Concurso FaçA Lá Um Poema

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Concurso FaçA Lá Um Poema

  1. 1. Concurso “Faça Lá um Poema” A Biblioteca Escolar e o Departamento de  Línguas  associaram‐se  para  participar  no   concurso “Faça Lá Um Poema”, promovido  pelo Plano Nacional de Leitura e o Centro  Cultural de Belém. Este  concurso  tem  o  objectivo  de  incentivar  o  gosto  pela  leitura  e  pela  escrita  de  poesia  e  insere‐se  na  Comemoração  do  Dia  Mundial  da  Poesia  que  se  realiza  no  Centro  Cultural  de  Belém, no dia 21 de Março. Os poemas a concurso eram de tema livre. Cada escola podia seleccionar apenas três  poemas por cada nível de ensino.
  2. 2. Poemas seleccionados 2º Ciclo O que eu gostava de saber? O que eu gostava de saber? Não sei por onde começar. Tanta coisa que não sei explicar Então vou perguntar! Por que é que os pássaros voam? Por que é que o céu é azul? E não cinzento da cor do cimento? Tenho 9 anos, professor, E não me quer responder?! Já sou bem crescidinha Para essas coisas entender! Então, então? Por que é que os cães não sabem ler? Não sei, ninguém me quer responder! Mariana Baptista Abreu, 5º A
  3. 3. Poemas seleccionados 2º Ciclo O Nosso Mundo Era uma vez Era rainha bela e poderosa O Nosso Mundo verdejante Mas o homem a dominou Um Planeta sem igual E com a sua grande ambição Onde tudo era brilhante! Até a beleza lhe roubou! Onde rios cristalinos Agora, rainha sem beleza Atravessavam os montes Já não pode reinar Dando de beber Prestes a desaparecer Aos grandes bisontes! Só nós, crianças, a podemos salvar! Natureza era uma rainha Grande e majestosa Todas juntas vamos conseguir Tudo em seu redor era belo Ao Homem explicar E a paisagem maravilhosa! Que ao proteger a Natureza O nosso Mundo vai melhorar! Rainha de grande reino Com coroa a condizer Beatriz Rodriguez, 5º A, nº 5 Cheia de tulipas e rosas Era linda de morrer! E para vestir, tal rainha, Possuía tecidos deslumbrantes Muitas árvores, flores e frutos Simplesmente fascinantes!
  4. 4. Poemas seleccionados 2º Ciclo A vida A vida é um longo caminho Dá voltas e reviravoltas Tem ódio, tem carinho É o caminho do destino. O carinho é o colo confortante da minha mãe O ódio é o terror da traição de alguém. É vida que corre como o rio no leito É a chama que consome É mundo verdadeiro. O rio que corre leva as más recordações É a água que ajuda a limpar os corações. Na vida há felicidade Na vida há tristeza Não há nada como o amor da nossa Natureza. Natureza nossa mãe Criadora do manto verdejante Fico feliz quando a vejo na sua postura elegante Natureza nossa mãe Criadora do manto verdejante Fico feliz quando a vejo na sua postura elegante. A vida tem de tudo A vida é secreta Mas nem sempre esta estrada é uma recta. Beatriz Rodriguez, 5º A, nº 5
  5. 5. Poemas seleccionados 3º Ciclo As rosas negras Crepitam na minha lareira. Por as queimar Desaparecerá o negro que me rodeia? Se furar um balão De ar recheado Furarei o meu coração De vidro pintado? Alma é aquela Que ajuda os outros Mente é aquela Que se ajuda a si Corpo é aquele Que suporta a luta Entre as duas Num só. O que o coração quer A mente contraria Todos têm medo de morrer E medo de aproveitar a vida Mas enfrentando apenas um medo Os outros vão em seguida. Ana Filipa Costa, 7ºB, nº 1
  6. 6. Poemas seleccionados 3º Ciclo Eu e tu ... Existe o amor. E no amor há confusões, mas também paixões. Eu e tu somos como o mar. Há dias bons e maus. Depende se há ondas grandes e fortes, ou calmas em que se pode nadar. Há dias em que morro de ansiedade por te ver, e um dia sem ti é como um século. E há dias em que estou confuso, não sei se o mundo tem fim nem se tu gostas de mim. Mas tudo superámos, porque o amor é como o fogo, muito quente, aquece os corações mesmo em dias de Inverno. Elodie Oliveira, 8ºA
  7. 7. Poemas seleccionados 3º Ciclo Um brinquedo mágico Este Natal Vou pedir um brinquedo Muito especial. Vou querer algo Que fale, que brinque E que não seja normal. Um brinquedo encantador Parecido com um aspirador Que me dê opiniões E que valha mais que mil piões. Já me estou a imaginar Com ele a falar A jogar à macaca E ajudar a mãe A descascar batata. Será o meu braço direito Um amigo do peito Confiante e pensativo Com o nome de Ivo. Só tenho um problema Onde o vou arranjar? Mas isto fica para sábado Porque tenho mais tempo para sonhar. Beatriz Rato, 7º A
  8. 8. Outros poemas… A dor do adeus... Quando uma lágrima vai rolando por minhas faces macias, Sinto muita dor, Não existe espaço para alegrias... Essa dor é forte, Aumenta a cada segundo, É uma dor dilacerante, Que acaba com o meu mundo. A minha vida é triste, pois tu não estás, Sinto saudade, Não quero que vás... Mas tu foste, E aqui estou eu, Como um pedaço de estrela, Esquecida no céu. Quando partiste, Meu peito ficou a sangrar, Ainda hoje continua, Sempre sem parar. Andreia Santos, 8ºA
  9. 9. Outros poemas… O bater do meu coração… Será amor? Será amizade? Que será isto que sinto? Coisa estranha, muito estranha... Que digo? O meu coração bate, Mas não bate por bater, Bate porque sente, O amor a crescer... O meu coração bate, Mas não bate por bater, Bate porque vê, O teu sorriso aparecer... O meu coração bate de emoção, O meu coração bate de alegria, O meu coração bate e bate, Pois anseia a tua companhia... Andreia Santos, 8º A
  10. 10. Outros poemas… O que sinto? Será amor? Será amizade? Que será isto que sinto? Coisa estranha, muito estranha... E agora que digo? Que maleita é esta que me veio atacar? Será que se nota, Ou dá para disfarçar? Os sintomas são variados, Mas não consigo falar... É tão estranho o que sinto... Algum dia vai passar? Andreia Santos, 8º A
  11. 11. Outros poemas… O Sol com as crianças O Sol que vejo no horizonte É como uma noite de luar Como um brilho incandescente Como um diamante a tilintar. A alegria que vejo nas crianças É como um riso sem fim Como um olhar despreocupado Com uma pele de cetim. Magalie Oliveira, 6º C
  12. 12. Outros poemas… Futuro Na nossa vida em diante Percorremos um caminho, Que ao passar dos anos Fica cada vez mais curto. Eu ainda estou no princípio, Mas há pessoas já na meta. Aprendemos bastante Ao longo da caminhada. Quando chegamos à meta Chegamos felizes e tristes Aprendemos, mas, Chegou a hora de parar. Para lá da meta Não sei o que se passa Só sei uma coisa Que algum lado, seja ele qual for, existirá para nós. Magalie Oliveira, 6º C
  13. 13. Outros poemas… Versos de amor Não te quero magoar A minha maior dor com mais versos de amor. é ter que te deixar. Espero que compreendas Acredita, meu amor, esta minha grande dor. que é só por te deixar. Meu coração anda triste De tanto amor que tenho por há tanto tempo não te ver. trago uma dor no coração. Se não te vejo breve penso Eu creio que morreria, que vou enlouquecer. se não me desses a tua mão. Meu pobre coração Sempre gostei de ti precisa do teu amor. E sempre hei-de gostar. Quando ele o tiver, Penso até que nasci acabou-se a minha dor. com destino de te amar. Leandro, 6º D Desde que os meus olhos viram toda a graça que possuis, não mais fui senhor de olhar para mais alguém. Quando ouvires os sinos a tocar, não perguntes quem morreu, porque quem morre por ti sou eu. Flores morrem, histórias acabam, músicas desaparecem, memórias são esquecidas… tudo tem um fim. Mas pessoas preciosas como tu são guardadas para sempre. No dia da despedida não pararei de chorar. Acredita, minha querida, que é só por te deixar.
  14. 14. Outros poemas… Recordações da vida Um dia tu encontraste o teu amor Igual eu nunca vi Mais tarde era o meu pai E desse amor eu nasci; Quando nasci, logo chorei Para ti, mãe, logo olhei Com amor me pegaste E ao teu colo me aconchegaste; A tua voz era tão doce Os teus olhos eram só ternura Os teus lábios eram só brilho Mãe, tu és uma doçura; Com um ano já andava Já não queria a mama Aos dois anos já não queria colo E aos três até já dormia na minha cama; Aos seis anos estou eu lembrada Pela tua mão fui para a escola Levava livros e cadernos Tudo dentro da sacola; Quando os sete completei Foi aí que me pus a pensar Tão doce e meiga que tu és Que sempre te vou amar; Agora com dez anos Acordo pela manhã Com carinho da minha mãe E beijos da minha irmã; Como são belos os dias Desde o deitar ao amanhecer Junto da minha família Feliz irei sempre ser! Delfina, 5º A

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