Ambiente, saúde e segurança do trabalho

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Trabalho postado pelo aluno Bruno Cassiano referente ao assunto de segurança do trabalho.
Bruno Cassiano atualmente é aluno de vários cursos profissionalizantes do Brasil.

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Ambiente, saúde e segurança do trabalho

  1. 1. AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA DO TRABALHO
  2. 2. INTRODUÇÃO Neste trabalho iremos abordar os seguintes assuntos:  Noções de segurança e higiene do trabalho  EPI  Ergonomia  LER  Combate a princípios de incêndios.
  3. 3. SAÚDE É UM ESTADO DE COMPLETO BEM ESTAR FÍSICO, MENTAL E SOCIAL.
  4. 4. Segurança do trabalho é o estudo através de metodologias e técnicas próprias das possíveis causas de acidentes do trabalho, objetivando a prevenção das suas consequências.
  5. 5. Medicina do trabalho é a ciência que através de metodologias e técnicas próprias, estuda as causas das doenças ocupacionais, objetivando a prevenção das mesmas.
  6. 6. Saúde ocupacional: estudos sistemáticos em engenharia de segurança e medicina do trabalho, visando promover a saúde e proteger a integridade física do trabalhador no local de trabalho. Em1700 Bernadino Ramazzini fala a seguinte frase: “Prevenir é melhor que curar”
  7. 7. Estados Unidos 1877 lei que obrigava aos empregados instalar dispositivos de segurança em máquinas; 1892 primeira empresa a organizar um departamento de segurança; 1913 criação do National Safety Concil.
  8. 8. No Brasil 1943 CLT. Hoje Lei Nº 6.514 de 12/77; Normas regulamentadoras aprovadas pela portaria Nº 3.214 de 06/78; Normas regulamentadoras rurais aprovadas pela portaria Nº 3.067 de 04/ 88.
  9. 9. Acidente e incidente A segurança do trabalho é essencial para garantir a saúde e evitar acidentes nos locais de trabalho e fora dele, sendo uma referência obrigatória em todos os tipos de trabalho. A segurança deve estar sempre em primeiro lugar, sendo a base de elaboração de qualquer procedimento. Os acidentes são classificados de acordo com a ABNT NBR 14280:2001 – cadastro de acidentes do trabalho - Procedimentos e classificação.
  10. 10. Acidente do trabalho – Conceito técnico Todo acontecimento imprevisto, indesejado, fora de controle, que interrompe o desenvolvimento normal de uma atividade.
  11. 11. Previdência Social Lei nº 8.213:1991 Art. 19 Acidente do trabalho é o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte, perda, redução permanente ou temporária da capacidade para o trabalho.
  12. 12. Incidente é um evento não desejado que sob circunstâncias ligeiramente diferentes, poderia ter causado danos às pessoas, à propriedade, ao processo e o meio ambiente.
  13. 13. Proporção e gravidade É importante conhecer a proporção e gravidade em que ocorrem os acidentes, pois mostra-nos a dimensão dessas ocorrências.
  14. 14. Fator pessoal de insegurança Causas humanas relativas ao comportamento, que pode levar à ocorrência do acidente ou à prática do ato inseguro. Exemplos: Falta de conhecimento ou experiência; Brincar no serviço; Distração.
  15. 15. Ato inseguro Ação ou omissão que contraria o preceito de segurança, pode causar ou favorecer a ocorrência do acidente. Exemplos: Falta de atenção; Deixar de usar EPI – Equipamento de Proteção Individual; Deixar de conferir as condições de segurança; Executar serviços sem concentração.
  16. 16. Proteções com o uso do EPI Lesões que poderiam ser causadas por acidentes; Danos à saúde causados por condições de trabalho. NR6 Usá-los apenas para a finalidade a que se destina; Responsabilizar-se pela sua guarda e conservação; Não portá-lo fora da área técnica e sempre comunicar qualquer alteração que se torne impróprio para o uso.
  17. 17. Cabe ao empregador Adquirir EPI adequado ao risco de cada atividade e exigir seu uso; Fornecer ao empregado somente EPIs aprovados pelo órgão nacional competente; Orientar e capacitar o empregado quanto ao seu uso adequado, acondicionamento e conservação; Substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado; Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica; Comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada. Cabe ao empregado Comunicar ao empregador alterações que o torne impróprio para o uso; Cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado.
  18. 18. Certificado de aprovação Ou simplesmente CA, é um código que define a aprovação para uso de equipamentos de segurança pelo Ministério do Trabalho e é requerido a todo EPI. O CA representa, sem sombra de dúvida, um atestado de que a empresa redutora do EPI possui condições legais e técnicas de qualidade para manter no mercado um produto qualificado.
  19. 19. Proteção para os olhos Óculos de segurança Óculos tipo ampla visão Óculos contra radiação Proteção auditiva Plugues de inserção Protetores com hastes Abafadores de ruído
  20. 20. Proteção para a cabeça São dois os tipos de capacetes Tipo I – possui aba total. Tipo II – possui aba frontal Os capacetes podem reduzir impactos na frente, lateral, atrás ou no topo de sua cabeça e devem cumprir as normas da ABNT.
  21. 21. Tipos de luvas Luva de cobertura para proteção da luva isolante de borracha; Luva de proteção em raspa e vaqueta; Luva de proteção em vaqueta. Use luvas adequadas quando estiver trabalhando perto de: Produtos químicos; Materiais abrasivos ou corrosivos; Equipamentos elétricos; Trabalhos a quente; Ferramentas manuais.
  22. 22. Proteção para os pés Protege contra compressão, impacto, perfurações e riscos com produtos químicos e equipamentos elétricos. Tipos Protetores para calçados; Botas de cano longo; Botas ou sapatos de segurança; Calçados especiais.
  23. 23. Proteção para o tronco São vestimentas de segurança ao tronco que oferecem proteção aos riscos térmica, mecânica, química, radioativa, meteorológica e umidade proveniente de operações com o uso de água. Protege o usuário contra a ocorrência de lesões, queimaduras, irritações, intoxicações e contaminações provocadas pelo contato com substâncias agressivas ao organismo ou pele. Proteção respiratória Respiradores são geralmente chamados de máscaras, têm o objetivo de evitar a inalação de vapores orgânicos, névoas ou finas partículas tóxicas através das vias respiratórias.
  24. 24. Proteção contra quedas Quais são? Cinto de segurança tipo paraquedista; Talabarte de segurança tipo regulável; Talabarte de segurança tipo Y com absorvedor de energia; Trava quedas; Absorvedor de energia.
  25. 25. Atividades e operações insalubres Insalubridade Atividade em que o trabalhador está exposto acima do limite de tolerância a um agente nocivo a sua saúde. Riscos ocupacionais Físicos, químicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes.
  26. 26.  Exemplos de riscos físicos: Ruídos, vibrações, radiações, frio, calor, pressões anormais e umidade.  Exemplos de riscos químicos: Poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases, vapores e produtos químicos em geral.  Exemplos de riscos biológicos: Vírus, bactérias, protozoários, fungos, parasitas e bacilos.
  27. 27.  Exemplos de riscos ergonômicos: Esforço físico intenso, posturas inadequadas, imposição de rítmos excessivos, jornadas de trabalhos prolongadas, monotonia e repetitividade.  Exemplos de riscos, acidentes: Arranjo físico inadequado, máquinas e equipamentos sem proteção, ferramentas inadequadas ou defeituosas e iluminação inadequada.
  28. 28. Periculosidade Atividade com materiais perigosos Explosivos, inflamáveis, radiações ionizantes e empregados em contatos com energia elétrica.
  29. 29. Adicionais de salário RISCO GRAU ADICIONAL DE SALÁRIO INSALUBRIDADE MÍNIMO 10% MÉDIO 20% MÁXIMO 40% PERICULOSIDADE 40%
  30. 30. CÁLCULO Salário: R$ 724,00 Risco: Insalubridade Grau: Médio de 20% 724 * 0,2 = 144,8 724 + 144,8 = 868,8 Resultado: R$ 868,80
  31. 31. Equipamentos de proteção Objetivo: evitar o contato/ exposição ao risco ambiental Equipamento de proteção coletiva (EPC) Equipamento de proteção individual (EPI) Equipamentos de proteção coletiva Seu objetivo é proteger mais de uma pessoa simultaneamente. Exemplos: Sistema de Exaustão Sistema de enclausuramento Equipamentos de proteção contra incêndios Pára-raios Sinalização de segurança Aterramento elétrico.
  32. 32. Ausência de EPC
  33. 33. EPC - cerca de contenção
  34. 34. Comissão interna de prevenção de acidentes (Cipa) Objetivos: Observar e relatar condições de risco existentes no ambiente de trabalho; Solicitar medidas com o objetivo de reduzir ou eliminar riscos; Discutir as causas dos acidentes ocorridos; Solicitar medidas contra acidentes; Orientar os demais trabalhadores quanto as medidas de prevenção; Fornecer apoio logístico.
  35. 35. Ergonomia - NR17 Ergonomia (ou "fatores humanos") é a disciplina científica relacionada ao entendimento das interações entre seres humanos e outros elementos de um sistema, e também é a profissão que aplica teoria, princípios, dados e métodos para projetar a fim de otimizar o bem-estar humano e o desempenho geral de um sistema. Os ergonomistas contribuem para o projeto e avaliação de tarefas, trabalhos, produtos, ambientes e sistemas, a fim de torná-los compatíveis com as necessidades, habilidades e limitações das pessoas. A Associação Internacional de Ergonomia divide a ergonomia em três domínios de especialização. São eles:
  36. 36.  Ergonomia Física: que lida com as respostas do corpo humano à carga física e psicológica. Tópicos relevantes incluem manipulação de materiais, arranjo físico de estações de trabalho, demandas do trabalho e fatores tais como repetição, vibração, força e postura estática, relacionada com lesões músculo-esqueléticas.  Ergonomia Cognitiva: também conhecida engenharia psicológica, refere-se aos processos mentais, tais como percepção, atenção, cognição, controle motor e armazenamento e recuperação de memória, como eles afetam as interações entre seres humanos e outros elementos de um sistema. Tópicos relevantes incluem carga mental de trabalho, vigilância, tomada de decisão, desempenho de habilidades, erro humano, interação humano-computador e treinamento.  Ergonomia Organizacional: ou macroergonomia, relacionada com a otimização dos sistemas sócio-técnicos, incluindo sua estrutura organizacional, políticas e processos. Tópicos relevantes incluem trabalho em turnos, programação de trabalho, satisfação no trabalho, teoria motivacional, supervisão, trabalho em equipe, trabalho à distância e ética.
  37. 37. Lesão por esforço repetitivo – LER Lesão por Esforço Repetitivo ou LER (em inglês Repetitive Strain Injury) são lesões nos sistemas músculo-esquelético e nervoso causadas por tarefas repetitivas, esforços vigorosos, vibrações, compressão mecânica (pressionando contra superfícies duras)ou posições desagradáveis por longos períodos. É um tipo de Distúrbio Osteomuscular Relacionado ao Trabalho (DORT). É ilegal demitir um trabalhador por causa da LER, assim como de qualquer outra doença ocupacional relacionada ao trabalho.)
  38. 38. Fases Fase 1 - Apenas dores mal definidas e subjetivas, melhorando com repouso. Fase 2 - Dor regredindo com repouso, apresentando poucos sinais objetivos. Fase 3 - Exuberância de sinais objetivos, e não desaparecendo com repouso. Fase 4 - Estado doloroso intenso com incapacidade funcional (não necessariamente permanente).
  39. 39. Estágios Estágio 1 - Dor e cansaço nos membros superiores durante o turno de trabalho, com melhora nos fins de semana, sem alterações no exame físico e com desempenho normal. Estágio 2 - Dores recorrentes, sensação de cansaço persistente e distúrbio do sono, com incapacidade para o trabalho repetitivo. Estágio 3 - Sensação de dor, fadiga e fraqueza persistentes, mesmo com repouso. Distúrbios do sono e presença de sinais objetivos ao exame físico.
  40. 40. E os setores com mais casos de LER são: Bancário Comércio Processamento de dados Têxtil Confecção Químico Plástico Serviços Telecomunicações.
  41. 41. Combate a princípios de incêndios O fogo é uma forma de oxidação rápida com liberação e desprendimento de energia sob forma de luz e calor. Quando o fogo torna-se um agente de destruição passa a ser chamado de incêndio.
  42. 42. Combustível é todo material capaz de entrar em combustão: madeira, papel, pano, estopa, líquidos inflamáveis, tinta e alguns metais. Comburente é todo elemento que, associa-se quimicamente ao combustível e é capaz de fazê-lo entrar em combustão. Exemplo: oxigênio.
  43. 43. Classe de incêndio “A” É o fogo produzido pelos combustíveis sólidos; queima em superfície e profundidade deixando resíduos (cinza, fuligem ou carvão). Melhor agente extintor: água por resfriamento. Equipamento de combate: extintor de água – gás e extintor de água pressurizada. Exemplo: madeira, papel, palhas de aço, etc.
  44. 44. Classe de incêndio “B” É o fogo produzido pelos líquidos inflamáveis, queima somente em superfície e normalmente não deixa resíduo. Melhor ação para combate: abafamento. Equipamento de combate: extintor de gás carbônico (CO²). Exemplo: gasolina, álcool, óleos, graxas, gases, etc.
  45. 45. Classe de incêndio “C” É o fogo produzido por falta de manutenção nas instalações elétricas energizadas. Melhor ação para combate: extintor de gás carbônico (CO²) e extintor de pó químico seco (PQS). Exemplo: origina-se em curtos circuitos em motores e quadros de distribuição.
  46. 46. Classe de incêndio “D” É o fogo produzido pelos materiais pirofóricos, isto é ligas metálicas que pela própria queima produzem alimento para as chamas. Equipamento de proteção de combate: extintor de pó químico seco especial (PS) Exemplos: magnésio, zircônio, titânio, zinco, alumínio em pó e titânio.
  47. 47. CLASSES DE INCÊNDIOS

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