Capítulo 51 a república velha

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Capítulo 51 a república velha

  1. 1. A República Velha (1889 – 1930) A CRISE DA REPÚBLICA (1889-1894) Capítulo 51
  2. 2. A luta pelo poder político Cafeicultores desejavam assumir sozinhos o controle do sistema político Classe média e a burguesia urbana, desejam fazer parte do poder político
  3. 3. Em termos econômicos Cafeicultores defendiam uma política voltada para agroexpotação Classe média e a burguesia urbana, apoiavam atividades voltadas para o mercado interno (indústria, serviços e comércio)
  4. 4. E o povo brasileiro? Não esqueça, era apenas público
  5. 5. Primeira Bandeira Republicana, criada por Ruy Barbosa, usada entre 15 e 19 de novembro de 1889. EUA Qualquer semelhança é mera coincidência
  6. 6. As divergências entre os grupos que haviam proclamado a República eram inconciliáveis <ul><li>Ainda havia uma desconfiança mútua entre civis e militares </li></ul><ul><li>Os Casacas (achavam os fardas autoritários e violentos) </li></ul><ul><li>X </li></ul><ul><li>Os Fardas (achavam os civis corruptos e incompetentes) </li></ul>
  7. 7. . <ul><li>O Governo Mal. Deodoro da Fonseca (1889 – 1891) - Fase provisória: </li></ul><ul><li>* Expulsão de D. Pedro II e sua família </li></ul><ul><ul><ul><li>Cancelamento de instituições imperiais. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Decretos. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Separação entre Igreja e Estado (criação do casamento civil). </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Grande naturalização. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Revogação da Constituição de 1824 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Reforma dos sistemas judiciário e bancário </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Convocação de eleições para a Assembléia Constituinte, encarregada de elaborar a 1ª Constituição republicana </li></ul></ul></ul>
  8. 8. . <ul><ul><ul><li>Encilhamento (Rui Barbosa): </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Objetivo – industrialização. </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Meios – emissão monetária . </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Conseqüências – crise econômica, inflação, especulação financeira . </li></ul></ul></ul></ul>
  9. 9. A constituição (1891) <ul><ul><ul><li>República Federativa com autonomia para os estados. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>3 poderes: executivo, legislativo (bicameral) e judiciário. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Voto universal masculino – descoberto </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>(excluindo-se mulheres, menores de 21 anos, analfabetos, mendigos, padres e soldados); </li></ul></ul></ul>
  10. 10. A constituição (1891) <ul><li>No plano teórico, a constituição era equilibrada e liberal. </li></ul><ul><li>Na prática, porém, funcionou mediocremente, pois garantiu às oligarquias rurais o controle da economia e política do Brasil. </li></ul><ul><li>Disposições Transitórias (o Congresso Nacional elegeria o 1º presidente da República e seu vice) </li></ul>
  11. 11. A presidência de Deodoro da Fonseca (1891) <ul><ul><ul><li>Atritos entre o presidente (avesso à idéia de democracia ou oposição) e o parlamento (controlado majoritariamente por cafeicultores desejosos de maior descentralização política). </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Nov/1891 – Deodoro fecha o congresso e decreta Estado de Sítio. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Reação de diversos setores contra o gesto do presidente: cafeicultores, setores do exército, greve de trabalhadores da Estrada de Ferro Central do Brasil e marinha (almirante Custódio de Melo) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Deodoro renuncia </li></ul></ul></ul>
  12. 12. A presidência de Floriano Peixoto (1891 – 1894) <ul><ul><li>Consolidador da República (apelidado de “Mal. de Ferro” devido a firmeza de suas atitudes em relação a seus opositores); </li></ul></ul><ul><ul><li>A política econômica florianista foi um retorno ao industrialismo de Rui Barbosa </li></ul></ul><ul><ul><li>Medidas populares no RJ (apoio popular): redução de aluguéis, construção de casas populares, destruição de cortiços e eliminação de imposto sobre a carne para baixar o preço; </li></ul></ul><ul><ul><li>Crise inicial pela posse: “Manifesto dos 13 generais” – Janeiro 1892; </li></ul></ul>
  13. 13. Correntes políticas que fortaleceram o Mal. De Ferro <ul><li>Jacobinismo : formação de uma república com forte participação popular e favorável a criação de medidas com alcance social. Postura predominante entre setores da classe média urbana que não chegou a se concretizar. </li></ul><ul><li>Positivismo : centralização política nas mãos do presidente. Postura predominante entre os militares . Prevaleceu entre 1889 e 1894, durante a chamada República da Espada </li></ul>
  14. 14. As reformas econômicas de Floriano <ul><li>Empréstimos a indústria </li></ul><ul><li>Taxas alfandegárias protecionistas </li></ul><ul><li>Proibição de bancos privados emitirem papel moeda </li></ul><ul><li>Medidas favoráveis as classes sociais mais pobres </li></ul>
  15. 15. . <ul><li>A REVOLUÇÃO FEDERALISTA(1893- 1895) </li></ul>JÚLIO DE CASTILHOS Partido Republicano SILVEIRA MARTINS Partido Federalista
  16. 16. . <ul><ul><li>Revolução Federalista (RS 1893 – 1895) </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Partido Republicano – Júlio de Castilhos : “castilhistas” ou “pica-paus”, defensores de uma república positivista ultra-centralizada. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li> X </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Partido Nacional Federalistas – Gaspar Silveira Martins: “maragatos”: </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>defensores de maior autonomia para o poder legislativo e descentralização política. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Floriano apóia Júlio de Castilhos; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Revolta também conhecida com “Revolução da Degola”. </li></ul></ul></ul>
  17. 17. . <ul><ul><li>Revolta da Armada (RJ 1893 -1894): </li></ul></ul><ul><ul><li>novamente a marinha (almirante Custódio de Melo) se opõe ao presidente e ameaça bombardear o RJ. Floriano compra navios dos EUA e reprime os revoltosos. Os revoltosos da armada chegaram a se unir aos federalistas do RS. Ambos foram derrotados . </li></ul></ul>
  18. 18. O vencedor da 1ª eleição direta para presidente foi o paulista Prudente de Morais

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