O barroco no Brasil

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O barroco no Brasil

  1. 1. •HISTÓRICO •LITERATURA BARROCA •GREGÓRIO DE MATOS •POEMAS DE GREGÓRIO DE MATOS
  2. 2. O Barroco Brasileiro - HISTÓRICO O estilo barroco chega ao Brasil pelas mãos dos colonizadores, sobretudo portugueses, leigos e religiosos. Seu desenvolvimento pleno se dá no século XVIII, 100 anos após o surgimento do Barroco na Europa, estendendo-se até as duas primeiras décadas do século XIX. Como estilo, constitui um amálgama de diversas tendências barrocas, tanto portuguesas quanto francesas, italianas e espanholas. Tal mistura é acentuada nas oficinas laicas, multiplicadas no decorrer do século, em que mestres portugueses se unem aos filhos de europeus nascidos no Brasil e seus descendentes caboclos e mulatos para realizar algumas das mais belas obras do barroco brasileiro. Pode-se dizer que o amálgama de elementos populares e eruditos produzido nas confrarias artesanais ajuda a rejuvenescer entre nós diversos estilos, ressuscitando, por exemplo, formas do gótico tardio alemão na obra de Aleijadinho (1730-1814). O movimento atinge o auge artístico a partir de 1760, principalmente com a variação rococó do barroco mineiro.
  3. 3. As primeiras manifestações do espírito barroco no resto do país estão presentes em fachadas e frontões, mas principalmente na decoração de algumas igrejas, também em meados do século XVII. A talha barroca dourada em ouro, de estilo português, espalha-se pela Igreja e Mosteiro de São Bento do Rio de Janeiro, construída entre 1633 e 1691. Os motivos folheares, a multidão de anjinhos e pássaros, a figura dinâmica da Virgem no retábulo-mor, projetam um ambiente barroco no interior de uma arquitetura clássica. A vegetação barroca é introduzida na Bahia no fim do séc. XVII na decoração, por exemplo, da antiga Igreja dos Jesuítas, atual Igreja Catedral Basílica, cuja construção da capela-mor, com seus cachos de uva, pássaros, flores tropicais e anjos-meninos, data de 1665- 1670. No Recife destaca-se a chamada Capela Dourada ou Capela dos Noviços da Ordem Terceira de São Francisco de Assis, idealizada no apogeu econômico de Pernambuco, em 1696, e finalizada em 1724.
  4. 4. Nota-se que, em meados do século XVIII, a perda da força econômica e política inicia um período de certa estagnação no Nordeste, com exceção de Pernambuco, que conhece o estilo rococó na segunda metade do século. O foco volta-se para o Rio de Janeiro, transformada em capital da colônia em 1763, e a região de Minas Gerais, desenvolvida à custa da descoberta de minas de ouro (1695) e diamante (ca.1730). Não por acaso, dois dos maiores artistas barrocos brasileiros trabalham exatamente nesse período: Mestre Valentim (ca.1745-1813), no Rio de Janeiro, e o Aleijadinho, em Ouro Preto e adjacências.
  5. 5. A Literatura Barroca As obras produzidas no país eram apenas um reflexo das escolas literárias de Portugal e, por isso, a produção escrita nesta época não é considerada como literatura genuína brasileira. Os livros e documentos do período são apenas uma absorção do estilo português na era do colonialismo. As características da literatura barroca no Brasil são o rebuscamento da linguagem e a ambiguidade. Além disso, figuras de linguagem como a sinestesia, o paradoxo e a antítese são amplamente utilizadas pelos autores. O movimento literário Barroco no país é, essencialmente, uma forma de expressar o conflito entre o humanismo da renascença e a tentativa de reparo de uma religiosidade medieval, entre a razão e a fé, uma luta entre o não espiritual e o espiritual.
  6. 6. Gregório de Matos Gregório de Matos Guerra, alcunhado de Boca do Inferno ou Boca de Brasa, foi um advogado e poeta do Brasil colônia. É considerado o maior poeta barroco do Brasil e o mais importante poeta satírico da literatura em língua portuguesa, no período colonial. Um de seus mais antigos biógrafos foi Manuel Pereira Rabelo. Gregório nasceu em uma família com o poder financeiro alto em comparação a época, empreiteiros de obras e funcionários administrativos (seu pai era português, natural de Guimarães). Legalmente, a nacionalidade de Gregório de Matos era tecnicamente portuguesa, já que o Brasil só se tornaria independente no século XIX.Todos que nasciam antes da independência eram luso-brasileiros.
  7. 7. Perto de seu fim, Gregório de Matos expressou culpa e arrependimento no que concernia a sua relação com a Igreja Católica. Através de suas obras "Buscando a Cristo" e "A Cristo N. S. Crucificado", onde procura demonstrar "a insignificância do homem perante Deus", onde se percebe, de sua parte, a consciência nítida do pecado e a busca do perdão. Nestes momentos de pungente arrependimento, Gregório explicita seu conhecimento religioso, contrastando as ideias de Deus e de pecado, opostas e, ao mesmo turno, complementares: Deus, ainda que detentor do poder de condenação das almas, permite claramente a esperança do homem em se salvar pelo Seu perdão, em virtude de Sua infinita misericórdia e bondade.
  8. 8. Poemas de Gregório de Matos Beija-flor Anjo bento Senhora Dona Bahia Descrevo que era realmente naquele tempo a cidade da Bahia Finge que defende a honra da cidade e aponto os vícios Define sua cidade A Nossa Senhora da Madre de Deus indo lá o poeta Ao mesmo assunto e na mesma ocasião Ao braço do mesmo Menino Jesus quando apareceu A NSJC com atos de arrependido e suspiros de amor Ao Santíssimo Sacramento estando para comungar A S. Francisco tomando o poeta o habito de terceiro No dia em que fazia anos Impaciência do poeta Buscando a cristo Triste Bahia
  9. 9. Algumas Imagens do Barroco!
  10. 10. Igreja Nossa Senhora Do Pilar
  11. 11. Anjos Barrocos
  12. 12. Igreja de São Francisco
  13. 13. Igreja de São Francisco(dentro)
  14. 14. Jesus apanhando
  15. 15. Jesus carregando a cruz

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