A Retina

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A Retina

  1. 1. 2012
  2. 2. Introdução… Ao abrigo da disciplina de UFCD 2 a pedido do formador André Pereira, realizamos o trabalho acerca da retina e seus constituintes.
  3. 3. Morfologia e Fisiologia da RetinaA retina pode ser dividida em duas metades.  Nasal e temporal supondo uma linha imaginária passando pela fóvea. Possui várias camadas de células distintas: a mais interna é a camada de neurônios ganglionares cujos axônios formam o nervo ótico.
  4. 4. …Continuação Nas duas camadas principais estão os corpos celulares de células especificas:  Na interna, células bipolares, células horizontais e amácrinas.  Na externa, fotorreceptores(cones e bastonetes).
  5. 5. …Continuação Fig.1 – Esquema desde camada externa (fotorreceptores) até camada interna (nervo ótico).
  6. 6. …Continuação  Evidentemente, as células ganglionares conduzem para o cérebro o resultado local e final do processamento visual na forma de propagados. As células horizontais também recebem informações dos fotorreceptores e influenciam as células bipolares enquanto as células amácrinas influenciam a excitabilidade das células ganglionares.
  7. 7. Células foto recetoras – Cones e Bastonetes Cones (fig.1) Os cones são responsáveis pela perceção das cores. Para visão diurna em condições de grande luminosidade. Fig.1 - Cone Bastonetes (fig.2) Os bastonetes são responsáveis pela captação da luminosidade. Para visão noturna, em condições de reduzida intensidade luminosa. Fig.2 - Bastonete
  8. 8. Localização dos Cones e BastonetesFig.1: localização dos cones e bastonetes
  9. 9. Constituição da mácula – fóvea A mácula é um ponto ovalado de cor amarela junto ao centro da retina. Tem um diâmetro de cerca 1,5mm. Do ponto de vista histológico, tem duas ou mais camadas de células ganglionares.
  10. 10. Continuação… É na mácula que se encontra a maior densidade de células cone do olho, responsáveis pela visão de cores. Essa alta densidade de cones faz com que a mácula seja o ponto do olho onde se vê com a maior clareza e definição. Porém, a grande quantidade de cones traz como consequência uma menor densidade de bastonetes.
  11. 11. Como se dá a excitação dos bastonetesA rodopsina é umaproteína conjugada.Quando é exposta à luzdecompõe-se atéMetarodopsina II que éresponsável pelaexcitação de alteraçõeselétricas nosbastonetes. Deficiênciade vitamina A causacegueira noturna já quese trata de uma formade reserva da Fig1.: excitação dos bastonetesrodopsina.
  12. 12. Retineno e a vitamina A Os foto pigmentos denominados rodopsina são sintetizada a partir da opsina (proteína) e o retinal (lipideo) que é derivado da vitamina A. E assim se dá o processo do retineno.
  13. 13. Visão Cromática Identificam duas razões para o desenvolvimento da visão cromática.  Em primeiro lugar, uma das contribuições importantes da cor é promover a segmentação figura/fundo, fazendo com que um objeto se destaque do seu fundo.
  14. 14. …Continuação  Em Segundo lugar, além de ajudar a nossa capacidade para detetar a presença de objetos, a cor também nos ajuda a reconhecê-los (identificar) e distinguir entre vários objetos no ambiente.
  15. 15. …Continuação Na retina, mais precisamente na área chamada fóvea central, existem milhões de células fotossensíveis capazes de transformar a luz em impulsos eletroquímicos. São os cones e os bastonetes. Os bastonetes não possuem nenhuma informação cromática, sendo responsáveis apenas pelas informações de intensidade luminosa dos objetos, não distinguindo diferenças finas entre forma e cor. Fig.1: ciclo cromático
  16. 16. Teoria das 3 cores A cor é uma perceção visual provocada pela ação de um feixe de fótons sobre células especializadas da retina, que transmitem através de informação pré-processada no nervo ótico, impressões para o sistema nervoso. Fig.1: Roda das cores e as suas combinações
  17. 17. …Continuação Os nossos olhos juntamente com o cérebro, percebem a cor através de 3 “canais” diferentes, capazes de distinguir vermelho, azul e amarelo (as cores primárias). Todas as outras cores são “montadas” no cérebro a partir da mistura dessas 3 cores, e são classificadas como secundárias (soma de duas cores primárias) e terciárias (soma de uma cor primária e uma secundária). Fig.1: teoria das cores
  18. 18. Interpretação da cor pelo sistema nervoso O sistema nervoso, a partir da radiação detetada pela retina, extrai aquilo que é “informação”. Embora a radiação mude, o cérebro reconhece certos padrões nos estímulos recebidos, agrupando e classificando fenómenos diferentes como se fossem iguais. O que vemos não é exatamente “o que está lá fora”, mas corresponde a um modelo simplificado da realidade.
  19. 19. Perceção de luz branca Quando as luzes (radiações) do espectro visível estão juntas em quantidades aproximadamente iguais forma- se a luz branca. Luz branca é formada por todas as cores do espectro visível.
  20. 20. Conclusão O grupo chegou á conclusão que é difícil falar quando não se sabe.
  21. 21. Fim

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