“Pensamento filosófico na Arquitetura”
Frederico CarstensUFPR 1986Medalha de Ouro10 em ProjetoProjeto Germen                     Mestre em Arquitetura           ...
Mercado     Valor = Percepção - Expectativa
O ARQUITETO EDIFICA VALORES
QUAIS SÃO OS SEUS VALORES?
“Um homem pode ser ignorante nãosó por ser inepto, mas por sentir o que            é inapropriado.”
QUAIS SÃO OS VALORES DO SEU TEMPO?          DO SEU CLIENTE?
VOCÊ ENTENDE SUA CIVILIZAÇÃO?
Filósofos e ArquiteturaTALES DE MILETO (625 a. C) – COSMO - BELEZA.PITÁGORAS (580 a. C) – UNIVERSO HARMÔNICO - ESTRUTURAAR...
ARISTÓTELES (384 a. C): FUNÇÃO DA ARTE É IMITAR E MELHORAR ONATURAL – CONTEMPLADOR - SUA ESSÊNCIA NA APARÊNCIA (ESCALA).SE...
ADAM SMITH (1723): AQUILO QUE DENOMINAMOS BELEZA CONSISTENA ADEQUAÇÃO DE UM OBJETO À PERSPECTIVA DE UM GRUPO SOCIAL– BASEA...
MANDEVILLE (1670): ARQUITETURA É PRODUTO DO LUXO.ROUSSEAU (1712): O HOMEM DEFORMADO PELO LUXO NÃO SENTEPRAZER EM OBSERVAR ...
HEGEL (1710): A ARQUITETURA É O CORPO DO TEMPO. CADA ESTILO ÉUM CADÁVER QUE A HISTÓRIA DEIXOU PARA TRÁS.SCHOPENHAUER (1788...
GRIMSCI (1891): ÉPOCAS DE TRANSIÇÃO NÃO SÃO FAVORÁVEIS AARQUITETURA. A FUNCIONALIDADE NÃO É BELA EM SI. REVALORIZA OFUNCIO...
HARTMANN (1881): O EDIFÍCIO MOSTRA UM MUNDO SUBLIME.MUKAROVSKY (1891): A FUNÇÃO ESTÉTICA. A REALIDADE REFLETIDANO SEU CONJ...
BACHELARD (1884): PSICANÁLISE. BELEZA – ESPAÇO SUBJETIVO.FOUCAULT (1926): BELEZA É O INSTRUMENTO DO PODER. VIGILÂNCIA.LUKÁ...
Pensadores EstruturalistasLINGUÍSTICA ORIGEM – SAUSSURE – SENSOLOGIACLAUDE-LÉVI-STRAUSS – ANTROPOLOGIA ESTRUTURAL
Pensadores Pós - EstruturalistasJAQUE DERRIDAGILLES DELEUZELYOTARDLACAN – PSICANALÍTICOALTHUSSER – NEOMARXISTABARTHES – BL...
DECONSTRUTIVISMO  RELATIVISMOPÓS MODERNISMO
Teoria das CatástrofesSIST. MATEMÁTICO – MODELO DINÂMICOCONTÍNUO – MORFOGENESIS – FINAL 1950, 60, 70 – ZEEMANREPRESENTAR F...
TEORIA DO CAOS – SHARKOVSKY – 1963UCRANIANO – TERREMOTOS, AVALANCHESPREVER A IMPREVISIBILIDADESALTO QUÂNTICO – MUDANÇA REP...
TEMPOS PÓS-MODERNOSImediatamente após a 2ª Guerra Mundial, o metarrelato predominante nosaber da arquitetura erudita estav...
O confronto entre crise e continuidade presente nos anos cinquenta foisuperado por um novo momento na história da arquitet...
Paralelamente arquitetos como Aldo Rossi, Robert Venturi, Charles Moore eoutros apresentaram uma série de propostas arquit...
Diversos teóricos e estudiosos da civilização contemporânea como Toffler,Lyotard, Lévy, Harvey, Jamenson, Baudrilard, De M...
Neste início de novo milênio a reflexão não é apenas lícita mas indispensável.Charles Jencks em “The Architecture of The J...
Uma estética diferente, do ponto de vista psicológico, faz com que enxergue-seo mundo com novas cores. É um tipo de renasc...
Os procedimentos adotados durante a composição do artefato arquitetônico, asestratégias compositivas responsáveis pela man...
Neste início de novo milêncio a ansiedade por uma arquitetura pronta, por um novomodelo de projeto univalente, deve ser re...
Como diz Lévy, “uma emoção posta em palavras ou em desenhos (euacrescento, em arquitetura) pode ser mais facilmente compar...
Trecho do livro “UMA NOVA AGENDA PARA A ARQUITETURA”                             Antologia Teórica 1965 – 1995. Kate Nesbi...
Arquitetura é Estética           Materialização   Valores
Texto produzido há 25 anosA CASA VIVAA Arquitetura Futuro – Projetar com GenéticaTemos 2 grupos de trabalho Biotecnologia ...
SISAU SUSTENTABILIDADE 2010
A TESE                                                                    1 - AMBIENTAL• DE QUE NOSSA RECEITA CIVILIZACION...
A TESE• DE QUE A HUMANIDADE AO LONGO DE SUA HISTÓRIA DESENVOLVEU-SE APOIADA NO EXTRATIVISMO(AMBIENTAL, POLÍTICO – CULTURAL...
A TESE• DE QUE AS PESQUISAS EM ALTA TECNOLOGIA NÃO EXTRATIVISTA ATUAL ESTÃOCONCENTRADAS NA INDÚSTRIA BÉLICA , MÉDICA, E DA...
A TESE• DE QUE OS PROJETOS URBANOS LONGE ESTÃO DE UTILIZAR COM SABEDORIA ASFERRAMENTAS DE SUSTENTABILIDADE,JÁ DISPONÍVEIS,...
A TESE• DE QUE AS SOLUÇÕES OFERECIDAS, UTILIZADAS E ACONSELHADAS POR NÓS COMO A EXELÊNCIA DASUSTENTABILIDADE EM ARQUITETUR...
A TESE         FINITUDE = (UTILIZAÇÃO EXRATIVISTA DOS RECURSOS + EFEITOS COLATERAIS) X CRESCIMENTO DA DEMANDAGAZETA DO POV...
ACREDI   • ACREDITO QUE A SOLUÇÃO DEPENDE DA NOSSA GERAÇÃO, DEPENDE DA  TO     MUDANÇA DA POSIÇÃO PASSIVA DIANTE DO TEMA D...
10 PROPOSTAS SUSTENTÁVEIS
II SIMPÓSIOINTERNACIONAL DESUSTENTABILIDADE EM                                                     II SIMPÓSIOARQUITETURA ...
BUSCA SENTIDO - VALOR FUNDAMENTAL1 – SINERGIA HOMEM-HOMEM – NATUREZA SIMBIOSE FECUNDA                         HOJE        ...
BUSCA SENTIDO - VALOR FUNDAMENTAL1 – SINERGIA HOMEM-HOMEM - NATUREZA SIMBIOSE FECUNDA                       HOJE          ...
ESTRATÉGIAS FILOSÓFICAS2 – VIVER MAIS COM MENOS• LESS IS MORE – LESS IS BORE - MORE WITH LESS – WE (HUMAN-NATURE) ARE MORE...
A conta básica é a seguinte: em 1950, a população mundial era de 2,6ESTRATÉGIAS FILOSÓFICAS  bilhões de pessoas. Em 2000, ...
ESTRATÉGIAS FILOSÓFICAS3 – RESPEITAR NOSSA FINITUDE• DIMINUIR RADICALMENTE O USO DE RECURSOS E MÉTODOS EXTRATIVISTAS ATÉ U...
ESTRATÉGIAS FILOSÓFICAS 4 – ARQUITETO REASSUMIR O SEU PAPEL HISTÓRICO NA• INTERPRETAR SEU TEMPO. EDIFICAÇÃO DE VALORES•ORI...
ESTRATÉGIAS DE POLÍTICAS URBANAS                                       II SIMPÓSIO                                       I...
5 - ESTRATÉGIAS DE POLÍTICAS URBANASREALIDADE ATUAL                                                                       ...
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5 - ESTRATÉGIAS DE POLÍTICAS URBANASA.                                                                 B.FREDERICO CARSTEN...
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ESTRATÉGIAS RELATIVAS AOS MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO7 – QUE A INDÚSTRIA APRESENTE DE FORMA DE FÁCIL LEITURA, OATENDIMENTO A N...
ESTRATÉGIAS PARA ARQUITETURA9 – SUBSTITUIÇÃO DO EXTRAÍDO PELO RENOVÁVEL.                                                  ...
ESTRATÉGIAS PARA ARQUITETURA10 – ESTÉTICA ALINHADA AOS ASPECTOS VIRTUOSOS DE NOSSO TEMPO– DA SINERGIA HOMENS-NATUREZA.   –...
SUGESTÃO 10 DIRETRIZES EM PROL DA SUSTENTABILIDADEVALOR     1. SINERGIA HOMEM – HOMEM - NATUREZA                  1.  VIVE...
SUGESTÃO 10 DIRETRIZES EM PROL DA SUSTENTABILIDADEMATERIAIS DE        7. QUE A INDÚSTRIA APRESENTE DE FORMA DE FÁCIL LEITU...
PLANOS URBANOS         PENSAMENTO ATUAL               FASE ATUALMATERIAS E TECNOLOGIA CONSTRUTIVA                         ...
DICAS      Não seja doutrinado, exija que o ensinem a pensar                 Não se omita, ouse filosofar     Venha fazer ...
Frederico Carstens - Pensamento Filosófico na Arquitetura_ CICI2011
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Palestrante: Frederico Carstens

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  1. 1. “Pensamento filosófico na Arquitetura”
  2. 2. Frederico CarstensUFPR 1986Medalha de Ouro10 em ProjetoProjeto Germen Mestre em Arquitetura Realiza Arquitetura: mais de 5 milhões de m² projetados ISO 9001 Diretor de Sustentabilidade ASBEA - PR
  3. 3. Mercado Valor = Percepção - Expectativa
  4. 4. O ARQUITETO EDIFICA VALORES
  5. 5. QUAIS SÃO OS SEUS VALORES?
  6. 6. “Um homem pode ser ignorante nãosó por ser inepto, mas por sentir o que é inapropriado.”
  7. 7. QUAIS SÃO OS VALORES DO SEU TEMPO? DO SEU CLIENTE?
  8. 8. VOCÊ ENTENDE SUA CIVILIZAÇÃO?
  9. 9. Filósofos e ArquiteturaTALES DE MILETO (625 a. C) – COSMO - BELEZA.PITÁGORAS (580 a. C) – UNIVERSO HARMÔNICO - ESTRUTURAARITMÉTICA.SÓCRATES (480 a.C) – FUNCIONALISMO – ÚTIL – BOM – HOMEM -SENTIMENTOS ELEVADOS - FINALIDADE.PLATÃO (427 a. C) – BELO – POSITIVIDADE – MORAL – PRODUTOR -INICIADOR DA CRÍTICA DA ARTE - PRAZER BOM E PRAZER MAU –SOLIDEZ – ESSÊNCIA.
  10. 10. ARISTÓTELES (384 a. C): FUNÇÃO DA ARTE É IMITAR E MELHORAR ONATURAL – CONTEMPLADOR - SUA ESSÊNCIA NA APARÊNCIA (ESCALA).SENECA (1 a. C): A VIRTUDE RESIDE NUMA CASA SIMPLES (SÓCRATES).PLOTINO (205 d. C): A ARTE É A EXPRESSÃO SENSÍVEL DA BELEZA –DIVINO - A REVELAÇÃO DO EXTASE.Sto. AGOSTINHO (354 d. C): (PLATÃO) - BELEZA UNIVERSAL - DEUS BOME MAU – PROPORÇÃO - NÚMERO.BACON (1561): ARQUITETURA É REVESTIMENTO - BELEZA SUPÉRFLUA -SÓCRATES – FUNCIONALISMO – UTILIDADE – CONFORTO.HUME (1711): BELEZA PROVÉM DA FUNCIONALIDADE.
  11. 11. ADAM SMITH (1723): AQUILO QUE DENOMINAMOS BELEZA CONSISTENA ADEQUAÇÃO DE UM OBJETO À PERSPECTIVA DE UM GRUPO SOCIAL– BASEADO NA UTILIDADE.RENE DESCARTES (1596): BELEZA = UNIDADE.LEIBINIZ (1646): MÁXIMO EFEITO COM O MÍNIMO – A INCONSCIÊNCIADETERMINA A RELAÇÃO DOS HOMENS COM A ARQUITETURA.MONTESQUIEU (1689): ARISTÓTELES – BELEZA É DA RELAÇÃO DOSUJEITO COM O OBJETO.DIDEROT (1713): ARQUITETURA - RELAÇÕES ENTRE O SUJEITO E OOBJETO.
  12. 12. MANDEVILLE (1670): ARQUITETURA É PRODUTO DO LUXO.ROUSSEAU (1712): O HOMEM DEFORMADO PELO LUXO NÃO SENTEPRAZER EM OBSERVAR UMA OBRA BELA, MAS EM SER PROPRIETÁRIODE UM OBJETO DISPENDIOSO.KANT (1724): BELO E SUBLIME. A BELEZA NASCE DA CONTEMPLAÇÃODO OBJETO PELO SUJEITO. O SUBLIME COMOVE, EMERGE DANEGATIVIDADE. O BELO ESTIMULA, RESULTA POSITIVIDADE. MORAL.SHELLING (1775): O FUNDAMENTO DA ARQUITETURA RESIDE NOIMPULSO SEXUAL.
  13. 13. HEGEL (1710): A ARQUITETURA É O CORPO DO TEMPO. CADA ESTILO ÉUM CADÁVER QUE A HISTÓRIA DEIXOU PARA TRÁS.SCHOPENHAUER (1788): TRÁGICO. VONTADE – ESSÊNCIA DO MUNDO,QUERER INFINITO, FONTE DE DOR.NIETZSCHE (1844): O CORPO É MAIS RESPONSÁVEL QUE A MENTE PORTODAS AS VERDADES. TODA ARTE NASCE DA REPRESSÃO DOSINSTINTOS. BELEZA É APROJEÇÃO DO HOMEM SOBRE O MUNDO.ARQUITETURA É EXPRESSÃO DA VONTADE DO PODER.MARX (1818): REVALORIZAÇÃO DO CORPO. DIFERENÇA ENTRE ARTE(REFLEXÃO/CRIAÇÃO) E TRABALHO COMUM (REPETIÇÃO). IDEOLOGIA –PROJETO POLÍTICO DE DOMINAÇÃO DE OUTRA PARTE.
  14. 14. GRIMSCI (1891): ÉPOCAS DE TRANSIÇÃO NÃO SÃO FAVORÁVEIS AARQUITETURA. A FUNCIONALIDADE NÃO É BELA EM SI. REVALORIZA OFUNCIONALISMO SOCRÁTICO.SIMMEL (1858): ESSÊNCIA DA ARQUITETURA – DUALISMO TRÁGICOENTRE SUJEITO E OBJETOHEIDEGGER (1889): O BELO EDIFÍCIO É UM ENTE CAPAZ DE REVELAR AEXISTÊNCIA DE AMBOS.ALAIN (1868): ARQUITETURA SE ORIGINA DAS CERIMÔNIAS SOCIAIS.LANGER (1895): A FUNCIONALIDADE NÃO PODE SER O FUNDAMENTODA BELEZA.
  15. 15. HARTMANN (1881): O EDIFÍCIO MOSTRA UM MUNDO SUBLIME.MUKAROVSKY (1891): A FUNÇÃO ESTÉTICA. A REALIDADE REFLETIDANO SEU CONJUNTO É UNIFICADA NO SIGNO ESTÉTICO. O SIGNOESTÉTICO DENOTA O SUJEITO.BENJAMIN (1892): EVOCA A ARQUITETURA MODERNA.GADAMER (1900): A OBRA DE ARTE É UMA EXPERIÊNCIA QUETRANSFORMA AQUELE QUE A EXPERIMENTA.ADORNO (1903): MARX - CRÍTICA DA ARQUTIETURA MODERNA.ECO (1932): CÓDIGOS. DISCURSO ARQUITETÔNICO É PERSUASIVO.
  16. 16. BACHELARD (1884): PSICANÁLISE. BELEZA – ESPAÇO SUBJETIVO.FOUCAULT (1926): BELEZA É O INSTRUMENTO DO PODER. VIGILÂNCIA.LUKÁCS (1885): MIMESE – EXPRESSÃO MATERIAL DA CONSCIÊNCIACOLETIVA.BLOCH (1885): O FUTURO É A DIMENSÃO AUTÊNTICA DO SER. OBRA DEARTE – PREFIGURAÇÃO SENSÍVEL DESTE FUTURO.
  17. 17. Pensadores EstruturalistasLINGUÍSTICA ORIGEM – SAUSSURE – SENSOLOGIACLAUDE-LÉVI-STRAUSS – ANTROPOLOGIA ESTRUTURAL
  18. 18. Pensadores Pós - EstruturalistasJAQUE DERRIDAGILLES DELEUZELYOTARDLACAN – PSICANALÍTICOALTHUSSER – NEOMARXISTABARTHES – BLANCHOT – LITERÁRIABAUDRILLARD
  19. 19. DECONSTRUTIVISMO RELATIVISMOPÓS MODERNISMO
  20. 20. Teoria das CatástrofesSIST. MATEMÁTICO – MODELO DINÂMICOCONTÍNUO – MORFOGENESIS – FINAL 1950, 60, 70 – ZEEMANREPRESENTAR FENÔMENOS NATURAIS DESCONTÍNUOS
  21. 21. TEORIA DO CAOS – SHARKOVSKY – 1963UCRANIANO – TERREMOTOS, AVALANCHESPREVER A IMPREVISIBILIDADESALTO QUÂNTICO – MUDANÇA REPENTINA DE ESTADOS
  22. 22. TEMPOS PÓS-MODERNOSImediatamente após a 2ª Guerra Mundial, o metarrelato predominante nosaber da arquitetura erudita estava baseado no discurso conservador dacontinuidade dos princípios modernos. As crises em desenvolvimentogeométrico alcançaram o campo da arquitetura e durante os anos sessentadeflagrou-se a revisão crítica do movimento moderno.Propostas a la ficção científica como as do grupo Archigram na Grã-Bretanha, acrítica tipológica manifestada na Itália por Aldo Rossi ou a arquiteturacomunicatica apresentada por Robert Venturi nos Estados Unidosrepresentaram opções claras e consistentes, alternativas viáveis para umaarquitetura moribunda e para a necessidade de adequação a uma nova épocaaberta a novos horizontes.
  23. 23. O confronto entre crise e continuidade presente nos anos cinquenta foisuperado por um novo momento na história da arquitetura onde doutrinas decaráter metodológico apontavam para uma renovação viável na forma decompreender, criticar e projetar a arquitetura e a cidade. Subsidiando os arrojosneo-tecnológicos, a crítica tipológica, a busca do caráter comunicativo, ouposteriormente a arquitetura conceitual de Peter Eisenman e Hejdukencontrou-se uma estrutura complexa e acabada de novas metodologiasprojetuais.Vários fatores comprovam os anos entre 1965 a 1969 como um período demudanças radicais. Nesta época desaparecem os mestres modernos. Em 1965morreu Le Corbusier e em 1969, Mies, Gropius e E. N. Rogers.
  24. 24. Paralelamente arquitetos como Aldo Rossi, Robert Venturi, Charles Moore eoutros apresentaram uma série de propostas arquitetônicas inusitadas oraresgatando elementos da história da arquitetura ora demonstrando jogosformais e simbólicos, mas sempre questionando e afrontando os conceitosestabelecidos da doutrina ortodoxa moderna. Em 1977 Charles Jencks sintetizouo que era disperso e confuso e revelou um estímulo comum inerente àsrecentes manifestações da arquitetura, liberando a crítica pesada aomodernismo, decretando sua falência e datando sua morte.O surgimento destas concepções inovadoras na arquitetura foi estimulado porum ambiente cultural propício e estimulante onde a crise da sociedade baseadanos padrões industriais potencializava novos pensamentos filosóficos eculturais.
  25. 25. Diversos teóricos e estudiosos da civilização contemporânea como Toffler,Lyotard, Lévy, Harvey, Jamenson, Baudrilard, De Masi, Connor, Debord, entreoutros, detiveram-se na análise deste momento de transição ainda em processode evolução inacabado.Segundo Lévy, um movimento geral de virtualização estaria afetando hoje nãoapenas a informação e a comunicação mas também os corpos, o funcionamentoeconômico, os quadros coletivos da sensibilidade ao exercício da inteligência. Avirtualização atingiria o relacionamento dos grupos, as modalidades de estarjuntos, a constituição do saber contemporâneo, do que erroneamente se atribuiao papel da digitalização e da informatização.
  26. 26. Neste início de novo milênio a reflexão não é apenas lícita mas indispensável.Charles Jencks em “The Architecture of The Jumping Universe” argumenta quediante de inúmeras falsas novidades, Mies Van Der Rohe disse perto do final desua vida: “cannot have a new architecture every monday morning”. Odeslocamento da jovialidade criativa e romântica para o envelhecido estáticoclássico é uma rota trilhada por muitos no momento em que começam a sabero que realmente desejam e quão satisfeitos tornam-se então. Mas existe algofalso na renúncia do ardor criativo. Mies quando jovem, criou os arranha-céusem vidro, aperfeiçoou os edifícios de escritórios e produziu a Villa de Stijl, tudoem um espaço de tempo de quarenta anos. Esta flexibilidade ofuscou-se nosúltimos vinte anos de sua vida, satisfeito plenamente com o perfil “l”repousando sobre a mesa de trabalho.
  27. 27. Uma estética diferente, do ponto de vista psicológico, faz com que enxergue-seo mundo com novas cores. É um tipo de renascer que abre territóriosinexplorados, quebra as abstrações institucionalizadas, extrapola a linguagemda tribo. Como disse Le Corbusier “Eyes wich do not see” a beleza de sua época.Se o universo encontra-se em expansão permanente e da mesma forma ascivilizações, talvez seja necessário e desejável a contínua modificação delinguagens, ora induzindo o surgimento, ora sendo induzida pelos códigosestéticos, percepções de beleza e noções de validade ética. A busca pelocontemporâneo é a busca pelo futuro, a qual não deve ser reprimida pelaburocracia acadêmica lenta e pesada nem tornar-se uma histeria gratuita eincontrolável.
  28. 28. Os procedimentos adotados durante a composição do artefato arquitetônico, asestratégias compositivas responsáveis pela manipulação de elementos, deentidades espaciais de forma gráfica em um sistema de relações geométricasdeveriam estar sempre em sintonia com o seu tempo. Em um período detransição, significa a tentativa de antecipar-se, de transgredir muitas vezes, dealinhar-se com a borda que promove as alterações culturais, aceitando os riscosinerentes ao ainda não totalmente convencionado.O processo do projeto arquitetônico não completa-se sem as questões teóricas,filosóficas e ideológicas, as quais influenciam o destino do projeto, o seudesenvolvimento prático, a interpretação e análise do programa e dascondicionantes preliminares até o relacionamento com o contexto e amaterialização do objeto arquitetônico.
  29. 29. Neste início de novo milêncio a ansiedade por uma arquitetura pronta, por um novomodelo de projeto univalente, deve ser reprimida. A tolerância com a convivênciaentre éticas e estilos aparentemente dissonantes deveria alinhar-se com o rigor noaprofundamento intelectual e com a pesquisa interdisciplinar, ferramentas eficazespara o exercício profissional saudável e para a concretização de uma arquiteturatecnologicamente correta, economicamente viável, atenta ao contexto urbano noqual insere-se e crítica em relação a estética e a ética de um mundo cujacaracterística de transformação consolida-se como uma essência de um novomomento histórico sedimentado.A arquitetura então seria capaz de virtualizar um tempo, uma idéia real, mantendo“prisioneiros” num momento as expectativas, numa conexão viva, entre o passadoherdado, reinterpretado, o presente ativo e o futuro esperado temido ousimplesmente imaginado.
  30. 30. Como diz Lévy, “uma emoção posta em palavras ou em desenhos (euacrescento, em arquitetura) pode ser mais facilmente compartilhada. O que erainterno e privado torna-se externo e público. Mas isto é igualmente verdade nooutro sentido: quando escutamos música, olhamos um quadro, ou lemos umpoema, internalizamos ou privatizamos um item público. Sabe-se que em cadaépoca da história os humanos tiveram o sentimento de viver uma viradacapital. Isto relativiza toda uma impressão da mesma ordem que diga respeitoao período contemporâneo. Não consigo desfazer-me da idéia de que vivemoshoje uma mutação maior nas formas da inteligência coletiva”.
  31. 31. Trecho do livro “UMA NOVA AGENDA PARA A ARQUITETURA” Antologia Teórica 1965 – 1995. Kate Nesbitt (org.)“Nesse ensaio, ele sugere a possibilidade de realizar tal deslocamento oudesconstrução pelo uso da categoria estética do grotesco, considerado umaspecto do sublime. Eisenman define o sublime na arquitetura como as etéreaspropriedades que resistem à ocupação física, enquanto o grotesco diz respeitoà substância real. O grotesco se caracteriza pelo indeterminado, indizível enão-físico, e Eisenman afirma que o grotesco realizará o desejado deslocamentoporque põe em questão os quinhentos anos de dependência da arquitetura emrelação à norma da beleza.”
  32. 32. Arquitetura é Estética Materialização Valores
  33. 33. Texto produzido há 25 anosA CASA VIVAA Arquitetura Futuro – Projetar com GenéticaTemos 2 grupos de trabalho Biotecnologia / NanotecnologiaIniciando 1 novo grupo – Novo Germen
  34. 34. SISAU SUSTENTABILIDADE 2010
  35. 35. A TESE 1 - AMBIENTAL• DE QUE NOSSA RECEITA CIVILIZACIONAL NOS OFERECE UM FUTURO CATASTRÓFICO. 2 - POLÍTICO-CULTURAL 3 - SOCIAL1. 3. 4 - TECNOLÓGICO 4. II SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE SUSTENTABILIDADE EM ARQUITETURA E URBANISMO2. GAZETA DO POVO, 09 DE SETEMBRO DE 2010
  36. 36. A TESE• DE QUE A HUMANIDADE AO LONGO DE SUA HISTÓRIA DESENVOLVEU-SE APOIADA NO EXTRATIVISMO(AMBIENTAL, POLÍTICO – CULTURAL, SOCIAL E TECNOLÓGICO), SEMPRE “MELHORANDO”. E ESSA“MELHORIA“ NOS CONFUNDE.• DE QUE O MOMENTO DE RUPTURA NA TECNOLOGIA EXTRATIVISTA URGE, E QUE POR ESTRUTURARNOSSA CIVILIZAÇÃO DESDE SEMPRE, SENTIREMOS A DOR DA PERDA AO CONFRONTÁ-LA, E QUE PORPRESENTIR TAL DOR, EVITAMOS NOS LANÇAR AO DESCONHECIDO VÔO DA INOVAÇÃO DE RUPTURA.
  37. 37. A TESE• DE QUE AS PESQUISAS EM ALTA TECNOLOGIA NÃO EXTRATIVISTA ATUAL ESTÃOCONCENTRADAS NA INDÚSTRIA BÉLICA , MÉDICA, E DA AGRICULTURA E PECUÁRIA. II SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE REVISTA ÉPOCA NEGÓCIOS – AGOSTO 2010 SUSTENTABILIDADE EM• DE QUE A INDÚSTRIA DE MATERIAIS, EQUIPAMENTOS E TÉCNICAS CONSTRUTIVAS, LONGE E ARQUITETURAESTÁ DE UTILIZAR O LIMITE DA PESQUISA E DA ALTA TECNOLOGIA URBANISMO JÁ NÃO EXTRATIVISTA,DISPONÍVEL ,EM SEUS PRODUTOS. GAZETA DO POVO, 20 DE AGOSTO DE 2010
  38. 38. A TESE• DE QUE OS PROJETOS URBANOS LONGE ESTÃO DE UTILIZAR COM SABEDORIA ASFERRAMENTAS DE SUSTENTABILIDADE,JÁ DISPONÍVEIS, CONTROLANDO A OCUPAÇÃODENTRO DOS LIMITES DA CAPACIDADE INFRAESTRUTURAL E AMBIENTAL MACRO, MESO EMICRO AMBIENTAL. E QUE DESTA FORMA CONTINUAM ESTIMULANDO OCUPAÇÕES EUSOS INADEQUADOS. II SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE SUSTENTABILIDADE EM ARQUITETURA E GAZETA DO POVO, 25 DE AGOSTO DE 2010 URBANISMO FOLHA DE S. PAULO ,19 DE SETEMBRO DE 2010
  39. 39. A TESE• DE QUE AS SOLUÇÕES OFERECIDAS, UTILIZADAS E ACONSELHADAS POR NÓS COMO A EXELÊNCIA DASUSTENTABILIDADE EM ARQUITETURA, APESAR DE ESTAREM NO LIMITE DOS MATERIAIS, EQUIPAMENTOS ETÉCNICAS CONSTRUTIVAS OFERECIDAS PELA INDÚSTRIA,SÃO IMPOTENTES PARA REVERTER A EQUAÇÃOSINISTRA, ONDE: FINITUDE = (UTILIZAÇÃO EXRATIVISTA DOS RECURSOS + EFEITOS COLATERAIS) X CRESCIMENTO DA DEMANDA = + x
  40. 40. A TESE FINITUDE = (UTILIZAÇÃO EXRATIVISTA DOS RECURSOS + EFEITOS COLATERAIS) X CRESCIMENTO DA DEMANDAGAZETA DO POVO, 10DE AGOSTO DE 2010 FOLHA DE S. PAULO, 19 DE SETEMBRO DE 2010 GAZETA DO POVO, 22 DE SETEMBRO DE 2010 “No contexto de uma civilização focada no consumo e na satisfação de necessidades artificialmente criadas, estima-se que a economia mundial, em 2050, produzirá quatro vezes mais bens e serviços do que produz hoje. ” GAZETA DO POVO, 28 DE AGOSTO DE 2010 Fábio Tokars
  41. 41. ACREDI • ACREDITO QUE A SOLUÇÃO DEPENDE DA NOSSA GERAÇÃO, DEPENDE DA TO MUDANÇA DA POSIÇÃO PASSIVA DIANTE DO TEMA DA FINITUDE E DE NOS REINVENTARMOS INDIVIDUALMENTE, COMO CIDADÃOS E COMO PROFISSIONAIS ARQUITETOS REASSUMIRMOS O PAPEL DE EDIFICADORES DE VALORES CAPAZES DE INFLUENCIAR NOSSA CIVILIZAÇÃO, MATERIALIZANDO-OS ATRAVÉS DE NOSSOS PROJETOS E OBRAS. II SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE SUSTENTABILIDADE EM ARQUITETURA E URBANISMO • DE QUE NO URBANISMO ESTAMOS MUITO, MAS MUITO LONGE DE UTILIZARMOS COM SABEDORIA AS FERRAMENTAS DISPONÍVEIS.
  42. 42. 10 PROPOSTAS SUSTENTÁVEIS
  43. 43. II SIMPÓSIOINTERNACIONAL DESUSTENTABILIDADE EM II SIMPÓSIOARQUITETURA E INTERNACIONAL DESUGESTÃO – 10 DIRETRIZESURBANISMO SUSTENTABILIDADE EM ARQUITETURA EFREDERICO CARSTENS – REALIZA ARQUITETURA URBANISMOESTA APRESENTAÇÃO NÃO PODE SER UTILIZADA SEM PRÉVIA APROVAÇÃO FORMAL DA REALIZA ARQUITETURA.
  44. 44. BUSCA SENTIDO - VALOR FUNDAMENTAL1 – SINERGIA HOMEM-HOMEM – NATUREZA SIMBIOSE FECUNDA HOJE SINERGIA FECUNDA POLÍTICO-CULTURAL AMBIENTAL POLÍTICO-CULTURALFREDERICO CARSTENSESTA APRESENTAÇÃO NÃO PODE SER UTILIZADA SEM PRÉVIA APROVAÇÃO FORMAL DA REALIZA ARQUITETURA.
  45. 45. BUSCA SENTIDO - VALOR FUNDAMENTAL1 – SINERGIA HOMEM-HOMEM - NATUREZA SIMBIOSE FECUNDA HOJE SINERGIA FECUNDA II SIMPÓSIO SOCIAL INTERNACIONAL DE SUSTENTABILIDADE EM ARQUITETURA E URBANISMO TECNOLÓGICOFREDERICO CARSTENSESTA APRESENTAÇÃO NÃO PODE SER UTILIZADA SEM PRÉVIA APROVAÇÃO FORMAL DA REALIZA ARQUITETURA.
  46. 46. ESTRATÉGIAS FILOSÓFICAS2 – VIVER MAIS COM MENOS• LESS IS MORE – LESS IS BORE - MORE WITH LESS – WE (HUMAN-NATURE) ARE MORE.•MAIS RESULTADO COM MENOS RECURSOS.•MENOS CONSUMISMO – MAIS RELACIONAMENTO.•MENOS TER – MAIS SER. ...ENCHER O TITANIC DE NOSSO HABITAT DE BENS NÃO O LIVRA DO NAUFRÁGIO...FREDERICO CARSTENSESTA APRESENTAÇÃO NÃO PODE SER UTILIZADA SEM PRÉVIA APROVAÇÃO FORMAL DA REALIZA ARQUITETURA.
  47. 47. A conta básica é a seguinte: em 1950, a população mundial era de 2,6ESTRATÉGIAS FILOSÓFICAS bilhões de pessoas. Em 2000, passou para 6 bilhões. Para 2050,2 – VIVER MAIS COM MENOS projeta-se vestir, precisa se bilhões. Toda essa gente precisa comer, precisa se que supere os 9 locomover. Enfim, precisa consumir. Aliás, toda essa gente vai consumir mais do que individualmente consumimos hoje. No contexto de uma civilização focada no consumo e na satisfação de necessidades artificialmente criadas, estima-se que a economia mundial, em 2050, produzirá quatro vezes mais bens e serviços do que produz hoje. Esta elevação de produção acarreta uma pressão sobre as fontes de energia e um brutal aumento da emissão de resíduos. Um dos DIRETRIZES 1, 2, 3 E 4: problemas que não se pode simplesmente varrer para baixo do tapete é a emissão de dióxido de carbono. Este gás existe naturalmente em DIRETRIZES QUE ALARGAM O PENSAMENTO nossa atmosfera, mas o aumento de sua concentração é letal. Antes da era industrial, sua concentração era de 280 partes por milhão (ppm). Atualmente, a concentração está em 380 ppm, e se eleva de 2 a 4 ppm ao ano. Estima-se que, se esta concentração atingir 560 ppm, a humanidade não poderá sobreviver. Simples assim. Fábio TokersFREDERICO CARSTENSESTA APRESENTAÇÃO NÃO PODE SER UTILIZADA SEM PRÉVIA APROVAÇÃO FORMAL DA REALIZA ARQUITETURA.
  48. 48. ESTRATÉGIAS FILOSÓFICAS3 – RESPEITAR NOSSA FINITUDE• DIMINUIR RADICALMENTE O USO DE RECURSOS E MÉTODOS EXTRATIVISTAS ATÉ UTILIZAR APENASRECURSOS E MÉTODOS 100% RENOVÁVEIS.FREDERICO CARSTENSESTA APRESENTAÇÃO NÃO PODE SER UTILIZADA SEM PRÉVIA APROVAÇÃO FORMAL DA REALIZA ARQUITETURA.
  49. 49. ESTRATÉGIAS FILOSÓFICAS 4 – ARQUITETO REASSUMIR O SEU PAPEL HISTÓRICO NA• INTERPRETAR SEU TEMPO. EDIFICAÇÃO DE VALORES•ORIENTAR A SOCIEDADE. II SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE SUSTENTABILIDADE EM ARQUITETURA E URBANISMO CROQUIS FREDERICO CARSTENSFREDERICO CARSTENSESTA APRESENTAÇÃO NÃO PODE SER UTILIZADA SEM PRÉVIA APROVAÇÃO FORMAL DA REALIZA ARQUITETURA.
  50. 50. ESTRATÉGIAS DE POLÍTICAS URBANAS II SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE5 – REVISÃO DOS PLANOS URBANOS ORIENTANDO A OCUPAÇÃO EEM SUSTENTABILIDADEUTILIZAÇÃO DO ESPAÇO ABAIXO DOS LIMITESARQUITETURA E NATURAIS E URBANISMOINFRAESTRUTURAIS, E MAXIMIZANDO A PERFORMANCE DACIDADE, ALINHANDO O DESENHO URBANO, ESTIMULANDO AOSEVENTOS NATURAIS, SOCIAIS E ECONÔMICOS DETERMINANTES.FREDERICO CARSTENSESTA APRESENTAÇÃO NÃO PODE SER UTILIZADA SEM PRÉVIA APROVAÇÃO FORMAL DA REALIZA ARQUITETURA.
  51. 51. 5 - ESTRATÉGIAS DE POLÍTICAS URBANASREALIDADE ATUAL II SIMPÓSIO INTERNACIONAL DESIMULAÇÕES FUTURAS SUSTENTABILIDADE EM ARQUITETURA E REALIDADE ATUAL URBANISMO SIMULAÇÕES PLANOSFREDERICO CARSTENSESTA APRESENTAÇÃO NÃO PODE SER UTILIZADA SEM PRÉVIA APROVAÇÃO FORMAL DA REALIZA ARQUITETURA.
  52. 52. 5 - ESTRATÉGIAS DE POLÍTICAS URBANAS PLANOS PLANO SINTÉTICO POLÍTICA ECONÔMICA/SOCIAL PLANO É VIVO “CARTA DE ATENAS” SUSTENTABILIDADEFREDERICO CARSTENSESTA APRESENTAÇÃO NÃO PODE SER UTILIZADA SEM PRÉVIA APROVAÇÃO FORMAL DA REALIZA ARQUITETURA.
  53. 53. 5 - ESTRATÉGIAS DE POLÍTICAS URBANASA. B.FREDERICO CARSTENSESTA APRESENTAÇÃO NÃO PODE SER UTILIZADA SEM PRÉVIA APROVAÇÃO FORMAL DA REALIZA ARQUITETURA.
  54. 54. 5 - ESTRATÉGIAS DE POLÍTICAS URBANASFREDERICO CARSTENSESTA APRESENTAÇÃO NÃO PODE SER UTILIZADA SEM PRÉVIA APROVAÇÃO FORMAL DA REALIZA ARQUITETURA.
  55. 55. 5 - ESTRATÉGIAS DE POLÍTICAS URBANASBRASIL HOJE: NÃO É RACIONAL TRATAMENTO ÁGUA POTÁVEL TRATAMENTO PARCIAL – ÁGUA CINZA RACIONALIDEAL: TRATAMENTO ÁGUA POTÁVELFREDERICO CARSTENSESTA APRESENTAÇÃO NÃO PODE SER UTILIZADA SEM PRÉVIA APROVAÇÃO FORMAL DA REALIZA ARQUITETURA.
  56. 56. ESTRATÉGIAS DE POLÍTICAS URBANAS6 – CRIAR ESTÍMULOS FISCAIS APENAS DEPOIS DE DOMINAR AEQUAÇÃO: ESTÍMULO X RESULTADO, DIRECIONANDO ESTES ESTÍMULOSPARA ESTRATÉGIAS GLOBAIS E MONITORÁVEIS, POIS OS RECUSOS PARAESTÍMULOS FISCAIS TAMBÉM SÃO FINITOS E SE SIMPÓSIO II MAL UTILIZADOSACABAM. INTERNACIONAL DE SUSTENTABILIDADE EM ARQUITETURA E URBANISMO DIRETRIZES 5 E 6 QUE ALARGAM OS LIMITES IMPOSTOS POR PLANOS URBANOS EQUIVOCADOSFREDERICO CARSTENSESTA APRESENTAÇÃO NÃO PODE SER UTILIZADA SEM PRÉVIA APROVAÇÃO FORMAL DA REALIZA ARQUITETURA.
  57. 57. ESTRATÉGIAS DE POLÍTICAS URBANAS6– ESTÍMULO IPTU15575 + PROCELL AMPLIADO SINTONIA METAS DE SUSTENTABILIDADE NO BRASIL II SIMPÓSIOPROJETO/OBRA/USO SINTONIA MONITORAMENTO INTERNACIONAL DE SUSTENTABILIDADE EM ARQUITETURA E URBANISMOFREDERICO CARSTENSESTA APRESENTAÇÃO NÃO PODE SER UTILIZADA SEM PRÉVIA APROVAÇÃO FORMAL DA REALIZA ARQUITETURA.
  58. 58. ESTRATÉGIAS RELATIVAS AOS MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO7 – QUE A INDÚSTRIA APRESENTE DE FORMA DE FÁCIL LEITURA, OATENDIMENTO A NB15575, A PEGADA ECOLÓGICA RESULTANTE DAEXTRAÇÃO, PRODUÇÃO, APLICAÇÃO, MANUTENÇÃO DE SEU PRODUTO.ESTRATÉGIAS RELATIVAS AOS MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO II SIMPÓSIO8 – QUE A INDÚSTRIA APRESENTE AS PESQUISAS DE ALTA TECNOLOGIA INTERNACIONAL DE(BIO/NANO/INFO) QUE DESENVOLVE E OS RESULTADOS OBTIDOS PARA SUSTENTABILIDADE EMQUE SEU PRODUTO DEIXE DE SER EXTRAÍDO E PASSE A SER RENOVÁVEL ARQUITETURA EOU SINTETIZADO COM A META DA PEGADA ECOLÓGICA ZERO. URBANISMO DIRETRIZES 7 E 8 QUE ALARGAM OS LIMITES IMPOSTOS PELA INDÚSTRIAFREDERICO CARSTENSESTA APRESENTAÇÃO NÃO PODE SER UTILIZADA SEM PRÉVIA APROVAÇÃO FORMAL DA REALIZA ARQUITETURA.
  59. 59. ESTRATÉGIAS PARA ARQUITETURA9 – SUBSTITUIÇÃO DO EXTRAÍDO PELO RENOVÁVEL. II SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE SUSTENTABILIDADE EM ARQUITETURA E URBANISMOFREDERICO CARSTENSESTA APRESENTAÇÃO NÃO PODE SER UTILIZADA SEM PRÉVIA APROVAÇÃO FORMAL DA REALIZA ARQUITETURA.
  60. 60. ESTRATÉGIAS PARA ARQUITETURA10 – ESTÉTICA ALINHADA AOS ASPECTOS VIRTUOSOS DE NOSSO TEMPO– DA SINERGIA HOMENS-NATUREZA. – ESTÉTICA NÃO MAIS ALINHADA A DOUTRINA DO MODELOINDUSTRIAL/EM SÉRIE/EXTRATIVISTA. II SIMPÓSIO INTERNACIONAL DE SUSTENTABILIDADE EM ARQUITETURA E URBANISMO DIRETRIZES 9 E 10 QUEBRA DOS LIMITES IMPOSTOS PELO DOUTRINAMENTO MODERNO E LIBERDADE PARA CRIAÇÃO ESTÉTICA FILOSÓFICA.FREDERICO CARSTENSESTA APRESENTAÇÃO NÃO PODE SER UTILIZADA SEM PRÉVIA APROVAÇÃO FORMAL DA REALIZA ARQUITETURA.
  61. 61. SUGESTÃO 10 DIRETRIZES EM PROL DA SUSTENTABILIDADEVALOR 1. SINERGIA HOMEM – HOMEM - NATUREZA 1. VIVER MAIS COM MENOS 2. RESPEITAR NOSSA FINITUDEFILOSÓFICO 4. ARQUITETO REASSUMIR O SEU PAPEL HISTÓRICO NA EDIFICAÇÃO DE VALORES 1. REVISÃO DOS PLANOS URBANOS ORIENTANDO A OCUPAÇÃO E UTILIZAÇÃO DO ESPAÇO ABAIXO DOS LIMITES NATURAIS E INFRAESTRUTURAIS, E MAXIMIZANDO A PERFORMANCE DA CIDADE, ALINHANDO O DESENHO URBANO, ESTIMULANDO AOS EVENTOS NATURAIS, SOCIAIS E ECONÔMICOS DETERMINANTES.POLÍTICO - URBANO 6. CRIAR ESTÍMULOS FISCAIS APENAS DEPOIS DE DOMINAR A EQUAÇÃO: ESTÍMULO X RESULTADO, DIRECIONANDO ESTES ESTÍMULOS PARA ESTRATÉGIAS GLOBAIS E MONITORÁVEIS, POIS OS RECUSOS PARA ESTÍMULOS FISCAIS TAMBÉM SÃO FINITOS E SE MAL UTILIZADOS ACABAM.FREDERICO CARSTENSESTA APRESENTAÇÃO NÃO PODE SER UTILIZADA SEM PRÉVIA APROVAÇÃO FORMAL DA REALIZA ARQUITETURA.
  62. 62. SUGESTÃO 10 DIRETRIZES EM PROL DA SUSTENTABILIDADEMATERIAIS DE 7. QUE A INDÚSTRIA APRESENTE DE FORMA DE FÁCIL LEITURA, O ATENDIMENTO A NB15575, A PEGADA ECOLÓGICA RESULTANTE DA EXTRAÇÃO, PRODUÇÃO, APLICAÇÃO, MANUTENÇÃO DE SEU PRODUTO.CONSTRUÇÃO 8 . QUE A INDÚSTRIA APRESENTE AS PESQUISAS DE ALTA TECNOLOGIA (BIO/NANO/INFO) QUE DESENVOLVE E OS RESULTADOS OBTIDOS PARA QUE SEU PRODUTO DEIXE DE SER EXTRAÍDO E PASSE A SER RENOVÁVEL OU SINTETIZADO COM A META DA PEGADA ECOLÓGICA ZERO.ARQUITETÔNICO 9. SUBSTITUIÇÃO DO EXTRAÍDO PELO RENOVÁVEL 10. ESTÉTICA ALINHADA AOS ASPECTOS VIRTUOSOS DE NOSSO TEMPO – DA SINERGIA – HOMENS – NATUREZA ESTÉTICA NÃO MAIS ALINHADA A DOUTRINA DO MODELO INDUSTRIAL/EM SÉRIE/EXTRATIVISTAFREDERICO CARSTENSESTA APRESENTAÇÃO NÃO PODE SER UTILIZADA SEM PRÉVIA APROVAÇÃO FORMAL DA REALIZA ARQUITETURA.
  63. 63. PLANOS URBANOS PENSAMENTO ATUAL FASE ATUALMATERIAS E TECNOLOGIA CONSTRUTIVA FASE AMPLIAÇÃO FASE IDEAL
  64. 64. DICAS Não seja doutrinado, exija que o ensinem a pensar Não se omita, ouse filosofar Venha fazer parte de nossa equipe!Site: www.realiza.comEnd.: Rua Alcebíades Plaisant, 575 – Água Verde – Curitiba - PRFone: (41) 3242-0052

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