só 0,1% do esgoto de origem domestica, seja constituido de impurezas a¡ â de natureza fisica, quimica e biológica. e o restante seja água, o contato com esses @rã efluentes e a sua ingestão é responsável por cerca de 80% das doenças e 65% das 5?# intemações hospitalares. Atualmente, apenas 10% do total de esgotos produzido Sã* recebem algum tipo de tratamento, os outros 90% são despejados “in natura"nos l @fa solos, rios, córregos e nascentes, constituindo-se na maior fonte de degradação do l ! fã meio ambiente e de proliferação de doenças infecciosas e parasitárias. m: 344 DE* p# pá pod I g4 , a4 poi l r Figura 15 : Poluição Ambiental Figura 16 : Poluição Ambiental í FOME' Fonte . M <EWW&Gsimlitlm-hr/ »Jlrdlnmen <www. cesancombr/ .u/ tratamcnto img i lt . l/lhnlc. h . a/ lbnlcs_phn>_ f li n O esgotamento sanitário requer, portanto, nao só a implantação de uma _rede de y¡ coleta, mas também um adequado sistema de tratamento e dl$p0S_lÇa0 final. ¡, a Alternativas de coleta mais baratas que as convencionais vêm sendo implementadas em al umas cidades brasileiras, como esgoto condominiaL' 9 ¡ai! Jlntbnnuções adquiridas no site<hnpwwwwzsancagixcom. br/ wwwsan/ quali/ ogiccsgotrmhtm ya ' iniiimiaçrxs adquiridas: no site: -uumt. mgggimpmm. hqpuhiiquucgi/ gggircxe/ s»s/ scinhimizimoia»iimziiasid Klizfriim info indigyt» ? l L P* H ? O P* ki¡ yñã K
  24. 24. 2.3.3 - Poluição do Capibaribe a partir da nascente até Santa Cruz do Capibaribe Rio Capibaribe tem sua nascente no subterrâneo, localizada no meio de uma pasto, proximo a uma pequena floresta onde sua grande parte foi devastada. Segu ido JOSÉ ANTÔNIO (2007), morador da comunidade, a floresta é importante para o Rio, pois e atraves dela que vem água para sua nascente Na divisa de Porção com Jataúba o Rio Capibaribe se toma um rio subterrâneo onde as águas do alto Capibaribe dão vida a 105(cento e cinco) hortas, das quais formam um . Jolo produtivo que abastece boa parte do mercado do Recife e de Caruzarurecebendo em troca veneno inseticida do mais perigoso. Segundo ISAEL MONTEIRO (2007), agricultor da região comenta que a falta de tratamento no escoamento do veneno para o Rio Capibaribe acontece devido ã carência de tecnologia e de assistência por parte do govemo. onde o mesmo, só cons ague atender 15% de assistência técnica no tratamento adequado para todo o estado de Pemambuco. Chegando ao município de Santa Cruz do Capibaribe - PE o Rio Capibaribe recebe os mais variados tipos de agressões ambientais 5 Segundo GERALDO MlRANDA (2006), diretor da Agência Estadual de Meio Amb ente o pnncipal poluidor do Rio Capibaribe é o esgotamento sanitário sem tratamento, mais de 1,3 milhão de pessoas despejam esgotos diretamente no Rio Capibanbe sem nenhum tipo de tratamento adequado ao meio ambiente-aos longos dos 42 municípios onde o rio passa que equivale a 30% (trinta por cento) da população de Pernambuco. " inii» . ... .mas ilhtldus u punir di: ruporutgcm du gliilxi rural. exibida cm 2005 por Vico im
  25. 25. É: 2 n sis-M t His¡ x »Amin i eu : :tir . t s¡ i i i t. i.«x; t;t; t;i: ;t; t;i~i-i-i-zi4i-s-i. É 2. 4 - AÇÕES E PROJETOS A FAVOR DO RIO 2.4.1 Comitê da Bacia do rio Capibaribe O Comité da Bacia do Rio Capibaribe. do mais importante rio de Pemambuco, e constituído por 45 membros, com a seguinte composição_ conforme a legislação vigente: 18 membros são do poder público (40%): 1B membros são originados dos usuarios (40%) e 9 membros são representantes das entidades civis (20%) Esse Comité de Bacia é um “Orgão govemamental composto pelos poderes executivos municipais. estaduais e federais, usuários da água e sociedade organizada. Atua diretamente na gestão das águas da bacia hidrográñca, concilia os problemas de uso e conservação das águas da bacia. Onde juntamente com a comunidade procura promover a revitalização do rio Capibanbe¡ 2.4.2 Recapibaribe O Projeto Recapibanbe é um longo processo de conscientização e de reestruturação da vida do Rio Capibaribe. A programação é uma constante de reuniões técnicas. lúdicas, seminários e shows beneñcentes, onde você não só é o convidado mas também o promotor. O Movimento pretende alertar para a deterioração do rio e sucateamento de suas margens, especulando o seu potencial turístico. Considerar as inter-relações do entorno onde esta' inserido, apresentando propostas e ações necessárias à sua conservação, de caráter urbanístico e ambientalÍ' " lnliirmaçõcs adquiridas no sitc< http: //www. rcape. pc. gov. br/ comitc_i: apibaribc. shttnI> 'ininnnaçacs adquiridos m) silr htlpii/ tvwwícunescontbñmcup¡barÍbc/ progrdtnmhlntl « 16
  26. 26. -tt-x-lt-x-E-x-Mz-t-&t-&t-t: . &É; »- . ..- w uma. . sy. ..- iii' 2.4.3 Revitalização do rio Capibaribe Projeto da Escola Municipal Professor António Gomes Aragão coordenado pelos professores Clodoaldo M. da Silva (diretor), Cláudia Regina de Lima, Risonaldo Pereira Cordeiro tem como objetivo promover a conscientização da população local referente a utilização e conservação do rio Capibaribe, Enfatizando os potenciais hídricos, ecológicos e a problemática da poluição das águas por esgotos e lixo doméstico. Efetivar uma sensibilização nos educandos atraves de palestras e trabalhos práticos (alunos da rede pública de ensino municipal). Esclarecer o importante papel da sociedade na utilização das águas, 5 2.4.4 Reflorestamento da margem do rio Capibaribe Dois. quilômetro da vegetação no trecho que corta o município de Paudalhoserão reñorestadas. O plantio de cinco mil mudas de espécies de mata atlântica será feito entressafa da cana-de-açúcar. A meta do estado é plantar duzentos e cinqüenta mil mudas e recompor a mata ciliar em cinqüenta e duas cidades. As matas ciliares no trecho que passa por Paudalho, Carpina, Chã de Alegria, Glória de Guitar, Nazaré da Mata, Vitoria de Santo Antão, na zona da mata, Moreno e São Lourenço da Mata. Quase cento e cinqüenta mil mudas foram doadas por organizações, sindicatos e universidades. Cada municipio receberá cerca de 3,5 mil delas 9 ° ln urmuçñcs adquiridas através do projeto "Revitalização do Riu Capibaribe". dcscnvuliido pela Escola Municipal Professor Antonio Gomes Aragão * ln . mineira. iihiidas u partir u: reportagem do Jornal u. . Comércio. os de main dc 2007. |7
  27. 27. É: : t s 3 3 a s 3 t t t : i x 3 t 1 I x x x &t-ivwtüeaüsetürí ii~$+$-ã-K-$-H~tt«n= $=t= $=t : uma: 3 - MATERIAL e MÉTODO Para a realização do trabalho foi necesario uma pesquisa bibliográfica e uma pesquisa descritiva, tendo apoio de livros, sites, reportagens, entrevistas com a população da região nbeirinha. Fvram observados, analisados os materiais que foram abordados de forma que realmente enfocasse o objetivo dessa pesquisa para a identificação os principais agentes causadores da degradação do rio Capibaribe. IX
  28. 28. ÃÉÃSÍsÍs-#ÊÉÉ É: ÍÊLÉÊÊÉ-Ê-i: .É-iiÍÉnÍtÃs-Êc-s-x-x-t-a : 4. nas 3 as-séa-ai-ÍÍM as-is-xsii-ã-ai i 4 - RESULTADOS E DISCURSÃO Através dos dados coletados, foram averiguados os impactos ambientais causados ao rio Capibaribe pela a atividade humana, onde o homem o tem poluído de uma forma alarmante, através de esgotos domésticos e industriais que chegam ao rio sem nenhum tratamento, outro causador da poluição no rio Capibaribe no perímetro urbano de Santa Cruz do Capibaribe e o lixo, esse dos mais variados tipos como: bucr as de tecidos, garrafas pett, cones de linhas, papelão, etc. Apesar da maioria da população colocar o lixo nos carros que fazem à coleta, existem pessoas que jogam o lixo diretamente no rio, e outras que jogam nas ruas que podem chegar ao rio através dos canais, como mostra o gráfico 1. l gura 17: Gráfico N°l a porcentagem de dispersão de lixo por domicílio Fonte: lfojeto dc Revitalização do RíoCapibaribe Essa poluição destroi a mata ciliar do Capibaribe e também podem trazer para população doenças como: leptospirose, hepatite, dengue, etc. A maioria da população já tiveram alguma doença relacionada à poluição como mostra o grafico 2
  29. 29. 33&+&&&&&&&&&&r&rr&r&১$$§§§%àà"' 5- -----›-----A~ ~<-----°'* àsísiís l . vo. 0% l_ u¡ sim A , I-inâo _ E¡ não sabe Figura 1x: (irúlico N°2 a porcentagem dc pessoas qu: : já tiveram alguma doença relacionada a poluição do Rio Capibaribe. l-'onluz ”rnjv: lr› dc Rcvilaliznção do Rio Capibaribe Mais c principal problema é que a maior parte da população não ver essa poluição do rio, como um grande problema. E não fazem quase nada em pró do Capibaribe. Como mostra o gráfico 3. llnão Elnãosabe i Figura IO: (irálico N°3 dc porcentagem de pessoas que participam de ações para a melhoria do Rio (Zipibaribc. I-'unlcz Projeto dc Revitalização do Rio Capibaribe
  30. 30. Existem programas e projetos para a despoluição do rio, mas ainda não se percebe grandes resultados. São poucos lutando para uma causa justa. e muitos lutando para tornar maior a injustiça, em sua maioria fundamentada em valores que já foram citados. mas o que chamara mais atençáqé “toda a população" que náo tem em si despenado a consciência, de não agressão ao rio. É preciso políticas que busquem um despertar, não só para os problemas do rio, mas que tenham em sua essência algo bem mais valioso. um acordar para a vida. em um sentido bem mais complexos do que muitos estão acostumados_ procurando desenvolver projetos que tenham como alvo todos os segmentos da sociedade, mas principalmente as escolas, educando as crianças a educarem os pais_ pois só assim com uma luta coletiva aconteceram resultados satisfatórios. 21
  31. 31. É i1 l e aema-e-&íezetzkfzxzà 5 - CONCLUSÃO ç De acordo com o que foi pesquisado, os impactos ambientais causados pela atividade humana ao rio Capibaribe, no perímetro urbano de Santa Cruz do Capibaribe, são bem visíveis. visto que o rio se encontra totalmente poluído. Onde os pnncipais agentes poluidores são os lixos e os esgotos, tanto industrial quanto doméstico sendo esse em maior quantidade, chegando ao rio sem nenhum 'ratamento Essa poluição além de destruir o rio ocasiona doenças para a população, como foi constatado que a maior parte da população já teve algum tipo de doença causada pela poluição do rio. Apesar da nitidez dos problemas que a poluição causa ao no e a população, nada. ou quase nada é feito para reverte esse quadro. Essa problemática decorre pelo fato da economia da cidade no perímetro urbano não está voltada para o riof e sim para a "Sulancaí Sendo necessário assim a conscientização de políticos e da população da importância da revitalização do rio Capibaribe para o meio ambiente. visto que a preservação do meio ambiente é fundamental para a sobrevivência das espécies, inclusive da espécie humana.
  32. 32. u» . x ; a wi' : à: l esesee-a-s-z-a- -12-Hrz-z-$-3.~$= l-1t-3r34$-3~$= X›~$-X›+¡›: $à$ i- 4-' ; magra- 53:3_ 6 - REFÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS . AMllll-N l l; l3R. ›Sll. ,Res¡duos.20U0. Disponivel cm, httpz/ /wmv. amhientobmsiI. com. br/ composcnphp3?basc= rcsiduos/ index. php3&conteudoã/ res iduos/ rcsiduoszhtmlitressolidos. Acesso em Ol ma¡ 2007 CAJUElRO. Ana Cristina Cestinho; DANTAS. Andréa Tavares, JUCA M' Carolina Miranda e MORAIS. Thiago Santos. Rio Capibaribe passado presente e o futuro? Recife. 1993. ("l . S/Nlontc de poluiçãoijopyringhl Züülbisponivel em: s httpz/ /www. cesanxonl. br/ pcsquisLLcsmdantil/ lmlamcnt0_agua/ lbntes. php>. Accssu em 20 jun.2()l)7 ComercioJornaLReflorestamento do Rio CapibanbePemambuco. p1, ma¡ 2007 CPRH. Pesquise c PrcservePoluiçao das Águas . Disponivel em: ~ihttp: //www. cprh. pc. gov. br/ pcsquisceprcservc. > Acesso em 05 jun .2007 DOSSllÃCclinu. A _Poluição do amb¡ente.2006.Di5poniveI em: -íhttpj/ wvzw. anossncscohLcorn/ ebl/ especiais_id. rsp? csplD= ó9>. Acesso em 05 jun. 2007 DUQUI-, Julia . W.C tícológico.2004.Disponivcl em: (http: //www. ccopop. com. br/ publique/ cgi/ cgiIua. exe/ sys/ start. ht. rn'? ínfoid= l l3"/ u20&sid:3&fr om_intio_index=6>. Acesso cm 05 jun 2007 FERREIRA, Juho de Araújo. Sulanca. ,O Rio Capibanbezüoa (iLOBO. Rural. Reportagem sobre o Rio Capibaribe. Vico lasi. 2005 W| -lt()lll2S'l'. Água_nosso tesouraDisponivel em: «httpz/ lwww. eso. ips. pt/ aboIina/ webquests/ agua/ nguahtml > Acesso em 05 _jun 2007 REAPIi. Criação do Comité do Rio Capibaribe. Disponivel em: *T http: //www. reapc. pe. gov. brlcomite_capibaribc. shtml>. Acesso em OSjun 2007 RLCAPIBARlBlLMovimento pra requaliticaçao do Rio Capiharibebisponivcl em: shnpz/ /www. icones. com. br/ recapiharíbc/ programahtml>. Acesso em 20 abr 2007 S()Nl-. A(j(). () que esgoto2002. . Disponivel erri: (httpL/ /www. sancagoxomlwr/ wwwsan/ quaIi/ oqueesgoto. htrn>. Acesso em 05 jun 2007

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