Estudo de caso André - Fornos de Algodres

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Estudo de Caso realizado pelo CRTIC da Guarda

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Estudo de caso André - Fornos de Algodres

  1. 1. CRTIC Guarda Estudo de caso Desenvolvimento da literacia com recurso a símbolos gráficos Guarda, maio de 2014
  2. 2. CRTIC Guarda Área de Abrangência ► Agrupamentos de Escolas dos concelhos de Almeida, Belmonte, Celorico da Beira, Fornos de Algodres, Figueira de Castelo Rodrigo, Guarda, Meda, Sabugal, Trancoso e Pinhel. CRTIC Guarda – maio 2014 Localização ► Escola Secundária de Afonso de Albuquerque – Guarda
  3. 3. Agrupamento de Escolas de Fornos de Algodres ► O aluno objeto do nosso estudo apresenta Síndrome de Down e frequenta o Centro Escolar de Fornos de Algodres. CRTIC Guarda – maio 2014 Centro Escolar de Fornos de Algodres ►Total de alunos: 230 ► Total de docentes: 11 ► Níveis de Ensino: Pré-escolar e 1.º CEB
  4. 4. Objetivos do Estudo CRTIC Guarda – maio 2014 Gerais ► Avaliar o impacto da utilização de Tecnologias de Apoio na promoção da literacia (leitura/escrita). ► Específicos ► Utilizar o computador e símbolos gráficos (software Comunicar com Símbolos) na aprendizagem da leitura e escrita; ► Aferir da sua aplicabilidade em diferentes contextos; ► Aplicar estratégias diferenciadas promotoras de sucesso escolar; ► Avaliar como as Tecnologias de Apoio contribuíram para a inclusão do aluno com os seus pares.
  5. 5. Aluno CRTIC Guarda – maio 2014 Identificação Nome: André Fernandes Ano : 4º Ano Idade: 11 Anos Atividade e participação Apresenta limitações graves ao nível do desenvolvimento da linguagem (d134.3), na aquisição de conceitos (d137.3) e competências (d155.3) e na capacidade de pensar (d163.3). Fatores ambientais Os professores funcionam como facilitador acentuado (e330+3). Os prestadores de cuidados pessoais e assistentes pessoais (e340+3) e outros profissionais (e360+3) são também facilitadores acentuados. Perfil de Funcionalidade Funções do corpo Apresenta limitações graves nas funções intelectuais (b117.3), nas funções psicossociais globais (b122.3) e nas funções do temperamento e personalidade (b126.3).
  6. 6. Medidas Educativas – Dec -Lei 3/2008 CRTIC Guarda – maio 2014 ► Artigo 17º - Apoio Pedagógico Personalizado c) – antecipação e reforço da aprendizagem de conteúdos lecionados na turma d) – reforço e desenvolvimento de competências específicas ► Artigo 21º - Currículo Específico Individual ► Artigo 22º - Tecnologias de apoio Medidas complementares Acompanhamento regular no Hospital Pediátrico de Coimbra e acompanhamento semanal de terapia de fala.
  7. 7. Avaliação em TA CRTIC Guarda – maio 2014 O André é apoiado pela mesma docente de Educação Especial desde o Jardim de Infância, que preocupada com o sucesso e inclusão escolar do aluno, efetuou ao CRTIC da Guarda o pedido de avaliação em Tecnologias de Apoio. No 1.º CEB a docente solicitou uma reavaliação em virtude de o aluno apresentar: ► Dificuldades na aprendizagem da leitura e escrita; ► Dificuldades na linguagem oral e escrita; ► Dificuldades na motricidade fina; ► Necessidade de recorrer a estratégias e metodologias diferenciadas para a aprendizagem da leitura e escrita; ► Necessidade de desenvolvimento da linguagem escrita e oral de forma apelativa.
  8. 8. Avaliação em TA CRTIC Guarda – maio 2014 ► Iniciou-se a avaliação no computador com uma história, onde foi possível observar a existência de competências visuais e auditivas que permitem ao André utilizar o computador e manusear o rato. ► Em seguida, foi dada a oportunidade ao aluno de interagir com o programa “Comunicar com Símbolos” ao qual o André mostrou recetividade e interesse, pois permitiu-lhe ilustrar com imagem o que escreveu, motivando-o para a leitura e escrita.
  9. 9. Avaliação em TA CRTIC Guarda – maio 2014 ►Respeitando as características, capacidades e objetivos definidos no CEI do André e dado o seu interesse pelo uso do computador, considerámos que este podia desenvolver as competências de comunicação, leitura e escrita, recorrendo ao software Comunicar com Símbolos. ► Foi dada formação às docentes que intervêm no processo educativo do aluno sobre a aplicabilidade do programa, tendo este começado a ser utilizado no início do ano letivo de 2011/2012.

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