SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 13
Cancro Mole
Daniele Nataly
Mailena Brenda
Pietra Zaban
O que é?
• Cancro mole é uma doença sexualmente transmissível (DST)
classificada como infecção sexualmente transmissível (IST), e afeta
ambos os sexos.
• O cancro mole também é chamado de “cancro venéreo”, úlcera mole
venérea e cancro venéreo simples.
Epidemiologia
• Causada por uma bactéria chamada Haemophilus ducreyi. Sua
incidência é mais frequente em regiões tropicais, como por exemplo
no Brasil.
• Seu período de incubação se da entre 3 a 5 dias, (até 2 semanas).
Transmissão
• O Haemophilus ducreyi é uma bactéria altamente contagiosa capaz de
penetrar a pele através de microscópicas feridas, como aquelas
causadas pelo atrito do ato sexual. Não é preciso haver ejaculação
para ocorrer a transmissão. A bactéria pode ser transmitida através
do sexo pela via anal, vaginal ou oral.
• Mas o Haemophilus ducreyi também pode ser transmitido por vias
não sexuais, pelo contato direto com as lesões, apesar desse modo
ser bem menos comum. Tocar em uma ferida de cancroide pode
contaminar as mãos, que por sua vez podem transportar a bactéria
até outros pontos do corpo, como a cavidade oral.
Sinais e Sintomas
• Os primeiros sintomas - aparecem de 2 a 15 dias após o contágio.
• Após duas semanas do início da doença, pode aparecer um caroço
doloroso e avermelhado na virilha (íngua), que pode dificultar os
movimentos da perna de andar.
• Entre os sintomas de cancro mole, destacamos:
• feridas na região genital, bem dolorosas e com pus;
• feridas abertas e podem sangrar com facilidade;
• dor na região genital;
• irritação na região genital;
• dor ao urinar;
• queimação ao urinar;
• presença de sangue na urina;
• corrimento malcheiroso pela uretra (em ambos os sexos);
• dor durante relações sexuais;
• dor ao evacuar;
• febre;
• fraqueza e cansaço;
• Os primeiros sintomas - dor de cabeça, febre e fraqueza - aparecem
de dois a 15 dias após o contágio. Depois, surgem pequenas e
dolorosas feridas com pus nos órgãos genitais, que aumentam
progressivamente de tamanho e profundidade. A seguir, aparecem
outras lesões em volta das primeiras.
• Após duas semanas do início da doença, pode aparecer um caroço
doloroso e avermelhado na virilha (íngua), que pode dificultar os
movimentos da perna de andar.
Diagnostico
• O diagnóstico é feito por profissional competente e qualificado de
forma visual na avaliação clínica levando em consideração o histórico
do indivíduo e confirmado laboratorialmente através de análise
microscópica de material biológico colido das lesões (esfregaço
direito), corado através da técnica da coloração de GRAM ou detecção
de material genético bacteriano específico.
Tratamento
• O tratamento do cancro mole geralmente é feito com o uso de
antibióticos, como azitromicina ou ceftriaxone, que devem ser
utilizados conforme a orientação médica para garantir a eliminação
da bactéria. Também é recomendado manter os cuidados básicos de
higiene, lavando a região com água morna e, se necessário, com um
sabão adequado para a região genital, para evitar que as feridas
piorem com outras infecções.
Cuidados da Enfermagem
• Evitar relações sexuais até que a infecção esteja curada, de acordo
com a orientação do médico.Beber muita água e cuidar do sistema
imunológico.Avisar seus parceiros sexuais sobre o diagnóstico, para
que eles também possam fazer os exames.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados (20)

Ists
IstsIsts
Ists
 
DSTs
DSTsDSTs
DSTs
 
Gonorreia
GonorreiaGonorreia
Gonorreia
 
Gonorreia
GonorreiaGonorreia
Gonorreia
 
Infecções sexualmente transmissíveis
Infecções sexualmente transmissíveisInfecções sexualmente transmissíveis
Infecções sexualmente transmissíveis
 
DST / IST - Infecções Sexualmente Transmissíves
DST / IST - Infecções Sexualmente TransmissívesDST / IST - Infecções Sexualmente Transmissíves
DST / IST - Infecções Sexualmente Transmissíves
 
Herpes
HerpesHerpes
Herpes
 
Doenças virais
Doenças viraisDoenças virais
Doenças virais
 
Hanseniase
HanseniaseHanseniase
Hanseniase
 
Sistema Reprodutor Feminino
Sistema Reprodutor FemininoSistema Reprodutor Feminino
Sistema Reprodutor Feminino
 
Doenças causadas por virus
Doenças  causadas por virusDoenças  causadas por virus
Doenças causadas por virus
 
DST
DSTDST
DST
 
Cancro Mole
Cancro MoleCancro Mole
Cancro Mole
 
IST´s (Infecções Sexualmente Transmissíveis)
IST´s (Infecções Sexualmente Transmissíveis)IST´s (Infecções Sexualmente Transmissíveis)
IST´s (Infecções Sexualmente Transmissíveis)
 
Doenças sexualmente transmissíveis e sida
Doenças sexualmente transmissíveis e sidaDoenças sexualmente transmissíveis e sida
Doenças sexualmente transmissíveis e sida
 
V.1 órgãos dos sentidos.
V.1 órgãos dos sentidos.V.1 órgãos dos sentidos.
V.1 órgãos dos sentidos.
 
Infecções Sexualmente Transmissíveis
Infecções Sexualmente TransmissíveisInfecções Sexualmente Transmissíveis
Infecções Sexualmente Transmissíveis
 
As ist´s e as suas consequências
As ist´s e as suas consequênciasAs ist´s e as suas consequências
As ist´s e as suas consequências
 
Preventivo
PreventivoPreventivo
Preventivo
 
Apresentação herpes
Apresentação herpesApresentação herpes
Apresentação herpes
 

Semelhante a Cancro Mole.pptx

Doenças sexualmente transmissíveis
Doenças sexualmente transmissíveisDoenças sexualmente transmissíveis
Doenças sexualmente transmissíveisAlexandre Mold
 
Dst aidsparaadolescentes
Dst aidsparaadolescentesDst aidsparaadolescentes
Dst aidsparaadolescentesgeorgiamfc
 
Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST's)
Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST's)Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST's)
Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST's)Marcelo Henrique
 
Doenças microbianas-do-sistema-reprodutivo-ds ts
Doenças microbianas-do-sistema-reprodutivo-ds tsDoenças microbianas-do-sistema-reprodutivo-ds ts
Doenças microbianas-do-sistema-reprodutivo-ds tsIvete Campos
 
Doenças sexualmente transmissíveis (DST)
Doenças sexualmente transmissíveis (DST)Doenças sexualmente transmissíveis (DST)
Doenças sexualmente transmissíveis (DST)Luis Augusto
 
TREINAMENTO DST.pdf
TREINAMENTO DST.pdfTREINAMENTO DST.pdf
TREINAMENTO DST.pdfThiagoLevy7
 
DOENÇAS SEXUALMENTE TRNASMISSÍVEIS
DOENÇAS SEXUALMENTE TRNASMISSÍVEISDOENÇAS SEXUALMENTE TRNASMISSÍVEIS
DOENÇAS SEXUALMENTE TRNASMISSÍVEISconbetcursos
 
7C - DST e outras doenças
7C - DST e outras doenças7C - DST e outras doenças
7C - DST e outras doençasDaniela
 
DoençAs S[1]..
DoençAs S[1]..DoençAs S[1]..
DoençAs S[1]..tiafer96
 
Doenças Sexualmente Transmíssiveis.pptx
Doenças Sexualmente Transmíssiveis.pptxDoenças Sexualmente Transmíssiveis.pptx
Doenças Sexualmente Transmíssiveis.pptxIgorGermanotta2
 
Doenassexualmentetransmissiveis2 100404123423-phpapp02
Doenassexualmentetransmissiveis2 100404123423-phpapp02Doenassexualmentetransmissiveis2 100404123423-phpapp02
Doenassexualmentetransmissiveis2 100404123423-phpapp02Pelo Siro
 
Dsts
DstsDsts
DstsURCA
 

Semelhante a Cancro Mole.pptx (20)

Doenças sexualmente transmissíveis
Doenças sexualmente transmissíveisDoenças sexualmente transmissíveis
Doenças sexualmente transmissíveis
 
Dst aidsparaadolescentes
Dst aidsparaadolescentesDst aidsparaadolescentes
Dst aidsparaadolescentes
 
Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST's)
Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST's)Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST's)
Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST's)
 
DST
DSTDST
DST
 
DSTS E AIDS.pptx
DSTS E AIDS.pptxDSTS E AIDS.pptx
DSTS E AIDS.pptx
 
sexualidade_e_DST.ppt
sexualidade_e_DST.pptsexualidade_e_DST.ppt
sexualidade_e_DST.ppt
 
Doenças microbianas-do-sistema-reprodutivo-ds ts
Doenças microbianas-do-sistema-reprodutivo-ds tsDoenças microbianas-do-sistema-reprodutivo-ds ts
Doenças microbianas-do-sistema-reprodutivo-ds ts
 
SLIDE DST..pptx
SLIDE DST..pptxSLIDE DST..pptx
SLIDE DST..pptx
 
Doenças sexualmente transmissíveis (DST)
Doenças sexualmente transmissíveis (DST)Doenças sexualmente transmissíveis (DST)
Doenças sexualmente transmissíveis (DST)
 
DST
DSTDST
DST
 
TREINAMENTO DST.pdf
TREINAMENTO DST.pdfTREINAMENTO DST.pdf
TREINAMENTO DST.pdf
 
DOENÇAS SEXUALMENTE TRNASMISSÍVEIS
DOENÇAS SEXUALMENTE TRNASMISSÍVEISDOENÇAS SEXUALMENTE TRNASMISSÍVEIS
DOENÇAS SEXUALMENTE TRNASMISSÍVEIS
 
Dst
DstDst
Dst
 
7C - DST e outras doenças
7C - DST e outras doenças7C - DST e outras doenças
7C - DST e outras doenças
 
DoençAs S[1]..
DoençAs S[1]..DoençAs S[1]..
DoençAs S[1]..
 
Varicela
VaricelaVaricela
Varicela
 
Doenças Sexualmente Transmíssiveis.pptx
Doenças Sexualmente Transmíssiveis.pptxDoenças Sexualmente Transmíssiveis.pptx
Doenças Sexualmente Transmíssiveis.pptx
 
Aids
AidsAids
Aids
 
Doenassexualmentetransmissiveis2 100404123423-phpapp02
Doenassexualmentetransmissiveis2 100404123423-phpapp02Doenassexualmentetransmissiveis2 100404123423-phpapp02
Doenassexualmentetransmissiveis2 100404123423-phpapp02
 
Dsts
DstsDsts
Dsts
 

Mais de CHRISLAYNESILVA2

Mais de CHRISLAYNESILVA2 (9)

Clamídia oficial.pptx
Clamídia oficial.pptxClamídia oficial.pptx
Clamídia oficial.pptx
 
IST.pptx
IST.pptxIST.pptx
IST.pptx
 
aula undade basica 22 02.pptx
aula undade basica 22 02.pptxaula undade basica 22 02.pptx
aula undade basica 22 02.pptx
 
Sífilis.pptx
Sífilis.pptxSífilis.pptx
Sífilis.pptx
 
TUBERCULOSE.pptx
TUBERCULOSE.pptxTUBERCULOSE.pptx
TUBERCULOSE.pptx
 
HIPERTENSÃO ARTERIAL aula 01 03.pptx
HIPERTENSÃO ARTERIAL aula 01 03.pptxHIPERTENSÃO ARTERIAL aula 01 03.pptx
HIPERTENSÃO ARTERIAL aula 01 03.pptx
 
Caso_Clinico_Asma-.ppt
Caso_Clinico_Asma-.pptCaso_Clinico_Asma-.ppt
Caso_Clinico_Asma-.ppt
 
ENFERMAGEM
ENFERMAGEM ENFERMAGEM
ENFERMAGEM
 
apresentação estudo de caso LUZA.pptx
apresentação estudo de caso LUZA.pptxapresentação estudo de caso LUZA.pptx
apresentação estudo de caso LUZA.pptx
 

Último

AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdfAULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdfLviaParanaguNevesdeL
 
avaliação pratica. pdf
avaliação pratica.                           pdfavaliação pratica.                           pdf
avaliação pratica. pdfHELLEN CRISTINA
 
CCIH NO CC.pdf comissao da CCIH NO CENTR CIRURGICO
CCIH NO CC.pdf comissao da CCIH NO CENTR CIRURGICOCCIH NO CC.pdf comissao da CCIH NO CENTR CIRURGICO
CCIH NO CC.pdf comissao da CCIH NO CENTR CIRURGICOTHIALYMARIASILVADACU
 
os-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.ppt
os-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.pptos-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.ppt
os-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.pptfernandoalvescosta3
 
Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de Enfermagem
Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de EnfermagemAula sobre ANSIEDADE & Cuidados de Enfermagem
Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de EnfermagemCarlosLinsJr
 
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obrasosnikobus1
 
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I GESTaO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I  GESTaO.pdfPLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I  GESTaO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I GESTaO.pdfHELLEN CRISTINA
 
Técnica Shantala para bebês: relaxamento
Técnica Shantala para bebês: relaxamentoTécnica Shantala para bebês: relaxamento
Técnica Shantala para bebês: relaxamentoPamelaMariaMoreiraFo
 
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdfA HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdfMarceloMonteiro213738
 
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteinaaula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteinajarlianezootecnista
 
AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999
AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999
AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999vanessa270433
 
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTALDEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTALCarlosLinsJr
 
Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdf
Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdfAromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdf
Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdfanalucia839701
 
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdfDengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdfEduardoSilva185439
 

Último (14)

AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdfAULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
AULA_11 PRINCIPAIS DOENÇAS DO ENVELHECIMENTO.pdf
 
avaliação pratica. pdf
avaliação pratica.                           pdfavaliação pratica.                           pdf
avaliação pratica. pdf
 
CCIH NO CC.pdf comissao da CCIH NO CENTR CIRURGICO
CCIH NO CC.pdf comissao da CCIH NO CENTR CIRURGICOCCIH NO CC.pdf comissao da CCIH NO CENTR CIRURGICO
CCIH NO CC.pdf comissao da CCIH NO CENTR CIRURGICO
 
os-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.ppt
os-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.pptos-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.ppt
os-principios-das-leis-da-genetica-ou-mendelianas.ppt
 
Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de Enfermagem
Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de EnfermagemAula sobre ANSIEDADE & Cuidados de Enfermagem
Aula sobre ANSIEDADE & Cuidados de Enfermagem
 
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
1. 2 PLACAS DE SINALIAÇÃO - (1).pptx Material de obras
 
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I GESTaO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I  GESTaO.pdfPLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I  GESTaO.pdf
PLANO DE ENSINO Disciplina Projeto Integrado I GESTaO.pdf
 
Técnica Shantala para bebês: relaxamento
Técnica Shantala para bebês: relaxamentoTécnica Shantala para bebês: relaxamento
Técnica Shantala para bebês: relaxamento
 
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdfA HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
A HISTÓRIA DA AVALIAÇÃO PSICOLÓGICA..pdf
 
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteinaaula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
aula 7. proteínas.ppt. conceitos de proteina
 
AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999
AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999
AULA 12 Sistema urinário.pptx9999999999999
 
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTALDEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
DEPRESSÃO E CUIDADOS DE ENFERMAGEM - SAÚDE MENTAL
 
Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdf
Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdfAromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdf
Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções-Aromaterapia e emoções.pdf
 
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdfDengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
Dengue aspectos clinicos sintomas e forma de prevenir.pdf
 

Cancro Mole.pptx

  • 2.
  • 3. O que é? • Cancro mole é uma doença sexualmente transmissível (DST) classificada como infecção sexualmente transmissível (IST), e afeta ambos os sexos. • O cancro mole também é chamado de “cancro venéreo”, úlcera mole venérea e cancro venéreo simples.
  • 4. Epidemiologia • Causada por uma bactéria chamada Haemophilus ducreyi. Sua incidência é mais frequente em regiões tropicais, como por exemplo no Brasil. • Seu período de incubação se da entre 3 a 5 dias, (até 2 semanas).
  • 5.
  • 6. Transmissão • O Haemophilus ducreyi é uma bactéria altamente contagiosa capaz de penetrar a pele através de microscópicas feridas, como aquelas causadas pelo atrito do ato sexual. Não é preciso haver ejaculação para ocorrer a transmissão. A bactéria pode ser transmitida através do sexo pela via anal, vaginal ou oral. • Mas o Haemophilus ducreyi também pode ser transmitido por vias não sexuais, pelo contato direto com as lesões, apesar desse modo ser bem menos comum. Tocar em uma ferida de cancroide pode contaminar as mãos, que por sua vez podem transportar a bactéria até outros pontos do corpo, como a cavidade oral.
  • 7. Sinais e Sintomas • Os primeiros sintomas - aparecem de 2 a 15 dias após o contágio. • Após duas semanas do início da doença, pode aparecer um caroço doloroso e avermelhado na virilha (íngua), que pode dificultar os movimentos da perna de andar.
  • 8. • Entre os sintomas de cancro mole, destacamos: • feridas na região genital, bem dolorosas e com pus; • feridas abertas e podem sangrar com facilidade; • dor na região genital; • irritação na região genital; • dor ao urinar; • queimação ao urinar; • presença de sangue na urina; • corrimento malcheiroso pela uretra (em ambos os sexos); • dor durante relações sexuais; • dor ao evacuar; • febre; • fraqueza e cansaço;
  • 9. • Os primeiros sintomas - dor de cabeça, febre e fraqueza - aparecem de dois a 15 dias após o contágio. Depois, surgem pequenas e dolorosas feridas com pus nos órgãos genitais, que aumentam progressivamente de tamanho e profundidade. A seguir, aparecem outras lesões em volta das primeiras. • Após duas semanas do início da doença, pode aparecer um caroço doloroso e avermelhado na virilha (íngua), que pode dificultar os movimentos da perna de andar.
  • 10.
  • 11. Diagnostico • O diagnóstico é feito por profissional competente e qualificado de forma visual na avaliação clínica levando em consideração o histórico do indivíduo e confirmado laboratorialmente através de análise microscópica de material biológico colido das lesões (esfregaço direito), corado através da técnica da coloração de GRAM ou detecção de material genético bacteriano específico.
  • 12. Tratamento • O tratamento do cancro mole geralmente é feito com o uso de antibióticos, como azitromicina ou ceftriaxone, que devem ser utilizados conforme a orientação médica para garantir a eliminação da bactéria. Também é recomendado manter os cuidados básicos de higiene, lavando a região com água morna e, se necessário, com um sabão adequado para a região genital, para evitar que as feridas piorem com outras infecções.
  • 13. Cuidados da Enfermagem • Evitar relações sexuais até que a infecção esteja curada, de acordo com a orientação do médico.Beber muita água e cuidar do sistema imunológico.Avisar seus parceiros sexuais sobre o diagnóstico, para que eles também possam fazer os exames.