Volumosos para bovinos         Luiz Gustavo Nussio        João Luiz Pratti DanielDepartamento de Zootecnia – USP/ESALQ
ESTACIONALIDADE DE PRODUÇÃO DE FORRAGENS
OPÇÕES DE VOLUMOSOS                      Capineiras
OPÇÕES DE VOLUMOSOS        Ensilagem
OPÇÕES DE VOLUMOSOS      Fenação
Intenção de uso de volumosos em confinamento
Intenção de uso de volumosos em confinamento
Inclusão atual de forragem em rações de    bovinos de corte em terminação       - Cana de açúcar (32,3%)       - Silagem d...
CUSTOS DE PRODUÇÃO DEVOLUMOSOS SUPLEMENTARES
Tabela 1 - Parâmetros agronômicos e nutricionais de                  volumosos suplementares                          Sila...
Custos de produção de volumosos suplementares                           Sil.    Sil.               Sil.              Cana ...
Componentes do custo na produção de                                          silagem de milho                             ...
Simulação de custos e lucro sobre custo alimentar gerados porrações compostas por diferentes volumosos para bovinos de cor...
Simulação de custos e lucro sobre custo alimentar gerados por    rações compostas por diferentes volumosos para bovinos de...
Comparação entre fontes de volumososProjeção de receita líquida (RL) na engorda de bovinos recendorações com diferentes vo...
FONTES DE      VOLUMOSOS           DECISÃO            CUSTO           LOGÍSTICAPRODUÇÃO        BALACEAMENTO
FUNDAMENTOQualidade                         Produtividade                GERENCIAMENTO                      do            ...
APTIDÃO AGRÍCOLA• Topografia;• Fertilidade;• Drenagem;• Logística operacional;• Recursos humanos;
• Erosão/Degradação das glebas;• Produtividade decrescente;• Baixo valor nutritivo na forragem;• Elevado custo do nutriente.
Valor nutritivosimilarAtual
silagem milho:cana      Custo~2:1      Atualcana melhor retornoeconômico/alq     Atual
FONTES DE      VOLUMOSOS           DECISÃO            CUSTO           LOGÍSTICAPRODUÇÃO         BALACEAMENTO
Desempenho cana- LeiteTabela . Desempenho de animais e composição do leite de vacasalimentadas com ração contendo diferent...
Ingredientes das rações - Leite                     Silagem de Milho   Silagem de Cana Sil milho + Sil canaSilagem de Cana...
Consumo MS, kg/d                    22,27       22,4724       21,7822201816                                               ...
Ingredientes das rações - Corte    Inclusão                Milho   Milho/Polpa   Milho/Polpa   Polpa        %             ...
Custo do nutriente  do volumoso
Custo do NutrienteCusto de produção de NDT em função da produtividade de MS de volumososuplementar (silagem de milho)     ...
Tabela. Efeito da qualidade e da inclusão da silagem de milho na dietano desempenho de bovinos de corte em confinamento  G...
Tabela. Efeito da qualidade e da inclusão da silagem de milho no lucropor arroba em função do preço de aquisição do milho ...
FONTES DE      VOLUMOSOS           DECISÃO            CUSTO           LOGÍSTICAPRODUÇÃO         BALACEAMENTO
Tabela. Efeito da inclusão da silagem de milho no lucro por arroba e   demanda agrícola                                   ...
Reflexão“Aquilo em que pensamos muda todos os dias,mas a maneira de pensar não tem se alterado           em milhares de an...
Pontos Críticos da           Ensilagem        Oportunidades de       ganhos em eficiênciaPonto de Colheita
Prêmio silagem alto padrão                  Diagnóstico da silagemRisco de contaminação do animal                         ...
Milho
Evolução na “Linha de Leite”do grão
Relação entre linha do leite e % de matéria                              seca da planta                75%MS da planta    ...
Produção e valor nutritivo de silagens de milho   com alteração do teor de MS na colheita                            Matér...
Variações observadas em produtividade e valornutritivo de híbridos de milho para silagem durante o             desenvolvim...
Vita Plus (2011)
Formato silosTrincheira(bunker)Perdas 15-20%
Formato silos           (Bag = Salsicha)      Perdas inferiores a 8%
Perdas de colheita 5-7% - aceitável > 15% - observado( Muck, 2001)
Contenção de perdas:Reduz em 80% as perdaspor deriva
Taxas elevadasEnchimento   > 50 t/dia             (+) < tempo oxidação             (-) > risco de menor             densid...
Enchimento Inclinado             Horizontal
Tamanho de partículas                          620     620   Densidade (kg MV/m3)                          600            ...
Compactação• Peso do trator = 40% t forragem transportada/hora;• Espessura da camada adicionada = 15 - 30 cm / carga;     ...
Compactação                    Compactação•Extensão de compactação= 1-1.2 x turno colheita (h);•Taxa de compactação = 1- 3...
Compactação                       Trator de 3500 Kg - 75 CV de potência.                                                  ...
25,0                            20,2                    20,0                                    16,8    15,9     15,1 Perd...
Compactação
Tipos de lonas
Fonte: Amaral et. al. (2011)
8,00                                    7,47                        7,00                                                5,...
Desempenho de vacas em lactação alimentadascom rações contendo as diferentes silagens.                                    ...
Manejo da retirada         •Retirada desuniforme;         • Oxigênio até 6 m no perfil;         • Camadas diárias 15 a 30 ...
Fatores que afetam a deterioração emaerobiose                   18                   16                        17         ...
Fatores que afetam a deterioração em aerobiose  1. Compactação e vedação;                         •   Microbiológico;   2....
Tipos de perdas pós-aberturaSilagem perdida no piso após a retirada                  Perdas de 4-8%
Tipos de perdas pós - aberturaSilagem rejeitada pelo    animal no cochoPerdas de 5-10%
Manejo da retirada        Outra vez silagem deteriorada ?!
Fatores que favorecem a rejeição da silagem no cocho:  Fornecimento de silagem deteriorada
Manejo da retiradaQual o destino da silagem deteriorada ?
Tabela. Efeito da inclusão de silagem deteriorada no        valor nutritivo de silagem de milho                           ...
8,5                                                                  1,200                           8      1,000         ...
Atendimento daexigência de fibra
CARBOIDRATOS FIBROSOSSituações:  Alta inclusão de fibra:     Fonte de energia     Consumo  Baixa inclusão de fibra:    ...
Intenção atual de composição de rações de     bovinos de corte em terminação      FDN 8 a 15%         PB 13%              ...
Introdução       Unidades de consumo relativo (d-1)                                            Unidades de energia disponí...
Refletindo em                                                              variações no CMS e na                         ...
Figura 1 - Rações experimentais: CN = controle negativo; CP = controle positivo; BAG =bagaço in natura de cana-de-açúcar; ...
Tabela 1 - Coeficientes de efetividade física da fração fibra detergente neutroutilizando método de bioensaio             ...
Tabela 1 - Coeficientes de efetividade física da fração fibra detergente neutroutilizando método de bioensaio             ...
Figura 3 - Conjuntos de peneiras utilizadas para a realização dos cálculos do fator deefetividade física por métodos labor...
Tabela 2 - Coeficientes de efetividade física da fração fibra detergente neutroutilizando métodos laboratoriais           ...
Exigências de fibra para bovinos de corte                         (NRC 1996)Tabela 6 – Exigências estimadas de FDNfe      ...
pH < 6,2 resultou em redução linear na produção de PM e na digestão  da fibra  pH < que 5,6 a 5,7  depressão acentuada no...
Consumo de Elg, kcal/kg PM                                 FDN de forragem, % na MS da raçãoFigura 8 – Regressão entre con...
Figura 9 – Relação entre fibra detergente neutro oriundo de forragem (porcentagem namatéria seca da ração total) e consumo...
Tabela 7 - Desempenho e características da carcaça dos animais recebendorações contendo 12 ou 20% de inclusão de bagaço de...
Tabela 8 – Efeito do nível de inclusão do bagaço de cana-de-açúcar innatura em rações destinadas a bovinos Nelore em termi...
Tabela 9 – Desempenho de novilhos Nelore em confinamento alimentadoscom dois níveis de inclusão de silagem de milho       ...
Tabela 10 – Desempenho de bovinos Nelore alimentados com raçõescontendo três níveis de inclusão de bagaço de cana-de-açúca...
Considerações Finais          Estratégias de Comunicação     Efetividade (%)Unidades de demonstração/ dia de campo        ...
Figura 11 = Efeito da interação entre tipo de processamento de milho e nível deforragem no desempenho de bovinos de corte ...
Componentes do custo na produção de        silagem de milho 25,0                                                          ...
Componentes do custo na produção            de silagem capim                                                              ...
Componentes do custo na produção de  cana-de-açúcar – colheita manual 25,0                                                ...
Componentes do custo na produção decana-de-açúcar – colheita mecanizada 25,0     23,9                                     ...
Figura 7 – Relação entre FDN total da ração (figuras A e B) e ingestões ajustadas dematéria seca (CMS) e energia líquida d...
Figura 7 – entre FDN oriundo da forragem (figuras C e D) (% na matéria seca) eingestões ajustadas de matéria seca (CMS) e ...
Efeitos do ambiente na escolha do            volumoso
DEMANDA CUMULATIVA DE ENERGIA• Demanda cumulativa de energia (DCE) Somatória da demanda cumulativa de energia para produç...
Tabela 8. Emissão de CO2 e demanda cumulativa de energia em forragens                                     Adubação        ...
Tabela. Composição morfológica de plantas de milho para silagem irrigadassob regimes de adubação nitrogenada     Eficiênci...
Tabela. Eficiência de uso de nutrientes e água em plantas de milho para silagem irrigadas sob regimes de adubação nitrogen...
Ponto de Colheita
Tabela 4. Limites de segurança para inibir o crescimento de microrganismosindesejáveis em silagens, em função dos teores d...
Quadro 4. Critérios de julgamento do perfil de fermentação e microbiológico emsilagens estáveis.    Parâmetro             ...
Quadro 4. Critérios de julgamento do perfil de fermentação e microbiológico emsilagens estáveis (Continuação).    Parâmetr...
Parâmetros de avaliaçãoTabela 1. Sistema de avaliação da qualidade fermentativa de silagens atravésdas concentrações de ác...
Parâmetros de avaliaçãoQuadro 1. Riscos associados em vacas leiteiras alimentadas com silagens,associados a alguns parâmet...
Densidade de Silagem das                                   Unidades de Produção te                       900              ...
[Palestra] Prof Nussio: Volumosos para Bovinos -  III Seminário Confinatto
[Palestra] Prof Nussio: Volumosos para Bovinos -  III Seminário Confinatto
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[Palestra] Prof Nussio: Volumosos para Bovinos - III Seminário Confinatto

  1. 1. Volumosos para bovinos Luiz Gustavo Nussio João Luiz Pratti DanielDepartamento de Zootecnia – USP/ESALQ
  2. 2. ESTACIONALIDADE DE PRODUÇÃO DE FORRAGENS
  3. 3. OPÇÕES DE VOLUMOSOS Capineiras
  4. 4. OPÇÕES DE VOLUMOSOS Ensilagem
  5. 5. OPÇÕES DE VOLUMOSOS Fenação
  6. 6. Intenção de uso de volumosos em confinamento
  7. 7. Intenção de uso de volumosos em confinamento
  8. 8. Inclusão atual de forragem em rações de bovinos de corte em terminação - Cana de açúcar (32,3%) - Silagem de milho (25,8%) - Bagaço de cana (9,2%) - Silagem de sorgo (22,6%) Millen et al. (2009)
  9. 9. CUSTOS DE PRODUÇÃO DEVOLUMOSOS SUPLEMENTARES
  10. 10. Tabela 1 - Parâmetros agronômicos e nutricionais de volumosos suplementares Silagem Silagem Silagem Cana SilagemParâmetros milho sorgo Tanzânia fresca canaProdutividade (t MV/ha) 41 44 100 84 84Produtividade (t MS/ha) 13,0 13,2 20,0 25,2 25,2% MS forragem 32 32 20 30 30NDT (%) 65 60 56 60 58PB (%) 8,7 9,4 7,8 2,5 3,5
  11. 11. Custos de produção de volumosos suplementares Sil. Sil. Sil. Cana Cana Sil. CanaParâmetros milho sorgo tanzânia mecanizada manual mecanizada Formação Manutenção Planta Soca Planta Soca Planta SocaInsumos 2010,02 1745,72 1569,97 1513,00 2379,42 601,50 2379,42 601,50 2379,42 601,50Investimentos 171,91 171,91 694,66 - - 169,84Preparo do solo 225,44 225,44 59,84 - 164,69 - 164,69 - 164,69 -Plantio e tratos culturais 145,70 145,70 62,13 23,95 668,06 99,75 668,06 99,75 668,06 99,75Colheita e ensilagem 842,79 928,53 1102,35 541,50 1410,18 1238,50Descarga e distribuição 661,59 661,59 1122,34 509,12 509,12 1040,40Aditivação - - - - - 13,17TOTAL (R$/ha) 4057,44 3878,88 4402,33 2379,60 3248,28 3790,88TOTAL (R$/t MV) 99,49 88,16 67,73 28,54 38,95 61,43TOTAL (R$/t MS) 310,92 293,85 338,64 95,12 129,84 204,77
  12. 12. Componentes do custo na produção de silagem de milho 30% 90%Participação no custo total (%) Frequência acumulada (%) 80% 25% 70% 20% 60% 50% 15% 40% 10% 30% 20% 5% 10% 0% 0%
  13. 13. Simulação de custos e lucro sobre custo alimentar gerados porrações compostas por diferentes volumosos para bovinos de corteconfinados • Animal Nelore • GPD – 1,57 kg/dia • 320 kg de peso vivo no início do confinamento e • Terminado aos 480 kg •Para o balanceamento das rações utilizou-se das seguintes fontes de ingredientes concentrados:  milho moído (fonte energética) (R$450/t em 2011)  polpa cítrica peletizada (fonte energética) (R$360/t em 2011), farelo de algodão (fonte protéica) (R$700/t em 2011), uréia (R$1100 em 2011)  premix mineral-vitamínico (R$1800/t em 2011)  Feno de Cynodon (R$ 600, 00/t)
  14. 14. Simulação de custos e lucro sobre custo alimentar gerados por rações compostas por diferentes volumosos para bovinos de corte confinadosVariável Sil. milho Sil. sorgo Sil. capim Sil. cana Cana FenoCusto do volumoso (R$/t MV) 99,49 88,16 67,73 61,43 28,54 600,00% volumoso na ração (% MS) 20,00 18,00 15,00 15,00 17,00 13,00Ganho de peso predito (kg/d)1 1,57 1,57 1,57 1,57 1,57 1,57Custo da ração (R$/kg MS) 0,470 0,466 0,473 0,463 0,438 0,519Custo alimentar por arroba (R$/@) 76,20 76,31 77,28 75,37 71,50 84,78Receita sobre custo alimentar2 (R$/@) 23,80 23,69 22,72 24,63 28,50 15,22Receita/receita da sil. milho (%) 100,00 99,54 95,46 103,49 119,75 63,951 Consumo de matéria seca predito ~ 9,0 kg MS/d2 Inclui apenas o custo da ração; Preço da arroba = R$ 100,00
  15. 15. Comparação entre fontes de volumososProjeção de receita líquida (RL) na engorda de bovinos recendorações com diferentes volumosos balanceadas para atingir GPD1,25 kg/dia RL RL Volumoso (R$/t MS RL(R$/ha/ano) (R$/@) ração)Silagem de milho 132,76 3.801,39 100Cana-de-açúcar 171,80 17.590,14 129Silagem de cana-de- 148,65 15.220,14 112açúcar
  16. 16. FONTES DE VOLUMOSOS DECISÃO CUSTO LOGÍSTICAPRODUÇÃO BALACEAMENTO
  17. 17. FUNDAMENTOQualidade Produtividade GERENCIAMENTO do RISCO • Milho • Cana-de-açúcar • Sorgo • Girassol • Silagem capim • Alfafa • Feno de gramínea • Aveia
  18. 18. APTIDÃO AGRÍCOLA• Topografia;• Fertilidade;• Drenagem;• Logística operacional;• Recursos humanos;
  19. 19. • Erosão/Degradação das glebas;• Produtividade decrescente;• Baixo valor nutritivo na forragem;• Elevado custo do nutriente.
  20. 20. Valor nutritivosimilarAtual
  21. 21. silagem milho:cana Custo~2:1 Atualcana melhor retornoeconômico/alq Atual
  22. 22. FONTES DE VOLUMOSOS DECISÃO CUSTO LOGÍSTICAPRODUÇÃO BALACEAMENTO
  23. 23. Desempenho cana- LeiteTabela . Desempenho de animais e composição do leite de vacasalimentadas com ração contendo diferentes fontes de volumosos Cana + Sil Sil Cana Cana Sil Milho Milho IMS 23,5a 22,3b 23,5a 21,3c Produção leite, 24,4 24,6 25,2 25,5 kg/dia Fonte: Adaptado de Queiroz (2006)
  24. 24. Ingredientes das rações - Leite Silagem de Milho Silagem de Cana Sil milho + Sil canaSilagem de Cana 39,2% 19,6%Silagem de Milho 50,0% 25,0% Milho 13,8% 22,1% 17,9% Mineral 2,3% 2,3% 2,3% F.Soja 20,9% 23,4% 22,2% Polpa Cítrica 13,0% 13,0% 13,0% eFDN forragem 1 1,2 eFDN, % MS 25,61% 25,85% 25,88%Dietas iso eFDNFonte: de Sá Neto (2012) no prelo
  25. 25. Consumo MS, kg/d 22,27 22,4724 21,7822201816 Leite3,5%G, kg/d14 28,53 27,5912 30 27,4110 Silagem Sil milho Silagem 25 de milho + Sil cana de cana 20 15 10 Fonte: de Sá Neto (2012) no prelo Silagem Sil milho Silagem de milho + Sil cana de cana
  26. 26. Ingredientes das rações - Corte Inclusão Milho Milho/Polpa Milho/Polpa Polpa % 100% 50/50% 50/50% 100%Silagem de Cana 30,6 30,6 30,6 30,6 Milho 55,7 27,9 14 - Polpa cítrica - 27,9 42 55,5 Soja grão 10,4 10,4 10,4 10,4 Mineral 1,6 1,6 1,6 1,6 Uréia 0,96 1,23 1,4 1,55 GPD, kd/dia 1,59 1,72 1,55 1,48 IMS, kg/dia 10,83 10,85 10,39 9,78Pereira, E.M, et al, 2005
  27. 27. Custo do nutriente do volumoso
  28. 28. Custo do NutrienteCusto de produção de NDT em função da produtividade de MS de volumososuplementar (silagem de milho) Produtividade NDT (%) R$/t MS (t MS/ha) 70 68 65 60 55 50 45SILAGEM R$/t NDT 12,0 276 394 406 425 460 502 552 613 14,5 228 326 335 351 380 415 456 507 17,0 195 279 287 300 325 355 390 433 R$/saca (60 kg) 24 25 26 27 28 29GRÃO 88% MS, 85% NDT – R$/t NDT 535 557 579 602 624 646
  29. 29. Tabela. Efeito da qualidade e da inclusão da silagem de milho na dietano desempenho de bovinos de corte em confinamento Ganho de peso (kg/d) NDT %Forragem 58 65 72 20 1,42 1,47 1,52 30 1,34 1,42 1,49 40 1,24 1,36 1,46 Consumo de matéria-seca (kg/d) NDT %Forragem 58 65 72 20 9,01 8,94 8,86 30 9,12 9,02 8,91 40 9,21 9,10 8,97 NRC – Gado de Corte (1996) Nelore, PM= 350-500 kg PV, Silagem milho (R$330, t MS-1), Milho grão (R$ 455 – 568, t MS-1), Uréia (R$1500, t MS-1), Mineral (R$2000, t MS-1).
  30. 30. Tabela. Efeito da qualidade e da inclusão da silagem de milho no lucropor arroba em função do preço de aquisição do milho grãoLucro/@ - Milho R$24/saco NDT %Forragem 58 65 72 20 R$ 5,4 R$ 9,1 R$ 12,4 R$ 6,98 30 R$ 0,8 R$ 7,0 R$ 12,2 R$ 11,42 40 -R$ 4,8 R$ 4,6 R$ 11,7 R$ 16,42 R$ 10,18 R$ 4,52 R$ 0,74 R$ 17,16Lucro/@ - Milho R$30/saco NDT %Forragem 58 65 72 20 -R$ 9,9 -R$ 5,5 -R$ 1,7 R$ 8,19 30 -R$ 13,6 -R$ 6,3 -R$ 0,4 R$ 13,17 40 -R$ 18,0 -R$ 7,3 R$ 0,7 R$ 18,66 R$ 8,09 R$ 1,82 -R$ 2,38 R$ 16,28 NRC – Gado de Corte (1996) Nelore, PM= 350-500 kg PV, Silagem milho (R$330, t MS-1), Milho grão (R$ 455 – 568, t MS-1), Uréia (R$1500, t MS-1), Mineral (R$2000, t MS-1).
  31. 31. FONTES DE VOLUMOSOS DECISÃO CUSTO LOGÍSTICAPRODUÇÃO BALACEAMENTO
  32. 32. Tabela. Efeito da inclusão da silagem de milho no lucro por arroba e demanda agrícola A B C D E COMPOSIÇÃO (MS) 75:25 60:40 40:60 30:70 20:80IMS (kg MS/dia) 9,3 9,08 8,74 8,55 8,35Ganho de peso (kg/dia) 1,33 1,43 1,55 1,6 1,65PB, % 12,3 13 14 13,8 13,9NDT, % 70 73 78 80 83Custo R$/boi dia 3,43 3,42 3,38 3,33 3,28Custo R$/@ 74,3 69,0 62,9 60,0 57,4Receita bruta (R$92/@) 510 549 593 612 631Receita líquida (RS) 98 137 188 213 238Período - GP 160 kg 120 112 103 100 97Silagem (área ha) 1000 UA 770 600 385 284 184
  33. 33. Reflexão“Aquilo em que pensamos muda todos os dias,mas a maneira de pensar não tem se alterado em milhares de anos” Leamnson, 2001
  34. 34. Pontos Críticos da Ensilagem Oportunidades de ganhos em eficiênciaPonto de Colheita
  35. 35. Prêmio silagem alto padrão Diagnóstico da silagemRisco de contaminação do animal baixo 3 médio 2 alto 1(E.coli, Clostridium e Listeria)Tipo de silo trinch. reves. 3 trincheira sem piso 2 superfície 1Tamanho da partícula curto 3 médio 2 longo 1Compactação excelente 3 boa 2 média 1Vedação excelente 3 boa 2 média 1Risco de contaminação de solo baixo 3 médio 2 alto 1Tempo para encher o silo 1dia 3 2-3 dias 2 >3 dias 1Velocidade de retirada / 20cm 1 dia 3 2-3dias 2 >3dias 1Tipo de forragem capim + CS 3 capim +aditivo 2 capim 1Painel do silo excelente 3 bom 2 médio 1Perdas de retirada excelente 3 bom 2 médio 1  27,5 24 36 12 +
  36. 36. Milho
  37. 37. Evolução na “Linha de Leite”do grão
  38. 38. Relação entre linha do leite e % de matéria seca da planta 75%MS da planta 65 55 45 35 y = 43,906x + 10,14 R2 = 0,2546 25 15 0,45 0,55 0,65 0,75 0,85 0,95 1,05 Linha do leite
  39. 39. Produção e valor nutritivo de silagens de milho com alteração do teor de MS na colheita Matéria seca 27% 31% 35% 39%MS kg/ha 14.680 16.180 17.660 21.050FDN % 53,7 49,1 46,6 41,2NDT % 67,6 68,3 66,5 70,2*Leite kg/ha 19.930 22.552 24.045 31.238*Carne kg/ha 1.900 2.159 2.171 3.042* estimatedPereira et al. (2010).
  40. 40. Variações observadas em produtividade e valornutritivo de híbridos de milho para silagem durante o desenvolvimento da cultura.Leite por acre (lb/A) Leite por t MS(lb/t) Pioneer 357820000 200015000 150010000 1000 Leite por acre 5000 Leite por t MS 500 Data de Colheita 0 0 Jul 11 Jul 21 Jul 31 Aug 10 Aug 20 Aug 30 Sep 10 Sep 21 Oct 5 V11 V14 R1 R2 R3 R4 R5 R5.5 R5.8 Joseph G. Lauer - University of Wisconsin
  41. 41. Vita Plus (2011)
  42. 42. Formato silosTrincheira(bunker)Perdas 15-20%
  43. 43. Formato silos (Bag = Salsicha) Perdas inferiores a 8%
  44. 44. Perdas de colheita 5-7% - aceitável > 15% - observado( Muck, 2001)
  45. 45. Contenção de perdas:Reduz em 80% as perdaspor deriva
  46. 46. Taxas elevadasEnchimento > 50 t/dia (+) < tempo oxidação (-) > risco de menor densidade Camadas < 30cm/carga Ajuste da pressão aplicada
  47. 47. Enchimento Inclinado Horizontal
  48. 48. Tamanho de partículas 620 620 Densidade (kg MV/m3) 600 580 569 560 540 536 520 500 480 3,1 3,2 3,6 tamanho médio de partículasFigura Efeito do tamanho de partícula na densidade da silagem de capim Marandú Fonte: Mari et. al. (2003)
  49. 49. Compactação• Peso do trator = 40% t forragem transportada/hora;• Espessura da camada adicionada = 15 - 30 cm / carga; Ruppel et al. (1995)
  50. 50. Compactação Compactação•Extensão de compactação= 1-1.2 x turno colheita (h);•Taxa de compactação = 1- 3 minutos / t forragem/hora. Holmes & Muck (2000)• Peso do trator = 40% t forragem transportada/hora;• Espessura da camada adicionada = 15 - 30 cm / carga; Ruppel et al. (1995)• Extensão de compactação= 1-1.2 x turno colheita (h);• Taxa de compactação = 1- 3 minutos / t forragem/hora. Holmes & Muck (2000)
  51. 51. Compactação Trator de 3500 Kg - 75 CV de potência. Trator de 4500 kg - 90 CV de potência 640 640 650 650 580 600 600 (kg MV/m ) Densidade 3(Kg de MV/m 3) 530 550 515 Densidade 550 490 480 500 500 460 450 450 400 400 6 10 20 30 3,7 10 20 30 ton de MV/hora ton MV/hora Figura . Efeito da taxa de enchimento e do peso do trator na densidade do silagem
  52. 52. 25,0 20,2 20,0 16,8 15,9 15,1 Perdas de MS (%) 15,0 13,4 10,0 10,0 5,0 0,0 360 504 540 580 650 790 Densidade (Kg MV/m3)Figura 1. Efeito da densidade da silagem nas perdas de MS durante a fermentaçâo Fonte: Ruppel et. al. (2002).
  53. 53. Compactação
  54. 54. Tipos de lonas
  55. 55. Fonte: Amaral et. al. (2011)
  56. 56. 8,00 7,47 7,00 5,98 6,00% Silagem deteriorada 5,00 (MS) 3,89 4,00 3,00 2,87 2,00 1,00 0,00 Poliamida Dupla face Preta Bagaço Fonte: Amaral et. al. (2011)
  57. 57. Desempenho de vacas em lactação alimentadascom rações contendo as diferentes silagens. Tratamentos EPMVariável1 Poliamida Dupla Preta Bagaço 2 faceConsumo de MS, kg 22,0 22,9 21,9 22,5 0,14Produção de leite, kg/dia 32,9ab 33,6 ab 31,6 b 34,8 a 0,29Eficiência alimentar,kg leite/kg MS 1,50 1,46 1,45 1,56 0,01 Fonte: Amaral et. al. (2011)
  58. 58. Manejo da retirada •Retirada desuniforme; • Oxigênio até 6 m no perfil; • Camadas diárias 15 a 30 cm; • Perda de ELL (0- 38%) (Honig et al., 1999)
  59. 59. Fatores que afetam a deterioração emaerobiose 18 16 17 14 Perda de MS (%) 12 10 8 10 6 4 5 2 3 0 2 5 10 15 retirada (cm) Figura 9: Efeito da taxa de retirada sobre as perdas de MS em silos tipo bunker. Fonte: Pitt e Muck (1993).
  60. 60. Fatores que afetam a deterioração em aerobiose 1. Compactação e vedação; • Microbiológico; 2. Uso de aditivos • Químico; 3. Teor de CHO´S; 4. Uniformidade do painel;
  61. 61. Tipos de perdas pós-aberturaSilagem perdida no piso após a retirada Perdas de 4-8%
  62. 62. Tipos de perdas pós - aberturaSilagem rejeitada pelo animal no cochoPerdas de 5-10%
  63. 63. Manejo da retirada Outra vez silagem deteriorada ?!
  64. 64. Fatores que favorecem a rejeição da silagem no cocho: Fornecimento de silagem deteriorada
  65. 65. Manejo da retiradaQual o destino da silagem deteriorada ?
  66. 66. Tabela. Efeito da inclusão de silagem deteriorada no valor nutritivo de silagem de milho Ração 100 % Normal 75/25 50/50 25/75 Item Digestibilidade, % MO 75,6a 70,6b 69,0b 67,8b PB 74,6a 70,5b 68,0b 62,8c FDN 63,2a 56,0b 52,5b 52,3b FDA 56,1a 46,2b 41,3b 40,5b a, b,c médias com letras diferentes na mesma linha diferem entre si (P < 0,05); Fonte: Whitlock et. al. (2000)
  67. 67. 8,5 1,200 8 1,000 1,000 Consumo (kg de MS/dia) Ganho de peso (kg/dia) a 7,9 7,5 0,740 0,800 7 0,550 7,3b 0,410 0,600 6,5 6,9b,c 0,400 6 6,6c 5,5 0,200 5 0,000 100 % normal 75/25 50/50 25/75 relação silagem normal/deteriorada consumo de MS Desempenho (Kg/dia)Figura. Efeito da inclusão de silagem de milho deteriorada no consumo e ganho de peso de bovinos de corte Fonte: Adaptado de Whitlock et. al. (2000)
  68. 68. Atendimento daexigência de fibra
  69. 69. CARBOIDRATOS FIBROSOSSituações: Alta inclusão de fibra: Fonte de energia Consumo Baixa inclusão de fibra: Saúde ruminal e do animal
  70. 70. Intenção atual de composição de rações de bovinos de corte em terminação FDN 8 a 15% PB 13% EE 6% FDN 37% MM 8% CHO 74% CNF 65% CNF 37%
  71. 71. Introdução Unidades de consumo relativo (d-1) Unidades de energia disponível (kg-1 MS)Controle bifásico do consumo voluntário de matéria secaFonte: Mertens (1993)
  72. 72. Refletindo em variações no CMS e na cinética ruminalFigura – Teores da fração fibra insolúvel em detergente neutro, seus componentesquímicos e valores estimados de fibra detergente neutro fisicamente efetiva emdiferentes Ingredientes Adaptado de Owens (2008b)
  73. 73. Figura 1 - Rações experimentais: CN = controle negativo; CP = controle positivo; BAG =bagaço in natura de cana-de-açúcar; CAN = cana-de-açúcar in natura; CSOJ = casca desoja; TALG = torta de algodão desengordurada Goulart (2010)
  74. 74. Tabela 1 - Coeficientes de efetividade física da fração fibra detergente neutroutilizando método de bioensaio Fontes de fibra1Variáveis SiM BAG CAN CSOJ TALG EPM4Mastigação, min/diaInclinação 20,33a 22,00a 20,66a 3,00c 14,83b 1,51fef 1,00a 1,16a 1,06a 0,00c 0,68b 0,10FDNfe(mast., min/dia), % MS 57,50b 86,00a 46,25bc 7,25d 36,35c 6,12Mastigação, min/kg de MSInclinação 1,47b 3,10a 1,64b 0,24c 0,83bc 0,28fef 1,00b 2,50a 1,20b 0,00c 0,45c 0,17FDNfe(mast., min/kg de MS), % MS3 57,49b 182,92a 52,33b 4,48c 23,30bc 12,84 Goulart (2010)
  75. 75. Tabela 1 - Coeficientes de efetividade física da fração fibra detergente neutroutilizando método de bioensaio Fontes de fibra1Variáveis SiM BAG CAN CSOJ TALG EPM4“Mat" ruminal, tempo de deslocamento do peso inserido internamente aorúmenInclinação 112,1b 149,1a 166,1a 6,89d 64,60c 12,3fef 1,00b 1,35a 1,50a 0,00d 0,61c 0,11FDNfe("mat" ruminal), % na MS 57,49b 100,10a 65,45b 3,22d 31,45c 6,76pH ruminalInclinação 0,02bc 0,04a 0,03ab 0,01c 0,03a 0,00fe(pH ruminal) 1,00bc 1,62a 1,45ab 0,66c 1,66a 16,00FDNe(pH ruminal), % na MS3 57,49bc 120,34a 63,06bc 48,31c 86,46b 10,44 Goulart (2010)
  76. 76. Figura 3 - Conjuntos de peneiras utilizadas para a realização dos cálculos do fator deefetividade física por métodos laboratoriais. A – Método laboratorial utilizandotécnica de peneira seca (Mertens, 1997); B – Método laboratorial utilizando oconjunto de peneiras do Penn State Particle Size (Lammers et al., 1996)
  77. 77. Tabela 2 - Coeficientes de efetividade física da fração fibra detergente neutroutilizando métodos laboratoriais Fontes de fibra1Variáveis SiM BAG CAN CSOJ TALG EPM4Método proposto por Mertens (1997)fef 0,95a 0,59d 0,88b 0,70c 0,86b 1,03FDNfe> , % na MS 71,93a 46,98c 64,62b 38,57d 64,52b 1,39Método proposto por Lammers et al., (1996)fef 0,86a 0,63d 0,77b 0,20e 0,72c 1,50FDNfe>, % na MS 66,67a 49,22d 60,16b 11,71e 55,55c 1,23 Goulart (2010)
  78. 78. Exigências de fibra para bovinos de corte (NRC 1996)Tabela 6 – Exigências estimadas de FDNfe Exigência mínima de FDNfe (% MS)Bom manejo de cocho, uso de ionóforos e alta inclusão 5 a 8ade concentrado para maximizar o ganho de pesoManejo de cocho variável e com ou sem a presença de 20ionóforoRações que visam maximizar o uso CNF e produção de 20bproteína microbianaa - Concentração necessária para manter pH do rúmen > 5,6-5,7; limiar abaixo do qual bovinosinterrompem o consumo de acordo com os dados de Britton (1989).b – Concentração necessária para manter o pH do rúmen acima de 6,2; maximizando a digestão defibra e/ou síntese de proteína microbiana.Fonte: NRC (1996)
  79. 79. pH < 6,2 resultou em redução linear na produção de PM e na digestão da fibra pH < que 5,6 a 5,7  depressão acentuada no consumo de MS 6,2 5,6 – 5,7 pH ruminal FDNfe (% na MS)Figura – Relação entre pH ruminal e FDNfe na MS da ração utilizando dados de 34 estudos.Fonte: Pitt et al. (1996)
  80. 80. Consumo de Elg, kcal/kg PM FDN de forragem, % na MS da raçãoFigura 8 – Regressão entre consumo de energia líquida de ganho (ELg) por unidade depeso metabólico e nível de fibra detergente neutro oriundo de forragem, r2 = 0,68 Defoor et al. (2002)
  81. 81. Figura 9 – Relação entre fibra detergente neutro oriundo de forragem (porcentagem namatéria seca da ração total) e consumo de energia em megacaloria por dia Zinn et al. (2004)
  82. 82. Tabela 7 - Desempenho e características da carcaça dos animais recebendorações contendo 12 ou 20% de inclusão de bagaço de cana-de-açúcar innatura na matéria seca da ração total Tratamentos aVariáveis 12 20 EPM ProbPeso inicial, kg 403,14 403,35 0,1905 NSPeso final, kg 523,66 514,89 2,2298 0,0112GPD, kg/d 1,21 1,12 0,0223 0,0057IMS, kg 9,32 9,79 0,1191 0,0034EA, gpd/ims 0,131 0,116 0,0028 <0,001Rendimento de carcaça, % 56 55 0,1206 <0,001Área de olho de lombo, cm 63,25 62,57 0,6333 NSEspessura de gordura subcutânea, mm 6,95 5,88 0,2458 NSEL manutenção (mcal/kg/MS)c 1,830 1,690 0,027 <0,001EL ganho de peso (mcal/kg/MS)c 1,199 1,075 0,024 <0,001a 12= 12% de bagaço de cana - de - açúcar na MS da ração; 20 = 20% de bagaço decana – de - açúcar na MS da raçãoc Energia líquida de manuntenção e de ganho de peso das rações experimentais Carareto (2011)
  83. 83. Tabela 8 – Efeito do nível de inclusão do bagaço de cana-de-açúcar innatura em rações destinadas a bovinos Nelore em terminação EPM* MI0 MI3 MII6 Níveis forragem * *PVI, kg 373 373 373 ---- ----PVF, kg 476,03 507,92 504,29 0,0035 11,02IMS, kg 8,42 10,51 10,16 0,0001 0,3GPD, kg 1,197 1,587 1,555 0,0027 0,11EA, GPD/IMS 0,143 0,152 0,153 0,3272 0,014PCQ, kg 273,91 290,17 293,85 0,0048 6,64RC, % 57,53 57,13 58,32 0,8209 0,67AOL,cm2 77,56 79,66 79,53 0,283 1,47EGS,mm 4,45 5,29 4,81 0,2318 0,39* Níveis de forragem: efeito quadráticoMI = milho grão inteiroPVI = peso vivo inicial; PVF = peso vivo final; IMS = ingestão de matéria seca; GPD =ganho de peso diário; EA = eficiência alimentar; PCQ = peso de carcaça quente; RC =rendimento de carcaça; AOL = área de olho de lombo; EGS = espessura de gordurasubcutânea Marques et al. (2011)
  84. 84. Tabela 9 – Desempenho de novilhos Nelore em confinamento alimentadoscom dois níveis de inclusão de silagem de milho Nível de inclusão de FDNf2Variáveis1 5,80 17,35 PbCMS, kg/dia 8,96a 7,80b <0,01CEM, Mcal/dia 26,20a 19,86b <0,01GPD, kg/d 1,80a 1,43b <0,01EA, g/kg 202,67 185,91 0,08EEM, g/Mcal 69,22 73,30 0,29ELm, Mcal/kg 2,19 2,13 0,38ELg, Mcal/kg 1,51 1,46 0,381CMS = consumo de matéria seca; CEM = consumo de energia metabolizável; GPD =Ganho de peso diário; EA = eficiência alimentar; EEM = eficiência de utilização da EM;ELm = teor de energia líquida para mantença da dieta; ELg = teor de energia líquidapara ganho da dieta.2Médias com letras distintas na mesma linha diferem estatisticamente (P<0,05)Nuñez (2008)
  85. 85. Tabela 10 – Desempenho de bovinos Nelore alimentados com raçõescontendo três níveis de inclusão de bagaço de cana-de-açúcar Níveis de inclusão de bagaço de cana-de-açúcar, %1 11,0 16,0 20,0 CV2Peso médio inicial, kg 277 279 281 9,3Peso médio final, kg 423 424 416 7,4Ganho médio diário, kg/dia 1,51 1,49 1,38 11,7Matéria seca ingerida,kg/dia 8,3 7,9 7,5 8,0Eficiência alimentar, kg 0,190 0,183 0,183 7,2111 = inclusão de 11% de FDN de bagaço de cana-de-açúcar na matéria seca da raçãototal; inclusão de 16% de FDN de bagaço de cana-de-açúcar na matéria seca da raçãototal; inclusão de 20% de FDN de bagaço de cana-de-açúcar na matéria seca da raçãototal;2CV = coeficiente de variação Leme et al. (2003)
  86. 86. Considerações Finais Estratégias de Comunicação Efetividade (%)Unidades de demonstração/ dia de campo 87Informativos técnicos 83Artigos revistas e propagandas 77Central de atendimento telefônico 82Boletins técnicos 74Website 62E-mail 47Rádio 25Fonte: Undersander (2005)
  87. 87. Figura 11 = Efeito da interação entre tipo de processamento de milho e nível deforragem no desempenho de bovinos de corte em terminação*MI = milho inteiro; MQ = milho quebrado; MMF = milho moído fino; ** Nível deforragem = 2.5, 5.0 e 7.0% de FDN de feno de alfafa na ração total Turgeon et al. (1983)
  88. 88. Componentes do custo na produção de silagem de milho 25,0 72,5 80 67,4 62,0 70 18,9 Freqüência acumulada (%) 20,0 56,5 60 49,9 15,1 15,0 42,1 50 34,0 % 40 10,0 8,0 7,8 30 18,9 6,7 5,4 5,4 5,1 20 5,0 10 0,0 0 colheita (caminhão) transporte dolomítico sementes herbicida pré- (cobertura) emergente lona plástica calcário 20-0-20 8-30-16 + Zn
  89. 89. Componentes do custo na produção de silagem capim 76,525,0 71,0 80 20,7 65,4 70 Freqüência acumulada (%)20,0 58,8 51,5 60 44,1 5015,0 13,6% 34,3 40 9,810,0 30 20,7 7,4 7,3 6,7 5,6 5,5 20 5,0 10 0,0 0 amonio colheita carregamento sulfato de depreciação retirada da transporte KCl silagem e lona plástica 20-05-20 silo
  90. 90. Componentes do custo na produção de cana-de-açúcar – colheita manual 25,0 90 77,5 80,7 73,9 80 Freqüência acumulada (%) 20,0 66,3 17,3 17,2 70 57,3 60 15,0 46,0 50% 11,3 34,5 40 10,0 11,5 9,1 7,6 30 17,3 5,0 3,6 3,2 20 10 0,0 0 (plantio) mudas corte manual picagem estacionária transporte transporte e 04-20-20 uréia distribuição 20-05-20
  91. 91. Componentes do custo na produção decana-de-açúcar – colheita mecanizada 25,0 23,9 90 77,2 80,9 73,2 80 68,7 Freqüência acumulada (%) 20,0 63,8 70 14,6 51,2 60 15,0 12,6 50 38,4% 12,8 40 10,0 23,9 30 5,0 4,5 5,0 4,0 3,7 20 10 0,0 0 (plantio) interno transporte corte e (cobertura) uréia mudas picagem distribuição transporte e 20-00-20 20.-05.-20 04-20-20
  92. 92. Figura 7 – Relação entre FDN total da ração (figuras A e B) e ingestões ajustadas dematéria seca (CMS) e energia líquida de ganho (ELg) para cada experimento em gadode corte confinado Galyean e Defoor (2003)
  93. 93. Figura 7 – entre FDN oriundo da forragem (figuras C e D) (% na matéria seca) eingestões ajustadas de matéria seca (CMS) e energia líquida de ganho (ELg) para cadaexperimento em gado de corte confinado Galyean e Defoor (2003)
  94. 94. Efeitos do ambiente na escolha do volumoso
  95. 95. DEMANDA CUMULATIVA DE ENERGIA• Demanda cumulativa de energia (DCE) Somatória da demanda cumulativa de energia para produção (DCEp), para uso (DCEu) e para descarte (DCEd) do bem econômico (VDI, 1997) Produção de forragem - “input” direto de energia na forma de óleo combustível (ex.: óleo diesel), e também a energia indireta que inclui o “input” de energia de fertilizantes, sementes, pesticidas, maquinário (Kraatz et al., 2009)
  96. 96. Tabela 8. Emissão de CO2 e demanda cumulativa de energia em forragens Adubação Prod. MS Emissão de CO2 DCEForragem (kg N/ha) (t/ha) (kg/kg MS) (MJ/kg MS) 144 12 0,15 1,68 132 11 0,14 1,66Silagem Milho 114 9,5 0,15 1,69 90 7,5 0,17 1,83Silagem gramínea C3 ( 4 cortes ) 141 9 0,2 2,37Silagem gramínea C3 ( 3 cortes ) 65 7 0,17 1,99Silagem gramínea C3 ( 2 cortes ) 30 5 0,15 1,84Silagem gramínea C3 ( 2 cortes ) 0 4 0,17 1,92 140 8 0,12 0,95 80 6 0,1 0,84Pasto 20 4 0,08 0,65 0 3 0,1 0,83 140 9 0,21 2,14 74 7 0,19 1,78Feno 50 5 0,2 2,03 0 4 0,17 1,58 PMS – produção de matéria seca; DCE – demanda cumulativa de energia Silagem de milho – 15% de perdas; Silagem de capim – 20% de perdas; Feno – 30% de perdas. Fonte: Adaptado de Kraatz, et al. (2006)
  97. 97. Tabela. Composição morfológica de plantas de milho para silagem irrigadassob regimes de adubação nitrogenada Eficiência 0 79 158 (kg N/ha) (kg N/ha) (kg N/ha)Produção MS 24,3 31,5 32,5 (t MS/ha)Grãos 8,6 11,8 12,5 (t MS/ha)Colmo e folhas 10,8 12,7 13,1 (t MS/ha)Sabugo e brácteas 4,7 6,8 6,8 (t MS/ha)Participação grãos 36 38 39 (% MS) Adaptado de Islam e Garcia, Grass and Forage Science (2012)
  98. 98. Tabela. Eficiência de uso de nutrientes e água em plantas de milho para silagem irrigadas sob regimes de adubação nitrogenada Eficiência 0 79 158 (kg N/ha) (kg N/ha) (kg N/ha)Nitrogênio ---- 271 158 (kg MS/kg N)Fósforo 204 279 285 (kg MS/kg N)Potássio 98 100 90 (kg MS/kg N)Água total – 790mm 39 41 37 (kg MS/mm)Água irrigação – 280 mm 59 61 55 (kg MS/mm)Adaptado de Islam e Garcia, Grass and Forage Science (2012)
  99. 99. Ponto de Colheita
  100. 100. Tabela 4. Limites de segurança para inibir o crescimento de microrganismosindesejáveis em silagens, em função dos teores de pH e MS. Teor de MS (%) pH 15 20 25 30 35  3,6 Segura Segura Segura Segura Segura 3,6 – 3,8 Segura Segura Segura Segura Segura 3,8 – 4,0 Cuidado Segura Segura Segura Segura 4,0 – 4,2 Perigo Cuidado Segura Segura Segura 4,2 – 4,4 Perigo Perigo Cuidado Segura Segura 4,4 – 4,6 Perigo Perigo Perigo Cuidado Segura 4,6 – 4,8 Perigo Perigo Perigo Perigo Cuidado  4,8 Perigo Perigo Perigo Perigo PerigoSegura: Silagem potencialmente segura.Perigo: Risco de crescimento de Clostridium sp. e Listeria sp.Fonte: Lallemand, 2003.
  101. 101. Quadro 4. Critérios de julgamento do perfil de fermentação e microbiológico emsilagens estáveis. Parâmetro Observação Maior pH para silagens de leguminosaspH: 4,0-4,5 Menor pH para silagens de milho, sorgo e cana pH mais elevado para silagens emurchecidas 6-8%: silagens úmidas ( 35% MS)Ácido lático 3-4%: silagens emurchecidas ( 45% MS) 1-3%: silagens de grãos úmidos  2%: silagens de milhoÁcido acético  0,1%: silagens de grãos úmidosÁcido butírico  0,1%Ácido propiônico 0 a 1%Fonte: Mahanna (1997).
  102. 102. Quadro 4. Critérios de julgamento do perfil de fermentação e microbiológico emsilagens estáveis (Continuação). Parâmetro Observação 1-4%: silagem de grão úmidoCarboidratos 4-6%: silagem de leguminosas e gramíneassolúveis em água 6-8%: silagem de milho  5%: silagem de milho e outros cereaisAmônia (% N total)  10 a 15%: silagens de gramíneas e leguminosasTemp. da silagem Não deve ultrapassar mais que 10 ºC da temp. ambienteBactérias aeróbias  100.000 UFC g-1 de silagem. Ex: Bacillus sp.  100.000 UFC g-1 de silagem. Ex: Fusarium sp.,Fungos Gibberella sp., Aspergilus sp., Penicillium sp.  100.000 UFC g-1 de silagem. Ex: As espécies ácido- metabolizantes Candida sp. e Hansenula sp. são maisLeveduras preocupantes que as fermentativas Saccharomyces sp. e Torulopsis sp.Fonte: Mahanna (1997).
  103. 103. Parâmetros de avaliaçãoTabela 1. Sistema de avaliação da qualidade fermentativa de silagens atravésdas concentrações de ácido butírico e acético Ác. butírico Ác. acético Pontos Avaliação Pontos (% MS) (% MS) (descontados) Escore Classificação 0 – 0,3 100  3,0 0 90 – 100 1 > 0,3 – 0,4 90 > 3,0 – 3,5 -10 72 – 89 2 > 0,4 – 0,7 80 > 3,5 – 4,5 -20 52 – 71 3 > 0,7 – 1,0 70 > 4,5 – 5,5 -30 30 – 51 4 > 1,0 – 1,3 60 > 5,5 – 6,5 -40 < 30 5 > 1,3 – 1,6 50 > 6,5 – 7,5 -50 > 1,6 – 1,9 40 > 7,5 – 8,5 -60 > 1,9 – 2,6 30 > 8,5 -70 > 2,6 – 3,6 20 > 3,6 – 5,0 10 > 5,0 0Fonte: Kaiser & Weiβ, 2005.
  104. 104. Parâmetros de avaliaçãoQuadro 1. Riscos associados em vacas leiteiras alimentadas com silagens,associados a alguns parâmetros qualitativosParâmetro Nível Risco associadopH > 4,5 Cetose (início da lactação)pH < 3,6 Acidose crônica (início da lactação), laminite crônica, gastrite, queda na produção de gordura no leiteÁc. acético > 8% MS CetoseÁc. butírico > 1% MS CetoseEtanol > 3% MS Necrose e dano hepáticoAmônia > 2% MS Alcalose, disfunção gástrica, tetaniaFonte: Lallemand, 2003.
  105. 105. Densidade de Silagem das Unidades de Produção te 900 230 800 225Densidade da Silagem Densidade da Silagem 700 220 600 215 (t de MV/m3) (t de MS/m3) Densidade da Silagem em 500 210 Massa Verde 400 205 Densidade da Silagem em Matéria Seca 300 200 200 195 100 190 0 185 Produção (litros/dia)

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