I Encontro Estadual da ANGRAD
V Encontro de Coordenadores do
    Cursos de Administração

    Estado de Minas Gerais

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OBJETIVO GERAL

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CONTEÚDOS CURRICULARES

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IMPLEMENTAÇÃO:
  SENSIBILIZAÇÃO E COMUNICAÇÃO

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projeto pedagógico do curso de grad...
CONSIDERAÇÕES FINAIS


Os métodos escolhidos pelos GESTORES dos
cursos de Graduação em Administração deverão
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CONSIDERAÇÕES FINAIS

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CONSIDERAÇÕES FINAIS


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rui.otavio@unigranrio.edu.br


    (21)9251-6313

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Sugestão de Leitura:
                                        Teoria Geral da
                                         Admi...
Sugestão de Leitura:
                                            GESTÃO ESTRATÉGICA
                                      ...
Sugestão de Leitura:
                                                 ESTRATÉGIA DE
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Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Administração - Adm Rui Otávio Bernardes

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O tema foi abordado durante V Encontro de Coordenadores de Curso e I Encontro Estadual da Angrad, realizados, no CRA-MG, em 29/5/10.

Cobertura do evento: http://migre.me/Teet
Fotos: www.flickr.com/cramg

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Diretrizes Curriculares Nacionais para o Curso de Administração - Adm Rui Otávio Bernardes

  1. 1. I Encontro Estadual da ANGRAD V Encontro de Coordenadores do Cursos de Administração Estado de Minas Gerais ANGRAD / CRA-MG 1
  2. 2. DIRETRIZES CURRICULARES Prof. Dr. Rui Otávio Bernardes de Andrade Presidente do Conselho Consultivo da ANGRAD 2
  3. 3. & % !! " $$ # !% ' )*( ! , $ , ($ ( + + # $ #! - * $ ,! 0 1 .+ , $3#. - # . $/ ! 2 . # $ ( , ' $ 1 ., / # + - . 4! 2 . !! 5 /$ " . + + !' $ 1 . ! . 4! 2 , + 4 , + !# . !6 ! . ( 3
  4. 4. 7 8 9 4
  5. 5. 7 9 São REFERENCIAIS que devem se constituir em orientações para a ELABORAÇÃO, REVISÃO, IMPLEMENTAÇÃO, MONITORAÇÃO e AVALIAÇÃO PERMANENTE do projeto pedagógico, o qual deve ser respeitado por todas as IES. 5
  6. 6. 7 & 9 Assegurar a FLEXIBILIDADE, a AUTONOMIA, a INTERDISCIPLINARIDADE, os TEMAS TRANSVERSAIS, a QUALIDADE e a VOCAÇÃO REGIONAL de cada IES 6
  7. 7. 7 : 9 Servem de referência para as IES elaborarem projetos pedagógicos com identidade própria. Servem para incentivar as IES a elaborarem projetos pedagógicos com linhas de formação específica para garantir uma melhor formação. 7
  8. 8. ; % Ampla liberdade na distribuição da carga horária conforme os conteúdos de formação (Res. 04/2005); Conteúdos curriculares compatíveis com o Perfil do Egresso desejado, baseado em conhecimentos, habilidades, competências e atitudes. Reconhecer conhecimentos, habilidades, competências e atitudes adquiridas fora do ambiente escolar; 8
  9. 9. ; % Estimular práticas de estudos independentes, visando uma progressiva autonomia profissional e intelectual do aluno; Evitar prolongamentos desnecessários; 9
  10. 10. ; % Fortalecer a articulação da teoria com a prática, valorizando as atividades de pesquisa e extensão; Promover avaliações periódicas que utilizem instrumentos variados. 10
  11. 11. < ? = < =< <> NORMATIVO REFERENCIAL RÍGIDO FLEXÍVEL ENGESSADO DIVERSIFICADO MATÉRIAS CONTEÚDOS CURRICULARES CURRICULARES 11
  12. 12. .# 2 ' = ? (1 . .# 2 (1 . < =< <> Disciplinas de Formação Conteúdos de Formação Básica e Instrumental – Básica (24%) 720 h Disciplinas de Formação Conteúdos de Formação Profissional – (34%) 1020h Profissional Eletivas e Complementares – Conteúdos de Estudos (32%) 960h Quantitativos e suas Tecnologias Estágio Supervisionado – Conteúdos de Formação (10%) 300h Complementar e o estágio (até 20%) Total: 3000 h Total: 3000 h 12
  13. 13. ' 8 : : @ & & A % A& 13
  14. 14. Projeto Plano Pedagógico Direciona- Direciona- para os Institucional e Acadêmico dores cursos de Planejamento Estratégicos graduação Estratégico em ADM. Políticas Educ. IES CURSO Planos de e DE ADM Desenvolvimento. DCNs Projeto Políticas e Político Diretrizes do Administrativo Institucional curso 14
  15. 15. B & @ & & A Todos os Cursos As HABILITAÇÕES, deixaram de existir, são de devendo as IES se ADMINISTRAÇÃO, adequarem a um novo já que os mesmos projeto pedagógico que, se necessário, poderão conferem Grau de contemplar as Bacharel em LINHAS DE FORMAÇÃO Administração. ESPECÍFICA, conforme Res. CNE 01/2004 15
  16. 16. Tópicos antecedentes da Proposta Metodológica Historicidade do curso e tendências do ensino de Administração Diagnóstico estratégico: sondagem do ambiente interno e externo Sensibilização e negociação coletiva 16
  17. 17. Diagnóstico estratégico: sondagem do ambiente interno e externo ASPECTOS ASPECTOS ESTRUTURAIS LEGAIS ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO- PEDAGÓGICA CORPO DOCENTE OPORTUNIDADES, AMEAÇAS, PONTOS CORPO FORTES E FRACOS DISCENTE 17
  18. 18. Sensibilização e negociação com a comunidade coletiva • Deve-se levar em conta a viabilidade política das Deve- idéias e projetos propostos, assim como delinear estratégias adequadas de conscientização e sensibilização em todos os níveis hierárquicos; hierárquicos; • Os responsáveis pela Projeto Pedagógico devem institucionalizar Fóruns Pedagógicos para favorecer a troca de experiências entre os participantes. participantes. 18
  19. 19. Tópicos essenciais da Proposta Metodológica Concepção de Conhecimento Concepção de Ciência Concepção de Educação 19
  20. 20. O Perfil do Formando 20
  21. 21. Definição do Perfil do Formando O Conhecimento 21
  22. 22. Definição do Perfil do Formando HABILIDADES O saber fazer ) 4C. ( Aplicar a Administração Estratégica como uma ferramenta de gestão nas empresas, visando a busca de diferenciais competitivos. 22
  23. 23. DEFINIÇÃO DO PERFIL DO FORMANDO COMPETÊNCIAS O saber agir ) 4C. ( Capacidade para dominar princípios gerais e fundamentais da Administração Estratégica, estando familiarizado com suas áreas clássicas e modernas. 23
  24. 24. DEFINIÇÃO DO PERFIL DO FORMANDO ATITUDES O saber ser ) 4C. ( Demonstrar iniciativa e coragem na busca de novos métodos de trabalho para facilitar a implementação da Administração Estratégica. 24
  25. 25. OBJETIVO GERAL Contribuir na formação de Administradores por meio da transmissão, análise e questionamento para incentivar o desenvolvimento de competências, habilidades e atitudes, visando incrementar níveis de competitividade e de legitimidade frente às transformações que vem ocorrendo no âmbito interno e externo das organizações e do meio. 25
  26. 26. CONTEÚDOS CURRICULARES Resolução CES/CNE nº 04/2005: CAMPO 01 FORMAÇÃO BÁSICA CAMPO 02 FORMAÇÃO PROFISSIONAL ESTUDOS QUANTITATIVOS E CAMPO 03 SUAS TECNOLOGIAS CAMPO 04 FORMAÇÃO COMPLEMENTAR 26
  27. 27. CAMPO 01 D ' E Estudos antropológicos; antropológicos; Sociológicos; Sociológicos; Filosóficos; Filosóficos; Psicológicos; Psicológicos; Ético-profissionais; Ético-profissionais; Políticos; Políticos; Comportamentais; Comportamentais; Econômicos e contábeis; contábeis; Tecnologias da comunicação e da informação; informação; Ciências jurídicas. jurídicas. 27
  28. 28. CAMPO 02 D ' ' Teorias da Administração e das Organizações; Organizações; Administração de: de: - recursos humanos; humanos; - mercado e marketing; marketing; - materiais, produção e logística; logística; - financeira e orçamentária; orçamentária; - sistemas de informações; informações; - planejamento estratégico; estratégico; - serviços. serviços. 28
  29. 29. CAMPO 03 D 7 : & Pesquisa operacional; operacional; Teoria dos Jogos; Jogos; Modelos matemáticos e estatísticos; estatísticos; Aplicação de tecnologias que contribuam para a definição e utilização de estratégias e procedimentos inerentes à Administração. Administração. 29
  30. 30. CAMPO 04 D ' Estudos opcionais de caráter transversal e interdisciplinar para o enriquecimento do perfil do formando. formando. 30
  31. 31. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR + 4 $ C /$ !. " / # ; & & A IDENTIDADE; DIVERSIDADE E AUTONOMIA; INTERDISCIPLINARIEDADE; CONTEXTUALIZAÇÃO; FLEXIBILIDADE. ) $3 . ( .+ + / ! F ,, ! ++ $++ ! # . . ! 4! G / !' $ (1 .+ # / 4 ! . 4#! 2 4! & & A A 31
  32. 32. ATIVIDADES COMPLEMENTARES As Atividades Complementares (AC) envolvem aquelas realizadas pelo aluno, vinculadas a sua formação e/ou promovidas pelo curso de Administração, visando a complementação dos conteúdos ministrados e/ou a atualização permanente dos alunos acerca de temas emergentes ligados a administração e negócios. As negócios. atividades complementares representam uma estratégia de flexibilização curricular. curricular. 32
  33. 33. ATIVIDADES COMPLEMENTARES A carga horária destinada para as AC deve ser computada para fins de integralização curricular. curricular. Estas atividades não podem ser confundidas com o estágio curricular supervisionado do curso de Administração. Elas são desenvolvidas de forma Administração. paralela ao curso. curso. Para uma carga-horária total de 3000 horas-aula, carga- horas- estão incluídas na carga horária total o percentual de 20% 20% destinados para o estágio curricular e atividades complementares e/ou práticas, em conjunto. conjunto. As mesmas não podem exceder o total de 20% (vinte por cento) da carga horária do curso. 20% curso. 33
  34. 34. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO EM ADMINISTRAÇÃO É um componente direcionado à consolidação dos desempenhos profissionais desejados, inerentes ao perfil do formando, devendo cada Instituição, por meio de seus colegiados superiores acadêmicos, aprovar o correspondente Regulamento de Estágio, com suas diferentes modalidades de operacionalização. operacionalização. 34
  35. 35. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO EM ADMINISTRAÇÃO O Estágio poderá ser realizado na própria Instituição de Ensino, mediante laboratórios que congreguem Ensino, as diversas ordens práticas correspondentes aos diferentes pensamentos das Ciências da Administração e desde que sejam estruturados e operacionalizados de acordo com a regulamentação própria, aprovada pelo Conselho Superior Acadêmico competente da Instituição. Instituição. 35
  36. 36. ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO EM ADMINISTRAÇÃO COMPETE À IES: IES: Distribuir as cargas horárias do Estágio, bem como estabelecer os períodos em que deverão ser realizados; realizados; Decidir pelo tipo de TCC; TCC; Criar um Banco de Dados dos Trabalhos Realizados; Realizados; Criar um periódico para a publicação em forma de artigo Técnico-Científico com características dos Técnico- cases empresariais, referentes aos resultados dos Estágios por áreas de Conhecimento. Conhecimento. 36
  37. 37. MONOGRAFIAS/PROJETOS E TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC O Projeto Pedagógico do Curso de Administração deve contemplar a clara opção de cada IES sobre a inclusão de TCC, para efeito de avaliação final e definitiva do aluno. aluno. A Instituição que o adotar, poderá desenvolvê-lo nas desenvolvê- modalidades de monografia, projeto de iniciação científica ou projetos de atividades centradas em determinada área teórico-prática ou de formação teórico- profissional do curso, na forma disposta em Regulamento próprio. próprio. 37
  38. 38. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO APROVEITAMENTO ESCOLAR: PRESSUPOSTOS BÁSICOS A AVALIAÇÃO FORMATIVA não tem como objetivo classificar ou selecionar. Fundamenta-se nos selecionar. Fundamenta- processos de aprendizagem, em seus aspectos cognitivos, afetivos e relacionais; fundamenta-se relacionais; fundamenta- em aprendizagens significativas e funcionais que se aplicam em diversos contextos e se atualizam o quanto for preciso para que se continue a aprender. aprender. 38
  39. 39. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO APROVEITAMENTO ESCOLAR: PRESSUPOSTOS BÁSICOS A AVALIAÇÃO SOMATIVA ocorre por meio da verificação dos resultados por si só. Tem por só. objetivo verificar o rendimento do aluno no final do semestre após a ministração dos assuntos relativos as diferentes disciplinas do curso, enquanto que a formativa busca verificar o rendimento do aluno durante o processo, ou seja, no transcorrer do semestre ou no momento em que o assunto está sendo lecionado, dependendo das práticas pedagógicas utilizadas pelo docente. 39 docente.
  40. 40. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO APROVEITAMENTO ESCOLAR: PRESSUPOSTOS BÁSICOS AS IES DEVERÃO ADOTAR AS IES DEVERÃO FORMAS ALTERNATIVAS DE REALIZAR, AVALIAÇÃO QUE REFORCEM NO MÍNIMO, O DESENVOLVIMENTO INTER UMA AVALIAÇÃO E MULTIDISCIPLINAR E NÃO A CONJUNTA SEGMENTAÇÃO DAQUELES AS AVALIAÇÕES DEVERÃO CONHECIMENTOS ABRANGER O CONJUNTO DE MINISTRADOS NO CONHECIMENTOS QUE FOI SEMESTRE. MINISTRADO 40
  41. 41. SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO APROVEITAMENTO ESCOLAR: PRESSUPOSTOS BÁSICOS No plano de ensino de cada semestre, o docente deve estabelecer em seu planejamento pedagógico, definições claras que dêem segurança ao aluno sobre como o conteúdo da disciplina será desenvolvida e como será avaliado o seu conhecimento, visando o desenvolvimento de competências, habilidades e atitudes. atitudes. 41
  42. 42. INFRA-ESTRUTURA FÍSICA E TECNOLÓGICA DE MATERIAIS E DE RECURSOS HUMANOS. Antes da fase da implementação e/ou no transcorrer do processo elaboração/revisão do Projeto Pedagógico, o gestor do curso deve verificar se os aspectos estruturais, como instalações, laboratórios, recursos humanos estão compatíveis ou não com a filosofia do projeto pedagógico. pedagógico. 42
  43. 43. IMPLEMENTAÇÃO: SENSIBILIZAÇÃO E COMUNICAÇÃO Documento orientador com uma síntese do projeto pedagógico do curso de graduação em Administração deve ser entregue para todos os segmentos envolvidos no processo, processo, no momento de seu coroamento, para que todos tenham consciência de que o sucesso depende do nível de percepção de que a mudança é inevitável para a sobrevivência do curso frente ao mercado. mercado. 43
  44. 44. CONSIDERAÇÕES FINAIS Os métodos escolhidos pelos GESTORES dos cursos de Graduação em Administração deverão proporcionar o diálogo, o respeito, os interesses e os diferentes estágios do desenvolvimento cognitivo dos indivíduos, para favorecer a autonomia e a transferência de aprendizagem, visando, não apenas ao aprender a fazer, mas sobretudo, ao aprender a aprender. aprender. 44
  45. 45. CONSIDERAÇÕES FINAIS 05 anos já se passaram, porque ainda não conseguimos implementar as conquistas das DCN? 45
  46. 46. CONSIDERAÇÕES FINAIS CONTEUDOS COMPETENCIAS OS GRANDES DIFERENCIAIS 46
  47. 47. OBRIGADO! Rui Otávio rui.otavio@unigranrio.edu.br (21)9251-6313 47
  48. 48. Sugestão de Leitura: Teoria Geral da Administração Autores: Rui Otávio Bernardes de Andrade Nério Amboni Editora: www.campus.com.br Professores contato com Claudia – c.faria@elsevier.com.br 48
  49. 49. Sugestão de Leitura: GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS Autores: Rui Otávio Bernardes de Andrade Ana Alice Vilas Boas Editora: www.campus.com.br Professores contato com Claudia – c.faria@elsevier.com.br 49
  50. 50. Sugestão de Leitura: ESTRATÉGIA DE GESTÃO Autores: Rui Otávio Bernardes de Andrade Nério Amboni Editora: www.campus.com.br Professores contato com Claudia – c.faria@elsevier.com.br 50

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