SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 32
Baixar para ler offline
Área - Física
    Ensino Médio, 2ª Série
Escalas termométricas
FÍSICA, 2ª Série
Escalas Termométricas



   TERMOLOGIA é a parte da Física que estuda os
   fenômenos relacionados com o calor e a temperatura.




  Imagem: Fir0002, flagstaffotos.com.au / GNU Free Documentation   Imagem: Gérald Tapp / Creative Commons Attribution-Share Alike
  License / http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Fire02.jpg      3.0 Unported
Calor e Temperatura

 Temperatura: é uma grandeza física, que mensura




                                                                                   Imagem: Greg L / GNU Free Documentation
 a energia cinética média de cada grau de
 liberdade de cada uma das partículas de um sistema
 em equilíbrio térmico. Esta definição é análoga a
 afirmar que a temperatura mensura a energia
 cinética média por grau de liberdade de cada
 partícula do sistema, uma vez consideradas todas as
 partículas de um sistema em equilíbrio térmico em
 um certo instante. A rigor, a temperatura é definida




                                                                                   License
 apenas para sistemas em equilíbrio térmico.
 (wikipédia)




 Calor: é a energia térmica que flui de um corpo de maior temperatura para um de
 menor temperatura.




                     Imagem: SEE-PE
   As partículas constituintes dos corpos estão em contínuo movimento.
    Entende-se temperatura, como sendo uma grandeza que mede a
    maior ou menor intensidade dessa agitação térmica.

    A quantidade que informa quão quente ou frio é um
    objeto em relação a algum padrão é chamada de
    temperatura (1).




                                                        Imagens: SEE-PE
        Menor temperatura        Maior temperatura
Frequentemente associamos o conceito de temperatura com o grau de quente
  ou de frio de um corpo que tocamos .

  A nossa pele é sensível à taxa de transferência de energia e não à
  temperatura do corpo .




                                                                               Imagem: SEE-PE
  Se os corpos estiverem a
  temperaturas diferentes, a
  energia pode ser trocada entre
  eles (2).




No equilíbrio térmico os corpos em contato térmico deixam de trocar energia.
Lei Zero da Termodinâmica
Imagem: SEE-PE




                                       "Se dois corpos estão em
                                       equilíbrio térmico com um
                                       terceiro, então eles estão
                                       em equilíbrio térmico entre
                                       si." (3)
Termometria
É a partir da termologia que se estudam os processos de medição da temperatura
de um corpo.
Termômetro – Um dispositivo calibrado para medir a temperatura do corpo.




                                                                       Imagem: Zwager / Public Domain
COMO MEDIR A TEMPERATURA




                                                                     Imagem: Geof from de.wikipedia.org / GNU Free
           Termômetro

 • Instrumento destinado a medir
   a temperatura dos corpos;
 • A medida da temperatura é




                                                                     Documentation License
   feita de forma indireta;
 • Grandezas e substâncias
   termométricas;

Algumas das propriedades físicas que mudam com a temperatura e que são
usadas nos termômetros:

  •   o volume de um líquido;
  •   o comprimento de um sólido;
  •   a pressão de um gás mantido a volume constante;
  •   o volume de um gás mantido a pressão constante;
  •   a resistência eléctrica de um condutor;
  •   a cor de um corpo quente.
TIPOS DE TERMÔMETROS
Podem ser: de mercúrio, a álcool, clínico, Six e Bellani, de
resistência elétrica, bimetálico, de pressão de gás, laser e
infravermelho.




                              Imagem superior à esquerda: Menchi / GNU Free Documentation
                              License. Inferior à esquerda: Biol / Public Domain. E acima: Optris /
                              Creative Commons Attribution-Share Alike 3.0 Unported.
Escalas Termométricas - GRADUAÇÃO
Escalas Termométricas

       Escala Celsius




                                                                      Imagem: Pearson Scott Foresman / Wikimedia Foundation /Public Domain
observatory of Uppsala
Imagem: Olof Arenius /


University / Public
Astronomical


Domain.




     A Escala Celsius construída em 1742, pelo físico e astrônomo
     sueco Anders Celsius, que adotou para o ponto de fusão de
     gelo o valor 0 (zero) e para o ponto de ebulição da água o
     valor 100 (cem). Dividiu-se o intervalo obtido entre os pontos
     fixos em cem partes iguais, em que cada parte corresponde a
     uma unidade da escala e foi denominada de grau Celsius,
     cujo símbolo é o °C.

     Como o intervalo entre os pontos fixos dessa escala foi
     dividido em cem partes iguais, ela recebeu o nome
     de centesimal e, atualmente, a Escala Celsius é a mais
     utilizada em todo o mundo (4).
Escala Fahrenheit




                                                                                                Imagem: Pearson Scott Foresman / Wikimedia Foundation /Public Domain
 A Escala Fahrenheit foi construída, em 1727, pelo físico alemão
 Daniel Gabriel Fahrenheit, que adotou o valor 0 (zero) para a mistura:
 água, gelo picado e sal; e o valor 100 para a temperatura do corpo
 humano. Dividiu-se o intervalo entre esses pontos fixos em 100 partes
 iguais e cada parte recebeu o nome de grau Fahrenheit, cujo símbolo
 é °F.
 Ao compararmos os pontos fixos escolhidos por Fahrenheit e Celsius,
 temos para o ponto de fusão do gelo, sob pressão de 1 atmosfera, o
 valor 32 °F e para o ponto de vapor da água, também sob pressão de
 1 atmosfera, o valor 212 °F; o intervalo dividido em 100 partes iguais
 pelo sueco (Celsius) é dividido em 180 partes iguais Fahrenheit (5).

Esta escala foi utilizada principalmente pelos países que foram colonizados pelos britânicos,
mas seu uso atualmente se restringe a poucos países de língua inglesa, como os Estados
Unidos e Belize.
Imagem: Autor Desconhecido, 1735 / Horrebows Basis Astronomiæ / United States Public Domain
Qual a proporção de água para sal,
usada por Fahrenheit na sua experiência
em que desenvolveu a escala de mesmo
nome?

  Daniel Gabriel Fahrenheit, polonês e
  muito rico, viveu de 1686 a 1736.
  Inspirou-se, para construir a sua escala
  termométrica,     no     grande     físico
  dinamarquês Olaus Roemer, que foi a
  primeira pessoa a medir a velocidade da
  luz. Roemer construía termômetros, e
  Fahrenheit, que nessa época vivia em
  Copenhagen, costumava visitá-lo para
  aprender a fazer termômetros também.
  Roemer usava como temperaturas a
  solução em equilíbrio de água e gelo, e a
  temperatura do corpo humano (6).

                                               Olaus Roemer trabalhando em seu laboratório.
Quando começou a construir os seus termômetros, Fahrenheit
procedia assim: colocava os termômetros (vários deles) em
mistura de água com gelo e marcava neles o valor 30; a seguir,




                                                                                                             Imagem: Autor Desconhecido / United States public domain
colocava - os (um a um, é claro) na axila "de uma pessoa com
saúde" e marcava 90. A esta altura, os termômetros já estavam
calibrados. Para testar a calibração, colocava-os depois em
uma mistura de água, gelo e sal do mar, ou de água, gelo e sal
de amônia, e exigia que todos marcassem a mesma
temperatura. Essa mistura era feita na hora, sem proporções
especificadas, pois servia só para verificar se todos marcavam a
mesma temperatura. Isto está relatado no seu trabalho,
publicado nas Philosophical Transactions of the Royal Society of
London, volume 33, página 78, de 1724. Portanto, ele não diz
em lugar nenhum quais as proporções da mistura, e
provavelmente ele mesmo não sabia, e nem era necessário,
para o fim a que se destinava. Mais tarde, a temperatura da
mistura água-gelo passou a ser chamada de 32, e a do corpo
humano de 96. Esta última, é claro, não se usa mais: usa-se,
como você sabe, a temperatura de ebulição da água a uma
pressão bem estabelecida (7).                                      Assinatura: Daniel Gabriel Fahrenheit /
                                                                   United States Public Domain
Em 1724, época em que muitos cientistas criavam seus próprios
termômetros e seus valores, as vantagens da utilização do grau
Fahrenheit eram muito mais perceptíveis, tanto para uso da ciência
local, quanto para o uso no dia a dia. Atualmente, as vantagens dessa
medição, tanto para a ciência, quanto para o dia a dia parecem pouco
úteis, devido ao avanço da ciência (8).
VANTAGENS




                                                     Imagem: Pearson Scott Foresman / Wikimedia Foundation /Public Domain
• Em países de clima frio, as temperaturas
  assumem, quase sempre, valores positivos na
  escala Fahrenheit, o que não é acompanhado
  pela graduação em Celsius. O zero Fahrenheit é -
  17,78 °C, portanto, poucas serão as situações
  em que serão apresentados valores negativos na
  previsão do tempo, o que facilita a compreensão
  de temperatura pelos habitantes de países de
  clima frio, principalmente para cálculos de
  amplitude térmica pelos mais humildes.
  (Exemplo: uma cidade com temperatura abaixo
  do ponto de fusão da água somente durante a
  noite) (9).
VANTAGENS




• O fato de existir uma maior quantidade de números em um mesmo intervalo,
  quando comparados Fahrenheit e Celsius (1,8 pra 1) faz com que todos os
  arredondamentos para valores inteiros se mostrem muito mais próximos do
  valor real. Entretanto, críticos sugerem que, mesmo a diferença de 1 grau na
  escala Celsius (para a temperatura da cidade) é uma variação muito pequena
  para ser atribuída uma vantagem a esta característica. Antigamente, na época
  da criação do sistema, esta era uma vantagem válida para medições
  meteorológicas que deviam ser as mais acuradas possíveis, principalmente para
  estudos físicos e registros históricos (10).
VANTAGENS




• Em Celsius, a definição da passagem de estado febril para febre que precisa da
  utilização de medicamentos está entre os valores 37 e 38 °C. Em Fahrenheit,
  acostumou-se a tratar pacientes com medicamentos, quando a febre destes chega
  a valores de 3 dígitos (100 °F = 37,78 °C). É usual encontrar, nos países que
  utilizam a medida, enfermeiras falando: "A temperatura já atingiu três dígitos,
  vamos dar uma medicação". Numa época pré-industrial e antes do
  aperfeiçoamento do setor de saúde, esta foi uma valiosa informação para
  enfermeiros e médicos, fato que parece perder a importância com o passar do
  tempo (11).
Escala kelvin

                                                       O Termômetro de Gás
United States public
Imagem: Autor
Desconhecido /




                                                 O    comportamento     observado
                                                 nesse dispositivo é a variação da
domain




                                                 pressão com a temperatura de um
                                                 volume fixo de gás.


   Foi calibrado utilizando-se os pontos de
   fusão do gelo e de ebulição da água.
   O reservatório B de mercúrio é levantado ou
   abaixado até que o volume do gás
   confinado esteja em algum valor, indicado
   pelo ponto zero da régua (12).

   A altura h (a diferença entre os níveis do
   reservatório e da coluna A) indica a
   pressão no frasco, de acordo com a
   equação:
                       P  P0  gh
                                                                   Imagem: Kuroisam / Public Domain
Imagem: SEE-PE
                 Curva de calibração




                                                                      Imagem: Kuroisam
                                                                      / Public Domain


 Se quisermos medir a temperatura de uma substância, colocamos o frasco de
 gás em contato térmico com a substância e ajustamos a coluna de mercúrio até
 que o nível na coluna A retorne a zero.

 A altura da coluna nos informa a pressão do gás e podemos, então, encontrar a
 temperatura da substância, a partir da curva de calibração (13).
Experimentos mostram que as leituras do termômetro são quase independentes do
tipo de gás utilizado, para que a pressão do gás seja baixa e a temperatura bem
acima do ponto no qual o gás se liquefaz.
A figura mostra a curva de calibração para três gases diferentes.
                                            Observamos que se estendermos as
                                            retas rumo às temperaturas negativas,
                                            para P=0, a temperatura é de –273,15
                                            C para as três retas.


                                            Isso sugere que essa temperatura em
                                            particular tem importância universal,
                                            pois não depende da substância usada
                                            no termômetro.

Imagem: SEE-PE


Tal temperatura deve representar um limite inferior para os processos físicos, porque
a pressão mais baixa possível é P=0 (seria um vácuo perfeito).
 Definimos a temperatura de –273,15 C como sendo o zero absoluto (14).
RELAÇÃO VOLUME - TEMPERATURA DE UM GÁS A PRESSÃO CONSTANTE.
ZERO ABSOLUTO




     Kelvin verificou, experimentalmente, que a pressão de um gás diminuía 1/273 do
     valor inicial, quando resfriado a volume constante de 0 °C para – 1 °C. Como a
     pressão do gás está relacionada com o choque de suas partículas com as paredes do
     recipiente, quando a pressão fosse nula, as moléculas estariam em repouso, a
     agitação térmica seria nula e a sua temperatura também. Conclui-se, então, que isso
     aconteceria se transformássemos o gás até – 273°C (15).
Imagem: Celsius_kelvin_estandar_1954.png: Homo logos / Modificações
Assim, Kelvin atribuiu o valor zero para este
estado térmico e o valor de 1 kelvin a uma




                                                 feitas por Kismalac / GNU Free Documentation License.
extensão igual à do grau Celsius, de modo que
o ponto de fusão do gelo, corresponde a 273 K
e o ponto de ebulição da água, corresponde a
373 K. O nome e o símbolo grau kelvin foram
abolidos em convenção científica internacional
e substituídos simplesmente por kelvin;
portanto, ao invés de 10 °K, escreve-se 10 K e
lê-se: dez kelvin (16).
Posteriormente, descobriu-se ser impossível atingir o estado de
agitação molecular nulo; as moléculas têm uma energia mínima
denominada energia do ponto zero, e o zero absoluto é
inatingível na prática. O zero absoluto é obtido por extrapolação
e não deve ser interpretado como o estado em que as partículas
estariam em completo repouso, pois elas possuem uma energia
mínima finita e apresentam movimento (17).
CONVERSÃO ENTRE AS ESCALAS




Imagens: SEE-PE
TERMÔMETRO CLÍNICO

É um termômetro de mercúrio adaptado para funcionar no intervalo de temperaturas de 35°C a
44°C. Normalmente, é utilizado na determinação da temperatura do corpo humano e de outros
seres vivos. Como é construído com a finalidade básica de indicar a temperatura mais
elevada por ele atingida, quando em contato com o corpo humano, o termômetro clínico é
considerado um termômetro de máxima.
Para que esse objetivo seja alcançado, há um estrangulamento do tubo capilar na região que o
liga ao bulbo, evitando, assim, o refluxo de mercúrio após ter atingido a temperatura máxima.




                                                                                        Imagem: Zwager /
                                                                                        Public Domain
Para desfazer o efeito do estrangulamento, é suficiente sacudir o termômetro com movimentos
rápidos, pois a inércia do mercúrio leva-o de volta ao bulbo. O termômetro clínico deve ter
pequenas dimensões, a fim de atingir o equilíbrio térmico com o corpo humano rapidamente, e sua
escala deve ser fracionada para que seja sensível à pequenas variações de temperatura. Na prática,
o termômetro clínico apresenta tubo capilar de alguns milímetros de diâmetro e comprimento de
dez centímetros aproximadamente (18).
O termômetro clínico, quando usado em mais de um paciente, pode funcionar como
veículo de contaminação microbiana. Assim, após cada tomada de temperatura, ele
deve ser esterilizado. Mas, devido ao pequeno intervalo de temperaturas (35°C a
44°C) em que ele trabalha, essa esterilização não pode ser feita através de processos
que utilizam temperaturas elevadas. O álcool é, portanto, o antisséptico
recomendado.

Os termômetros de mercúrio são muito utilizados na prática, pois:
- o mercúrio é facilmente obtido em elevado grau de pureza;
- o mercúrio apresenta dilatação térmica regular e muito superior à do vidro;
- sob pressão normal, o mercúrio é líquido num intervalo de temperaturas bastante
extenso (entre 39°C e 359°C), o que abrange os fenômenos térmicos mais frequentes;
- o mercúrio não adere ao vidro e não reage com ele;
- os termômetros de mercúrio são de fácil construção e cômodos no manuseio (19).
OUTRAS ESCALAS – EM DESUSO
 Imagem: J. Pizzetta / United States




                                       ESCALA RÉAUMUR
 public domain




                                                                      Imagem: Green Lane / GNU Free Documentation License
   A escala Réaumur é uma escala de temperatura concebida
   em 1731 pelo físico e inventor francês René-Antoine Ferchault de
   Réaumur (1683-1757), cujos pontos fixos são o ponto de
   congelamento da água (zero) e seu ponto de ebulição (80 graus).
   Inventou um termômetro a álcool e apresentou uma escala
   termométrica para esses tipos de termômetros (1730), que fez
   muito sucesso na Europa Ocidental.
   Assim, a unidade desta escala, o grau Réaumur, vale 4/5 de 1
   grau Celsius e tem o mesmo zero que o grau Celsius. Seu símbolo
   é °R.
ESCALA RANKINE




                                                                Imagem: SEE-PE
Imagem: United States public domain




                        Escala Termométrica inventada por
                        William John Macqorn Rankine
                        (1820 - 1872), físico escocês que
                        atribuiu o valor zero ao zero
                        absoluto e utilizou o grau Fahrenheit
                        como unidade de variação (20).
Tabela de Imagens
  Slide   Autoria / Licença                          Link da Fonte                                       Data do
                                                                                                         Acesso

3b, 4, 5, 6, SEE-PE                                     Acervo SEE-PE                                   23/02/2012
 20a, 21,
 25, 29b
    2a       Fir0002, flagstaffotos.com.au / GNU Free http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Fire02.    09/02/2012
             Documentation License /                    jpg
             http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Fir
             e02.jpg
    2b       Gérald Tapp / Creative Commons             http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Iceber   09/02/2012
                                                        gs.jpg
    3a       Greg L / GNU Free Documentation License http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Therm       09/02/2012
                                                        ally_Agitated_Molecule.gif
  7 e 26 Zwager / Public Domain                         http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Kwikth   09/02/2012
                                                        ermometers.jpg
     8       Geof from de.wikipedia.org / GNU Free      http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Therm    09/02/2012
             Documentation License                      ometer4x_75percent_15.389.jpg
    9a       Menchi / GNU Free Documentation License http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Clinica     09/02/2012
                                                        l_thermometer_38.7.JPG
    9b       Biol / Public Domain                       http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Koorts   09/02/2012
                                                        thermometers-AFEC-0120-
                                                        Lot240901%2BHartmann-0123-Lot3499.jpg
    9c       Optris / Creative Commons Attribution-     http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Optris   09/02/2012
             Share Alike 3.0 Unported                   CT.jpg
Tabela de Imagens
Slide Autoria / Licença                                Link da Fonte                                    Data do
                                                                                                        Acesso

11a Olof Arenius / Astronomical observatory of         http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Anders 10/02/2012
    Uppsala University / Public Domain.                -Celsius-Head.jpg

11b Pearson Scott Foresman / Wikimedia                 http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Therm 10/02/2012
    Foundation /Public Domain                          ometer_(PSF)_de.svg

 12 Pearson Scott Foresman / Wikimedia                 http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Therm 10/02/2012
    Foundation /Public Domain                          ometer_(PSF)_de.svg

 13 Autor Desconhecido, 1735 / Horrebows Basis         http://en.wikipedia.org/wiki/File:Ole_R%C3%B8 10/02/2012
    Astronomiæ / United States Public Domain           mer_at_work.jpg

14a Autor Desconhecido / United States public          http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Fahren 10/02/2012
    domain                                             heit_small.jpg
14b Daniel Gabriel Fahrenheit / United States Public   http://en.wikipedia.org/wiki/File:Daniel_Gabriel 10/02/2012
    Domain                                             _Fahrenheit_Signature.svg

 16 Pearson Scott Foresman / Wikimedia                 http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Therm 10/02/2012
    Foundation /Public Domain                          ometer_(PSF)_de.svg

19a Autor Desconhecido / United States public          http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Lord_K 10/02/2012
    domain                                             elvin_photograph.jpg
Tabela de Imagens
Slide Autoria / Licença                           Link da Fonte                                  Data do
                                                                                                 Acesso

19b Kuroisam / Public Domain                      Kuroisam / Public Domain                      10/02/2012

20b Kuroisam / Public Domain                      Kuroisam / Public Domain                      10/02/2012

 23 Celsius_kelvin_estandar_1954.png: Homo logos /http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Celsius 10/02/2012
    Modificações feitas por Kismalac / GNU Free   Kelvin.svg
    Documentation License.
28a J. Pizzetta / United States Public Domain   http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Reaum 10/02/2012
                                                ur_1683-1757.jpg
28b Green Lane / GNU Free Documentation License http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Old_R% 10/02/2012
                                                C3%A9aumur_scale_thermometer_-
                                                _IMG_0983.JPG
29a Public Domain                               http://commons.wikimedia.org/wiki/File:W_J_M 10/02/2012
                                                _Rankine.JPG

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Trabalho e Energia
Trabalho e Energia Trabalho e Energia
Trabalho e Energia
fisicaatual
 
Resumão transformações gasosas
Resumão transformações gasosasResumão transformações gasosas
Resumão transformações gasosas
Daniela F Almenara
 

Mais procurados (20)

Temperatura
TemperaturaTemperatura
Temperatura
 
Escalas termométricas
Escalas termométricasEscalas termométricas
Escalas termométricas
 
Gases e transformações
Gases  e transformaçõesGases  e transformações
Gases e transformações
 
Termometria, calorimetria e propagação de calor
Termometria, calorimetria e propagação de calorTermometria, calorimetria e propagação de calor
Termometria, calorimetria e propagação de calor
 
Temperatura
TemperaturaTemperatura
Temperatura
 
Tipos de Energia
Tipos de EnergiaTipos de Energia
Tipos de Energia
 
Calorimetria I
Calorimetria ICalorimetria I
Calorimetria I
 
Conceitos de temperatura e calor.ppt
Conceitos de temperatura e calor.pptConceitos de temperatura e calor.ppt
Conceitos de temperatura e calor.ppt
 
Estudo dos gases power point
Estudo dos gases power pointEstudo dos gases power point
Estudo dos gases power point
 
Dilatação térmica
Dilatação térmicaDilatação térmica
Dilatação térmica
 
Trabalho e Energia
Trabalho e Energia Trabalho e Energia
Trabalho e Energia
 
Termodinamica
TermodinamicaTermodinamica
Termodinamica
 
1 ¬ lei da termodinâmica
1 ¬ lei da termodinâmica1 ¬ lei da termodinâmica
1 ¬ lei da termodinâmica
 
Calor sensivel e calor latente
Calor sensivel e calor latenteCalor sensivel e calor latente
Calor sensivel e calor latente
 
Física 2º ano ensino médio ondulatória comprimento, frequência, amplitude e...
Física 2º ano ensino médio   ondulatória comprimento, frequência, amplitude e...Física 2º ano ensino médio   ondulatória comprimento, frequência, amplitude e...
Física 2º ano ensino médio ondulatória comprimento, frequência, amplitude e...
 
Resumão transformações gasosas
Resumão transformações gasosasResumão transformações gasosas
Resumão transformações gasosas
 
Calorimetria
CalorimetriaCalorimetria
Calorimetria
 
Magnetismo
MagnetismoMagnetismo
Magnetismo
 
Trabalho e Energia Slide
Trabalho e Energia SlideTrabalho e Energia Slide
Trabalho e Energia Slide
 
Formas de energia e transformação de energia
Formas de energia e transformação de energiaFormas de energia e transformação de energia
Formas de energia e transformação de energia
 

Destaque

Anders celsius
Anders celsiusAnders celsius
Anders celsius
Elsy Rios
 
Mat grandezas proporcionais regra de tres simples
Mat grandezas proporcionais regra de tres simplesMat grandezas proporcionais regra de tres simples
Mat grandezas proporcionais regra de tres simples
trigono_metria
 
Calor e escalas termométricas
Calor e escalas termométricasCalor e escalas termométricas
Calor e escalas termométricas
Marcos Júnior
 
CEM - Números positivos e negativos
CEM - Números positivos e negativosCEM - Números positivos e negativos
CEM - Números positivos e negativos
Prof. Materaldo
 

Destaque (20)

Slide Sobre Escalas TermoméTricas
Slide Sobre Escalas TermoméTricasSlide Sobre Escalas TermoméTricas
Slide Sobre Escalas TermoméTricas
 
Escala Termométrica Fahrenheit
Escala Termométrica FahrenheitEscala Termométrica Fahrenheit
Escala Termométrica Fahrenheit
 
Anders celsius
Anders celsiusAnders celsius
Anders celsius
 
REVISÃO DE TRANSFORMAÇÃO DE ESCALAS TERMOMÉTRICAS...
REVISÃO DE TRANSFORMAÇÃO DE ESCALAS TERMOMÉTRICAS...REVISÃO DE TRANSFORMAÇÃO DE ESCALAS TERMOMÉTRICAS...
REVISÃO DE TRANSFORMAÇÃO DE ESCALAS TERMOMÉTRICAS...
 
Gabriel Fahrenheit
Gabriel FahrenheitGabriel Fahrenheit
Gabriel Fahrenheit
 
Física Escalas Termométricas
Física Escalas TermométricasFísica Escalas Termométricas
Física Escalas Termométricas
 
Mat grandezas proporcionais regra de tres simples
Mat grandezas proporcionais regra de tres simplesMat grandezas proporcionais regra de tres simples
Mat grandezas proporcionais regra de tres simples
 
Termometria © Slideshow by Jair LP
Termometria © Slideshow by Jair LPTermometria © Slideshow by Jair LP
Termometria © Slideshow by Jair LP
 
Revisão de termômetros e escalas termométricas
Revisão de termômetros e escalas termométricasRevisão de termômetros e escalas termométricas
Revisão de termômetros e escalas termométricas
 
www.videoaulagratisapoio.com.br - Física - Termologia
www.videoaulagratisapoio.com.br - Física -  Termologiawww.videoaulagratisapoio.com.br - Física -  Termologia
www.videoaulagratisapoio.com.br - Física - Termologia
 
Termometria
TermometriaTermometria
Termometria
 
Calor e escalas termométricas
Calor e escalas termométricasCalor e escalas termométricas
Calor e escalas termométricas
 
CEM - Números positivos e negativos
CEM - Números positivos e negativosCEM - Números positivos e negativos
CEM - Números positivos e negativos
 
Termometria - Escalas termométricas
Termometria - Escalas termométricasTermometria - Escalas termométricas
Termometria - Escalas termométricas
 
Grandezas Proporcionais
Grandezas ProporcionaisGrandezas Proporcionais
Grandezas Proporcionais
 
Estados físicos da matéria
Estados físicos da matériaEstados físicos da matéria
Estados físicos da matéria
 
Eletrostática
EletrostáticaEletrostática
Eletrostática
 
Escalas termometricas
Escalas termometricasEscalas termometricas
Escalas termometricas
 
Aula de TERMOMETRIA
Aula de TERMOMETRIAAula de TERMOMETRIA
Aula de TERMOMETRIA
 
Eletrostatica
EletrostaticaEletrostatica
Eletrostatica
 

Semelhante a Escalas termométricas

Aula de Física - Calor e energia térmica (Ciências 9º Ano)
Aula de Física - Calor e energia térmica (Ciências 9º Ano)Aula de Física - Calor e energia térmica (Ciências 9º Ano)
Aula de Física - Calor e energia térmica (Ciências 9º Ano)
Ronaldo Santana
 
Escalas termométricas...CELSIUS,FAHRENHEIT E KELVIN
Escalas termométricas...CELSIUS,FAHRENHEIT E KELVINEscalas termométricas...CELSIUS,FAHRENHEIT E KELVIN
Escalas termométricas...CELSIUS,FAHRENHEIT E KELVIN
TopsAvakinImvu
 
Termologia -profª_luciana
Termologia  -profª_lucianaTermologia  -profª_luciana
Termologia -profª_luciana
ffilipelima
 
Calorimetria e termodinâmica
Calorimetria e termodinâmicaCalorimetria e termodinâmica
Calorimetria e termodinâmica
Ricardo Bonaldo
 
AULA-001---TERMOMETRIA-E-CALORIMETRIA_0d196498cda04bdbb848c2c572009c89.pptx
AULA-001---TERMOMETRIA-E-CALORIMETRIA_0d196498cda04bdbb848c2c572009c89.pptxAULA-001---TERMOMETRIA-E-CALORIMETRIA_0d196498cda04bdbb848c2c572009c89.pptx
AULA-001---TERMOMETRIA-E-CALORIMETRIA_0d196498cda04bdbb848c2c572009c89.pptx
jonecassius2
 

Semelhante a Escalas termométricas (20)

Escalas termométricas.pptx
Escalas termométricas.pptxEscalas termométricas.pptx
Escalas termométricas.pptx
 
FÍSICA -Aula introdutória de TERMOLOGIA - 2° Ano (2).pdf
FÍSICA -Aula introdutória de TERMOLOGIA - 2° Ano (2).pdfFÍSICA -Aula introdutória de TERMOLOGIA - 2° Ano (2).pdf
FÍSICA -Aula introdutória de TERMOLOGIA - 2° Ano (2).pdf
 
Escalas termométricas - 2° Ano-Orlando.pdf
Escalas termométricas - 2° Ano-Orlando.pdfEscalas termométricas - 2° Ano-Orlando.pdf
Escalas termométricas - 2° Ano-Orlando.pdf
 
Termoligia trabalhar.pptx
Termoligia trabalhar.pptxTermoligia trabalhar.pptx
Termoligia trabalhar.pptx
 
2 ano fisica
2 ano fisica2 ano fisica
2 ano fisica
 
Aula de Física - Calor e energia térmica (Ciências 9º Ano)
Aula de Física - Calor e energia térmica (Ciências 9º Ano)Aula de Física - Calor e energia térmica (Ciências 9º Ano)
Aula de Física - Calor e energia térmica (Ciências 9º Ano)
 
C:\Fakepath\Termometria
C:\Fakepath\TermometriaC:\Fakepath\Termometria
C:\Fakepath\Termometria
 
AULA SOBRE Termometria
AULA SOBRE TermometriaAULA SOBRE Termometria
AULA SOBRE Termometria
 
Termologia 2 aula
Termologia 2   aulaTermologia 2   aula
Termologia 2 aula
 
Termologia - I-Termometria
Termologia - I-TermometriaTermologia - I-Termometria
Termologia - I-Termometria
 
Termometria aula
Termometria   aulaTermometria   aula
Termometria aula
 
Escalas termométricas...CELSIUS,FAHRENHEIT E KELVIN
Escalas termométricas...CELSIUS,FAHRENHEIT E KELVINEscalas termométricas...CELSIUS,FAHRENHEIT E KELVIN
Escalas termométricas...CELSIUS,FAHRENHEIT E KELVIN
 
Slide1Calor&Temperatura.pptx
Slide1Calor&Temperatura.pptxSlide1Calor&Temperatura.pptx
Slide1Calor&Temperatura.pptx
 
Aula de termometria anselmo júnior
Aula de termometria   anselmo júniorAula de termometria   anselmo júnior
Aula de termometria anselmo júnior
 
Propagação de Calor
Propagação de CalorPropagação de Calor
Propagação de Calor
 
Termologia -profª_luciana
Termologia  -profª_lucianaTermologia  -profª_luciana
Termologia -profª_luciana
 
Calorimetria e termodinâmica
Calorimetria e termodinâmicaCalorimetria e termodinâmica
Calorimetria e termodinâmica
 
Resumo de termologia
Resumo de termologiaResumo de termologia
Resumo de termologia
 
AULA-001---TERMOMETRIA-E-CALORIMETRIA_0d196498cda04bdbb848c2c572009c89.pptx
AULA-001---TERMOMETRIA-E-CALORIMETRIA_0d196498cda04bdbb848c2c572009c89.pptxAULA-001---TERMOMETRIA-E-CALORIMETRIA_0d196498cda04bdbb848c2c572009c89.pptx
AULA-001---TERMOMETRIA-E-CALORIMETRIA_0d196498cda04bdbb848c2c572009c89.pptx
 
Aaaaaa
AaaaaaAaaaaa
Aaaaaa
 

Mais de Bruno De Siqueira Costa (20)

Mudanas de Fase
Mudanas de FaseMudanas de Fase
Mudanas de Fase
 
Efeito Estufa
Efeito EstufaEfeito Estufa
Efeito Estufa
 
Propagação de Calor
Propagação de CalorPropagação de Calor
Propagação de Calor
 
10 consumo de energia
10  consumo de energia10  consumo de energia
10 consumo de energia
 
34 física no futebol
34  física no futebol34  física no futebol
34 física no futebol
 
Talentos rio info
Talentos rio infoTalentos rio info
Talentos rio info
 
Sinergia
SinergiaSinergia
Sinergia
 
Presentation pt br
Presentation pt brPresentation pt br
Presentation pt br
 
Moodle faag
Moodle faagMoodle faag
Moodle faag
 
Gide
GideGide
Gide
 
Ideb 2011
Ideb 2011Ideb 2011
Ideb 2011
 
Gide escolas
Gide escolasGide escolas
Gide escolas
 
Comperj
ComperjComperj
Comperj
 
Boas praticas moodle
Boas praticas moodleBoas praticas moodle
Boas praticas moodle
 
Moodle
MoodleMoodle
Moodle
 
32 colisões
32  colisões32  colisões
32 colisões
 
31 impulso
31  impulso31  impulso
31 impulso
 
27 transmissão da informação
27  transmissão da informação27  transmissão da informação
27 transmissão da informação
 
26 ondas sonoras
26  ondas sonoras26  ondas sonoras
26 ondas sonoras
 
25 espectro das ondas eletromagnéticas
25   espectro das ondas eletromagnéticas25   espectro das ondas eletromagnéticas
25 espectro das ondas eletromagnéticas
 

Último

História concisa da literatura brasileira- Alfredo Bosi..pdf
História concisa da literatura brasileira- Alfredo Bosi..pdfHistória concisa da literatura brasileira- Alfredo Bosi..pdf
História concisa da literatura brasileira- Alfredo Bosi..pdf
GisellySobral
 
472037515-Coelho-Nelly-Novaes-Literatura-Infantil-teoria-analise-e-didatica-p...
472037515-Coelho-Nelly-Novaes-Literatura-Infantil-teoria-analise-e-didatica-p...472037515-Coelho-Nelly-Novaes-Literatura-Infantil-teoria-analise-e-didatica-p...
472037515-Coelho-Nelly-Novaes-Literatura-Infantil-teoria-analise-e-didatica-p...
GisellySobral
 

Último (20)

QUESTÃO 4 Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
QUESTÃO 4   Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...QUESTÃO 4   Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
QUESTÃO 4 Os estudos das competências pessoais é de extrema importância, pr...
 
As teorias de Lamarck e Darwin para alunos de 8ano.ppt
As teorias de Lamarck e Darwin para alunos de 8ano.pptAs teorias de Lamarck e Darwin para alunos de 8ano.ppt
As teorias de Lamarck e Darwin para alunos de 8ano.ppt
 
Acróstico - Maio Laranja
Acróstico  - Maio Laranja Acróstico  - Maio Laranja
Acróstico - Maio Laranja
 
O que é, de facto, a Educação de Infância
O que é, de facto, a Educação de InfânciaO que é, de facto, a Educação de Infância
O que é, de facto, a Educação de Infância
 
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSSFormação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
Formação T.2 do Modulo I da Formação HTML & CSS
 
História concisa da literatura brasileira- Alfredo Bosi..pdf
História concisa da literatura brasileira- Alfredo Bosi..pdfHistória concisa da literatura brasileira- Alfredo Bosi..pdf
História concisa da literatura brasileira- Alfredo Bosi..pdf
 
Poema - Aedes Aegypt.
Poema - Aedes Aegypt.Poema - Aedes Aegypt.
Poema - Aedes Aegypt.
 
Histogramas.pptx...............................
Histogramas.pptx...............................Histogramas.pptx...............................
Histogramas.pptx...............................
 
SQL Parte 1 - Criação de Banco de Dados.pdf
SQL Parte 1 - Criação de Banco de Dados.pdfSQL Parte 1 - Criação de Banco de Dados.pdf
SQL Parte 1 - Criação de Banco de Dados.pdf
 
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptxEBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
EBPAL_Serta_Caminhos do Lixo final 9ºD (1).pptx
 
472037515-Coelho-Nelly-Novaes-Literatura-Infantil-teoria-analise-e-didatica-p...
472037515-Coelho-Nelly-Novaes-Literatura-Infantil-teoria-analise-e-didatica-p...472037515-Coelho-Nelly-Novaes-Literatura-Infantil-teoria-analise-e-didatica-p...
472037515-Coelho-Nelly-Novaes-Literatura-Infantil-teoria-analise-e-didatica-p...
 
[2.3.3] 100%_CN7_CAP_[FichaAvaliacao3].docx
[2.3.3] 100%_CN7_CAP_[FichaAvaliacao3].docx[2.3.3] 100%_CN7_CAP_[FichaAvaliacao3].docx
[2.3.3] 100%_CN7_CAP_[FichaAvaliacao3].docx
 
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdfUFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
UFCD_8291_Preparação e confeção de peixes e mariscos_índice.pdf
 
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptxSlides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
Slides Lição 07, Central Gospel, As Duas Testemunhas Do Final Dos Tempos.pptx
 
Proposta de redação Soneto de texto do gênero poema para a,usos do 9 ano do e...
Proposta de redação Soneto de texto do gênero poema para a,usos do 9 ano do e...Proposta de redação Soneto de texto do gênero poema para a,usos do 9 ano do e...
Proposta de redação Soneto de texto do gênero poema para a,usos do 9 ano do e...
 
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PE
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PEEdital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PE
Edital do processo seletivo para contratação de agentes de saúde em Floresta, PE
 
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º anoNós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
Nós Propomos! Sertã 2024 - Geografia C - 12º ano
 
Sequência didática Carona 1º Encontro.pptx
Sequência didática Carona 1º Encontro.pptxSequência didática Carona 1º Encontro.pptx
Sequência didática Carona 1º Encontro.pptx
 
Testes de avaliação português 6º ano .pdf
Testes de avaliação português 6º ano .pdfTestes de avaliação português 6º ano .pdf
Testes de avaliação português 6º ano .pdf
 
662938.pdf aula digital de educação básica
662938.pdf aula digital de educação básica662938.pdf aula digital de educação básica
662938.pdf aula digital de educação básica
 

Escalas termométricas

  • 1. Área - Física Ensino Médio, 2ª Série Escalas termométricas
  • 2. FÍSICA, 2ª Série Escalas Termométricas TERMOLOGIA é a parte da Física que estuda os fenômenos relacionados com o calor e a temperatura. Imagem: Fir0002, flagstaffotos.com.au / GNU Free Documentation Imagem: Gérald Tapp / Creative Commons Attribution-Share Alike License / http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Fire02.jpg 3.0 Unported
  • 3. Calor e Temperatura Temperatura: é uma grandeza física, que mensura Imagem: Greg L / GNU Free Documentation a energia cinética média de cada grau de liberdade de cada uma das partículas de um sistema em equilíbrio térmico. Esta definição é análoga a afirmar que a temperatura mensura a energia cinética média por grau de liberdade de cada partícula do sistema, uma vez consideradas todas as partículas de um sistema em equilíbrio térmico em um certo instante. A rigor, a temperatura é definida License apenas para sistemas em equilíbrio térmico. (wikipédia) Calor: é a energia térmica que flui de um corpo de maior temperatura para um de menor temperatura. Imagem: SEE-PE
  • 4. As partículas constituintes dos corpos estão em contínuo movimento. Entende-se temperatura, como sendo uma grandeza que mede a maior ou menor intensidade dessa agitação térmica. A quantidade que informa quão quente ou frio é um objeto em relação a algum padrão é chamada de temperatura (1). Imagens: SEE-PE Menor temperatura Maior temperatura
  • 5. Frequentemente associamos o conceito de temperatura com o grau de quente ou de frio de um corpo que tocamos . A nossa pele é sensível à taxa de transferência de energia e não à temperatura do corpo . Imagem: SEE-PE Se os corpos estiverem a temperaturas diferentes, a energia pode ser trocada entre eles (2). No equilíbrio térmico os corpos em contato térmico deixam de trocar energia.
  • 6. Lei Zero da Termodinâmica Imagem: SEE-PE "Se dois corpos estão em equilíbrio térmico com um terceiro, então eles estão em equilíbrio térmico entre si." (3)
  • 7. Termometria É a partir da termologia que se estudam os processos de medição da temperatura de um corpo. Termômetro – Um dispositivo calibrado para medir a temperatura do corpo. Imagem: Zwager / Public Domain
  • 8. COMO MEDIR A TEMPERATURA Imagem: Geof from de.wikipedia.org / GNU Free Termômetro • Instrumento destinado a medir a temperatura dos corpos; • A medida da temperatura é Documentation License feita de forma indireta; • Grandezas e substâncias termométricas; Algumas das propriedades físicas que mudam com a temperatura e que são usadas nos termômetros: • o volume de um líquido; • o comprimento de um sólido; • a pressão de um gás mantido a volume constante; • o volume de um gás mantido a pressão constante; • a resistência eléctrica de um condutor; • a cor de um corpo quente.
  • 9. TIPOS DE TERMÔMETROS Podem ser: de mercúrio, a álcool, clínico, Six e Bellani, de resistência elétrica, bimetálico, de pressão de gás, laser e infravermelho. Imagem superior à esquerda: Menchi / GNU Free Documentation License. Inferior à esquerda: Biol / Public Domain. E acima: Optris / Creative Commons Attribution-Share Alike 3.0 Unported.
  • 11. Escalas Termométricas Escala Celsius Imagem: Pearson Scott Foresman / Wikimedia Foundation /Public Domain observatory of Uppsala Imagem: Olof Arenius / University / Public Astronomical Domain. A Escala Celsius construída em 1742, pelo físico e astrônomo sueco Anders Celsius, que adotou para o ponto de fusão de gelo o valor 0 (zero) e para o ponto de ebulição da água o valor 100 (cem). Dividiu-se o intervalo obtido entre os pontos fixos em cem partes iguais, em que cada parte corresponde a uma unidade da escala e foi denominada de grau Celsius, cujo símbolo é o °C. Como o intervalo entre os pontos fixos dessa escala foi dividido em cem partes iguais, ela recebeu o nome de centesimal e, atualmente, a Escala Celsius é a mais utilizada em todo o mundo (4).
  • 12. Escala Fahrenheit Imagem: Pearson Scott Foresman / Wikimedia Foundation /Public Domain A Escala Fahrenheit foi construída, em 1727, pelo físico alemão Daniel Gabriel Fahrenheit, que adotou o valor 0 (zero) para a mistura: água, gelo picado e sal; e o valor 100 para a temperatura do corpo humano. Dividiu-se o intervalo entre esses pontos fixos em 100 partes iguais e cada parte recebeu o nome de grau Fahrenheit, cujo símbolo é °F. Ao compararmos os pontos fixos escolhidos por Fahrenheit e Celsius, temos para o ponto de fusão do gelo, sob pressão de 1 atmosfera, o valor 32 °F e para o ponto de vapor da água, também sob pressão de 1 atmosfera, o valor 212 °F; o intervalo dividido em 100 partes iguais pelo sueco (Celsius) é dividido em 180 partes iguais Fahrenheit (5). Esta escala foi utilizada principalmente pelos países que foram colonizados pelos britânicos, mas seu uso atualmente se restringe a poucos países de língua inglesa, como os Estados Unidos e Belize.
  • 13. Imagem: Autor Desconhecido, 1735 / Horrebows Basis Astronomiæ / United States Public Domain Qual a proporção de água para sal, usada por Fahrenheit na sua experiência em que desenvolveu a escala de mesmo nome? Daniel Gabriel Fahrenheit, polonês e muito rico, viveu de 1686 a 1736. Inspirou-se, para construir a sua escala termométrica, no grande físico dinamarquês Olaus Roemer, que foi a primeira pessoa a medir a velocidade da luz. Roemer construía termômetros, e Fahrenheit, que nessa época vivia em Copenhagen, costumava visitá-lo para aprender a fazer termômetros também. Roemer usava como temperaturas a solução em equilíbrio de água e gelo, e a temperatura do corpo humano (6). Olaus Roemer trabalhando em seu laboratório.
  • 14. Quando começou a construir os seus termômetros, Fahrenheit procedia assim: colocava os termômetros (vários deles) em mistura de água com gelo e marcava neles o valor 30; a seguir, Imagem: Autor Desconhecido / United States public domain colocava - os (um a um, é claro) na axila "de uma pessoa com saúde" e marcava 90. A esta altura, os termômetros já estavam calibrados. Para testar a calibração, colocava-os depois em uma mistura de água, gelo e sal do mar, ou de água, gelo e sal de amônia, e exigia que todos marcassem a mesma temperatura. Essa mistura era feita na hora, sem proporções especificadas, pois servia só para verificar se todos marcavam a mesma temperatura. Isto está relatado no seu trabalho, publicado nas Philosophical Transactions of the Royal Society of London, volume 33, página 78, de 1724. Portanto, ele não diz em lugar nenhum quais as proporções da mistura, e provavelmente ele mesmo não sabia, e nem era necessário, para o fim a que se destinava. Mais tarde, a temperatura da mistura água-gelo passou a ser chamada de 32, e a do corpo humano de 96. Esta última, é claro, não se usa mais: usa-se, como você sabe, a temperatura de ebulição da água a uma pressão bem estabelecida (7). Assinatura: Daniel Gabriel Fahrenheit / United States Public Domain
  • 15. Em 1724, época em que muitos cientistas criavam seus próprios termômetros e seus valores, as vantagens da utilização do grau Fahrenheit eram muito mais perceptíveis, tanto para uso da ciência local, quanto para o uso no dia a dia. Atualmente, as vantagens dessa medição, tanto para a ciência, quanto para o dia a dia parecem pouco úteis, devido ao avanço da ciência (8).
  • 16. VANTAGENS Imagem: Pearson Scott Foresman / Wikimedia Foundation /Public Domain • Em países de clima frio, as temperaturas assumem, quase sempre, valores positivos na escala Fahrenheit, o que não é acompanhado pela graduação em Celsius. O zero Fahrenheit é - 17,78 °C, portanto, poucas serão as situações em que serão apresentados valores negativos na previsão do tempo, o que facilita a compreensão de temperatura pelos habitantes de países de clima frio, principalmente para cálculos de amplitude térmica pelos mais humildes. (Exemplo: uma cidade com temperatura abaixo do ponto de fusão da água somente durante a noite) (9).
  • 17. VANTAGENS • O fato de existir uma maior quantidade de números em um mesmo intervalo, quando comparados Fahrenheit e Celsius (1,8 pra 1) faz com que todos os arredondamentos para valores inteiros se mostrem muito mais próximos do valor real. Entretanto, críticos sugerem que, mesmo a diferença de 1 grau na escala Celsius (para a temperatura da cidade) é uma variação muito pequena para ser atribuída uma vantagem a esta característica. Antigamente, na época da criação do sistema, esta era uma vantagem válida para medições meteorológicas que deviam ser as mais acuradas possíveis, principalmente para estudos físicos e registros históricos (10).
  • 18. VANTAGENS • Em Celsius, a definição da passagem de estado febril para febre que precisa da utilização de medicamentos está entre os valores 37 e 38 °C. Em Fahrenheit, acostumou-se a tratar pacientes com medicamentos, quando a febre destes chega a valores de 3 dígitos (100 °F = 37,78 °C). É usual encontrar, nos países que utilizam a medida, enfermeiras falando: "A temperatura já atingiu três dígitos, vamos dar uma medicação". Numa época pré-industrial e antes do aperfeiçoamento do setor de saúde, esta foi uma valiosa informação para enfermeiros e médicos, fato que parece perder a importância com o passar do tempo (11).
  • 19. Escala kelvin O Termômetro de Gás United States public Imagem: Autor Desconhecido / O comportamento observado nesse dispositivo é a variação da domain pressão com a temperatura de um volume fixo de gás. Foi calibrado utilizando-se os pontos de fusão do gelo e de ebulição da água. O reservatório B de mercúrio é levantado ou abaixado até que o volume do gás confinado esteja em algum valor, indicado pelo ponto zero da régua (12). A altura h (a diferença entre os níveis do reservatório e da coluna A) indica a pressão no frasco, de acordo com a equação: P  P0  gh Imagem: Kuroisam / Public Domain
  • 20. Imagem: SEE-PE Curva de calibração Imagem: Kuroisam / Public Domain Se quisermos medir a temperatura de uma substância, colocamos o frasco de gás em contato térmico com a substância e ajustamos a coluna de mercúrio até que o nível na coluna A retorne a zero. A altura da coluna nos informa a pressão do gás e podemos, então, encontrar a temperatura da substância, a partir da curva de calibração (13).
  • 21. Experimentos mostram que as leituras do termômetro são quase independentes do tipo de gás utilizado, para que a pressão do gás seja baixa e a temperatura bem acima do ponto no qual o gás se liquefaz. A figura mostra a curva de calibração para três gases diferentes. Observamos que se estendermos as retas rumo às temperaturas negativas, para P=0, a temperatura é de –273,15 C para as três retas. Isso sugere que essa temperatura em particular tem importância universal, pois não depende da substância usada no termômetro. Imagem: SEE-PE Tal temperatura deve representar um limite inferior para os processos físicos, porque a pressão mais baixa possível é P=0 (seria um vácuo perfeito). Definimos a temperatura de –273,15 C como sendo o zero absoluto (14).
  • 22. RELAÇÃO VOLUME - TEMPERATURA DE UM GÁS A PRESSÃO CONSTANTE. ZERO ABSOLUTO Kelvin verificou, experimentalmente, que a pressão de um gás diminuía 1/273 do valor inicial, quando resfriado a volume constante de 0 °C para – 1 °C. Como a pressão do gás está relacionada com o choque de suas partículas com as paredes do recipiente, quando a pressão fosse nula, as moléculas estariam em repouso, a agitação térmica seria nula e a sua temperatura também. Conclui-se, então, que isso aconteceria se transformássemos o gás até – 273°C (15).
  • 23. Imagem: Celsius_kelvin_estandar_1954.png: Homo logos / Modificações Assim, Kelvin atribuiu o valor zero para este estado térmico e o valor de 1 kelvin a uma feitas por Kismalac / GNU Free Documentation License. extensão igual à do grau Celsius, de modo que o ponto de fusão do gelo, corresponde a 273 K e o ponto de ebulição da água, corresponde a 373 K. O nome e o símbolo grau kelvin foram abolidos em convenção científica internacional e substituídos simplesmente por kelvin; portanto, ao invés de 10 °K, escreve-se 10 K e lê-se: dez kelvin (16).
  • 24. Posteriormente, descobriu-se ser impossível atingir o estado de agitação molecular nulo; as moléculas têm uma energia mínima denominada energia do ponto zero, e o zero absoluto é inatingível na prática. O zero absoluto é obtido por extrapolação e não deve ser interpretado como o estado em que as partículas estariam em completo repouso, pois elas possuem uma energia mínima finita e apresentam movimento (17).
  • 25. CONVERSÃO ENTRE AS ESCALAS Imagens: SEE-PE
  • 26. TERMÔMETRO CLÍNICO É um termômetro de mercúrio adaptado para funcionar no intervalo de temperaturas de 35°C a 44°C. Normalmente, é utilizado na determinação da temperatura do corpo humano e de outros seres vivos. Como é construído com a finalidade básica de indicar a temperatura mais elevada por ele atingida, quando em contato com o corpo humano, o termômetro clínico é considerado um termômetro de máxima. Para que esse objetivo seja alcançado, há um estrangulamento do tubo capilar na região que o liga ao bulbo, evitando, assim, o refluxo de mercúrio após ter atingido a temperatura máxima. Imagem: Zwager / Public Domain Para desfazer o efeito do estrangulamento, é suficiente sacudir o termômetro com movimentos rápidos, pois a inércia do mercúrio leva-o de volta ao bulbo. O termômetro clínico deve ter pequenas dimensões, a fim de atingir o equilíbrio térmico com o corpo humano rapidamente, e sua escala deve ser fracionada para que seja sensível à pequenas variações de temperatura. Na prática, o termômetro clínico apresenta tubo capilar de alguns milímetros de diâmetro e comprimento de dez centímetros aproximadamente (18).
  • 27. O termômetro clínico, quando usado em mais de um paciente, pode funcionar como veículo de contaminação microbiana. Assim, após cada tomada de temperatura, ele deve ser esterilizado. Mas, devido ao pequeno intervalo de temperaturas (35°C a 44°C) em que ele trabalha, essa esterilização não pode ser feita através de processos que utilizam temperaturas elevadas. O álcool é, portanto, o antisséptico recomendado. Os termômetros de mercúrio são muito utilizados na prática, pois: - o mercúrio é facilmente obtido em elevado grau de pureza; - o mercúrio apresenta dilatação térmica regular e muito superior à do vidro; - sob pressão normal, o mercúrio é líquido num intervalo de temperaturas bastante extenso (entre 39°C e 359°C), o que abrange os fenômenos térmicos mais frequentes; - o mercúrio não adere ao vidro e não reage com ele; - os termômetros de mercúrio são de fácil construção e cômodos no manuseio (19).
  • 28. OUTRAS ESCALAS – EM DESUSO Imagem: J. Pizzetta / United States ESCALA RÉAUMUR public domain Imagem: Green Lane / GNU Free Documentation License A escala Réaumur é uma escala de temperatura concebida em 1731 pelo físico e inventor francês René-Antoine Ferchault de Réaumur (1683-1757), cujos pontos fixos são o ponto de congelamento da água (zero) e seu ponto de ebulição (80 graus). Inventou um termômetro a álcool e apresentou uma escala termométrica para esses tipos de termômetros (1730), que fez muito sucesso na Europa Ocidental. Assim, a unidade desta escala, o grau Réaumur, vale 4/5 de 1 grau Celsius e tem o mesmo zero que o grau Celsius. Seu símbolo é °R.
  • 29. ESCALA RANKINE Imagem: SEE-PE Imagem: United States public domain Escala Termométrica inventada por William John Macqorn Rankine (1820 - 1872), físico escocês que atribuiu o valor zero ao zero absoluto e utilizou o grau Fahrenheit como unidade de variação (20).
  • 30. Tabela de Imagens Slide Autoria / Licença Link da Fonte Data do Acesso 3b, 4, 5, 6, SEE-PE Acervo SEE-PE 23/02/2012 20a, 21, 25, 29b 2a Fir0002, flagstaffotos.com.au / GNU Free http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Fire02. 09/02/2012 Documentation License / jpg http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Fir e02.jpg 2b Gérald Tapp / Creative Commons http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Iceber 09/02/2012 gs.jpg 3a Greg L / GNU Free Documentation License http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Therm 09/02/2012 ally_Agitated_Molecule.gif 7 e 26 Zwager / Public Domain http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Kwikth 09/02/2012 ermometers.jpg 8 Geof from de.wikipedia.org / GNU Free http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Therm 09/02/2012 Documentation License ometer4x_75percent_15.389.jpg 9a Menchi / GNU Free Documentation License http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Clinica 09/02/2012 l_thermometer_38.7.JPG 9b Biol / Public Domain http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Koorts 09/02/2012 thermometers-AFEC-0120- Lot240901%2BHartmann-0123-Lot3499.jpg 9c Optris / Creative Commons Attribution- http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Optris 09/02/2012 Share Alike 3.0 Unported CT.jpg
  • 31. Tabela de Imagens Slide Autoria / Licença Link da Fonte Data do Acesso 11a Olof Arenius / Astronomical observatory of http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Anders 10/02/2012 Uppsala University / Public Domain. -Celsius-Head.jpg 11b Pearson Scott Foresman / Wikimedia http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Therm 10/02/2012 Foundation /Public Domain ometer_(PSF)_de.svg 12 Pearson Scott Foresman / Wikimedia http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Therm 10/02/2012 Foundation /Public Domain ometer_(PSF)_de.svg 13 Autor Desconhecido, 1735 / Horrebows Basis http://en.wikipedia.org/wiki/File:Ole_R%C3%B8 10/02/2012 Astronomiæ / United States Public Domain mer_at_work.jpg 14a Autor Desconhecido / United States public http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Fahren 10/02/2012 domain heit_small.jpg 14b Daniel Gabriel Fahrenheit / United States Public http://en.wikipedia.org/wiki/File:Daniel_Gabriel 10/02/2012 Domain _Fahrenheit_Signature.svg 16 Pearson Scott Foresman / Wikimedia http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Therm 10/02/2012 Foundation /Public Domain ometer_(PSF)_de.svg 19a Autor Desconhecido / United States public http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Lord_K 10/02/2012 domain elvin_photograph.jpg
  • 32. Tabela de Imagens Slide Autoria / Licença Link da Fonte Data do Acesso 19b Kuroisam / Public Domain Kuroisam / Public Domain 10/02/2012 20b Kuroisam / Public Domain Kuroisam / Public Domain 10/02/2012 23 Celsius_kelvin_estandar_1954.png: Homo logos /http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Celsius 10/02/2012 Modificações feitas por Kismalac / GNU Free Kelvin.svg Documentation License. 28a J. Pizzetta / United States Public Domain http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Reaum 10/02/2012 ur_1683-1757.jpg 28b Green Lane / GNU Free Documentation License http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Old_R% 10/02/2012 C3%A9aumur_scale_thermometer_- _IMG_0983.JPG 29a Public Domain http://commons.wikimedia.org/wiki/File:W_J_M 10/02/2012 _Rankine.JPG