SlideShare uma empresa Scribd logo
A ideia de sustentabilidade no processo de reabilitação do centro histórico do Porto
O edifício “A PADARIA”
Caracterização do edifício:
O edifício em causa foi mandado construir pelo seu proprietário, André António dos Santos, em 24 de Setembro de 1850, com licença de
construção de obra nº203/1850, desconhecendo-se se o edifício seria totalmente para habitação.
Em 29 de Junho de 1929 foi licenciada uma alteração, sendo proposta uma ampliação e construção de um forno, para a padaria que se tinha
entretanto instalado no local. O edifício, era destinado a padaria nos pisos inferiores e a habitação nos pisos superiores. A alteração foi realizada
pelo Engenheiro e Arquitecto Júlio José de Brito a pedido do seu proprietário, a Companhia Industrial Aliança, e a licença de construção foi
emitida a 2 de Setembro de 1929.
Passados 167 anos após a sua construção, o edifício, tem pela frente um novo desafio.
O edifício foi adquirido pelo actual proprietário, com o propósito de criar espaços para arrendamento, de preferência a atividades ligadas à área
da reabilitação e regeneração urbana. O projecto de arquitectura não impôs quase alterações na disposição interior do edifício.
No decorrer da negociação da empreitada de construção foi analisado o desafio de transformar o edifício num caso de estudo.
Nasceu assim a ideia de desenvolver este projecto.
Com a alteração e adaptação do edifício, criar um espaço de análise e de critica, um laboratório de ensaios real para sistemas esquecidos mas
funcionais e testados para este tipo de estruturas.
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
A ideia de sustentabilidade no processo de reabilitação do centro histórico do porto: o edifício Padaria
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
O projecto de adaptação tem como objectivo reaproveitar ao máximo os recursos existentes no edifício, tirar o máximo partido da sua orientação e
exposição solar, dos ventos e do solo, onde se encontra implantado. Executar sistemas autónomos de arrefecimento e aquecimento passivos, sem
por em causa a qualidade do ar interior, utilizar materiais naturais com características de permeabilidade ao vapor de água ajustada para cada
elemento, em detrimento de materiais sintéticos que formam barreiras ao vapor, impedindo a sua difusão, aproveitamento das águas das chuvas e
das águas de sabão, águas designadas como cinzentas que resultam dos lavatórios, para arrefecimento e para abastecimento das cisternas das
sanitas.
Com os sistemas propostos não se procura uma total autonomia do edifício mas sim um aproveitamento máximo dos recursos disponíveis de forma
passível e natural sem introdução de equipamentos e sistemas dispendiosos ou com elevado consumo energético.
Assim, procura-se responder às seguintes questões:
Até onde podemos ir na obtenção da EFICIÊNCIA energética nos edifícios situados em zona histórica.
Todos os edifícios novos terão de ser "nearly zero energybuildings" (nzeb).
Dar resposta antecipada e exigida em 2020, onde todos os edifícios novos deverão ser altamente eficientes e ter um balanço energético próximo do
zero. Assim, todos os Estados Membros da UE deverão tomar as medidas necessárias para garantirem que se estabelecem requisitos mínimos de
eficiência energética, de modo a que todos os edifícios públicos construídos na Europa tenham um consumo de energia quase nulo a partir de 31 de
Dezembro de 2018 e para todos os edifícios do setor privado a partir de 31 de Dezembro de 2020.
A ideia de sustentabilidade no processo de reabilitação do centro histórico do porto: o edifício Padaria
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Materiais Naturais
Sustentabilidade
Eficiência
Sistemas Vernaculares
Princípios do projecto
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Será possível aplicar os princípios de SUSTENTABILIDADE, nos edifícios situados em zonas históricas?
Com esta premissa pretende-se seguir a definição, mais aceite internacionalmente, apresentada por Charles Kibert em 1994, que define
Construção Sustentável como a "criação e gestão responsável de um ambiente construído saudável, tendo em consideração os princípios ecológicos e
a utilização eficiente dos recursos", sem no entanto descurar a primeira definição de desenvolvimento sustentável, de Brundtland Report, em 1987,
que declara, “desenvolvimento sustentável é aquele que atende às necessidades do presente, sem comprometer o atendimento às necessidades das
gerações futuras”.
Responsabilidade social
O projecto é acima de tudo uma resposta diferente a uma abordagem à reabilitação. Demonstra-se que é possível, optar por soluções sustentáveis
mantendo os mesmos limites orçamentais. Esta é uma obrigação duma sociedade responsável.
Uma gestão eficiente dos recursos, um planeamento antecipado da intervenção e uma gestão e planeamento cuidada do modelo de investimento
são garantias para o controlo orçamental e uma redução do risco do investimento.
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Materiais Naturais
Princípios do projecto
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Sustentabilidade – reutilizar, reaproveitar
Princípios do projecto
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Sustentabilidade – reutilizar, reaproveitar
Princípios do projecto
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Sustentabilidade – reutilizar, reaproveitar, reciclar
Princípios do projecto
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Sustentabilidade – Gestão da água
Princípios do projecto
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Sustentabilidade – reutilizar, reaproveitar, reciclar
Princípios do projecto
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Sustentabilidade – reutilizar, reaproveitar, reciclar
Princípios do projecto
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Eficiência
Princípios do projecto
“A eficiência energética é a otimização que realizamos no consumo de energia.”
Fazer uma utilização responsável, ou seja, consumir menos energia em cada produto ou
serviço que utilizamos, sem alterar o nosso estilo de vida ou sem abdicar do nosso
conforto.
http://www.adene.pt/eficiencia-energetica
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Eficiência
Princípios do projecto
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Esquemas de Princípio
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
1. As construções vernáculas ou tradicionais apresentam as
seguintes características: a) um modo de construir emanado da
própria comunidade; b) um carácter marcadamente local ou
regional em resposta ao meio ambiente; c) uma coerência de
estilo, de forma e de aspecto, bem como o uso de tipos
arquitectónicos tradicionalmente estabelecidos; d) um
conhecimento tradicional da composição e da construção, que
é transmitido de modo informal; e) uma resposta eficaz às
necessidades funcionais, sociais e ambientais; f) uma aplicação
eficaz das técnicas tradicionais da construção
Esquemas de Princípio
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Exemplos
Jardim Botânico de Berlim
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Exemplos
Edifício de habitação Tallinn - Estónia
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Exemplos
Espaço Rural Estónia
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Exemplos
La Biblioteca Malatestiana di Cesena 1554
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Localização
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Localização
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Sustentabilidade
Os materiais demolidos da obra foram aproveitados para novas funções para diminuir o gasto de
nova matéria prima.
- Alvenaria de granito proveniente da demolição de paredes foi aproveitada para criar espaços
de circulação exteriores;
- Rebocos soltos e degradados foram usados como inerte nos novos rebocos e como matéria
prima para a composição do pavimento térreo;
- O solo resultante da escavação de valas serviu para a alteração de cotas e nivelamento do
terreno;
- As telhas provenientes da remoção da cobertura foram aproveitadas para o sistema de
pavimento como proteção dos canais de circulação de ar.
1100 telhas reutilizadas
10m3 de reboco paredes 60m3 demolição
da estrutura B.A. utilizado
como base da
pavimentação
31 m2 de lajeado em
granito
90m3 de terra vegetal
Para reutilização355 Pneus reciclados
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
ESTRUTURAS EM MADEIRA
Reaproveitamento das estruturas
existentes e introdução de novas peças
em madeira de Pinho Nacional.Intervenção estrutural
Trata-se de uma estrutura reversível, elementos metálicos, madeira, alvenaria.
Sistema estrutural
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Madeiras - tinta à base de óleo linhaça (O.L)
Pavimentos com acabamento base de óleo
Pavimentos térreos com emulsão de O.L e cera
Paredes, interiores e exteriores com Silicatos
Celenit
Madeira de abeto
e
Ligantes minerais
Cortiça virgem
Triturada para
isolamento térmico
Isolamento térmico
pelo exterior
Sistema
Sistema weber.therm
Natura
FERMACELL
gesso e fibras de
papel reciclado
Cal Hidratada
CaO+H2O – Ca(OH)2
Madeira e reboco
recuperado de
obras de
demolição
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Materiais naturais
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Weber.therm
Natura
Isolantes naturais
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Fachada Posterior
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Fachada Posterior
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Cobertura inclinada
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Cobertura inclinada
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Cobertura inclinada
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
O sistema que constitui a camada superior da cobertura plana após impermeabilização, foi pensado para permitir a circulação da água, bem
como para promover a evaporação, reduzindo a temperatura deste elemento.
Composição cobertura plana
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Composição cobertura plana
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Composição cobertura plana
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
CLARABOIA – PAREDE TROMPE
Bomba solar
h=2,6; tint=50ºc; text.=25ºc; A= 4 uni Ø200mm
Q = 2.626 m3
LNEC 𝑄 = 0,16𝐴
2 ℎ
2 (𝑡𝑖𝑛𝑡 − 𝑡𝑒𝑥𝑡)
Vidro laminado interior
g=0,79 U=5,6UgW/m2.K
Vidro duplo exterior
g=0,70 U=2,7UgW/m2.K
CLARABOIA
CHAMINÉ SOLAR
Medição efetuada
25/09/2015
Sistemas Vernaculares
ARREFECIMENTO
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
CLARABOIA – PAREDE TROMPE
Tijolo exposto
sol
Medição efetuada
9/01/2015
Sistemas Vernaculares
AQUECIMENTO
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
CLARABÓIA
Sistemas Vernaculares
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
CLARABÓIA
Sistemas Vernaculares
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
CLARABÓIA
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
CLARABÓIA
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
PAVIMENTO TÉRREO
A solução executada para o pavimento teve a colaboração da SG Weber
que estudou 3 soluções de argamassas de enchimento e acabamentos
apresentando-se as mesmas na Tabela 1.
Pavimento pensado para garantir uma
permeabilidade ao vapor de água.
Sistemas Vernaculares
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
weber.floor light (modificado com cal hidráulica)
Leca Dur combinado com NHL5 numa aproximação à solução Leca Mix
PAVIMENTO TÉRREO
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
weber.floor light (modificado com cal hidráulica)
Leca Dur combinado com NHL5 numa aproximação à solução Leca Mix
PAVIMENTO TÉRREO
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
MICRO LIME NATURE tratado, com óleo e cera
PAVIMENTO TÉRREO
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Arrefecimento da cobertura plana através do aproveitamento
da água da chuva
ARREFECIMENTO EVAPORATIVO
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
O reaproveitamento das águas pluviais e das águas cinzentas (provenientes dos lavatórios e pia da cozinha) foi pensado de forma a serem canalizadas para
uma zona técnica exterior, para posterior utilização nos sanitários, sistemas de rega e arrefecimento da cobertura plana
REAPROVEITAMENTO DAS ÁGUAS PLUVIAIS E DAS ÁGUAS CINZENTAS
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
O reaproveitamento das águas pluviais e das águas cinzentas (provenientes dos lavatórios e pia da cozinha) foi pensado de forma a serem canalizadas para
uma zona técnica exterior, para posterior utilização nos sanitários, sistemas de rega e arrefecimento da cobertura plana
REAPROVEITAMENTO DAS ÁGUAS PLUVIAIS E DAS ÁGUAS CINZENTAS
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
REAPROVEITAMENTO DAS ÁGUAS PLUVIAIS
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
REGISTO INTERVENÇÃO
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
OBRA FINALIZADA
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
OBRA FINALIZADA
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
PROJECTO EM EXECUÇÃO
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
PROJECTO EM EXECUÇÃO
PAVIMENTO
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
PROJECTO EM EXECUÇÃO
COBERTURA
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
PROJECTO EM EXECUÇÃO
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
PROJECTO EM EXECUÇÃO
Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA
diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt
Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
OBRIGADO

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Marcilio césar 11 15
Marcilio césar 11 15Marcilio césar 11 15
Marcilio césar 11 15
forumsustentar
 
Coletanea habitare volume_4_parte_03
Coletanea habitare volume_4_parte_03Coletanea habitare volume_4_parte_03
Coletanea habitare volume_4_parte_03
Ely Barros
 
Gestão de resíduos da construção civil
Gestão de resíduos da construção civilGestão de resíduos da construção civil
Gestão de resíduos da construção civil
Universidade Federal Fluminense
 
Debris and Demolition Waste Environmental Impacts
Debris and Demolition Waste Environmental ImpactsDebris and Demolition Waste Environmental Impacts
Debris and Demolition Waste Environmental Impacts
Marcel Fraga
 
Comlurb sistema manuseio_2004
Comlurb sistema manuseio_2004Comlurb sistema manuseio_2004
Comlurb sistema manuseio_2004
Robson Quintiliano
 
Trabalho - Resíduos Sólidos da Construção Civil
Trabalho -  Resíduos Sólidos da Construção CivilTrabalho -  Resíduos Sólidos da Construção Civil
Trabalho - Resíduos Sólidos da Construção Civil
Tania Barboza
 
Gestão residuos na constr civil e pnrs apostilha1
Gestão residuos na constr civil e pnrs   apostilha1Gestão residuos na constr civil e pnrs   apostilha1
Gestão residuos na constr civil e pnrs apostilha1
cmoitinho
 
Resíduos Sólidos da Construção Civil: gestão economicamente sustentável de ma...
Resíduos Sólidos da Construção Civil: gestão economicamente sustentável de ma...Resíduos Sólidos da Construção Civil: gestão economicamente sustentável de ma...
Resíduos Sólidos da Construção Civil: gestão economicamente sustentável de ma...
Wesley Sathler
 
Trabalho engenheria ambietal disciplina poluição das águas - tema rcc
Trabalho engenheria ambietal   disciplina poluição das águas - tema rccTrabalho engenheria ambietal   disciplina poluição das águas - tema rcc
Trabalho engenheria ambietal disciplina poluição das águas - tema rcc
grupoanj
 
Programa de gerenciamento de resíduos sólidos satélite íris
Programa de gerenciamento de resíduos sólidos   satélite írisPrograma de gerenciamento de resíduos sólidos   satélite íris
Programa de gerenciamento de resíduos sólidos satélite íris
Laura Magalhães
 
Apresent drywall01
Apresent drywall01Apresent drywall01
Apresent drywall01
Amós Duarte
 
Construção Sustentável - Trabalho realizado por Elsa Santos e Verónica Matos
Construção Sustentável - Trabalho realizado por Elsa Santos e Verónica MatosConstrução Sustentável - Trabalho realizado por Elsa Santos e Verónica Matos
Construção Sustentável - Trabalho realizado por Elsa Santos e Verónica Matos
Carla Angelo Santos
 
Palestra Sustentabilidade na Construção
Palestra Sustentabilidade na ConstruçãoPalestra Sustentabilidade na Construção
Palestra Sustentabilidade na Construção
LCP Engenharia e Construções
 

Mais procurados (13)

Marcilio césar 11 15
Marcilio césar 11 15Marcilio césar 11 15
Marcilio césar 11 15
 
Coletanea habitare volume_4_parte_03
Coletanea habitare volume_4_parte_03Coletanea habitare volume_4_parte_03
Coletanea habitare volume_4_parte_03
 
Gestão de resíduos da construção civil
Gestão de resíduos da construção civilGestão de resíduos da construção civil
Gestão de resíduos da construção civil
 
Debris and Demolition Waste Environmental Impacts
Debris and Demolition Waste Environmental ImpactsDebris and Demolition Waste Environmental Impacts
Debris and Demolition Waste Environmental Impacts
 
Comlurb sistema manuseio_2004
Comlurb sistema manuseio_2004Comlurb sistema manuseio_2004
Comlurb sistema manuseio_2004
 
Trabalho - Resíduos Sólidos da Construção Civil
Trabalho -  Resíduos Sólidos da Construção CivilTrabalho -  Resíduos Sólidos da Construção Civil
Trabalho - Resíduos Sólidos da Construção Civil
 
Gestão residuos na constr civil e pnrs apostilha1
Gestão residuos na constr civil e pnrs   apostilha1Gestão residuos na constr civil e pnrs   apostilha1
Gestão residuos na constr civil e pnrs apostilha1
 
Resíduos Sólidos da Construção Civil: gestão economicamente sustentável de ma...
Resíduos Sólidos da Construção Civil: gestão economicamente sustentável de ma...Resíduos Sólidos da Construção Civil: gestão economicamente sustentável de ma...
Resíduos Sólidos da Construção Civil: gestão economicamente sustentável de ma...
 
Trabalho engenheria ambietal disciplina poluição das águas - tema rcc
Trabalho engenheria ambietal   disciplina poluição das águas - tema rccTrabalho engenheria ambietal   disciplina poluição das águas - tema rcc
Trabalho engenheria ambietal disciplina poluição das águas - tema rcc
 
Programa de gerenciamento de resíduos sólidos satélite íris
Programa de gerenciamento de resíduos sólidos   satélite írisPrograma de gerenciamento de resíduos sólidos   satélite íris
Programa de gerenciamento de resíduos sólidos satélite íris
 
Apresent drywall01
Apresent drywall01Apresent drywall01
Apresent drywall01
 
Construção Sustentável - Trabalho realizado por Elsa Santos e Verónica Matos
Construção Sustentável - Trabalho realizado por Elsa Santos e Verónica MatosConstrução Sustentável - Trabalho realizado por Elsa Santos e Verónica Matos
Construção Sustentável - Trabalho realizado por Elsa Santos e Verónica Matos
 
Palestra Sustentabilidade na Construção
Palestra Sustentabilidade na ConstruçãoPalestra Sustentabilidade na Construção
Palestra Sustentabilidade na Construção
 

Semelhante a Sessão tecnica - 11 dezembro 2017

Gestão imobiliária e sustentabilidade
Gestão imobiliária e sustentabilidadeGestão imobiliária e sustentabilidade
Gestão imobiliária e sustentabilidade
Vítor Reis
 
Desafio profissional teoria da contabilidade, ciências sociais e responsabil...
Desafio profissional teoria da contabilidade, ciências sociais e  responsabil...Desafio profissional teoria da contabilidade, ciências sociais e  responsabil...
Desafio profissional teoria da contabilidade, ciências sociais e responsabil...
Ana Genesy
 
CurriculumCarlos 2015-29 Maio
CurriculumCarlos 2015-29 MaioCurriculumCarlos 2015-29 Maio
CurriculumCarlos 2015-29 Maio
Carlos Fazenda
 
Marta campos 2012.10.13
Marta campos 2012.10.13Marta campos 2012.10.13
Marta campos 2012.10.13
dreamonstudio
 
CURSO DE BIOCONSTRUÇÃO
CURSO DE BIOCONSTRUÇÃOCURSO DE BIOCONSTRUÇÃO
CURSO DE BIOCONSTRUÇÃO
Míriam Morata Novaes
 
Curso básico de bioconstrução Ministério do Meio Ambiente
Curso básico de bioconstrução Ministério do Meio AmbienteCurso básico de bioconstrução Ministério do Meio Ambiente
Curso básico de bioconstrução Ministério do Meio Ambiente
Carol Daemon
 
cidadessustentabilidadeurbana-120210050321-phpapp02.pdf
cidadessustentabilidadeurbana-120210050321-phpapp02.pdfcidadessustentabilidadeurbana-120210050321-phpapp02.pdf
cidadessustentabilidadeurbana-120210050321-phpapp02.pdf
ssuser8e05f21
 
Inovação em Produto | Tecnisa
Inovação em Produto | TecnisaInovação em Produto | Tecnisa
Inovação em Produto | Tecnisa
TECNISA - Mais construtora por m²
 
Apresentação retoque
Apresentação retoqueApresentação retoque
Apresentação retoque
Susana Henriques
 
Alternativas
AlternativasAlternativas
Alternativas
booksreader
 
Retrofit e recuperação de solos
Retrofit e recuperação de solosRetrofit e recuperação de solos
Retrofit e recuperação de solos
Thayris Cruz
 
Casa Popular Eficiente apresentação da ULBRA - FEISMA 2009
Casa Popular Eficiente apresentação da ULBRA - FEISMA 2009Casa Popular Eficiente apresentação da ULBRA - FEISMA 2009
Casa Popular Eficiente apresentação da ULBRA - FEISMA 2009
Larissa Pereira Mayer
 
segurança do trabalho
segurança do trabalhosegurança do trabalho
segurança do trabalho
Suzana Ramos
 
Engenharia verde
Engenharia verdeEngenharia verde
Curso de bioconstrução
Curso de bioconstruçãoCurso de bioconstrução
Curso de bioconstrução
Elisangela Daniel
 
Briefingtrienalclaudiovilarinho
BriefingtrienalclaudiovilarinhoBriefingtrienalclaudiovilarinho
Briefingtrienalclaudiovilarinho
claudiovilarinho.com arquitectos e designers
 
Nuno França NGneers - Apresentação institucional 2015 13
Nuno França NGneers - Apresentação institucional 2015 13Nuno França NGneers - Apresentação institucional 2015 13
Nuno França NGneers - Apresentação institucional 2015 13
Nuno França
 
Apresentação sustentar ronaldo malard
Apresentação sustentar ronaldo malardApresentação sustentar ronaldo malard
Apresentação sustentar ronaldo malard
forumsustentar
 
A ideia principal da urbanização do terreno é agregar as formas da quadra nas...
A ideia principal da urbanização do terreno é agregar as formas da quadra nas...A ideia principal da urbanização do terreno é agregar as formas da quadra nas...
A ideia principal da urbanização do terreno é agregar as formas da quadra nas...
zezinhopequeno
 
Manual de Obras Públicas Sustentáveis
Manual de Obras Públicas SustentáveisManual de Obras Públicas Sustentáveis
Manual de Obras Públicas Sustentáveis
Pref_SBC
 

Semelhante a Sessão tecnica - 11 dezembro 2017 (20)

Gestão imobiliária e sustentabilidade
Gestão imobiliária e sustentabilidadeGestão imobiliária e sustentabilidade
Gestão imobiliária e sustentabilidade
 
Desafio profissional teoria da contabilidade, ciências sociais e responsabil...
Desafio profissional teoria da contabilidade, ciências sociais e  responsabil...Desafio profissional teoria da contabilidade, ciências sociais e  responsabil...
Desafio profissional teoria da contabilidade, ciências sociais e responsabil...
 
CurriculumCarlos 2015-29 Maio
CurriculumCarlos 2015-29 MaioCurriculumCarlos 2015-29 Maio
CurriculumCarlos 2015-29 Maio
 
Marta campos 2012.10.13
Marta campos 2012.10.13Marta campos 2012.10.13
Marta campos 2012.10.13
 
CURSO DE BIOCONSTRUÇÃO
CURSO DE BIOCONSTRUÇÃOCURSO DE BIOCONSTRUÇÃO
CURSO DE BIOCONSTRUÇÃO
 
Curso básico de bioconstrução Ministério do Meio Ambiente
Curso básico de bioconstrução Ministério do Meio AmbienteCurso básico de bioconstrução Ministério do Meio Ambiente
Curso básico de bioconstrução Ministério do Meio Ambiente
 
cidadessustentabilidadeurbana-120210050321-phpapp02.pdf
cidadessustentabilidadeurbana-120210050321-phpapp02.pdfcidadessustentabilidadeurbana-120210050321-phpapp02.pdf
cidadessustentabilidadeurbana-120210050321-phpapp02.pdf
 
Inovação em Produto | Tecnisa
Inovação em Produto | TecnisaInovação em Produto | Tecnisa
Inovação em Produto | Tecnisa
 
Apresentação retoque
Apresentação retoqueApresentação retoque
Apresentação retoque
 
Alternativas
AlternativasAlternativas
Alternativas
 
Retrofit e recuperação de solos
Retrofit e recuperação de solosRetrofit e recuperação de solos
Retrofit e recuperação de solos
 
Casa Popular Eficiente apresentação da ULBRA - FEISMA 2009
Casa Popular Eficiente apresentação da ULBRA - FEISMA 2009Casa Popular Eficiente apresentação da ULBRA - FEISMA 2009
Casa Popular Eficiente apresentação da ULBRA - FEISMA 2009
 
segurança do trabalho
segurança do trabalhosegurança do trabalho
segurança do trabalho
 
Engenharia verde
Engenharia verdeEngenharia verde
Engenharia verde
 
Curso de bioconstrução
Curso de bioconstruçãoCurso de bioconstrução
Curso de bioconstrução
 
Briefingtrienalclaudiovilarinho
BriefingtrienalclaudiovilarinhoBriefingtrienalclaudiovilarinho
Briefingtrienalclaudiovilarinho
 
Nuno França NGneers - Apresentação institucional 2015 13
Nuno França NGneers - Apresentação institucional 2015 13Nuno França NGneers - Apresentação institucional 2015 13
Nuno França NGneers - Apresentação institucional 2015 13
 
Apresentação sustentar ronaldo malard
Apresentação sustentar ronaldo malardApresentação sustentar ronaldo malard
Apresentação sustentar ronaldo malard
 
A ideia principal da urbanização do terreno é agregar as formas da quadra nas...
A ideia principal da urbanização do terreno é agregar as formas da quadra nas...A ideia principal da urbanização do terreno é agregar as formas da quadra nas...
A ideia principal da urbanização do terreno é agregar as formas da quadra nas...
 
Manual de Obras Públicas Sustentáveis
Manual de Obras Públicas SustentáveisManual de Obras Públicas Sustentáveis
Manual de Obras Públicas Sustentáveis
 

Mais de CICCOPN - Centro de formação Profissional da Industria da Construção Civil e Obras Públicas do Norte

ISO9001 - Aplicação prática no Setor da Construção Civil
ISO9001 -  Aplicação prática no Setor da Construção Civil               ISO9001 -  Aplicação prática no Setor da Construção Civil
Implementação do Lean na Construção
Implementação do Lean na ConstruçãoImplementação do Lean na Construção
eiC - Evolucao Certificacao Construcao Civil
eiC - Evolucao Certificacao Construcao CivileiC - Evolucao Certificacao Construcao Civil
Jornadas Qualidade 2019
Jornadas Qualidade 2019Jornadas Qualidade 2019
Apresentacao joao baptista_julho2019
Apresentacao joao baptista_julho2019Apresentacao joao baptista_julho2019
Apresentacao rui-cunha
Apresentacao rui-cunhaApresentacao rui-cunha
Learningshift divulgacao fevereiro 2019 - workshops
Learningshift divulgacao fevereiro 2019 - workshopsLearningshift divulgacao fevereiro 2019 - workshops
Learningshift divulgacao fevereiro 2019 - workshops
Learningshift divulgacao fevereiro 2019 - workshopsLearningshift divulgacao fevereiro 2019 - workshops
Jornadas Qualidade - Business intelligence
Jornadas Qualidade - Business intelligence Jornadas Qualidade - Business intelligence
Jornadas qualidade - Bosch
Jornadas qualidade - BoschJornadas qualidade - Bosch
Qualidade desenvolvimento-produtos
Qualidade desenvolvimento-produtosQualidade desenvolvimento-produtos
Jornadas qualidade 2018 - ISO/IEC
Jornadas qualidade 2018 - ISO/IECJornadas qualidade 2018 - ISO/IEC
Equipas de Qualidade
Equipas de QualidadeEquipas de Qualidade
Trabalhador designado - Segurança e Saúde no Trabalho
Trabalhador designado - Segurança e Saúde no TrabalhoTrabalhador designado - Segurança e Saúde no Trabalho
Jornadas da Qualidade no CICCOPN
Jornadas da Qualidade no CICCOPNJornadas da Qualidade no CICCOPN
A nova Norma Internacional ISO 45001:2018 – Sistema de Gestão da Segurança e ...
A nova Norma Internacional ISO 45001:2018 – Sistema de Gestão da Segurança e ...A nova Norma Internacional ISO 45001:2018 – Sistema de Gestão da Segurança e ...
A nova Norma Internacional ISO 45001:2018 – Sistema de Gestão da Segurança e ...
CICCOPN - Centro de formação Profissional da Industria da Construção Civil e Obras Públicas do Norte
 
Guia controlo exposicao profissional a agentes químicos
Guia controlo exposicao profissional a agentes químicosGuia controlo exposicao profissional a agentes químicos
Guia luvas-Exposição profissional a agentes químicos
Guia luvas-Exposição profissional a agentes químicosGuia luvas-Exposição profissional a agentes químicos
Guia epi - Exposição profissional a agentes químicos
Guia epi - Exposição profissional a agentes químicosGuia epi - Exposição profissional a agentes químicos
Exposição profissional a agentes químicos
Exposição profissional a agentes químicosExposição profissional a agentes químicos

Mais de CICCOPN - Centro de formação Profissional da Industria da Construção Civil e Obras Públicas do Norte (20)

ISO9001 - Aplicação prática no Setor da Construção Civil
ISO9001 -  Aplicação prática no Setor da Construção Civil               ISO9001 -  Aplicação prática no Setor da Construção Civil
ISO9001 - Aplicação prática no Setor da Construção Civil
 
Implementação do Lean na Construção
Implementação do Lean na ConstruçãoImplementação do Lean na Construção
Implementação do Lean na Construção
 
eiC - Evolucao Certificacao Construcao Civil
eiC - Evolucao Certificacao Construcao CivileiC - Evolucao Certificacao Construcao Civil
eiC - Evolucao Certificacao Construcao Civil
 
Jornadas Qualidade 2019
Jornadas Qualidade 2019Jornadas Qualidade 2019
Jornadas Qualidade 2019
 
Apresentacao joao baptista_julho2019
Apresentacao joao baptista_julho2019Apresentacao joao baptista_julho2019
Apresentacao joao baptista_julho2019
 
Apresentacao rui-cunha
Apresentacao rui-cunhaApresentacao rui-cunha
Apresentacao rui-cunha
 
Learningshift divulgacao fevereiro 2019 - workshops
Learningshift divulgacao fevereiro 2019 - workshopsLearningshift divulgacao fevereiro 2019 - workshops
Learningshift divulgacao fevereiro 2019 - workshops
 
Learningshift divulgacao fevereiro 2019 - workshops
Learningshift divulgacao fevereiro 2019 - workshopsLearningshift divulgacao fevereiro 2019 - workshops
Learningshift divulgacao fevereiro 2019 - workshops
 
Jornadas Qualidade - Business intelligence
Jornadas Qualidade - Business intelligence Jornadas Qualidade - Business intelligence
Jornadas Qualidade - Business intelligence
 
Jornadas qualidade - Bosch
Jornadas qualidade - BoschJornadas qualidade - Bosch
Jornadas qualidade - Bosch
 
Qualidade desenvolvimento-produtos
Qualidade desenvolvimento-produtosQualidade desenvolvimento-produtos
Qualidade desenvolvimento-produtos
 
Jornadas qualidade 2018 - ISO/IEC
Jornadas qualidade 2018 - ISO/IECJornadas qualidade 2018 - ISO/IEC
Jornadas qualidade 2018 - ISO/IEC
 
Equipas de Qualidade
Equipas de QualidadeEquipas de Qualidade
Equipas de Qualidade
 
Trabalhador designado - Segurança e Saúde no Trabalho
Trabalhador designado - Segurança e Saúde no TrabalhoTrabalhador designado - Segurança e Saúde no Trabalho
Trabalhador designado - Segurança e Saúde no Trabalho
 
Jornadas da Qualidade no CICCOPN
Jornadas da Qualidade no CICCOPNJornadas da Qualidade no CICCOPN
Jornadas da Qualidade no CICCOPN
 
A nova Norma Internacional ISO 45001:2018 – Sistema de Gestão da Segurança e ...
A nova Norma Internacional ISO 45001:2018 – Sistema de Gestão da Segurança e ...A nova Norma Internacional ISO 45001:2018 – Sistema de Gestão da Segurança e ...
A nova Norma Internacional ISO 45001:2018 – Sistema de Gestão da Segurança e ...
 
Guia controlo exposicao profissional a agentes químicos
Guia controlo exposicao profissional a agentes químicosGuia controlo exposicao profissional a agentes químicos
Guia controlo exposicao profissional a agentes químicos
 
Guia luvas-Exposição profissional a agentes químicos
Guia luvas-Exposição profissional a agentes químicosGuia luvas-Exposição profissional a agentes químicos
Guia luvas-Exposição profissional a agentes químicos
 
Guia epi - Exposição profissional a agentes químicos
Guia epi - Exposição profissional a agentes químicosGuia epi - Exposição profissional a agentes químicos
Guia epi - Exposição profissional a agentes químicos
 
Exposição profissional a agentes químicos
Exposição profissional a agentes químicosExposição profissional a agentes químicos
Exposição profissional a agentes químicos
 

Último

Apresentação concreto autodesempenho 123
Apresentação concreto autodesempenho 123Apresentação concreto autodesempenho 123
Apresentação concreto autodesempenho 123
GabrielGarcia356832
 
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...
Consultoria Acadêmica
 
Aula Vigor de Sementes - Aula Vigor de Sementes
Aula Vigor de Sementes - Aula Vigor de SementesAula Vigor de Sementes - Aula Vigor de Sementes
Aula Vigor de Sementes - Aula Vigor de Sementes
WeltonAgostinhoDias1
 
AULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdf
AULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdfAULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdf
AULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdf
MaxwellBentodeOlivei1
 
AE03 - LOGISTICA EMPRESARIAL UNICESUMAR 52/2024
AE03 - LOGISTICA EMPRESARIAL UNICESUMAR 52/2024AE03 - LOGISTICA EMPRESARIAL UNICESUMAR 52/2024
AE03 - LOGISTICA EMPRESARIAL UNICESUMAR 52/2024
Consultoria Acadêmica
 
Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...
Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...
Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...
pereiramarcossantos0
 
Elementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.ppt
Elementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.pptElementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.ppt
Elementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.ppt
Wagner Moraes
 
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...
Consultoria Acadêmica
 

Último (8)

Apresentação concreto autodesempenho 123
Apresentação concreto autodesempenho 123Apresentação concreto autodesempenho 123
Apresentação concreto autodesempenho 123
 
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL COMUNICAÇÃO ASSERTIVA E INTERPESSOA...
 
Aula Vigor de Sementes - Aula Vigor de Sementes
Aula Vigor de Sementes - Aula Vigor de SementesAula Vigor de Sementes - Aula Vigor de Sementes
Aula Vigor de Sementes - Aula Vigor de Sementes
 
AULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdf
AULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdfAULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdf
AULA LEI DOS SENOS OU COSSENOS - parte final (3) (1).pdf
 
AE03 - LOGISTICA EMPRESARIAL UNICESUMAR 52/2024
AE03 - LOGISTICA EMPRESARIAL UNICESUMAR 52/2024AE03 - LOGISTICA EMPRESARIAL UNICESUMAR 52/2024
AE03 - LOGISTICA EMPRESARIAL UNICESUMAR 52/2024
 
Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...
Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...
Simbologia e Terminologia de Instrumentação da Norma ISA 5.1 - Simbologia_ISA...
 
Elementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.ppt
Elementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.pptElementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.ppt
Elementos de Máquina aplicados na tornearia mecânica.ppt
 
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...
AE03 - ESTUDO CONTEMPORÂNEO E TRANSVERSAL EMPREENDEDORISMO CORPORATIVO UNICES...
 

Sessão tecnica - 11 dezembro 2017

  • 1. A ideia de sustentabilidade no processo de reabilitação do centro histórico do Porto O edifício “A PADARIA”
  • 2. Caracterização do edifício: O edifício em causa foi mandado construir pelo seu proprietário, André António dos Santos, em 24 de Setembro de 1850, com licença de construção de obra nº203/1850, desconhecendo-se se o edifício seria totalmente para habitação. Em 29 de Junho de 1929 foi licenciada uma alteração, sendo proposta uma ampliação e construção de um forno, para a padaria que se tinha entretanto instalado no local. O edifício, era destinado a padaria nos pisos inferiores e a habitação nos pisos superiores. A alteração foi realizada pelo Engenheiro e Arquitecto Júlio José de Brito a pedido do seu proprietário, a Companhia Industrial Aliança, e a licença de construção foi emitida a 2 de Setembro de 1929. Passados 167 anos após a sua construção, o edifício, tem pela frente um novo desafio. O edifício foi adquirido pelo actual proprietário, com o propósito de criar espaços para arrendamento, de preferência a atividades ligadas à área da reabilitação e regeneração urbana. O projecto de arquitectura não impôs quase alterações na disposição interior do edifício. No decorrer da negociação da empreitada de construção foi analisado o desafio de transformar o edifício num caso de estudo. Nasceu assim a ideia de desenvolver este projecto. Com a alteração e adaptação do edifício, criar um espaço de análise e de critica, um laboratório de ensaios real para sistemas esquecidos mas funcionais e testados para este tipo de estruturas. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt A ideia de sustentabilidade no processo de reabilitação do centro histórico do porto: o edifício Padaria Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 3. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt O projecto de adaptação tem como objectivo reaproveitar ao máximo os recursos existentes no edifício, tirar o máximo partido da sua orientação e exposição solar, dos ventos e do solo, onde se encontra implantado. Executar sistemas autónomos de arrefecimento e aquecimento passivos, sem por em causa a qualidade do ar interior, utilizar materiais naturais com características de permeabilidade ao vapor de água ajustada para cada elemento, em detrimento de materiais sintéticos que formam barreiras ao vapor, impedindo a sua difusão, aproveitamento das águas das chuvas e das águas de sabão, águas designadas como cinzentas que resultam dos lavatórios, para arrefecimento e para abastecimento das cisternas das sanitas. Com os sistemas propostos não se procura uma total autonomia do edifício mas sim um aproveitamento máximo dos recursos disponíveis de forma passível e natural sem introdução de equipamentos e sistemas dispendiosos ou com elevado consumo energético. Assim, procura-se responder às seguintes questões: Até onde podemos ir na obtenção da EFICIÊNCIA energética nos edifícios situados em zona histórica. Todos os edifícios novos terão de ser "nearly zero energybuildings" (nzeb). Dar resposta antecipada e exigida em 2020, onde todos os edifícios novos deverão ser altamente eficientes e ter um balanço energético próximo do zero. Assim, todos os Estados Membros da UE deverão tomar as medidas necessárias para garantirem que se estabelecem requisitos mínimos de eficiência energética, de modo a que todos os edifícios públicos construídos na Europa tenham um consumo de energia quase nulo a partir de 31 de Dezembro de 2018 e para todos os edifícios do setor privado a partir de 31 de Dezembro de 2020. A ideia de sustentabilidade no processo de reabilitação do centro histórico do porto: o edifício Padaria Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 4. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 5. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Materiais Naturais Sustentabilidade Eficiência Sistemas Vernaculares Princípios do projecto
  • 6. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Será possível aplicar os princípios de SUSTENTABILIDADE, nos edifícios situados em zonas históricas? Com esta premissa pretende-se seguir a definição, mais aceite internacionalmente, apresentada por Charles Kibert em 1994, que define Construção Sustentável como a "criação e gestão responsável de um ambiente construído saudável, tendo em consideração os princípios ecológicos e a utilização eficiente dos recursos", sem no entanto descurar a primeira definição de desenvolvimento sustentável, de Brundtland Report, em 1987, que declara, “desenvolvimento sustentável é aquele que atende às necessidades do presente, sem comprometer o atendimento às necessidades das gerações futuras”. Responsabilidade social O projecto é acima de tudo uma resposta diferente a uma abordagem à reabilitação. Demonstra-se que é possível, optar por soluções sustentáveis mantendo os mesmos limites orçamentais. Esta é uma obrigação duma sociedade responsável. Uma gestão eficiente dos recursos, um planeamento antecipado da intervenção e uma gestão e planeamento cuidada do modelo de investimento são garantias para o controlo orçamental e uma redução do risco do investimento. Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 7. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Materiais Naturais Princípios do projecto
  • 8. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Sustentabilidade – reutilizar, reaproveitar Princípios do projecto
  • 9. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Sustentabilidade – reutilizar, reaproveitar Princípios do projecto
  • 10. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Sustentabilidade – reutilizar, reaproveitar, reciclar Princípios do projecto
  • 11. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Sustentabilidade – Gestão da água Princípios do projecto
  • 12. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Sustentabilidade – reutilizar, reaproveitar, reciclar Princípios do projecto
  • 13. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Sustentabilidade – reutilizar, reaproveitar, reciclar Princípios do projecto
  • 14. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Eficiência Princípios do projecto “A eficiência energética é a otimização que realizamos no consumo de energia.” Fazer uma utilização responsável, ou seja, consumir menos energia em cada produto ou serviço que utilizamos, sem alterar o nosso estilo de vida ou sem abdicar do nosso conforto. http://www.adene.pt/eficiencia-energetica
  • 15. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Eficiência Princípios do projecto
  • 16. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Esquemas de Princípio Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal) 1. As construções vernáculas ou tradicionais apresentam as seguintes características: a) um modo de construir emanado da própria comunidade; b) um carácter marcadamente local ou regional em resposta ao meio ambiente; c) uma coerência de estilo, de forma e de aspecto, bem como o uso de tipos arquitectónicos tradicionalmente estabelecidos; d) um conhecimento tradicional da composição e da construção, que é transmitido de modo informal; e) uma resposta eficaz às necessidades funcionais, sociais e ambientais; f) uma aplicação eficaz das técnicas tradicionais da construção
  • 17. Esquemas de Princípio Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 18. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Exemplos Jardim Botânico de Berlim Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 19. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Exemplos Edifício de habitação Tallinn - Estónia Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 20. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Exemplos Espaço Rural Estónia Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 21. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Exemplos La Biblioteca Malatestiana di Cesena 1554 Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 22. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Localização Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 23. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Localização Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 24. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Sustentabilidade Os materiais demolidos da obra foram aproveitados para novas funções para diminuir o gasto de nova matéria prima. - Alvenaria de granito proveniente da demolição de paredes foi aproveitada para criar espaços de circulação exteriores; - Rebocos soltos e degradados foram usados como inerte nos novos rebocos e como matéria prima para a composição do pavimento térreo; - O solo resultante da escavação de valas serviu para a alteração de cotas e nivelamento do terreno; - As telhas provenientes da remoção da cobertura foram aproveitadas para o sistema de pavimento como proteção dos canais de circulação de ar. 1100 telhas reutilizadas 10m3 de reboco paredes 60m3 demolição da estrutura B.A. utilizado como base da pavimentação 31 m2 de lajeado em granito 90m3 de terra vegetal Para reutilização355 Pneus reciclados Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 25. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt ESTRUTURAS EM MADEIRA Reaproveitamento das estruturas existentes e introdução de novas peças em madeira de Pinho Nacional.Intervenção estrutural Trata-se de uma estrutura reversível, elementos metálicos, madeira, alvenaria. Sistema estrutural Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 26. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Madeiras - tinta à base de óleo linhaça (O.L) Pavimentos com acabamento base de óleo Pavimentos térreos com emulsão de O.L e cera Paredes, interiores e exteriores com Silicatos Celenit Madeira de abeto e Ligantes minerais Cortiça virgem Triturada para isolamento térmico Isolamento térmico pelo exterior Sistema Sistema weber.therm Natura FERMACELL gesso e fibras de papel reciclado Cal Hidratada CaO+H2O – Ca(OH)2 Madeira e reboco recuperado de obras de demolição Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal) Materiais naturais
  • 27. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Weber.therm Natura Isolantes naturais Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 28. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Fachada Posterior Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 29. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Fachada Posterior Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 30. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Cobertura inclinada Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 31. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Cobertura inclinada Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 32. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Cobertura inclinada Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 33. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt O sistema que constitui a camada superior da cobertura plana após impermeabilização, foi pensado para permitir a circulação da água, bem como para promover a evaporação, reduzindo a temperatura deste elemento. Composição cobertura plana Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 34. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Composição cobertura plana Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 35. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Composição cobertura plana Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 36. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt CLARABOIA – PAREDE TROMPE Bomba solar h=2,6; tint=50ºc; text.=25ºc; A= 4 uni Ø200mm Q = 2.626 m3 LNEC 𝑄 = 0,16𝐴 2 ℎ 2 (𝑡𝑖𝑛𝑡 − 𝑡𝑒𝑥𝑡) Vidro laminado interior g=0,79 U=5,6UgW/m2.K Vidro duplo exterior g=0,70 U=2,7UgW/m2.K CLARABOIA CHAMINÉ SOLAR Medição efetuada 25/09/2015 Sistemas Vernaculares ARREFECIMENTO Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 37. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt CLARABOIA – PAREDE TROMPE Tijolo exposto sol Medição efetuada 9/01/2015 Sistemas Vernaculares AQUECIMENTO Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 38. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt CLARABÓIA Sistemas Vernaculares Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 39. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt CLARABÓIA Sistemas Vernaculares Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 40. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt CLARABÓIA Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 41. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt CLARABÓIA Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 42. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 43. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt PAVIMENTO TÉRREO A solução executada para o pavimento teve a colaboração da SG Weber que estudou 3 soluções de argamassas de enchimento e acabamentos apresentando-se as mesmas na Tabela 1. Pavimento pensado para garantir uma permeabilidade ao vapor de água. Sistemas Vernaculares Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 44. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt weber.floor light (modificado com cal hidráulica) Leca Dur combinado com NHL5 numa aproximação à solução Leca Mix PAVIMENTO TÉRREO Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 45. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt weber.floor light (modificado com cal hidráulica) Leca Dur combinado com NHL5 numa aproximação à solução Leca Mix PAVIMENTO TÉRREO Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 46. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt MICRO LIME NATURE tratado, com óleo e cera PAVIMENTO TÉRREO Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 47. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Arrefecimento da cobertura plana através do aproveitamento da água da chuva ARREFECIMENTO EVAPORATIVO Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 48. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt O reaproveitamento das águas pluviais e das águas cinzentas (provenientes dos lavatórios e pia da cozinha) foi pensado de forma a serem canalizadas para uma zona técnica exterior, para posterior utilização nos sanitários, sistemas de rega e arrefecimento da cobertura plana REAPROVEITAMENTO DAS ÁGUAS PLUVIAIS E DAS ÁGUAS CINZENTAS Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 49. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt O reaproveitamento das águas pluviais e das águas cinzentas (provenientes dos lavatórios e pia da cozinha) foi pensado de forma a serem canalizadas para uma zona técnica exterior, para posterior utilização nos sanitários, sistemas de rega e arrefecimento da cobertura plana REAPROVEITAMENTO DAS ÁGUAS PLUVIAIS E DAS ÁGUAS CINZENTAS Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 50. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt REAPROVEITAMENTO DAS ÁGUAS PLUVIAIS Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 51. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt REGISTO INTERVENÇÃO Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 52. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt OBRA FINALIZADA
  • 53. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt OBRA FINALIZADA Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 54. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 55. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal)
  • 56. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal) PROJECTO EM EXECUÇÃO
  • 57. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal) PROJECTO EM EXECUÇÃO PAVIMENTO
  • 58. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal) PROJECTO EM EXECUÇÃO COBERTURA
  • 59. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal) PROJECTO EM EXECUÇÃO
  • 60. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal) PROJECTO EM EXECUÇÃO
  • 61. Arq. Diana Barros, MCMF Eng. Ricardo Santos, RIELZA diana.barros@mcmf.pt ricardosantos@rielza.pt Luís Pinto de Faria, UFP, lpintof@ufp.edu.pt (Portugal) OBRIGADO