SlideShare uma empresa Scribd logo
Importância das feiras
senhores, concelhos e poder régio
Trabalho realizado por:
-Beatriz Cunha nº6
-Letícia Oliveira nº20
7ºB
A Importância das feiras
• A partir do século XI, na Europa aconteceu uma
reanimação do comércio. A economia de subsistência
que havia no período das Invasões, deu lugar a uma
economia mercantil, em que se intensificaram as trocas
comerciais e aumentou o uso da moeda.
• Este desenvolvimento deveu-se:
-Ao aumento da produção graças aos progressos
técnicos da agricultura;
-Ao desenvolvimento dos transportes terrestres,
fluviais e marítimos;
-ao clima de paz e segurança que possibilitou uma
maior segurança nas viagens.
Os principais locais comerciais eram os portos, feiras e
mercados.
Feiras
• As feiras realizavam-se de ano a ano, ou em
determinados dias Santos. Serviam como ponto de
encontro de mercadores e proporcionavam o contacto
com técnicas e produtos vindos de diversas regiões.
• As feiras eram uma fonte de rendimento para os reis,
que recebiam impostos dos mercadores. Para
desenvolver o comércio e atrair mercadores, criaram-se
feiras francas, ou seja, isentas de impostos.
• Em Portugal a criação das feiras era feita através de um
documento, a Carta de Feira, onde estavam definidos os
impostos a pagar ao rei e os dias de realização da feira.
MERCADOS
• Os mercados realizavam-se com maior frequência,
estando ligados, ao desenvolvimento do comércio
interno.
• O ressurgimento do comércio contribuiu para o
crescimento das cidades. As muralhas das velhas
cidades já não albergavam toda a população. Isto levou á
construção de novos burgos, fora das muralhas. Os
moradores destes burgos passaram a chamar-se
Burgueses. Estes aglomerados também cresceram e, em
muitas cidades foram construídas segundas muralhas.
Senhores, concelhos e poder régio
• Na idade média, a sociedade era fortemente
hierarquizada. Os senhores da nobreza e do clero
rivalizavam com o rei concentrando grandes poderes
dentro dos seus senhorios. Havia, ainda, outra áreas do
território que gozavam de certa autonomia: eram os
concelhos, onde haviam homens livres, do povo.
• Os reis aproveitaram o desenvolvimento económico e
tomaram medidas para fortalecerem o poder
régio.
Senhorios laicos e senhorios eclesiásticos
• A sociedade medieval portuguesa era uma sociedade
senhorial, dividida em clero, nobreza e povo. O clero e a
nobreza receberam doações régias de benefícios, cargos e
grandes propriedades, constituindo assim senhorios laicos
(nobreza) e senhorios eclesiásticos (clero).
• Nestes senhorios vigorava o sistema feudal .Os senhores
beneficiavam de alguns direitos tais como serviços gratuitos ,as
rendas pagas pelos camponeses, o exercito da justiça e a
organização do seu exercito.
• Em Portugal também existiam reguengos, terras pertencentes
aos reis.
Os concelhos
• Durante a reconquista foram criados vários concelhos para
povoar os territórios conquista dados e essa criação foi feita
através de uma carta de foral. Nessa carta estavam escritos os
deveres e os direitos dos que la viviam e a organização
administrativa dos concelhos.
• Os habitantes eram homens livres mas não eram iguais
socialmente, os mais importantes eram os homens bons
proprietários e mercadores mais ricos. Os restantes eram peões
(camponeses, artesãos, jornaleiros, etc…)
• O poder era exercido pela assembleia dos magistrados que era
composto por homens bons e um representante do rei era o
alcaide.
O Fortalecimento do poder régio
• Para fazer face ao grande poder dos senhores do clero e da nobreza e
para fortalecer o poder régio e a monarquia, os reis tomaram
medidas como:
-Publicação das leis de desamortização ,para impedir o
aumento das propriedades do clero;
-Realização de inquirições e de confirmações , para garantir
a legitimidade das doações que haviam ter sido feitas á nobreza;
-Organização da administração do reino, criando
hierarquia de cargos políticos

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

História 11ºano ( matéria do 1º período)
 História 11ºano ( matéria do 1º período) História 11ºano ( matéria do 1º período)
História 11ºano ( matéria do 1º período)
Andreia Pacheco
 
O espaço português: da formação à fixação do território
O espaço português: da formação à fixação do territórioO espaço português: da formação à fixação do território
O espaço português: da formação à fixação do território
Susana Simões
 
País urbano e concelhio
País urbano e concelhioPaís urbano e concelhio
País urbano e concelhio
Susana Simões
 
O desenvolvimento económico do século xiii
O desenvolvimento económico do século xiiiO desenvolvimento económico do século xiii
O desenvolvimento económico do século xiii
Ana Barreiros
 
A civilização egípcia
A civilização egípciaA civilização egípcia
A civilização egípcia
Vítor Santos
 
A Crise do Séc. XIV
A Crise do Séc. XIVA Crise do Séc. XIV
A Crise do Séc. XIV
Carlos Vieira
 
Sociedade Antigo Regime
Sociedade Antigo RegimeSociedade Antigo Regime
Sociedade Antigo Regime
Isabel Ribeiro
 

Mais procurados (20)

A sociedade no Antigo Regime
A sociedade no Antigo RegimeA sociedade no Antigo Regime
A sociedade no Antigo Regime
 
Portugal no contexto europeu do Século XII a XIV
Portugal no contexto europeu do Século XII a XIVPortugal no contexto europeu do Século XII a XIV
Portugal no contexto europeu do Século XII a XIV
 
História 11ºano ( matéria do 1º período)
 História 11ºano ( matéria do 1º período) História 11ºano ( matéria do 1º período)
História 11ºano ( matéria do 1º período)
 
O espaço português: da formação à fixação do território
O espaço português: da formação à fixação do territórioO espaço português: da formação à fixação do território
O espaço português: da formação à fixação do território
 
Antigo regime
Antigo regimeAntigo regime
Antigo regime
 
O Antigo Regime
O Antigo RegimeO Antigo Regime
O Antigo Regime
 
Império Romano
Império RomanoImpério Romano
Império Romano
 
19 - Crescimento económico dos séculos XII e XIII
19 - Crescimento económico dos séculos XII e XIII19 - Crescimento económico dos séculos XII e XIII
19 - Crescimento económico dos séculos XII e XIII
 
Séc. xii a xiv
Séc. xii a xivSéc. xii a xiv
Séc. xii a xiv
 
Concelhos 2
Concelhos 2Concelhos 2
Concelhos 2
 
Sociedade de ordens
Sociedade de ordensSociedade de ordens
Sociedade de ordens
 
País rural e senhorial módulo II- 10º ANO
País rural e senhorial  módulo II- 10º ANOPaís rural e senhorial  módulo II- 10º ANO
País rural e senhorial módulo II- 10º ANO
 
País urbano e concelhio
País urbano e concelhioPaís urbano e concelhio
País urbano e concelhio
 
Concelhos e cortes - séculos XIII e XIV
Concelhos e cortes - séculos XIII e XIVConcelhos e cortes - séculos XIII e XIV
Concelhos e cortes - séculos XIII e XIV
 
02 história a_revisões_módulo_2
02 história a_revisões_módulo_202 história a_revisões_módulo_2
02 história a_revisões_módulo_2
 
O desenvolvimento económico do século xiii
O desenvolvimento económico do século xiiiO desenvolvimento económico do século xiii
O desenvolvimento económico do século xiii
 
A civilização egípcia
A civilização egípciaA civilização egípcia
A civilização egípcia
 
A conquista de ceuta
A conquista de ceuta A conquista de ceuta
A conquista de ceuta
 
A Crise do Séc. XIV
A Crise do Séc. XIVA Crise do Séc. XIV
A Crise do Séc. XIV
 
Sociedade Antigo Regime
Sociedade Antigo RegimeSociedade Antigo Regime
Sociedade Antigo Regime
 

Destaque

Artesanato e comércio
Artesanato e comércioArtesanato e comércio
Artesanato e comércio
Ana Sêco
 
Resumo de matéria de História 10º ano
Resumo de matéria de História 10º anoResumo de matéria de História 10º ano
Resumo de matéria de História 10º ano
jorgina8
 
Portugal no século XIII
Portugal no século XIIIPortugal no século XIII
Portugal no século XIII
cruchinho
 

Destaque (15)

A peste negra
A peste negraA peste negra
A peste negra
 
Artesanato e comércio
Artesanato e comércioArtesanato e comércio
Artesanato e comércio
 
Feudalismo
FeudalismoFeudalismo
Feudalismo
 
Peste negra
Peste negraPeste negra
Peste negra
 
O poder régio
O poder régioO poder régio
O poder régio
 
Resumo de matéria de História 10º ano
Resumo de matéria de História 10º anoResumo de matéria de História 10º ano
Resumo de matéria de História 10º ano
 
Portugal no século XIII
Portugal no século XIIIPortugal no século XIII
Portugal no século XIII
 
O Feudalismo Prof Medeiros 2015
O Feudalismo Prof Medeiros 2015O Feudalismo Prof Medeiros 2015
O Feudalismo Prof Medeiros 2015
 
What Makes Great Infographics
What Makes Great InfographicsWhat Makes Great Infographics
What Makes Great Infographics
 
Masters of SlideShare
Masters of SlideShareMasters of SlideShare
Masters of SlideShare
 
STOP! VIEW THIS! 10-Step Checklist When Uploading to Slideshare
STOP! VIEW THIS! 10-Step Checklist When Uploading to SlideshareSTOP! VIEW THIS! 10-Step Checklist When Uploading to Slideshare
STOP! VIEW THIS! 10-Step Checklist When Uploading to Slideshare
 
You Suck At PowerPoint!
You Suck At PowerPoint!You Suck At PowerPoint!
You Suck At PowerPoint!
 
10 Ways to Win at SlideShare SEO & Presentation Optimization
10 Ways to Win at SlideShare SEO & Presentation Optimization10 Ways to Win at SlideShare SEO & Presentation Optimization
10 Ways to Win at SlideShare SEO & Presentation Optimization
 
How To Get More From SlideShare - Super-Simple Tips For Content Marketing
How To Get More From SlideShare - Super-Simple Tips For Content MarketingHow To Get More From SlideShare - Super-Simple Tips For Content Marketing
How To Get More From SlideShare - Super-Simple Tips For Content Marketing
 
How to Make Awesome SlideShares: Tips & Tricks
How to Make Awesome SlideShares: Tips & TricksHow to Make Awesome SlideShares: Tips & Tricks
How to Make Awesome SlideShares: Tips & Tricks
 

Semelhante a Importância das feiras 7ºano

O quadro económico e demográfico xii xiv
O quadro económico e demográfico xii xivO quadro económico e demográfico xii xiv
O quadro económico e demográfico xii xiv
cattonia
 
Portugal no século xIII reformulado acordo ortográfico
Portugal no século xIII reformulado acordo ortográficoPortugal no século xIII reformulado acordo ortográfico
Portugal no século xIII reformulado acordo ortográfico
Ana Pereira
 
A Baixa Idade Média
A Baixa Idade MédiaA Baixa Idade Média
A Baixa Idade Média
BriefCase
 
Portugal no século xiii ambiente natural e os grupos sociais - muito completo
Portugal no século xiii   ambiente natural e os grupos sociais - muito completoPortugal no século xiii   ambiente natural e os grupos sociais - muito completo
Portugal no século xiii ambiente natural e os grupos sociais - muito completo
capell18
 
Civilização romana
Civilização romanaCivilização romana
Civilização romana
Warchmed
 

Semelhante a Importância das feiras 7ºano (20)

H8 últimos conteúdos do 7 º ano
H8 últimos conteúdos do 7 º anoH8 últimos conteúdos do 7 º ano
H8 últimos conteúdos do 7 º ano
 
Concelhos 1
Concelhos 1Concelhos 1
Concelhos 1
 
Portugal no contexto europeu do Século XII a XIV
Portugal no contexto europeu do Século XII a XIVPortugal no contexto europeu do Século XII a XIV
Portugal no contexto europeu do Século XII a XIV
 
País urbano concelhio módulo II-10 º ANO
País urbano concelhio  módulo II-10 º ANOPaís urbano concelhio  módulo II-10 º ANO
País urbano concelhio módulo II-10 º ANO
 
O quadro económico e demográfico xii xiv
O quadro económico e demográfico xii xivO quadro económico e demográfico xii xiv
O quadro económico e demográfico xii xiv
 
História do Brasil
História do BrasilHistória do Brasil
História do Brasil
 
Portugal no contexto europeu do Século XII a XIV
Portugal no contexto europeu do Século XII a XIVPortugal no contexto europeu do Século XII a XIV
Portugal no contexto europeu do Século XII a XIV
 
Resenha do livro a historia da Riqueza do Homem
Resenha do livro a historia da Riqueza do HomemResenha do livro a historia da Riqueza do Homem
Resenha do livro a historia da Riqueza do Homem
 
Portugal no século xIII reformulado acordo ortográfico
Portugal no século xIII reformulado acordo ortográficoPortugal no século xIII reformulado acordo ortográfico
Portugal no século xIII reformulado acordo ortográfico
 
O Antigo Regime
O Antigo RegimeO Antigo Regime
O Antigo Regime
 
A vida nas cidades medievais pág
A vida nas cidades medievais págA vida nas cidades medievais pág
A vida nas cidades medievais pág
 
A Baixa Idade Média
A Baixa Idade MédiaA Baixa Idade Média
A Baixa Idade Média
 
Baixa Idade Média.pptx
Baixa Idade Média.pptxBaixa Idade Média.pptx
Baixa Idade Média.pptx
 
idade média - Crescimento ubano e sociedade
idade média - Crescimento ubano e sociedadeidade média - Crescimento ubano e sociedade
idade média - Crescimento ubano e sociedade
 
Hist. do brasil
Hist. do brasilHist. do brasil
Hist. do brasil
 
Portugal no século xiii ambiente natural e os grupos sociais - muito completo
Portugal no século xiii   ambiente natural e os grupos sociais - muito completoPortugal no século xiii   ambiente natural e os grupos sociais - muito completo
Portugal no século xiii ambiente natural e os grupos sociais - muito completo
 
Apresentação 1 do Módulo 1
Apresentação 1 do Módulo 1Apresentação 1 do Módulo 1
Apresentação 1 do Módulo 1
 
A identidade civilizacional da Europa Ocidental - O renascimento das cidades...
 A identidade civilizacional da Europa Ocidental - O renascimento das cidades... A identidade civilizacional da Europa Ocidental - O renascimento das cidades...
A identidade civilizacional da Europa Ocidental - O renascimento das cidades...
 
Civilização romana
Civilização romanaCivilização romana
Civilização romana
 
Surto urbano 2
Surto urbano 2Surto urbano 2
Surto urbano 2
 

Mais de BeatrizMarques25

Ficha de leitura O Diario de Anne Frank
Ficha de leitura  O Diario de Anne FrankFicha de leitura  O Diario de Anne Frank
Ficha de leitura O Diario de Anne Frank
BeatrizMarques25
 
A evolução da tabela periódica
A evolução da tabela periódicaA evolução da tabela periódica
A evolução da tabela periódica
BeatrizMarques25
 
Mudança global temperatura
Mudança global   temperaturaMudança global   temperatura
Mudança global temperatura
BeatrizMarques25
 

Mais de BeatrizMarques25 (20)

Génese e classificação rochas sedimentares
Génese e classificação rochas sedimentaresGénese e classificação rochas sedimentares
Génese e classificação rochas sedimentares
 
Eutanásia
EutanásiaEutanásia
Eutanásia
 
Relatorio de atividade experimental - Gomas de Gelatina
Relatorio de atividade experimental - Gomas de GelatinaRelatorio de atividade experimental - Gomas de Gelatina
Relatorio de atividade experimental - Gomas de Gelatina
 
Relatório de atividade experimental - Ponto de ebulição do etanol
Relatório de atividade experimental - Ponto de ebulição do etanolRelatório de atividade experimental - Ponto de ebulição do etanol
Relatório de atividade experimental - Ponto de ebulição do etanol
 
Quadro de analise geral do Auto da Barca do Inferno (para completar)
Quadro de analise geral do Auto da Barca do Inferno (para completar)Quadro de analise geral do Auto da Barca do Inferno (para completar)
Quadro de analise geral do Auto da Barca do Inferno (para completar)
 
Ficha de leitura O Diario de Anne Frank
Ficha de leitura  O Diario de Anne FrankFicha de leitura  O Diario de Anne Frank
Ficha de leitura O Diario de Anne Frank
 
Relatório de aula de educação física
Relatório de aula de educação físicaRelatório de aula de educação física
Relatório de aula de educação física
 
Pegada ecológica
Pegada ecológicaPegada ecológica
Pegada ecológica
 
Exame Inglês nivel A2/B1
Exame Inglês nivel A2/B1Exame Inglês nivel A2/B1
Exame Inglês nivel A2/B1
 
Exame Inglês nivel A2/B1
Exame Inglês nivel A2/B1 Exame Inglês nivel A2/B1
Exame Inglês nivel A2/B1
 
A evolução da tabela periódica
A evolução da tabela periódicaA evolução da tabela periódica
A evolução da tabela periódica
 
Veneza destino turistico
Veneza  destino turisticoVeneza  destino turistico
Veneza destino turistico
 
Transportes
TransportesTransportes
Transportes
 
Relevo do litoral
Relevo do litoralRelevo do litoral
Relevo do litoral
 
Reino unido
Reino unidoReino unido
Reino unido
 
Politica demografia
Politica demografiaPolitica demografia
Politica demografia
 
Parques naturais
Parques naturaisParques naturais
Parques naturais
 
Mudança global temperatura
Mudança global   temperaturaMudança global   temperatura
Mudança global temperatura
 
Migraçoes clandestinas
Migraçoes clandestinasMigraçoes clandestinas
Migraçoes clandestinas
 
Métodos contracetivos
Métodos contracetivosMétodos contracetivos
Métodos contracetivos
 

Último

Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdfHans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
rarakey779
 
INTRODUÇÃO A ARQUEOLOGIA BÍBLICA [BIBLIOLOGIA]]
INTRODUÇÃO A ARQUEOLOGIA BÍBLICA [BIBLIOLOGIA]]INTRODUÇÃO A ARQUEOLOGIA BÍBLICA [BIBLIOLOGIA]]
INTRODUÇÃO A ARQUEOLOGIA BÍBLICA [BIBLIOLOGIA]]
ESCRIBA DE CRISTO
 
GRAMÁTICA NORMATIVA DA LÍNGUA PORTUGUESA UM GUIA COMPLETO DO IDIOMA.pdf
GRAMÁTICA NORMATIVA DA LÍNGUA PORTUGUESA UM GUIA COMPLETO DO IDIOMA.pdfGRAMÁTICA NORMATIVA DA LÍNGUA PORTUGUESA UM GUIA COMPLETO DO IDIOMA.pdf
GRAMÁTICA NORMATIVA DA LÍNGUA PORTUGUESA UM GUIA COMPLETO DO IDIOMA.pdf
rarakey779
 
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 finalPPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
carlaOliveira438
 

Último (20)

Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdfHans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
 
00Certificado - MBA - Gestão de projetos
00Certificado - MBA - Gestão de projetos00Certificado - MBA - Gestão de projetos
00Certificado - MBA - Gestão de projetos
 
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdfHans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
Hans Kelsen - Teoria Pura do Direito - Obra completa.pdf
 
INTRODUÇÃO A ARQUEOLOGIA BÍBLICA [BIBLIOLOGIA]]
INTRODUÇÃO A ARQUEOLOGIA BÍBLICA [BIBLIOLOGIA]]INTRODUÇÃO A ARQUEOLOGIA BÍBLICA [BIBLIOLOGIA]]
INTRODUÇÃO A ARQUEOLOGIA BÍBLICA [BIBLIOLOGIA]]
 
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
 
Desastres ambientais e vulnerabilidadess
Desastres ambientais e vulnerabilidadessDesastres ambientais e vulnerabilidadess
Desastres ambientais e vulnerabilidadess
 
Slides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptxSlides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptx
Slides Lição 9, CPAD, Resistindo à Tentação no Caminho, 2Tr24.pptx
 
Junho Violeta - Sugestão de Ações na Igreja
Junho Violeta - Sugestão de Ações na IgrejaJunho Violeta - Sugestão de Ações na Igreja
Junho Violeta - Sugestão de Ações na Igreja
 
Atividades-Sobre-o-Conto-Venha-Ver-o-Por-Do-Sol.docx
Atividades-Sobre-o-Conto-Venha-Ver-o-Por-Do-Sol.docxAtividades-Sobre-o-Conto-Venha-Ver-o-Por-Do-Sol.docx
Atividades-Sobre-o-Conto-Venha-Ver-o-Por-Do-Sol.docx
 
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
 
GRAMÁTICA NORMATIVA DA LÍNGUA PORTUGUESA UM GUIA COMPLETO DO IDIOMA.pdf
GRAMÁTICA NORMATIVA DA LÍNGUA PORTUGUESA UM GUIA COMPLETO DO IDIOMA.pdfGRAMÁTICA NORMATIVA DA LÍNGUA PORTUGUESA UM GUIA COMPLETO DO IDIOMA.pdf
GRAMÁTICA NORMATIVA DA LÍNGUA PORTUGUESA UM GUIA COMPLETO DO IDIOMA.pdf
 
Campanha 18 de. Maio laranja dds.pptx
Campanha 18 de.    Maio laranja dds.pptxCampanha 18 de.    Maio laranja dds.pptx
Campanha 18 de. Maio laranja dds.pptx
 
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 finalPPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
PPP6_ciencias final 6 ano ano de 23/24 final
 
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
 
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdfAs Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
 
hereditariedade é variabilidade genetic
hereditariedade é variabilidade  genetichereditariedade é variabilidade  genetic
hereditariedade é variabilidade genetic
 
Poema - Reciclar é preciso
Poema            -        Reciclar é precisoPoema            -        Reciclar é preciso
Poema - Reciclar é preciso
 
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdfufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
 
Os Tempos Verbais em Inglês-tempos -dos-
Os Tempos Verbais em Inglês-tempos -dos-Os Tempos Verbais em Inglês-tempos -dos-
Os Tempos Verbais em Inglês-tempos -dos-
 
Atividade com a música Xote da Alegria - Falamansa
Atividade com a música Xote  da  Alegria    -   FalamansaAtividade com a música Xote  da  Alegria    -   Falamansa
Atividade com a música Xote da Alegria - Falamansa
 

Importância das feiras 7ºano

  • 1. Importância das feiras senhores, concelhos e poder régio Trabalho realizado por: -Beatriz Cunha nº6 -Letícia Oliveira nº20 7ºB
  • 2. A Importância das feiras • A partir do século XI, na Europa aconteceu uma reanimação do comércio. A economia de subsistência que havia no período das Invasões, deu lugar a uma economia mercantil, em que se intensificaram as trocas comerciais e aumentou o uso da moeda. • Este desenvolvimento deveu-se: -Ao aumento da produção graças aos progressos técnicos da agricultura; -Ao desenvolvimento dos transportes terrestres, fluviais e marítimos; -ao clima de paz e segurança que possibilitou uma maior segurança nas viagens. Os principais locais comerciais eram os portos, feiras e mercados.
  • 3. Feiras • As feiras realizavam-se de ano a ano, ou em determinados dias Santos. Serviam como ponto de encontro de mercadores e proporcionavam o contacto com técnicas e produtos vindos de diversas regiões. • As feiras eram uma fonte de rendimento para os reis, que recebiam impostos dos mercadores. Para desenvolver o comércio e atrair mercadores, criaram-se feiras francas, ou seja, isentas de impostos. • Em Portugal a criação das feiras era feita através de um documento, a Carta de Feira, onde estavam definidos os impostos a pagar ao rei e os dias de realização da feira.
  • 4. MERCADOS • Os mercados realizavam-se com maior frequência, estando ligados, ao desenvolvimento do comércio interno. • O ressurgimento do comércio contribuiu para o crescimento das cidades. As muralhas das velhas cidades já não albergavam toda a população. Isto levou á construção de novos burgos, fora das muralhas. Os moradores destes burgos passaram a chamar-se Burgueses. Estes aglomerados também cresceram e, em muitas cidades foram construídas segundas muralhas.
  • 5. Senhores, concelhos e poder régio • Na idade média, a sociedade era fortemente hierarquizada. Os senhores da nobreza e do clero rivalizavam com o rei concentrando grandes poderes dentro dos seus senhorios. Havia, ainda, outra áreas do território que gozavam de certa autonomia: eram os concelhos, onde haviam homens livres, do povo. • Os reis aproveitaram o desenvolvimento económico e tomaram medidas para fortalecerem o poder régio.
  • 6. Senhorios laicos e senhorios eclesiásticos • A sociedade medieval portuguesa era uma sociedade senhorial, dividida em clero, nobreza e povo. O clero e a nobreza receberam doações régias de benefícios, cargos e grandes propriedades, constituindo assim senhorios laicos (nobreza) e senhorios eclesiásticos (clero). • Nestes senhorios vigorava o sistema feudal .Os senhores beneficiavam de alguns direitos tais como serviços gratuitos ,as rendas pagas pelos camponeses, o exercito da justiça e a organização do seu exercito. • Em Portugal também existiam reguengos, terras pertencentes aos reis.
  • 7. Os concelhos • Durante a reconquista foram criados vários concelhos para povoar os territórios conquista dados e essa criação foi feita através de uma carta de foral. Nessa carta estavam escritos os deveres e os direitos dos que la viviam e a organização administrativa dos concelhos. • Os habitantes eram homens livres mas não eram iguais socialmente, os mais importantes eram os homens bons proprietários e mercadores mais ricos. Os restantes eram peões (camponeses, artesãos, jornaleiros, etc…) • O poder era exercido pela assembleia dos magistrados que era composto por homens bons e um representante do rei era o alcaide.
  • 8. O Fortalecimento do poder régio • Para fazer face ao grande poder dos senhores do clero e da nobreza e para fortalecer o poder régio e a monarquia, os reis tomaram medidas como: -Publicação das leis de desamortização ,para impedir o aumento das propriedades do clero; -Realização de inquirições e de confirmações , para garantir a legitimidade das doações que haviam ter sido feitas á nobreza; -Organização da administração do reino, criando hierarquia de cargos políticos