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120807 06-wbeef-certif-luciano-antunes

  1. 1. 1750   1800   1850   1900   1950   2000   2050   2100   2150   30/3/2011   30/4/2011   30/5/2011   30/6/2011   30/7/2011   30/8/2011   30/9/2011  30/10/2011   Sisbov  30/11/2011  30/12/2011   30/1/2012   1/3/2012   1840   1850   1860   1870   1880   1890   1900   1910   Sisbov  
  2. 2. • “Poli2zação”  do  SISBOV:  plataformas  em  “defesa”  do  produtor  rural  defendendo  que    o  SISBOV  será:   • Ex2nto       • Facilitado     • “Gratuito”  ($$$  de  Governo  ou  CNA)          •   Exigências  x  Discurso     • Quem  fiscaliza  informa  que  os  SISBOV  é  um  exagero  e  ao  mesmo  tempo  penaliza     com  exigências  superiores  a  qualquer  programa  ISO  (polí2ca  do  “erro  zero”).   • Penalidades  ao  Produtor       • Penalidades  a  Cer2ficadora       • Suspensão       • Descredenciamento          
  3. 3. -­‐ Desconhecimento  Técnico  de  Setores  Diretamente  Envolvidos       -­‐ Exigências  do  Mercado  Europeu  1760       -­‐ Ufanismo  “burro”       -­‐ Das  regras  Brasileiras  (exemplo  IN  17  –  2006)     -­‐ Dos  recursos  disponíveis  (exemplo  –  brinco  eletrônico  contra  o  abigeato)        -­‐ Visão  de  Curto  Prazo         -­‐ Indústria     -­‐ Produtores       -­‐ Cer2ficadoras      
  4. 4. • IN  17/2006      • Exatamente  a  mesma  coisa  que  valia  há  6  anos.    • Sem  nenhuma  mudança.    
  5. 5. • Quem  realmente  sabe  o  que  é  a  PGA  ?      • PGA  não  é  Sinônimo  do  SISBOV  (aqui  reside  o  GRANDE  problema  desta  questão)    • PGA  (implantação)         • (1  Passo)  Cadastro  Centralizado  de  Produtores  e  Propriedades       • (2  Passo)  GTA  eletrônica       • (3  Passo)  Depósito  dos  Protocolos  de  Cer2ficação       Parte  que  cabe  a  cada  Estado...  
  6. 6. Simulador Custos x Benefícios Novo SISBOVDescrição QuantidadesQuantidade Total de Animais da Propriedade 800Quantidade de animais a serem Rastreados/Identificados 800Abates por Ano - Animais Rastreados 300Peso médio em Quilos por Carcaça Rastreada 250Reposição Anual de animais 300Descrição Valores R$Livro de Registros oficial R$ 65,00Identificadores - Brincos (valor unitário) R$ 1,30Rastreabilidade e Certificação Animal R$ 2,40Custo Anual (manutenção / certificação ERAS) R$ 2.772,00 Por AnimalDiferença do valor por Animal R$ 80,00 80,00Resultados (cálculo automático) 1o Ano Anos SeguintesInvestimento Realizado pelo Produtor 5.797,00 3.882,00Retorno 24.000,00 24.000,00Retorno por Quilo de Carcaça R$ 0,40 R$ 0,40Lucro APENAS COM A RASTREABILIDADE 18.203,00 20.118,00Você multiplicou o investimento em rastreabilidade por ... 3 5
  7. 7. Simulador Custos x Benefícios Novo SISBOV TERMINAÇÃODescrição QuantidadesQuantidade Total de Animais da Propriedade 500Quantidade de animais a serem Rastreados/Identificados 500Abates por Ano - Animais Rastreados 500Peso médio em Quilos por Carcaça Rastreada 250Reposição Anual de animais 500Descrição Valores R$Livro de Registros oficial R$ 65,00Identificadores - Brincos (valor unitário) R$ 1,30Rastreabilidade e Certificação Animal R$ 2,40Custo Anual (manutenção / certificação ERAS) R$ 2.772,00 Por AnimalDiferença do valor por Animal R$ 80,00 80,00Resultados (cálculo automático) 1o Ano Anos SeguintesInvestimento Realizado pelo Produtor 4.687,00 4.622,00Retorno 40.000,00 40.000,00Retorno por Quilo de Carcaça R$ 0,40 R$ 0,40Lucro APENAS COM A RASTREABILIDADE 35.313,00 35.378,00Você multiplicou o investimento em rastreabilidade por ... 8 8
  8. 8. • Esperar  pela  PGA  ?      • Iniciar  o  processo  SISBOV  e  colher  resultados  em  120  dias  ?      *  Em  setembro  de  2009  começou  oficialmente  a  “espera”  na  Expointer  com  o  anúncio  OFICIAL  do  MAPA  que  em  dezembro  de  2009  tudo  mudaria.    
  9. 9. O  PRESIDENTE  DA  REPÚBLICA  Faço  saber  que  o  Congresso  Nacional  decreta  e  eu  sanciono  a  seguinte  Lei:  Art.  1o    Esta  Lei  conceitua  e  disciplina  a  aplicação  de  rastreabilidade  na  cadeia  produ2va  das  carnes  de  bovinos  e  de  búfalos.    Art.  2o    A  rastreabilidade  de  que  trata  esta  Lei  é  a  capacidade  de  garan2r  o  registro  e  o  acompanhamento  das  informações  referentes  às  fases  que  compõem  a  cadeia  produ2va  das  carnes  de  bovinos  e  de  búfalos,  permi2ndo  seguir  um  animal  ou  grupo  de  animais  durante  todos  os  estágios  da  sua  vida,  bem  como  seguir  um  produto  por  todas  as  fases  de  produção,  transporte,  processamento  e  distribuição  da  cadeia  produ2va  das  carnes  de  bovinos  e  de  búfalos.  Parágrafo  único.    A  rastreabilidade  tem  por  objeOvo  primordial  o  aperfeiçoamento  dos  controles  e  garanOas  no  campo  da  saúde  animal,  saúde  pública  e  inocuidade  dos  alimentos.  
  10. 10. V  -­‐  registros  de  animais  e  produtos  efetuados  no  âmbito  do  setor  privado  pelos  agentes  econômicos  de  transformação  industrial  e  distribuição.  §  1o    Poderão  ser  ins2tuídos  sistemas  de  rastreabilidade  de  adesão  voluntária  que  adotem  instrumentos  adicionais  aos  citados  no  caput,  e  as  suas  regras  deverão  estar  acordadas  entre  as  partes.  §  2o    A  organização  e  o  registro  das  informações  de  que  trata  o  caput  deverão  ser  feitos  por  meio  eletrônico,  devendo  o  Poder  Execu2vo  Federal  adotar  os  meios  necessários  para  integrar  e  organizar  as  referidas  informações.  
  11. 11. Decreto  nº  7.623,  de  22  de  novembro  de  2011  Regulamenta  a  Lei  nº  12.097,  de  24  de  novembro  de  2009,  que  dispõe  sobre  a  aplicação  da  rastreabilidade  na  cadeia  produ2va  das  carnes  de  bovinos  e  de  búfalos.  Art.  6º  Caberá  à  Confederação  da  Agricultura  e  Pecuária  do  Brasil  -­‐  CNA  a  gestão  de  protocolos  de  rastreabilidade  de  adesão  voluntária,  conforme  previsto  no  §  1º  do  art.  4º  da  Lei  nº  12.097,  de  2009.  Art.   4º,   §   1º,   L-­‐012.097-­‐2009   -­‐   Conceito   e   a   Aplicação   de   Rastreabilidade   na   Cadeia  Produ2va  das  Carnes  de  Bovinos  e  de  Búfalos  Parágrafo   único.   A   CNA   poderá   fazer   uso   de   dados,   informações   técnicas   e  comerciais,   programas   de   informá2ca,   procedimentos   e   ro2nas,   resguardadas   as  informações   estratégicas   de   cada   elo   da   cadeia,   com   o   propósito   de   u2lização   e  prestação  de  serviços  no  que  lhe  couber.  
  12. 12. •  Art.  7º    Os  sistemas  de  rastreabilidade  de  adesão  voluntária  da  cadeia  produ2va  de   carne  de  bovinos  e  de  búfalos  previstos  no  §  1º  do  art.  4º  da  Lei  nº  12.097,  de   2009,  quando  uLlizados  na  cerLficação  oficial  brasileira,  devem  ter  seus   protocolos  avaliados  e  homologados  previamente  pelo  Ministério  da  Agricultura,   Pecuária  e  Abastecimento.  •  §  1º  São  requisitos  mínimos  para  a  aprovação  dos  protocolos  a  que  se  refere  o  caput:  •  I  -­‐  garan2a  da  iden2ficação  animal,  seja  ela  cole2va  ou  individual;  •  II  -­‐  inserção  dos  dados  no  sistema  informa2zado  de  lançamento  que  possibilite  o  adequado  abastecimento   das  informações  no  sistema  público  informa2zado  a  que  se  refere  o  ar2go  4º;  •  III  -­‐  detalhamento  dos  obje2vos  do  sistema  de  rastreabilidade,  dos  procedimentos  de  execução  e  das   formas  de  controle  para  cer2ficação  em  manual;  •  IV  -­‐  arquivamento  dos  registros  gerados  na  execução  dos  processos  definidos  no  manual  pelo  período  de   cinco  anos  com  o  intuito  de  garan2r  a  auditabilidade  do  protocolo;  •  V  -­‐  cópia  do  instrumento  social  registrado  em  junta  comercial  ou  instrumento  equivalente  que  indique  o   endereço  e  com  o  obje2vo  condizente  com  a  a2vidade  a  ser  exercida;  •  VI  -­‐  existência  de  responsável  técnico;  e  •  VII  -­‐  demonstração  da  capacidade  operacional  de  execução  do  protocolo  proposto.  

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