Anamnese RelaçãO Medico Paciente Exame FíSico

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Enfase na relação médico-paciente, hoje, a principal causa de busca judiciária contra o médico.

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Anamnese RelaçãO Medico Paciente Exame FíSico

  1. 1. ANAMNESERELAÇÃO MÉDICO-PACIENTEEXAME FÍSICO EM TOCOGINECOLOGIA<br />
  2. 2. ANAMNESERELAÇÃO MÉDICO-PACIENTEEXAME FÍSICO EM TOCOGINECOLOGIA<br />“Olhe para mim. Por favor, me veja.<br />Não minhas roupas ou unhas curtas.<br />Ou minha face descuidada.<br />Abra seu coração, de modo a ver o meu.<br />Não estou lhe pedindo para concordar com<br />Ou compreender tudo o que vê.<br />Pois nem mesmo eu faço isso.<br />Apenas olhe para o que está realmente aqui.<br />E permita ser.”<br />(PegHoddinott)<br />Chirlei A Ferreira<br />
  3. 3. ABORDAGEM INICIAL A PACIENTE<br />A RELAÇÃO MÉDICO PACIENTE<br />Chirlei A Ferreira<br />
  4. 4. ABORDAGEM INICIAL A PACIENTE<br />É mais importante conhecer a pessoa que tem a doençado que conhecer a doença que a pessoa tem”.<br />Hipócrates (460 a.C.)<br />Chirlei A Ferreira<br />
  5. 5. RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE<br /><ul><li>A relação médico-paciente é fundamental na prática médica, devendo ser o foco de atenção e estudo desde o primeiro encontro com o paciente, permanecendo durante a vida profissional.
  6. 6. “Toda doença é também o veículo de um pedido de amor e atenção”.(M. Balint)</li></ul>Chirlei A Ferreira<br />
  7. 7. RELAÇÃO MÉDICO-PACIENTE<br />Chirlei A Ferreira<br />
  8. 8. PRINCÍPIOS BIOÉTICOS<br /><ul><li>Autonomia (núcleo central do relacionamento médico-paciente)  consentimento informado
  9. 9. Beneficência
  10. 10. Não maleficência
  11. 11. Sigilo
  12. 12. Justiça
  13. 13. EMPATIA
  14. 14. CONFIANÇA</li></ul>Chirlei A Ferreira<br />
  15. 15. MÉDICO ATIVO/<br />PACIENTE PASSIVO<br />ASPECTOS PSICODINÂMICOS<br /><ul><li>O paciente abandona-se completamente e aceita passivamente os cuidados médicos,
  16. 16. Quanto mais ativo e seguro se mostrar o médico, mais tranquilo e seguro ficara o paciente,
  17. 17. Exemplo: casos de emergência/urgência.</li></ul>Chirlei A Ferreira<br />
  18. 18. ASPECTOS PSICODINÂMICOS<br />MÉDICO DIRIGINDO PACIENTE COLABORANDO<br />O médico assume sua postura até certo ponto autoritária, <br />O paciente compreende e aceita tal atitude, <br />O médico mantêm seu papel direcionando os caminhos propedêuticos e terapêuticos, <br />O paciente atua conjuntamente<br />As decisões são tomadas após troca de idéias e análise de métodos alternativos<br />Chirlei A Ferreira<br />
  19. 19. Chirlei A Ferreira<br />ANAMNESE<br />
  20. 20. “Aquele que se põe a praticar sem que possua o conhecimento é como o piloto que embarca sem timão, nem bússola... Jamais saberá com certeza para onde vai”.<br />Leonardo da Vinci<br />Chirlei A Ferreira<br />
  21. 21. CONCEITO<br />“A anamnese (do grego anamnesissignifica recordação) consiste na história clínica do paciente, ou seja, é o conjunto de informações obtidas pelo médico por meio de entrevista previamente esquematizada.”<br />Chirlei A Ferreira<br />
  22. 22. ELEMENTOS BÁSICOS DA ANAMNESE – ENFASE A TOCOGINECOLOGIA<br />Queixa e duração<br />História pregressa da <br />moléstia atual<br /> Interrogatório sobre <br />os diversos aparelhos <br />História menstrual: <br />menarca, ritmo, <br />menopausa, <br />uso de anticonceptivo,<br /> número de parceiros, <br />história prévia de DST<br />Chirlei A Ferreira<br />História Obstétrica: <br />número de partos, <br />intercorrências nas<br /> gestações, como foram os <br />partos.<br />Antecedentes pessoais<br />Uso de medicamentos em <br />co-morbidades e em relação<br />ao aparelho uroginecológico<br /> Antecedentes familiares<br />História de câncer de mama, <br />e/ou doenças hereditárias.<br /> História profissional-ocupacional<br /> História sócio-econômica<br />
  23. 23. ANTECEDENTES MENSTRUAIS<br />ANTECEDENTES OBSTÉTRICOS<br /><ul><li>Idadedamenarca
  24. 24. Ciclo Menstrual: duração e fluxo
  25. 25. Sintomasassociados
  26. 26. Data daúltimamenstruação
  27. 27. Idadedamenopausa
  28. 28. Sintomas de hipoestrogenismo
  29. 29. Sangramentodapós-menopausa
  30. 30. Terapia Hormonal
  31. 31. Número de gestações
  32. 32. Idade do primeiro e últimoparto
  33. 33. Abortos
  34. 34. Tipo de parto
  35. 35. Local dos partos
  36. 36. Pesos dos recém-nascidos
  37. 37. Lactação
  38. 38. Intercorrênciasnagestaçãoou no parto</li></ul>Chirlei A Ferreira<br />
  39. 39. EXAME FÍSICO<br />Chirlei A Ferreira<br />
  40. 40. EXAME GERAL<br />Antropometria<br />Ectoscopia<br />Avaliação de aparelhos cardiológico, respiratório<br />Dados vitais<br />Chirlei A Ferreira<br />
  41. 41. EXAME GINECOLÓGICO<br /><ul><li>Propedêuticamamária
  42. 42. Avaliação dos órgãosgenitaisexternos
  43. 43. Avaliação dos órgãosgenitaisinternos
  44. 44. Outrasprovas</li></ul>Chirlei A Ferreira<br />
  45. 45. AVALIAÇÃO MAMÁRIA<br />EXAME MAMÁRIO<br /><ul><li>Inspeçãoestática e dinâmica: simetria, formato, papilas, presença de abaulamentos, retrações e cicatrizes
  46. 46. Palpação de linfonodosaxilares e supra-claviculares e do parênquimamamário. Expressão.</li></ul>Chirlei A Ferreira<br />
  47. 47. GENITÁLIA EXTERNA INSPECÇÃO ESTÁTICA<br />EXAME ORGÃOS GENITAIS EXTERNOS<br />Chirlei A Ferreira<br />
  48. 48. AVALIAÇÃO VULVAR<br />EXAME ORGÃOS GENITAIS EXTERNOS<br />Chirlei A Ferreira<br /><ul><li>Identificar distribuição de pelos,
  49. 49. Grandes e pequenos lábios,
  50. 50. Lesões dermatológicas
  51. 51. Lesões de doenças sexualmente transmissíveis
  52. 52. Lesões específicas vulvares; líquen, neoplasias intra-vulvares.</li></li></ul><li>GENITÁLIA EXTERNA INSPECÇÃO DINÂMICA<br />EXAME ORGÃOS GENITAIS EXTERNOS<br />Identificação do assoalho pélvico:<br />Roturas perineais<br />Prolapsos: vesical, retal, uterino<br />Chirlei A Ferreira<br />
  53. 53. EXAME ORGÃOS GENITAIS INTERNOS<br />COLETA CITOLOGIA ONCÓTICA<br />EXAME ESPECULAR<br />Chirlei A Ferreira<br />
  54. 54. TESTE DE SCHILLER<br />EXAME ORGÃOS GENITAIS INTERNOS<br /><ul><li>O Teste de Schiller, proposto em 1928, foi inegavelmente um progresso na propedêutica da patologia cervical uterina. Esta baseado nas seguintes propriedades:
  55. 55. O iodo forma, com o glicogênio em solução, um complexo químico-orgânico, de coloração castanha e tonalidade proporcional á quantidade de reagente; 
  56. 56. Muitas células do epitélio pavimentoso do colo uterino e da vagina são ricas, em glicogênio e estão uniformemente disseminadas por aquele epitélio. </li></ul> <br />Chirlei A Ferreira<br />
  57. 57. RECOMENDAÇÕES DO MINISTERIO DA SAUDE<br />Chirlei A Ferreira<br />
  58. 58. EXAME ORGÃOS GENITAIS INTERNOS<br />TOQUE BIMANUAL<br />AVALIAÇÃO ANEXIAL<br />Chirlei A Ferreira<br />
  59. 59. PACIENTE GESTANTE<br />Manobras de Leopold<br />Identificação do fundo uterino<br />Identificação da situação fetal<br />Identificação da apresentação fetal<br />Em apresentação cefálica avaliação da flexão do polo<br />Medida do tamanho uterino<br />Ausculta fetal<br />Toque colo uterino<br />Chirlei A Ferreira<br />
  60. 60. EXAMES COMPLEMENTARES<br />Chirlei A Ferreira<br />
  61. 61. EXAMES COMPLEMENTARES<br />São consequência dos atos anteriores, dirigidos a hipótese diagnóstica oriunda da anamnese e exame físico.<br />Chirlei A Ferreira<br />
  62. 62. Chirlei A Ferreira<br />“ A realidade do outro não está naquilo que ele não lhe pode revelar. Portanto, se você quiser compreendê-lo, escute não o que ele diz, mas o que ele não diz.”<br />(Kalil Gibran)<br />Chirlei/2009<br />

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