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Colapso socioambiental ou
mudança de civilização?
Profa. Dra. Arlete Ramos dos Santos
QUESTIONAMENTOS:
1 – É possível a continuidade da humanidade em
coexistência com o sistema capitalista?
2 – Quais as principais causas da desigualdade mundial?
3 – Quais as ações primordiais para a continuidade da
vida na terra?
4 – Qual o papel da EDUCAÇÃO para resolver o problema
do colapso humanitário?
5 – Como a disputa entre China e Estados Unidos reflete
no contexto brasileiro e no MEIO AMBIENTE?
6- É possível pensar uma FORMAÇÃO HUMANA nesse
contexto? Como?
RETROCESSOS NO CAMPO DA EDUCAÇÃO
• Reforma do ensino médio;
• campanha Escola Sem Partido;
• desvinculação do recurso do Pré-Sal do Plano Nacional de Educação;
• cobertura midiática que desqualifica permanentemente a educação
pública como ineficaz e precária;
• perseguição jurídica arbitrária de gestores nas universidades públicas
(UFSC, UFMG, UFFS, etc);
• corte de verbas para bolsas e assistência estudantil; Emenda
Constitucional 95 do corte de gastos públicos, com forte impacto na
ciência, educação, saúde, etc;
Enfraquecimento das organizações da classe trabalhadora: Reforma
trabalhista; fim do imposto sindical; aumento da criminalização de
lideranças e protestos;
• Acirramento do ódio e da intolerância: maior presença da
religião na política;
• maior interface entre monopólio da mídia e religião;
• redes sociais como novas formas da indústria cultural:
participação eletrônica sem processos organizativos reais;
• lógica do justiçamento (fins justificam os meios) com
produção de heróis e mitos (juiz Sérgio Moro, deputado Jair
Bolsonaro...);
• crescimento da bancada do BBBB: boi, bala, banco e bíblia.
• A acumulação ilimitada de capital, a mercantilização de tudo, a exploração
implacável do trabalho e da natureza e a catástrofe ecológica daí
resultante comprometem as bases de um futuro sustentável, pondo em
perigo, assim, a própria sobrevivência da espécie humana - Michael Löwy
• O “capitalismo verde” – a estratégia de redução do impacto ambiental ao
mesmo tempo em que mantém as instituições econômicas dominantes.
• A recente COP 26 (Conferência das Partes – Mudanças climáticas) propôs
apenas redução do consumo da exploração de novas fontes de energia fóssil
até 2070.
• Contradição entre a microracionalidade do mercado capitalista e
macroracionalidade ecológica da ação coletiva para o bem comum.
COMO O MEIO AMBIENTE FAZ PARTE DO PROJETO DO CAPITAL?
• Os ecologistas que não reconhecem que o “produtivismo” decorre da
lógica do lucro estão condenados ao fracasso – ou, pior ainda, a serem
absorvidos pelo sistema.
• A falta de uma posição anticapitalista coerente levou a maioria dos
partidos verdes europeus – especialmente na França, Alemanha, Itália
e Bélgica – a tornarem-se meros parceiros “ecorreformistas” da
gestão neoliberal, ou social-liberal, do capitalismo pelos governos.
• Bem mais do que uma reforma ilusória do sistema, é imprescindível a
emergência de uma civilização social e ecológica baseada numa nova
estrutura energética e num conjunto de valores e estilos de vida pós-
consumistas: o ecossocialismo. A realização desta visão não será possível
sem um planejamento e controle públicos dos “meios de produção”, ou
seja, das instalações, máquinas e infraestruturas.
• COM QUAL MODELO DE ESTADO ALCANÇAREMOS ESSA
REALIDADE?
ECOSSOCIALISMO
• O núcleo do ecossocialismo é o conceito de planejamento ecológico democrático, em que a própria
população, e não o “mercado”, ou os banqueiros e industriais, que toma as principais decisões em
relação à economia.
• tal visão é inconciliável com o controle privado dos meios de produção.
O planejamento ecológico democrático proporciona, no final das contas, mais liberdade, e não menos,
por várias razões:
• 1- oferece uma liberação das “leis econômicas”;
• 2 - aumento substancial do tempo livre;
• 3 - o valor de uso seria o único critério de produção de bens e serviços;
• 4 - autogestão dos trabalhadores de suas unidades de produção;
• 5 - o aquecimento global, devem ser tratados em escala mundial;
• 6 – Democracia representativa deve ser substituída por democracia direta. Um debate democrático
e pluralista teria lugar em todos os níveis. Através de partidos, plataformas ou outros movimentos
políticos, propostas variadas seriam submetidas ao povo, e os delegados seriam eleitos em
conformidade.
• Um novo paradigma de desenvolvimento implica pôr fim ao flagrante
desperdício de recursos;
• Uma nova sociedade orientaria a produção para a satisfação de necessidades
autênticas, incluindo água, alimentação, vestuário, habitação e serviços básicos
tais como saúde, educação, transportes e cultura.
• a solução ecossocialista consiste em promover métodos agroecológicos baseados
em unidades familiares, cooperativas ou fazendas coletivas em grande escala, e
não métodos destrutivos do agronegócio industrializado envolvendo aplicação
intensiva de pesticidas, produtos químicos e OGMs;
• Uma das premissas fundamentais do ecossocialismo é que, numa sociedade sem
o fetiche da mercadoria e sem a alienação capitalista, o “SER” precede o
“TER”.
• A ganância compulsiva é induzida pelo fetichismo da mercadoria inerente ao
sistema capitalista, pela ideologia dominante e pela publicidade.
• As mudanças climáticas são a expressão mais ameaçadora da crise
ecológica planetária, representando um desafio sem precedente
histórico. Se permitirmos que as temperaturas mundiais
aumentem mais de 1,5°C acima dos níveis pré-industriais, os
cientistas preveem consequências cada vez mais graves, tais como
uma elevação do nível do mar tão importante que poderia
submergir a maioria das cidades marítimas, de Daca no
Bangladesh a Amsterdã, Veneza ou Nova Iorque. A desertificação
em grande escala, a perturbação do ciclo hidrológico e da
produção agrícola, o aumento da frequência e da intensidade dos
fenômenos meteorológicos e a extinção de espécies são algumas das
ameaças. Já estamos em 1,1°C. A partir de qual aumento de
temperatura – 4,5°C ou 6°C – chegaremos a um ponto de virada
para além do qual o planeta não poderá suportar a vida civilizada,
ou mesmo de tornar-se inabitável?
• Mensagem de Steven Seagall sobre as empresas de petróleo! Cena final de Terreno
selvagem! https://www.youtube.com/watch?v=CIvW61eWHT4
SOCIALISMO VERDE
• exige a luta por medidas concretas e urgentes a curto prazo.
• reduzir radicalmente as emissões dos gases de efeito estufa
continua sendo uma frente essencial, assim como os esforços
locais para passar aos métodos agroecológicos, energia solar
cooperativa e gestão comunitária de recursos.
“O mundo está em um apartheid vacinal”
(OMS, 2021)
O apartheid vacinal é parte de um problema mais amplo, o apartheid sanitário, um dos quatro
apartheids de nosso tempo, os outros sendo o alimentar, o financeiro e o educacional. Um novo
relatório da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) afirma que a
população de pessoas subnutridas na África aumentou em 89,1 milhões desde 2014, chegando
a 281,6 milhões em 2020. Vale a pena considerar a pergunta de Alakija sobre a humanidade,
sobre o valor atribuído a diferentes seres humanos: pode uma vida em Harare ser tão
valorizada quanto uma vida em Washington? Podemos nós, como povos, superar esses
apartheids e resolver os problemas elementares enfrentados pelas pessoas de nosso planeta e
acabar com as formas bárbaras com que o atual sistema econômico e político tortura a
humanidade e a natureza?
• Desde os anos 1950, entramos numa nova época geológica, o
Antropoceno, caracterizada pelo fato de que os impactos ambientais
causados pela economia globalizada – sobretudo a queima de
combustíveis fósseis, a mineração, a poluição industrial, a
agroquímica e o agronegócio – moldam o sistema Terra de modo
mais decisivo do que os fatores naturais.
O agronegócio no mercado mundial:
• Sementes: 4 empresas controlam 67% da produção mundial;
• Agroquímicos (Syngenta, Bayer, Basf e Dow Chemical): controlam 70%;
• Fertilizantes arquíqimicos: 5 empresas controlam 18% da produção
mundial;
• Máquinas agrícolas: 5 empresas controlam 41% da produção mundial;
• Commodities de grãos: 5 empresas (Adm, Dreyfuss, Cofco, Cargill e
Bungue) controlam 90% da produção mundial;
• Processamento de alimentos: 10 empresas controlam 38% das
agroindústrias em todo mundo;
• Mercado varejista: 10 empresas controlam 99 % do comércio.
“Por causa da poluição atmosférica, o simples
ato de respirar contribui para 7 milhões de
mortes por ano ” (OMS, 2022)
• A OMS reporta a contaminação do leite materno por 22
pesticidas e substâncias químicas em mais de 70 países;
• CAUSAS do Aumento da desigualdade global: a economia
globalizada, estruturalmente voltada para atender à demanda dos
10% mais ricos da humanidade e cuja razão de ser é dada pelo
binômio crescimento constante e acumulação de capital.
• Os 10% mais ricos da humanidade (771 milhões de indivíduos)
foram responsáveis por 48% dos gases de efeito estufa emitidos em
20198. Do outro lado da balança, os 50% mais pobres da
humanidade (3,8 bilhões de indivíduos) respondem apenas por
12% dessas emissões, ou quatro vezes menos que a média global.
Aumento da insegurança alimentar e da
fome
• “A insegurança alimentar moderada ou grave (...) em nível
global tem aumentado lentamente, de 22,6% em 2014 para
26,6% em 2019. Então, em 2020 (...) ela aumentou quase
tanto quanto nos cinco anos anteriores combinados, para 30,4%.
Assim, quase uma em cada três pessoas no mundo não tinha
acesso à alimentação adequada em 2020 – um aumento de
320 milhões de pessoas em apenas um ano, de 2,05 para 2,37
bilhões. Quase 40% dessas pessoas – 11,9% da população global,
ou quase 928 milhões – enfrentaram insegurança alimentar em
níveis graves, com quase 148 milhões de pessoas a mais com
insegurança alimentar grave em 2020 do que em 2019”.
Elementos centrais na questão agrária do
Brasil de hoje:
• (1) no atual estágio de desenvolvimento do capitalismo, no qual o capital financeiro é hegemônico, a
agricultura também se encontra envolvida pelo processo de financeirização, seja pela importância
crescente dos diversos mecanismos de crédito rural, pela cotação em bolsa de muitos produtos
agropecuários, pela especulação dos preços ou a transformação da terra em ativo financeiro;
• (2) neste contexto, há um reforço dos históricos processos de concentração de capitais e terras no meio
rural, agora sob o controle de grandes corporações, fundos de investimento e outros agentes;
• (3) este processo aprofunda a exploração do trabalho no campo - inclusive com o trabalho análogo à
escravidão - e a devastação ambiental - desmatamento, queimadas, contaminação da água, dos solos, dos
trabalhadores e dos alimentos por agrotóxicos, dentre outros;
• (4) o modelo do agronegócio ao contrário de garantir a segurança alimentar da população brasileira,
privilegia a exportação e a obtenção de altas taxas de lucro, contribuindo para ampliar a fome entre a
população mais pobre do país.
• Vídeo Rural Business
Insegurança alimentar no Brasil
• O agronegócio brasileiro é uma causa direta do aumento da fome
no país. Ele não produz alimentos, mas commodities, sobretudo
para exportação, a preços fixados em dólar e muito influenciados
pela especulação financeira.
Emergência climática e aniquilação da
biodiversidade
• A queima de combustíveis fósseis e o gigantesco rebanho global
de ruminantes destinado à alimentação humana vêm lançando
anualmente na atmosfera, em conjunto, mais de 57 bilhões de
toneladas de gases de efeito estufa (sobretudo dióxido de
carbono, metano e óxido nitroso, ou CO2, CH4 e N2O). Esse
desequilíbrio energético já acumulado está se agravando dia a dia
à medida que mais e mais gases de efeito estufa são emitidos
pela crescente queima de combustíveis fósseis e pela destruição
das florestas.
• Ainda no que se refere à biodiversidade, entre 1970 e 2016, as
populações dos vertebrados silvestres (não destinados à alimentação
humana) diminuíram em média 68%. Na América Latina e no Caribe,
a diminuição dessas populações foi de 94% nesse mesmo período, uma
catástrofe sem paralelo na história humana. As sociedades estão
vivenciando um evento de aniquilação da fauna silvestre e de extinção
em massa de espécies, vitimadas, sobretudo, pela poluição e destruição
de seus habitats, pelo avanço do agronegócio, da mineração e do
garimpo sobre as florestas, que desaparecem e se degradam em
velocidade crescente sob a ação conjugada do fogo e das motosserra.
Com Bolsonaro, o ecocídio retoma a agenda militar da “segurança nacional” dos anos 1970, vale
dizer, que a perda de floresta não é mais um “efeito colateral” a ser minimizado. Ela é agora,
novamente, o inimigo a abater e sua destruição é considerada um fato positivo, uma das metas
centrais da agenda de Bolsonaro. E qualquer resistência a essa Blitzkrieg por parte das vítimas, que
ainda ousam habitar em íntima e não destrutiva interação com as florestas e demais coberturas
vegetais nativas no Brasil, encontra o braço armado do agronegócio, da mineração e do garimpo:
seus jagunços e suas polícias militares.
ALGUMAS SAÍDAS PARA CONTINUIDADE DO PLANETA:
• (a) a máxima sobriedade na produção e consumo de bens e de energia;
• (b) a diminuição radical do consumo dos 10% mais ricos da humanidade, de modo a permitir a
satisfação das carências dos 90%;
• (c) um sistema energético de baixo carbono;
• (d) uma economia tão circular quanto possível, com uma economia minerária minimizada e
condicionada à capacidade de reciclagem;
• (e) um sistema alimentar baseado em nutrientes vegetais, produzidos por uma agricultura
orgânica, local, variada e respeitosa dos habitats selvagens.
• (f) desmontagem da globalização econômica, em favor de uma economia dos territórios, incluída a
agricultura urbana.
• (g) superação do axioma retrógrado e militarista de soberania nacional absoluta, em favor de uma
soberania nacional relativa, radicalmente democratizada e baseada nos territórios, única forma de
coordenar o combate às principais emergências globais: clima, destruição da biodiversidade,
poluição, pandemias e insalubridade.
• (h) redução radical e emergencial das diversas desigualdades entre os membros da espécie humana;
PROGRAMA ALTRNATIVO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS
1.Produzir alimentos saudáveis, sem agrotóxicos.
2.Proteger a água potável como alimento acessível a
todo povo.
3.Proteger a natureza, garantindo o reflorestamento
com árvores nativas e frutíferas. Proteger o meio
ambiente em geral.
4. Desenvolver a agroecologia como técnicas de aumento
da produtividade do trabalho e das áreas em equilíbrio
com a natureza.
5. Desenvolvimento da cooperação agrícola e da
agroindústria cooperativada.
6. Desenvolvimento dos bio-insumos (defensivos
biológicos e fertilizantes orgânicos)
7. Desenvolvimento de energias renováveis (solar, eólica e
hidrelétrica)
8. Atuar nos mercados locais, institucionais e sociais
buscando a soberania alimentar de cada região.
9. Organizar a produção agrícola de forma a garantir
trabalho e renda para a população do meio rural, em
especial mulheres e jovens.
10. Universalizar o acesso à educação em todos os níveis e
ao conhecimento no meio rural.
11. Desenvolvimento de pesquisas e tecnologias adequadas
e necessárias à produção de alimentos, em escala pela
agricultura familiar.
12. Desenvolvimento de máquinas agrícolas adequadas as
unidades de produção familiares
A sobrevivência das sociedades depende de sua
capacidade de evoluir mantendo baixas taxas de
consumo de energia e materiais.
FIM!
TRABALHO EM GRUPO (Tempo: 30 mim
de pesquisa/com 15 para apresentação)
1- DESTACAR AS POSSÍVEIS AÇÕES DOS MOVIMENTOS
SOCIAIS NECESSÁRIAS PARA OS ENFRENTAMENTOS DA
REALIDADE EVIDENCIADA NO BOLETIM;
2 – EXPLICAR COMO A EDUCAÇÃO CONTRIBUI PARA A
HEGEGEMONIA DA REALIDADE EVIDENCIADA, E AO MESMO
TEMPO, PROPOR AÇÕES EDUCACIONAIS CONTRA-
HEGEMÔNICAS;
3 – PESQUISAR AÇÕES DO GOVERNO ATUAL PARA A
MANUTENÇÃO DA HEGEMONIA NAS ÁREAS AMBIENTAL,
ECONÔMICA E EDUCACIONAL, ETC.

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  • 1. Colapso socioambiental ou mudança de civilização? Profa. Dra. Arlete Ramos dos Santos
  • 2. QUESTIONAMENTOS: 1 – É possível a continuidade da humanidade em coexistência com o sistema capitalista? 2 – Quais as principais causas da desigualdade mundial? 3 – Quais as ações primordiais para a continuidade da vida na terra? 4 – Qual o papel da EDUCAÇÃO para resolver o problema do colapso humanitário? 5 – Como a disputa entre China e Estados Unidos reflete no contexto brasileiro e no MEIO AMBIENTE? 6- É possível pensar uma FORMAÇÃO HUMANA nesse contexto? Como?
  • 3.
  • 4.
  • 5. RETROCESSOS NO CAMPO DA EDUCAÇÃO • Reforma do ensino médio; • campanha Escola Sem Partido; • desvinculação do recurso do Pré-Sal do Plano Nacional de Educação; • cobertura midiática que desqualifica permanentemente a educação pública como ineficaz e precária; • perseguição jurídica arbitrária de gestores nas universidades públicas (UFSC, UFMG, UFFS, etc); • corte de verbas para bolsas e assistência estudantil; Emenda Constitucional 95 do corte de gastos públicos, com forte impacto na ciência, educação, saúde, etc;
  • 6. Enfraquecimento das organizações da classe trabalhadora: Reforma trabalhista; fim do imposto sindical; aumento da criminalização de lideranças e protestos; • Acirramento do ódio e da intolerância: maior presença da religião na política; • maior interface entre monopólio da mídia e religião; • redes sociais como novas formas da indústria cultural: participação eletrônica sem processos organizativos reais; • lógica do justiçamento (fins justificam os meios) com produção de heróis e mitos (juiz Sérgio Moro, deputado Jair Bolsonaro...); • crescimento da bancada do BBBB: boi, bala, banco e bíblia.
  • 7. • A acumulação ilimitada de capital, a mercantilização de tudo, a exploração implacável do trabalho e da natureza e a catástrofe ecológica daí resultante comprometem as bases de um futuro sustentável, pondo em perigo, assim, a própria sobrevivência da espécie humana - Michael Löwy • O “capitalismo verde” – a estratégia de redução do impacto ambiental ao mesmo tempo em que mantém as instituições econômicas dominantes. • A recente COP 26 (Conferência das Partes – Mudanças climáticas) propôs apenas redução do consumo da exploração de novas fontes de energia fóssil até 2070. • Contradição entre a microracionalidade do mercado capitalista e macroracionalidade ecológica da ação coletiva para o bem comum. COMO O MEIO AMBIENTE FAZ PARTE DO PROJETO DO CAPITAL?
  • 8. • Os ecologistas que não reconhecem que o “produtivismo” decorre da lógica do lucro estão condenados ao fracasso – ou, pior ainda, a serem absorvidos pelo sistema. • A falta de uma posição anticapitalista coerente levou a maioria dos partidos verdes europeus – especialmente na França, Alemanha, Itália e Bélgica – a tornarem-se meros parceiros “ecorreformistas” da gestão neoliberal, ou social-liberal, do capitalismo pelos governos. • Bem mais do que uma reforma ilusória do sistema, é imprescindível a emergência de uma civilização social e ecológica baseada numa nova estrutura energética e num conjunto de valores e estilos de vida pós- consumistas: o ecossocialismo. A realização desta visão não será possível sem um planejamento e controle públicos dos “meios de produção”, ou seja, das instalações, máquinas e infraestruturas. • COM QUAL MODELO DE ESTADO ALCANÇAREMOS ESSA REALIDADE?
  • 9. ECOSSOCIALISMO • O núcleo do ecossocialismo é o conceito de planejamento ecológico democrático, em que a própria população, e não o “mercado”, ou os banqueiros e industriais, que toma as principais decisões em relação à economia. • tal visão é inconciliável com o controle privado dos meios de produção. O planejamento ecológico democrático proporciona, no final das contas, mais liberdade, e não menos, por várias razões: • 1- oferece uma liberação das “leis econômicas”; • 2 - aumento substancial do tempo livre; • 3 - o valor de uso seria o único critério de produção de bens e serviços; • 4 - autogestão dos trabalhadores de suas unidades de produção; • 5 - o aquecimento global, devem ser tratados em escala mundial; • 6 – Democracia representativa deve ser substituída por democracia direta. Um debate democrático e pluralista teria lugar em todos os níveis. Através de partidos, plataformas ou outros movimentos políticos, propostas variadas seriam submetidas ao povo, e os delegados seriam eleitos em conformidade.
  • 10. • Um novo paradigma de desenvolvimento implica pôr fim ao flagrante desperdício de recursos; • Uma nova sociedade orientaria a produção para a satisfação de necessidades autênticas, incluindo água, alimentação, vestuário, habitação e serviços básicos tais como saúde, educação, transportes e cultura. • a solução ecossocialista consiste em promover métodos agroecológicos baseados em unidades familiares, cooperativas ou fazendas coletivas em grande escala, e não métodos destrutivos do agronegócio industrializado envolvendo aplicação intensiva de pesticidas, produtos químicos e OGMs; • Uma das premissas fundamentais do ecossocialismo é que, numa sociedade sem o fetiche da mercadoria e sem a alienação capitalista, o “SER” precede o “TER”. • A ganância compulsiva é induzida pelo fetichismo da mercadoria inerente ao sistema capitalista, pela ideologia dominante e pela publicidade.
  • 11. • As mudanças climáticas são a expressão mais ameaçadora da crise ecológica planetária, representando um desafio sem precedente histórico. Se permitirmos que as temperaturas mundiais aumentem mais de 1,5°C acima dos níveis pré-industriais, os cientistas preveem consequências cada vez mais graves, tais como uma elevação do nível do mar tão importante que poderia submergir a maioria das cidades marítimas, de Daca no Bangladesh a Amsterdã, Veneza ou Nova Iorque. A desertificação em grande escala, a perturbação do ciclo hidrológico e da produção agrícola, o aumento da frequência e da intensidade dos fenômenos meteorológicos e a extinção de espécies são algumas das ameaças. Já estamos em 1,1°C. A partir de qual aumento de temperatura – 4,5°C ou 6°C – chegaremos a um ponto de virada para além do qual o planeta não poderá suportar a vida civilizada, ou mesmo de tornar-se inabitável? • Mensagem de Steven Seagall sobre as empresas de petróleo! Cena final de Terreno selvagem! https://www.youtube.com/watch?v=CIvW61eWHT4
  • 12. SOCIALISMO VERDE • exige a luta por medidas concretas e urgentes a curto prazo. • reduzir radicalmente as emissões dos gases de efeito estufa continua sendo uma frente essencial, assim como os esforços locais para passar aos métodos agroecológicos, energia solar cooperativa e gestão comunitária de recursos.
  • 13. “O mundo está em um apartheid vacinal” (OMS, 2021) O apartheid vacinal é parte de um problema mais amplo, o apartheid sanitário, um dos quatro apartheids de nosso tempo, os outros sendo o alimentar, o financeiro e o educacional. Um novo relatório da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) afirma que a população de pessoas subnutridas na África aumentou em 89,1 milhões desde 2014, chegando a 281,6 milhões em 2020. Vale a pena considerar a pergunta de Alakija sobre a humanidade, sobre o valor atribuído a diferentes seres humanos: pode uma vida em Harare ser tão valorizada quanto uma vida em Washington? Podemos nós, como povos, superar esses apartheids e resolver os problemas elementares enfrentados pelas pessoas de nosso planeta e acabar com as formas bárbaras com que o atual sistema econômico e político tortura a humanidade e a natureza?
  • 14. • Desde os anos 1950, entramos numa nova época geológica, o Antropoceno, caracterizada pelo fato de que os impactos ambientais causados pela economia globalizada – sobretudo a queima de combustíveis fósseis, a mineração, a poluição industrial, a agroquímica e o agronegócio – moldam o sistema Terra de modo mais decisivo do que os fatores naturais.
  • 15.
  • 16. O agronegócio no mercado mundial: • Sementes: 4 empresas controlam 67% da produção mundial; • Agroquímicos (Syngenta, Bayer, Basf e Dow Chemical): controlam 70%; • Fertilizantes arquíqimicos: 5 empresas controlam 18% da produção mundial; • Máquinas agrícolas: 5 empresas controlam 41% da produção mundial; • Commodities de grãos: 5 empresas (Adm, Dreyfuss, Cofco, Cargill e Bungue) controlam 90% da produção mundial; • Processamento de alimentos: 10 empresas controlam 38% das agroindústrias em todo mundo; • Mercado varejista: 10 empresas controlam 99 % do comércio.
  • 17. “Por causa da poluição atmosférica, o simples ato de respirar contribui para 7 milhões de mortes por ano ” (OMS, 2022) • A OMS reporta a contaminação do leite materno por 22 pesticidas e substâncias químicas em mais de 70 países; • CAUSAS do Aumento da desigualdade global: a economia globalizada, estruturalmente voltada para atender à demanda dos 10% mais ricos da humanidade e cuja razão de ser é dada pelo binômio crescimento constante e acumulação de capital. • Os 10% mais ricos da humanidade (771 milhões de indivíduos) foram responsáveis por 48% dos gases de efeito estufa emitidos em 20198. Do outro lado da balança, os 50% mais pobres da humanidade (3,8 bilhões de indivíduos) respondem apenas por 12% dessas emissões, ou quatro vezes menos que a média global.
  • 18. Aumento da insegurança alimentar e da fome • “A insegurança alimentar moderada ou grave (...) em nível global tem aumentado lentamente, de 22,6% em 2014 para 26,6% em 2019. Então, em 2020 (...) ela aumentou quase tanto quanto nos cinco anos anteriores combinados, para 30,4%. Assim, quase uma em cada três pessoas no mundo não tinha acesso à alimentação adequada em 2020 – um aumento de 320 milhões de pessoas em apenas um ano, de 2,05 para 2,37 bilhões. Quase 40% dessas pessoas – 11,9% da população global, ou quase 928 milhões – enfrentaram insegurança alimentar em níveis graves, com quase 148 milhões de pessoas a mais com insegurança alimentar grave em 2020 do que em 2019”.
  • 19. Elementos centrais na questão agrária do Brasil de hoje: • (1) no atual estágio de desenvolvimento do capitalismo, no qual o capital financeiro é hegemônico, a agricultura também se encontra envolvida pelo processo de financeirização, seja pela importância crescente dos diversos mecanismos de crédito rural, pela cotação em bolsa de muitos produtos agropecuários, pela especulação dos preços ou a transformação da terra em ativo financeiro; • (2) neste contexto, há um reforço dos históricos processos de concentração de capitais e terras no meio rural, agora sob o controle de grandes corporações, fundos de investimento e outros agentes; • (3) este processo aprofunda a exploração do trabalho no campo - inclusive com o trabalho análogo à escravidão - e a devastação ambiental - desmatamento, queimadas, contaminação da água, dos solos, dos trabalhadores e dos alimentos por agrotóxicos, dentre outros; • (4) o modelo do agronegócio ao contrário de garantir a segurança alimentar da população brasileira, privilegia a exportação e a obtenção de altas taxas de lucro, contribuindo para ampliar a fome entre a população mais pobre do país. • Vídeo Rural Business
  • 21. • O agronegócio brasileiro é uma causa direta do aumento da fome no país. Ele não produz alimentos, mas commodities, sobretudo para exportação, a preços fixados em dólar e muito influenciados pela especulação financeira.
  • 22.
  • 23.
  • 24. Emergência climática e aniquilação da biodiversidade • A queima de combustíveis fósseis e o gigantesco rebanho global de ruminantes destinado à alimentação humana vêm lançando anualmente na atmosfera, em conjunto, mais de 57 bilhões de toneladas de gases de efeito estufa (sobretudo dióxido de carbono, metano e óxido nitroso, ou CO2, CH4 e N2O). Esse desequilíbrio energético já acumulado está se agravando dia a dia à medida que mais e mais gases de efeito estufa são emitidos pela crescente queima de combustíveis fósseis e pela destruição das florestas.
  • 25.
  • 26. • Ainda no que se refere à biodiversidade, entre 1970 e 2016, as populações dos vertebrados silvestres (não destinados à alimentação humana) diminuíram em média 68%. Na América Latina e no Caribe, a diminuição dessas populações foi de 94% nesse mesmo período, uma catástrofe sem paralelo na história humana. As sociedades estão vivenciando um evento de aniquilação da fauna silvestre e de extinção em massa de espécies, vitimadas, sobretudo, pela poluição e destruição de seus habitats, pelo avanço do agronegócio, da mineração e do garimpo sobre as florestas, que desaparecem e se degradam em velocidade crescente sob a ação conjugada do fogo e das motosserra.
  • 27. Com Bolsonaro, o ecocídio retoma a agenda militar da “segurança nacional” dos anos 1970, vale dizer, que a perda de floresta não é mais um “efeito colateral” a ser minimizado. Ela é agora, novamente, o inimigo a abater e sua destruição é considerada um fato positivo, uma das metas centrais da agenda de Bolsonaro. E qualquer resistência a essa Blitzkrieg por parte das vítimas, que ainda ousam habitar em íntima e não destrutiva interação com as florestas e demais coberturas vegetais nativas no Brasil, encontra o braço armado do agronegócio, da mineração e do garimpo: seus jagunços e suas polícias militares.
  • 28. ALGUMAS SAÍDAS PARA CONTINUIDADE DO PLANETA: • (a) a máxima sobriedade na produção e consumo de bens e de energia; • (b) a diminuição radical do consumo dos 10% mais ricos da humanidade, de modo a permitir a satisfação das carências dos 90%; • (c) um sistema energético de baixo carbono; • (d) uma economia tão circular quanto possível, com uma economia minerária minimizada e condicionada à capacidade de reciclagem; • (e) um sistema alimentar baseado em nutrientes vegetais, produzidos por uma agricultura orgânica, local, variada e respeitosa dos habitats selvagens. • (f) desmontagem da globalização econômica, em favor de uma economia dos territórios, incluída a agricultura urbana. • (g) superação do axioma retrógrado e militarista de soberania nacional absoluta, em favor de uma soberania nacional relativa, radicalmente democratizada e baseada nos territórios, única forma de coordenar o combate às principais emergências globais: clima, destruição da biodiversidade, poluição, pandemias e insalubridade. • (h) redução radical e emergencial das diversas desigualdades entre os membros da espécie humana;
  • 29. PROGRAMA ALTRNATIVO DOS MOVIMENTOS SOCIAIS 1.Produzir alimentos saudáveis, sem agrotóxicos. 2.Proteger a água potável como alimento acessível a todo povo. 3.Proteger a natureza, garantindo o reflorestamento com árvores nativas e frutíferas. Proteger o meio ambiente em geral. 4. Desenvolver a agroecologia como técnicas de aumento da produtividade do trabalho e das áreas em equilíbrio com a natureza. 5. Desenvolvimento da cooperação agrícola e da agroindústria cooperativada. 6. Desenvolvimento dos bio-insumos (defensivos biológicos e fertilizantes orgânicos)
  • 30. 7. Desenvolvimento de energias renováveis (solar, eólica e hidrelétrica) 8. Atuar nos mercados locais, institucionais e sociais buscando a soberania alimentar de cada região. 9. Organizar a produção agrícola de forma a garantir trabalho e renda para a população do meio rural, em especial mulheres e jovens. 10. Universalizar o acesso à educação em todos os níveis e ao conhecimento no meio rural. 11. Desenvolvimento de pesquisas e tecnologias adequadas e necessárias à produção de alimentos, em escala pela agricultura familiar. 12. Desenvolvimento de máquinas agrícolas adequadas as unidades de produção familiares
  • 31.
  • 32.
  • 33.
  • 34. A sobrevivência das sociedades depende de sua capacidade de evoluir mantendo baixas taxas de consumo de energia e materiais. FIM!
  • 35. TRABALHO EM GRUPO (Tempo: 30 mim de pesquisa/com 15 para apresentação) 1- DESTACAR AS POSSÍVEIS AÇÕES DOS MOVIMENTOS SOCIAIS NECESSÁRIAS PARA OS ENFRENTAMENTOS DA REALIDADE EVIDENCIADA NO BOLETIM; 2 – EXPLICAR COMO A EDUCAÇÃO CONTRIBUI PARA A HEGEGEMONIA DA REALIDADE EVIDENCIADA, E AO MESMO TEMPO, PROPOR AÇÕES EDUCACIONAIS CONTRA- HEGEMÔNICAS; 3 – PESQUISAR AÇÕES DO GOVERNO ATUAL PARA A MANUTENÇÃO DA HEGEMONIA NAS ÁREAS AMBIENTAL, ECONÔMICA E EDUCACIONAL, ETC.