Base iii seminario 130912 - 13/09/2012

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Apresentação feita na mesa sobre UFSC- oficina nov 12 no terceiro SEMINÁRIO TÉCNICO DE PLANEJAMENTO E MOBILIDADE URBANA - 13 DE SETEMBRO DE 2012

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Base iii seminario 130912 - 13/09/2012

  1. 1. III SEMINARIO TECNICO DE PLANEJAMENTO E MOBILIDADE URBANA REGIÃO DE FLORIANÓPOLIS MOBILIDADE E ACESSIBILIDADE Florianópolis, 13 de setembro de 2012 Jorge Rebollo Squera SECRETARIA DE ESTADO DO PLANEJAMENTO - SPG DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO DAS CIDADES - DCID
  2. 2. PRINCIPAIS AMBIENTES DO RELEVO 0 a 200m: planícies litorâneas e fluviais 200- 400m: encostas da serra; altas declividades: 400 -800m: serras do leste catarinense Acima de 800m: patamares do Alto Itajaí CONDICIONANTES NATURAIS E AMBIENTAIS
  3. 3. SERRAS PATAMARES ENCOSTAS NASCENTES E RIOS PLANICIES LITORANEAS, VALES, ESTUARIOS, LAGOAS, MANGUES, DUNAS, AREAS INUNDAVEIS ECOSSISTEMAS VULNERÁVEIS
  4. 4. CENSO 2010 - DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO POR MUNICIPIOS O MENOR: Anitápolis 3.214 O MAIOR: Florianópolis 421.203 13 MUNICIPIOS 135.285 hab. 13,35 % 09 MUNICIPIOS 135.285 hab. 86,64 %
  5. 5. OCUPAÇÃO DESORDENADA GRANDES PROJETOS PRESSOES DE OCUPAÇÃO URBANA PERIMETROS URBANOS SUPERDIMENSIONADOS ESPECULAÇAO IMOBILIARIA
  6. 6. GESTÃO DE RISCO – REGIÃO DA GRANDE FLORIANÓPOLIS Inundações bruscas Inundações graduais Escorregamentos Erosão marinha 04
  7. 7. DESASTRES – REGIÃO DA GRANDE FLORIANÓPOLIS As justificativas para as inundações e escorregamentos: -mudanças climáticas globais -pressão antrópica sobre os recursos naturais, . urbanização intensa em áreas de planície aluvial e/ou encostas declivosas, .desmatamento generalizado, principalmente em áreas de cabeceiras de drenagem. 05
  8. 8. TRÂNSITO SATURAÇÃO COLAPSO PRÓXIMO Beiramar Norte Cabeceira das pontes RIO TAVARES: SOLUÇÃO ATÉ QUANDO?
  9. 9. Continente 700.000 hab. Ilha 700.000 hab BG 100 PLH 200 SJ 300 TIJ 70 NORTE 200 Sto Ant. 20 Lagoa 30 ESTR 100 SEDE 200 SUL 100 Tapera 30 Ribeirao 20 CENÁRIO URBANO ANO 2030 12 GCR 20 Áreas urbanas consolidadas Reservas de áreas dentro do perímetro urbano Reservas de áreas Fora do perímetro urbano Sistema viário principal Fluxos Ilha – continente – Efeito funil
  10. 10. PROPOSIÇOES URBANAS E MOBILIDADE AREA CONURBADA DE FLORIANÓPOLIS
  11. 11. TRANSPORTE MARÍTIMO BARCOS FERRIS TAXIS TRANSPORTE DE MASSAS CONTINENTE E ILHA CONEXOES INTERURBANAS CONEXOES INTRAURBANAS ÕNIBUS ENTRE BAIRROS MICROS CIRCULARES DENTRO DOS BAIRROS SPG
  12. 12. VITA E OTIUM Instituto Silva Paes
  13. 13. PLANO DIRETOR DE FLORIANOPOLIS* * FLORIPA AMANHÃ, RESERVA DA BIOSFERA URBANAV – IDENTICA PROPOSTA
  14. 14. CORREDORES DE TRANSPORTE SOLUÇÕES COINCIDENTES VITA E OTIUM SPG PLANO DIRETOR DE FLORIANÓPOLIS
  15. 15. CONEXAO ILHA- CONTINENTE Acessos e saídas Trânsito de passagem Área Central de Florianópolis Imagen – símbolo Plano emergencial de mobilidade
  16. 16. PONTE METÁLICA entre a Colombo Salles e Pedro Ivo Proposta ACE CANAL SUBTERRANEO Proposta Oficina de Desenho Urbano DIANTE DA HERCILIO LUZ?: Proposta IPUF 4ª. PONTE NECESSARIA ? NO MESMO LOCAL? Proposta DEINFRA
  17. 17. PLANO EMERGENCIAL DE MOBILIDADE URBANA ALTERNATIVAS IMEDIATAS PARA DIMINUIR OU ATENUAR O TRAFEGO DE VEÍCULOS PARTICULARES NA ENTRADA À CIDADE: Soluções que permitem minimizar o problema, permitindo um período de tempo maior para poder estudar uma solução definitiva de desenvolvimento urbano e mobilidades sustentáveis. - Rodízio; - implantação dos corredores e faixas exclusivas ou preferenciais para os sistemas de transporte coletivo ; - horários noturnos para circulação de mercadorias; - pedágio solidário nas pontes e no centro; - alteração de horários de abertura do comércio e das escolas; - diminuir as velocidades permitidas nas áreas urbanizadas (Código de Transito) Seminários de discussão do planejamento urbano de Florianópolis. IAB/GEU-2006
  18. 18. AREA CENTRAL DE FLORIANOPOLIS
  19. 19. CONEXOES INTERMODAIS CONCURSO PARA O ORDENAMENTO URBANO DO ATERRO DA BAÍA SUL IAB/PMF EM 1999. rojeto vencedor (Saraiva, Schmidt) : visão de humanização do espaço urbano
  20. 20. PROPOSTA DO SISTEMA DE CIRCULAÇÃO PARA O CENTRO DE FLORIANÓPOLIS. IPUF 1984
  21. 21. UMA ÚLTIMA QUESTÃO....
  22. 22. Pensamento sistêmico “Compreender os processos envolvidos no interior de um sistema em planejamento, como também levar em consideração as múltiplas relações deste com o seu ambiente, com o seu contexto (Social, econômico, ambiental).” Ademir Reis FALTA DE INTEGRAÇÃO ENTRE OS PLANEJAMENTOS AMBIENTAL, SÓCIO ECONÔMICO, FÍSICO-TERRITORIAL E URBANO
  23. 23. E ISSO AÍ… OBRIGADO !
  24. 24. ANEXOS
  25. 25. 4b.1- PROPOSTAS PARA DIMINUIR OU ATENUAR O FLUXO DE VEÍCULOS PARA A ILHA.     4b.1.1 ALTERNATIVAS IMEDIATAS PARA DIMINUIR OU ATENUAR O TRAFEGO DE VEÍCULOS PARTICULARES NA  ENTRADA À CIDADE:  Soluções que permitem minimizar o problema, permitindo um período de tempo maior para poder estudar uma solução  definitiva de desenvolvimento urbano e mobilidades sustentáveis.      - Rodízio;  - implantação dos corredores e faixas exclusivas ou preferenciais  para os    sistemas de transporte coletivo ;     -  horários noturnos para circulação de mercadorias;     -  pedágio solidário nas pontes e no centro;     -  alteração de horários de abertura do comércio e das escolas;      - diminuir as velocidades permitidas nas áreas urbanizadas (Anexo III).     4b.1.2. INTEGRAÇÃO DO PLANEJAMENTO TERRITORIAL E URBANO COM UM SISTEMA DE TRANSPORTES  INTERMODAL.   - investir no processo  de urbanização do continente; - consolidar as áreas centrais urbanas  existentes e potenciais; - redimensionar os perímetros urbanos  de modo a otimizar os investimentos municipais em  infra-estrutura e  serviços  municipais (Anexo IV) ; - priorizar a conexão de áreas centrais urbanas,  através  de  sistemas intermodais de  transporte   coletivo ( terrestre,  marítimo e “aero”) - Anexo V - evitar rodovias ou estradas atravessando áreas urbanizadas, ou no seu defeito, prever sistemas binários ou terciários que   permitam o futuro desvio do trafego de passagem; - planejar e implantar as redes de vias arteriais e coletoras (Lei 9503/97-Anexo III) de modo a orientar o sistema viário  dos  loteamentos existentes ou projetados;  - prever canais preferenciais a  para circulação de motociclistas.    - ordenar o tráfego interno nas áreas urbanizadas, criando redes de vias preferenciais para as diferentes modalidades de  locomoção:  (transporte coletivo, de carga, veículos particulares, ciclistas, pedestres)
  26. 26. CONCILIAR OS DIFERENTES MODOS DE LOCOMOÇÃO: TRANSPORTE COLETIVO, CARGAS,  AUTOMÓVEIS,  MOTOS, BICICLETAS, PEDESTRES.    SUA RELAÇÃO COM AS  FUNÇOES-ATIVIDADES URBANAS:  HABITAÇÃO,  SERVIÇOS, COMERCIO, EMPREGO, CULTURA,  LAZER,  ENTRE OUTRO  
  27. 27. Metodologia para ordenamento  de áreas urbanas em expansão,  assim como sistemas  intermodais de transporte . Define: Areas a preservar; Núcleos e centros urbanos; Sistemas de transportes: - “heavy” trens,  - “light” trens sobre trilhos, - ônibus rápidos BRTs, - ônibus circulares,  - estações intermodais, etc. Sprawl Repair Manual - Galina Tachieva , 2010

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