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A regulação da distribuição do tecido adiposo é um problema importante

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obesidade fornecem evidências para sugerir a possibilidade de uma anormalidade primária da função hipotálamo-hipofisária como base para a corpulência (aumento de massa corporal) e isso não pode ser excluído da situação humana.

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A regulação da distribuição do tecido adiposo é um problema importante

  1. 1. TÓPICO NÚMERO 4 ONDE PROCURAREMOS RESUMIR OS FATORES POSSIVEIS HORMONAIS ENVOLVIDOS NESTA MAQUINÁRIA PERFEITA. COMO JÁ DESCREVEMOS EM TÓPICOS ANTERIORES, SUBSTÂNCIAS ENERGÉTICAS ABRANGE TODO O ORGANISMO E OUTROS HORMÔNIOS QUE PARECEM NÃO ESTAR ENVOLVIDOS NESTE MECANISMO, TEM PAPEL IMPORTANTE NESSE MECANISMO METABÓLICO. MUITAS DESSAS ALTERAÇÕES TAMBÉM SÃO VISTAS EM INDIVÍDUOS COM SÍNDROMES DE CUSHING E OVÁRIOS POLICÍSTICOS, EM PARTICULAR HIPERINSULINEMIA, ALTERAÇÕES NA ATIVIDADE ADRENOCORTICAL E SECREÇÃO E LIGAÇÃO A ESTERÓIDES SEXUAIS. MAS É CONVENIENTE OBSERVARMOS OS TÓPICOS QUE ANTECEDEM Nº 1, Nº 2, Nº 3, E SEQUÊNCIAIS, VISTO QUE ESTE É UMA SEQUÊNCIA DESTE TRABALHO PROSPECTIVO, SINDROME METABÓLICA DESCONTROLADA – OBESIDADE (EM FOCO). É IMPORTANTE O LEITOR CONSULTAR OS ARTIGOS DESDE O INÍCIO DESSAS PESQUISAS PROSPECTIVAS QUE SERÁ DIVIDIDA EM DIVERSOS TÓPICOS, DEVIDO SUAS EXTENSÕES, PODENDO TER SEQUÊNCIA EM PARTES RESUMIDA COMO FORMA DE COMPLEMENTAÇÃO DESSE ASSUNTO. NÃO SE TRATA DE REPETIÇÃO DE MATÉRIAS ANTERIORES, MAS SEU ENDOCRINOLOGISTA OU NEUROENDOCRINOLOGISTA DE CONFIANÇA E EXPERIÊNTE, PODERÁ COMPLEMENTAR EM CASO DE ALGUNS DETALHES QUE NÃO FOREM CONTEMPLADO COM ESTE RESUMO. FISIOLOGIA–ENDOCRINOLOGIA– NEUROCIÊNCIA ENDÓCRINA (NEUROENDOCRINOLOGIA) – GENÉTICA– ENDÓCRINOPEDIATRIA E AUXOLOGIA (SUBDIVISÕES DA ENDOCRINOLOGIA): DR. CAIO JR., JOÃO SANTOS ET DRA. CAIO, HENRIQUETA VERLANGIERI. Modelos animais de obesidade fornecem evidências para sugerir a possibilidade de uma anormalidade primária da função hipotálamo- hipofisária como base para a corpulência (aumento de massa carporal) e isso não pode ser excluído da situação humana. No entanto, a distribuição abdominal da adiposidade (células de gordura inclusive de maior tamanho) desempenha um papel significativo no estabelecimento de um ciclo vicioso de eventos metabólicos que podem perpetuar tanto o estado obeso quanto a SOP – sindrome de ovário policístico, (que pode estar envolvido). É de interesse que o efeito genético aditivo para a gordura corporal total
  2. 2. seja de cerca de 25%, enquanto a herdabilidade (condição genética) da gordura subcutânea troncular abdominal é de cerca de 30-35%, e possivelmente pode ser maior (Bouchard et al, 1993). A obesidade da parte superior do corpo é caracterizada por grandes células adiposas com maior atividade da expressão da lipoproteína lipase (LPL), lipólise basal e estimulada elevadas, mas um baixo efeito antilipolítico da insulina. A regulação da distribuição do tecido adiposo é um problema importante, tendo em vista as estreitas associações epidemiológicas e metabólicas entre o acúmulo de gordura centralizado e a doença. Com o acúmulo de gordura visceral, constatam-se múltiplas perturbações endócrinas, incluindo cortisol e andrógenos elevados nas mulheres, assim como hormônio insuficientes com baixo crescimento (GH) e, nos homens, secreção de testosterona (T) comprometidas. Essas anormalidades provavelmente derivam de um eixo hipotalâmico-hipotalâmico-hipofisário-adrenal, com consequente hiperinsulinemia relacionada à acentuada resistência à insulina. Estas alterações hormonais exercem efeitos profundos no metabolismo e distribuição do tecido adiposo. No nível dos adipócitos, o cortisol e a insulina promovem o acúmulo de lipídios, expressando a atividade da lipoproteína lipase, enquanto a testosterona (T), o GH - hormônio de crescimento e, provavelmente, os estrogênios exercem efeitos opostos. As consequências provavelmente serão mais expressas nos tecidos adiposos viscerais do que subcutâneos, devido à maior celularidade, inervação e fluxo sanguíneo. Portanto, Os hormônios exercem influências poderosas na distribuição da gordura corporal em humanos. Estudos em condições totalmente controladas in vitro indicaram que o cortisol e a insulina facilitam o acúmulo de lipídios pela expressão da lipoproteína lipase (LPL). O hormônio do crescimento (GH) diminuem senssivelmente isso e transforma o metabolismo em mobilização de lipídios. A testosterona e o GH inibem a lipoproteína lipase (LPL) e estimulando a lipólise marcadamente. Os efeitos do cortisol são mediados por um receptor de glicocorticóide e os efeitos da testosterona via um receptor de androgênio, cuja densidade parece ser mais alta no tecido adiposo visceral do que subcutâneo. Para saber mais acesse: https://endocrinologya.wordpress.com/topico-no-4-e-uma- molestia-grave-que-abrange-uma-serie-de-doencas/

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