Baixa estatura linear pode se apresentar de 2 formas diferentes em criança pré adolescente.

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Os critérios clínicos e laboratoriais utilizados na decisão do uso do GH, bem como no reconhecimento da responsividade dos indivíduos ao tratamento, são discutidos. Não apenas os resultados antropométricos, mas também os aspectos éticos e psicossociais devem ser considerados na avaliação dos custos/benefícios envolvidos no tratamento com GH em pacientes com baixa estatura idiopática. O tratamento da baixa estatura (BE) com GH tem sido utilizado há várias décadas.

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Baixa estatura linear pode se apresentar de 2 formas diferentes em criança pré adolescente.

  1. 1. BAIXA ALTURA (BAIXOS) A DGH PODE SER 1.IDIOPÁTICA OU ORGÂNICA, 2. APARECER DE FORMA ISOLADA OU COMBINADA COM DEFICIÊNCIA DE OUTROS HORMÔNIOS HIPOFISÁRIOS, 3. ESTAR ASSOCIADA A UMA DISFUNÇÃO PRIMÁRIA DAS CÉLULAS HIPOFISÁRIAS OU PODE SER SECUNDÁRIA A ALGUMA DISFUNÇÃO NA PRODUÇÃO DO HORMÔNIO LIBERADOR DE GH (GHRH) NO HIPOTÁLAMO, 4. SER ESPORÁDICA OU FAMILIAL, 5. E, FINALMENTE, A DGH PODE SER COMPLETA OU PARCIAL. A baixa estatura pode ser uma expressão normal do potencial genético de uma pessoa e, por conseguinte, a taxa de crescimento é normal. A baixa estatura pode também ser um resultado de uma doença que provoca a falha do crescimento e uma taxa de crescimento que é mais lenta do que o normal. O Retardo Constitucional do Crescimento é um termo usado para descrever as crianças que são pequenas para a sua idade, mas que têm uma taxa de crescimento normal. Do total de crianças com baixa estatura, apenas algumas têm uma condição médica tratável específica, entretanto, não é incomum que crianças com baixa
  2. 2. estatura apresentem valores normais de hormônios, principalmente o GH, mas que pesquisas têm demonstrado que os valores alvo máximos podem estar defasados em sua otimização entre 5% e 15% principalmente em valores teoricamente normais, mas com defasagem por déficit de crescimento idiopático. Pacientes com baixa estatura idiopática podem ser tratados com GH. Os critérios clínicos e laboratoriais utilizados na decisão do uso do GH, bem como no reconhecimento da responsividade dos indivíduos ao tratamento, são discutidos. Não apenas os resultados antropométricos, mas também os aspectos éticos e psicossociais devem ser considerados na avaliação dos custos/benefícios envolvidos no tratamento com GH em pacientes com baixa estatura idiopática. O tratamento da baixa estatura (BE) com GH tem sido utilizado há várias décadas. Inicialmente em pacientes com DGH e, logo a seguir, em doenças genéticas, como a síndrome de Turner, e em doenças crônicas, como a insuficiência renal crônica. Nesta mesma época, indivíduos com estatura abaixo do normal para a idade e o sexo, ou abaixo do esperado para o padrão familial (estatura- alvo familial ou Target Heights, TH) também passaram a ser tratados com GH (1). Hoje, a experiência clínica obtida com o tratamento de centenas de milhares de pacientes com BE permite avaliar os riscos e os benefícios envolvidos no uso do GH, bem como reconhecer os principais fatores determinantes da resposta terapêutica (2). Um número significante de pacientes tratados com GH corresponde a crianças e adolescentes com baixa estatura idiopática (BEI). Trata-se de grupo heterogêneo, que inclui três subclasses de diagnóstico: a baixa estatura familial (BEF), o retardo constitucional do crescimento e puberdade (RCCP) e a BEI propriamente
  3. 3. dita (3). Na prática, uma parcela substancial de casos apresenta elementos comuns a mais de uma subclasse diagnóstica. Isso se deve ao fato de existir um espectro de variação na estatura dos pais, na maturação óssea e no momento de início e rapidez evolutiva do evento puberal. Pacientes com BEF encontram-se caracteristicamente no percentil médio dos pais, os quais também são baixos em relação à população geral. Um fator complicante nesta situação é a freqüente diferença de estatura entre os pais, o que determina que os filhos possam estar mais próximos do percentil de um dos pais e não necessariamente na média deles. Além disso, na definição da estatura- alvo, deve-se considerar, em nosso meio, que uma aceleração secular do crescimento populacional ainda esteja ocorrendo, o que determina o incremento de cerca de 4,5 cm na estatura final atual em relação à geração anterior.
  4. 4. Dr. João Santos Caio Jr. Endocrinologia – Neuroendocrinologista CRM 20611 Dra. Henriqueta V. Caio Endocrinologista – Medicina Interna CRM 28930 Como saber mais: 1. Outro aspecto fundamental é a época do início do tratamento. Uma vez identificada a baixa estatura, quanto mais precoce iniciarmos o tratamento maiores serão as possibilidades de alcançarmos os resultados desejados... http://hormoniocrescimentoadultos.blogspot.com. 2. Embora alguns sinais da baixa estatura sejam percebidos na infância, é comum os pais e o paciente só procurarem orientação especializada na puberdade, quando o adolescente começa a perder sua auto-estima em função da demanda social da estatura... http://longevidadefutura.blogspot.com 3. Nessa época, entretanto, as possibilidades de tratamento ficam muito reduzidas, pois as epífises ósseas já se encontram em processo de fechamento muito adiantado devido à ação dos hormônios da puberdade (exceto aqueles casos em que existe um atraso significativo da idade óssea)... http://imcobesidade.blogspot.com AUTORIZADO O USO DOS DIREITOS AUTORAIS COM CITAÇÃO DOS AUTORES PROSPECTIVOS ET REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA.
  5. 5. Referências Bibliográficas: Caio Jr, João Santos, Dr.; Endocrinologista, Neuroendocrinologista, Caio,H. V., Dra. Endocrinologista, Medicina Interna – Van Der Häägen Brazil, São Paulo, Brasil; Arends NJ, Boonstra VH, Mulder PG, et al. GH treatment and its effect on bone mineral density, bone maturation and growth in short children born small for gestational age: 3-year results of a randomized, controlled GH trial. Clin Endocrinol Oxf. 2003;59:779–87; Arpadi SM, Cuff PA, Kotler DP, et al. Growth velocity, fat-free mass and energy intake are inversely related to viral load in HIV- infected children. J Nutr. 2000;130:2498–502; Asokan S, Muthu MS, Rathna Prabhu V. Noonan syndrome: a case report. J Indian Soc Pedod Prev Dent. 2007;25:144–7; Bechtold S, Ripperger P, Bonfig W, et al. Growth hormone changes bone geometry and body composition in patients with juvenile idiopathic arthritis requiring glucocorticoid treatment: a controlled study using peripheral quantitative computed tomography. J Clin Endocrinol Metab.2005;90:3168–73; Bell JJ, Bolar K, Swinford RD, et al. Long-term safety of recombinant human growth hormone: the National Cooperative Growth Study Experience [poster]. 87th Annual Meeting of the Endocrine Society; June 4–7, 2005; San Diego, CA. 2005. pp. 2–450; Blethen SL, Allen DB, Graves D, et al. Safety of recombinant deoxyribonucleic acid-derived growth hormone: The National Cooperative Growth Study experience. J Clin Endocrinol Metab.1996;81:1704–10; Boguszewski CL, Meister LH, Zaninelli DC, et al. One year of GH replacement therapy with a fixed low-dose regimen improves body composition, bone mineral density and lipid profile of GH-deficient adults. Eur J Endocrinol. 2005;152:67–75; Boonstra V, Van Pareren Y, Mulder P, et al. Puberty in growth hormone-treated children born small for gestational age SGA. J Clin Endocrinol Metab. 2003;88:5753–8; Carrel AL, Moerchen V, Myers SE, et al. Growth hormone improves mobility and body composition in infants and toddlers with Prader-Willi syndrome. J Pediatr. 2004;145:744–9; Carrel AL, Myers SE, Whitman BY, et al. Growth hormone improves body composition, fat utilization, physical strength and agility, and growth in Prader-Willi syndrome: A controlled study. J Pediatr. 1999;134:215–21; Carrel AL, Myers SE, Whitman BY, et al. Sustained benefits of growth hormone on body composition, fat utilization, physical strength and agility, and growth in Prader-Willi syndrome are dose-dependent. J Pediatr Endocrinol Metab. 2001;14:1097–105; Carrel AL, Myers SE, Whitman BY, et al. Benefits of long-term GH therapy in Prader-Willi syndrome: a 4-year study. J Clin Endocrinol Metab. 2002;87:1581–5; Chernausek SD, Attie KM, Cara JF, et al. Growth hormone therapy of Turner syndrome: the impact of age of estrogen replacement on final height. Genentech, Inc., Collaborative Study Group. J Clin Endocrinol Metab. 2000;85:2439–45; Clayton PE, Cuneo RC, Juul A, et al. Consensus statement on the management of the GH-treated adolescent in the transition to adult care. Eur J Endocrinol. 2005;152:165–70; Codner E, Mericq V, Cassorla F. Optimizing growth hormone therapy during puberty. Horm Res.1997;48(Suppl 5):16–20. Site Van Der Häägen Brazil www.vanderhaagenbrazil.com.br www.clinicavanderhaagen.com.br www.crescimentoinfoco.com www.obesidadeinfoco.com.br http://drcaiojr.site.med.br http://dracaio.site.med.br Joao Santos Caio Jr http://google.com/+JoaoSantosCaioJr google.com/+JoãoSantosCaioJrvdh google.com/+VANDERHAAGENBRAZILvdh Video http://youtu.be/woonaiFJQwY
  6. 6. VAN DER HAAGEN BRAZI Instagram https://instagram.com/clinicascaio/ Google Maps: http://maps.google.com.br/maps/place?cid=5099901339000351730&q= Van+Der+Haagen+Brasil&hl=pt&sll=- 23.578256,46.645653&sspn=0.005074,0.009645&ie =UTF8&ll=- 23.575591,-46.650481&spn=0,0&t = h&z=17

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