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de grandes mudanças na Europa da Idade Moderna.
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Nesse período de
século XVI a
pintura, a
arquitetura e a
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manifestavam um
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Detalhe de O juízo final, de
Michelangelo
Pintada por Michelangelo entre 1536 e 1541, na Capela
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Origens e características gerais do
Barroco
A arte barroca originou-se na Itália, logo se espalhou
por países da Europa e ...
O acentuado contrate entre os tons claros e
escuros, que intensifica a expressão dos sentimentos.
Os temas são variados: r...
A Reforma e a Contrarreforma
A Reforma Protestante movimento de contestação à
doutrina da Igreja Católica, teve com princi...
A pintura
Os pintores italianos Caravaggio, Tintoretto e Andrea
Pozzo estão entre os mais representativos do Barroco.
Características da Pintura Barroca:
 Grande realismo e interesse pelo movimento e
emoção.
 Sombras projetadas.
 Perspec...
Caravaggio(1573-1610): a beleza
além da aristocracia
O artista não se interessava pela beleza clássica – a dos
deuses da m...
O modo com a luz é trabalhada na pintura de
Caravaggio é tão fundamental em sua obra que ele é
considerado importante pint...
Vocação de São Mateus
Observe como a luz que ilumina a cena vem da janela
que está no fundo, como seria natural. Essa luz ...
Tintoretto (1515-1549): a
expressividade no corpo
A sua extensa produção artística tem dois aspectos
marcantes: o corpo ma...
Cristo em casa de Marta e Maria
Note em primeiro plano a mulher de vestido azul e
manto vermelho; um pouco mais atrás estã...
Andrea Pozzo(1642-1709): a
abertura para o céu
A pintura barroca desenvolveu-se também no teto de
igrejas e palácios. Embo...
A glória de Santo Inácio
Este afresco foi pintado no teto da igreja de Santo
Inácio, em Roma. Ele impressiona pelo número ...
A escultura
A escultura levou ao máximo as produções do barroco.
Um exemplo é a obra do escultor italiano Bernini, que
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Nos gestos e no rosto das figuras representadas, a
escultura barroca exprime emoções: alegria, dor,
sofrimento. Por vezes,...
Principal Escultor:
- Bernini – Algumas de suas obras serviam de
elementos decorativos das igrejas, como, por
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Essa obra procura despertar a emoção religiosa de
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A arquitetura barroca
A arquitetura Barroca parte dos princípios utilizados
na arquitetura da Renascença, mas como resulta...
Existe uma imponência na sua estrutura e nos detalhes
bastante decorados. As colunas, por exemplo, são
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Características da Arquitetura Barroca:
 Ondulações.
 Efeitos ilusionista e decorativos.
 Preocupação paisagística com ...
Praça de São Pedro, Vaticano, Roma.
Praça de São Pedro (1657-1666)
projetada por Bernini
Esse é um dos exemplos mais significativos da
arquitetura e do urbani...
O Barroco na Espanha
Do século XVII até a primeira metade do século XVII o
Barroco expandiu-se da Itália para toda a Europ...
Um traço original do Barroco espanhol encontra-se na
arquitetura, principalmente nas portadas dos edifícios
civis e religi...
El Greco(1541-1614): as formas
alongadas
Nasceu na ilha de Creta, Grécia, e mais tarde foi para
Roma. Após breve período e...
Sua pintura é marcada pela verticalidade: figuras
esguias e alongadas que deixam de lado o ideal de
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O Barroco nos países Baixos
Nos países Baixos o Barroco desenvolveu em duas
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Rambrandt ( 1606-1669): a
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Sua pintura revela um pintor que trabalha com
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Vermeer( 1632-1675): a delicadeza
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Diferentemente de Rembrandt, Vermeer trabalha os
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Mulher lendo uma carta (1665),
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Mulher lendo uma carta
Observe o quarto cheio de luz e a suave harmonia de
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A arte barroca na europa

  1. 1. A arte barroca desenvolveu-se no século XVII, período de grandes mudanças na Europa da Idade Moderna. Para melhor entender os acontecimentos daquele século, precisamos buscar origens em seus fatos do século XVI, dos quais mais importantes foi a Reforma Protestante, que se iniciou na Alemanha e expandiu-se por muitos outros países.
  2. 2. Nesse período de século XVI a pintura, a arquitetura e a escultura já manifestavam um novo estilo, como podemos observar em muitas obras.
  3. 3. Detalhe de O juízo final, de Michelangelo Pintada por Michelangelo entre 1536 e 1541, na Capela Sistina, essa obra está entre as que melhor demonstram a preocupação da Igreja em fortalecer sua doutrina. A intensidade das expressões e o vigor das figuras fazem de Michelangelo, sem dúvida, o precursor do Barroco.
  4. 4. Origens e características gerais do Barroco A arte barroca originou-se na Itália, logo se espalhou por países da Europa e chegou à América. Porém, apresentou características bastante diferentes nos vários países. O barroco italiano do início século XVII, por exemplo, difere muito do barroco holandês da mesma época. Ainda assim, há aspectos comuns às obras desse período: o predomínio da emoção, e não e não da razão, que prevaleceu no Renascimento.
  5. 5. O acentuado contrate entre os tons claros e escuros, que intensifica a expressão dos sentimentos. Os temas são variados: religiosos, mitológicos e na forma de retratos.
  6. 6. A Reforma e a Contrarreforma A Reforma Protestante movimento de contestação à doutrina da Igreja Católica, teve com principal líder o Alemão Martinho Lutero. Apesar de ter sido um movimento religioso, provocou mudanças em outros setores da cultura europeia. Favoreceu, por exemplo, a formação dos Estados nacionais, ao propor que cada nação se libertasse do poder do papa. A igreja Católica, porém logo se organizou contra a reforma. Na verdade, desde o início do século XVI havia dentro dela u movimento que visava fortalecer a vida espiritual, mas apenas no século XVI essa reação viria a construir a Contrarreforma. Com a ação das grandes ordens religiosas, como a Companhia de Jesus, a Igreja Católica retomou sua força e construiu novas e grandes igrejas. A arte voltava a ser vista como um meio de ampliar a influência católica.
  7. 7. A pintura Os pintores italianos Caravaggio, Tintoretto e Andrea Pozzo estão entre os mais representativos do Barroco.
  8. 8. Características da Pintura Barroca:  Grande realismo e interesse pelo movimento e emoção.  Sombras projetadas.  Perspectiva é apenas sugerida.  Composição em diagonal.  Acentuado contrastes de claro-escuro.  Os temas mitológicos e religiosos são amplamente explorados.
  9. 9. Caravaggio(1573-1610): a beleza além da aristocracia O artista não se interessava pela beleza clássica – a dos deuses da mitologia grega ou dos membros da aristocracia -, que tanto encantou os artistas do Renascimento. Para ele, não havia ligação entre beleza e aristocracia, e seus modelos eram vendedores, músicos ambulantes, ciganos; enfim gente do povo. O que melhor caracteriza sua pintura é a utilização original da luz: ela não aparece como reflexo da luz solar, mas é criada de modo intencional para direcionar a atenção do observador.
  10. 10. O modo com a luz é trabalhada na pintura de Caravaggio é tão fundamental em sua obra que ele é considerado importante pintor da luz, como você pode ver no quadro Vocação de São Mateus.
  11. 11. Vocação de São Mateus Observe como a luz que ilumina a cena vem da janela que está no fundo, como seria natural. Essa luz dirige a atenção do observador para o grupo sentado em torno da mesa. O contraste de luz e sombra valoriza a pintura, pois os corpos ganham volume: veja como parecem esculturas, e não desenhos bidimensionais, isto é pintados apenas com altura e largura.
  12. 12. Tintoretto (1515-1549): a expressividade no corpo A sua extensa produção artística tem dois aspectos marcantes: o corpo mais expressivo que o rosto; a intensidade da luz e da cor. Para ele, um quadro devia ser visto inicialmente em seu conjunto e só depois percebido em seus detalhes.
  13. 13. Cristo em casa de Marta e Maria Note em primeiro plano a mulher de vestido azul e manto vermelho; um pouco mais atrás estão Cristo e uma outra mulher – de vestido preto com detalhes claros. Essas três figuras refletem uma luz intensa, enquanto as que se encontram em segundo plano estão envolvidas em sombra e pouco iluminadas. Depois de apreender o conjunto da cena, nossos olhos começam a deter-se nos detalhes das vestes e do cenário que compõe o ambiente da casa.
  14. 14. Andrea Pozzo(1642-1709): a abertura para o céu A pintura barroca desenvolveu-se também no teto de igrejas e palácios. Embora com finalidade predominantemente decorativa, apresenta algumas obras em que a perspectiva é trabalhada de forma audaciosa. É o caso do afresco A glória de Santo Inácio, de Andrea Pozzo.
  15. 15. A glória de Santo Inácio Este afresco foi pintado no teto da igreja de Santo Inácio, em Roma. Ele impressiona pelo número de figuras e pela ilusão – criada pela perspectiva – de que as paredes e as colunas da igreja continuam no teto. Este parece, ainda, abrir-se no alto, de onde santos e anjos convidam os fiéis a irem para o céu.
  16. 16. A escultura A escultura levou ao máximo as produções do barroco. Um exemplo é a obra do escultor italiano Bernini, que fez esculturas retratando fielmente o homem em emoção e movimento. Predominam as linhas curvas, os drapeados das vestes e o uso do dourado. Os gestos e os rostos das personagens revelam emoções violentas e atingem uma dramaticidade desconhecida no Renascimento.
  17. 17. Nos gestos e no rosto das figuras representadas, a escultura barroca exprime emoções: alegria, dor, sofrimento. Por vezes, um grupo de esculturas compõe uma cena dramática. As formas sugerem movimento e apresentam efeitos decorativos. Predominam linhas curvas, drapeados das vestes e tons dourados.
  18. 18. Principal Escultor: - Bernini – Algumas de suas obras serviam de elementos decorativos das igrejas, como, por exemplo, o Baldaquino e a Cadeira de São Pedro, ambos na Basílica de São Pedro, no Vaticano.
  19. 19. Êxtase de Santa Teresa, de Bernini Essa obra procura despertar a emoção religiosa de quem a observa. Com intensa dramaticidade, reproduz o momento em que Santa Teres é visitada por um anjo que lhe fere várias vezes o peito com uma flecha. O artista parece registrar o momento em que o anjo está prestes a desferir mais um golpe. Segundo a crença religiosa da época, suportar dor ou um sofrimento era um meio de se aproximar de Deus. Repare no trabalho do escultor para representar os drapedos nas vestes.
  20. 20. A arquitetura barroca A arquitetura Barroca parte dos princípios utilizados na arquitetura da Renascença, mas como resultado final elas divergem completamente. O efeito proporcionado pela arquitetura barroca foi muito mais rebuscado, complexo e simbólico. Os elementos clássicos estão reunidos: colunas, frontões e cúpulas; porém o conjunto não segue a simplicidade harmônica e simétrica da arquitetura clássica.
  21. 21. Existe uma imponência na sua estrutura e nos detalhes bastante decorados. As colunas, por exemplo, são duplas ou espiraladas. Os interiores seguem os mesmos princípios. No caso das igrejas, todo o apelo sentimental da Arte Barroca foi intensamente decorado, pois os ambientes se propõem a mostrar o esplendor de Deus e o poder da Igreja Católica. Nos palácios o mesmo se repete: o barroco se adapta para glorificar o poder dos reis europeus que neste período começa a se fortificar. A arquitetura se destacou principalmente nos palácios e nas igrejas. A igreja católica queria proclamar o triunfo de sua fé e, por isso, realizou obras que impressionam pelo seu esplendor.
  22. 22. Características da Arquitetura Barroca:  Ondulações.  Efeitos ilusionista e decorativos.  Preocupação paisagística com grandes jardins.
  23. 23. Praça de São Pedro, Vaticano, Roma.
  24. 24. Praça de São Pedro (1657-1666) projetada por Bernini Esse é um dos exemplos mais significativos da arquitetura e do urbanismo do século XVII na Itália. Em forma de elipse, a praça é cercada por duas grandes colunatas cobertas. Elas se estendem em curva tanto para a esquerda como para direita, mas estão ligadas em linha reta aos dois extremos da fachada da igreja. É uma obra de grande porte, pois a colunata circular tem 17 metros de largura, 23 metros de altura e é composta por 284 colunas. Sobre estas, assenta-se uma imensa cornija com 162 estátuas de 2,70 metros de altura.
  25. 25. O Barroco na Espanha Do século XVII até a primeira metade do século XVII o Barroco expandiu-se da Itália para toda a Europa e ganhou, em cada país, características próprias, como é o caso da Espanha e dos Países Baixos, que veremos adiante.
  26. 26. Um traço original do Barroco espanhol encontra-se na arquitetura, principalmente nas portadas dos edifícios civis e religiosos decoradas em relevo. A pintura espanhola foi muito influenciada pelo Barroco italiano, principalmente pelo uso expressivo de luz e sombra, mas conservou preocupações próprias: o realismo e domínio da técnica. Entre os pintores mais representativos estão El Greco e Velázquez.
  27. 27. El Greco(1541-1614): as formas alongadas Nasceu na ilha de Creta, Grécia, e mais tarde foi para Roma. Após breve período em Madri, partiu para Toledo na Espanha, onde se instalou definitivamente. Seu nome verdadeiro era Domenikos Theotokopoulos, mas seu apelido- El Greco- reuniu as três culturas que o influenciaram: o artigo “el” de espanhol, o substantivo “greco” do italiano, e o significado “o grego”, que indica sua origem.
  28. 28. Sua pintura é marcada pela verticalidade: figuras esguias e alongadas que deixam de lado o ideal de beleza do Renascimento italiano, em que o corpo humano é representado com formas perfeitas.
  29. 29. Espólio (1579), de El Greco.
  30. 30. Espólio Nesse quadro pintado para a catedral de Toledo, Cristo aparece cercado por uma multidão. Olhando atentamente as figuras notamos suas linhas verticais. Em primeiro plano, à esquerda, três mulheres observam o trabalho do carpinteiro que prepara a cruz. As lanças e as fisionomias grosseiras das figuras opõem-se à expressão serena de Cristo, cuja túnica vermelha contrasta fortemente com as cores cinzentas ou pálidas das outras personagens.
  31. 31. Velázquez (1599-1660): retratos da corte espanhola Assim como Caravaggio, trabalhou a luz em contraste com a sombra. Tornou-se famoso por retratar a corte espanhola do século XVII. Entre esses retratos está As meninas, uma de suas obras mais importantes.
  32. 32. A s meninas (1656- 1657), de Velázquez.
  33. 33. As meninas Essa pintura é considerada uma das obras-primas de Velázquez. Vejamos algumas razões para isso. Primeiro, observe o contraste entre luz e sombra que o pintor constrói para criar o ambiente. Note a impressão de profundidade obtida pela distribuição dos objetos, das pessoas e do cachorro. O próprio Velázquez aparece na cena, pintando o rei Felipe IV e sua esposa Mariana, da Áustria. O casal real aparece apenas refletido no espelho ao fundo.
  34. 34. É como se ambos estivessem de costas para o observador e de frente para o pintor, que os observa atentamente. Vemos ainda a filha do rei, a infanta Marguerita, acompanhada de outras pessoas, e um cachorro, formando um grupo em primeiro plano, sob luz mais intensa, próximo de uma janela aberta.
  35. 35. Outra área de luz mais forte está ao fundo, onde aparece, através da porta aberta, um funcionário do palácio. Note a postura de saudação do grupo das meninas diante do casal real. Por fim, é possível notar que a composição da cena desperta duas curiosas impressões no observador: a de que o espaço do quadro continua na sala do museu em que está exposto e a de que ele mesmo também faz parte da cena: as pessoas que olham para os reis e os saúdam parecem olhar e cumprimentar também quem as observa.
  36. 36. O Barroco nos países Baixos Nos países Baixos o Barroco desenvolveu em duas grandes direções, sobretudo na pintura. Na Bélgica manteve as linhas movimentadas a forte expressão emocional. Já na Holanda ganhou aspectos mais próximos do espírito prático e austero do povo holandês; daí a pintura apresentar uma tendência apara a descrição de senas da vida doméstica e social trabalhadas com minucioso realismo.
  37. 37. Rambrandt ( 1606-1669): a gradação da claridade Sua pintura revela um pintor que trabalha com precisão os efeitos da luz. O que dirige nossa atenção não é propriamente o contrate entre luz e sombra, mas os diversos graus de claridade, os meios-tons, as penumbras que envolvem áreas de luminosidade mais intensa. A lição de anatomia do doutor Tulp (1632), de Rambrandt.
  38. 38. A lição de anatomia do doutor Tulp Aqui Rembrandt parece surpreender o professor e os estudiosos em plena atividade de dissecação. Se observarmos bem esse quadro, notaremos que o trabalho do pintor com a penumbra torna os espaços indefinidos. Além disso, o uso da luz – intensa no corpo do cadáver e suave no rosto atento e curiosos dos ouvintes – transmite o clima de descoberta e de pesquisa que a cena representa.
  39. 39. Vermeer( 1632-1675): a delicadeza da vida comum Diferentemente de Rembrandt, Vermeer trabalha os tons em plena claridade. Seus temas são sempre os da vida das pessoas comuns da Holanda seiscentista. Seus quadros documentam com delicada beleza os momentos simples da vida cotidiana.
  40. 40. Mulher lendo uma carta (1665), De Vermeer.
  41. 41. Mulher lendo uma carta Observe o quarto cheio de luz e a suave harmonia de cores e formas. Como essa, muitas pinturas de Vermeer que retratam ocupações domésticas em interiores mostram um belo trabalho com os efeitos de luz.

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