Edição nº 01

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Viaje pelo tempo-espaço com o Detetive, um dos filhos do Doutor da fantástica série Doctor Who.

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Edição nº 01

  1. 1. DETETIVE Mistérios do Tempo-Espaço Bruno Carvalho Edição Nº 01 Parte 01 de 03
  2. 2. 2 O Galo das Penas de Ouro – Corram! – Gritou o Detetive para os seus companheiros, Prof. Thruvian, um alienígena da raça Galonitídea e Pimpkim, da raça Brovaniâna. Eles estavam correndo rapidamente por corredores pouco compridos, onde o chão, as paredes e até o teto foram totalmente construídos por fortes placas de metal grosso e bem reluzentes, o que tornava o corredor ofuscante com toda aquela claridade prateada sendo refletida por toda parte daquele corredor. As placas de metal que constituía o corredor estavam totalmente mal colocadas, ao invés de estarem em ordem, estavam uma em cima das outras, presas bem firme por parafusos grandes e fortes. Se mover em linha reta sobre esses corredores estava sendo uma tarefa impossível por causa da má colocação das placas, correr então era mais difícil, ainda mais naquele momento que fugindo de Daleks. – Suponho que seremos pegos por esses Daleks em poucos minutos – Informou Prof. Thruvian. – Ao menos que achemos uma saída, senhores.
  3. 3. 3 – E eu suponho q-que você quis dizer mortos ao invés de dizer pegos. – As palavras saíram da boca de Pimpkim com muita dificuldade pois estava ofegante perante o medo que percorria todo seu raquítico corpo naquele momento. Enquanto os três viravam à direita, após ao chegar no final do corredor, dava para ouvir os Daleks gritando atrás deles. – Exterminar! Exterminar!! – “Exterminar”, “exterminar” – Repetiu o Detetive em tom de deboche. – Será possível que vocês só sabem ficar repetindo isso toda hora? Acho que já tá na hora de mudar o gritinho de guerra porque já enjoou né!? Eram três Daleks, se irritaram muito com o comentário sarcástico que o Detetive havia feito e um deles se permitiu atirar. Eles estavam na metade do corredor onde Detetive, Thruvian e Pimpkim estavam. O tiro foi disparado e acertou numa placa de metal na região esquerda do fim do corredor, a placa de metal ricocheteou o tiro exterminador, fazendo com que ele virasse a direita e fosse na direção dos fugitivos. – Abaixa Pimp! – Alertou o Detetive. O raio passou por cima de Pimpkim após ele ter se inclinado para baixo enquanto corria.
  4. 4. 4 – Eu vou morrer, eu vou morrer! Não posso morrer, tenham piedade de minha nobre alma! – Gritava Pimpkim com medo de perder a vida e perante esse medo, agarrava firmemente as alças de sua mochila. – Hey Pimp! Tive uma ideia! – Disse o Detetive, determinado. – Dentro da sua mochila está a nossa mini bazuca de ante gravidade? – Sim, está aqui Detetive. – Confirmou Pimpkim. – Suponho que ela não estaria pronta para ser utilizada Sr. Detetive, seja para qual for o motivo que o senhor queira utilizar ela, pois foi terminada de construir recentemente e infelizmente ainda não efetuamos nenhum tipo de teste com ela. – Informou o Professor Thruvian. – Obrigado pelo alerta professor – Disse o Detetive. – porém temos um caso urgente aqui, e se for assim, digo que ela será finalizada a base de um teste de emergência, portanto, passe-a para cá Pimpkim. Pimpkim retirou uma alça da mochila dos ombros e com a outra alça ainda presa, jogou a mochila para frente do corpo e tirou uma sacola, dentro dela estava a bazuca. Ele retirou ela da sacola e entregou ela para o Detetive. Enquanto recolocava a sacola para dentro da mochila o Detetive fez mais um pedido. – Pimp, me dê essa sacola ai também, e professor, me dê umas 25 penas por favor.
  5. 5. 5 Os Galonitídeos é uma raça alienígena que se assimila muito com os frangos, um dos animais mais comuns na Terra, porém tem algumas diferenças entre eles. Eles possuem mãos ao invés de asas, mãos totalmente envoltas por penas, a dobra de suas pernas são para frente, o bico são forte e resistente, capazes de cortar metal, aço e chegar a amassar titânio, no lugar da crista, possuem grandes penas que até chega a se assemelhar com uma crista, não possuem o papo de galo assim como também não possuem as penas traseiras que formam o rabo, o professor mede 1,67m de altura, sua raça mede em torno de 1,70m de altura porém já teve alguns casos de Galonitídeos que alcançaram 2 metros de altura. Thruvian arrancou 25 penas assim como pediu o Detetive. Nem sentiu dor, conseguia se concentrar e esquecer a dor durante o processo de retira-las, havia feito isso tantas vezes que já estava até meio acostumado. O Detetive pegou as penas, parou de correr e a introduzi-las com cautela na sacola enquanto Thruvian segurava para ele a mini bazuca. Os Daleks vinham vindo, sobrevoando o mais rápido possível por sobre as placas mal colocadas, pois como não
  6. 6. 6 possuíam pernas, e em chão só podiam se arrastar, perante aquela confusão de placas mal colocadas, o jeito era sobrevoa-las. Quase perto de virar o corredor, um Dalek se permitiu emitir um tiro também, o tiro bateu na placa de metal que estava 7 metros à sua frente, ricocheteou, bateu no teto e atingiu um dos Daleks, fazendo com que o atingido explodisse de forma terrível, restando assim, dois. Peças da armadura robótica do voaram, a luz que se propagou após a explosão foi forte, tão forte que parecia caminhar por sobre as placas de metal, fazendo com que os Daleks ficassem meio atordoados e por conta disso, Detetive e seus companheiros ganharam mais tempo. Naquele ponto, Pimpkim já estava no fim do corredor de onde estavam pois estava com muito medo, não conseguiu aguardar seus amigos quando pararam para executar o plano que envolvia a mini bazuca. O Detetive tinha acabado de colocar com bastante precisão as penas dentro da sacola. Thruvian havia visto o tiro que um dos Daleks havia disparado, viu que o tiro ricocheteou, atingiu o teto e voltou na direção de onde tinha vindo e logo após escutou um forte barulho como se fosse barris de metal forte caindo sobre uma ladeira irregular e também de metal, viu também peças da armadura dos Daleks voando pelo fim daquele corredor após ter visto um forte clarão que surgiu depois do forte barulho de metais se colidindo,
  7. 7. 7 o clarão se espalhou pelas placas de metal do fim do corredor aonde haviam acabado de virar. – Creio que um Dalek soltou um tiro que ricocheteou por sobre as placas e acabou acertando um dos seus ou ele mesmo. – Informou Thruvian enquanto o Detetive fechava a sacola com cautela para que ficasse o mínimo de ar possível dentro daquela sacola. – Fujam! Os Daleks estão chegando! – Um grito apavorado, a voz vinha lá de trás de onde o professor e o Detetive estava, era Pimpkim, estava em estado de choque ao ver os Daleks virarem o corredor e entrarem no mesmo corredor que eles e em seguida irem de encontro à eles. – Exterminar! – Gritou os dois Daleks que haviam restado. – Ative as ondas antigravidade agora professor e me dê a bazuca imediatamente. – Pediu o Detetive a Thruvian enquanto acabava de amarrar a sacola, logo em seguida pegou a bazuca com as ondas antigravidade já ativadas e colocou com cuidado a sacola dentro da bazuca. – Creio eu que se o que estou pensando seja o mesmo que você esteja pensando Sr. Detetive, sugiro que encha esta sacola com ar. – Alertou Thruvian. – Ó céus, de fato iria ser um grande erro meu continuar este meu decidido procedimento sem deixar
  8. 8. 8 esta sacola com ar. Sou muito grato a suas informações, professor. – Agradeceu o Detetive e logo em seguida encheu a sacola com um pouco de ar, fechou-a novamente e de novo, com cuidado, colocou ela de volta na bazuca. – Rendam-se ou morram sem piedade. – disse o Dalek que estava à frente. – Ei, vocês dois, que tal parar de conversinha? Não estão vendo que eles já estão bem perto? Oque acham de voltarem a correr ou ao menos tentarem continuar vivos? – Gritava Pimpkim lá de trás preocupado com a vida dos amigos. Enfim o Detetive acabou de preparar a mini bazuca para colocar o plano em ação bem na hora em que os Daleks já estavam bem próximos deles. – Olá Daleks, sei que não estamos nos dando muito bem, mas eu gostaria que começássemos do zero. Como podem ver estou com uma mini bazuca. – Os dois Daleks que antes estavam flutuando em direção a eles, pararam para ouvir o que o Detetive tinha a dizer e ficaram murmurando algumas coisas entre eles mesmos enquanto pairavam sobre o ar. – Geralmente armas estão carregadas de alguma munição, porém a minha em nome da paz, coloquei um presente dentro dela e vou atirar o presente para vocês, ok?
  9. 9. 9 – Mesmo que tenha uma munição nessa pequena bazuca, saiba que nós Daleks temos um campo de força em torno de nós que nos protegera de qualquer disparo de armas de fogo. – Disse o Dalek que estava atrás – Sim, certamente eu já estou ciente disso, porém realmente o que tenho pra você é um presente. – Disse o Detetive se preparando para a maior questão do seu caso. – Você deve pensar que sou tolo não é mesmo Detetive? Pois saiba que não sou! – Reclamou o Dalek da frente, o que estava atrás apenas observava. – Você disse que quer uma trégua entre a gente, certo? E com isso pretende me dar um presente como tratado de paz, mas sei que o ser insignificante que é você pretende algo em troca. – Certamente. Você não está errado, eu realmente quero algo em troca, porém é algo tão simples. – Disse o Detetive abrindo um sorriso no rosto, um sorriso alegre e ao mesmo tempo sinistro. – Quero apenas que me conte aonde estamos e o que vocês estão fazendo aqui. – Não responderei nada disso Detetive, você não manda nos Daleks. Apenas contarei algo... – o Dalek parou como que não fosse mais contar, mas pareceu mudar de ideia e continuou. – Estamos aqui pois nossa espaçonave detectou um DNA muito forte, um DNA de um timelord muito poderoso.
  10. 10. 10 – Você não respondeu a minha pergunta, mas como gostei do que disse então ainda irei lhes dar o presente que prometi. O Detetive pensou; além dos dois Daleks que restaram tem o Prof. Thruvian, Pimp e eu, e pelo que sei nenhum deles é de Gallifrey, muito menos são Senhores do Tempo, portanto o que me resta é uma única conclusão: a nave deles me detectou! Uau “um DNA de um timelord muito poderoso”, nunca pensei que eu era tão poderoso assim, mas já que eles insistem. – Ok meu caro Dalek, se coloque em posição, irei atirar o presente para você. Pimpkim no final do corredor ainda se tremia muito com medo do que poderia acontecer, afinal, Daleks estavam logo a frente e o que mais preocupava nele é que o Detetive os encaravam e conversava com eles tranquilamente, porém apesar de tudo isso, lá no fundo Pimpkim confiava no Detetive. O Prof. estava ansioso para ver o plano que o Detetive iria executar em breve, apenas aguardava e admirava tudo sendo planejado de um jeito único que só o Detetive fazia. – Lá vai, Segura! – Avisou o Detetive aos Daleks, outro sorriso surgiu em seu rosto enquanto clicava o gatilho porém agora era apenas um sorriso sinistro.
  11. 11. 11 A sacola saiu voando em direção aos Daleks, ia chegando perto deles lentamente e se desfazendo por conta do campo de força desmaterializador que aqueles Daleks possuíam e haviam ativado, porém logo após verem que o conteúdo da sacola não apresentava nenhum perigo pois não passava de penas, desativaram o campo de força. O Detetive chamou Pimp para perto deles e ele veio mesmo com medo, pois confiava em seu amigo. – Idiota, aonde estas penas patéticas podem ser consideradas como presente? – Disse o Dalek que estava atrás. – Ora não fale desse jeito, que insulto, essas penas estão mais para “penas de ouro”. Disse o Detetive virando, ficando dê costas para os Daleks e indicando aos amigos uma entrada para um pequeno corredor escuro que se parecia muito com um beco, local perfeito para se esconder. Eles então, foram em direção ao estreito corredor, aumentando a velocidade de cada passo até chegar ao ponto de começarem a correrem e entrarem nele. Os Daleks ficaram se olhando, confusos, não tinham entendido a referência aos ovos de ouro da galinha do conto João e o Pé de Feijão. Não sabiam o Detetive quis dizer que aquelas penas são muito especiais.
  12. 12. 12 – Porquê de “penas de ouro”? – Disse o Dalek da frente. – Nem são de ouro! – Perguntou o Dalek que estava atrás. O Dalek da frente iria questionar. – Se são penas, porque estão corrend... Uma pena encostou no chão e explodiu, nem deu tempo das penas que sobraram tocarem o chão, foram atingidas pela explosão da primeira e foram explodindo também. Vinte e cinco penas, uma à uma causando uma nova explosão, uma à uma fazendo os Daleks verem seu fim. Por causa da explosão, novamente houve um outro clarão que, novamente, se espalhou pelos corredores de placas de metal, só que dessa vez, pelo fato da explosão ter sido grande, a claridade foi espalhada por quase todos aqueles corredores. Naquele momento da explosão, a luz que se espalhará pelos corredores entrou no escuro corredor que estava o Detetive, Thruvian e Pimp. – Quase fiquei cego agora. – Disse Pimp coçando os olhos. – Mas pelo menos você nos salvou dos Daleks, Detetive!
  13. 13. 13 – Sim, muito obrigado por ter nos salvado Detetive. – agradeceu Thruvian. Hey hey galera! Que isso? Tudo isso não teria acontecido se não fosse vocês, claro! Se não fosse a grande capacidade de construir que você possui Pimpkim e as incríveis “penas de ouro” que você possui Prof. Thruvian, nós não teríamos escapado dessa. Daleks são inimigos detestáveis na qual odeio dar de cara com eles. – Daleks são apavorantes, mas me explica como você executou esse truque das penas com a sacola e a mini bazuca antigravidade? – Perguntou Pimpkim. – É simples, lembrei que você estava carregando dentro da sua mochila a recém construída bazuca de antigravidade feita por você mesmo para ser utilizada para colocar objetos com segurança em lugares altos ou longes pois após o objeto ser disparado ele é revestido por ondas antigravidade para que possa aterrissar em segurança no local desejado. E você não deve saber mas os Galonitídeos conseguem liberar um tipo de veneno explosivo que seus organismos possuem, esse veneno fica localizado no cálamo de suas penas e logo após retirarem a pena, o buraco do cálamo é selado pois o veneno da ponta da pena resseca quando entra contato com o ar, fazendo com que o resto do veneno não vase. Com o buraco do cálamo selado, o restante do veneno que permanece líquido começa a se expandir e como não tem
  14. 14. 14 mais espaço dentro o cálamo se incha, provocando uma explosão quando em contato com locais sólidos. Uma explosão nada pequena, que pode alcançar cerca de cinco a sete metros dependendo do estado do veneno que é depositado. Então pensei em colocar algumas penas dele do Prof. Thruvian em uma sacola e usa-la de munição na sua mini bazuca. Os Galonitídeos podem controlar a densidade do veneno, deixando-o fraco quando não estão bravos ou muito forte quando estão irritados ou quando se sentem ameaçados. Mas Thruvian não era de se irritar. – Mas porque precisou colocar as penas em uma sacola e fechá-la com ar? – Perguntou Pimpkim. – Permita-me responder essa. – Pediu Thruvian. – Ele teve que colocar as penas na sacola e fechá-las com ar pois as penas se espalhariam e poderiam não seguir o trajeto que ele havia planejado, correndo perigo delas nos atingirem. – Ótima explicação Professor. – Elogiou o Detetive. – Porém agora eu gostaria muito de saber aonde estamos e oque raios aqueles Daleks faziam aqui! – Seja o que for Detetive, creio que se continuarmos aqui, iremos morrer, vai saber se ainda tem Daleks por aqui, ou vai lá saber que tipos de ameaças podem ter aqui,
  15. 15. 15 só sei que é melhor a gente sair daqui agor... – Gritos interromperam o que Pimpkim estava dizendo, ele chegou até a dar um pulo pelo susto que os gritos que causaram. – Vamos embora galera! – Ele já estava se virando e indo em direção ao corredor onde estavam cara a cara com os Daleks mas o Detetive segurou seu fino braço e puxou ele de volta. – Nada disso Pimp, vamos dar uma olhada nisso. – Os gritos vieram do fim deste corredor escuro, Detetive. – Informou Thruvian para o Detetive, e logo após apontou a cabeça para Pimpkim, voltou a visão para o Detetive e disse em voz baixa para não magoar Pimpkim. – Creio que ele esteja com muito, muito medo Sr. Detetive. – M-medo? Eu? Nem um pouco meus amigos e para provar, vou até o fim do corredor me certificar sobre o que está havendo. – Disse Pimpkim meio irritado e com a voz meio trêmula. O local em que estavam do corredor era escuro, porém ainda dava para enxergar, mas dali pra frente não dava pois o corredor era tomado por uma escuridão imensa, a não ser por um feixe de luz que parecia estar bem próximo deles.
  16. 16. 16 Pimpkim querendo demonstrar coragem, foi na frente, com o Detetive e Thruvian logo atrás dele. Aquele feixe de luz próximo ao chão deve ser uma porta. – Informou o Professor. Então o escuro e estreito corredor amedrontador já não estava mais tão escuro, pelo menos para Pimp, que por ser um alien da raça Brovaniâna tinha a incrível habilidade de mudar seu glóbulo ocular para enxergar à noite. Chegando no fim do corredor viu que realmente aquele feixe de luz estava vindo de baixo de uma porta, como tinha informado Thruvian. Dava para ouvir através da porta passos frios, passos metálicos pisando sobre um chão firme, feito de aço, ou algo do tipo. Os gritos haviam parado. – Vamos Pimp, se apresse, abra a porta e dê uma olhada logo, é urgente! – Disse o Detetive. – Ok, o-ok... Vamos lá, vou olhar. Abriu a porta só um pouco. Já podia ver uma sala clara e totalmente metálica, uma máquina cheia de botões e em cima dela havia um telão na parede. No canto esquerdo da sala, que era totalmente quadrada e não era tão grande. No telão estava escrito bem grande “Atualizar” e no canto direito da sala haviam cinco cadeiras, também totalmente
  17. 17. 17 construídas a base de metais. Em uma das cadeiras havia um homem com uma expressão de dor, já apagado, jogado e preso sobre a cadeira. Pimpkim engoliu saliva à seco, encostou a porta, deixando uma minúscula abertura, e se virou. – Vocês não acredit... – Uma mão fria e forte o levantou, sendo interrompido mais uma vez ao tentar falar algo. Em seguida o Detetive e o Prof. Thruvian também foram erguidos. – Vocês serão A-T-U-A-L-I-Z-A-D-O-S. Pimpkim se espantou, tremeu, não acreditava no que estava vendo. – CYBERMANS!!! – Ele gritou.

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