REGENERAÇÃO (E REABILITAÇÃO) URBANA                Paulo SilvaUniversidade de Aveiro, Departamento de Ciências Sociais, Po...
Tópicos: • O conceito de reabilitação urbana • A reabilitação urbana no contexto europeu e no caso português • Os instrume...
o conceito de reabilitação urbana     DE UMA PREOCUPAÇÃO COM O     PATRIMÓNIO FORA DOS MUSEUS (SÉC.     XIX)     … A UM CU...
TRÊS GERAÇÕES DE POLÍTICAS DE INTERVENÇÃO NA            CIDADE (CARMON, 1999):1. A do buldozzer2. A da reabilitação de bai...
A TERCEIRA GERAÇÃO:As parcerias publico / indivíduos e as           Transformações sociais geradas por   parcerias publico...
REABILITAÇÃO URBANA (URBAN            REGENERATION EM INGLÊS)• TORNOU-SE UM CONCEITO   DOMINANTE• É AGREGADOR DE DIFERENTE...
TOWARDS AN URBAN RENAISSANCEAs experiências mais recentes   começaram em 1998 em –   InglaterraMedidas fiscais e legais pa...
A VISÃO DA REABILITAÇÃO URBANA BRITÂNICA       A PARTIR DA UNIÃO EUROPEIA  • Determinismo arquitetónico  • Compreensão lim...
FRANÇA E OS GRANDES PROJETOS CULTURAIS               DOS ANOS 80• O renascimento urbano através dos grandes  projetos• Mai...
AS CIDADES COMO PALCO DEVIOLÊNCIA E DE REIVINDICAÇÃOINCIDENTES EM ROUBAIX (FRANÇA) APÓS AQUALIFICAÇÃO DA ARGÉLIA PARA OMUN...
QUESTÕES QUE GERAM A PREOCUPAÇÃO COM AS             CIDADES NA EUROPA• SOCIAIS (DEMOGRÁFICAS, SOBRETUDO)   – 70 % DOS EURO...
A QUESTÃO SOCIAL• 68 % da população da União Europeia vive em áreas  urbanas.                                             ...
ALGUNS INSTRUMENTOS DE POLÍTICAO URBACT E AS ÁREAS DE INTERVENÇÃO  URBANA: http://urbact.eu/en/integrated-  urban-developm...
IDEIAS CHAVE SOBRE A POLITICA DEREABILITAÇÃO URBANA EUROPEIA:• UMA DISCUSSÃO ALARGADA, MAS TAMBÉM  SETORIALIZADA (AS DIVER...
DA ERA DO “BULDOZZER” NA CIDADE DO PORTO, …(PORTO, ANOS 30 E 40)   (PORTO, ATUALIDADE)                                    ...
EM COIMBRA …(COIMBRA, ANOS 40)   (COIMBRA, ATUALIDADE, COM EDIFÍCIOS DEMOLIDOS EM 1942)                                   ...
E EM LISBOA(LISBOA, ANOS 50)   (LISBOA, ATUALIDADE)                                           17
… À FASE DA REABILITAÇÃO COM ASCOMUNIDADES(PORTO, RIBEIRA BARREDO)(PORTO, BAIRRO DO LAGARTEIRO / OPERAÇÃO BAIRROS CRÍTICOS)
A OPERAÇÃO DE REABILITAÇÃO FORÇADA PELO EFEITO DO            INCÊNDIO DO CHIADO (1988)
PNPOT (2007):“Promover um desenvolvimento urbano mais   compacto e poli cêntrico no Continente,   contrariar a construção ...
O MEMORANDO DE ENTENDIMENTO COM A TROIKA:     6.2. The Government will adopt legislation to simplify administrative       ...
Medidas do Governo, no âmbito de uma        Ordenamento do Território  política de cidades:                      (…) Promo...
ARRENDAMENTO E REABILITAÇÃO URBANA“O Governo está a proceder a reformas estruturais no regime do arrendamento e no   da re...
REGIME JURÍDICO DA REABILITAÇÃO               URBANA• DEC.-LEI 370/2009 DE 23 DE OUTUBRO• LEI Nº 32/2012 DE 14 DE AGOSTO
O REGIME JURÍDICO DA REABILITAÇÃO                 URBANA• REGIME DA REABILITAÇÃO URBANA EM ÁREAS DE  REABILITAÇÃO URBANA  ...
O REGIME JURÍDICO DA REABILITAÇÃO            URBANA (CONT.)– MODELOS DE EXECUÇÃO DAS OPERAÇÕES DE REABILITAÇÃO  URBANA– IN...
CAP. I - REGIME DA REABILITAÇÃO URBANA EM ÁREAS              DE REABILITAÇÃO URBANA• PROMOVIDA PELOS MUNICÍPIOS• DE DOIS T...
CAP. II - REGIME DAS ÁREAS DE REABILITAÇÃO                     URBANA• PARA ÁREAS QUE JUSTIFIQUEM UMA  INTERVENÇÃO INTEGRA...
CAP. III - PLANEAMENTO DAS OPERAÇÕES DE             REABILITAÇÃO URBANAS• OPERAÇÕES SIMPLES, A DESENVOLVER PELOS  PROPRIET...
QUEM PODEM SER AS ENTIDADES GESTORAS   DAS ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA?CAP. IV - ENTIDADE GESTORA• SOCIEDADE DE REABILITA...
QUAIS OS MODELOS DE EXECUÇÃO DAS   OPERAÇÕES DE REABILITAÇÃO URBANA?CAP. V - MODELOS DE EXECUÇÃO DAS OPERAÇÕES DE  REABILI...
QUE COMPETÊNCIAS ADQUIRE A ENTIDADE                GESTORA?CAP. VI – INSTRUMENTOS DE EXECUÇÃO DAS  OPERAÇÕES DE REABILITAÇ...
PRINCÍPIOS DE PARTICIPAÇÃO E      CONCERTAÇÃO DE INTERESSESCAP. VII – PARTICIPAÇÃO E CONCERTAÇÃO DE  INTERESSES• O DIREITO...
CAP.VIII - FINANCIAMENTO• APOIOS FINANCEIROS DO ESTADO E DOS  MUNICÍPIOS• FINANCIAMENTO BANCÁRIO DAS ENTIDADES  GESTORAS• ...
ALGUMAS TENDÊNCIAS DA REABILITAÇÃOURBANA DE SUBÚRBIOS EM PORTUGAL:• QUESTÕES NÃO FÍSICAS DA REABILITAÇÃO  (TENDENCIALMENTE...
• UMA PREOCUPAÇÃO COM QUESTÕESP O R      V E Z E S      D EFORMA MAIS INTENSA DO QUE NACIDADE “CORRENTE”;• UMA VISÃO MUITO...
UMA POLÍTICA DE REABILITAÇÃO DEÁREAS DE GÉNESE ILEGAL CENTRADA:• NOS LIMITES DA PROPRIEDADE AFETADA;• NO NÚMERO DE PROPRIE...
Implicações das políticas especializadas:• Mais centradas nos problemas do que nas  soluções• Impacto negativo na integraç...
IDENTIFICA A AD URBEM COMOP R I O R I D A D E S PA R A D I S C U T I RNO ÂMBITO DA CRIAÇÃO DO RJRU:“1. Alargar o âmbito e ...
“o p r o j e c t o d e R J R U a s s e n t a n areabilitação do edificado,descurando as restantes dimensões dodeclínio urb...
obrigado
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Aca270313 ps pptversaomaiscurta [modo de compatibilidade]

486 visualizações

Publicada em

Apresentação Paulo Silva (DCSPT-UA)

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
486
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
265
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
4
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Aca270313 ps pptversaomaiscurta [modo de compatibilidade]

  1. 1. REGENERAÇÃO (E REABILITAÇÃO) URBANA Paulo SilvaUniversidade de Aveiro, Departamento de Ciências Sociais, Políticas e do Território paulosilva@ua.pt
  2. 2. Tópicos: • O conceito de reabilitação urbana • A reabilitação urbana no contexto europeu e no caso português • Os instrumentos para a reabilitação (Aveiro, cidade e o centro em mente)
  3. 3. o conceito de reabilitação urbana DE UMA PREOCUPAÇÃO COM O PATRIMÓNIO FORA DOS MUSEUS (SÉC. XIX) … A UM CUIDADO COM A ESTÉTICA DAS CIDADES (E COM A ENVOLVENTE PRÓXIMA DOS MONUMENTOS) … A QUE CORBUSIER ACRESCENTA A PRESERVAÇÃO SELETIVA:
  4. 4. TRÊS GERAÇÕES DE POLÍTICAS DE INTERVENÇÃO NA CIDADE (CARMON, 1999):1. A do buldozzer2. A da reabilitação de bairros com atenção aos problemas sociais3. A da revitalização e da intervenção feita de forma empresarial 4
  5. 5. A TERCEIRA GERAÇÃO:As parcerias publico / indivíduos e as Transformações sociais geradas por parcerias publico / privado novos residentes (idades, interesses, nacionalidades) Projetos concentrados nos centros das cidades associados a grandes investimentos Cidades divididas, cidades de conflito (anos 80 e 90) Ilhas de renovação em mares de decadência (CARMON, 1999) 5DOCKLANDS, LONDRES, 1970 E ANOS 80
  6. 6. REABILITAÇÃO URBANA (URBAN REGENERATION EM INGLÊS)• TORNOU-SE UM CONCEITO DOMINANTE• É AGREGADOR DE DIFERENTES TIPOS DE INTERVENÇÃO• EMBORA SEJA PREVALECENTE A IDEIA COMUM DE MANUTENÇÃO DE ALGUM GRAU DE PRÉ-EXISTÊNCIAS• COMPLEMENTAR AO CONCEITO DE RENOVAÇÃO URBANA 6
  7. 7. TOWARDS AN URBAN RENAISSANCEAs experiências mais recentes começaram em 1998 em – InglaterraMedidas fiscais e legais para fazer face ao declínio urbano, combinando soluções de qualidade, bem estar social e responsabilidade ambiental. (ROGERS, 2005) 7
  8. 8. A VISÃO DA REABILITAÇÃO URBANA BRITÂNICA A PARTIR DA UNIÃO EUROPEIA • Determinismo arquitetónico • Compreensão limitada das realidades sociais • O alcance limitado das intervenções nos edifícios • Problemas mais relacionados com questões sociais e económicas do que com o tipo de edifícios (EU, 2010) HULME, MANCHESTER 8
  9. 9. FRANÇA E OS GRANDES PROJETOS CULTURAIS DOS ANOS 80• O renascimento urbano através dos grandes projetos• Mais como forma de desviar a atenção da negligência em termos de tratamento dos seus subúrbios (Scalbert, 1994, p. 20) 9
  10. 10. AS CIDADES COMO PALCO DEVIOLÊNCIA E DE REIVINDICAÇÃOINCIDENTES EM ROUBAIX (FRANÇA) APÓS AQUALIFICAÇÃO DA ARGÉLIA PARA OMUNDIAL DE FUTEBOL DE 2010 (2008)(FORET ET AL.) 10
  11. 11. QUESTÕES QUE GERAM A PREOCUPAÇÃO COM AS CIDADES NA EUROPA• SOCIAIS (DEMOGRÁFICAS, SOBRETUDO) – 70 % DOS EUROPEUS VIVEM EM CIDADES – OS CENTROS DAS CIDADES DE MAIOR DIMENSÃO TÊM-SE TORNADO REDUTO DOS MAIS RICOS E DOS MAIS POBRES• ECONÓMICAS – A IMPORTÂNCIA DAS CIDADES COMO CENTROS FINANCEIROS E MOTORES DA ECONOMIA EUROPEIA – A PROCURA DE UMA GESTÃO URBANÍSTICA EFICAZ• AMBIENTAIS – A RESOLUÇÃO DE PASSIVOS AMBIENTAIS 11
  12. 12. A QUESTÃO SOCIAL• 68 % da população da União Europeia vive em áreas urbanas. (CE, 2011)
  13. 13. ALGUNS INSTRUMENTOS DE POLÍTICAO URBACT E AS ÁREAS DE INTERVENÇÃO URBANA: http://urbact.eu/en/integrated- urban-development/exploring-our-thematic- clusters/
  14. 14. IDEIAS CHAVE SOBRE A POLITICA DEREABILITAÇÃO URBANA EUROPEIA:• UMA DISCUSSÃO ALARGADA, MAS TAMBÉM SETORIALIZADA (AS DIVERSAS COMISSÕES DESMULTIPLICAM-SE EM ASSUNTOS RELACIONADOS COM A PROBLEMÁTICA DA REABILITAÇÃO URBANA);• UMA REALIDADE COM DIVERSOS MATIZES NA EUROPA (AS MOTIVAÇÕES PARA A REABILITAÇÃO)• A PREOCUPAÇÃO COM AS GRANDES DINÂMICAS EUROPEIAS E O SEU REFLEXO NA REABILITAÇÃO URBANA (A QUEDA DO MURO DE BERLIM E OS EFEITOS (SHRINKAGE) NAS CIDADES DO LESTE EUROPEU)
  15. 15. DA ERA DO “BULDOZZER” NA CIDADE DO PORTO, …(PORTO, ANOS 30 E 40) (PORTO, ATUALIDADE) 15
  16. 16. EM COIMBRA …(COIMBRA, ANOS 40) (COIMBRA, ATUALIDADE, COM EDIFÍCIOS DEMOLIDOS EM 1942) 16
  17. 17. E EM LISBOA(LISBOA, ANOS 50) (LISBOA, ATUALIDADE) 17
  18. 18. … À FASE DA REABILITAÇÃO COM ASCOMUNIDADES(PORTO, RIBEIRA BARREDO)(PORTO, BAIRRO DO LAGARTEIRO / OPERAÇÃO BAIRROS CRÍTICOS)
  19. 19. A OPERAÇÃO DE REABILITAÇÃO FORÇADA PELO EFEITO DO INCÊNDIO DO CHIADO (1988)
  20. 20. PNPOT (2007):“Promover um desenvolvimento urbano mais compacto e poli cêntrico no Continente, contrariar a construção dispersa, estruturar a urbanização difusa e incentivar o reforço das centralidades intra-urbanas”Intervenção pública na administração execução e incentivo da medida prioritária:“4. Incentivar novas parcerias para o desenvolvimento de programas integrados de reabilitação, revitalização e qualificação das áreas urbanas, reforçar e agilizar o papel das Sociedades de Reabilitação Urbana e rever o enquadramento fiscal e financeiro das operações integradas nestes programas (2007-2009).”
  21. 21. O MEMORANDO DE ENTENDIMENTO COM A TROIKA: 6.2. The Government will adopt legislation to simplify administrative procedures for renovation. [Q3-2011] In particular, the specific measures will simplify :i) administrative procedures for renovation works, safety requirements, authorisation to use and formalities for innovations that benefit and enhance the building’s quality and value (such as energy savings measures). The majority of apartment owners will be defined as representing the majority of the total value of the building;ii) rules for the temporary relocation of tenants of building subject to rehabilitation works with due regard of tenants needs and respect of their living conditions;andiii) grant landlords the possibility to ask for termination of the lease contract for major renovation works (affecting the structure and stability of the building) with a maximum 6 months of prior notice;iv) standardise the rules determining the level of conservation status of property and the conditions for the demolition of buildings in ruin. (memorandum, 2011; adapt.) A questão da reabilitação associada à questão da habitação
  22. 22. Medidas do Governo, no âmbito de uma Ordenamento do Território política de cidades: (…) Promover um território facilitador da• (…) a simplificação dos procedimentos mobilidade social, actualizando os regimes de para o licenciamento de obras de reabilitação urbana; arrendamento e de reabilitação urbana; (…)• o estímulo à constituição de Fundos Imobiliários de Reabilitação Urbana;• o aperfeiçoamento da Política de Reabilitação Urbana, para que seja Mercado de Arrendamento socialmente mais justa, bem como ao (…) impõe-se a tomada de medidas repovoamento dos centros urbanos; facilitadoras interligadas com a promoção da• a simplificação do regime da reabilitação urbana e do desenvolvimento das reabilitação urbana, no que se refere à cidades. criação e delimitação das Áreas de Reabilitação Urbana (ARU);• a inclusão no regime da reabilitação Património urbana das “operações de reabilitação (…) protocolos a estabelecer com as urbana isoladas”; autarquias, fundações ou confissões religiosas• (…) a fim de elaborar (…) o mapa de prioridades de reabilitação de património classificado. (sublinhados nossos)
  23. 23. ARRENDAMENTO E REABILITAÇÃO URBANA“O Governo está a proceder a reformas estruturais no regime do arrendamento e no da reabilitação urbana com o objetivo de reduzir o endividamento das famílias e a taxa de desemprego, promovendo a mobilidade das pessoas e revitalização das cidades.Para o arrendamento pretende-se• Incentivar o diálogo entre senhorios e inquilinos,• Trazer para o mercado habitação a preço acessível e ajustada às diferentes necessidades dos portugueses,• Recolocar rapidamente a casa no mercado de arrendamento,• Progredir para um único regime de arrendamento.Para a reabilitação pretende-se:• Simplificar os processos de criação de áreas de reabilitação urbana,• Regulamentar as habitações em edifícios mais antigos.Estas reformas fazem parte do Programa do Governo e dos memorandos de entendimento entre Portugal e a troika.«Estou em crer que sairá do Parlamento uma legislação boa que permitirá a todas as pessoas, em particular aos jovens que hoje têm dificuldade em adquirir casa, encontrarem soluções de habitação a preços acessíveis, que lhes permita arranjar emprego em várias zonas do País».2012-02-16, Assunção Cristas, Ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, Assembleia da República”
  24. 24. REGIME JURÍDICO DA REABILITAÇÃO URBANA• DEC.-LEI 370/2009 DE 23 DE OUTUBRO• LEI Nº 32/2012 DE 14 DE AGOSTO
  25. 25. O REGIME JURÍDICO DA REABILITAÇÃO URBANA• REGIME DA REABILITAÇÃO URBANA EM ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA – REGIME DAS ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA • DELIMITAÇÃO DAS ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA • OPERAÇÕES DE REABILITAÇÃO URBANA • PLANOS DE PORMENOR DE REABILITAÇÃO URBANA – PLANEAMENTO DAS OPERAÇÕES DE REABILITAÇÃO URBANA • OPERAÇÕES DE REABILITAÇÃO URBANA SIMPLES • OPERAÇÕES DE REABILITAÇÃO URBANA SISTEMÁTICA – ENTIDADE GESTORA 25
  26. 26. O REGIME JURÍDICO DA REABILITAÇÃO URBANA (CONT.)– MODELOS DE EXECUÇÃO DAS OPERAÇÕES DE REABILITAÇÃO URBANA– INSTRUMENTOS DE EXECUÇÃO DE OPERAÇÕES DE REABILITAÇÃO URBANA– PARTICIPAÇÃO E CONCERTAÇÃO DE INTERESSES– FINANCIAMENTO
  27. 27. CAP. I - REGIME DA REABILITAÇÃO URBANA EM ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA• PROMOVIDA PELOS MUNICÍPIOS• DE DOIS TIPOS – SIMPLES OU SISTEMÁTICA• DE GESTÃO MUNICIPAL OU PRIVADA• POR INICIATIVA DOS PARTICULARES OU DOS GESTORES
  28. 28. CAP. II - REGIME DAS ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA• PARA ÁREAS QUE JUSTIFIQUEM UMA INTERVENÇÃO INTEGRADA – DELIMITAÇÃO – OPERAÇÕES – PLANOS DE PORMENOR
  29. 29. CAP. III - PLANEAMENTO DAS OPERAÇÕES DE REABILITAÇÃO URBANAS• OPERAÇÕES SIMPLES, A DESENVOLVER PELOS PROPRIETÁRIOS• OPERAÇÕES SISTEMÁTICAS, A DESENVOLVER PELAS ENTIDADES GESTORAS
  30. 30. QUEM PODEM SER AS ENTIDADES GESTORAS DAS ÁREAS DE REABILITAÇÃO URBANA?CAP. IV - ENTIDADE GESTORA• SOCIEDADE DE REABILITAÇÃO URBANA• EMPRESA DO SETOR EMPRESARIAL LOCAL
  31. 31. QUAIS OS MODELOS DE EXECUÇÃO DAS OPERAÇÕES DE REABILITAÇÃO URBANA?CAP. V - MODELOS DE EXECUÇÃO DAS OPERAÇÕES DE REABILITAÇÃO URBANA• EXECUÇÃO POR INICIATIVA DE PARTICULARES• ADMINISTRAÇÃO CONJUNTA• EXECUÇÃO POR INICIATIVA DA ENTIDADE GESTORA
  32. 32. QUE COMPETÊNCIAS ADQUIRE A ENTIDADE GESTORA?CAP. VI – INSTRUMENTOS DE EXECUÇÃO DAS OPERAÇÕES DE REABILITAÇÃO URBANA• ENTIDADE GESTORA RECEBE PODERES DELEGADOS PELO MUNICÍPIO (NO ÂMBITO DO LICENCIAMENTO, RECEÇÃO DE CEDÊNCIAS, COBRANÇA DE TAXAS)
  33. 33. PRINCÍPIOS DE PARTICIPAÇÃO E CONCERTAÇÃO DE INTERESSESCAP. VII – PARTICIPAÇÃO E CONCERTAÇÃO DE INTERESSES• O DIREITO A REALOJAMENTO TEMPORÁRIO• O DIREITO A REALOJAMENTO EQUIVALENTE (PRESUME-SE QUE PERMANENTE)• MECANISMOS DE VENDA FORÇADA
  34. 34. CAP.VIII - FINANCIAMENTO• APOIOS FINANCEIROS DO ESTADO E DOS MUNICÍPIOS• FINANCIAMENTO BANCÁRIO DAS ENTIDADES GESTORAS• CRIAÇÃO DE FUNDOS DE INVESTIMENTO IMOBILIÁRIO
  35. 35. ALGUMAS TENDÊNCIAS DA REABILITAÇÃOURBANA DE SUBÚRBIOS EM PORTUGAL:• QUESTÕES NÃO FÍSICAS DA REABILITAÇÃO (TENDENCIALMENTE) NO CENTRO DAS ATENÇÕES;• INSTRUMENTOS DE POLÍTICA (PROGRAMAS) CONCENTRADOS NAS ÁREAS METROPOLITANAS;• PLANOS COMO INSTRUMENTO ACESSÓRIO
  36. 36. • UMA PREOCUPAÇÃO COM QUESTÕESP O R V E Z E S D EFORMA MAIS INTENSA DO QUE NACIDADE “CORRENTE”;• UMA VISÃO MUITO (DEMASIADO?)SELETIVA DA NECESSIDADE DEREABILITAÇÃO;• MENOR ATENÇÃO AOS SUBÚRBIOS MAIS R E C E N T E S ( A L G U M A V E ZAPRENDEREMOS?)
  37. 37. UMA POLÍTICA DE REABILITAÇÃO DEÁREAS DE GÉNESE ILEGAL CENTRADA:• NOS LIMITES DA PROPRIEDADE AFETADA;• NO NÚMERO DE PROPRIETÁRIOS;• NO NÚMERO DE PARCELAS;• MENOS NO SEU CONTRIBUTO PARA O MUNICÍPIO OU ÁREAS MAIS ALARGADAS;• EM SÍNTESE, CENTRADA MAIS NO PROBLEMA QUE NA SOLUÇÃO;
  38. 38. Implicações das políticas especializadas:• Mais centradas nos problemas do que nas soluções• Impacto negativo na integração territorial• Falta de articulação entre instrumentos
  39. 39. IDENTIFICA A AD URBEM COMOP R I O R I D A D E S PA R A D I S C U T I RNO ÂMBITO DA CRIAÇÃO DO RJRU:“1. Alargar o âmbito e os meios de actuação nasARU.2. Corrigir as causas de falência das regras geraisda conservação dos edifícios.3. Articular a política de reabilitação urbana (RU)com a política urbanística municipal.4. Promover a participação e a justiça social naspolíticas de reabilitação.” (AD URBEM, 2009)
  40. 40. “o p r o j e c t o d e R J R U a s s e n t a n areabilitação do edificado,descurando as restantes dimensões dodeclínio urbano, e adopta uma metodologiamuito centrada na iniciativa pública.” (AD URBEM, 2009)
  41. 41. obrigado

×