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IFRS 17 - Agregação de Contratos e Contratos Onerosos

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Palestra ministrada por Reimund Stiede.

Publicada em: Economia e finanças
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IFRS 17 - Agregação de Contratos e Contratos Onerosos

  1. 1. IFRS 17 Troca de experiências Costa | Stiede | SOICON Partnership Rio de Janeiro, 26 de Junho de 2018
  2. 2. Agenda Apresentação  Introdução Transição Nível de Agregação Implementação Costa | Stiede | SOICON Partnership2
  3. 3. Apresentação Costa | Stiede | SOICON Partnership3
  4. 4. • Since 2004 ( 14 years ago) when I first met Reimund we have been always facing Accounting challenges that some how connect Brasil and Europe • At first we were discussing how the combination of BRGAAP and GERMANGAAP (famous HB2) would impact the consolidated audit of the Talanx Group since both of us where engaged on the audit of individual companies that are part of the consolidated Financial Statments, when we were working for KPMG • In 2010 when the draft for discussion related to Insurance contracts were released, again we started discussing the impacts for Brazil and Europe, but this time I was working for a multinational Insurance company in Brazil and he was still working at KPMG • In 2016 Reimund came down to Brazil and had a flavour on how important is the Insurance Market here. But due to the fact Talanx Group was needing his services on another BIG CHALLENGE (IFRS 17) he had to come back to German but bearing in mind that something should be done here in Brazil in order to improve and boost the exchange of ideas on the rules issued by IASB that have been impacting both countries; • In 2017, Reimund discussed with SOICON how to bridge the classical gap between Auditors (advocating the ruleset) and IT (not “exactly” knowing what to implement). Thus, SOICON, also beeing involved in IFRS 17 program steering, defined an implementation approach. Costa | Stiede | SOICON Partnership4 How we get here?
  5. 5. • Somando mais de 40 anos de experiência no mercado de seguros • Experiência de mais 5 anos de IFRS 17 / IFRS 4 fase II • Projetos no Brasil, na Europa e nos EUA • Foco em seguros • Consultoria internacional de negócios • Especializado em consultoria gerencial • Trabalhos em andamento na implementação do IRFS 17 na Alemanha • Nova parceria no Brasil • Time intercontinental • Foco 100% no mercado segurador do Brasil • O caminho mais fácil na implementação… • …entregando o projeto completo Costa & Stiede SOICON = IFRS 17 fácil A perfeita combinação para seus projetos de IFRS 17 Costa | Stiede | SOICON Partnership5 Apresentação
  6. 6. Benildo Costa Reimund Stiede  Qualificação Mais de 20 anos de experienca no mercado segurador como financial advisor, auditor certificado e consultor fiscal certificado. Envolvido em processos de M&A de seguros com um volume de mais 5 bilhoes de Euros, incluido IPO. Professor na Universidade de FHDW Hannover(Alemanha) para as áreas de seguro e gerenciamento de risco. Atualmente projetos de IFRS 9 e 17 com clientes na Alemanha, Austria e Malta com mais de 30 bi de Euros de receitas. Fritjof Schmidt  Qualificação Mais de 20 anos de experiência em TI e gererenciamento financeiro. Atuando como Gerente de Estratégia em TI na DHL com responsabilidades nas unidades da Alemanha inicialmente, depois regionalmente na Europa e por fim como responsável mundialmente. Fundador da SOICON, empresa alemã de consultoria gerencial, além de prestar serviços de serviços de programa de gerenciamento e assessoria para em Finanças, TI, Organizacional e Estratégia como CFO e Controller. Atualmente prestando serviços na Europa para Allianz, Munich Rück, Generalli, Gothaer e outras.  Educação Master in Economics, Free University of Berlin. Graduate of “Business Leadership Program” (Garvin School of International Management)  Qualificação Mais de 20 anos de experiência na área contábil, atuando como auditor de instituições financeiras (Bancos comerciais e de investimentos, Fundos de investimento, Corretoras e Distribuidoras, Seguradoras, Resseguradoras e outras) e também atuando como diretor financeiro de empresas do KPMG Auditores Independentes Liberty Seguros XL Resseguros Argo Seguros Chubb Seguros  Educação Bacharel em ciências contábeis pela Faculdade Osvaldo Cruz e especialização em Controladoria na Fundação Getúlio Vargas … and will learn Portuguese.  Educação Graduado em Impostos — Diplom-Finanzwirt (FH), Oberfinanzdirektion Magdeburg e especialização em Seguros (escola técnica em Munique). Pós-graduado em Auditoria e Pós- graduado em Impostos. Costa | Stiede | SOICON Partnership6 Who we are – Benildo Costa, Reimund Stiede, Fritjof Schmidt
  7. 7. Introdução Costa | Stiede | SOICON Partnership7
  8. 8. Resumo Resultados acumulados t0 t1 t2 t3 t4 t5 Demonstração de fluxo de caixa 0.00 1,150.00 1,193.50 1,300.92 1,058.00 793.22 IFRS 4 Resultado técnico 0.00 130.00 260.00 260.00 260.00 260.00 resultado não técnico 0.00 110.00 213.50 320.92 438.00 533.22 Soma 0.00 240.00 473.50 580.92 698.00 793.22 IRFS 17/GMM Resultado técnico 0.00 272.51 587.98 587.98 587.98 587.98 resultado não técnico 0.00 0.00 24.53 79.65 139.74 205.23 Soma 0.00 272.51 612.51 667.63 727.72 793.22 IRFS 17/PAA Resultado técnico 0.00 295.82 591.65 591.65 591.65 591.65 resultado não técnico 0.00 0.00 20.86 75.99 136.08 201.57 Soma 0.00 295.82 612.51 667.63 727.72 793.22 Legenda GMM -Modelo Geral de Mensuração (General Measurement Model – GMM) Introdução – Estudo de caso (1/2) Costa | Stiede | SOICON Partnership8
  9. 9. Legenda GMM -Modelo Geral de Mensuração (General Measurement Model – GMM) Introdução – Estudo de caso (2/2) Pontos importantes a serem considerados 1. Ao final do período o resultado líquido é o mesmo para todas as formas de contabilização 2. Esta comparação mostra transferências significativas da linha de investimento para linha de resultado técnico 3. No final do contrato os resultados de GMM e PAA são bem próximos, entretanto ao longo do contrato estas diferenças podem ser maiores (pontos relevantes para Companhias abertas) 4. Atenção para contabilização de operações intragrupos: É recomendável utilizar uma forma única de contabilizar(GMM ou PAA) Costa | Stiede | SOICON Partnership9
  10. 10. Under specific circumstances, a group of contracts can be measured with a simplified approach. Future cash flows Discounting Risk adjustment CSM Simplified Liability measurement based on unearned premium General Measurement Model (GMM) Premium Allocation Approach (PAA) Even though the PAA is a simplified measurement model, the changed level of contract aggregation and new contract grouping has a significant impact on business and data processes Is the coverage period of the group of contracts less than one year? Does the PAA for the group of contracts produce a liability which will not materially differ from the BBA? No Yes YesNo Costa | Stiede | SOICON Partnership10 New measurement models
  11. 11. Transição Costa | Stiede | SOICON Partnership11
  12. 12. 2013 2014 2015 2016 2017 2018 2019 2020 2021 2022 IFRS 4 IFRS 17 IFRS 4 and IFRS 17 (parallel run) IFRS 4 phase II Re-Exposure Draft IFRS 17 issued in May by the IASB Effective Date of IFRS 9 January 1, 2018 IFRS 17 Implementation Period IFRS 17 start of Comparative Period (parallel Run with IFRS 4) Effective Date of IFRS 17 January 1, 2021 First IFRS 17 compliant Quarterly Report There are only 18 months left until the start of the parallel run of IFRS 4 and IFRS 17. TIME IS CRITICAL 18 months remaining Costa | Stiede | SOICON Partnership12 Time is critical
  13. 13. A Contabilidade na transição (1/2)  A preparação de períodos anteriores e a transição causam carga de trabalho adicional em 2020 e 1ºTRI / 2021  Pontos estratégicos precisam ser discutidos em 2020 2020 2021 1TRI 2TRI 3TRI 4TRI 1TRI 2TRI 3TRI 4TRI IFRS4IFRS17 Data de referência do saldo inicial (“Data de transição”) 2020 2021 1TRI 2TRI 3TRI 4TRI 1TRI 2TRI 3TRI 4TRI YE 2019 U+20 U+20+24 OB 2020 1TRI 2020 U+12 U+12+24 1TRI* 2020 2TRI 2020 U+12 U+12+24 2TRI 2020 3TRI 2020 U+12 U+12+24 3TRI 2020 U+12 1TRI 2021 YE 2020 U+20 U+20+18 YE 2020 U+12 2TRI 2021 U+12 3TRI 2021 U+20 YE 2021 * inclui a avaliação de impacto da introdução combinada das IFRS 9 e 17 e serve como primeira versão seca “data da aplicação inicial ” Costa | Stiede | SOICON Partnership13
  14. 14. A Contabilidade na transição (2/2) Full retrospective approach is required… … mas exceçoes podem ser aplicadas A company can apply different approaches for different groups Uma abordagem retroativa completa é requerida É impráticavel usar uma abordgem retroativa completa Sim Abordagem retoativa completa Abordagem retoativa modificada, se possível Abordagem do valor justo Não Sim OU A companhia pode aplicar diferentes abordagens para diferentes grupos de seguros Costa | Stiede | SOICON Partnership14
  15. 15. Figure Details Challenges Experiences from Europe The implementation of the parallel run during the transition period is highly time critical In order to deliver comparable IFRS 17 figures in 2021 financial statements, insurers need to report under IFRS 4 AND IFRS 17 in 2020 Hence, there is a significant demand for a comprehensive IT infrastructure, capacity and human resources If the parallel run cannot be realized, insurers still need to report comparable figures, which are IFRS 17 compliant in the financial statements in 2021 Many insurers started late with the IFRS 17 implementation, which makes the realization of a parallel run highly doubtful The complexity of the implementation and the tight deadline hinders many insurers to perform a parallel run Solutions for the comparable figures in 2021 are yet to be defined TRANSITION PERIOD 2021 20222020 IFRS 17 start of Comparative Period (parallel Run with IFRS 4) Effective Date of IFRS 17 January 1, 2021 First IFRS 17 compliant Quarterly Report In order to have comparable figures in the 2021 financial statements, it is recommended to perform a parallel run of IFRS 4 and IFRS 17 in 2020. Alternatively, a reconciliation has to be made. Costa | Stiede | SOICON Partnership15 Transition Period
  16. 16. Nível de Agregação Costa | Stiede | SOICON Partnership16
  17. 17. Modelo de avaliação geral Abordagem Inicial  Em caso de uma deficiência de margem de serviço contratual (CSM) a perda deve ser realizada imediatamente, no início do contrato. Componentes básicos Realização Valor esperado ajustado ao risco dos fluxos de caixa futuros descontados Margem de serviço contratual (CSM) Corresponde a lucros não realizados - evita lucros no reconhecimento inicial 1 3 2 4 Fluxos de caixa futuros Entradass Saída 1 2 Descontoconto 3 Ajustederisco 4 CSM Costa | Stiede | SOICON Partnership17
  18. 18. Modelo de avaliação geral Nível de agregação – Visão geral (1/2) Carteira de contratos de seguro (Portfólio) Novo grupo de negócios( Coorte) Grupo de contratos de seguro (GCS) A IFRS 17 limita a compensação de contratos deficitários a contratos lucrativos  Unidade de avaliação da margem de serviço contratual (CSM) é o grupo de contratos de seguro (GCS).  As seguradoras precisam avaliar o desempenho das empresas nesse nível de agregação Costa | Stiede | SOICON Partnership18
  19. 19. Modelo de avaliação geral Nível de agregação – Visão geral (2/2) Empresas de seguros de vida GCS A-20X6-3 Demais contratos do novo coorte de negócios. Carteirasde Contratos de seguro Grupo A-20X5 Grupo A-20X3 Grupo A-20X6 Grupo A-20X4 Grupo A-20X6 GCS A-20X6-1 Contratos onerosos do novo coorte de negócios GCS A-20X6-2 Coesão contratada de novos negócios sem risco significativo de torna-se oneroso posteriormente. “GCS onerosos’’ “GCS Seguro” “Outros GCS” Cada carteira de contratos de seguro será subdividido em pelo menos três critérios de grupo de contratos de seguro (GCS).  Os contratos se estinguem por um período máximo de 12 meses. Uma divisão menor é permitida ao nível de contrato. Costa | Stiede | SOICON Partnership19
  20. 20. Modelo de avaliação geral Nível de agregação (Aproximação por atribuição coletiva) Uma empresa pode concluir com base em informações razoáveis e confiáveis que um grande número de contratos deverá ser atribuído ao mesmo grupo de contratos de seguro ? Sim A atribuição ao GCS(Grupo de Contratos de Seguro) ocorre para todo o grupo de contratos, sem distinção com relação ao contrato individual Não A atribuição a um GCS ocorre individualmente Se um contrato não puder ser atribuído ao GVV de perda ou segurança, ele deve ser atribuído ao outro GVV. Costa | Stiede | SOICON Partnership20
  21. 21. Modelo de avaliação geral Nível de agregação (Atribuição de contratos ao longo de vários períodos )  Os contratos também podem ser adicionados a um grupo de contratos de seguro(GCS) após a emissão (até o máximo de 1 ano). O efeito líquido do contrato recentemente atribuído no valor de liquidação ajusta a CSM do grupo de contratos de seguro (GCS) e suas alterações de resolução abaixo. No entanto, não é possível alterar retrospectivamente as estimativas dos GCS relevantes em períodos anteriores em um período posterior.  As taxas de desconto podem ser determinadas na aplicação inicial como a taxa média ponderada dos períodos de origem dos contratos do respectivo grupo de contratos de seguro(GCS).  A taxa de desconto média ponderada será efetiva,  Desde o início de cada período em que novos contratos do grupo de contratos de seguro (GCS) são adicionados, verificados e ajustados. Costa | Stiede | SOICON Partnership21
  22. 22. Nível de agregação Implementação DETERMINADO LOCALMENTE RELATÓRIO PRINCIPAL NÍVEL PARA? BR Portfolio n PortadoresderiscoSegmento Segmento1 Segmento m … Grupo Groupo X Portador de risco 1 Portador de risco k… Ext. SII LoB1 1 Ext. SII LoB j… Portfolio 1 … transição 2020 2021 202X … … … … … GICs Coortes anuais PICs Oneroso Nenhuma probabilidade significativa de ser onerosa Outros 1 Separation of ceded and assumed business Costa | Stiede | SOICON Partnership22
  23. 23. Figure Details Challenges Experiences from Europe  The new transparency under IFRS 17 requires the insurance companies to report in new structures  Insurance portfolios are likely to change under IFRS 17 due to the changed risk assessment of contracts  Example: D&O contracts  In order to perform a compliant portfolio aggregation the respective data quality needs to be in store  Insurers need to assess and analyse each insurance contract to build the basis of a compliant aggregation  The data quality of insurance contracts is mostly not sufficient enough to build IFRS 17 compliant insurance portfolios  Many insurers start building measurement models without acknowledging the need for the required data quality of their contracts AGGREGATION LEVEL OF CONTRACTS Portfolio A | Industrial insurance contracts Cohort A-2015 Cohort A-2016 Groups of insurance contracts Group A Group B Group C  The measurements under IFRS 17 is done at the level of „groups of insurance contracts“. In total there are three aggregation levels: Portfolios, cohorts and groups of insurance contracts. Secure contracts Onerous contracts Other contracts Costa | Stiede | SOICON Partnership23 Aggregation Level of Contracts
  24. 24. Contrato oneroso Costa | Stiede | SOICON Partnership24
  25. 25. Contratos onerosos – componente de perda Se o valor de realização representar um prejuízo, isso significa: • O contrato é oneroso e • Um reconhecimento imediato do prejuízo através das demonstrações de resultado, significa reconhecer o prejuízo no ano do fechamento do contrato / underwriting year Esta "CSM negativa" é chamada de componente de perda. Verificação Costa | Stiede | SOICON Partnership25
  26. 26. Figure Details Challenges Experiences from Europe IFRS 17 requires insurance companies to report and publish their onerous groups of insurance contracts The higher level of transparency and risk assessment does not allow for a bundling of onerous and profitable contracts into one group of contracts Insurers have difficulties to accept the high transparency which allows investors to see how insurance portfolios are actually structured ONEROUS CONTRACTS Under IFRS 17 groups of insurance contracts distinguish between onerous contracts, contracts without the risk of becoming onerous and other contracts. Each group is measured and reported in the financial statement. CashIn-flow CashOut-flow Future cash- flows Discounting Risk adjustment Costa | Stiede | SOICON Partnership26 Onerous Contracts
  27. 27. Implementação Costa | Stiede | SOICON Partnership27
  28. 28. Every single contract component has to be (re-)measured for IFRS17 purposes. This requires significant process changes of nearly all core business processes. THE COMPLEXITY OF THE IMPLEMENTATION Data Preparation ContractClassification IFRS Measurement Posting Costa | Stiede | SOICON Partnership28 The Complexity of Implementation
  29. 29. The process of a contract data-flow has changed significantly. PROCESS AND DATA ARCHITECTURE Clearly define components in contract database Analyze contract data base Establish compliant measures in order to assess the components Include actuaries actively in the implementation process for IFRS 17 Make the actuary aware of their new central role in the reporting process Adjusted process and data architecture Costa | Stiede | SOICON Partnership29 Process and Data Architecture
  30. 30. Costa | Stiede | SOICON Partnership30 Whom we need – The Roles Solution Architects ERP SpecialistsRequirements Management & Engineering Change Coach Reporting Specialist ActuaryCertified Accounting Consultant Project/Sub- Project Leaders
  31. 31. Costa | Stiede | SOICON Partnership31 Whom we need – The Senior Team Reimund Stiede IFRS 17 Senior Advisor Benildo Costa Brazilian Insurance Market Expert Fritjof Schmidt Program/Change Mgt. Provider Solution Architects ERP SpecialistsRequirements Management & Engineering Auditor Change Coach Project/Sub -Project Leaders Reporting Specialist Actuary Solution Architects ERP SpecialistsRequirements Management & Engineering Auditor Change Coach Project/Sub -Project Leaders Reporting Specialist Actuary Andreas Warnke IFRS 17 and Corp. Finance Expert Benedikt Hoheisel Actuary and Reporting Expert Solution Architects ERP SpecialistsRequirements Management & Engineering Auditor Change Coach Project/Sub -Project Leaders Reporting Specialist Actuary Solution Architects ERP SpecialistsRequirements Management & Engineering Auditor Change Coach Project/Sub -Project Leaders Reporting Specialist Actuary Solution Architects ERP SpecialistsRequirements Management & Engineering Auditor Change Coach Project/Sub -Project Leaders Reporting Specialist Actuary Solution Architects ERP SpecialistsRequirements Management & Engineering Auditor Change Coach Project/Sub -Project Leaders Reporting Specialist Actuary Thomas Kargl- Wögenstein Program Mgr. and Fin. Expert Solution Architects ERP SpecialistsRequirements Management & Engineering Auditor Change Coach Project/Sub -Project Leaders Reporting Specialist Actuary Solution Architects ERP SpecialistsRequirements Management & Engineering Auditor Change Coach Project/Sub -Project Leaders Reporting Specialist Actuary Marc Dauenhauer IT Architect Solution Architects ERP SpecialistsRequirements Management & Engineering Auditor Change Coach Project/Sub -Project Leaders Reporting Specialist Actuary Solution Architects ERP SpecialistsRequirements Management & Engineering Auditor Change Coach Project/Sub -Project Leaders Reporting Specialist Actuary Solution Architects ERP SpecialistsRequirements Management & Engineering Auditor Change Coach Project/Sub -Project Leaders Reporting Specialist Actuary Frank Meys IT Implemen- tation Partber Solution Architects ERP SpecialistsRequirements Management & Engineering Auditor Change Coach Project/Sub -Project Leaders Reporting Specialist Actuary Solution Architects ERP SpecialistsRequirements Management & Engineering Auditor Change Coach Project/Sub -Project Leaders Reporting Specialist Actuary Supported by Business Consultants and IT Consultants trained on IFRS 17 specific project challenges. Certified Accounting Consultant Certified Accounting Consultant Certified Accounting Consultant
  32. 32. We provide necessary Blueprints on the road to a successful implementation of IFRS 17. BLUEPRINTS Detailed Implementation Plan Detailed IT Landscape Expertise in Change Management Detailed Process Architecture Expertise in Project Management Consistent Stakeholder Communication IFRS 17 ready Costa | Stiede | SOICON Partnership32 Blueprints
  33. 33.  overall low focus on IFRS 17 projects (insurer in West Germany, HQ in Southern Europe)  Part-time project manager assigned (insurer in West Germany, HQ in Southern Europe)  Staffing process not accurate and not focused on implementation needs (insurer in North-Rhine Westfalia, Germany, HQ in Southern Europe)  Wrong tool purchase due to unclear IT-requirements (insurer in Northern Germany, HQ in Germany)  Missing resources especially at Big4  High-level accounting or IT discussions instead of a full-scope project setup  Communication gaps between Finance, IT and Actuary  Challenge for accounts receivable/payable which may cause high implementation costs  PAA evaluation & significant financial components  Mismatches of gross and reinsurance held  Determination of Risk Adjustments and Discount Interest Rates  Relation of IFRS 9 and IFRS 17 IMPRESSIONS FROM GERMANY Costa | Stiede | SOICON Partnership33 Impressions from Germany
  34. 34. YOUR NEXT STEPS Evaluate your Status  Which will be your Measurement Modell(s)  What is your Roadmap until End of Year 2019 Ensure Compliance  Identify your Stakeholders: Actuary, Finance, IT, Auditors  Set-up Implementation Framework: Process and Data Architecture, Contract Analysis/Seperation/Grouping, Target Reporting Set, IT-Implementation Plan  Staff the Team Costa | Stiede | SOICON Partnership34 Your Next Steps

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