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O papel da Gestão Estadual no processo de expansão da Planificação da Atenção à Saúde

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Apresentação de Raissa Barbieri Ballejo (SES/RS), no seminário "O futuro do Sistema Único de Saúde: a contribuição da Planificação da Atenção à Saúde" e a Reunião Conjunta das Câmaras Técnicas de Atenção à Saúde, Atenção Primária à Saúde e Epidemiologia

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O papel da Gestão Estadual no processo de expansão da Planificação da Atenção à Saúde

  1. 1. O papel da Gestão Estadual na Planificação da Atenção à Saúde Coordenação Estadual de Atenção Básica do Rio Grande do Sul
  2. 2. SECRETARIA ESTADUAL DA SAÚDE População RS = 11.286.500 (2016) 497 municípios; 19 Coordenadorias Regionais de Saúde (CRS); 30 Regiões de Saúde O estado do RIO GRANDE DO SUL tem cobertura de Estratégia Saúde da Família de 60% e 75% de AB em Setembro/2018. 1º Ambulatório de Atenção às Condições Crônicas criado no hospital regional de Santa Maria Nas demais regiões trabalho com os AGAR PLANIFICAÇÃO: 75 municípios diretamente ligados ao projeto - mais de 3.000 profissionais envolvidos 3 CRS 5 Regiões de Saúde
  3. 3. Planificação no RS Inicia em 2015 como Planificação da Atenção Primária A equipe da Coordenação de Atenção Básica é formada em ato e fica responsável pelo projeto na SES; Em 2016 ampliação do projeto para Planificação da Rede de Atenção à Saúde • Articular e Integrar Departamentos na priorização do projeto Grupo Condutor para Integração gradativa de equipes e operacionalização da Planificação: Atenção Básica, Saúde da Mulher. Integração de Departamentos: CEVS, Assistência Farmacêutica, DAHA, Assteplan; • Organizar sistematicamente a Rede de Atenção: Necessidades em saúde - programação em saúde - processo de trabalho das equipes - pontos de atenção.
  4. 4. Equipe Gestora da Planificação Como (re)organizar processos de trabalho internos da SES: Nível Central e Coordenadorias Regionais de Saúde - Qual a vocação do nível central e CRS na planificação? CRS - “A Planificação vem trazer método para o trabalho de apoio aos municípios que a gente sempre quis desenvolver”; "Estas vivências têm nos levado a lugares, por vezes desconfortáveis, mas não queremos voltar ao ponto de partida¹". ¹http://www.saude.rs.gov.br/carta-da-equipe-da-4-crs-entregue-a-equipe-da-planificacao-na-18-crs-em-osorio?fbclid=IwAR0xg- JxhR4h1dEUyUhKLE7_tdHlnaBzivaWRSTnchLid2QPrGw09yQZYwE Para os Estados que vão iniciar: Necessidade de (re)apresentação da Proposta, com desafios de reformulação do Nível Central da SES para trabalho em Rede: - Alinhamento teórico/prático - Atribuições dos departamentos no processo; - Método de trabalho; - Apoio às CRS e aos municípios;
  5. 5. Políticas Prioritárias para o Estado Definição de Políticas a serem implantadas e implementadas com o apoio do processo de Planificação: Implantação das Linhas de Cuidado Materno-Paterno-Infantil (AGAR/Regionalização do Parto) e; Atenção às Condições Crônicas – com ênfase em Diabetes Mellitus e Hipertensão Arterial; Estabelecimento e divulgação de diretrizes para o Cuidado e Estratificação de Risco aprovadas em CIB¹; Produção de notas técnicas sobre atribuições da Atenção Básica (vacinação/ACS no combate a dengue/TB); Estabelecimento de Procedimento Operacionais Padrão (sala de vacinação). Novas necessidades: Manejo clínico - telessaúde; outros arranjos de matriciamento - articulação da Rede. Estratificação - exames; ¹ Elaboradas com base nos Cadernos de Atenção Básica, Protocolos do Telessaúde e Ministério da Saúde entre outros;
  6. 6. Condições que favoreceram a implementação da Planificação • Apoio da equipe do CONASS – conduzindo/ensinando o processo e indicando para gestão municipal e estadual necessidades de apoio para o desenvolvimento da planificação; • Fundamentação teórica e método no levantamento de necessidades, disponibilização de ferramentas e plano de ação; • • Engajamento de integrantes das equipes (CONASS, Nível Central e Regionais da SES e Municipais) que assumiram o processo desde o início e continuam comprometidos; • Participação das Direções do Departamentos em reuniões estratégicas de alinhamento e encaminhamentos; • Baixo custo de implementação - viabilizando a continuidade; • Motivação das equipes nas diferentes esferas;
  7. 7. Desafios • Como potencializar o trabalho integrado do nível central na Planificação? • Como ampliar o Processo de Planificação para as demais Regiões de Saúde? • Como ampliar o processo de tutoria nos Municípios? • Quais as estratégias para manter a educação permanente da Rede? • Como a Planificação da Rede de Atenção vira um projeto prioritário da sociedade?
  8. 8. A Planificação desafia a SES para novas conformações que superem departamentos e processos fragmentados, convocando para a reorientação do trabalho com base no território, nas necessidades de apoio dos municípios e organização regional.
  9. 9. Frutos Estado • Integração e participação de diversos setores da SES - áreas técnicas mais articuladas; • Projeto de apoio mais integrado e articulado com a necessidade do território; • Reavaliação das estruturas de AGAR; • Abertura do primeiro ambulatório de especialidade as condições Crônicas Municípios • Qualificação do processo de trabalho das equipes: superação do modelo de fichas, instituição de acolhimento, classificação e estratificação de risco. • Notas Técnicas de estratificação de Risco para pré-natal, DM, HAS; • POPs e notas técnicas; Ampliação do modelo e escopo do projeto passando da Atenção Primária à Saúde para planificação da atenção à Saúde; Construção de redes de relações profissionais que garantam o cuidado continuado do usuário, integrando os diferentes níveis de atenção ; 0
  10. 10. O que tem sido o papel da Gestão Estadual na Planificação da Atenção à Saúde • Elaboração de diretrizes para o Cuidado e Estratificação de Risco (em formato de nota técnica) com base nos Cadernos de Atenção Básica, Protocolos do Telessaúde e Ministério da Saúde, Portaria de parâmetros 1631 de 2015, entre outros; • Definição de rol de exames conforme condição e apoio na organização das referências regionais; • Apresentação e pactuação destas diretrizes em CIB; • Apoio institucional aos municípios na qualificação da Rede de Atenção; • Articulação da Rede para Matriciamento e Qualificação dos profissionais a partir de demandas das equipes nos processos de tutoria; • Estruturação da Rede de Serviços, atentando a organização regional - apoiando o desenvolvimento de fluxos e acessos;
  11. 11. Site
  12. 12. Obrigada! Raíssa Barbieri Ballejo Canto Coordenação Estadual de Atenção Básica - SES/RS atencaobasica-esf@saude.rs.gov.br (51) 32885904/5905

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