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Elementos estruturais 1

Aula 2

1 de 25
Baixar para ler offline
O ponto é a primeira "letra"
do alfabeto da linguagem
plástica e visual.
Quando passa a elemento visual
(um círculo maior), "transforma-se"
numa forma.
Quando a relação entre
ponto e o suporte onde se
inscreve perde o equilíbrio,
o ponto adquire o estatuto
de forma.
A concentração permite
que os pontos se transformem
num número ilimitado
de "formas" ou "imagens".
Além das suas dimensões, os pontos podem
surgir agrupados em concentração modeladora.
Um exemplo dessa concentração é a linha.
Ao observarmos algo, a forma
como nos posicionamos
influencia nossa percepção em
relação a isso. Nesta imagem,
por exemplo, as estrelas do céu
são vistas como pequenos
pontos brilhantes.
A concentração
modeladora dos
pontos permite
conceber imagens
numa obra de
arte.
Modelo de Costas (1887),
de Georges Seurat.
A dispersão dos pontos
confere características especiais
à composição, originando tramas
ou texturas.
Montes de Feno (detalhe) (1968), de Roy Lichtenstein
(segundo série de obras de Claude Monet com o mesmo título).
A linha é o segundo elemento estrutural da linguagem plástica.
Resulta de uma sucessão de pontos infinitamente próximos.
Diversos aspectos da linha
Linha contínua
Linha quebrada
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Elementos estruturais 1

  • 1. O ponto é a primeira "letra" do alfabeto da linguagem plástica e visual. Quando passa a elemento visual (um círculo maior), "transforma-se" numa forma.
  • 2. Quando a relação entre ponto e o suporte onde se inscreve perde o equilíbrio, o ponto adquire o estatuto de forma. A concentração permite que os pontos se transformem num número ilimitado de "formas" ou "imagens".
  • 3. Além das suas dimensões, os pontos podem surgir agrupados em concentração modeladora. Um exemplo dessa concentração é a linha. Ao observarmos algo, a forma como nos posicionamos influencia nossa percepção em relação a isso. Nesta imagem, por exemplo, as estrelas do céu são vistas como pequenos pontos brilhantes.
  • 4. A concentração modeladora dos pontos permite conceber imagens numa obra de arte. Modelo de Costas (1887), de Georges Seurat.
  • 5. A dispersão dos pontos confere características especiais à composição, originando tramas ou texturas. Montes de Feno (detalhe) (1968), de Roy Lichtenstein (segundo série de obras de Claude Monet com o mesmo título).
  • 6. A linha é o segundo elemento estrutural da linguagem plástica. Resulta de uma sucessão de pontos infinitamente próximos. Diversos aspectos da linha Linha contínua Linha quebrada Linha tracejada Linha sinuosa Linha pontilhada Linha ondulante Linha espiralada
  • 7. Cabeça (1910), de Amedeo Modigliani. Cabeça de Cariátide (1911), de Amedeo Modigliani. No domínio da arte visual, a linha surge de um registro gráfico e é usada para estruturar as formas e para definir os seus contornos.
  • 8. A presença das linhas na estrutura de uma composição está associada à indicação de linhas de força ou de tensão. A Escola de Atenas (1510-11), de Raffaello Sanzio (Rafael). Nas formas alongadas, é possível considerar imediatamente um eixo longitudinal, definido por linhas implícitas (que realmente não estão lá).
  • 9. Composições com linhas verticais sugerem ascensão, crescimento e ainda uma estabilidade aparente. Composições com linhas horizontais expressam estabilidade e ausência de movimento. As linhas oblíquas traduzem de imediato uma dinâmica, instabilidade e movimento aparente.
  • 10. A simples aproximação das linhas entre si permite modelar superfícies, criando a ilusão de volume, de tridimensionalidade.
  • 11. Além de revestir o plano e a superfície, a textura confunde-se com eles, permitindo a alteração da sua presença ou realçando-a.
  • 12. As texturas podem ser naturais ou artificiais, regulares ou irregulares, mas são sempre a parte visível do objeto – o seu lado "exterior". As texturas podem ser naturais ou artificiais,
  • 13. Os objetos que usamos apresentam texturas que permitem aumentar o grau de aderência na manipulação.
  • 14. Determinadas obras de arte fazem uso de texturas padronizadas, conferindo uma qualidade "ornamental" às formas. Na pintura, e na maior parte das vezes, a textura é uma simulação, uma ilusão dos sentidos, não existe na realidade. Menina ao Espelho (detalhe) (1964), de Roy Lichtenstein. Flora (c. 1591), de Giuseppe Arcimboldo.
  • 15. Biônica Muitas vezes, as texturas artificiais têm por inspiração a natureza. Texturas incomuns A textura pode ser usada para nivelar as formas em composições incomuns, em que tudo parece apresentar a mesma textura.
  • 16. Fisiologicamente, "cor" é a sensação de luz transmitida ao cérebro através dos olhos.
  • 17. A luz branca é uma mistura de diversas "cores". É o "reflexo" das radiações associadas à luz solar que permite percebermos a "cor" de um objeto; assim, um objeto é amarelo porque reflete a "cor" amarela, ou vermelho porque reflete a "cor" vermelha.
  • 18. A luz (a radiação) não viaja em linha reta, mas em ondas. Comprimento de onda é a distância que vai de um máximo, um pico, a outro.
  • 19. Foi Sir Isaac Newton (1642-1727),Foi Sir Isaac Newton (1642-1727), físico inglês, quem, em condiçõesfísico inglês, quem, em condições laboratoriais, primeiro decompôslaboratoriais, primeiro decompôs a luz branca nas coresa luz branca nas cores do espectro visíveldo espectro visível..
  • 20. A luz do sol é uma mistura de várias ondas de radiação com diferentes comprimentos de onda que é possível "separar" quando a luz branca, ao atravessar um prisma óptico, é refratada numa gama visível de sete cores: violeta azul-violeta (anil) azul verde amarelo laranja vermelho
  • 21. é feita por meio da manipulação adequada dos elementos da linguagem plástica e visual. A representação do movimento e do ritmo Armadilha de Lagosta e Cauda de Peixe (detalhe) (1939), de Alexander Calder.
  • 22. pelo desfocado no objeto que se move... O movimento pode ser captado de diversas formas, Ataque de Fúria na Cozinha (detalhe) (1986/87), de Anna e Bernhard Johannes Blume.
  • 23. pelo desfocado do fundo. ou, ao contrário,
  • 24. se deve ao dinamismo com que determinada pose foi captada. Outras vezes, a percepção de movimento O Jardim do Amor (detalhe) (c. 1632), de Peter Paul Rubens.
  • 25. Espiral de Esplendor, em Ottawa (Canadá). Representação de ritmo numa forma tridimensional.