Biomas; Climas; Massas de ar

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  • Professor: você sabe como é o dia-a-dia de um inuíte? E de um beduíno? Será que é igual ao do indígena amazonense? Se pararmos para pensar, veremos que a vida na Terra é influenciada pelo clima − desde a distribuição dos seres vivos pelo espaço geográfico até o desenvolvimento das atividades econômicas e ainda as formas do relevo e o regime das águas dos rios. A importância do clima é tão grande que ele foi considerado Patrimônio Comum da Humanidade pela ONU, em 1989. Na imagem, beduínos caminhando com seus camelos no deserto do Saara, 2005.
  • Professor: é na chamada troposfera que ocorrem importantes fenômenos meteorológicos para o sistema terrestre, como a formação das nuvens e das chuvas.
  • Professor: massa de ar é uma grande porção da atmosfera que apresenta características próprias de temperatura e umidade, determinadas pela região em que a massa se origina (oceanos, desertos, regiões frias etc.). Utilize a animação para ilustrar os movimentos das massas de ar no globo.
  • Professor: a frente fria ou SFF corresponde à zona de contato entre uma massa de ar fria e outra quente, em que a primeira (a fria) se desloca ou avança sobre a segunda (a quente). Essa zona de contato é marcada por instabilidade atmosférica. A massa de ar fria prossegue sua trajetória, seguindo em geral a massa de ar quente e, ao alcançá-la, forma uma superfície frontal.
  • Professor: a frente quente ou SFQ também corresponde à zona de contato entre uma massa de ar quente e outra fria, mas, nesse caso, é a quente que se desloca ou avança em direção à fria e, ao alcançá-la, penetra gradualmente por cima desta, formando uma superfície frontal longa e inclinada. Cria-se nessa zona de contato uma área de instabilidade atmosférica. O vapor de água transportado pela massa de ar quente e úmida se condensa e, atingindo o ponto de saturação (limite da quantidade de vapor de água que o ar pode absorver), pode ocasionar chuva.
  • Professor: a escala indicada se refere ao mapa impresso no módulo.A latitude é a distância, dada em graus, entre um ponto qualquer da superfície terrestre e a linha do Equador. A latitude varia entre 0º e 90º, assim pode ser norte ou sul, conforme o ponto se localize em relação à linha equatorial.
  • Professor: a altitude de um ponto qualquer na superfície terrestre é medida em relação ao nível dos oceanos, ou nível zero. Ela influi na temperatura do ar atmosférico e consequentemente no tempo e no clima. Quanto maior for a altitude de um lugar, menor será a sua temperatura média. Isso ocorre porque nas áreas de altitudes elevadas o ar é mais rarefeito, fazendo com que a retenção de calor seja menor. Além disso, nessas áreas a superfície que recebe e irradia calor também é menor.
  • Professor: a escala deste mapa pode variar em função das configurações do computador.
    Correntes marítimas são porções de água que se deslocam pelo oceano, movimentadas pela ação dos ventos e da rotação da Terra. Apresentam temperatura, salinidade e direção diferentes das águas oceânicas do entorno do continente. Utilize a animação para ilustrar os movimentos das correntes marítimas.
  • Professor: lembre-se de que elementos como a vaporização da água realizada pelas plantas influenciam em muito o clima da região.
  • Professor: a imagem não se encontra no módulo.
    Trabalhe com seus alunos a influência de fatores como queimadas, desmatamentos e poluição dos rios e suas consequências no meio ambiente. Na imagem temos um navio encalhado no mar de Aral. O mar de Aral vem secando progressivamente, a nascente do rio é nas altas montanhas que fazem parte do sistema do Himalaia, distanciadas cerca de 1.000 km da foz. Durante toda esta extensão, sucessivas drenagens feitas pelo governo soviético nas repúblicas da Ásia central, a partir de 1920, fizeram com que o fluxo dos rios no mar diminuísse consideravelmente.
  • Professor: a escala deste mapa pode variar em função das configurações do computador.
    Utilize a animação para exemplificar os diferentes climas do mundo.
  • Professor: os elementos mais importantes para caracterizar o clima de um local são a temperatura e a precipitação.
  • Professor: o clima equatorial é encontrado nas áreas de baixas latitudes − próximo à linha do Equador. As principais áreas de ocorrência são as bacias do Congo e Amazonas, costa oriental da América Central, e algumas ilhas do sudeste asiático. Caracteriza-se por possuir médias anuais superiores a 25 ºC.
  • Professor: o clima tropical possui duas estações bem definidas, uma chuvosa (no verão) e outra seca (no inverno). As médias térmicas anuais são elevadas, entre 25 ºC e 30 ºC, e a amplitude térmica anual é superior à do clima equatorial. As precipitações anuais variam de acordo com a maior ou menor proximidade do oceano, com médias, geralmente, entre 1.000 a 2.000 mm.
  • Professor: o clima subtropical é característico das regiões localizadas em médias latitudes, apresenta médias anuais de temperaturas inferiores a 20 ºC. As chuvas são bem distribuídas no decorrer do ano, situando-se, dependendo do lugar, entre 1.200 e 1.500 mm anuais.
  • Professor: no clima desértico, a evaporação é superior à precipitação, sendo que esta, de um modo geral, é inferior a 200 mm anuais. Há desertos frios, como o da Patagônia, na Argentina, e quentes, como o Saara, na África, e o Atacama, no Chile.
  • Professor: o clima semiárido caracteriza-se por médias térmicas anuais elevadas (em torno de 28 ºC) e por chuvas escassas e irregulares.
  • Professor: as áreas de clima mediterrâneo apresentam invernos suaves, com verões quentes e precipitações de menos de 500 mm anuais. As chuvas ocorrem principalmente nos meses de inverno.
  • Professor: as áreas de clima temperado possuem as quatro estações do ano bem definidas. Os invernos podem ser rigorosos e os verões mais quentes e úmidos. Os índices pluviométricos e a amplitude térmica variam de acordo com a proximidade dos oceanos.
  • Professor: o clima frio ou subpolar ocorre nas áreas de altas latitudes.
  • Professor: o clima frio de alta montanha ocorre nas áreas de grande altitude das cadeias montanhosas, onde o ar rarefeito impede a propagação do calor.
  • Professor: o clima polar, ocorre na região do interior do Círculo Polar Ártico e na Antártida. Possui temperaturas inferiores a −10 ºC durante seis a dez meses do ano. Nos meses de verão, que se restringe a apenas cerca de dois meses, as temperaturas não ultrapassam 10 ºC.
  • Professor: utilize a animação para ilustrar as causas e as consequências do El Niño e do La Niña.
  • Professor: a imagem não se encontra no módulo impresso.
    A mineração, além do desgaste do solo, infiltra em lençóis freáticos produtos químicos como o chumbo.
  • Professor: na estratosfera − camada da atmosfera situada entre 10 e 50 km acima da troposfera − encontra-se uma camada de gás ozônio. Esse gás filtra os raios ultravioletas, impedindo que eles cheguem à superfície da Terra em grande quantidade. Os raios ultravioletas em excesso podem provocar diversos problemas como câncer de pele, catarata, envelhecimento precoce e imunodeficiência. Além disso, afetam os plânctons dos oceanos − principais responsáveis pela absorção de CO2 da Terra. Na década de 1980 foi constatado que a camada de ozônio estava sendo destruída por produtos químicos provenientes das atividades humanas. Esses produtos − os CFCs (clorofluorcarbonetos) − eram amplamente utilizados nos sistemas de refrigeração, em aerossóis, solventes, isopor etc. Os CFCs quando entram em contato com a atmosfera são submetidos a reações químicas, adquirindo a propriedade de destruir o ozônio. Os estudos mais recentes mostram que houve uma diminuição de 3 a 4% da camada de ozônio na Antártida. Os gases que causam a destruição do ozônio são originários, principalmente, dos países industrializados e transportados para a Antártida pela circulação geral da atmosfera (massas de ar).
  • Professor: utilize a animação para ilustrar o efeito estufa e suas consequências no meio ambiente.
  • Professor: a escala indicada se refere à imagem impressa no módulo.
    Fotografias obtidas por satélites artificiais ou mesmo a partir de um avião em elevada altitude, com filmes sensíveis ao infravermelho, não deixam dúvidas a respeito da existência das ilhas de calor. Os objetos quentes ou mais aquecidos em relação aos que lhes estão próximos emitem radiações infravermelhas. Algumas áreas de uma cidade aparecem como “ilhas iluminadas”, demonstrando que sua temperatura é maior em relação às demais.
  • Professor: essa animação representa o processo de formação da chuva ácida. Utilize-a para a explicação em sala de aula.
  • Professor: a imagem não se encontra no módulo.
    Essas várias esferas se combinam formando uma rede de relações e interações. Por estarem intimamente relacionadas, a alteração de uma parte implica a alteração do conjunto.
  • Professor: o estudo da distribuição espacial das associações vegetais é realizado por um dos ramos da geografia chamado fitogeografia (do grego phyton = planta) ou geografia das plantas que, juntamente com a zoogeografia, faz parte de um estudo mais amplo da distribuição espacial dos seres vivos, que é a biogeografia. Logo, esta última abrange as plantas e os animais. A biogeografia inter-relaciona todos os conjuntos de elementos que formam a geosfera e implica, portanto, o conhecimento da biosfera e de suas interações com a hidrosfera, a atmosfera, a pedosfera, a litosfera e a antroposfera.
  • Professor: a escala deste mapa pode variar em função das configurações do computador.
    Esse mapa representa os biomas do mundo, é importante que você perceba e demonstre aos alunos essa característica original de nosso planeta.
  • Professor: a floresta tropical ou equatorial possui clima quente e úmido, sendo também chamada de floresta pluvial ou úmida. São típicas das áreas de baixas latitudes. A vegetação é higrófila e latifoliada, extremamente heterogênea e com espécies de grande e médio porte.
  • Professor: na savana, o tipo de clima predominante é o tropical, com período de seca e chuva bem definido, com exceção do nordeste do Brasil. As precipitações anuais são de 1.000 a 2.000 mm, dependendo da maior ou menor proximidade do oceano, e as médias térmicas são elevadas, entre 25 ºC e 30 ºC. A savana é uma formação vegetal complexa que apresenta estratos arbóreos, arbustivos e herbáceos.
  • Professor: o clima dos desertos é seco, com chuvas de um modo geral inferiores a 200 mm anuais, e, no caso dos desertos quentes, com temperaturas elevadas durante todo o dia e baixas à noite. A vegetação desse bioma é escassa e de pequeno porte. As raízes crescem mais no sentido horizontal que vertical, porque as plantas adaptadas a esse ambiente aproveitam a água da chuva quando esta ocorre. Destacam-se principalmente as cactáceas.
  • Professor: as estepes, também chamadas de pradarias e campos, localizam-se geralmente em latitudes médias, tanto em áreas de clima semiárido quanto de clima subtropical. A característica mais marcante desses biomas é a baixa precipitação ao longo do ano (varia de 150 a 1.000 mm). A vegetação é predominantemente de gramíneas, com alturas variadas.
  • Professor: nas áreas de clima mediterrâneo, os invernos são suaves, os verões quentes e as precipitações não chegam a 500 mm anuais. A vegetação é arbórea e arbustiva e se distribui de forma esparsa para aproveitar a pouca umidade.
  • Professor: a floresta temperada e subtropical possui as quatro estações do ano bem definidas, com inverno rigoroso e verões quentes e úmidos. A precipitação é regular nos 12 meses do ano. As espécies de vegetação arbórea mais comuns são: carvalhos, faias nogueiras, com um estrato ou andar inferior de bétulas, aveleiras e arbustos. São animais desse bioma: ursos, lobos, veados, serpentes, raposas, esquilos, insetos, aves, anfíbios etc.
  • Professor: a floresta boreal ou taiga é de clima frio e pouco heterogênea. No inverno, que vai de dezembro a março, as temperaturas médias mensais são inferiores a 0 ºC. No verão, cuja duração é de 3 a 6 meses, as médias térmicas oscilam entre 0 ºC e 15 ºC. As médias anuais de chuva são de 700 mm. Ursos-pardos, martas, lobos, linces, roedores, caribus que migram da tundra, além de aves e insetos, constituem a sua fauna.
  • Professor: a tundra localiza-se na região do interior do Círculo Polar Ártico. O frio intenso limita o desenvolvimento vegetal e animal. Desenvolve-se a vegetação de musgos e liquens. No verão, que se restringe a cerca de dois meses, surge uma grande variedade de flores e pequenos arbustos. A fauna prolifera devido à abundância de alimentos.
  • Professor: a escala original deste mapa pode variar em função das configurações do computador.
    Essa animação ilustra o clico do carbono e suas implicações para o meio ambiente.
  • Professor: a escala original deste mapa pode variar em função das configurações do computador.
    Utilize a animação para explicar o ciclo da água e suas implicações para o meio ambiente.
  • Professor: a escala indicada se refere ao mapa impresso no módulo.
  • Professor: a ONU define desertificação como “a degradação das terras nas zonas áridas, semiáridas e subúmidas secas, resultantes de fatores diversos, como as variações climáticas e as atividades humanas”. A degradação da terra engloba a degradação do solo, dos recursos hídricos, da vegetação e da biodiversidade. Nesse momento, retome com seus alunos o slide sobre o mar de Aral.
  • Professor: a escala indicada se refere ao mapa impresso no módulo.
  • Professor: o filme A última hora trata de questões ecológicas, abordando posturas sustentáveis no combate ao desgaste ambiental.
  • Professor: essa questão está ligada à habilidade 6 da área de Ciências Humanas da matriz de referência.
  • Professor: essa questão está ligada à habilidade 28 da área de Ciências Humanas da matriz de referência.
  • Biomas; Climas; Massas de ar

    1. 1. TIPOS CLIMÁTICOS E BIOMAS DA TERRA GEOGRAFIA M.3 Multimídia X SAIR Abertura: A relação do homem com a natureza Abertura: A relação do homem com a natureza Capítulo 1: Elementos e fatores que influenciam o clima Capítulo 1: Elementos e fatores que influenciam o clima Capítulo 2: Tipos de clima Capítulo 2: Tipos de clima Resolução dos exercíciosResolução dos exercícios Slides Capítulo 3: Biomas da Terra Capítulo 3: Biomas da Terra Capítulo 4: Ação antrópica: desmatamento e desertificação Capítulo 4: Ação antrópica: desmatamento e desertificação PALAVRA DO AUTOR Mapa animado: Massas de ar Mapa animado: Massas de ar Mapa animado: Principais correntes marítimas Mapa animado: Principais correntes marítimas Mapa animado: Climas do mundo Mapa animado: Climas do mundo Animação: El Niño e La Niña Animação: El Niño e La Niña Animação: Efeito estufa Animação: Efeito estufa Animação: Chuva ácida Animação: Chuva ácida Mapa interativo: Biomas do mundo Mapa interativo: Biomas do mundo Animação: Ciclo do carbono Animação: Ciclo do carbono Animação: Ciclo da água Animação: Ciclo da água Trecho do filme: A última hora Trecho do filme: A última hora
    2. 2. A relação do homem com a natureza SUEC/SHUTTERSTOCK X SAIRX SAIR
    3. 3. Capítulo 1 Elementos e fatores que influenciam o clima HUBERTSTADLER/ CORBIS/LATINSTOCK X SAIRX SAIR
    4. 4. X SAIRX SAIR Atmosfera e elementos climáticos Os estratos da atmosfera 1 Elementos e fatores que influenciam o clima Ônibus espacial Sputnik 1 900 km Skylab 1 800 X 15 Balão-sonda Mig 25 Tupolev TU 144 Aerostato Everest 8.846 m 700 EXOSFERA 600 TERMOSFERA Ionosfera MESOSFERA 500 ESTRATOSFERA 400 300 200 100 10 90 80 70 60 50 40 30 20 TROPOSFERA Aconcágua 6.962 m Ozomosfera
    5. 5. X SAIRX SAIR Tempo atmosférico e clima Deslocamentos de massas de ar Tempo atmosférico O clima é uma combinação duradoura dos elementos temperatura, pressão e umidade. 1 Elementos e fatores que influenciam o clima
    6. 6. X SAIRX SAIR1 Elementos e fatores que influenciam o clima Massas de ar Clique na imagem abaixo para ver a animação.
    7. 7. X SAIRX SAIR Classificação das massas de ar 1 Elementos e fatores que influenciam o clima Tipo Características Equatoriais Formam-se ao longo da linha equatorial, em baixas latitudes, e são quentes e úmidas. Tropicais Marítimas Formam-se sobre os mares tropicais e subtropicais (baixas e médias latitudes); são quentes e úmidas e provocam chuvas por onde passam. Continentais Formam-se sobre os planaltos subtropicais e os desertos; são quentes e secas; levam tempo quente e “limpo” para onde se deslocam. Polares Marítimas Formam-se em altas latitudes, próximas aos polos; são frias e úmidas; provocam chuva e neve no inverno. Continentais Formam-se sobre o oceano Glacial Ártico, na sua porção norte; hemisfério norte.
    8. 8. X SAIRX SAIR Os deslocamentos das massas de ar Circulação geral do ar sobre a Terra 1 Elementos e fatores que influenciam o clima 60° 30° 30° 60° 0° Zona polar de alta pressão Ventos polares Zona subpolar de baixa pressão Zona dos ventos de oeste Zona subtropical de alta pressão e com ventos variáveis Ventos alísios do nordeste Baixa pressão Zona de convergência intertropical Ventos alísios do sudeste Ventos polares Zona polar de alta pressão Zona subtropical de alta pressão com ventos variáveis Zona dos ventos de oeste Zona subpolar de baixa pressão
    9. 9. X SAIRX SAIR Frentes frias e frentes quentes Superfície frontal fria 1 Elementos e fatores que influenciam o clima Nas camadas altas, os ventos empurram a parte superior das nuvens. Ar quente em ascensão Ao longo da superfície frontal podem ocorrer chuvas e ventos fortes. Após a ocorrência de chuvas fortes, sobrevêm chuvas fracas. Parte da umidade da porção superior das nuvens transforma-se em gelo. A massa de ar frio penetra por baixo do ar quente.
    10. 10. X SAIRX SAIR Frentes frias e frentes quentes Superfície frontal quente 1 Elementos e fatores que influenciam o clima Formam-se as nuvens quando o ar quente e úmido em ascensão se condensa. O ar frio penetra por baixo da massa de ar quente. Avanço da superfície frontal quente Chuvas
    11. 11. X SAIRX SAIR Fatores climáticos Cordilheira do Himalaia Floresta amazônicaSavana africana Espanha Antártida 1 Elementos e fatores que influenciam o clima SÉRGIOPITAMITZ/ALAMY/OTHER–IMAGES PICTURECONTACT/ALAMY/ OTHER–IMAGES ANDRÉSEALE/ALAMY/OTHER–IMAGES FRANCISCOBARBA/KEYSTOCK ROBERTHARDINGPICTURE LIBRARY/ALAMY/OTHER–IMAGES
    12. 12. X SAIRX SAIR Latitude 1 Elementos e fatores que influenciam o clima ALTA LATITUDE MÉDIA LATITUDE Trópico de Câncer Linha do Equador Trópico de Capricórnio BAIXA LATITUDE MÉDIA LATITUDE Círculo Polar Antártico ALTA LATITUDE 90 ° 60° 30 ° 0° 30 ° 60 °90 °
    13. 13. X SAIRX SAIR Latitude O formato geoide da Terra faz com que a incidência dos raios solares não seja igual em todos os pontos do planeta, variando segundo a latitude. O calor dos raios solares se distribui por uma superfície maior em altas latitudes. 1 Elementos e fatores que influenciam o clima
    14. 14. X SAIRX SAIR Altitude Monte Kilimanjaro 1 Elementos e fatores que influenciam o clima CORBIS/LATINSTOCK
    15. 15. X SAIRX SAIR Maritimidade e continentalidade  Continentalidade: diminuição das influências marítimas sobre as condições climáticas (temperatura, umidade etc.) em direção ao interior de um continente  Maritimidade: influência dos mares e oceanos sobre o conjunto de características climáticas 1 Elementos e fatores que influenciam o clima
    16. 16. X SAIRX SAIR1 Elementos e fatores que influenciam o clima Principais correntes marítimas Clique na imagem abaixo para ver o mapa animado.
    17. 17. X SAIRX SAIR Vegetação Floresta no Equador 1 Elementos e fatores que influenciam o clima WOLFGANGKAEHLER/CORBIS/LATINSTOCK
    18. 18. X SAIRX SAIR Ação humana Navio encalhado no mar de AralNavio encalhado no mar de Aral 1 Elementos e fatores que influenciam o clima STAECKER/WIKIMEDIACOMMONS
    19. 19. X SAIRX SAIR HUBERTSTADLER/ CORBIS/LATINSTOCK Capítulo 2 Tipos de clima
    20. 20. X SAIRX SAIR2 Tipos de clima Climas do mundo Clique na imagem abaixo para ver o mapa animado.
    21. 21. X SAIRX SAIR Características dos tipos climáticos Climograma de Manaus (AM) 2 Tipos de clima IATÃCANABRAVA/SAMBAPHOTO
    22. 22. X SAIRX SAIR Clima equatorial 2 Tipos de clima (Ásia)
    23. 23. X SAIRX SAIR Clima tropical 2 Tipos de clima
    24. 24. X SAIRX SAIR Clima subtropical 2 Tipos de clima
    25. 25. X SAIRX SAIR Clima desértico 2 Tipos de clima
    26. 26. X SAIRX SAIR Clima semiárido 2 Tipos de clima (Turquia)
    27. 27. X SAIRX SAIR Clima mediterrâneo 2 Tipos de clima
    28. 28. X SAIRX SAIR Clima temperado 2 Tipos de clima
    29. 29. X SAIRX SAIR Clima frio 2 Tipos de clima
    30. 30. X SAIRX SAIR Clima frio de alta montanha 2 Tipos de clima
    31. 31. X SAIRX SAIR Clima polar 2 Tipos de clima
    32. 32. X SAIRX SAIR As anomalias climáticas El Niño e La Niña Anomalia climática: anormalidade que pode se refletir nas médias térmicas e pluviométricas de algumas regiões. El Niño La Niña Consequências no tempo e no clima, durante seu período de ocorrência, em todo o planeta 2 Tipos de clima
    33. 33. X SAIRX SAIR2 Tipos de clima El Niño e La Niña Clique na imagem abaixo para ver a animação.
    34. 34. X SAIRX SAIR Fenômenos climáticos intensificados e decorrentes da ação humana As consequências do aumento desses poluentes recaem sobre a saúde do ser humano e provocam impactos ambientais. 2 Tipos de clima OLEG–F/SHUTTERSTOCKIMAGES
    35. 35. X SAIRX SAIR Buraco na camada de ozônio Ao lado, vemos a dimensão do buraco na camada de ozônio sobre a Antártida. 2 Tipos de clima NASA
    36. 36. X SAIRX SAIR2 Tipos de clima Efeito estufa Clique na imagem abaixo para ver a animação.
    37. 37. X SAIRX SAIR Inversão térmica 2 Tipos de clima
    38. 38. X SAIRX SAIR Ilhas de calor Nos centros urbanos decorre de uma conjugação de fatores:  Elevada capacidade de absorção de calor das superfícies urbanas  Escassez de áreas revestidas de vegetação  Impermeabilização dos solos pelo calçamento e pelas edificações  Concentração de edifícios  Poluição atmosférica  Utilização de energia pelos veículos de combustão interna, pelas residências e pelas indústrias 2 Tipos de clima
    39. 39. X SAIRX SAIR Ilhas de calor 2 Tipos de clima INSTITUTONACIONALDEPESQUISASESPACIAIS/INPE Mancha urbana de São Paulo
    40. 40. X SAIRX SAIR2 Tipos de clima Chuva ácida Clique na imagem abaixo para ver a animação.
    41. 41. X SAIRX SAIR HUBERTSTADLER/ CORBIS/LATINSTOCK Capítulo 3 Biomas da Terra
    42. 42. X SAIRX SAIR Biosfera Geosfera Biosfera Pedosfera Atmosfera Hidrosfera Litosfera Antroposfera 3 Biomas da Terra Imagem retirada de: http://www.enciclopediadoestudante.com.br/ conteudo_digital_interna_down.asp?ID_ FASCICULO=48&ID_DOWN_FASCICULO=147&ID_ENCICLOPEDIA=
    43. 43. X SAIRX SAIR Fitogeografia e os biomas 3 Biomas da Terra FABIOCOLOMBINI Mara atlântica
    44. 44. X SAIRX SAIR3 Biomas da Terra Biomas do mundo Clique na imagem abaixo para ver mapa interativo.
    45. 45. X SAIRX SAIR Floresta tropical e equatorial Floresta equatorial em Alajuela, Costa Rica PAULA.SOUDERS/CORBIS/LATINSTOCK Macaco-de-cheiro SAMBAPHOTO 3 Biomas da Terra
    46. 46. X SAIRX SAIR Savanas A aparência do cerrado brasileiro lembra a das savanas africanas. Na foto, cerrado na Chapada dos Veadeiros, Goiás. DORIVALMOREIRA/PULSARIMAGENS 3 Biomas da Terra
    47. 47. X SAIRX SAIR Desertos Deserto de Strzelecki, Austrália IMAGES&STORIES/ALAMY/OTHERIMAGES Deserto do Arizona, EUA IMAGESETC/ALAMY/OTHERIMAGES 3 Biomas da Terra
    48. 48. X SAIRX SAIR Estepes, pradarias e campos Samakha, Rússia PAVELFILATOV/ALAMY/OTHERIMAGES Bisão BLICKWINKEL/ALAMY/OTHERIMAGES 3 Biomas da Terra
    49. 49. X SAIRX SAIR Vegetação mediterrânea Oliveiras na ilha de Creta, Grécia EITANSIMANOR/ALAMY/OTHERIMAGES Veado NATUREPICTURELIBRARY/ALAMY/ OTHERIMAGES 3 Biomas da Terra
    50. 50. X SAIRX SAIR Floresta temperada e subtropical Gloucestershire, Inglaterra DAVIDNOTONPHOTOGRAPHY/ALAMY/OTHERIMAGES Raposa DARRELGULIN/CORBIS/LATINSTOCK 3 Biomas da Terra
    51. 51. X SAIRX SAIR Floresta boreal ou taiga Canadá LPHOTO/ALAMY/OTHERIMAGES Lobo JOHNCONRAD/CORBIS/LATINSTOCK 3 Biomas da Terra
    52. 52. X SAIRX SAIR Tundra Parque Nacional de Kluane, Canadá JOHNE.MARRIOTT Boi-almiscarado HEEBCHRISTIAN/PRISMA/KEYSTONE 3 Biomas da Terra
    53. 53. X SAIRX SAIR HUBERTSTADLER/ CORBIS/LATINSTOCK Capítulo 4 Ação antrópica: desmatamento e desertificação
    54. 54. X SAIRX SAIR Atividades humanas e impactos ambientais Desmatamento de floresta em Igarapé-Mirim, Pará (2008) 4 Ação antrópica: desmatamento e desertificação PULSARIMAGENS
    55. 55. X SAIRX SAIR4 Ação antrópica: desmatamento e desertificação Ciclo do carbono Clique na imagem abaixo para ver a animação.
    56. 56. X SAIRX SAIR4 Ação antrópica: desmatamento e desertificação Ciclo da água Clique na imagem abaixo para ver a animação.
    57. 57. X SAIRX SAIR Desmatamento 4 Ação antrópica: desmatamento e desertificação
    58. 58. X SAIRX SAIR Desertificação A aridez da região de Almeria (Espanha) favorece o processo de desertificação (2004). 4 Ação antrópica: desmatamento e desertificação GLORIALATORRE&ALVARMONTES/ALAMY/OTHERIMAGES
    59. 59. X SAIRX SAIR Desertificação 4 Ação antrópica: desmatamento e desertificação
    60. 60. X SAIRX SAIR Desenvolvimento ecologicamente autossustentável Hoje em dia é necessário buscar alternativas para as relações entre as sociedades e a natureza que não sejam orientadas pela exploração irresponsável dos recursos naturais. O modelo de vida calcado no consumo excessivo ou no desperdício, resultado do capitalismo que se pratica em escala global, precisa ser revisto, pois é o responsável pela destruição da natureza. 4 Ação antrópica: desmatamento e desertificação A última hora Clique aqui para ver o trecho do filme.Clique aqui para ver o trecho do filme. Duração: 5min45s
    61. 61. X SAIRX SAIR HUBERTSTADLER/ CORBIS/LATINSTOCK Navegando no módulo
    62. 62. X SAIRX SAIR TIPOS CLIMÁTICOS ELEMENTOS CLIMÁTICOS FATORES CLIMÁTICOS TEMPERATURA PRESSÃO ATMOSFÉRICA UMIDADE LATITUDE, PRESSÃO ALTITUDE, UMIDADE MARITIMIDADE, CONTINENTALIDADE, VEGETAÇÃO, CORRENTES MARÍTIMAS, VEGETAÇÃO, AÇÃO HUMANA EQUATORIAL TROPICAL DESÉRTICO SEMIÁRIDO MEDITERRÂNEO TEMPERADO SUBTROPICAL FRIO FRIO DE ALTA MONTANHA POLAR FLORESTA TROPICAL E EQUATORIAL SAVANAS DESERTOS ESTEPES, PRADARIAS E CAMPOS VEGETAÇÃO MEDITERRÂNEA FLORESTA TEMPERADA E SUBTROPICAL FLORESTA BOREAL OU TAIGA TUNDRA ATIVIDADES HUMANAS DESMATAMENTO DESERTIFICAÇÃO GRANDES BIOMAS Navegando no módulo
    63. 63. SEQUÊNCIA DIDÁTICA Adaptação e revisão técnica: Professor Diogo Martins de Santana Revisão: Lara Milani (coord.), Adriana B. dos Santos, Alexandre Sansone, Amanda Ramos, Anderson Félix, André Annes Araujo, Aparecida Maffei, David Medeiros, Greice Furini, Maria Fernanda Neves, Renata Tavares Diagramação: Adailton Brito de Souza, Gustavo Sanches, Keila Grandis, Marlene Moreno, Valdei Prazeres, Vicente Valenti Imagens: © A última hora/ Appian Way / Greenhour / Tree Media Group Nadia Conners e Leila Conners Petersen; ©Snaprender/ Shutterstock Images VÍDEOS Palavra do autor Produção: Estúdio Moderna Produções Edição: Cândido Ricardo MULTIMÍDIA Consultoria: Professor Marcelo Sato Edição: Daniel Lima, Daniela Silva, Luciana Scuarcialupi, Raphael Prado Revisão técnica: Professora Stela Kuperman Pesso Produção: Cricret Design Locução: Núcleo de Criação Checagem: Luciana Soares, Luciana Scuarcialupi © 2009, Grupo Santillana/Sistema UNO Uso permitido apenas em escolas filiadas ao sistema UNO Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida, arquivada ou transmitida, de qualquer forma, em qualquer mídia, seja eletrônica, química, mecânica, óptica, de gravação ou de fotocópia, fora do âmbito das escolas do sistema UNO. A violação dos direitos mencionados constitui delito contra a propriedade intelectual e os direitos de edição. GRUPO SANTILLANA Rua Padre Adelino, 758 – Belenzinho São Paulo/SP – Brasil – CEP 03303-904 Vendas e Atendimento: Tel.: (11) 2790-1500 Fax: (11) 2790-1501 www.sistemauno.com.br X SAIRX SAIR FIM HUBERTSTADLER/ CORBIS/LATINSTOCK
    64. 64. X SAIRX SAIR X SAIR GEOGRAFIA M.3 TIPOS CLIMÁTICOS E BIOMAS DA TERRA
    65. 65. X SAIRX SAIRENEM – GEOGRAFIA M.3 1 FERREIRA, Graça Maria L. Atlas geográfico–Espaço mundial. São Paulo: Moderna, 2006. p. 78.
    66. 66. X SAIRX SAIR RESPOSTA: D Os três climogramas correspondem a diferentes localidades do mundo. A partir da leitura desses climogramas podemos afirmar que: a) o climograma de Darwin indica a ocorrência de temperaturas elevadas o ano todo, com médias térmicas superiores a 20 °C e chuvas concentradas no inverno. b) o climograma de Roma mostra que o verão, que se inicia em dezembro, apresenta temperaturas amenas e os maiores índices pluviométricos do ano. c) a amplitude térmica em Cingapura é muito baixa, indicando sua localização em elevadas latitudes e grandes altitudes. d) dos três gráficos, o que apresenta maior pluviosidade é o de Cingapura e o de menor pluviosidade é o de Roma. O clima de Cingapura é quente e chuvoso o ano todo. No verão Roma apresenta queda na pluviosidade e no outono/inverno, aumento. e) caso ocorressem queimadas florestais em Darwin, elas seriam provavelmente mais difíceis de ser apagadas nos meses de maio a setembro; em Cingapura, seriam mais difíceis de conter nos meses de novembro a janeiro. ENEM – GEOGRAFIA M.3
    67. 67. X SAIRX SAIR 2 Em alguns lugares, por causa do aquecimento global, as chuvas podem diminuir, como na Amazônia e no sertão nordestino, e em outros podem aumentar muito, como talvez ocorra nas regiões Centro-Oeste e Sul do Brasil. Alguns cientistas acreditam que na Amazônia brasileira a floresta vai diminuir, cedendo lugar para o avanço do cerrado (processo chamado de savanização), e o sertão nordestino passará por um processo de aridização/desertificação. PAREJO, L. C. Disponível em: <http://educacao.uol.com.br/geografia/ult1694u389.jhtm>. (Adaptado.). Acesso em: 15 maio 2009. O aquecimento global altera a dinâmica natural dos ciclos do carbono e do hidrológico, entre outros, modificando os sistemas naturais e as relações entre eles. O efeito sobre a vegetação nativa é significativo e rapidamente perceptível. A alternativa que confirma as ideias do texto e melhor expressa a relação entre as mudanças climáticas e a vegetação é: ENEM – GEOGRAFIA M.3
    68. 68. X SAIRX SAIR a) o aquecimento global aumenta a pluviosidade no mundo todo, pois o aumento da temperatura provoca a elevação dos níveis de evaporação. Por isso as florestas estão aumentando e os desertos encolhendo. b) o efeito estufa modifica a circulação atmosférica, elevando a umidade do ar e as precipitações em algumas áreas e diminuindo em outras. Na Amazônia, por exemplo, a floresta tende a encolher e as formações do tipo savana a ocupar essas áreas abandonadas pelas florestas. c) algumas áreas semiáridas quentes poderão se transformar em desertos. Entre as áreas de risco, destaca-se o sertão nordestino, no qual a vegetação de pinheiros aciculifoliados deverá ser substituída pela vegetação xerófila. d) os climas equatoriais possuem como formação vegetal natural as florestas latifoliadas, higrófilas, com grande biodiversidade. e) a tundra, localizada em altas latitudes e com baixas temperaturas, não é ameaçada pelo aquecimento global, pois as áreas equatoriais são aquelas em que as temperaturas se elevam acima das médias históricas. RESPOSTA: B O aquecimento global altera a dinâmica da circulação atmosférica. No caso brasileiro, nas áreas ao sul da Amazônia, provoca a redução da pluviosidade, inviabilizando a presença da floresta e permitindo o avanço do cerrado (savanização da floresta Amazônica, segundo o INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – e o relatório do IPCC – Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas). ENEM – GEOGRAFIA M.3
    69. 69. X SAIRX SAIRX SAIRX SAIR QUESTÕES ENEM Elaboração: Luiz Carlos Parejo Revisão crítica: Marcelo Sato Revisão: Lara Milani (coord.), Alexandre Sansone, André Annes Araujo, Débora Baroudi, Fabio Pagotto, Flávia Yacubian, Greice Furini, Luiza Delamare, Maria Fernanda Neves, Renata Tavares, Valéria C. Borsanelli Diagramação: Adailton Brito de Souza, Gustavo Sanches, Keila Grandis, Marlene Moreno, Valdei Prazeres, Vicente Valenti © 2009, Grupo Santillana/Sistema UNO Uso permitido apenas em escolas filiadas ao Sistema UNO Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida, arquivada ou transmitida, de qualquer forma, em qualquer mídia, seja eletrônica, química, mecânica, óptica, de gravação ou de fotocópia, fora do âmbito das escolas do Sistema UNO. A violação dos direitos mencionados constitui delito contra a propriedade intelectual e os direitos de edição. GRUPO SANTILLANA Rua Padre Adelino, 758 – Belenzinho São Paulo − SP – Brasil – CEP 03303-904 Vendas e Atendimento: Tel.: (11) 2790-1500 Fax: (11) 2790-1501 www.sistemauno.com.br FIM

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