GRUPO: Andreane Nathalia
Bruna Leticia
Cláudia Sorelle
Mércia Alcantara
Michelle da Silva
 É uma doença parasitária, bifásica (fase aguda e crônica)
se manifesta de várias formas.
 Fase Aguda (D.C.A)
 Fase Crô...
 A fase aguda tem como característica a miocardite
difusa, em vários graus de rigor, as vezes só
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inaparente ao não ser realizado o tratamento
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 Digestiva: alterações diante do trato
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 Sinonímia: Tripanosomíase americana.
 Agente etiológico: Tripanosoma cruzi, no
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 Reservatório : o homem, diversos mamíferos
domésticos e silvestres: gato, cães, porcos
ratos, tatus, gambás, aves, repte...
 Incubação: vai variar de acordo com a forma de
transmissão.
 Vetorial : 4 a 15 dias;
 Transfuncional: 30 a 40 dias;
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 Fase Aguda : é determinada pela presença de
parasitas circulantes em exames parasitológico
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 Fase Aguda: leishmaniose
visceral, leptospirose, miocardites vitais e
etc.
 Fase Congênitas : diferencia-se daquelas
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 Tratamento específico : deve ser realizado o
mais precocemente possível quando forem
identificadas a forma aguda ou cong...
 Transmissão Vetorial ocorre exclusivamente
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Doença de chagas correto

  1. 1. GRUPO: Andreane Nathalia Bruna Leticia Cláudia Sorelle Mércia Alcantara Michelle da Silva
  2. 2.  É uma doença parasitária, bifásica (fase aguda e crônica) se manifesta de várias formas.  Fase Aguda (D.C.A)  Fase Crônica = * Indeterminada * Cardíaca * Digestiva = * Forma associada = (cardiodigestiva) * Forma Congênita.
  3. 3.  A fase aguda tem como característica a miocardite difusa, em vários graus de rigor, as vezes só sendo identificado por eletrocardiograma ou eco- cardiograma.  Pode-se acontecer pericardite, derrame pericárdico, insuficiência cardíaca congestiva, derrame pleural e etc...  Manifestação Clínica: febre prolongada e recorrente, cefaléia, edema de face ou membros inferiores.
  4. 4.  Manifestação Digestiva: diarréia, vômito e epigastralgia intensa, sendo comuns em casos por transmissão oral. Em casos de transmissão vetorial podem ocorrer sinais de Romanã (edema bipalpebral unilateral) ou chagoma de inoculação (lesão a furúnculo que não supura).  Meningoencefalite: é um caso raro que tende a ser letal, ocorrendo geralmente em casos de reativação (imunodeprimidos) ou em lactantes.  Alteração Laboratorial: ocorrem alterações incluindo anemia, leucocitose, linfocitose e etc.
  5. 5.  Após a fase aguda sendo ela aparente ou inaparente ao não ser realizado o tratamento específico, ocorre redução espontânea da parasitemia com tendência à evolução para:  Indeterminada: mais freqüente na forma crônica, podendo durar a vida toda ou, após 10 anos, pode evoluir para forma: cardíaca, digestiva.  Cardíaca: relevante causa da limitação do chagásico crônico e principal causa de morte.
  6. 6.  Digestiva: alterações diante do trato digestivo,ocorridas por lesões dos plexos nervosos (distribuição neuronal simpática) ocorrendo alterações da mortilidade e morfologia, sendo o megaesôfago e o megacolón as formas mais comuns.  Forma associada (cardiodigestiva): é identificada no paciente as duas forma da doença.  Forma congênita: ocorre em crianças com mães que tenham exames positivos para o T. cruzi.
  7. 7.  Sinonímia: Tripanosomíase americana.  Agente etiológico: Tripanosoma cruzi, no sangue dos vertebrados apresenta a forma de tripomastigoma e , nos tecidos, como amastigota.  Vetores: Triatomíneos hematófagos, diacordo com a espécie podem viver em meio silvestre, no peridomicílio ou no intradomicilio, conhecido também como: “Barbeiro ou Chupão”.
  8. 8.  Reservatório : o homem, diversos mamíferos domésticos e silvestres: gato, cães, porcos ratos, tatus, gambás, aves, repteis etc.  Modo de transmissão são eles: • A forma Vetorial • Transmissão oral • Transmissão transfuncional • Transmissão por transplante de órgãos • Transmissão acidental
  9. 9.  Incubação: vai variar de acordo com a forma de transmissão.  Vetorial : 4 a 15 dias;  Transfuncional: 30 a 40 dias;  Vertical: pode ocorrer em qualquer período da gestação ou durante o parto;  Oral : 3 a 22 dias:  Transmissão acidental: até aproximadamente 20 dias o Transmissibilidade: O paciente chagásico pode albergar o T. cruzi no sangue e/ou tecidos por toda vida, sendo assim reservatório sem ser o principal.
  10. 10.  Fase Aguda : é determinada pela presença de parasitas circulantes em exames parasitológico diretos de sangue periférico (exame fresco, esfregaço, gota espessa).  Fase Crônica: individuo que apresenta anticorpos IgG anti-T. cruzi detectados por dois testes sorológicos de princípios distintos, sendo a Imunofluorescência Indireta (IFI), a Hemoaglutinação (HE) e o ELISA os métodos recomendados.
  11. 11.  Fase Aguda: leishmaniose visceral, leptospirose, miocardites vitais e etc.  Fase Congênitas : diferencia-se daquelas causadas pelas infecções STORCH (sífilis, rubéola, herpes, outros) .
  12. 12.  Tratamento específico : deve ser realizado o mais precocemente possível quando forem identificadas a forma aguda ou congênita da doença ou forma crônica recente (crianças menores de 12 anos); A medicação disponível no Brasil é o Benznidazol (comp. 100mg).  Tratamento sintomático: vem a depender das manifestações clínicas, tanto na faze aguda como na crônica.
  13. 13.  Transmissão Vetorial ocorre exclusivamente no continente americano, onde existe cerca de 12 milhões de infectados, no Brasil, existe cerca de 3 milhões de chagásicos.

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