SlideShare uma empresa Scribd logo

II videoconferência "Conitec em evidência"_Inez Gadelha

CONITEC
CONITEC

II videoconferência "Conitec em evidência"

1 de 37
Baixar para ler offline
Funcionamento e
Financiamento do SUS
MINISTÉRIO DA SAÚDE
SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE – SAS
Maria Inez Pordeus Gadelha
Brasília – DF
12 de setembro de 2016
CONITEC em evidência
CONFLITO DE INTERESSES
Declaro-me sem conflito de
interesses de qualquer tipo ou
natureza.
O SISTEMA DE SAÚDE BRASILEIROO SISTEMA DE SAÚDE BRASILEIRO
COMPONENTES
Primário
• SUS Secundário
Terciário (alto custo/complexidade)
• SSS (primário < secundário > terciário / internação < ambulatório)
• Estatal
• Ministérios Militares
Distribuição Ambulatorial e Hospitalar
Fonte: MS – DATASUS – CNES – 08_04_2016
Grupo Descrição da Unidade TOTAL
AMBULATORIAL
CENTRAL DE REGULACAO DE SERVICOS DE SAUDE 229
CENTRO DE ATENCAO HEMOTERAPIA E OU HEMATOLOGICA 295
CENTRO DE ATENCAO PSICOSSOCIAL 2.715
CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA 35.275
CLINICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE 39.788
CONSULTORIO ISOLADO 141.342
POLICLINICA 6.514
POSTO DE SAUDE 9.839
UNIDADE MOVEL DE NIVEL PRE-HOSPITALAR NA AREA DE URGENCIA 3.876
UNIDADE MOVEL FLUVIAL 28
UNIDADE MOVEL TERRESTRE 881
HOSPITALAR
HOSPITAL ESPECIALIZADO 1.041
HOSPITAL GERAL 5.100
HOSPITAL/DIA - ISOLADO 552
PRONTO SOCORRO ESPECIALIZADO 104
PRONTO SOCORRO GERAL 377
UNIDADE MISTA 681
OUTRAS CLASIFICAÇÕES
CENTRAL DE NOTIFICACAO,CAPTACAO E DISTRIB DE ORGAOS ESTADUAL 139
CENTRAL DE REGULACAO DO ACESSO 708
CENTRAL DE REGULACAO MEDICA DAS URGENCIAS 209
CENTRO DE APOIO A SAUDE DA FAMILIA 879
CENTRO DE PARTO NORMAL - ISOLADO 13
COOPERATIVA 330
FARMACIA 1.996
LABORATORIO CENTRAL DE SAUDE PUBLICA LACEN 42
LABORATORIO DE SAUDE PUBLICA 250
OFICINA ORTOPEDICA 15
POLO ACADEMIA DA SAUDE 1.553
PRONTO ATENDIMENTO 861
SECRETARIA DE SAUDE 5.620
SERVICO DE ATENCAO DOMICILIAR ISOLADO(HOME CARE) 327
TELESSAUDE 66
UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ISOLADO) 21.255
UNIDADE DE ATENCAO A SAUDE INDIGENA 599
UNIDADE DE ATENCAO EM REGIME RESIDENCIAL 13
UNIDADE DE VIGILANCIA EM SAUDE 1.991
Total Geral 285.503
Fonte: MS – DATASUS – CNES – 08_04_2016
CNES - Estabelecimentos por Tipo - Brasil
DS_TIPO_UNIDADE PRIVADO PÚBLICO TOTAL % PRIVADA
CENTRAL DE REGULACAO DE SERVICOS DE SAUDE 229 229 0%
CENTRO DE ATENCAO HEMOTERAPIA E OU HEMATOLOGICA 148 147 295 50%
CENTRO DE ATENCAO PSICOSSOCIAL 15 2.700 2.715 1%
CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA 314 34.961 35.275 1%
CLINICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE 35.255 4.533 39.788 89%
CONSULTORIO ISOLADO 140.122 1.220 141.342 99%
POLICLINICA 5.121 1.393 6.514 79%
POSTO DE SAUDE 74 9.765 9.839 1%
UNIDADE MOVEL DE NIVEL PRE-HOSPITALAR NA AREA DE URGENCIA 191 3.685 3.876 5%
UNIDADE MOVEL FLUVIAL 3 25 28 11%
UNIDADE MOVEL TERRESTRE 222 659 881 25%
HOSPITAL ESPECIALIZADO 781 260 1.041 75%
HOSPITAL GERAL 3.054 2.046 5.100 60%
HOSPITAL/DIA - ISOLADO 499 53 552 90%
PRONTO SOCORRO ESPECIALIZADO 66 38 104 63%
PRONTO SOCORRO GERAL 78 299 377 21%
UNIDADE MISTA 75 606 681 11%
CENTRAL DE NOTIFICACAO,CAPTACAO E DISTRIB DE ORGAOS ESTADUAL 61 78 139 44%
CENTRAL DE REGULACAO DO ACESSO 1 707 708 0%
CENTRAL DE REGULACAO MEDICA DAS URGENCIAS 2 207 209 1%
CENTRO DE APOIO A SAUDE DA FAMILIA 879 879 0%
CENTRO DE PARTO NORMAL - ISOLADO 2 11 13 15%
COOPERATIVA 330 330 100%
FARMACIA 577 1.419 1.996 29%
LABORATORIO CENTRAL DE SAUDE PUBLICA LACEN 42 42 0%
LABORATORIO DE SAUDE PUBLICA 45 205 250 18%
OFICINA ORTOPEDICA 14 1 15 93%
POLO ACADEMIA DA SAUDE 1.553 1.553 0%
PRONTO ATENDIMENTO 63 798 861 7%
SECRETARIA DE SAUDE 5.620 5.620 0%
SERVICO DE ATENCAO DOMICILIAR ISOLADO(HOME CARE) 319 8 327 98%
TELESSAUDE 4 62 66 6%
UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ISOLADO) 19.851 1.404 21.255 93%
UNIDADE DE ATENCAO A SAUDE INDIGENA 599 599 0%
UNIDADE DE ATENCAO EM REGIME RESIDENCIAL 13 13 100%
UNIDADE DE VIGILANCIA EM SAUDE 1.991 1.991 0%
207.300 78.203 285.503 73%

Recomendados

Relatório da CONITEC: subsídio para tomada de decisão
Relatório da CONITEC: subsídio para tomada de decisãoRelatório da CONITEC: subsídio para tomada de decisão
Relatório da CONITEC: subsídio para tomada de decisãoCONITEC
 
Apresentação - CONITEC em Evidência
Apresentação -  CONITEC em EvidênciaApresentação -  CONITEC em Evidência
Apresentação - CONITEC em EvidênciaCONITEC
 
Big data para avaliação de desempenho de tecnologias em saúde no Brasil
Big data para avaliação de desempenho de tecnologias em saúde no BrasilBig data para avaliação de desempenho de tecnologias em saúde no Brasil
Big data para avaliação de desempenho de tecnologias em saúde no BrasilCONITEC
 
CONITEC em evidencia 2017
CONITEC em evidencia 2017CONITEC em evidencia 2017
CONITEC em evidencia 2017CONITEC
 
V videoconferência "CONITEC em Evidência"
V videoconferência "CONITEC em Evidência"V videoconferência "CONITEC em Evidência"
V videoconferência "CONITEC em Evidência"CONITEC
 
Judicialização em Saúde
Judicialização em SaúdeJudicialização em Saúde
Judicialização em SaúdeCONITEC
 
II videoconferência CONITEC em Evidência - 03 de abril de 2017
II videoconferência CONITEC em Evidência - 03 de abril de 2017II videoconferência CONITEC em Evidência - 03 de abril de 2017
II videoconferência CONITEC em Evidência - 03 de abril de 2017CONITEC
 
Participação social para o fortalecimento da ats avanços e desafios final
Participação social para o fortalecimento da ats avanços e desafios finalParticipação social para o fortalecimento da ats avanços e desafios final
Participação social para o fortalecimento da ats avanços e desafios finalCONITEC
 

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Monitoramento e avaliação de desempenho de tecnologias em saúde: ações e pers...
Monitoramento e avaliação de desempenho de tecnologias em saúde: ações e pers...Monitoramento e avaliação de desempenho de tecnologias em saúde: ações e pers...
Monitoramento e avaliação de desempenho de tecnologias em saúde: ações e pers...CONITEC
 
7º Fórum Oncoguia - 28/06/2017 - Raquel Lisbôa (pt.2)
7º Fórum Oncoguia - 28/06/2017 - Raquel Lisbôa (pt.2)7º Fórum Oncoguia - 28/06/2017 - Raquel Lisbôa (pt.2)
7º Fórum Oncoguia - 28/06/2017 - Raquel Lisbôa (pt.2)Oncoguia
 
12 implantação e disseminação do programa nacional de segurança do paciente: ...
12 implantação e disseminação do programa nacional de segurança do paciente: ...12 implantação e disseminação do programa nacional de segurança do paciente: ...
12 implantação e disseminação do programa nacional de segurança do paciente: ...Proqualis
 
Participação Social: transparência e estrategias de comunicação nas decisões ...
Participação Social: transparência e estrategias de comunicação nas decisões ...Participação Social: transparência e estrategias de comunicação nas decisões ...
Participação Social: transparência e estrategias de comunicação nas decisões ...CONITEC
 
Evelinda Marramon Trindade
Evelinda Marramon TrindadeEvelinda Marramon Trindade
Evelinda Marramon TrindadeCONITEC
 
7º Fórum Oncoguia - 27/06/2017 - Rafael Kaliks
7º Fórum Oncoguia - 27/06/2017 - Rafael Kaliks7º Fórum Oncoguia - 27/06/2017 - Rafael Kaliks
7º Fórum Oncoguia - 27/06/2017 - Rafael KaliksOncoguia
 
17ª videoconferência Conitec em Evidência- Judicialização da Saúde
17ª videoconferência Conitec em Evidência- Judicialização da Saúde17ª videoconferência Conitec em Evidência- Judicialização da Saúde
17ª videoconferência Conitec em Evidência- Judicialização da SaúdeCONITEC
 
Aula 2: Limpeza e desinfecção de superficíes e equipamentos na pandemia de Co...
Aula 2: Limpeza e desinfecção de superficíes e equipamentos na pandemia de Co...Aula 2: Limpeza e desinfecção de superficíes e equipamentos na pandemia de Co...
Aula 2: Limpeza e desinfecção de superficíes e equipamentos na pandemia de Co...Proqualis
 
A cooperação do Hospital Moinhos de Vento na elaboração de diretrizes clínica...
A cooperação do Hospital Moinhos de Vento na elaboração de diretrizes clínica...A cooperação do Hospital Moinhos de Vento na elaboração de diretrizes clínica...
A cooperação do Hospital Moinhos de Vento na elaboração de diretrizes clínica...CONITEC
 
Experiência, avanço e desafio na elaboração de diretrizes clínicas
Experiência, avanço e desafio na elaboração de diretrizes clínicasExperiência, avanço e desafio na elaboração de diretrizes clínicas
Experiência, avanço e desafio na elaboração de diretrizes clínicasCONITEC
 
Ppt coletiva seguranca_paciente_final
Ppt coletiva seguranca_paciente_finalPpt coletiva seguranca_paciente_final
Ppt coletiva seguranca_paciente_finalJornal do Commercio
 
Big Data for Healthcare - INTELIGÊNCIA EM SAÚDE ORIZON
Big Data for Healthcare - INTELIGÊNCIA EM SAÚDE ORIZONBig Data for Healthcare - INTELIGÊNCIA EM SAÚDE ORIZON
Big Data for Healthcare - INTELIGÊNCIA EM SAÚDE ORIZONLeopoldo Veras da Rocha
 
Elaboração das Diretrizes de Atenção à Gestante - 07 de novembro de 2016
Elaboração das Diretrizes de Atenção à Gestante - 07 de novembro de 2016Elaboração das Diretrizes de Atenção à Gestante - 07 de novembro de 2016
Elaboração das Diretrizes de Atenção à Gestante - 07 de novembro de 2016CONITEC
 
Aula sobre prevenção de infecção de sítio cirúrgico
Aula sobre prevenção de infecção de sítio cirúrgicoAula sobre prevenção de infecção de sítio cirúrgico
Aula sobre prevenção de infecção de sítio cirúrgicoProqualis
 
2º Fórum da Saúde Suplementar - Renato Couto
2º Fórum da Saúde Suplementar - Renato Couto2º Fórum da Saúde Suplementar - Renato Couto
2º Fórum da Saúde Suplementar - Renato CoutoCNseg
 
10566 diretriz oxigenioterapia domiciliar
10566 diretriz oxigenioterapia domiciliar10566 diretriz oxigenioterapia domiciliar
10566 diretriz oxigenioterapia domiciliarMarcos Medina
 
Aula sobre o papel da liderança na implementação de práticas seguras
Aula sobre o papel da liderança na implementação de práticas segurasAula sobre o papel da liderança na implementação de práticas seguras
Aula sobre o papel da liderança na implementação de práticas segurasProqualis
 
Monitoramento do Horizonte Tecnológico em Saúde no Mundo
Monitoramento do Horizonte Tecnológico em Saúde no MundoMonitoramento do Horizonte Tecnológico em Saúde no Mundo
Monitoramento do Horizonte Tecnológico em Saúde no MundoCONITEC
 
13º Conitec em evidencia-2017 REBRATS: atuação e oportunidades para a comuni...
13º Conitec em evidencia-2017  REBRATS: atuação e oportunidades para a comuni...13º Conitec em evidencia-2017  REBRATS: atuação e oportunidades para a comuni...
13º Conitec em evidencia-2017 REBRATS: atuação e oportunidades para a comuni...CONITEC
 

Mais procurados (20)

Aula de dst
Aula de dst Aula de dst
Aula de dst
 
Monitoramento e avaliação de desempenho de tecnologias em saúde: ações e pers...
Monitoramento e avaliação de desempenho de tecnologias em saúde: ações e pers...Monitoramento e avaliação de desempenho de tecnologias em saúde: ações e pers...
Monitoramento e avaliação de desempenho de tecnologias em saúde: ações e pers...
 
7º Fórum Oncoguia - 28/06/2017 - Raquel Lisbôa (pt.2)
7º Fórum Oncoguia - 28/06/2017 - Raquel Lisbôa (pt.2)7º Fórum Oncoguia - 28/06/2017 - Raquel Lisbôa (pt.2)
7º Fórum Oncoguia - 28/06/2017 - Raquel Lisbôa (pt.2)
 
12 implantação e disseminação do programa nacional de segurança do paciente: ...
12 implantação e disseminação do programa nacional de segurança do paciente: ...12 implantação e disseminação do programa nacional de segurança do paciente: ...
12 implantação e disseminação do programa nacional de segurança do paciente: ...
 
Participação Social: transparência e estrategias de comunicação nas decisões ...
Participação Social: transparência e estrategias de comunicação nas decisões ...Participação Social: transparência e estrategias de comunicação nas decisões ...
Participação Social: transparência e estrategias de comunicação nas decisões ...
 
Evelinda Marramon Trindade
Evelinda Marramon TrindadeEvelinda Marramon Trindade
Evelinda Marramon Trindade
 
7º Fórum Oncoguia - 27/06/2017 - Rafael Kaliks
7º Fórum Oncoguia - 27/06/2017 - Rafael Kaliks7º Fórum Oncoguia - 27/06/2017 - Rafael Kaliks
7º Fórum Oncoguia - 27/06/2017 - Rafael Kaliks
 
17ª videoconferência Conitec em Evidência- Judicialização da Saúde
17ª videoconferência Conitec em Evidência- Judicialização da Saúde17ª videoconferência Conitec em Evidência- Judicialização da Saúde
17ª videoconferência Conitec em Evidência- Judicialização da Saúde
 
Aula 2: Limpeza e desinfecção de superficíes e equipamentos na pandemia de Co...
Aula 2: Limpeza e desinfecção de superficíes e equipamentos na pandemia de Co...Aula 2: Limpeza e desinfecção de superficíes e equipamentos na pandemia de Co...
Aula 2: Limpeza e desinfecção de superficíes e equipamentos na pandemia de Co...
 
A cooperação do Hospital Moinhos de Vento na elaboração de diretrizes clínica...
A cooperação do Hospital Moinhos de Vento na elaboração de diretrizes clínica...A cooperação do Hospital Moinhos de Vento na elaboração de diretrizes clínica...
A cooperação do Hospital Moinhos de Vento na elaboração de diretrizes clínica...
 
Experiência, avanço e desafio na elaboração de diretrizes clínicas
Experiência, avanço e desafio na elaboração de diretrizes clínicasExperiência, avanço e desafio na elaboração de diretrizes clínicas
Experiência, avanço e desafio na elaboração de diretrizes clínicas
 
Ppt coletiva seguranca_paciente_final
Ppt coletiva seguranca_paciente_finalPpt coletiva seguranca_paciente_final
Ppt coletiva seguranca_paciente_final
 
Big Data for Healthcare - INTELIGÊNCIA EM SAÚDE ORIZON
Big Data for Healthcare - INTELIGÊNCIA EM SAÚDE ORIZONBig Data for Healthcare - INTELIGÊNCIA EM SAÚDE ORIZON
Big Data for Healthcare - INTELIGÊNCIA EM SAÚDE ORIZON
 
Elaboração das Diretrizes de Atenção à Gestante - 07 de novembro de 2016
Elaboração das Diretrizes de Atenção à Gestante - 07 de novembro de 2016Elaboração das Diretrizes de Atenção à Gestante - 07 de novembro de 2016
Elaboração das Diretrizes de Atenção à Gestante - 07 de novembro de 2016
 
Aula sobre prevenção de infecção de sítio cirúrgico
Aula sobre prevenção de infecção de sítio cirúrgicoAula sobre prevenção de infecção de sítio cirúrgico
Aula sobre prevenção de infecção de sítio cirúrgico
 
2º Fórum da Saúde Suplementar - Renato Couto
2º Fórum da Saúde Suplementar - Renato Couto2º Fórum da Saúde Suplementar - Renato Couto
2º Fórum da Saúde Suplementar - Renato Couto
 
10566 diretriz oxigenioterapia domiciliar
10566 diretriz oxigenioterapia domiciliar10566 diretriz oxigenioterapia domiciliar
10566 diretriz oxigenioterapia domiciliar
 
Aula sobre o papel da liderança na implementação de práticas seguras
Aula sobre o papel da liderança na implementação de práticas segurasAula sobre o papel da liderança na implementação de práticas seguras
Aula sobre o papel da liderança na implementação de práticas seguras
 
Monitoramento do Horizonte Tecnológico em Saúde no Mundo
Monitoramento do Horizonte Tecnológico em Saúde no MundoMonitoramento do Horizonte Tecnológico em Saúde no Mundo
Monitoramento do Horizonte Tecnológico em Saúde no Mundo
 
13º Conitec em evidencia-2017 REBRATS: atuação e oportunidades para a comuni...
13º Conitec em evidencia-2017  REBRATS: atuação e oportunidades para a comuni...13º Conitec em evidencia-2017  REBRATS: atuação e oportunidades para a comuni...
13º Conitec em evidencia-2017 REBRATS: atuação e oportunidades para a comuni...
 

Destaque

Participação popular na saúde.
Participação popular na saúde.Participação popular na saúde.
Participação popular na saúde.CONITEC
 
Apresentação sobre os cinco anos da CONITEC
Apresentação sobre os cinco anos da CONITECApresentação sobre os cinco anos da CONITEC
Apresentação sobre os cinco anos da CONITECCONITEC
 
Experiência do NATS - INC
Experiência do NATS - INCExperiência do NATS - INC
Experiência do NATS - INCCONITEC
 
A cooperação do Hospital Alemão Oswaldo Cruz na elaboração d Diretrizes Clíni...
A cooperação do Hospital Alemão Oswaldo Cruz na elaboração d Diretrizes Clíni...A cooperação do Hospital Alemão Oswaldo Cruz na elaboração d Diretrizes Clíni...
A cooperação do Hospital Alemão Oswaldo Cruz na elaboração d Diretrizes Clíni...CONITEC
 
Desafios en la elaboracion y adaptacion de guias informadas por evidencia en ...
Desafios en la elaboracion y adaptacion de guias informadas por evidencia en ...Desafios en la elaboracion y adaptacion de guias informadas por evidencia en ...
Desafios en la elaboracion y adaptacion de guias informadas por evidencia en ...CONITEC
 
Custo-Utilidade como Ferramenta de Suporte para Tomada de Decisões em Saúde
Custo-Utilidade como Ferramenta de Suporte para Tomada de Decisões em SaúdeCusto-Utilidade como Ferramenta de Suporte para Tomada de Decisões em Saúde
Custo-Utilidade como Ferramenta de Suporte para Tomada de Decisões em SaúdeCONITEC
 
I videoconferência "CONITEC em Evidência"
I videoconferência "CONITEC em Evidência"I videoconferência "CONITEC em Evidência"
I videoconferência "CONITEC em Evidência"CONITEC
 
Monitoramento do Horizonte Tecnológico
Monitoramento do Horizonte TecnológicoMonitoramento do Horizonte Tecnológico
Monitoramento do Horizonte TecnológicoCONITEC
 
A experiência da CONITEC na Avaliação de Tecnologia no SUS
A experiência da CONITEC na Avaliação de Tecnologia no SUSA experiência da CONITEC na Avaliação de Tecnologia no SUS
A experiência da CONITEC na Avaliação de Tecnologia no SUSCONITEC
 

Destaque (9)

Participação popular na saúde.
Participação popular na saúde.Participação popular na saúde.
Participação popular na saúde.
 
Apresentação sobre os cinco anos da CONITEC
Apresentação sobre os cinco anos da CONITECApresentação sobre os cinco anos da CONITEC
Apresentação sobre os cinco anos da CONITEC
 
Experiência do NATS - INC
Experiência do NATS - INCExperiência do NATS - INC
Experiência do NATS - INC
 
A cooperação do Hospital Alemão Oswaldo Cruz na elaboração d Diretrizes Clíni...
A cooperação do Hospital Alemão Oswaldo Cruz na elaboração d Diretrizes Clíni...A cooperação do Hospital Alemão Oswaldo Cruz na elaboração d Diretrizes Clíni...
A cooperação do Hospital Alemão Oswaldo Cruz na elaboração d Diretrizes Clíni...
 
Desafios en la elaboracion y adaptacion de guias informadas por evidencia en ...
Desafios en la elaboracion y adaptacion de guias informadas por evidencia en ...Desafios en la elaboracion y adaptacion de guias informadas por evidencia en ...
Desafios en la elaboracion y adaptacion de guias informadas por evidencia en ...
 
Custo-Utilidade como Ferramenta de Suporte para Tomada de Decisões em Saúde
Custo-Utilidade como Ferramenta de Suporte para Tomada de Decisões em SaúdeCusto-Utilidade como Ferramenta de Suporte para Tomada de Decisões em Saúde
Custo-Utilidade como Ferramenta de Suporte para Tomada de Decisões em Saúde
 
I videoconferência "CONITEC em Evidência"
I videoconferência "CONITEC em Evidência"I videoconferência "CONITEC em Evidência"
I videoconferência "CONITEC em Evidência"
 
Monitoramento do Horizonte Tecnológico
Monitoramento do Horizonte TecnológicoMonitoramento do Horizonte Tecnológico
Monitoramento do Horizonte Tecnológico
 
A experiência da CONITEC na Avaliação de Tecnologia no SUS
A experiência da CONITEC na Avaliação de Tecnologia no SUSA experiência da CONITEC na Avaliação de Tecnologia no SUS
A experiência da CONITEC na Avaliação de Tecnologia no SUS
 

Semelhante a II videoconferência "Conitec em evidência"_Inez Gadelha

Módulo 3 - Aula 5
Módulo 3 - Aula 5Módulo 3 - Aula 5
Módulo 3 - Aula 5agemais
 
Relatório de atividades (saúde)
Relatório de atividades (saúde)Relatório de atividades (saúde)
Relatório de atividades (saúde)Cicero Coutinho
 
DRS VI Bauru - Governo do Estado de São Paulo - Secretaria do Estado da Saúde
DRS VI Bauru - Governo do Estado de São Paulo - Secretaria do Estado da SaúdeDRS VI Bauru - Governo do Estado de São Paulo - Secretaria do Estado da Saúde
DRS VI Bauru - Governo do Estado de São Paulo - Secretaria do Estado da SaúdePedro Tobias
 
Relatório de Gestão UBS Soimco 2013
Relatório de Gestão UBS Soimco 2013Relatório de Gestão UBS Soimco 2013
Relatório de Gestão UBS Soimco 2013Regionalpimentas
 
Livro cancer relacionado ao trabalho
Livro   cancer relacionado ao trabalhoLivro   cancer relacionado ao trabalho
Livro cancer relacionado ao trabalhokarol_ribeiro
 
Protocolo Acolhimento HNSC Tapes/RS
Protocolo Acolhimento HNSC Tapes/RSProtocolo Acolhimento HNSC Tapes/RS
Protocolo Acolhimento HNSC Tapes/RSEverton Ianiak
 
oficina-saudebucal_09_marco_2018_fernanda_goedert.ppt
oficina-saudebucal_09_marco_2018_fernanda_goedert.pptoficina-saudebucal_09_marco_2018_fernanda_goedert.ppt
oficina-saudebucal_09_marco_2018_fernanda_goedert.pptsumaya Sobrenome
 
Por uma AB acessível, cuidadora e resolutiva - Paulo Poli
Por uma AB acessível, cuidadora e resolutiva - Paulo PoliPor uma AB acessível, cuidadora e resolutiva - Paulo Poli
Por uma AB acessível, cuidadora e resolutiva - Paulo Policomunidadedepraticas
 
Protocolo acolhimento classificacao_risco
Protocolo acolhimento classificacao_riscoProtocolo acolhimento classificacao_risco
Protocolo acolhimento classificacao_riscovitorenfermagem
 
Protocolo acolhimento classificacao_risco
Protocolo acolhimento classificacao_riscoProtocolo acolhimento classificacao_risco
Protocolo acolhimento classificacao_riscoLeila Holz
 
Saúde para os Municípios
Saúde para os MunicípiosSaúde para os Municípios
Saúde para os MunicípiosCogepp CEPAM
 
Oss Taborda Wladimir
Oss Taborda WladimirOss Taborda Wladimir
Oss Taborda Wladimiranabrum
 

Semelhante a II videoconferência "Conitec em evidência"_Inez Gadelha (20)

Módulo 3 - Aula 5
Módulo 3 - Aula 5Módulo 3 - Aula 5
Módulo 3 - Aula 5
 
Blocos de financiamento Portaria GM/MS n. 3992/17
Blocos de financiamento Portaria GM/MS n. 3992/17Blocos de financiamento Portaria GM/MS n. 3992/17
Blocos de financiamento Portaria GM/MS n. 3992/17
 
Relatório de atividades (saúde)
Relatório de atividades (saúde)Relatório de atividades (saúde)
Relatório de atividades (saúde)
 
Apresentação natal 20_03_2014
Apresentação natal 20_03_2014Apresentação natal 20_03_2014
Apresentação natal 20_03_2014
 
DRS VI Bauru - Governo do Estado de São Paulo - Secretaria do Estado da Saúde
DRS VI Bauru - Governo do Estado de São Paulo - Secretaria do Estado da SaúdeDRS VI Bauru - Governo do Estado de São Paulo - Secretaria do Estado da Saúde
DRS VI Bauru - Governo do Estado de São Paulo - Secretaria do Estado da Saúde
 
Relatório de Gestão UBS Soimco 2013
Relatório de Gestão UBS Soimco 2013Relatório de Gestão UBS Soimco 2013
Relatório de Gestão UBS Soimco 2013
 
82490-1.ppt
82490-1.ppt82490-1.ppt
82490-1.ppt
 
Livro cancer relacionado ao trabalho
Livro   cancer relacionado ao trabalhoLivro   cancer relacionado ao trabalho
Livro cancer relacionado ao trabalho
 
Vigilância em Saúde e o SUS “ Um pouco da história e da organização na cida...
Vigilância em Saúde e o SUS  “ Um pouco da história e da organização na cida...Vigilância em Saúde e o SUS  “ Um pouco da história e da organização na cida...
Vigilância em Saúde e o SUS “ Um pouco da história e da organização na cida...
 
Protocolo Acolhimento HNSC Tapes/RS
Protocolo Acolhimento HNSC Tapes/RSProtocolo Acolhimento HNSC Tapes/RS
Protocolo Acolhimento HNSC Tapes/RS
 
oficina-saudebucal_09_marco_2018_fernanda_goedert.ppt
oficina-saudebucal_09_marco_2018_fernanda_goedert.pptoficina-saudebucal_09_marco_2018_fernanda_goedert.ppt
oficina-saudebucal_09_marco_2018_fernanda_goedert.ppt
 
Por uma AB acessível, cuidadora e resolutiva - Paulo Poli
Por uma AB acessível, cuidadora e resolutiva - Paulo PoliPor uma AB acessível, cuidadora e resolutiva - Paulo Poli
Por uma AB acessível, cuidadora e resolutiva - Paulo Poli
 
Protocolo acolhimento classificacao_risco
Protocolo acolhimento classificacao_riscoProtocolo acolhimento classificacao_risco
Protocolo acolhimento classificacao_risco
 
Protocolo acolhimento classificacao_risco
Protocolo acolhimento classificacao_riscoProtocolo acolhimento classificacao_risco
Protocolo acolhimento classificacao_risco
 
Saúde para os Municípios
Saúde para os MunicípiosSaúde para os Municípios
Saúde para os Municípios
 
Experiência de organização da Atenção Ambulatorial Especializada em Santo Ant...
Experiência de organização da Atenção Ambulatorial Especializada em Santo Ant...Experiência de organização da Atenção Ambulatorial Especializada em Santo Ant...
Experiência de organização da Atenção Ambulatorial Especializada em Santo Ant...
 
Oss Taborda Wladimir
Oss Taborda WladimirOss Taborda Wladimir
Oss Taborda Wladimir
 
Planificação da APS - A fórmula organizadora do sistema local de saúde
Planificação da APS - A fórmula organizadora do sistema local de saúdePlanificação da APS - A fórmula organizadora do sistema local de saúde
Planificação da APS - A fórmula organizadora do sistema local de saúde
 
00011428
0001142800011428
00011428
 
00000893
0000089300000893
00000893
 

II videoconferência "Conitec em evidência"_Inez Gadelha

  • 1. Funcionamento e Financiamento do SUS MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE – SAS Maria Inez Pordeus Gadelha Brasília – DF 12 de setembro de 2016 CONITEC em evidência
  • 2. CONFLITO DE INTERESSES Declaro-me sem conflito de interesses de qualquer tipo ou natureza.
  • 3. O SISTEMA DE SAÚDE BRASILEIROO SISTEMA DE SAÚDE BRASILEIRO
  • 4. COMPONENTES Primário • SUS Secundário Terciário (alto custo/complexidade) • SSS (primário < secundário > terciário / internação < ambulatório) • Estatal • Ministérios Militares
  • 5. Distribuição Ambulatorial e Hospitalar Fonte: MS – DATASUS – CNES – 08_04_2016 Grupo Descrição da Unidade TOTAL AMBULATORIAL CENTRAL DE REGULACAO DE SERVICOS DE SAUDE 229 CENTRO DE ATENCAO HEMOTERAPIA E OU HEMATOLOGICA 295 CENTRO DE ATENCAO PSICOSSOCIAL 2.715 CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA 35.275 CLINICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE 39.788 CONSULTORIO ISOLADO 141.342 POLICLINICA 6.514 POSTO DE SAUDE 9.839 UNIDADE MOVEL DE NIVEL PRE-HOSPITALAR NA AREA DE URGENCIA 3.876 UNIDADE MOVEL FLUVIAL 28 UNIDADE MOVEL TERRESTRE 881 HOSPITALAR HOSPITAL ESPECIALIZADO 1.041 HOSPITAL GERAL 5.100 HOSPITAL/DIA - ISOLADO 552 PRONTO SOCORRO ESPECIALIZADO 104 PRONTO SOCORRO GERAL 377 UNIDADE MISTA 681 OUTRAS CLASIFICAÇÕES CENTRAL DE NOTIFICACAO,CAPTACAO E DISTRIB DE ORGAOS ESTADUAL 139 CENTRAL DE REGULACAO DO ACESSO 708 CENTRAL DE REGULACAO MEDICA DAS URGENCIAS 209 CENTRO DE APOIO A SAUDE DA FAMILIA 879 CENTRO DE PARTO NORMAL - ISOLADO 13 COOPERATIVA 330 FARMACIA 1.996 LABORATORIO CENTRAL DE SAUDE PUBLICA LACEN 42 LABORATORIO DE SAUDE PUBLICA 250 OFICINA ORTOPEDICA 15 POLO ACADEMIA DA SAUDE 1.553 PRONTO ATENDIMENTO 861 SECRETARIA DE SAUDE 5.620 SERVICO DE ATENCAO DOMICILIAR ISOLADO(HOME CARE) 327 TELESSAUDE 66 UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ISOLADO) 21.255 UNIDADE DE ATENCAO A SAUDE INDIGENA 599 UNIDADE DE ATENCAO EM REGIME RESIDENCIAL 13 UNIDADE DE VIGILANCIA EM SAUDE 1.991 Total Geral 285.503
  • 6. Fonte: MS – DATASUS – CNES – 08_04_2016 CNES - Estabelecimentos por Tipo - Brasil DS_TIPO_UNIDADE PRIVADO PÚBLICO TOTAL % PRIVADA CENTRAL DE REGULACAO DE SERVICOS DE SAUDE 229 229 0% CENTRO DE ATENCAO HEMOTERAPIA E OU HEMATOLOGICA 148 147 295 50% CENTRO DE ATENCAO PSICOSSOCIAL 15 2.700 2.715 1% CENTRO DE SAUDE/UNIDADE BASICA 314 34.961 35.275 1% CLINICA/CENTRO DE ESPECIALIDADE 35.255 4.533 39.788 89% CONSULTORIO ISOLADO 140.122 1.220 141.342 99% POLICLINICA 5.121 1.393 6.514 79% POSTO DE SAUDE 74 9.765 9.839 1% UNIDADE MOVEL DE NIVEL PRE-HOSPITALAR NA AREA DE URGENCIA 191 3.685 3.876 5% UNIDADE MOVEL FLUVIAL 3 25 28 11% UNIDADE MOVEL TERRESTRE 222 659 881 25% HOSPITAL ESPECIALIZADO 781 260 1.041 75% HOSPITAL GERAL 3.054 2.046 5.100 60% HOSPITAL/DIA - ISOLADO 499 53 552 90% PRONTO SOCORRO ESPECIALIZADO 66 38 104 63% PRONTO SOCORRO GERAL 78 299 377 21% UNIDADE MISTA 75 606 681 11% CENTRAL DE NOTIFICACAO,CAPTACAO E DISTRIB DE ORGAOS ESTADUAL 61 78 139 44% CENTRAL DE REGULACAO DO ACESSO 1 707 708 0% CENTRAL DE REGULACAO MEDICA DAS URGENCIAS 2 207 209 1% CENTRO DE APOIO A SAUDE DA FAMILIA 879 879 0% CENTRO DE PARTO NORMAL - ISOLADO 2 11 13 15% COOPERATIVA 330 330 100% FARMACIA 577 1.419 1.996 29% LABORATORIO CENTRAL DE SAUDE PUBLICA LACEN 42 42 0% LABORATORIO DE SAUDE PUBLICA 45 205 250 18% OFICINA ORTOPEDICA 14 1 15 93% POLO ACADEMIA DA SAUDE 1.553 1.553 0% PRONTO ATENDIMENTO 63 798 861 7% SECRETARIA DE SAUDE 5.620 5.620 0% SERVICO DE ATENCAO DOMICILIAR ISOLADO(HOME CARE) 319 8 327 98% TELESSAUDE 4 62 66 6% UNIDADE DE APOIO DIAGNOSE E TERAPIA (SADT ISOLADO) 19.851 1.404 21.255 93% UNIDADE DE ATENCAO A SAUDE INDIGENA 599 599 0% UNIDADE DE ATENCAO EM REGIME RESIDENCIAL 13 13 100% UNIDADE DE VIGILANCIA EM SAUDE 1.991 1.991 0% 207.300 78.203 285.503 73%
  • 7. COMPARATIVO DA POPULAÇÃO DEPENDENTE DO SUS E POPULAÇÃO COM PLANO OU SEGURO DE SAÚDE Fonte: TabNet/DATASUS/Ministério da Saúde - 2015
  • 8. (*) TCU – previsão em 2015. (**) ANS = Agência Nacional de Saúde Suplementar – dezembro/2015. Em 2015, 50,6 milhões de usuários entre mais de 200 milhões de brasileiros. Quanto maior a taxa de cobertura, maior o número de ações judiciais. Grandes Regiões e UF População Estimada para 2015 (*) Taxa de Cobertura em 2015 (**) Brasil 204.482.459 25,6 Região Norte 17.504.446 11,3 ..Rondônia 1.768.204 11,1 ..Acre 803.513 6,3 ..Amazonas 3.938.336 15,3 ..Roraima 505.665 8,6 ..Pará 8.206.923 10,9 ..Amapá 766.679 9,7 ..Tocantins 1.515.126 7,7 Região Nordeste 56.560.081 12,6 ..Maranhão 6.904.241 7,4 ..Piauí 3.204.028 8,7 ..Ceará 8.904.459 14,6 ..Rio Grande do Norte 3.442.175 16,8 ..Paraíba 3.972.202 11,4 ..Pernambuco 9.345.173 15,4 ..Alagoas 3.340.932 13 ..Sergipe 2.242.937 15,5 ..Bahia 15.203.934 11,6 Região Sudeste 85.745.520 37,7 ..Minas Gerais 20.869.101 26,8 ..Espírito Santo 3.929.911 31,6 ..Rio de Janeiro 16.550.024 36,5 ..São Paulo 44.396.484 43,9 Região Sul 29.230.180 25,7 ..Paraná 11.163.018 27,3 ..Santa Catarina 6.819.190 23,8 ..Rio Grande do Sul 11.247.972 25,2 Região Centro Oeste 15.442.232 22,1 ..Mato Grosso do Sul 2.651.235 22,2 ..Mato Grosso 3.265.486 17,9 ..Goiás 6.610.681 18 ..Distrito Federal 2.914.830 36,4
  • 9. PROPORCIONALIDADE SUS = 75% do Sistema Público = 25% Privado = 75%
  • 10. O SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SUS
  • 11. NÍVEIS DE ATUAÇÃO 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 Primário Secundário Terciário Público Privado
  • 12. ESFERAS DE GESTÃO E ABRANGÊNCIAS  Gestões  Federal  Estadual  Municipal  Comissões - Tripartite/Bipartites/Regionais  Conselhos - CNS/CES/CMS/CONASS/CONASEMS
  • 13. INSTRUMENTOS OPERACIONAIS  Portarias  Tabela de Procedimentos  Ficha de Programação Físico-Orçamentária  Sistemas de Informação (registro e faturamento)  SIH - SUS (AIH)  SIA - SUS (BPA consolidado/BPA individualizado/APAC/RAAS – Registros Ambulatoriais de Ações de Saúde – CAPS e Atenção Domiciliar)  Procedimentos Unificados Credenciamento/habilitação de estabelecimentos para a prestação de serviços.
  • 14. SUS - EIXOS ESTRUTURANTES / BLOCOS DE FINANCIAMENTO (PT GMMS 204/2007)  Atenção Básica / PAB  Assistência à Saúde / MAC  Média Complexidade  Alta Complexidade (inclusive medicamentos oncológicos*)  Vigilância em Saúde  Assistência Farmacêutica (básicos / especializados / estratégicos)  Gestão do SUS  Investimentos (PT GMMS 837/2009) Programas Especiais/Redes Assistenciais • Aids • Saúde do Idoso • Saúde Materno-Infantil • Saúde Mental • Saúde da Mulher • Saúde do Trabalhador • Urgência e Emergência • Atenção às Pessoas com Doenças Crônicas * Fornecimento pelo MS via SES: Talidomida (MM e DECH), Mesilato de Imatinibe (LMC, GIST e LLA), Dasatinibe e Nilotinibe (LMC), Trastuzumabe (câncer de mama), Rituximabe (LDGC-B e LF), Dactinomicina (TW, RMB, NTG) e L-asparaginase (leucemia e linfoma linfoblásticos).
  • 15. Fonte: DATASUS/Ministério da Saúde – 2015 DISTRIBuIÇÃO % DA FREQUÊNCIA REALIZADA PUBLICO X PRIVADO DISTRIBUIÇÃO % DO VALOR GASTO PUBLICO X PRIVADO 88,06% 11,94% Público Privado 47,70% 52,30% Público Privado Produção Hospitalar e Ambulatorial - Brasil – 2015 (jan a dez) SIH SIA TOTAL Frequência Valor Total Frequência Valor Total Frequência Valor Total % FREQ %VALOR Público 5.019.362 R$ 5.192.595.709,79 3.046.677.179 R$ 7.386.926.824,15 3.051.696.541 R$ 12.579.522.533,94 88,01% 43,94% Privado 4.735.424 R$ 6.327.047.264,48 409.164.375 R$ 7.465.442.278,41 413.899.799 R$ 13.792.489.542,89 11,94% 48,18% Ignorado 1.850.221 R$ 2.253.673.020,08 - - - - - - Total 11.605.007 R$ 13.773.315.994,35 3.455.841.554 R$ 14.852.369.102,56 3.467.446.561 R$ 28.625.685.096,91 - -
  • 18. FONTES DE FINANCIAMENTO DO SUSFONTES DE FINANCIAMENTO DO SUS  Ressarcimento por produção (tabela)  Incentivos  Orçamentos públicos (unidades próprias – municipais/estaduais/federais)  Investimentos (convênios)  Beneficência  Filantropia  Captação social  Trabalho voluntário  Dupla porta (SUS e não SUS)  Isenção de Imposto de Renda (planos e seguros de saúde)
  • 20. No geral, confunde-se universalidade do atendimento (direito do cidadão) com a integralidade da assistência (dever do Estado).
  • 21. Integração entre os Níveis de Atenção Porta de Entrada Porta de Entrada Nível Primário Atenção Básica Promoção Prevenção Diagóstico Precoce Acompanhamento Cuidados Paliativos Nível Secundário Média Complexidade Especialidades Diagnóstico Precoce Diagnóstico Oportuno Tratamento /Acompanhamento Reabilitação Cuidados Paliativos Nível Terciário Média e Alta Complexidade Diagnóstico Tratamento/Acompanhamento Reabilitação Suporte p/ Cuidados Paliativos Diagnóstico Cuidados Paliativos Emergência Porta de Entrada Porta de Entrada
  • 24. GRUPOS NOME 01 AÇÕES DE PROMOÇÃO E PREVENÇÃO EM SAÚDE 02 PROCEDIMENTOS COM FINALIDADE DIAGNÓSTICA 03 PROCEDIMENTOS CLÍNICOS 04 PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS 05 TRANSPLANTES DE ÓRGÃOS, TECIDOS e CÉLULAS 06 MEDICAMENTOS 07 ÓRTESES, PRÓTESES E MATERIAIS ESPECIAIS 08 AÇÕES COMPLEMENTARES DA ATENÇÃO À SAÚDE ESTRUTURA DA TABELA
  • 25. ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NA TABELA DO SUS Grupo 06 - Medicamentos 06.01.xx.xxx-x – Medicamentos de dispensação excepcional (*) 06.02.xx.xxx-x – Medicamentos estratégicos 06.03.xx.xxx-x – Medicamentos de âmbito hospitalar e de urgência 06.04.xx.xxx-x – Componente especializado da Assistência Farmacêutica (CEAF) Total de procedimentos da AF tabelados = 340 (*) Todos migrados para o Subgrupo 4 – CEAF.
  • 26. ASSISTÊNCIA FARMACÊUTICA NO SUS R E N A M E (*) Componente Básico da AF – 326 medicamentos. Componente Estratégico da AF- 201 medicamentos (inclusive soros e vacinas). Componente Especializado da AF – 269 medicamentos. Insumos Estratégicos – 46 insumos Medicamentos de Uso Hospitalar – 45 medicamentos. Estão elencados apenas os medicamentos descritos nominalmente na Tabela do SUS TOTAL GERAL = 887 medicamentos e insumos * Nem todos os produtos integram a Tabela do SUS (federal).
  • 27. O Componente Básico da Assistência Farmacêutica, regulamentado pela Portaria GM/MS nº 1.555, de 30/07/2013, oferta os medicamentos e insumos constantes no Anexo I e IV da RENAME (Relação Nacional de Medicamentos do Componente Básico da Assistência Farmacêutica), garantindo tratamento medicamentoso a agravos e programas de saúde específicos, no âmbito da Atenção Básica à Saúde. O financiamento ocorre de forma tripartite, ou seja, o Ministério da Saúde, estados, Distrito Federal e munícipios formam um orçamento anual (calculado por meio de um recurso monetário per capita), transferido fundo a fundo, para que os municípios realizem a aquisição e a dispensação dos medicamentos aos usuários do SUS.
  • 28. O Componente Estratégico da Assistência Farmacêutica disponibiliza medicamentos para o atendimento de doenças de perfil endêmico, de caráter transmissível ou que se configuram como problemas de saúde pública, com controle e tratamento orientados por protocolos e normas estabelecidas pelos Programas Assistenciais do Ministério da Saúde. Os medicamentos desse Componente estão inseridos no Anexo II da RENAME (Relação Nacional de Medicamentos do Componente Estratégico da Assistência Farmacêutica). O financiamento desse Componente é exclusivo do Ministério da Saúde, que o faz por meio de aquisição centralizada de todos os medicamentos. Na prática, a União adquire e distribui os medicamentos aos estados que, em articulação com os municípios, garantem o acesso ao tratamento e notificação dos casos, quando exigida.
  • 29. O Componente Especializado da Assistência Farmacêutica, regulamentado pela Portaria GM/MS nº 1.554, de 30/07/2013 (retificada), é definido como uma estratégia para garantir acesso a medicamentos no âmbito do SUS, sendo caracterizado pela busca da garantia da integralidade do tratamento medicamentoso ambulatorial, a partir das linhas de cuidado definidas nos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT), publicados pelo Ministério da Saúde. Os medicamentos desse Componente estão inseridos no Anexo III da RENAME (Relação Nacional de Medicamentos do Componente Especializado da Assistência Farmacêutica). Esse Componente substituiu os medicamentos anteriormente denominados de “medicamentos de dispensação excepcional” ou, como mais vulgarmente conhecidos, “medicamentos excepcionais ou de alto custo”. Nesse âmbito, o SUS oferta medicamentos para o tratamento de um conjunto de doenças, geralmente crônicas, cujas condutas terapêuticas estão definidas nos respectivos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas.
  • 30. Os medicamentos do CEAF estão divididos em três grupos: O Grupo 1 é aquele cujo financiamento está sob a responsabilidade exclusiva da União, seja por meio de aquisição centralizada (Grupo 1A - Imunobiológicos e imunossupressores, p.ex.) ou por meio de transferência aos estados de recursos fundo a fundo (Grupo 1B – hormônios e antipsicóticos, por ex.). O Grupo 2 é constituído por medicamentos, cuja responsabilidade pelo financiamento é das Secretarias Estaduais de Saúde (antilipemiantes analgésicos fortes, p. ex.). O Grupo 3 é constituído por medicamentos, cuja responsabilidade pelo financiamento é tripartite, sendo a aquisição e dispensação de responsabilidade dos municípios sob regulamentação da Portaria GM/MS nº 1.555, que aprova o Componente Básico da Assistência Farmacêutica (cardiotônicos e anti-hipertensivos, p. ex.).
  • 32. GRUPOS NOME 01 AÇÕES DE PROMOÇÃO E PREVENÇÃO EM SAÚDE 02 PROCEDIMENTOS COM FINALIDADE DIAGNÓSTICA 03 PROCEDIMENTOS CLÍNICOS 04 PROCEDIMENTOS CIRÚRGICOS 05 TRANSPLANTES DE ÓRGÃOS, TECIDOS e CÉLULAS 06 MEDICAMENTOS 07 ÓRTESES, PRÓTESES E MATERIAIS ESPECIAIS 08 AÇÕES COMPLEMENTARES DA ATENÇÃO À SAÚDE ESTRUTURA DA TABELA
  • 33. FORMAS DE ORGANIZAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS ONCOLÓGICOS NA TABELA UNIFICADA DO SUS 03.04.01.xxx-x - Radioterapia 03.04.02 a 07.xxx-x - Quimioterapia 03.04.08.xxx-x - Especiais 03.04.09.xxx-x - Medicina Nuclear Terapêutica Oncológica (Iodoterapia do carcinoma diferenciado da tireóide) 03.04.10.xxx-x - Gerais em Oncologia 04.16.xx.xxx-x - Cirurgia em Oncologia
  • 34. FORMAS DE ORGANIZAÇÃO DOS PROCEDIMENTOS QUIMIOTERÁPICOS NA TABELA UNIFICADA DO SUS - APAC 03.04.02.xxx-x – Quimioterapia Paliativa – Adulto (tumores sólidos) 03.04.03.xxx-x – Quimioterapia para Controle Temporário de Doença – Adulto (hemopatias crônicas) 03.04.04.xxx-x – Quimioterapia Prévia - Adulto (tumores sólidos) 03.04.05.xxx-x – Quimioterapia Adjuvante - Adulto (tumores sólidos) 03.04.06.xxx-x – Quimioterapia Curativa - Adulto (hemopatias agudas e tumores sólidos curáveis pela quimioterapia) 03.04.07.xxx-x – Quimioterapia de Tumores de Criança e Adolescente (todas as finalidades - tumores sólidos e hemopatias)
  • 35. 03.04.06.007-0 – Quimioterapia de Leucemia Aguda / Mielodisplasia / Linfoma Linfoblástico / Linfoma de Burkitt – 1ª linha 03.04.06.008-9 – Quimioterapia de Leucemia Aguda...... – 2ª linha 03.04.06.009-7 – Quimioterapia de Leucemia Aguda...... – 3ª linha 03.04.06.010-0 – Quimioterapia de Leucemia Aguda.... – 4ª linha FORMA DE ORGANIZAÇÃO 06 – QUIMIOTERAPIA CURATIVA - ADULTO (II) 03.04.06.015-1 – Quimioterapia de Tumor Germinativo Extra-Gonadal 03.04.06.016-0 – Quimioterapia de Tumor Germinativo de Ovário 03.04.06.017-8 – Quimioterapia de Neoplasia Trofoblástica Gestacional (Coriocarcinoma de Risco Baixo) 03.04.06.018-6 – Quimioterapia de Neoplasia Trofoblástica Gestacional (Coriocarcinoma de Risco Baixo Persistente/Risco Alto/Recidiva) 03.04.06.019-4 - Quimioterapia de Neoplasia Trofoblástica Gestacional - Corioma / Mola Hidatiforme - Persistente / Invasiva 03.04.06.020-8 – Quimioterapia de Tumor Germinativo de Testículo - 1ª Linha 03.04.06.021-6 – Quimioterapia de Tumor Germinativo de Testículo - 2ª Linha
  • 36. FORMA DE ORGANIZAÇÃO 07 - QUIMIOTERAPIA DE TUMORES DE CRIANÇA E ADOLESCENTE – ATÉ 18 ANOS (19 ANOS INCOMPLETOS) 03.04.07.001-7 Quimioterapia de Câncer na Infância e Adolescência – 1ª linha 03.04.07.005-0 Quimioterapia de Alta Dose do Osteossarcoma na Infância e Adolescência 03.04.07.002-5 Quimioterapia de Câncer na Infância e Adolescência – 2ª linha 03.04.07.004-1 Quimioterapia de Câncer na Infância e Adolescência – 3ª linha 03.04.07.003-3 Quimioterapia de Câncer na Infância e Adolescência – 4ª linha