A ARTE NO EGITO
4 AULA
PROFESSORA: MONA LIZA
Com estilo artístico que mal sofreu mudanças ao longo de seus mais de
3.000 anos de história as manifestações da arte egíp...
A história do Egito foi a mais longa de
todas as civilizações antigas que
floresceram em torno do Mediterrâneo,
estendendo...
Máscara do Faraó Tutancânon, 1352 a.C.
(Museu Egípcio, Cairo)
Mesmo no último dos três caixões, o rosto da múmia
estava es...
Esta jóia egípcia foi encontrada na tumba do faraó
Tutankhamen, que reinou durante a XVIII dinastia (c.1330
a.C.). É uma p...
As pirâmides preservariam os corpos sagrados da decomposição. Com isso
impediam a desintegração dos cadáver graças a uma e...
O estilo representativos da arte egípcia, estabelecidos
desde o primeiro momento, continuaram praticamente
imutáveis atrav...
“As esfinges que significa imagem vivente” são esculturas que
representam os faraós ou uma divindade protetora. As express...
O gigantesco templo de Abu Simbel (acima) na Núbia, Baixo Egito, foi
construído por ordem de Ramsés II, faraó do Egito ent...
O FAZER DE SUA ARTE
Os egípcios desenvolveram um padrão na execução da sua arte
que é uma das suas maiores façanhas todas ...
Ao representarem a figura humana os artistas egípcios
determinavam que o tronco e o olho da figura ficassem sempre de
fren...
A harmonia e o equilíbrio devem ser mantidos, qualquer
perturbação neste sistema é, consequentemente, um distúrbio na
vida...
Por regra, o artista egípcio não tem um sentido de individualidade da
sua obra, ele efetua um trabalho consoante uma encom...
Deus com rosto de chacal Anúbis
supervisionando a pesagem do
coração de um morto.
(Cena de um livro dos mortos
egípcios, u...
HIERÓGLIFO OU HIEROGLIFO é cada um dos sinais da
escrita de antigas civilizações, tais como os egípcios, o hititas e
os ma...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

A arte no egito

437 visualizações

Publicada em

Aulas

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
437
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
6
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

A arte no egito

  1. 1. A ARTE NO EGITO 4 AULA PROFESSORA: MONA LIZA
  2. 2. Com estilo artístico que mal sofreu mudanças ao longo de seus mais de 3.000 anos de história as manifestações da arte egípcia estiveram, basicamente, a serviço do estado (política) , da religião e dos faraós, que eram considerados como um deus sobre a terra. Os egípcios acreditavam na imortalidade da alma e no juízo final, ainda, que para repousar o retorno de sua alma, só seria possível em lugares como as pirâmides. As pirâmides eram, portanto, construídas para habitar o corpo. Todos os egípcios tinham a mesma crença, porém nem todos tinham condições da fazer suas pirâmides. para os mais podres restavam as representações em desenhos encomendados aos artistas. Já os mais ricos e os faraós encomendavam a mumificação de seus corpos, não só para que as almas continuassem vivendo além dessa vida, como também para reencarnar em seus próprios corpos.
  3. 3. A história do Egito foi a mais longa de todas as civilizações antigas que floresceram em torno do Mediterrâneo, estendendo-se, quase sem interrupção, desde aproximadamente o ano 3000 a.C. até o século IV d.C. A estátua em pedra e em tamanho natural de Quéfren (2530 a.C.) de Gizé foi esculpida a partir de um sólido bloco de diorita, a pedra mais resistente que se podia obter durante o Antigo Império egípcio. Mede 1,65 m e representa o soberano de forma idealizada, com fortes linhas geométricas e proporções dramáticas.
  4. 4. Máscara do Faraó Tutancânon, 1352 a.C. (Museu Egípcio, Cairo) Mesmo no último dos três caixões, o rosto da múmia estava escondido por uma máscara de ouro).
  5. 5. Esta jóia egípcia foi encontrada na tumba do faraó Tutankhamen, que reinou durante a XVIII dinastia (c.1330 a.C.). É uma peça de ouro com forma de abutre, esmalte aplicado e pedras preciosas.
  6. 6. As pirâmides preservariam os corpos sagrados da decomposição. Com isso impediam a desintegração dos cadáver graças a uma elaborado métodos de embalsamar e enfaixar em tiras de pano. Em toda a volta da câmara funerária eram escritos fórmulas mágicas e encantamentos para ajuda-los em sua jornada para outro mundo. As múmias eram depositadas em sarcófagos suntuosos de madeira luxuosamente paramentadas com máscaras de ouro, adornos, símbolos, cercada de utensílios e armas preciosas. Se não bastasse todos esse ritual, artista esculpiam a cabeça ou mesmo o corpo todo do rei e colocavam em lugares que ninguém pudesse ver, para que magicamente esta escultura ajudasse a alma do rei a manter-se viva, caso o corpo se deteriorasse.
  7. 7. O estilo representativos da arte egípcia, estabelecidos desde o primeiro momento, continuaram praticamente imutáveis através dos tempos e nos dão a sensação de rigidez e estática. O templo de Luxor (acima), na margem leste do rio Nilo, foi iniciado no ano de 1200 a.C. e foi concluído durante as dinastias seguintes. Esteve unido ao templo de Karnak por uma avenida de 3,5 km de extensão, adornada com centenas de esfinges. Uma vez por ano, a imagem do deus Amon era transportada por barco de Karnak a Luxor, como parte de um enorme festival.
  8. 8. “As esfinges que significa imagem vivente” são esculturas que representam os faraós ou uma divindade protetora. As expressões mais típicas da estatuária egípcia faraônica possuem um corpo leonino e uma cabeça que pode ter feições humanas como traços de uma animal que represente uma divindade” (SILIOTT, 2016, P.135) Imagem na pag 19. Com 57 metros de comprimento, a esfinge foi esculpida nos tempos de Quéfren, modelando uma rocha calcaria situada do lado oriental da pirâmide do faraó. As tumbas que eram feitas em proporções menores para os monarcas e os nobres da casa real, eram decoradas com pinturas, retratos que contavam as vida dos egípcios. Tinham a mesma finalidade de substituir suas ações enquanto vivo e a de prover servos para a alma no outro mundo.
  9. 9. O gigantesco templo de Abu Simbel (acima) na Núbia, Baixo Egito, foi construído por ordem de Ramsés II, faraó do Egito entre 1279 e 1212a.C.. A obra foi talhada na banda íngreme da montanha e sua entrada é assinalada por quatro estátuas de Ramsés II, também esculpidas na própria rocha.
  10. 10. O FAZER DE SUA ARTE Os egípcios desenvolveram um padrão na execução da sua arte que é uma das suas maiores façanhas todas suas estatuetas, pinturas e formas arquitetônicas, parecem se encaixar-se no lugar certo. a arte egípcia conferem a cada obra individual um efeito de equilíbrio, estabilidade e harmonia. Os artistas egípcios pintavam, desenhavam ou esculpiam aquilo que sabiam sobre o que estavam representando. representavam as coisas em seus melhores ângulos e seus tamanhos dependiam da sua posição social.
  11. 11. Ao representarem a figura humana os artistas egípcios determinavam que o tronco e o olho da figura ficassem sempre de frente enquanto a cabeça, ombros e pés de perfil, a conhecida lei da frontalidade ou frontalismo. As estatuas sentadas deveriam ter as mãos sobre os joelhos; os homens eram pintados com a pela mais escura do que as mulher; a aparência de cada deus egípcio era rigorosamente estabelecida. Hórus, o deus-céu, tinha que ser representado como um falcão ou com uma cabeça de falcão, Anúbis, o deus dos ritos funerais, como um chacal ou com a cabeça do chacal. na escrita, tinham que recortar na pedra, de maneira clara e precisa, as imagens e os símbolos dos hieróglifos. (gombrich,199,p 65)
  12. 12. A harmonia e o equilíbrio devem ser mantidos, qualquer perturbação neste sistema é, consequentemente, um distúrbio na vida após a morte. Para atingir este objetivo de harmonia são utilizadas linhas simples, formas estilizadas, níveis retilíneos de estruturação de espaços, manchas de cores uniformes que transmitem limpidez e às quais se atribuem significados próprios. Como exemplo, o faraó será sempre a maior figura numa representação bidimensional e a que possui estátuas e espaços arquitetônicos monumentais. Reforça-se assim o sentido simbólico, o poder e a importância que determinam a dimensão da arte.
  13. 13. Por regra, o artista egípcio não tem um sentido de individualidade da sua obra, ele efetua um trabalho consoante uma encomenda e requisições específicas e raramente assina o trabalho final. Também as limitações de criatividade impostas pelas normas estéticas, fazem do artista um elemento de um grupo anónimo. Mas o artista é também visto como um indivíduo com uma tarefa divina importante. Mesmo que se trate de um executor ele necessita de contato com o mundo divino para poder receber a sua força criadora. O próprio termo para designar este executor, s-ankh, significa o que dá vida.
  14. 14. Deus com rosto de chacal Anúbis supervisionando a pesagem do coração de um morto. (Cena de um livro dos mortos egípcios, um pergaminho de papiro pintado e colocado no túmulo do morto; altura 39,8cm; Britisch Museum, Londres)
  15. 15. HIERÓGLIFO OU HIEROGLIFO é cada um dos sinais da escrita de antigas civilizações, tais como os egípcios, o hititas e os maias. Também podemos aplicar a qualquer escrita de difícil interpretação ou enigmática. hieróglifo é o termo que junta duas palavras gregas: hierós = sagrado e glyphós = escrita. Apenas os sacerdotes, membros da realeza, altos cargos e escribas conheciam a arte de ler e escrever esses sinais sagrados. É valido salientar que todos os artistas egípcio precisa aprender as regras dessa arte. as lei eram minuciosas e iam desde a pintura até a escrita. Para os egípcios, a inovação não importava, pois quanto mais parecidos com um modelo original, mais valiosa era a arte.

×