Redes de alta velocidade

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Redes de alta velocidade

  1. 1. Introdução O desenvolvimento das tecnologias de redes de computadores tem se dado em ritmos acelerados nos últimos trinta anos. Tal desenvolvimento iniciou-se com um experimento acadêmico, o ARPANET em 1969, e desde então surgiram várias topologias e tecnologias que deram origem às redes de diferentes portes (LANs, MANs e WANs) e diferentes arquiteturas.
  2. 2. Rede Gigabit Evoluções mais recentes em relação ao meio físico para a transmissão digital (fibras óticas) e equipamentos de conexão de rede computadorizados, criou condições para novas técnicas de transmissão que apresentam um desempenho muito melhor, maximizando a velocidade e minimizando as perdas de dados durante a transmissão. Essas novas tecnologias deram origem as redes de alta velocidade ou, como algumas vezes são chamadas, redes Gigabits e nos últimos três anos, as Terabits.
  3. 3. As redes de alta velocidade surgiram principalmente devido a forte influência das redes públicas de telefonia e de telecomunicação. Tais redes sofreram um processo de migração da tecnologia analógica para digital, devido a necessidade de fornecer serviço de transmissão de voz a custos menores.
  4. 4. A ITU-T, foi o órgão responsável pela padronização da estrutura e dos protocolos para a implementação do ISDN ("Integrated Services Digital Network"). Em 1988, nas primeiras etapas de elaboração das recomendações, surgiu um novo conceito que foi definido pela ITU-T como "uma estrutura capaz de atender serviços que necessitem canais com taxas de transmissão superiores aos do canal primário estabelecido pelo ISDN"
  5. 5. Evolução das tecnologias de transmissão
  6. 6. Propostas A crescente demanda de serviços de banda larga; A disponibilidade de novas tecnologias de transmissão de alta velocidade, de chaveamento e de processamento de sinal; A melhoria da capacidade de processamento de dados e imagens na máquina cliente; O avanço no processamento de aplicações em software; A necessidade de integrar serviços interativos e de distribuição.
  7. 7. Estrutura PDH Na multiplexação de diversos canais a 2Mbit/s, é provável que muitos destes canais venham de fontes diferentes, cada uma possuindo freqüências de relógio que podem diferir ligeiramente. Desta forma, antes de se multiplexar estes canais bit a bit, é necessário se “sintonizar” as freqüências dos canais. Isto é feito através de um mecanismo de justificação de bits através da inserção de bits “não significativos”.
  8. 8. Estrutura PDH Estes bits de justificação são reconhecidos na demultiplexação e são descartados, reconstruindo o sinal original. Este processo provoca um funcionamento aparentemente síncrono (ou quase síncrono) para a rede. Por causa disso estas redes receberam o nome de redes plesiócronas. Esta hierarquia acabou sendo então chamada hierarquia PDH (Plesiochronous Digital Hierarchy).
  9. 9. Hierarquia Digital Plesiócrona Um exemplo do quão inflexível a hierarquia PDH pode ser podemos ter do esforço necessário para se extrair um canal de 2Mbit/s de dentro de uma estrutura de 140Mbit/s. Como não se pode saber em que ponto foi o canal de 2Mbit/s inserido, somente com a demultiplexação da estrutura completa e a extração dos bits de justificação o canal será obtido.
  10. 10. Hierarquias Digitais Três padrões foram básicos para a evolução nestas tecnologias:  Padrão americano, utilizado nos EUA e Canadá, tendo como velocidade primária 1.544 Kbits/s;  Padrão europeu, baseado em uma velocidade primária de 2.048 Kbits/s;  Padrão japonês, originado do padrão americano.
  11. 11. Modos de sincronismo Síncrono Todos os relógios da rede são referenciados por uma única Referência Primária de Relógio (PRC – Primary Reference Clock) e a rede como um todo constitui uma única Área de Sincronismo. Neste modo os eventuais ajustes de ponteiro ocorrem de forma aleatória. Este é o modo de operação normal dentro da rede de um único Provedor de Serviços.
  12. 12. Pseudo-Sincrono Onde nem todos os relógios são referenciados por um único PRC. A partir de cada PRC é formada uma Área de Sincronismo, e nos elementos de rede posicionados nas fronteiras dessas áreas podem ocorrer ajustes de ponteiros. Este é o modo de operação normal de Prestadores de Serviço de grande porte (com várias áreas de Sincronismo) ou entre redes compostas por vários Prestadores de Serviços.
  13. 13. Plesiocrono O sinal de Sincronismo da rede entrou em falha, e os relógios dos equipamentos da rede utilizam suas referências internas. Neste modo podem ocorrer ajustes de ponteiros de forma persistente em vários pontos da rede, os quais só cessam com a recuperação do sinal de Sincronismo.
  14. 14. Assíncrono Após a falha do sinal de Sincronismo ocorrem grandes desvios de freqüência entre os relógios da rede. Como a rede SDH tem limites máximos de desvio de freqüência definidos, ao ultrapassar esses limites podem ser gerados alarmes de falha dos serviços, implicando em interrupção do tráfego na rede.
  15. 15. Proposito A SDH, Hierarquia Digital Síncrona, é um novo sistema de transmissão digital de alta velocidade, cujo objetivo básico é construir um padrão internacional unificado, diferentemente do contexto PDH, que possui três diferentes padrões (Americano, Europeu e Japonês). Qualidade de serviço e conseqüentemente melhores sistemas de gerenciamento. Agilidade para atendimento às necessidades dos clientes e aos novos serviços. Redução de custos
  16. 16. Estrutura SDH As tecnologias SDH (Synchronous Digital Hierarchy) são utilizadas para multiplexação TDM com altas taxas de bits, tendo a fibra óptica como meio físico preferencial de transmissão. Entretanto, possui ainda interfaces elétricas que permitem o uso de outros meios físicos de transmissão, tais como enlaces de rádios digitais e sistemas ópticos de visada direta, que utilizam feixes de luz infravermelha.
  17. 17. Taxa de Bits Na SDH é definida uma estrutura básica de transporte de informação denominada Módulo de Transporte Síncrono-1 (Synchronous Transport Module-1, STM-1), com taxa de 155,5 Mbit/s. Esta estrutura define o primeiro nível de hierarquia. As taxas de bit dos níveis superiores são múltiplos inteiros do STM-1. Atualmente são padronizados quatro módulos de transporte a saber: STM-n Taxa (Mbps) STM-1 155.5 STM-4 622.1 STM-16 2488.3 STM-64 9953.3
  18. 18. Organização Estrutural Na SDH, a informação está organizada em módulos síncronos de transporte (STM), os quais contêm três elementos básicos: SOH (cabeçalho de seção): cumpre funções de sincronismo de quadro, canais de serviço, funções de controle, etc. AU - Pointer (ponteiro da unidade administrativa): indica como está estruturada a informação na área da carga útil, e indica como localizar os “virtual container”, onde está a informação dos tributários. “Playload”(área de carga útil): composta de “containers”virtuais, os quais recebem e acomodam organizadamente as informações dos tributários:
  19. 19. Principais Caracteristicas SDH Toda rede transmite, sincronamente e em fase, os sinais STM-n. A PDH é plesiócrona; Organização em bytes, enquanto que o entrelaçamento em PDH é feito por bits; Os comprimentos dos quadros são uniformes (sempre 125μs), o que não ocorre no sistema PDH; Uso de ponteiros para indicar o início de cada quadro e processar eventuais justificações. Alta capacidade de gerência (supervisão, operação, manutenção, etc.)
  20. 20. Principais Caracteristicas SDH Aproximadamente 5% dos bytes SDH são reservados para fins de supervisão e gerência, o que é um índice infinitamente maior que num sistema PDH; O sistema SDH pode acomodar os feixes plesiócronos nos quadros STM-n com total compatibilidade; Compatibilidade com tecnologias atuais e futuras. O SDH aceita e é capaz de transmitir todos os sinais tributários existentes nas redes atuais. Sua padronização já prevê que possa também ser usado para transportar serviços ainda não existentes; Padronização mundial, enquanto que a PDH tem padronização parcial; As redes SDH permitem acesso direto aos tributários, o que não é possível em PDH;
  21. 21. Aspectos Positivos SDH Um sistema unificado propicia maior capacidade e eficiência na gerência das redes, bem como uma considerável redução de preços. O processo de multiplexação, por ser mais flexível, torna muito mais simples essa etapa, em relação ao PDH, que necessita de simetria de equipamentos em todos os pontos da rede. Um sinal SDH pode ser inserido dentro de uma taxa maior, sem passar por estágios intermediários.
  22. 22. Quadro comparativo entre PDH e SDH PDH SDH Transmissão de sinal é plesiócrona A transmissão de sinais é síncrona e em fase. O PDH o entrelaçamento é feito em bits. Organiza-se em bytes. O comprimento do quadro é definido de acordo com a faixa a ser transmitida. O comprimento do quadro é uniforme (125μs). É usada palavra de alinhamento para indicar o inicio do quadro e para justificações. São usados ponteiros para indicar o inicio de cada quadro e para processar eventuais justificações. Limitações quanto à gerência. Total flexibilidade de gerenciamento (supervisão, operação, manutenção). Não pode acomodar outro tipo de sinal a não ser o sinal de origem (plesiócrona). Acomoda feixes plesiócronos com total compatibilidade Possui varias padronizações. Possui um único padrão mundial. Limitado à transmissão de sinais somente compatíveis com seu modo de transmissão (Assíncrono). Possui compatibilidade com tecnologias atuais e futuras alem de possuir a flexibilidade de transmitir quaisquer sinais de tributários de qualquer rede.
  23. 23. Próximos passos da rede SDH Há duas tecnologias que já estão causando muito impacto nas redes SHD. Uma é a dos amplificadores ópticos, baseados em fibra óptica com íons de érbio, que permitem transmissões, sem usar repetidores, por distâncias de até 300km. Alguns sistemas submarinos já usam esses amplificadores. A outra é a dos multiplicadores por divisão de freqüência óptica (cuja a sigla em inglês é WDM). Esses multiplexadores, usando transponders, modulam os sinais ópticos, fazendo com que cada um dos sinais ocupem uma freqüência de luz diferente, e todos os sinais são transmitidos pela mesma fibra óptica. Já existem WDM que reúnem 32 sinais STM-16, totalizando 80 Gbps numa única fibra. Vários fabricantes oferecem sistemas OADM que funcionam no domínio da luz, ou seja, sinais STM- 16 são extraídos ou inseridos sem que seja necessário a conversão para sinais elétricos.
  24. 24. FUTURO O grande futuro da SDH é a tecnologia ATM (modo de transferência assíncrono) para comutação rápida de pequenos pacotes de dados. Quanto mais dados o usuário precisa transmitir, mais pacotes vai ocupar; quanto menos dados, menos pacotes. Por isso se diz que o ATM tem largura de banda transparente. O ATM é uma das grandes promessas para operadoras telefônicas porque o mesmo equipamento vai servir para vender serviços como os de interconexão de redes de computadores, videoconferência, acesso a bancos de dados remotos, internet, interconexão de mainframes (grandes computadores). Entretanto, sem uma rede de SHD para dar apoio, as redes ATM ficariam extremamente caras. Comutadores ATM podem ter, embutido, um multiplexador de SHD com STM-1 (155 Mbps). Os equipamentos SHD sabem identificar, remanejar, inserir e extrair pacotes ATM porque há padrões internacionais para a criação, a partir de célula ATM, de containers virtuais dentro do quadro STM-n. A tecnologia de SHD servirá como infra-estrutura para os serviços baseados em comutadores de ATM.
  25. 25. REDES ATM
  26. 26. CONDIÇÕES QUE PROPICIARAM O SURGIMENTO • Aumento do volume de tráfego • Largura de banda inadequada • Necessidades de desempenho, segurança, confiabilidade e qualidade de serviço. TECNOLOGIAS DISPONÍVEIS • ATM • GIGABIT ETHERNET
  27. 27. DEFINIÇÃO Tecnologia flexível e eficiente Comutação rápida de pacotes Alta flexibilidade Poder de manipulação de tráfego a taxas constantes (áudio e vídeo) e variável (dados)
  28. 28. DIRECIONAMENTO Substituição do sistema telefônico Transmissão de vídeo de alta qualidade e conteúdo multimídia Maior aceitação: Grandes empresas Companhias telefônicas Campus universitários Backbone Rápida evolução das tecnologias de semicondutores e componentes ópticos Evolução das idéias de concepção de sistemas de comunicação
  29. 29. CARACTERÍSTICAS Equipamentos de usuários (PCs, servidores, etc) Equipamentos de acesso (hubs, switches, etc) Equipamentos de rede (roteadores de rede) Representação
  30. 30. Multiplexação Transferência de dados Comutação de pacotes orientado à conexão Conexões de rede na tecnologia ATM: UNI (User Network Interface) – entre equipamentos de acesso, ou entre usuários e equipamentos de rede. NNI (Network Node Interface) – entre equipamentos de rede.
  31. 31. ESTRUTURA Estrutura em camadas sem a pretensão de atender ao modelo OSI. Funções da camada de rede simplificadas ou melhoradas visando desempenho
  32. 32. DIVISÃO EM CAMADAS Física – provê os meios para transmitir as células ATM ○ TC (Transmission Convergence): formato dos frames da rede de transmissão ○ PM (Physical Medium): temporiza os bits do frame de acordo com o relógio de transmissão ATM – construção, processamento e transmissão das células, processamento das conexões virtuais, controle do tráfego na rede. ○ Equipamentos de rede: controla o tráfego de entrada e saída minimiza processamento AAL – fornecimento de serviços para camada de aplicação superior ○ CS (Convergence Sublayer): converte e prepara informação de usuário, controla conexões virtuais ○ SAR (Segmentation and Reassembly): fragmenta a informação
  33. 33. CATEGORIAS DE SERVIÇO Transmissão simultânea de voz, vídeo e dados. Maneira como a rede lida com cada tráfego depende das características do fluxo e dos requisitos da aplicação. Classificação das categorias de serviço é feita pela interface usuário-rede (UNI).
  34. 34. CATEGORIAS DE SERVIÇO CBR (Constant Bit Rate) – conexões que necessitam de banda fixa (estática) como áudio interativo (telefonia), distribuição de áudio e vídeo (Tv, pay-perview), etc. VBR (Variable Bit Rate) Tempo real (rt-VBR): conexões que têm requisitos apertados de tempo e a taxa de bits pode variar. Ex.: vídeo comprimido (MPEG). Não tempo real (nrt-VBR): conexões que podem aceitar variações na taxa de bits. Utilizado com ou sem conexão. Ex.: Sistemas de reserva de aviação, home banking, etc. ABR (Avaliable Bit Rate) – conexões que transportam tráfego em rajada que podem não precisar da garantia de banda. Taxa de bits de acordo com a disponibilidade da rede ATM. Ex.: Inteligação entre redes, etc. UBR (Unspecified Bit Rate) – conexões que nao têm requisitos de tempo real e variação do atraso é mais flexível. Ex.: Interligações entre redes.
  35. 35. Sinal de vídeo rt-VBR. ○ Sinais digitais de vídeo comprimido e seus quadros não apresentam volume constante de dados CONEXÕES VIRTUAIS TP (Transmission Path): rota física entre 2 equipamentos VP (Virtual Path): rota virtual configurada entre 2 equipamentos adjacentes VC (Virtual Cannel): canal virtual configurado entre 2 equipamentos adjacentes à rede ATM.
  36. 36. CÉLULAS Modelo de referência OSI (Open Systems Interconnection) : UI são chamados “pacotes”(packets) na camada de rede e “quadros”(frames) na camada de enlace. Tamanho variável e tamanho máximo muito grande. Endereço usado pelos equipamentos da rede para determinar seu destino
  37. 37. VANTAGENS Tecnologia capaz de integrar LANs e WANs. Custo de processamento x célula de tamanho fixo Switches mais rápidos e baratos do que os roteadores Tecnologia de alta confiabilidade Compatibilidade (Ethernet, Fast Ethernet, Token Ring, etc)
  38. 38. DESVANTAGENS Alto custo na implementação Utilização de outras tecnologias como Fast ethernet e Gigabit Ethernet Interfaces diretamente aplicadas em PC’s, estações de trabalho e sevidores de alto desempenho não têm sido tão grande como se esperava
  39. 39. GIGABIT ETHERNET
  40. 40. REDES GIGABIT ETHERNET Aumento da largura de banda nas pontas das redes Redução constante dos custos Gargalo backbone e as conexões dos servidores
  41. 41. Operação half e full-duplex Formato do quadro ethernet 802.3 Método de acesso ao meio: CSMA/CD Ser compatível com 10Base-T e 100Base-T Obs.: CSMA/CD
  42. 42. Alternativa para LANs e Intranets de Alta Velocidade Fácil migração para níveis mais altos sem rompimento da rede Baixo custo (incluindo suporte e aquisição) Capacidade de suportar novos tipos de aplicações e dados Flexibilidade de projeto de rede
  43. 43. OPERAÇÃO HALF-DUPLEX E FULL-DUPLEX Largura mínima de 1Gbps em ambos os modos Mesmo formato de encapsulamento, métodos de controle de fluxo Obs.: CSMA/CD modificado
  44. 44. SUPORTE À NOVAS APLICAÇÕES E TIPOS DE DADOS Migração para novos tipos de dados, incluindo voz e vídeo Permite misturar dados e vídeos combinando: Aumento da largura de banda Emergência de novos protocolos Uso de compressão de vídeo avançada (Ex.: MPEG-2)
  45. 45. VANTAGENS Popularidade da tecnologia Ethernet e seu baixo custo Tecnologia conhecida Protege investimentos feitos em RH e equipamentos Não há nenhuma nova camada de protocolo a ser estudada
  46. 46. DESVANTAGENS Qualidade de serviço (QoS) Não garante o cumprimento das exigências de aplicações como vídeoconferência com grande número de participantes. Esquema de prioridade (IEEE 802.1p)
  47. 47. ATM X GIGABIT ETHERNET
  48. 48. COMPLEXIDADE Gigabit ethernet considerado um padrão simples ATM é uma tecnologia bastante complexa, além de nova e revolucionária
  49. 49. AMADURECIMENTO Gigabit Ethernet é extensão de uma sólida e madura tecnologia Padrões ATM para tráfego de dados estão completos Produtos de diferentes fabricantes irão interoperar
  50. 50. PREÇO Gigabit Ethernet a 1Gbps significativamente mais barata que ATM a 622Mbps Deve ser analisado o cenário da rede a ser implementada, aplicações a serem utilizadas
  51. 51. BASE INSTALADA ATM estaria na frente por possuir produtos no mercado desde 1994. Gigabit Ethernet é favorecida pela família Ethernet, herdando toda base instalada PESSOAL TREINADO Gigabit Ethernet conta com uma sólida base de pessoal treinado e capacitado nas tecnologias Ethernet e Fast Ethernet Variedade de ferramentas de teste, análise e projeto de redes para tecnologia Ethernet
  52. 52. SUPORTE À MÍDIAS (Dados, voz, vídeo e imagem) Gigabit Ethernet suporta vídeo e tráfego multimídia através da combinação de mecanismos de prioridade de tráfego e uso do protocolo RSVP ATM supera Gigabit Ethernet, pode ser usado indistintamente em LANs e WANs Capaz de manipular todos os tipos de meios, incluindo dados, gráficos, imagens, vídeo e voz graças às células de tamanho fixo e parâmetros de QoS
  53. 53. CONCLUSÕES Gigabit Ethernet – instalações cujo tráfego na rede é em grande maioria dados ATM – indicado para ambientes de domínios de aplicação como transferências de imagens médicas de alta definição, vídeo conferência, vídeo sob demanda, etc. ○ Aplicações que se beneficiariam das características de QoS do ATM ATM e Gigabit Ethernet não são tecnologias concorrentes e sim complementares Requisitos da rede serão os fatores determinantes para a escolha da tecnologia mais adequada
  54. 54. REDES PON (PASSIVE OPTICAL NETWORK) • Uma rede PON (Passive Optical Network) consiste de equipamentos (OLT) localizados nas bordas dos anéis ópticos das redes de transporte SDH, de um lado, e pelo outro lado conectados em vários outros equipamentos (ONU ou ONT) localizados em condomínios, gabinetes nas calçadas, sites e residências.
  55. 55. REDES PON (PASSIVE OPTICAL NETWORK) • Rede ponto-multiponto: transmite as informações em um único par de fibras para 64 elementos reduzindo em escala os custos de uma transmissão padrão ponto-a-ponto. • O tráfego de informações downstream é transmitido em modo broadcasting, ou seja, a informação é transmitida a todos os elementos da rede. A mesma informação chega a todos os usuários por isso é necessário se utilizar um sistema de criptografia das informações para manter privacidade na comunicação. • Nos pontos de terminação das ONU's e ONT's os fluxos downstream e upstream são multiplexados na fibra óptica usando diferentes comprimento de onda e viabilizando transmissões simultâneas.
  56. 56. REDES PON (PASSIVE OPTICAL NETWORK)
  57. 57. REDES PON (EQUIPAMENTOS) • Em uma rede óptica PON, os elementos passivos ficam localizados na planta externa, onde ocorre a distribuição óptica. Estes elementos são: cabos ópticos, divisores passivos, conectores, acopladores. Os únicos elementos ativos são a OLT na central e, a ONU ou ONT, que ficam próximos ao cliente.  MODELOS ATUAIS  MODELO PON
  58. 58. REDES PON (OLT – TERMINAL DE LINHA ÓPTICA) • A OLT (Optical Line Terminal) normalmente instalada dentro da Central da Operadora e controla o fluxo de informações bidirecional para a ONT/ONU. • Normalmente à distância da OLT a ONT/ONU é de 20 km e a mesma controla mais de uma ONT.
  59. 59. REDES PON (ONU – UNIDADE DE REDE ÓPTICA) • É o equipamento que provê a interface entre os dados do cliente, vídeo e redes de telefonia. O Terminal de Rede Óptica fica instalado diretamente na casa do cliente e permite que o cliente escolha a sua taxa de banda larga. • Este equipamento permite a alocação de banda dinâmica, ou seja, transmite em pequenos espaços de tempo que são controlados pela OLT tendo assim uma intensa utilização da banda alocada.
  60. 60. REDES PON (ONT – TERMINAL DE REDE ÓPTICA) • É o equipamento que provê a interface entre os dados do cliente, vídeo e redes de telefonia. O Terminal de Rede Óptica fica instalado ao ar livre. • Além de realizar a interface da OLT com o cliente, a ONU também é responsável pela multiplexação e demultiplexação dos serviços cliente/operadora e operadora/cliente, e mais o fornecimento de energia.
  61. 61. REDES PON (POS – DIVISOR ÓPTICO PASSIVO) • Nos primeiros sistemas de fibras ópticas, o divisor óptico não era necessário visto que se transportava o sinal óptico apenas entre dois pontos. • Agora muitos dos serviços requerem acesso a diversos terminais, e um divisor óptico conectado a essa rede possibilita a divisão do sinal em 1x4, 1x8, 1x16, 1x32 ou 1x64. • A capacidade de divisão do splitters depende muito do seu processo de fabricação.
  62. 62. REDES PON (TOPOLOGIA DE REDE) • A topologia PON é extremamente flexível e se adapta facilmente de acordo com a necessidade de sua operacionalização. A derivação passiva de fibra óptica viabiliza muitas opções de configuração de planta. • Uma planta típica de uma rede PON em operação contempla um misto de topologias de acordo com a estratégia de implantação e com grande flexibilidade de arquitetura.
  63. 63. REDES PON (TOPOLOGIA ANEL) • Cada ONU do barramento funciona como um derivador ótico ativo (splitter 1:1) • As grandes vantagens desta topologia são: a redundância da rede e a possibilidade de configuração do custo métrico de tráfego, onde é possível indicar a direção mais rápida para o tráfego
  64. 64. REDES PON (TOPOLOGIA ÁRVORE) • A maior vantagem desta topologia é quando as ONUs estão relativamente distantes da OLT e/ou estão concentradas a partir de uma certa distancia onde não existem ONUs intermediarias.
  65. 65. REDES PON (TOPOLOGIA BARRAMENTO) • A utilização desta topologia se aplica de forma contrária a topologia em árvore, já que entre a OLT e a ultima ONU existem varias outras ONUs com distância relativamente curta entre uma e outra ONU. Esta topologia é útil para aplicações de abordagem nas ruas
  66. 66. REDES PON (TIPOS DA REDE PON)
  67. 67. REDES PON (TIPOS DA REDE PON) • APON – Rede Óptica Passiva sobre Modo de Transferência Assíncrona • BPON - Rede Óptica Passiva Banda Larga Após o APON, o desenvolvimento de novas tecnologias para o atendimento em altas taxas de bits para transferência de informações fez do BPON o próximo passo nas Redes Ópticas Passivas. • EPON - Rede Óptica Passiva sobre Ethernet O EPON surgiu da idéia que a tecnologia APON era imprópria para devido uso devido a sua falta de capacidade de transmissão de vídeo, banda insuficiente, complexidade e custo. • GPON – Gigabit Passive Optical Network Surgiu para superar o BPON e EPON, com a idéia principal de transmitir comprimentos de pacotes variáveis a taxa de gigabit por segundo
  68. 68. REDES PON (VANTAGENS E DESVANTAGENS) • Provê acesso em fibra óptica com um custo de manutenção menor que o par metálico. • Reduz os pontos de falhas em relação aos sistemas ponto-a-ponto. As redes PONs utilizam elementos passivos e reduzem o número de elementos elétricos na rede. • Como toda nova tecnologia, existem necessidades de: pessoal especializado, pessoal treinado e fornecedores bem qualificados. • Real conhecimento da tecnologia e suas possibilidades de redução de custo.
  69. 69. REFERÊNCIAS • http://www.teleco.com.br/tutoriais.asp (Soluções de Atendimento em Fibra Óptica I - Patrícia Beneti de Oliveira) • Artigo: “PON: Redes Ópticas de Acesso de Baixo Custo” (William Penhas Sanchez) • http://pessoal.utfpr.edu.br/gustavothl/telecom/doc2.pdf • Material Prof Reginaldo

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