ESPAÇO GRIÔ - HISTÓRIAS E IDENTIDADES
Profª Esp. Maria Bárbara Floriano
EMEB “Profª Djanira Félix Bomfim Bacci”
Por que essa temática?
• Ela está inserida em nosso cotidiano;
• Juntamente com a mão de obra escrava
vieram culturas;
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De acordo com MEC (2004) a escola tem
papel preponderante para a eliminação das
discriminações e para emancipação dos
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É preciso apontar caminhos diferenciados para
que as crianças de hoje não sejam os adultos
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MEC, 2014, p.24),a finalidade desse projeto é
que “as crianças aprendam desde muit...
Considerando que a oralidade é um aspecto relevante para a
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Curso de
Aperfeiçoamento em
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Espaço Griô Materiais utilizados
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Situação- problema
“Quais estratégias os professores e professoras de
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Desenvolvimento
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Ancestralidad
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• Painel de fotos;
• Confecção de livro;
• Jogos e
brincadeiras
Contação de
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• Música: “A Galinha
D’Angola”;
• Histórias: “A Galinha
A’Angola” e “Bruna e a
Galinha D’A...
Contação de
histórias
africanas
• Confecção de
ganzá e bongô;
• Panôs individuais;
• Livro coletivo “As
cores da África”
“POÁ”(MarceloMorerira)
Contadoradehistórias
Exposição para as famílias
Conclusão
Embora demandando muito esforço, um trabalho incansável
e incessante de desconstrução e reconstrução de conceito...
Finalizando
“Ninguém nasce odiando
outra pessoa pela cor de sua
pele, ou por sua origem, ou
sua religião. Para odiar, as
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Referências Bibliográficas
ABRAMOWICZ, Anete; VANDENBROECK, Michel. Educação Infantil e Diferença. Campinas:
Papirus, 2013...
CARDOSO, Ivanilda Amado; SANTOS, Jaqueline Lima. História e cultura africana e afro-brasileira
na educação infantil. Revis...
MUITO OBRIGADA!
barbarafloriano@hotmail.com
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Espaço Griô- Histórias e Identidades

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O presente trabalho foi apresentado na Semana UAC- Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e trata-se de um projeto desenvolvido com crianças de 5 anos em uma escola municipal sobre a temática racial

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Espaço Griô- Histórias e Identidades

  1. 1. ESPAÇO GRIÔ - HISTÓRIAS E IDENTIDADES Profª Esp. Maria Bárbara Floriano EMEB “Profª Djanira Félix Bomfim Bacci”
  2. 2. Por que essa temática? • Ela está inserida em nosso cotidiano; • Juntamente com a mão de obra escrava vieram culturas; • A criança está em pleno desenvolvimento; • Obrigatoriedade (Lei 10.639/03)
  3. 3. De acordo com MEC (2004) a escola tem papel preponderante para a eliminação das discriminações e para emancipação dos grupos discriminados, pois proporciona conhecimentos diferenciados capazes de consolidar e ajustar as nações de forma democrática e igualitária.
  4. 4. É preciso apontar caminhos diferenciados para que as crianças de hoje não sejam os adultos xenofóbicos de amanhã e a escola, enquanto instituição social, deve se posicionar contra toda e qualquer forma de discriminação, como assinala MEC (2004), assumindo um compromisso com a formação de cidadãos atuantes e democráticos.
  5. 5. Como nos esclarece Hernandez (2001 apud MEC, 2014, p.24),a finalidade desse projeto é que “as crianças aprendam desde muito cedo a tomar decisões, a assumir responsabilidades e a não deixar que sua própria voz seja silenciada pelos que falam mais alto ou projetam formas de exclusão”.
  6. 6. Considerando que a oralidade é um aspecto relevante para a Educação Infantil, uma vez que por meio dela as crianças estabelecem laços, interagem, inserem-se e apropriam-se da cultura, foi desenvolvido o Projeto Espaço Griô:Histórias e Identidades. Com um significado muito especial para a cultura africana os Griôs são os contadores de histórias, genealogistas, cantores e poetas populares, responsáveis por transmitir tudo o que sabem às novas gerações, por meio da tradição oral.
  7. 7. O projeto… Contexto Envolvidos Curso de Aperfeiçoamento em Educação para as Relações Étnico-Raciais, coordenado pelo Núcleo de Estudos Afro- Brasileiros (NEAB) • 23 crianças entre 5 e 6 anos; • Famílias dos alunos; • Demais docentes da U.E.; • ADI’s; • Contadora de história
  8. 8. Espaço Griô Materiais utilizados Almofadas, tecidos com estampas étnicas, tapete, bancos, mesas, câmera fotográfica, DVD, rádio, CD, boneca e galinha de pano, sucatas, tecidos, tinta, papéis diversos, livros de histórias, fotografias, retalhos, ervas para o chá, copos descartáveis, objetos de matriz africana, corda, giz, cola, pincel, canetinha, tesoura, palito de churrasco, revistas, lápis de cor, lápis de escrever, EVA, cestas, fitas adesivas, grampeador, brinquedos diversos.
  9. 9. Situação- problema “Quais estratégias os professores e professoras de Educação Infantil podem adotar para enfrentar o desafio de construir uma adequada iniciação das crianças na temática da diversidade racial, organizando para isso ações pedagógicas cotidianas que contemplem a efetivação da Lei 10.639/2003?”
  10. 10. Desenvolvimento Atividades e Oficinas sugeridas pelo livro: “História e Cultura Africana e Afro- Brasileira na Educação Infantil” (MEC 2014)
  11. 11. Ancestralidad e • Questionário; • Painel de fotos; • Confecção de livro; • Jogos e brincadeiras
  12. 12. Contação de histórias africanas • Música: “A Galinha D’Angola”; • Histórias: “A Galinha A’Angola” e “Bruna e a Galinha D’Angola”; • Panôs coletivos; • Jogos e Brincadeiras; • Confecção de fantoche;
  13. 13. Contação de histórias africanas • Confecção de ganzá e bongô; • Panôs individuais; • Livro coletivo “As cores da África”
  14. 14. “POÁ”(MarceloMorerira) Contadoradehistórias
  15. 15. Exposição para as famílias
  16. 16. Conclusão Embora demandando muito esforço, um trabalho incansável e incessante de desconstrução e reconstrução de conceitos, preconceitos e convenções, a temática sobre relações étnico- raciais deve estar presente no currículo desde a primeira infância e ser trabalhada de forma efetiva durante todo o ano letivo, não sendo relegada apenas à datas específicas.
  17. 17. Finalizando “Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, ou por sua origem, ou sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se elas aprendem a odiar, podem ser ensinadas a amar.” (Mandela, 1995)
  18. 18. Referências Bibliográficas ABRAMOWICZ, Anete; VANDENBROECK, Michel. Educação Infantil e Diferença. Campinas: Papirus, 2013. ALMEIDA, Gercilga de. Bruna e a Galinha D’Angola. Rio de Janeiro: Pallas, 2011. BRASIL. Conselho Nacional de Educação. Parecer CNE/ CEB nº 20/2009 e Resolução CNE/ CEB nº 05/ 2009. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil ________. Plano Nacional de Implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico- Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afrobrasileira e Africana. Brasília, DF, 2004.
  19. 19. CARDOSO, Ivanilda Amado; SANTOS, Jaqueline Lima. História e cultura africana e afro-brasileira na educação infantil. Revista Presença Pedagógica jul./ago. 2014, págs. 60 à 64. MARANHÃO, Fabiano; JUNIOR Luiz Gonçalves. O corpo na construção da identidade negra. São Carlos: EdUFSCar, 2012. MEC/ Secadi. História e Cultura Africana e Afro-brasileira na Educação Infantil. Brasília, DF, 2014. MOREIRA, Marcelo. Poá. Belo Horizonte: Abacatte, 2009. OLIVEIRA, Zilma de Moraes Ramos de. Educação Infantil fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2010. PANZA, Sylvio Luiz. A Galinha D’Angola. São Paulo: Ciranda Cultural, sem data. SANGALO, Ivete. A Galinha D’Angola. Disponível em <https://www.youtube.com/watch?v=r16KLm0A8IY>. Acessado em 27/09/ 2014.
  20. 20. MUITO OBRIGADA! barbarafloriano@hotmail.com

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