logistica3981

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logistica3981

  1. 1.  Guerra da independência USA x UK  Segunda Guerra Mundial  Guerra do Golfo  Guerra USA x Iraque
  2. 2. In moving - movimentação In Process - processo In Wait – espera/armazenado Logística é o gerenciamento de inventário físico: Visando um serviço de alto nível para o cliente Ao menor custo possível
  3. 3. Exportações por Estado Brasil
  4. 4. RANKING PRODUTO BI US$ 1 Soja mesmo triturada 5.394.906.000 2 Minérios de ferro e concentrados 4.758.875.000 3 Automóveis de passageiros 3.351.479.000 4 Farelos e resíduos da extração de óleo de soja 3.270.888.000 5 Aviões 3.268.847.000 6 Óleos brutos de petróleo 2.527.691.000 7 Carne de frango congelada e miúdos 2.493.929.417 8 Produtos laminados de ferro ou aço 2.006.993.130 9 Motores para veículos e suas partes 1.971.558.00 10 Carne de bovino congelada ou resfriada 1.963.065.000 TOTAL 29.036.673.547 RINCIPAIS PRODUTOS EXPORTADOS PELO BRASIL
  5. 5. Pais Valor US$ EUA 20.038.420.000 Argentina 7.373.218.000 Países Bxos (Holanda) 5.916.692.000 China 5.439.956.000 Alemanha 4.035.804.000 México 3.947.577.000 Itália 2.904.437.000 Japão 2.767.995.000 Chile 2.545.922.000 França 2.189.973.000 Total 57.159.994.000 60% DO TOTAL DE 96.4 BI Guadalupe 16.408.640
  6. 6. 98 Janeiro-2005 US$ milhões FOB Var. % Jan-2005/Dez-2004 Burkina Faso 2,3 847,4 Tanzânia 2,1 504,3 Benin 2,7 333,2 Guiné 1,5 283,8 Bangladesh 6,3 243,9 Congo 3,1 239,2 Noruega 38,5 206,5 Armênia 0,7 167,0 Servia e Montenegro 4,9 146,7 Eslovênia 22,0 127,6 Cazaquistão 1,0 120,8 Sri Lanka 0,9 120,6 El Salvador 20,2 118,2 Bahrein 7,6 76,5 Iêmen 18,0 75,8 Índia 84,6 72,4 Finlândia 28,1 71,3 Diversificação das exportações BRASIL
  7. 7. ACIMA DE TUDO UM ÓTIMO NEGÓCIO! EXPORTAÇÃO
  8. 8. POR QUE EXPORTAR Melhor utilização da capacidade instalada de produção Redução dos custos operacionais Aprimoramento da qualidade Incorporação de novas tecnologias Continuiadade na produção STATUS/MARKETING Desenvolvimento de nova cultura empresarial Aprimoramento dos métodos adminsitrativos Maior rentabilidade
  9. 9.  Negociação  Formas de Pagamento  Acordos Internacionais  Fretes/Incentivos  RVs/Inspeção  Contratação e Liquidação Cambial Planejamento
  10. 10. INCOTERMS Ex-Woks FAS – Free Alongside Ship FCA – Free Carrier CFR – Cost and Freight DAF – Delivered at Frontier CIP – Carriage and Insruance paid to FOB – Free on Board
  11. 11. COMO EXPORTAR? Feiras e exposições Contatos com Câmaras de Comércio, consulados, Embaixadas, sites do governo Pesquisa de mercado Rodas de negócios Missões governamentais - ESTRADEIRO Viagens planejadas com reuniões agendadas
  12. 12. PESQUISA DE MERCADO Selecionar Mercados Indentificar tendências e expectativas Reconhecer a concorrência Conhecer e avaliar oportundiades e ameaças Quais serviços são esperados pelos clientes com relação a assistência técnica Contratação de Agente de exportação
  13. 13. MUITO IMPORTANTE Quais as regras vigentes no mercado-alvo para a importação do produto selecionado? Há barreiras para o seu produto no mercado-alvo ? Quais as normas específicas para que o produto possa ser importado ? O mercado-alvo exige certificações internacionais de qualidade ? (Ex.: ISO 9000, ISO 14000 e outras)? Que alterações, motivadas pelo clima, diferenças culturais, normas técnicas e outros aspectos, serão necessárias para que o produto atenda o mercado-alvo O sucesso no exterior será mais fácil e permanente se você fizer um Planejamento Estratégico!
  14. 14. FEIRAS INTERNACIONAIS Informações sobre o evento, perfil e número de visitantes, empresas expositoras Seu produto está adequado ao mercado alvo? Capacidade produtiva Custo do evento Normas para importação de amostras Necessidade de intérprete
  15. 15. QUEM PODE EXPORTAR? Pessoa física e Jurídica inscrita no REI – Registro de Exportadores e Importadores Exceção: Exporta Fácil - Correios
  16. 16. ACORDOS COMERCIAIS Mercosul ALADI SGP – Mebros da OCDE SGPC – Grupo dos 77 países www.mdic/secex
  17. 17. Incentivos Fiscais Imporsto de Exportação IPI ICMs PIS COFINS Seguro de transporte
  18. 18. FORMAÇÃO DE PREÇO DE EXPORTAÇÃO Componentes de preço no mercado internacional Alteração do produto para adapitação ao mercado alvo Despesas para registro de marcas e patentes Embalagens especiais Confecção de material promocional, site, catálogos, anúncios Gastos com viagens internacionais Comissão de agente e SCE Documentação e despesas dom despachante aduaneiro Acondionamento para transporte Despesas portos, aeroportos, terminais, transporites Fretes e seguros internacionais Serviço pós venda
  19. 19. MODALIDADES DE PAGAMENTO * Advanced Payment – Pagamento antecipado * Clean Coillection - Cobrança sem Saque * Sight Draft – Cobrança com saque via Banco * Letter of Credit – L/C – Carta de Crédito FBI – Foreign Business Information
  20. 20. Fonte SICPO  União Européia = 9%  América do Norte = 11%  Oceania = 17%  América Latina = 27%  Ásia = 45%  África = 49%  O. Médio = 52%
  21. 21. SEGURO DE CRÉDITO À EXPORTAÇÃO Riscos Comerciais Riscos Políticos Riscos Extraordinários SBCE – SEGURADORA Brasileira de Crédito à Exportação
  22. 22. REGIMES ESPECIAIS Trânsito Aduaneiro Entreposto Aduaneiro Entreposto Industrial DAD EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO TEMPORARIAS DRAWBACK IMPORTAÇÃO DE EQUIPAMENTO USADO
  23. 23. FINANCIAMENTOS ACC ACE EXIM PROEX FGPC
  24. 24. Fonte: FUNCEX  Documentação  Busca de novos contratos  Financiamentos  Formas de Pagamento  Idioma  Burocracia  Conhecimento técnico  Infraestrutura - Logística EMPECILHOS NA EXPORTAÇÃO
  25. 25. VANTANGENS DA EXPORTAÇÃO INDIRETA Conhecimento do mercado alvo Racionalização de atividades, foco na produção Mercado externo pequeno ,não justificando investimento pela Cia. fabricante A empresa industrial elimina os riscos comercial e político os quais são assumidos pela comercial exportadora São assegurados ao produtor todos os incentivos fiscais à exportação disponíveis Redução de custos com pesquisa de mercado, viagens, férias, etc.
  26. 26. DESVANTAGENS DA EXPORTAÇÃO DIRETA A empresa industrial não dispõe de informações sobre o mercado almejado Fabricante não tem autonomia para melhorar suas margens de lucro e increntar suas vendas no mercado internacional Vendas internas às Trading Companies dificultam acesso direto das empresas produtoras ao mercado externo. Operação indireta com o exterior impossibilita uma análise mais detalhada do mercado, Perda do ganho financeiro com operações de câmbio ACC e ACE Desconhecimento do mercado externo, quanto a pontencial, características, preços praticados, etc
  27. 27. Rotterdam/Santos = 18 dias Antwerp/santos = 14 dias Frete = EUR 500,00 CASE POLAROID HOLANDA
  28. 28. CASES IMPORTAÇÃO/EXPORTAÇÃO Equipamento Usado-Itália Duplicidade de cobrança- Venezuela Importações da Espanha Container refrigerado com filmes Cotação China CASO LUMI-MERCOSUL
  29. 29. Seja apenas profissional no comércio internacional. Um mercado altamente especializado que não aceita Amadores, principalmente no que se refere a agentes de exportação” Prof. José Augusto de Castro Aduaneiras IMPORTANTE
  30. 30. Busca benefícios a preços aceitáveis Busca benefícios a preços aceitáveis Ativos & utilização Ativos & utilização Ativos & utilização Ativos & utilizaçãoDiferenciais de custo Valor Valor Cliente Cia. Concorrente VANTAGEM COMPETITIVA
  31. 31. 1% Clientes morrem 3% Clientes mudam 5% Preço 21% Problemas com a Qualidade 70% Atendimento-Nível de serviço MOTIVOS PARA PERDER UM CLIENTE
  32. 32. As empresas / pessoas SUPER ESTIMAM o que vai acontecer nos próximos 2 anos e SUB-ESTIMAM O que vai acontecer nos próximos 10 anos.
  33. 33. Líder em serviços Líder em Custos E Serviços Mercado de commodity Líder em custos Baixa Alta BaixaAlta Vantagem de produtividade Vantagememvalor A LOGÍSTICA E A VANTAGEM COMPETITIVA
  34. 34. Identificar as necessidades de serviços ao cliente Definir os objetivos do serviço ao cliente Projetar o sistema logístico FOCOS ESTRATÉGICOS DE SISTEMAS LOGÍSTICOS
  35. 35. Toque uma só vez Para evitar avarias HANDLING
  36. 36. Objetivo: Vantagem competitiva sustentável Vantagem em valor Oportunidades de Alavancagem da logística • Serviço personalizado • Estratégia do canal de distribuição • Relacionamentos com os clientes, etc. Vantagem em produtividade Oportunidades de alavancagem da logística • Utilização da capacidade • Giro do ativo • Co-produção/integração da programação, etc A MISSÃO DO GERENCIAMENTO LOGÍSTICO
  37. 37. ComprasCompras ProduçãoProdução DistribuiçãoDistribuição VendasVendas ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL
  38. 38. FornecedoresFornecedores ClientesClientes Cadeia interna de suprimentos ORGANIZAÇÃO HORIZONTAL
  39. 39. -SUPPLY CHAIN - “ Uma rede de organizações conectadas e interdependentes, trabalhando em conjunto mutuamente e cooperativamente para controlar, gerenciar e melhorar o fluxo de materiais e informações desde o fornecedor até o cliente final” DEFINIÇÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS
  40. 40. ENFOQUE PENSAMENTO TRADICIONAL PENSAMENTO ESTRAT. JIT Qualidade x custo Menor custo c/qualidade aceitável Qualidade superior, consistente "ZERO DEFEITO" Estoques Grandes Estoques Estoques pequenos Descontos por quantidade com FLUXO CONTINUO de entregas confiáveis Economias de escala na fabricação Proteção pelo estoque de segurança Flexibilidade Prazos "mínimos" longos; Prazos curtos, orientação para o serviço ao cliente mínima flexibilidade muita flexibilidade Transporte Menor custo oferecido com níveis de Níveis de serviço totalmente confiáveis serviço aceitáveis Fornecedor/ Negociações Duras de "Adversários" Associações de Risco - "PARCERIA" Transportador No.de fornecedoresMuitos, evita fonte única-nenhuma alavan- Poucos; relacionamentos de Longo Prazo Transportadores cagem demonstração de dependência Comunicações com Mínima; muitos segredos; Aberta; compartilhamento de informações; soluções Fronecedores/Transpcontroladas rigidamente conjuntas dos problemas; relacionamentos múltiplos. Geral O negócio é impulsionado pelo custo O negócio é impulsionado pelo serviço ao cliente O EFEITO DO JIT NA CULTURA DA EMPRESA
  41. 41. 1 Qualidade % de respostas 2 Confiabilidade da entrega 3 Compromisso com a melhoria continua 4 Tecnologia 5 Flexibilidade / respostas rápidas 6 Orientação para o cliente 7 Preço 8 Bom marketing / publicidade 94% 92% 89% 86% 78% 76% 71% 38% CRITÉRIOS DE COMPRAS NISSAN
  42. 42. FORECAST
  43. 43. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Previsão Real Vendas Tempo (horizontal) ERRO DE FORECAST
  44. 44.  Sazonalidade  Lançamento de novos produtos Ambiente macro econômico  Concorrência/Interfaces  Colaboração interna MOTIVOS DOS DESVIOS
  45. 45. Fornecedores não confiáveis Fornecedores não confiáveis Previsões imprecisas Previsões imprecisas Problemas de qualidade Problemas de qualidade Demanda volátil Demanda volátil GargalosGargalos Estoque A B ESTOQUES ESCONDEM PROBLEMAS
  46. 46. 1 – A satisfação do cliente é chave. 2 – Cadeia de suprimentos orientada para a demanda2 – Cadeia de suprimentos orientada para a demanda 3- O tempo para o cliente é uma vantagem competitiva 4 – Uso de uma linguagem comum4 – Uso de uma linguagem comum 5 – Complexidade gerenciada através de sistemas de trabalho de alto desempenho 6 – A reciclagem é chave6 – A reciclagem é chave VISÃO DOS PROCESSOS
  47. 47. Categoria de Produto Disponibilidade de estoque A 99% B 97% C 90% 20% dos clientes compram 20% dos produtos20% dos clientes compram 20% dos produtos 80% dos lucros são gerados por 20% dos clientes80% dos lucros são gerados por 20% dos clientes 80% dos custos totais para prestar serviços são gerados por 20% dos clientes 80% dos custos totais para prestar serviços são gerados por 20% dos clientes POLÍTICA DE MANUTENÇÃO DE ESTOQUE
  48. 48. MRPMRP MRPIIMRPII ERPERP -Planejamento das necessidades de materiais -Planejamento das necessidades de materiais - Planejamento dos recursos de fabricação- Planejamento dos recursos de fabricação - Planejamento dos recursos empresariais- Planejamento dos recursos empresariais APSAPS - Programa avançado de planejamento- Programa avançado de planejamento – Troca eletrôncia de dados– Troca eletrôncia de dados – Resposta rápida ao consumidor– Resposta rápida ao consumidor EDIEDI ECRECR CRMCRM – Gerenciamento de relacionamento com O cliente – Gerenciamento de relacionamento com O cliente SISTEMAS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO
  49. 49. RESPOSTAS % PESSOAS Fora do budget / prazo 30 Não reduziu custos 25 Não aumentou produtividade 19 Não reduziu inventário 19 Outros 7 100 QUAIS OS MAIORES PROBLEMAS QUE VOCÊ TEVE COM O ERP?
  50. 50. TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Currently Future BASE DOS SERVIÇOS Available Requirement Warehousing/distribution center management 70,30% 7,40% Shipment Tracking/Tracing 68,5 18,5 Transportation Management 66,7 11,1 Export/import/freight forwarding 66,7 9,3 Web-enable communication 48,1 35,2 Customer order management 20,4 27,8 Transportation-logistics electronic markets 20,4 37 Supplier management systems 9,3 44,4 Supply chain planning (forecasting, etc) 1,9 33,3 Product-specif industry electronic markets 0 18,5 Fonte: Georgia Inst. Of Technology TENDÊNCIAS
  51. 51. ATIVO Caixa Ciclo do pedido Índice de pedidos atendidos Contas a receber Exatidão da fatura Estoques Políticas de estoque e níveis de serviço Bens, fábrica e Instalações de distribuição equipamentos Equipamentos de transporte PASSIVO Passivo circulante Políticas de compras Exigível Opções de financiamento dos estoques, Patrimônio líquido da fábrica e dos equipamentos BalançoBalanço Variável logísticaVariável logística AS VARIÁVEIS LOGÍSTICAS INFLUENCIANDO NA FORMA FINAL DOS BALANÇOS
  52. 52. (de 1 a 5; 1= ruim, 5 = excelente) Favor fazer um círculo   Ciclo do pedido 1 2 3 4 5 Disponibilidade de estoque 1 2 3 4   5 Restrições ao tamanho do pedido 1 2 3 4   5 Facilidade para a colocação do pedido 1 2 3 4 5 Freqüência de entrega 1 2 3 4 5 Confiabilidade da entrega 1 2 3 4   5 Qualidade da documentação 1 2 3 4   5 Procedimentos para reclamações 1 2 3 4 5 Atendimento completo do pedido 1 2 3 4 5 Suporte técnico 1 2 3 4   5 Informação sobre a posição pedido 1 2 3 4   5 BENCHMARKING COMPETITIVO
  53. 53. Atacadista de remédios Pedido transmitido eletronicamente entre a loja e o centro de distribuição Fabricante de utensílios Manuseio de até seis diferentes utensílios por vez, por empilhadeira Fabricante de componentes elétricos Pesagem automática na linha, colocação da etiqueta de código de barras e escaneamento das embalagens Fabricante de filme fotográfico Equipes de trabalho do depósito autodirigidas Escritório de vendas por catálogo Registro das medidas e do peso dos itens para permitir a garantia da qualidade no preenchimento dos pedidos baseada na comparação entre o peso calculado e o real Tipo de CompanhiaTipo de Companhia PráticaPrática PRÁTICAS USADAS PELA XEROX ATRAVÉS DO BENCHMARK
  54. 54. TRANSPORTES Modal Segmentado Sucessivo Combinado Intermodal Multimodal
  55. 55. Roubos 99 Carretas 46 00 20 01 21 02 19 03 Julho 0 Entregas CIFAno 61.4% 80,28% 90,28% 92,16% CASE POLIBRASIL
  56. 56.  Redução de ativo operacional  Inflexibilidade  Respostas lentas  Não gerenciamento do pessoal  Transform. cusos fixos em variais  Transparência total  Interfaces de sistemas  Longo prazo????  Foco no core business  Desvantagens  Vantagens TERCEIRIZAÇÃO DE OPERAÇÕES
  57. 57.  Transporte  Armazenagem  Comercio Exterior  Produção Fonte: Tecnologistica ATIVIDADES MAIS TERCEIRIZADAS
  58. 58. ELEMENTOS DA PRÉ-TRANSAÇÃO  Política formal de serviço ao cliente  Acessibilidade  Estrutura organizacional  Flexibilidade do sistema  Freqüência / Confiabilidade de entrega ANÁLISE DO SERVIÇO AO CLIENTE
  59. 59. ELEMENTOS DA TRANSAÇÃO  Ciclo do pedido  Disponibilidade de estoque  Taxa de cumprimento do pedido  Informações sobre a posição do pedido ANÁLISE DO SERVIÇO AO CLIENTE
  60. 60. ELEMENTOS DA PÓS TRANSAÇÃO  Disponibilidade de peças de reposição  Tempo de atendimento de chamada  Rastreabilidade / garantia do produto  Queixas, reclamações, etc. do cliente  Qualidade da documentação ANÁLISE DO SERVIÇO AO CLIENTE
  61. 61. Tecnologias antigas não funcionam bem em tempos atuais Novas tecnologias são indispensáveis para alcançar futuros sucessos A diferença entre decisões de Bom e ÒTIMO, pode ser a diferença entre PROSPERIDADE e o DESAPARECIMENTO CONCLUSÕES
  62. 62. MUITO OBRIGADO !! Boni Costa E:mail: supply@supplylogistica.com.br Tel. 11-4411-6054 e 9606-0111

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