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1
BPM Global Trends
Green BPM
Setembro 2012
José Davi Furlan
Director of Education Services
ABPMP International
2
Todos ganham, certo?
Indústria de insumos
fatura $$$ vendendo
para outras indústrias
Indústria de produtos ao
consumidor fatura $$$
com produção e vendas
Governo arrecada
$$$ com atividade
econômica
Logística fatura $$$ com
transporte e distribuição
Varejo e bancos faturam $$$
com venda ao consumidor
Consumidor feliz com a
oferta para consumo
3
Quem perde no
modelo
econômico atual?
4
Business as usual
“A humanidade precisa definir se quer viver agora e
pagar depois (business as usual) ou pagar agora e
continuarvivendo depois”
Eduardo Giannetti da Fonseca, Economista
“A humanidade precisa definir se quer viver agora e
pagar depois (business as usual) ou pagar agora e
continuarvivendo depois”
Eduardo Giannetti da Fonseca, Economista
Organizações, governo e consumidoresbuscam lucrar,
arrecadarou satisfazer suas necessidades isoladamente , e
o fazem bem. Coletivamente,contudo, caminham para o
ecocídio
Organizações, governo e consumidoresbuscam lucrar,
arrecadarou satisfazer suas necessidades isoladamente , e
o fazem bem. Coletivamente,contudo, caminham para o
ecocídio
A humanidade está movimentando cerca de 48 bilhões
de toneladas de materiaispor ano -- desse valor 30
bilhões viram lixo
Fonte: Waldman, Mauricio – “Lixo: cenários e desafios “. Ed. Cortez, 2011
A humanidade está movimentando cerca de 48 bilhões
de toneladas de materiaispor ano -- desse valor 30
bilhões viram lixo
Fonte: Waldman, Mauricio – “Lixo: cenários e desafios “. Ed. Cortez, 2011
5
“Business as usual é sinônimo de ecocídio”(*)
Pela visão organizacional
Processos desenhados
para grande consumo de
recursos, pilhagem do meio
ambiente, emprego de
tóxicos, geração de lixo,
degradação, desperdício e
produção ineficiente
Pela visão organizacional
Processos desenhados
para grande consumo de
recursos, pilhagem do meio
ambiente, emprego de
tóxicos, geração de lixo,
degradação, desperdício e
produção ineficiente
Pela visão da sociedade
Pessoas com carência
material eterna e um senso
de competição do ter,
consumo desnecessário e
desperdício associados
visceralmente ao modo de
vida moderno
Pela visão da sociedade
Pessoas com carência
material eterna e um senso
de competição do ter,
consumo desnecessário e
desperdício associados
visceralmente ao modo de
vida moderno
(*) Frase de André Trigueiro
6
A formulação do consumidor segundo Lebow
“Nossa enorme economia produtiva
demanda que façamos o consumo nosso
modo de vida, que transformemos a
compra e uso de produtos em rituais,
que busquemos nossa satisfação
espiritual e de ego em consumo... O
maior sentido de significância de nossas
vidas expressadas em termos de
consumo... Precisamos que as coisas
sejam consumidas, queimadas,
desgastadas, substituídas e descartadas
a um ritmo cada vez maior...”
“Nossa enorme economia produtiva
demanda que façamos o consumo nosso
modo de vida, que transformemos a
compra e uso de produtos em rituais,
que busquemos nossa satisfação
espiritual e de ego em consumo... O
maior sentido de significância de nossas
vidas expressadas em termos de
consumo... Precisamos que as coisas
sejam consumidas, queimadas,
desgastadas, substituídas e descartadas
a um ritmo cada vez maior...”
7
Triple Bottom Line
“Atender as necessidades atuais sem
comprometer a habilidade de futuras gerações
atender as suas”
Definição de desenvolvimento sustentávelde acordo com WCED – World Commission on Economic Development, 1987, p.43
“Atender as necessidades atuais sem
comprometer a habilidade de futuras gerações
atender as suas”
Definição de desenvolvimento sustentávelde acordo com WCED – World Commission on Economic Development, 1987, p.43
Prosperi-
dade
Econômi-
ca
Prosperi-
dade
Econômi-
ca
Equidade
Social
Equidade
Social
Integridade
Ambiental
Integridade
Ambiental
8
Princípios para Processos Sustentáveis
Logística reversa
Extensão do ciclo de vida de produtos e serviços
Novas acepções de consumo
Eliminação de desperdício
Produtos como parte de serviços
Pensamento outside-in e simplificação
9
Princípios para Processos Sustentáveis
Logística reversa
Extensão do ciclo de vida de produtos e serviços
Novas acepções de consumo
Eliminação de desperdício
Produtos como parte de serviços
Pensamento outside-in e simplificação
10
Política Nacional de Resíduos Sólidos
No Brasil, em 2010 foi
implantada a Política Nacional
dos Resíduos Sólidos, a PNRS
Lei nº 12.305
Aplica o princípio da
responsabilidade
compartilhada entre as três
esferas de governo, cidadãos e
iniciativa privada
Até 2014, municípios terão de se
adaptar a ela
Não só o governo, mas
produtores e consumidores
também serão responsáveis pela
destinação do lixo
11
Definições
Ciclo de vida do
produto/serviço
Série de etapas que
envolvem o
desenvolvimento do
produto/serviço, a
obtenção de matérias-
primas e insumos, o
processo produtivo, o
consumo e a disposição
final
Ciclo de vida do
produto/serviço
Série de etapas que
envolvem o
desenvolvimento do
produto/serviço, a
obtenção de matérias-
primas e insumos, o
processo produtivo, o
consumo e a disposição
final
Logística reversa
Conjunto de ações,
procedimentos e meios
destinados a viabilizar a coleta
e a restituição dos resíduos ao
setor empresarial, para
reaproveitamento, em seu
ciclo ou em outros ciclos
produtivos, ou outra
destinação final
ambientalmente adequada
Logística reversa
Conjunto de ações,
procedimentos e meios
destinados a viabilizar a coleta
e a restituição dos resíduos ao
setor empresarial, para
reaproveitamento, em seu
ciclo ou em outros ciclos
produtivos, ou outra
destinação final
ambientalmente adequada
12
Pros:
•Mudança de paradigmas
•Redução de custos
•Criação de novos produtos
•Novos consumidores
Cons:
•Business as usual
•Resistência a investir
•Manutenção do status quo
Pros:
•Sentirem-se parte da onda
•Novas acepções de consumo
•Menor culpa ao consumir
Cons:
•Não se engajar
•Transferir responsabilidade
•Não fazer sua parte
•Resistência à mudança
Pros:
•Redução do custo com tratamento lixo
•Redução do impacto ambiental
Cons:
•Não atendimento da demanda
•Rupturas em mudanças de governo
Pros:
•Resgate cidadania de catadores
•Profissionalização de recicladores
•Elo inicial da logística reversa
Cons:
•Depende de apoio do poder público
•Depende de apoio da iniciativa privada
Mu n ic ipalid ad e
C ooper at iv as
Produtores
Consumidores
13
Embalagens de cosméticos
Garrafas PET
Embalagens de agrotóxicos
Vidro, metal, plástico
Papel, papelão, isopor
Embalagens de cosméticos
Garrafas PET
Embalagens de agrotóxicos
Vidro, metal, plástico
Papel, papelão, isopor
Logística reversa
Óleo lubrificante
Pilhas e baterias
Pneus usados
Eletrônicos e utensílios
Entulho de obras
Óleo lubrificante
Pilhas e baterias
Pneus usados
Eletrônicos e utensílios
Entulho de obras
14
Todos pensam no processo
de construção do produto,
mas poucos pensam no
processo de desconstrução
15
Pensando na desconstrução e logística reversa
16
Princípio para Processos Sustentáveis #01:
Resíduos convertidos em insumos: Processos de
logística reversa participando da cadeia de valor
das organizações
Forças contrárias:
Manutenção do status-quo, foco
intraorganizacional , desconexão com mundo
exterior, não contabilização dos verdadeiros
custos associados à atividade econômica
17
Princípios para Processos Sustentáveis
Logística reversa
Extensão do ciclo de vida de produtos e serviços
Novas acepções de consumo
Eliminação de desperdício
Produtos como parte de serviços
Pensamento outside-in e simplificação
18
Extensão do ciclo de vida do produto
Refil/Reuso
Recarga, reutilização de forma
diferente
Reforma/recondicionamento
Limpeza, lubrificação ou outra
melhoria
Reparo
Substituição de componentes
danificados para que o produto
retorne às suas funções originais
Reimplantação e canibalização
Utilização de partes funcionais em
outro produto
Remanufatura
Retratamento completo do produto
para garantir desempenho funcional
e atualizado do produto
Organizaçõespoderão não querer,
mas os consumidoresvão insistir
nisso
19
Extensão do ciclo de vida do produto
Programas de troca: Trade-in
20
Ciclo de vida completo do produto/serviço
Foco do cliente expandido para
foco da sociedade
Visão interorganizacional ponta-a-
ponta prevalecendo sobre a visão
intraorganizacional e funcional
21
Processos ponta-a-ponta de ciclo completo
Matéria prima ou
reprocessada
Processamento Consumo Descarte Reprocessamento
Procure to Pay
Order to Delivery
Consumption to Discard
Discard to Reprocessing
Production to Stock
22
Princípio para Processos Sustentáveis #02:
Processos de negócio pensados ponta-a-ponta no
ciclo de vida completo do produto/serviço e não
ponta-a-ponta do pedido a entrega ao cliente
Forças contrárias:
Pensamento inside-out e funcional, resultados financeiros
é o que importa, visão de curto prazo, cliente descartável
ou sem identidade para a organização, operação
virtualizada desconectada da realidade
23
Princípios para Processos Sustentáveis
Logística reversa
Extensão do ciclo de vida de produtos e serviços
Novas acepções de consumo
Eliminação de desperdício
Produtos como parte de serviços
Pensamento outside-in e simplificação
24
Acepções de status e consumo requerem revisão
Consumo emocional
Compra impulsiva ou irracional
(psicológica) de itens de baixa ou
nenhuma utilidade que, muito
rapidamente, são destinados ao
desuso e ao descarte
Consumo de ostentação
Compra de itens especialmente
caros e não necessários de forma
à pessoa ser notada ou ter
destaque na sociedade
Consumo pelo vicio
Consumo consciente
Consumo racional (econômico)
baseado em necessidades reais e
uma vida saudável
Processo não sustentável Processo sustentável
Muitas organizações não
sobreviveriam a uma
sociedade pautada pelo
consumo consciente, mas
abriria oportunidade para
criação de novos tipos de
negócio
Muitas organizações não
sobreviveriam a uma
sociedade pautada pelo
consumo consciente, mas
abriria oportunidade para
criação de novos tipos de
negócio
25
Pessoas ávidas por incorporar velhos hábitos
Como será possível satisfazer a necessidade de novos
consumidores ou de consumidores ascendendo a
pirâmide social sem incorrer em falhas do passado?
Sonham em adotar os mesmos padrões e hábitos que
coletivamente nos remetem ao colapso
Tragédia dos comuns
26
“...Produtos e serviços devem ser
oferecidos ao consumidor com
especial urgência. Não apenas levá-
lo a um consumo forçado, mas
também a um consumo caro.
Precisamos que as pessoas comam,
bebam, vistam-se, desloquem-se,
vivam através de um consumo cada
vez mais complicado e, portanto,
constantemente mais caro”
“...Produtos e serviços devem ser
oferecidos ao consumidor com
especial urgência. Não apenas levá-
lo a um consumo forçado, mas
também a um consumo caro.
Precisamos que as pessoas comam,
bebam, vistam-se, desloquem-se,
vivam através de um consumo cada
vez mais complicado e, portanto,
constantemente mais caro”
A formulação do consumidor segundo Lebow
27
Consumo consciente
“Quanto maior a pressão
sobre o indivíduo para se
conformar à segurança e
aos padrões sociais aceitos,
maior será a tendência de
expressar suas aspirações e
individualidade em termos
do que veste, dirige, come,
sua casa, seu carro, seus
hábitos de alimentação,
hobbies”
“Quanto maior a pressão
sobre o indivíduo para se
conformar à segurança e
aos padrões sociais aceitos,
maior será a tendência de
expressar suas aspirações e
individualidade em termos
do que veste, dirige, come,
sua casa, seu carro, seus
hábitos de alimentação,
hobbies”
28
Princípio para Processos Sustentáveis #03:
Organizações moldando hábitos sustentáveis em
seus consumidores para perpetuar seus próprios
produtos e serviços
Forças contrárias:
Resultados financeiros de curto prazo,
mentalidade de exploração até esgotamento,
negócio fundamentado em consumo não
consciente
29
Princípios para Processos Sustentáveis
Logística reversa
Extensão do ciclo de vida de produtos e serviços
Novas acepções de consumo
Eliminação de desperdício
Produtos como parte de serviços
Pensamento outside-in e simplificação
30
Hierarquia do desperdício
Eliminação
Redução
Refil/reuso
Reforma/Reparo/Recondicionamento/Remanufatura
Reimplantação/canibalização
Descarte para aterro
Reciclagem
Desperdício
Menor
desperdício
Maior
desperdício
31
Desperdício e custos não contabilizados
Hoje
Desperdício como padrão
organizacional e social
Custos de impactos não
contabilizados
Amanhã
Fazer mais com menos ou
com o mesmo
Atender mais pessoas com
menor impacto ambiental
Mudar padrões ineficientes
por padrões eficientes
Contabilizar custos reais
Washington Novaes
32
Foco no que realmente agrega valor
Reduzir ou eliminar gastos, consumos
e uso de recursos em processos que
não agregam valor
Redução de insumos
Menos embalagens, menos cores em
embalagens, menos sacolas descartáveis,
menos papel, menos dinheiro em espécie,
menos consumo de água, menos
fertilizantes, menos agrotóxicos
Redução do uso de energia
Redução da quantidade de passos em
processos
Rever produtos e serviços para focar
na essência e não no acessório
33
O ponto de venda
completa o ciclo de
vida do produto ao
recolher, reciclar e
vender as partes
Ganha com a venda, uma
possível nova venda de
reposição e com as
commodities derivadas da
reciclagem e fechamento
do ciclo de vida do
produto
O ponto de venda
completa o ciclo de
vida do produto ao
recolher, reciclar e
vender as partes
Ganha com a venda, uma
possível nova venda de
reposição e com as
commodities derivadas da
reciclagem e fechamento
do ciclo de vida do
produto
Programa de sustentabilidade da Best Buy
Reciclagem requer a desmontagem do produto
ao nível de material componente para que seja
reprocessado em novas formas :
•Mesmos materiais: Closed loop recycling
•Novos materiais: Open loop recycling
34
Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC)
35
Produtos autossustentáveis
36
C2C - Cradle to Cradle
37
Princípio para Processos Sustentáveis #04:
Processos, produtos e serviços desenhados
visando redução de desperdícios, redução de
insumos e energia, reaproveitamento de materiais
e resíduos, e autossustentáveis
Forças contrárias:
Pedagogia do desperdício, mentalidade produtiva
atrasada, perpetuação de métodos obsoletos com
tecnologia melhorada,
38
Princípios para Processos Sustentáveis
Logística reversa
Extensão do ciclo de vida de produtos e serviços
Novas acepções de consumo
Eliminação de desperdício
Produtos como parte de serviços
Pensamento outside-in e simplificação
39
Produtos como parte de serviços
Uma economia onde as necessidades das pessoas
são satisfeitas com em vez de produtos
otimiza a utilização de recursos e permite acesso
por um número maior de pessoas
Quando não é possível substituir produtos por
serviços que incluam o produto, prover meios para
substituir antigos produtos por novos
Ex: Programas trade-in
40
Exemplo: Traduzindo produtos em serviços
Car sharing
Em vez de carro como
propriedade particular, utilizá-
los por km e tempo viajado
Não ter de investir em algo que
deprecia 15% ao ano e que é
utilizado somente 15% do
tempo
Não ter de se preocupar com
seguro, impostos, manutenção,
abastecimento
Não ter de pagar ou se
preocupar com estacionamento
41
Usar sem adquirir
Estabilidade versus
flexibilidade: Ser
proprietário ou locatário
Da sociedade da
propriedade para a
sociedade da locação
Consumidores seguindo
um padrão já adotado
pelas organizações
Otimiza a utilização dos
ativos pelo uso
compartilhando evitando
desperdícios
by The Wall Street Journal
42
Processos ponta-a-ponta: Serviços
Insumos
Prestação de
serviço
Manutenção do
serviço
Reprocessamento
Procureto Pay
Follow-up to Reprocessing
Service to conclusion
43
Princípio para Processos Sustentáveis #05:
Produtos como parte de serviços em vez de
produtos como fins em si mesmos
Forças contrárias:
Apego à posse, insegurança material, insegurança
macroeconômica, conveniência da propriedade
mesmo que custosa
44
Princípios para Processos Sustentáveis
Logística reversa
Extensão do ciclo de vida de produtos e serviços
Novas acepções de consumo
Eliminação de desperdício
Produtos como parte de serviços
Pensamento outside-in e simplificação
45
Outside-in process design
Desenho de processos de
fora para dentro da
organização: Foco DO
cliente
A era das organizações
imporem seus produtos e
serviços ficou para trás
Em vez de empurrar,
produtos e serviços serão
puxados pelos clientes
Não adianta melhorarmos o
que nem deveria existir
46
Simplicidade é a sofisticação máxima
Simplificação do modus
operandi organizacional
Os clientes estão cada vez
mais sobrecarregados de
complexidade
desnecessária, e buscam
uma forma de viver mais
fluída e simplificada
Simplificar, simplificar,
simplificar
Quanto mais simples, menor
o impacto
“Besides the noble art of getting things
done, there is the noble art of leaving things
undone. The wisdom of life consistsin the
elimination of non-essentials”
— Lin Yutang
47
Pensamento “Outside-in”
Estabelecer a experiência do cliente como ponto focal para
o desenho de processo (outside-in process design)
Descobrir como cliente define pontos de início e fim, tempo de
resposta aceitável, e critérios de satisfação são elementos críticos
para compreender a experiência do cliente no processo
48
Princípio para Processos Sustentáveis #06:
Desenho de processos com foco do cliente,
simplificação de processos, foco no que realmente
agrega valor e eliminação do que não importa
Forças contrárias:
Dificuldade de se colocar no lugar do cliente,
cliente deve ser mantido à distância, mentalidade
de “empurrar” produtos e serviços, encarar
organizações como acima dos clientes
49
Sustentabilidade = Cidadania Corporativa
Credibilidade Capacidade Coerência Comprometimento
MIRVIS, Philip; GOOGINS, Bradley, Stages of corporate citizenship, 2006
50
Princípios para Processos Sustentáveis – Sumário
Processos de logística reversa
participando da cadeia de valor das
organizações
Processos de negócio pensados
ponta-a-ponta no ciclo de vida
completo do produto/serviço
Organizações moldando hábitos
sustentáveis em seus consumidores
para perpetuar seus próprios
produtos e serviços
Redução de desperdícios, redução
de insumos e energia e
reaproveitamento de materiais em
processos
Produtos como parte de serviços
Desenho de processos com foco do
cliente, simplificação de processos,
foco no que realmente agrega valor e
eliminação do que não importa
Vendo o mundo através de novas lentes
“Carta da Terra”
51
ABPMP BR
Towards a sustainable world
ABPMP BR
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Green BPM Trends

  • 1. 1 BPM Global Trends Green BPM Setembro 2012 José Davi Furlan Director of Education Services ABPMP International
  • 2. 2 Todos ganham, certo? Indústria de insumos fatura $$$ vendendo para outras indústrias Indústria de produtos ao consumidor fatura $$$ com produção e vendas Governo arrecada $$$ com atividade econômica Logística fatura $$$ com transporte e distribuição Varejo e bancos faturam $$$ com venda ao consumidor Consumidor feliz com a oferta para consumo
  • 4. 4 Business as usual “A humanidade precisa definir se quer viver agora e pagar depois (business as usual) ou pagar agora e continuarvivendo depois” Eduardo Giannetti da Fonseca, Economista “A humanidade precisa definir se quer viver agora e pagar depois (business as usual) ou pagar agora e continuarvivendo depois” Eduardo Giannetti da Fonseca, Economista Organizações, governo e consumidoresbuscam lucrar, arrecadarou satisfazer suas necessidades isoladamente , e o fazem bem. Coletivamente,contudo, caminham para o ecocídio Organizações, governo e consumidoresbuscam lucrar, arrecadarou satisfazer suas necessidades isoladamente , e o fazem bem. Coletivamente,contudo, caminham para o ecocídio A humanidade está movimentando cerca de 48 bilhões de toneladas de materiaispor ano -- desse valor 30 bilhões viram lixo Fonte: Waldman, Mauricio – “Lixo: cenários e desafios “. Ed. Cortez, 2011 A humanidade está movimentando cerca de 48 bilhões de toneladas de materiaispor ano -- desse valor 30 bilhões viram lixo Fonte: Waldman, Mauricio – “Lixo: cenários e desafios “. Ed. Cortez, 2011
  • 5. 5 “Business as usual é sinônimo de ecocídio”(*) Pela visão organizacional Processos desenhados para grande consumo de recursos, pilhagem do meio ambiente, emprego de tóxicos, geração de lixo, degradação, desperdício e produção ineficiente Pela visão organizacional Processos desenhados para grande consumo de recursos, pilhagem do meio ambiente, emprego de tóxicos, geração de lixo, degradação, desperdício e produção ineficiente Pela visão da sociedade Pessoas com carência material eterna e um senso de competição do ter, consumo desnecessário e desperdício associados visceralmente ao modo de vida moderno Pela visão da sociedade Pessoas com carência material eterna e um senso de competição do ter, consumo desnecessário e desperdício associados visceralmente ao modo de vida moderno (*) Frase de André Trigueiro
  • 6. 6 A formulação do consumidor segundo Lebow “Nossa enorme economia produtiva demanda que façamos o consumo nosso modo de vida, que transformemos a compra e uso de produtos em rituais, que busquemos nossa satisfação espiritual e de ego em consumo... O maior sentido de significância de nossas vidas expressadas em termos de consumo... Precisamos que as coisas sejam consumidas, queimadas, desgastadas, substituídas e descartadas a um ritmo cada vez maior...” “Nossa enorme economia produtiva demanda que façamos o consumo nosso modo de vida, que transformemos a compra e uso de produtos em rituais, que busquemos nossa satisfação espiritual e de ego em consumo... O maior sentido de significância de nossas vidas expressadas em termos de consumo... Precisamos que as coisas sejam consumidas, queimadas, desgastadas, substituídas e descartadas a um ritmo cada vez maior...”
  • 7. 7 Triple Bottom Line “Atender as necessidades atuais sem comprometer a habilidade de futuras gerações atender as suas” Definição de desenvolvimento sustentávelde acordo com WCED – World Commission on Economic Development, 1987, p.43 “Atender as necessidades atuais sem comprometer a habilidade de futuras gerações atender as suas” Definição de desenvolvimento sustentávelde acordo com WCED – World Commission on Economic Development, 1987, p.43 Prosperi- dade Econômi- ca Prosperi- dade Econômi- ca Equidade Social Equidade Social Integridade Ambiental Integridade Ambiental
  • 8. 8 Princípios para Processos Sustentáveis Logística reversa Extensão do ciclo de vida de produtos e serviços Novas acepções de consumo Eliminação de desperdício Produtos como parte de serviços Pensamento outside-in e simplificação
  • 9. 9 Princípios para Processos Sustentáveis Logística reversa Extensão do ciclo de vida de produtos e serviços Novas acepções de consumo Eliminação de desperdício Produtos como parte de serviços Pensamento outside-in e simplificação
  • 10. 10 Política Nacional de Resíduos Sólidos No Brasil, em 2010 foi implantada a Política Nacional dos Resíduos Sólidos, a PNRS Lei nº 12.305 Aplica o princípio da responsabilidade compartilhada entre as três esferas de governo, cidadãos e iniciativa privada Até 2014, municípios terão de se adaptar a ela Não só o governo, mas produtores e consumidores também serão responsáveis pela destinação do lixo
  • 11. 11 Definições Ciclo de vida do produto/serviço Série de etapas que envolvem o desenvolvimento do produto/serviço, a obtenção de matérias- primas e insumos, o processo produtivo, o consumo e a disposição final Ciclo de vida do produto/serviço Série de etapas que envolvem o desenvolvimento do produto/serviço, a obtenção de matérias- primas e insumos, o processo produtivo, o consumo e a disposição final Logística reversa Conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada Logística reversa Conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada
  • 12. 12 Pros: •Mudança de paradigmas •Redução de custos •Criação de novos produtos •Novos consumidores Cons: •Business as usual •Resistência a investir •Manutenção do status quo Pros: •Sentirem-se parte da onda •Novas acepções de consumo •Menor culpa ao consumir Cons: •Não se engajar •Transferir responsabilidade •Não fazer sua parte •Resistência à mudança Pros: •Redução do custo com tratamento lixo •Redução do impacto ambiental Cons: •Não atendimento da demanda •Rupturas em mudanças de governo Pros: •Resgate cidadania de catadores •Profissionalização de recicladores •Elo inicial da logística reversa Cons: •Depende de apoio do poder público •Depende de apoio da iniciativa privada Mu n ic ipalid ad e C ooper at iv as Produtores Consumidores
  • 13. 13 Embalagens de cosméticos Garrafas PET Embalagens de agrotóxicos Vidro, metal, plástico Papel, papelão, isopor Embalagens de cosméticos Garrafas PET Embalagens de agrotóxicos Vidro, metal, plástico Papel, papelão, isopor Logística reversa Óleo lubrificante Pilhas e baterias Pneus usados Eletrônicos e utensílios Entulho de obras Óleo lubrificante Pilhas e baterias Pneus usados Eletrônicos e utensílios Entulho de obras
  • 14. 14 Todos pensam no processo de construção do produto, mas poucos pensam no processo de desconstrução
  • 15. 15 Pensando na desconstrução e logística reversa
  • 16. 16 Princípio para Processos Sustentáveis #01: Resíduos convertidos em insumos: Processos de logística reversa participando da cadeia de valor das organizações Forças contrárias: Manutenção do status-quo, foco intraorganizacional , desconexão com mundo exterior, não contabilização dos verdadeiros custos associados à atividade econômica
  • 17. 17 Princípios para Processos Sustentáveis Logística reversa Extensão do ciclo de vida de produtos e serviços Novas acepções de consumo Eliminação de desperdício Produtos como parte de serviços Pensamento outside-in e simplificação
  • 18. 18 Extensão do ciclo de vida do produto Refil/Reuso Recarga, reutilização de forma diferente Reforma/recondicionamento Limpeza, lubrificação ou outra melhoria Reparo Substituição de componentes danificados para que o produto retorne às suas funções originais Reimplantação e canibalização Utilização de partes funcionais em outro produto Remanufatura Retratamento completo do produto para garantir desempenho funcional e atualizado do produto Organizaçõespoderão não querer, mas os consumidoresvão insistir nisso
  • 19. 19 Extensão do ciclo de vida do produto Programas de troca: Trade-in
  • 20. 20 Ciclo de vida completo do produto/serviço Foco do cliente expandido para foco da sociedade Visão interorganizacional ponta-a- ponta prevalecendo sobre a visão intraorganizacional e funcional
  • 21. 21 Processos ponta-a-ponta de ciclo completo Matéria prima ou reprocessada Processamento Consumo Descarte Reprocessamento Procure to Pay Order to Delivery Consumption to Discard Discard to Reprocessing Production to Stock
  • 22. 22 Princípio para Processos Sustentáveis #02: Processos de negócio pensados ponta-a-ponta no ciclo de vida completo do produto/serviço e não ponta-a-ponta do pedido a entrega ao cliente Forças contrárias: Pensamento inside-out e funcional, resultados financeiros é o que importa, visão de curto prazo, cliente descartável ou sem identidade para a organização, operação virtualizada desconectada da realidade
  • 23. 23 Princípios para Processos Sustentáveis Logística reversa Extensão do ciclo de vida de produtos e serviços Novas acepções de consumo Eliminação de desperdício Produtos como parte de serviços Pensamento outside-in e simplificação
  • 24. 24 Acepções de status e consumo requerem revisão Consumo emocional Compra impulsiva ou irracional (psicológica) de itens de baixa ou nenhuma utilidade que, muito rapidamente, são destinados ao desuso e ao descarte Consumo de ostentação Compra de itens especialmente caros e não necessários de forma à pessoa ser notada ou ter destaque na sociedade Consumo pelo vicio Consumo consciente Consumo racional (econômico) baseado em necessidades reais e uma vida saudável Processo não sustentável Processo sustentável Muitas organizações não sobreviveriam a uma sociedade pautada pelo consumo consciente, mas abriria oportunidade para criação de novos tipos de negócio Muitas organizações não sobreviveriam a uma sociedade pautada pelo consumo consciente, mas abriria oportunidade para criação de novos tipos de negócio
  • 25. 25 Pessoas ávidas por incorporar velhos hábitos Como será possível satisfazer a necessidade de novos consumidores ou de consumidores ascendendo a pirâmide social sem incorrer em falhas do passado? Sonham em adotar os mesmos padrões e hábitos que coletivamente nos remetem ao colapso Tragédia dos comuns
  • 26. 26 “...Produtos e serviços devem ser oferecidos ao consumidor com especial urgência. Não apenas levá- lo a um consumo forçado, mas também a um consumo caro. Precisamos que as pessoas comam, bebam, vistam-se, desloquem-se, vivam através de um consumo cada vez mais complicado e, portanto, constantemente mais caro” “...Produtos e serviços devem ser oferecidos ao consumidor com especial urgência. Não apenas levá- lo a um consumo forçado, mas também a um consumo caro. Precisamos que as pessoas comam, bebam, vistam-se, desloquem-se, vivam através de um consumo cada vez mais complicado e, portanto, constantemente mais caro” A formulação do consumidor segundo Lebow
  • 27. 27 Consumo consciente “Quanto maior a pressão sobre o indivíduo para se conformar à segurança e aos padrões sociais aceitos, maior será a tendência de expressar suas aspirações e individualidade em termos do que veste, dirige, come, sua casa, seu carro, seus hábitos de alimentação, hobbies” “Quanto maior a pressão sobre o indivíduo para se conformar à segurança e aos padrões sociais aceitos, maior será a tendência de expressar suas aspirações e individualidade em termos do que veste, dirige, come, sua casa, seu carro, seus hábitos de alimentação, hobbies”
  • 28. 28 Princípio para Processos Sustentáveis #03: Organizações moldando hábitos sustentáveis em seus consumidores para perpetuar seus próprios produtos e serviços Forças contrárias: Resultados financeiros de curto prazo, mentalidade de exploração até esgotamento, negócio fundamentado em consumo não consciente
  • 29. 29 Princípios para Processos Sustentáveis Logística reversa Extensão do ciclo de vida de produtos e serviços Novas acepções de consumo Eliminação de desperdício Produtos como parte de serviços Pensamento outside-in e simplificação
  • 31. 31 Desperdício e custos não contabilizados Hoje Desperdício como padrão organizacional e social Custos de impactos não contabilizados Amanhã Fazer mais com menos ou com o mesmo Atender mais pessoas com menor impacto ambiental Mudar padrões ineficientes por padrões eficientes Contabilizar custos reais Washington Novaes
  • 32. 32 Foco no que realmente agrega valor Reduzir ou eliminar gastos, consumos e uso de recursos em processos que não agregam valor Redução de insumos Menos embalagens, menos cores em embalagens, menos sacolas descartáveis, menos papel, menos dinheiro em espécie, menos consumo de água, menos fertilizantes, menos agrotóxicos Redução do uso de energia Redução da quantidade de passos em processos Rever produtos e serviços para focar na essência e não no acessório
  • 33. 33 O ponto de venda completa o ciclo de vida do produto ao recolher, reciclar e vender as partes Ganha com a venda, uma possível nova venda de reposição e com as commodities derivadas da reciclagem e fechamento do ciclo de vida do produto O ponto de venda completa o ciclo de vida do produto ao recolher, reciclar e vender as partes Ganha com a venda, uma possível nova venda de reposição e com as commodities derivadas da reciclagem e fechamento do ciclo de vida do produto Programa de sustentabilidade da Best Buy Reciclagem requer a desmontagem do produto ao nível de material componente para que seja reprocessado em novas formas : •Mesmos materiais: Closed loop recycling •Novos materiais: Open loop recycling
  • 34. 34 Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC)
  • 36. 36 C2C - Cradle to Cradle
  • 37. 37 Princípio para Processos Sustentáveis #04: Processos, produtos e serviços desenhados visando redução de desperdícios, redução de insumos e energia, reaproveitamento de materiais e resíduos, e autossustentáveis Forças contrárias: Pedagogia do desperdício, mentalidade produtiva atrasada, perpetuação de métodos obsoletos com tecnologia melhorada,
  • 38. 38 Princípios para Processos Sustentáveis Logística reversa Extensão do ciclo de vida de produtos e serviços Novas acepções de consumo Eliminação de desperdício Produtos como parte de serviços Pensamento outside-in e simplificação
  • 39. 39 Produtos como parte de serviços Uma economia onde as necessidades das pessoas são satisfeitas com em vez de produtos otimiza a utilização de recursos e permite acesso por um número maior de pessoas Quando não é possível substituir produtos por serviços que incluam o produto, prover meios para substituir antigos produtos por novos Ex: Programas trade-in
  • 40. 40 Exemplo: Traduzindo produtos em serviços Car sharing Em vez de carro como propriedade particular, utilizá- los por km e tempo viajado Não ter de investir em algo que deprecia 15% ao ano e que é utilizado somente 15% do tempo Não ter de se preocupar com seguro, impostos, manutenção, abastecimento Não ter de pagar ou se preocupar com estacionamento
  • 41. 41 Usar sem adquirir Estabilidade versus flexibilidade: Ser proprietário ou locatário Da sociedade da propriedade para a sociedade da locação Consumidores seguindo um padrão já adotado pelas organizações Otimiza a utilização dos ativos pelo uso compartilhando evitando desperdícios by The Wall Street Journal
  • 42. 42 Processos ponta-a-ponta: Serviços Insumos Prestação de serviço Manutenção do serviço Reprocessamento Procureto Pay Follow-up to Reprocessing Service to conclusion
  • 43. 43 Princípio para Processos Sustentáveis #05: Produtos como parte de serviços em vez de produtos como fins em si mesmos Forças contrárias: Apego à posse, insegurança material, insegurança macroeconômica, conveniência da propriedade mesmo que custosa
  • 44. 44 Princípios para Processos Sustentáveis Logística reversa Extensão do ciclo de vida de produtos e serviços Novas acepções de consumo Eliminação de desperdício Produtos como parte de serviços Pensamento outside-in e simplificação
  • 45. 45 Outside-in process design Desenho de processos de fora para dentro da organização: Foco DO cliente A era das organizações imporem seus produtos e serviços ficou para trás Em vez de empurrar, produtos e serviços serão puxados pelos clientes Não adianta melhorarmos o que nem deveria existir
  • 46. 46 Simplicidade é a sofisticação máxima Simplificação do modus operandi organizacional Os clientes estão cada vez mais sobrecarregados de complexidade desnecessária, e buscam uma forma de viver mais fluída e simplificada Simplificar, simplificar, simplificar Quanto mais simples, menor o impacto “Besides the noble art of getting things done, there is the noble art of leaving things undone. The wisdom of life consistsin the elimination of non-essentials” — Lin Yutang
  • 47. 47 Pensamento “Outside-in” Estabelecer a experiência do cliente como ponto focal para o desenho de processo (outside-in process design) Descobrir como cliente define pontos de início e fim, tempo de resposta aceitável, e critérios de satisfação são elementos críticos para compreender a experiência do cliente no processo
  • 48. 48 Princípio para Processos Sustentáveis #06: Desenho de processos com foco do cliente, simplificação de processos, foco no que realmente agrega valor e eliminação do que não importa Forças contrárias: Dificuldade de se colocar no lugar do cliente, cliente deve ser mantido à distância, mentalidade de “empurrar” produtos e serviços, encarar organizações como acima dos clientes
  • 49. 49 Sustentabilidade = Cidadania Corporativa Credibilidade Capacidade Coerência Comprometimento MIRVIS, Philip; GOOGINS, Bradley, Stages of corporate citizenship, 2006
  • 50. 50 Princípios para Processos Sustentáveis – Sumário Processos de logística reversa participando da cadeia de valor das organizações Processos de negócio pensados ponta-a-ponta no ciclo de vida completo do produto/serviço Organizações moldando hábitos sustentáveis em seus consumidores para perpetuar seus próprios produtos e serviços Redução de desperdícios, redução de insumos e energia e reaproveitamento de materiais em processos Produtos como parte de serviços Desenho de processos com foco do cliente, simplificação de processos, foco no que realmente agrega valor e eliminação do que não importa Vendo o mundo através de novas lentes “Carta da Terra”
  • 51. 51 ABPMP BR Towards a sustainable world ABPMP BR Towards a sustainable world