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18MENDES, Murilo. A História no Curso Secundário. São Paulo: Gráfica Paulista,1935, p. 41.NADAI Elza. O ensino de História...
19ANEXOS
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  1. 1. 1ENSINO DE HISTÓRIA E INTERNET: ONDE OS MESMOS SEENCONTRAM?1 Nuadson Herculano dos Santos2Resumo: O advento das novas tecnologias e a inserção de computadores comacesso à internet nas escolas tem tornado a produção de conhecimento ainda maisdiversa e imediata. Essa maior facilidade na busca de informações tem levadomuitos professores a rever a sua prática na sala de aula, adotando outrasmetodologias no processo de ensino. Referente à disciplina História, por exemplo,não tem sido diferente. Temos visto professores se esforçando em buscar novasformas de atrair seus alunos para suas aulas, inclusive com o uso da internet. Foi apartir dessa constatação que resolvemos pesquisar a relação do uso da internet nodia a dia do Colégio Estadual Josevaldo Lima, no município de Serrinha-Ba.Utilizando entrevistas, aplicação de questionários e observações procuramoscompreender como os professores daquela instituição estão fazendo uso da internetpara o desenvolvimento das suas aulas. Essa iniciativa implicou em entender,também, a relação dos alunos com essa ferramenta, em alguns casos, já tão familiarpara muitos.Palavras-chave: Internet. Ensino de História. Novas tecnologias.Abstract: The advent of new technologies and the integration of computerswith Internet access in schools have made the production of knowledge even morediverse and immediate. This greater ease in finding information has ledmany teachers to review their practice in the classroom, adopting othermethodologies in the discipline process ensino. Referente history, for example, hasnot been different. We have seen teachers striving to find new ways toattract students to their classes, including the use of the internet. It was from thisobservation we decided to investigate the relationship of Internet use on a dailyJosevaldo State College Lima, the city of Ba- Serrinha. Using me for interviews,questionnaires and observations seek to understand how teachers of thatinstitution are making use of the Internet to develop their lessons. This initiative led tounderstand, also, the ratio of students with this tool, some cases, already so familiarto many.Keywords: Internet. Teaching of History. New technologies.1 Artigo apresentado ao Colegiado do Curso de Licenciatura em História, Campus XIV, Conceição doCoité-Bahia, como requisito final para aprovação no referido Curso. Trabalho orientado pelo professorMs. Antonio Vilas Boas.2 Graduando em Licenciatura em História pela Universidade do Estado da Bahia, Campus XIV,Conceição do Coité.
  2. 2. 2INTRODUÇÃO Estamos vivendo em uma era, denominada por muitos de a era dainformação, na qual o imediatismo no campo das comunicações se tornou algo jábastante habitual. Nesse contexto, as notícias, a divulgação de dados, pesquisas,etc. chegam até muitos de nós em uma velocidade jamais vista, proporcionandoque, aos poucos, outros canais de comunicação se juntem aos já existentes,popularizando-se. A rede mundial de computadores, ou a internet, como éconhecida, é um exemplo. Perceber a expansão da tecnologia e mais especificadamente da internet nosnossos dias não é tão difícil. Apesar de não ser ainda um equipamento acessível atodas as camadas da população, o computador tem mudado o cotidiano de muitosadolescentes, jovens e outros personagens de outras idades. O fenômeno das redessociais e a possibilidade de interação através dos espaços virtuais é algo que nãopassa despercebido pela maioria da nossa população. As consequências dessas “novas rotinas” também têm afetado outroscampos. Na educação, ou no processo de ensino-prendizagem, é cada vez maisperceptível que o professor não deve mais ser apenas um transmissor deconhecimento, naquele sentido bancário tão criticado por Freire (1985), mas precisa,mais do que em qualquer outro momento, estar atualizado, manejar outrasferramentas e inserir-se no cotidiano tecnológico, pois caso contrário corre o risco detornar-se obsoleto. Foi justamente desse cotidiano que surgiram as inquietações para odesenvolvimento dessa pesquisa. Como estagiário do curso de Licenciatura emHistória tive a oportunidade de ter contato com o universo do ensino público nasescolas da Rede Estadual do Estado da Bahia, mais precisamente no município deSerrinha-Bahia. Do meu dia-a-dia vieram as primeiras análises acerca da relação que,principalmente, os adolescentes/jovens mantêm com a internet, tornando-a tãopopular. Já no espaço escolar, verifiquei a existência de laboratório de informáticaconectado à internet, elemento esse capaz de propiciar ao aluno o acesso ao mundovirtual.
  3. 3. 3 Essas duas constatações nos levaram a pensar numa investigação quetivesse como objetivo geral analisar como os professores de História do ColégioEstadual Josevaldo Lima estão fazendo uso da internet para o desenvolvimento dassuas atividades. Especificadamente, e para tentar dar conta do objetivo acima,procuramos observar as ações empreendidas pelo professor para fazer com que osalunos utilizem a internet como fonte de aprendizado. Além desse, compreendercomo os alunos fazem uso da internet no seu dia-a-dia foi outro objetivo. Sabendo do crescente desenvolvimento tecnológico nos dias atuais e dautilização dos mesmos no processo ensino-aprendizagem, cremos que essapesquisa se justificou pela possibilidade que a mesma teve de conhecer o cotidianoda utilização da internet dentro do Colégio Estadual Josevaldo Lima e, a partir daí, eda análise dos dados encontrados, apontar outras possibilidades de uso desserecurso, além daquelas já existentes. A nossa inquietação traduz-se na seguinte questão: como os professoresde História do Colégio Estadual Josevaldo Lima, localizado no município deSerrinha-Bahia, fazem uso da internet nas aulas de História? Para desenvolvermos a nossa pesquisa, utilizamo-nos de váriosinstrumentos, dentre eles, a aplicação de questionários junto aos alunos da citadainstituição; entrevista com professores e coordenadores da Unidade Escolar emquestão, além da observação das atividades desenvolvidas pelos professores deHistória com seus respectivos alunos.1- O ENSINO DE HISTÓRIA: UM POUCO DA SUA HISTÓRIA Ao longo dos tempos, a inserção das metodologias ou a incorporação dediferentes linguagens no ensino de História, bem como a consideração e valorizaçãodas mesmas no contexto da pesquisa científica ficaram atreladas às perspectivasteóricas defendidas pelas diferentes correntes de pensadores que definiram o queseria a História e como a mesma deveria ser ensinada; como seria empreendida ainvestigação acerca da mesma; quais objetos seriam considerados como passiveisde serem pesquisados; além de se definir as fontes para pesquisa, dentre outrosaspectos.
  4. 4. 4 Partindo-se dessa analogia não haveria espaço para a consideração dasdiferentes linguagens, bem como o uso das mesmas num cotidiano marcado porconcepções positivistas nas quais o documento era visto como a única garantia devalidação dos registros históricos. O privilégio atribuído ao documento, e este de natureza oficial, se constituinuma clara demonstração do reducionismo imposto às diversas formas de se pensara história, simplificação essa que, como não poderia deixar de ser, resvala para amarginalização das diferentes linguagens, o que encontra inteira correspondêncianum projeto de construção que mantêm afastadas das suas narrativas os sujeitos quedifundem o seu pensar a partir, também, de determinadas especificidades linguísticas. Por trás desse discurso de fidelização do documento, nutria-se a ideia de quea análise do mesmo, bem como a consequente extração das informações ali contidas,garantiria a objetividade dos relatos históricos. Dentro dessa lógica, excluía-se ocontraditório, fruto do devir que caracteriza a relação entre os homens. Caudatário da visão historiográfica do século XIX (SCHMIDT; CANELLI,2004), coube ao ensino de História externalizar e difundir uma história linear,narrativa, cronológica e supostamente imparcial. A essa postura, deve-secompreender que “quando a História iniciou a sua trajetória como conhecimento, odocumento escrito oficial era a essência da sua veracidade, afirmação que atingiu seuauge no século XIX” (CARVALHO, 2010, p. XI). O século não é mais o mesmo citado pelos autores acima, mas na grandemaioria das escolas, o ensino de História, ainda praticado cotidianamente, privilegia afala do professor e uma suposta aquiescência do aluno, isso em meio a um contextoonde prolifera o uso dos artefatos tecnológicos, principalmente entre adolescentes ejovens, muitos dos quais alunos de escolas públicas. 2- POR UMA OUTRA HISTÓRIA As possibilidades de rupturas com o pensamento tradicional – como costumeiramente era denominado – e, a partir daí, a inserção de novas linguagens no ensino de História ganham maior consistência a partir da renovação historiográfica empreendida pela escola francesa ocorrida no século XX. A partir de então, a noção de fidedignidade do documento, bem como o primado do mesmo, começaram a ser contestados, abrindo assim, espaço para a inserção de novas
  5. 5. 5 fontes e, com o passar do tempo, solidificou-se a construção historiográfica por meio da pluralidade tipológica das fontes (CARVALHO, 2010, p. 1). Definir o que seja a nova história não tem sido algo fácil. Sua compreensão setornará mais fácil a partir da observação dos pressupostos que a diferenciam de umahistória considerada tradicional, positivista. Opor-se a uma história única, exclusiva esubmetida aos parâmetros políticos se constitui como uma das primeirascaracterísticas da nova história (FONSECA, 2003, p.41). Ao se interessar por outras narrativas, que não especificadamente à política,a nova história rompe com a ditadura das fontes, desconstruindo com o privilégio dasgrandes narrativas e, ao mesmo tempo, incorpora vozes antes consideradasmarginais nas construções historiográficas. Isso implicará, consequentemente, emoutras formas de ensino de História no dia-a-dia das salas de aulas. Além disso,“essa concepção nova ampliou as fontes de estudo, passando a utilizar também asfontes orais (entrevistas, depoimentos, narrativas), as fontes audiovisuais (fotografias,discos, filmes, programas de televisão etc.)” (FONSECA, 2003, p. 42). Entretanto, a renovação nas concepções acerca das fontes, personagens erelações com outras ciências parecem ter encontrado dificuldades para inserir-se nocotidiano das salas de aula, situação essa que leva os adolescentes a repudiarem aHistória (MENDES, 1935), mostrando, dessa forma, o esgotamento do modeloadotado (NADAI, 1992). Pela afirmação da pesquisadora acima, infere-se que os trabalhos deconstrução do conhecimento histórico nas escolas ainda estão bastante limitados afigura do professor e a existência do livro didático como único suporte. Nos dias atuais mostra-se cada vez mais imprescindível a necessidade derompermos com esse modelo de ensino que ignora a existência de outros recursos,bem como de novas linguagens que muito poderiam contribuir para o enriquecimentoda promoção do saber em sala de aula. Perceber a necessidade da inserção de novas linguagens e tecnologias noensino de História é algo que pode ser feito, simplesmente, à medida que o professorobserve o cotidiano a sua volta. Dispor dessa sensibilidade permitiria aos docentesenxergar a gama de recursos e linguagens que estão a povoar o dia a dia daspessoas, principalmente dos adolescentes e jovens que serão os potenciais alunos deHistória e o quanto elas são influenciadas e influenciam através das mesmas.
  6. 6. 6 Contrariamente a isso, o que se percebe é que ao chegar ao ambienteescolar, o aluno sente-se deslocado da realidade, visto que o que lhes é apresentadoou oferecido mantém pouca ou nenhuma correspondência com o seu mundocotidiano. Um bom exemplo dessa situação pode ser dado a partir da música.Pergunta-se: qual dos jovens na atualidade não se envolve com um determinadoritmo musical? Pois é, apesar dessa situação, a música é muito pouca utilizada nasatividades escolares. Fonseca (2003, p.164), salienta que “o professor, no exercício cotidiano deseu ofício, incorpora noções, representações, linguagens do mundo vivido fora daescola, na família, no trabalho, nos espaços de lazer” e que essa apropriação nãopode ser desconsiderada pelo professor, logo, ainda segundo Fonseca (2003, p. 164),“todas as linguagens, todos os veículos e materiais, frutos de múltiplas experiênciasculturais, contribuem com a produção/difusão de saberes históricos”. Não se trata de propugnar pela transformação das salas de aulas em espaçosconsiderados como show de calouros, mas, sim, o de se compreender o quanto afamiliaridade que os adolescentes tem com os novos artefatos tecnológicos podetransformar esses em grandes aliados da escola e principalmente da disciplinaHistória, no trato com os conteúdos.3- AS NOVAS TECNOLOGIAS E O ENSINO DE HISTÓRIA Antes de se pensar em utilizar a internet nas salas de aula, deve-se reportarprimeiro a utilização do computador, ainda mais da informática, para o contexto deensino-aprendizagem. Assim como o fenômeno da tv nas escolas, a inserção decomputadores trouxe muitas questões, dúvidas, afinal, a simples inserção dosartefatos tecnológicos nos ambientes escolares não significa que os problemas deensino-aprendizagem estejam resolvidos, pois “o sucesso [...] depende de como atecnologia é usada. Não adianta trocar o caderno por notebook ou tablet sem terestratégias e conteúdo para usá-los” (GUIMARÃES, 2011, p.83). O que se consegue perceber é que devem estar associados à introdução doscomputadores em sala de aula, planejamento e posturas metodológicas tambémdiferenciadas e capazes de auxiliar nesse processo, pois contrariamente ao que sepossam imaginar, os efeitos podem ser perversos. Alguns resultados de investigaçõesrevelam essa situação.
  7. 7. 7 O Banco Mundial divulgou, no fim do ano passado, a avaliação de um programa do governo colombiano que distribuiu máquinas para 2 milhões de alunos. O impacto nas notas de espanhol e matemática foi próximo de zero. Em alguns casos, as notas até pioram depois da chegada dos aparelhos. Em 2007, uma pesquisa do Ministério da Educação do Brasil mostrou que alunos que estudaram, por três anos, em escolas com computador estavam pelo menos seis meses atrasados no aprendizado em relação aos outros (GUIMARÃES, 2011, p.83). Um fato, contudo, é consensual: a chegada dessas novas tecnologias não pode passar despercebida dos professores. Bittencourt (2004, p.108) argumenta que, “os computadores revolucionaram ou estão revolucionando, mais do que a televisão, as formas de conhecimento escolar, por sua capacidade e poder de estabelecer comunicações mais pessoais e interativas”. No Brasil, a entrada da informática se deu através da aprovação da lei n° 7.232, em 1984, que dispunha sobre a Política Nacional de Informática (BRASIL, 1984). A lei passava a definir de que forma o governo interviria no setor de informática. Antes disso, outros setores, como o militar, por exemplo, buscaram estar no “controle” da informática. Porém não buscarei aqui tratar disto profundamente. Na verdade a lei de informática visava mais o crescimento econômico do país, especificamente da indústria. Contudo, com a necessidade de “formar os recursos humanos altamente capacitados para o sistema de ciência e tecnologia” (PIRAGIBE, 1986, p. 110) foram escolhidas as universidades para tal papel. Como forma de contribuir nesta perspectiva, o setor da educação foi escolhido como um dos prioritários para a garantia da Política Nacional de Informática. A partir daí, surge um novo capítulo na história da educação brasileira, caracterizada por ações do governo federal visando levar computadores às escolas públicas de educação básica, constituindo assim, a política brasileira de Informática Educativa. (OLIVEIRA, 2003, p. 27.) Como passo oficial para que se levassem computadores às escolas públicasfoi criado o projeto EDUCOM – Educação com Computadores – que foi definido peloMEC desta forma: Um experimento de natureza intersetorial de caráter essencialmente educacional, onde cada entidade pública federal participa, não apenas custeando parte dos recursos estimados, mas também acompanhando o seu planejamento, a sua execução e avaliação, de acordo com a sua vocação institucional, conjugando esforços para garantia de maior impacto dos objetivos pretendidos. (FUNTEVÊ 1985, p. 11-12). Este projeto foi aplicado em cinco Universidades dos estados de São Paulo,Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Pernambuco. A partir daí vários
  8. 8. 8outros passos foram dados e outros projetos criados visando cada vez mais umadefinição de como se utilizaria computadores nas escolas. Voltando agora para a perspectiva do ensino de história, a informáticajuntamente com a internet, ou seja, as novas tecnologias, tem se constituído comoferramenta para professores da área. É claro que a utilização destes requer muitoscuidados, pois segundo Bittencourt “Utilizar as informações da mídia televisiva ou asprovenientes da internet é fundamental na escola, mas o risco de, por conta disso, secriar pessoas alienadas não pode ser ignorado” (BITTENCOURT, 2004, p.109). Bittencourt ainda salienta que o uso das diversas tecnologias da constituiçãode uma cultura de massa pode gerar uma formação cultural alienante e submissa adeterminados interesses, em sintonia com a lógica consumista e produtora decomportamentos individualistas e alta competitividade. Isso nos leva a concordar que“torna-se fundamental o cuidado com o método de leitura dos meios de comunicaçãoe do uso da informática, de maneira que se propicie uma análise crítica dasinformações e do próprio suporte de comunicação” (BITTENCOURT, 2004, 109). Não podemos também deixar passar despercebido outro problema apontadopor Bittencourt. Este estaria relacionado às “desigualdades das condições de trabalhoe da realidade escolar brasileira”. Segundo ela, o uso de computadores, notadamente, pode transformar-se em mais um meio para erguer barreiras entre os que têm acesso a esses produtos e os demais alunos das precárias escolas públicas das periferias das grandes cidades a das áreas mais carentes do país ( BITTENCOURT, 2004, p. 110). Esta realidade não difere muito da escola em que foi desenvolvida estapesquisa, pois há uma diversidade considerável entre os conhecimentos dos alunosreferentes às novas tecnologias. Há alunos com um alto nível de conhecimento edisponibilidade para acesso as novas tecnologias, da mesma forma que existe umnúmero bem maior de alunos que não dispõe de nenhum acesso fora da escola aessas novas tecnologias. Mesmo frente a tantos dilemas na utilização da internet para o ensino dehistória, existem sim várias maneiras de utilizá-las para um melhor aprendizado doaluno. Existem muitas possibilidades de integração e envolvimento com essa ferramenta, como acesso a uma riqueza de recursos que são os sons e as imagens, possibilitando maiores explorações e integrações de ideias por parte dos alunos nas questões conceituais. E ainda mediação nos papéis
  9. 9. 9 dos professores e métodos de ensino, bem como a facilitação na busca de dados de natureza histórica, direcionando-se nas propostas da concepção da “História Nova”. (FRANÇA; SIMOM, [2009?], p.8). Fazendo coro com as propostas acima citadas, Figueiredo (1997) diz que a“utilização de programas, onde a forma de navegação depende exclusivamente dousuário, a linearidade da informação imposta pelo livro é eliminada e o ensino,individualizado, segundo as necessidades de cada educando”. Há ainda outras maneiras de se apropriar da internet para o ensino dehistória. O computador deve ser utilizado de maneira muito criativa, através de pesquisas em sites[...], como visitas em museus, consulta a arquivos históricos, propiciando momentos jamais alcançados anteriormente e transformando a disciplina de história dinâmica e atrativa. Assim o aluno tem condições de entrar em contato com outras pessoas, trocar experiências, construir conceitos coletivamente, a partir do contato com diversos sujeitos, onde o virtual invade as emoções e domina as curiosidades”. (FRANÇA; SIMOM, [2009?], p. 8). Desta forma, notamos que as possibilidades de uso das novas tecnologias nocontexto do ensino são inúmeras e mais especificamente no de História, cabendo aoprofessor, contudo, o direcionamento necessário, já que muitas escolas já possuemos recursos para que os alunos se beneficiem desta ferramenta.4- O USO DA INTERNET E A REALIDADE ENCONTRADA O Colégio Estadual Josevaldo Lima, lócus de realização da nossa pesquisa,está situado no povoado de Saco do Correio, na zona rural do município deSerrinha. O colégio, comparado com outros da mesma rede, possui uma ótimaestrutura física, o que inclui uma quadra de futsal, um laboratório de informática com18 equipamentos e que permite, também, o acesso à internet, Tv, e uma biblioteca.Possui, também, doze salas de aula, 26 professores e 446 alunos divididos entre osturnos matutino e vespertino. Do quantitativo de professores que compõem o quadro de profissionais daescola, 90% deles tem formação superior e os demais estão inclusos na categoriade estagiários e que prestam, via contratos, serviços ao Colégio. Além disso, oColégio tem uma diretora, e um vice diretor. Na secretaria da referida instituiçãotrabalham três profissionais em cada turno e que dão suporte às atividades didático-pedagógicas do Colégio.
  10. 10. 10 Foto 1- Fachada do Colégio Estadual Josevaldo Lima.Fonte: Nuadson Herculano dos Santos Foto 2- Laboratório de Informática do Colégio Estadual Josevaldo Lima.Fonte: Nuadson Herculano dos Santos. Foi nos espaços do Colégio Estadual Josevaldo Lima que, depois deautorizados, realizamos a nossa investigação. Utilizando-nos, incialmente, dos
  11. 11. 11questionários3, selecionamos alunos da 6ª, 7ª e 8ª séries, correspondendorespectivamente aos 7º, 8º e 9º ano do ensino fundamental. Além desse universopara amostragem, ampliamos o mesmo com a inclusão de alunos do 2º ano doensino médio. 4 Uma das questões iniciais versava sobre a existência ou não decomputadores na escola e se os mesmos tinham conexão com a internet. Nessequesito, todos os entrevistados confirmaram a existência do laboratório na escola,entretanto, não souberam precisar o número de máquinas existentes. Quanto aonúmero de computadores no laboratório, as respostas dos alunos mostraram quenenhum deles sabia exatamente quantos computadores existiam no laboratório. Chama-nos atenção esse fato, pois se a utilização dos laboratórios é feitacom frequência, conhecer o número de equipamentos disponíveis parecia-nos seralgo natural para os frequentadores do laboratório, fato que não veio acontecer, oque nos leva a inferir pela pouca familiaridade dos alunos com o espaço eequipamentos em questão. Essa pouca familiaridade por nós referida pode ser constatada pelopercentual de alunos que acorrem ao laboratório semanalmente. 80% deles afirmamque vão lá somente uma vez por semana, sendo que desse universo, 90%salientaram que, geralmente, demoravam em média, menos de cinquenta minutos 5dentro do laboratório.3 Foram elaboradas 13 (treze) questões para serem respondidas pelos alunos selecionados, sendoduas delas abertas e as demais objetivas.4 Vale salientar da dificuldade encontrada para aplicação dos questionários, visto que se aproximavao fim do ano letivo, e a escola estava movimentada para a realização da feira de conhecimento. Aagitação e falta de tempo dos professores foi um fator que implicou em algumas dificuldades.5 Utilizamos cinquenta minutos, pois é a carga de uma hora aula nas escolas públicas do Estado daBahia.
  12. 12. 12 Gráfico 1- Frequência ao Laboratório de Informática.Fonte: Alunos do Colégio Estadual Josevaldo Lima.Elaboração: Nuadson Herculano dos Santos. A partir desses dados alguns questionamentos podem ser levantados, comopor exemplo: em menos de cinquenta minutos o acesso do aluno à internet ésuficiente para interagir com o mundo virtual e estabelecer correspondência com osassuntos debatidos em sala de aula? Nas idas e vindas que o aluno do Colégio Estadual Josevaldo Lima faz aoLaboratório de Informática geralmente eles são acompanhados por um professor deuma determinada disciplina e que fica responsável pela turma. Isso, pelo menos, foio que tivemos condições de aferir quando questionamos aos mesmos acerca dequem os acompanhava no momento de ir ao Laboratório. Outra parte de alunosrespondeu que era acompanhada por um funcionário, o que indica uma atuação porcerta autonomia por parte dos mesmos, ou seja, não fica somente à espera doprofessor para que o mesmo os acompanhe, num determinado momento, aolaboratório. O acesso à internet, como inclusive já foi citado acima, é disponibilizado peloColégio, pois 90% dos entrevistados confirmaram ter acesso à mesma noLaboratório de Informática e o restante, cerca de 10% disseram não ter acesso aessa ferramenta. Neste momento da pesquisa nos perguntamos por que esses 10%responderam não ter acesso à internet no laboratório da escola, sendo que o mesmo
  13. 13. 13é disponibilizado naquele espaço. Seria a falta de conhecimento em manusear comesta ferramenta que os leva a não fazer uso da mesma? Mas, de posse desses resultados, algumas indagações devem ser feitas, taiscomo: se o aluno não é familiar com a internet, mas esse mesmo aluno frequentaum laboratório, dentro da escola, e que lhe possibilita esse contato, por que oprofessor responsável pelo acompanhamento desse aluno a esse ambiente nãopropicia um novo conhecimento para esse aluno ensinando-lhe como ter contatocom os recursos da WEB? A falta de conhecimento pode ser considerada em razão da carênciafinanceira da maioria dos alunos que frequentam o Colégio Estadual JosevaldoLima. É bom lembrar, conforme relatamos acima, que essa Unidade Escolar estálocalizada e atende uma grande parte de alunos oriundos da zona rural do municípiode Serrinha, portanto, alunos que tem dificuldade em ter acesso a uma lanhousepara, consequentemente, acessar a internet. A familiaridade com os recursos da internet pode ser comprovada pelo gráficoabaixo, entretanto, mostra que uma parcela que consideramos elevada nãoconsegue ter contato mais intenso, pois ficou caracterizado que 40% dos alunos doColégio Estadual Josevaldo Lima só tem acesso à internet na escola. Essepercentual, para os dias atuais, pode ser considerado como extremamente elevado. Para aqueles que acessam a internet, os números revelam um pouco dascondições sócio econômicas dessa fatia de alunos. Quase metade deles acessa ainternet na casa de amigos, o que se por um lado revela a intensificação dasolidariedade, por outro lado demonstra também a falta de condições em adquirir umequipamento ou mesmo de pagar pelo serviço numa lanhouse.
  14. 14. 14 Gráfico 2- Acesso à internet fora da escola.Fonte: Alunos do Colégio Estadual Josevaldo Lima.Elaboração: Nuadson Herculano dos Santos. Em se tratando das condições socioeconômicas Pretto (2006, p. 16) apontapara o aprofundamento do fosso entre pobres e ricos. De novo, corremos o risco de alimentar o fosso entre pobres e ricos, já que os jovens que possuem acesso individualizado em casa – muitas vezes em banda larga – interagem plenamente om a cibercultura vivendo, em seus guetos fechados, todas as possibilidades, da cópia e manipulação de música (como os já famosos mp3 e ogg), vídeos, bate papos e sítios de toda natureza. Enquanto isso aos filhos dos pobres... aulas de informática!!! Do universo de alunos pesquisados, 42,8% dos mesmos disseram passarmenos de uma hora acessando os conteúdos oferecidos pela internet. Levando-seem consideração que muitos deles tem acesso a essa ferramenta através deamigos, isso pode implicar na questão do tempo que os mesmos dispendem paraficar à frente do computador e em contato com o mundo virtual. Por outro lado,28,6% dos alunos entrevistados afirmaram passar mais de uma hora acessando ainternet. Complementando os dados relativos a essa questão, 14,3% afirmarampassar mais de duas horas “surfando” nos ambientes virtuais. Mesmo percentualpara aqueles que ficam mais de três horas. Mas, afinal de contas qual o interesse desses alunos quando estão emcontato com a internet? Um porcentual elevadíssimo, em torno de 85%, disse que a
  15. 15. 15primeira coisa que mais fazem é acessar as páginas das redes sociais como Orkut eFacebook, além, é claro, do MSN. Os outros 15% disseram que se divertem com osvídeos e e-mail. O interessante desses dados é perceber que a internet pode ser utilizada paraaproximar o diálogo entre as pessoas e, como tal, incentivar a cooperação, asolidariedade e o compartilhar das informações. É claro que muitas das vezes ela éutilizada de forma perversa, fator que torna cada vez mais preponderante o trabalhodo professor em sala de aula no sentido de discutir com os alunos as várias facetasdesse instrumento. Vale salientar da importância do papel do professor neste processo educativo. O papel do professor consiste em mediar à pesquisa e a apresentação dos resultados, que pode ocorrer até em grupos. Entretanto, aparece o problema dos embasamentos teóricos e metodológicos do professor, uma vez que só orienta aquele que domina conteúdos e a prática pedagógica, caso contrário, vira uma panaceia na cabeça do docente, que ao invés de facilitar, complica mais sua vida, porque aquele que não é flexível, inovador, disposto a ouvir e trocar informações com seus alunos, bem como interagir, está simplesmente obsoleto na sociedade do conhecimento. (FRANÇA;SIMOM, [2009?], p10). No tocante à realização de tarefas escolares, geralmente denominadas depesquisas, os estudantes que responderam ao nosso questionário afirmaram que oprofessor que mais solicitou pesquisas na internet foi o da disciplina de Geografia,seguidos do professor da disciplina de História. Entretanto, quando questionadosquem mais os acompanhou ao laboratório e, consequentemente, à internet, metadedos alunos afirmou ser o professor de História e a outra metade ficou entre osprofessores de Sociologia, Geografia e Filosofia. A crença na internet como uma ferramenta que pode contribuir para oaprendizado dos alunos é um dos motivos que faz com que as professorasincentivem o acesso à mesma. Isso segundo a professora “deve ser proporcionadopor meio de pesquisas de conteúdos, imagens, charges, textos informativos e outrosconteúdos6”. Quanto à frequência com que usavam o laboratório, uma professorarespondeu ir uma vez por semana e a outra três vezes por semana. O tempo médioda primeira é de menos de uma hora e da segunda mais de uma hora. As duasdisseram utilizar-se da internet para elaborar seus planejamentos. Apenas uma6 Relato de uma das professoras entrevistadas durante o trabalho de investigação.
  16. 16. 16soube dizer alguns sites que indicavam para os alunos. Os sites citados foramHistoria net, Revista de História da Biblioteca Nacional e outros sites acadêmicoscom artigos relacionados aos conteúdos da disciplina.CONCLUSÃO Ao analisar os dados podemos perceber certa discrepância entre o que foirelatado pelos professores e o que foi dito pelos alunos. Por exemplo, ao perguntarinformalmente aos alunos quantas vezes eles frequentavam o laboratório, algunsalunos responderam que já tinha bastante tempo que o professor os levou, já outrosdiziam nunca ter ido ao laboratório. No caso das professoras, estas relataram levaros alunos ao laboratório no mínimo uma vez por semana. Percebe-se, que de acordo com as professoras, a internet tem sido umaferramenta, com seus recursos audiovisuais como vídeos, textos, imagens echarges, muito útil contribuindo assim para o aprendizado dos alunos referente adisciplina história. Entretanto, percebemos uma carência muito grande do uso da internet notocante à questão do planejamento. O simples pedido de uma “pesquisa” sobredeterminado tema não significa, necessariamente, que o aluno esteja usando-a deforma adequada, afinal, utilizando-se dos recursos do computador, o aluno poderácopiar o texto e depois colar o mesmo e imprimi-lo, portanto, a educação continuarátão bancária quanta aquela que obriga o aluno a ouvir e copiar. Isso nos remete a outra questão, qual seja a da formação dos professores. Épreciso que os currículos dos cursos de formação de professores estejam abertos aessas novas perspectivas e diálogos proporcionados pelas tecnologias. Umprofessor com uma formação que contemple, também, o universo tecnológico,saberá como orientar melhor os seus alunos em sala de aula e tornar cada vez maispossível o encontro, não somente no laboratório de informática, do ensino de históriae da internet.
  17. 17. 17 REFERÊNCIASBITTENCOURT, Circe Maria Fernandes. Ensino de história: fundamentos emétodos. São Paulo: Cortez, 2004. (Coleção docência em formação. Série ensinofundamental).BRASIL. Lei nº 7.232/84, de 29 de outubro de 1984. Dispõe sobre a PolíticaNacional de Informática, e dá outras providências. Diário Oficial [da RepúblicaFederativa do Brasil], Brasília, n. 248, 30out. 1984. Seção 1, p. 15.841. Disponívelem:http://www.sefaz.am.gov.br/areas/opcaosistemas/silt/normas/Legisla%C3%A7%C3%A3o%20Federal/Lei%20Federal/Ano%201984/Arquivo/LF%207232%2084.htm.Acesso em: 30. Set. 2011.CARVALHO, Ana Maria Pessoa de (Org.). Ensino de História. São Paulo, CengageLearning, 2010. (Coleção ideias em ação).FIGUEIREDO, Luciano. História e Informática: o uso do computador. In: CARDOSO,Ciro F. e VAINFAS, Ronaldo (Org.). Domínios da História: ensaios de teoria emetodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997.FONSECA, Selva Guimarães. Didática e prática de ensino de história:experiências, reflexões e aprendizados. 2. ed. Campinas, SP: Papirus, 2003.FRANÇA, Cyntia Simioni. SIMOM, Cristiano Biazzo. Como conciliar ensino dehistória e novas tecnologias?. Londrina, [2009?]. Disponível emhttp://www.uel.br/eventos/sepech/arqtxt/resumos-anais/CyntiaSFranca.pdf. Acesso em11/11/2011.FREIRE, Paulo; FAUNDEZ, Antonio. Por uma pedagogia da pergunta.6.ed. Rio deJaneiro: Paz e Terra, 1985. (Coleção Educação e comunicação).FUNTEVÊ. Educação e informática 1: O projeto Educom – Ano 1. Rio de Janeiro,Funtevê, 1985.GUIMARÃES, Camila. A lição digital: do computador à lousa digital, pesquisasinéditas mostram quando e como a tecnologia realmente funciona na escola. Época.São Paulo, n.683, p. 80-88, 20 jun. 2011.
  18. 18. 18MENDES, Murilo. A História no Curso Secundário. São Paulo: Gráfica Paulista,1935, p. 41.NADAI Elza. O ensino de História no Brasil: trajetórias e perspectivas. RevistaBrasileira de História. São Paulo, v. 13, nº 25/26, p. 143-162, set. 92/ago. 93.OLIVEIRA, Ramon de. Informática educativa: os planos e discursos à sala de aula.8.ed. Campinas, SP: Papirus, 2003.PIRAGIBE, Clélia Virgínia. Avaliação e perspectiva da política brasileira deinformática: um estudo comparativo. Rio de Janeiro, IPEA/INPES, 1986.PRETTO, Nelson de Luca. Políticas públicas educacionais no mundocontemporâneo. Liinc em revista, Rio de Janeiro, v. 2, n. 1, mar. 2006. Disponívelem: http://www.ibict.br/liinc. Acesso em 21/02/2012.SCHMIDT, Maria Auxiliadora; CAINELLI, Marlene. Ensinar História. São Paulo:Scipione, 2004. (Pensamento e ação no magistério).
  19. 19. 19ANEXOS
  20. 20. 20UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEBDEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO – CAMPUS XIV- CONCEIÇÃO DO COITÉ.COLETA DE DADOS PARA ELABORAÇÃO DE TCC.Questionário 1- Na escola onde você estuda existe laboratório de informática? a)sim ( ) b)não( ) 2- Quantos computadores existem no laboratório de informática da sua escola? ( )mais de 10 ( )mais de 20 ( )mais de 30 ( )menos de 10 3- Com que frequência você utilizava o laboratório de informática? ( )uma vez por semana ( )duas vezes por semana ( )três vezes por semana ( )mais de três vezes por semana. 4- Cada vez que você visitava o laboratório, você ficava por lá... ( )menos de 1 hora ( )mais de 1 hora 5- Geralmente, às vezes que você visitava o laboratório de informática da sua escola, você ( )era acompanhado por um professor ( )era acompanhado por um funcionário da escola ( )não era acompanhado nem por professores e nem por funcionários 6- No laboratório você tinha acesso à internet? ( )sim ( )não 7- Fora da escola, você costuma usar a internet? ( )sim ( )não 8- Caso você tenha respondido sim para a pergunta acima (7), onde você costuma usar a internet? ( )na casa de amigos ( )lan house
  21. 21. 21 ( )na minha casa9- Quando você usa a internet, o que você faz primeiro? ( )olha o Orkut/Facebook ( )olha o email. ( )faz pesquisas.10- Com qual frequência você usa a net por dia? ( )mais de uma hora ( )menos de uma hora ( )mais de 2 horas ( )mais de três horas11- Cite três coisas que mais lhe atrai na internet. _____________________________________ _____________________________________ _____________________________________12- Qual das disciplinas abaixo o professor já solicitou a realização de pesquisas na net? ( )Física ( )História ( )Matemática ( )Geografia ( )Língua Portuguesa ( )Artes ( )Biologia13- Durante o ano letivo de 2011, qual o professor (e de qual disciplina) que mais lhe fez trabalhos com você no laboratório de informática da sua escola? _____________________________________/________________________________
  22. 22. 22UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEBDEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO – CAMPUS XIV- CONCEIÇÃO DO COITÉ.COLETA DE DADOS PARA ELABORAÇÃO DE TCC. 1- Na escola onde você TRABALHA existe laboratório de informática? a)sim ( ) b)não( ) 2- Quantos computadores existem no laboratório de informática da sua escola? ( )mais de 10 ( )mais de 20 ( )mais de 30 ( )menos de 10 3- Com que frequência você utiliza o laboratório de informática DA ESCOLA ONDE VOCÊ TRABALHA? ( )uma vez por semana ( )duas vezes por semana ( )três vezes por semana ( )mais de três vezes por semana. 4- Qual o tempo médio que você costuma ficar no laboratório de informática da sua escola cada vez que você o visita? ( )menos de 1 hora ( )mais de 1 hora 5- No laboratório de informática da sua escola é possível acessar a internet? ( )sim ( )não 6- Quando do seu planejamento, você utiliza a internet para auxiliá-lo (a) ( )sim ( )não 7- Se você costuma indicar algum site para os seus alunos relacione abaixo: ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ 8- Você acredita que a internet pode contribuir para o ensino da disciplina história? De que forma?______________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________ ___________________________________________

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