Lei_de_Reproducao

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Lei_de_Reproducao

  1. 1. As Leis Morais Lei Divina ou Natural <ul><ul><li>Lei de Adoração </li></ul></ul><ul><ul><li>Lei do Trabalho </li></ul></ul><ul><ul><li>Lei de Reprodução </li></ul></ul><ul><ul><li>Lei da Conservação </li></ul></ul><ul><ul><li>Lei da Destruição </li></ul></ul><ul><ul><li>Lei da Sociedade </li></ul></ul><ul><ul><li>Lei do Progresso </li></ul></ul><ul><ul><li>Lei da Igualdade </li></ul></ul><ul><ul><li>Lei da Liberdade </li></ul></ul><ul><ul><li>Lei da Justiça, Amor e Caridade </li></ul></ul>
  2. 2. Leis Humanas <ul><ul><li>Conjunto de normas obrigatórias para preservação do indivíduo, da família e da sociedade. </li></ul></ul><ul><ul><li>Modificam-se com a aperfeiçoamento da sociedade. </li></ul></ul><ul><ul><li>Refletem a cultura e as necessidades sociais das comunidades. </li></ul></ul><ul><ul><li>Mais antigo conjunto de leis conhecidos pela humanidade: Hamurabi – Reinou de 1.792 a 1.850 a.C. – Sexto Rei da Babilônia </li></ul></ul><ul><ul><li>Moisés ± 1.250 a.C. – Recebeu os 10 mandamentos e depois os ampliou para cerca de 600 leis. </li></ul></ul><ul><ul><li>Siddhartha Gautama (563 a.C – 483 a.C) - Buda </li></ul></ul><ul><ul><li>Maomé (Ago/570 – Jun/665 d.C.) – Escreveu o Corão sob inspiração do Arcanjo Gabriel. </li></ul></ul>Leis de Deus <ul><ul><li>Criadas para manter a ordem e o equilíbrio de toda criação. </li></ul></ul><ul><ul><li>São eternas e imutáveis como o próprio Deus. LE, 615 </li></ul></ul><ul><ul><li>Refletem a Providência Divina. </li></ul></ul><ul><ul><li>Universal. </li></ul></ul>
  3. 3. Lei de Reprodução <ul><ul><li>A reprodução é uma Lei Natural (de Deus); </li></ul></ul><ul><ul><li>Todos os seres vivos se reproduzem; </li></ul></ul><ul><ul><li>Sem a reprodução o mundo corpóreo pereceria; LE, 686 </li></ul></ul><ul><ul><li>Vegetais e animais seguem regras naturais para reprodução; </li></ul></ul><ul><ul><li>“ Crescei e multiplicai-vos, enchei a Terra” Gênese, 1, 28 </li></ul></ul><ul><ul><li>A natureza dotou o reino hominal de inteligência e livre-arbítrio; </li></ul></ul><ul><ul><li>Instituição da família </li></ul></ul><ul><ul><li>Reprodução: perpetuação da espécie </li></ul></ul><ul><ul><li>Troca de valores afetivos </li></ul></ul><ul><ul><li>O intercâmbio sexual, a troca de carinhos, a presença física, ou até mesmo o ato de pensar na pessoa querida são processos de troca magnética. Evolução em Dois Mundos, Francisco C. Xavier </li></ul></ul>
  4. 4. Família <ul><ul><li>Período Neolítico ou Idade da Pedra Polida (12.000 e 3.000 a.C.); </li></ul></ul><ul><ul><li>O ser humano passa a agricultar a terra; </li></ul></ul><ul><ul><li>Deixa de ser nômade (sem moradia fixa) para ser sedentário (com moradia fixa); </li></ul></ul><ul><ul><li>Nascem as primeiras comunidades (tribos, aldeias, vilas e cidades); </li></ul></ul><ul><ul><li>Domesticação de animais (cães, cabras, bois, porcos, cavalo...); </li></ul></ul><ul><ul><li>Organização do trabalho. Homens (caça, pesca e segurança) – Mulheres (cuidar dos filhos, agricultura e preparo de alimentos); </li></ul></ul><ul><ul><li>Relação sexual frontal. O homem passa a se co-responsabilizar pela prole habitando junto com a mulher. </li></ul></ul><ul><ul><li>Nasce a família! </li></ul></ul><ul><ul><li>Aumento na produção de alimentos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Aumento populacional; </li></ul></ul><ul><ul><li>Armazenamento do excedente de alimentos; </li></ul></ul><ul><ul><li>Inicia-se o comércio; </li></ul></ul><ul><ul><li>Nasce a escrita na Suméria (3.500 a.C.); </li></ul></ul>
  5. 5. Família <ul><ul><li>Grupo de Espíritos normalmente necessitados, em compromisso inadiável de reparação, graças à contingência reencarnatória. </li></ul></ul><ul><ul><li>É mais que o resultante genético... São ideais, sonhos, lutas, sofrimentos e aspirações que se cimentam nos liames da concessão divina. Estudos Espíritas, Divaldo P. Franco </li></ul></ul><ul><ul><li>Não são os da consangüinidade os verdadeiros laços de família e sim os da simpatia e da comunhão de idéias, os quais prendem os Espíritos antes, durante e depois de suas encarnações. </li></ul></ul><ul><ul><li>Dois seres nascidos de pais diferentes podem ser mais irmãos pelo Espírito, do que se o fossem pelo sangue. </li></ul></ul><ul><ul><li>Duas espécies de família: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Pelos laços espirituais: duráveis, se fortalecem pela depuração, e se perpetuam no mundo dos espíritos; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Pelos laços corporais: frágeis como a matéria, se extinguem com o tempo, se dissolvem moralmente desde a vida atual; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>EVS Cap. XIV, 8 </li></ul></ul></ul></ul></ul>
  6. 6. Casamento <ul><ul><li>“ É um progresso na marcha da humanidade.” LE, 695 </li></ul></ul><ul><ul><li>Está presente em todas sociedades humanas sob as mais variadas condições; Estudos Espíritas, Divaldo P. Franco </li></ul></ul>Tipos <ul><ul><li>Provacionais : são uniões entre almas mutuamente comprometidas que estão juntas para pacificarem suas consciências ante erros perpetrados no passado e simultaneamente desenvolverem os valores da paciência, da tolerância e da resignação. São os mais comuns; </li></ul></ul><ul><ul><li>Afins : formados por parceiros simpáticos, afins, onde há uma verdadeira afeição de almas. Geralmente, sobrevivem à morte do corpo e mantém-se por encarnações diversas. Pouco comum sobre a Terra; </li></ul></ul><ul><ul><li>Acidentais : são os casamentos que não foram programados no mundo espiritual. Obedecem apenas à afeição física, sem raízes na afetividade sincera. Estudando a Mediunidade, Martins Peralva </li></ul></ul><ul><ul><li>Sacrificiais : são aqueles que se caracterizam por uma grande diferença evolutiva entre os cônjuges. Um Espírito de mais alta envergadura que aceita o consórcio com outro menos adiantado para ajudá-lo em seu progresso espiritual. </li></ul></ul>
  7. 7. Casamento <ul><ul><li>Indissolubilidade absoluta, pertence à lei natural ou lei humana? </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>É uma lei humana, muito contrária à lei natural. LE, 697 </li></ul></ul></ul>Que o homem não separe o Deus uniu. Mt, 19, 3 <ul><ul><li>Isso se deve entender da união segundo a lei imutável de Deus (lei do amor), e não segundo a lei variável dos homens. </li></ul></ul><ul><ul><li>De ordem divina é a união dos sexos para operar a renovação dos seres, mas as condições que regulamentam essa união são de ordem humana. </li></ul></ul><ul><ul><li>Os obstáculos para o cumprimento da lei divina resultam de preconceitos, que desaparecerão com o progresso moral. </li></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>ESE, Cap. XXII </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><li>Na união dos sexos há uma lei divina, imutável, como todas as leis de Deus, que é a lei do amor. </li></ul></ul>
  8. 8. Divórcio <ul><ul><li>Vossas leis são erradas, pois acreditais que Deus vos obriga a viver com aqueles que vos desagradam? LE, 940 </li></ul></ul><ul><ul><li>O divórcio é uma lei humana cuja finalidade é separar legalmente o que já está separado de fato. Não é contrária a Lei Natural, pois só virá reformar o que os homens já fizeram, e aplicável nos casos em que não se levou em conta a lei divina (lei do amor). EVS, Cap XXII </li></ul></ul><ul><ul><li>Caso haja compromissos, os casais não se liberam da dívida em que se acham incursos, cabendo-lhes voltar ao pagamento respectivo, tão logo seja oportuno. Ação e Reação, Francisco C. Xavier </li></ul></ul><ul><ul><li>Somos de parecer que não deva ser facilitado ou estimulado entre os homens, porque não existem na Terra uniões conjugais sem vínculos no princípio da responsabilidade assumida em comum. Os homens e as mulheres, mal saídos do regime poligâmico sofrem ainda as sugestões animalizantes e, por isso mesmo, nas primeiras dificuldades da tarefa a que foram chamados, costumam desertar-se dos postos de serviço em que a vida os situa, alegando imaginárias incompatibilidades e supostos embaraços, quase sempre atribuíveis ao desregrado narcisismo de que são portadores. Evolução em Dois Mundos, Francisco C. Xavier </li></ul></ul>
  9. 9. <ul><ul><li>Monogamia : </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>O homem, na sua generalidade é naturalmente monogâmico, somente se realiza quando comparte necessidades e aspirações na conjuntura elevada do lar. Estudos Espíritas, Divaldo P. Franco </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>A ordem natural e inerente à espécie humana é a monogamia, tendo por base a união constante dos cônjuges. As Leis Morais, Rodolfo Calligaris </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>A monogamia é o clima espontâneo do ser humano. Evolução em Dois Mundos, Francisco C. Xavier </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Poliandria : </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Gerou o matriarcado e a promiscuidade sexual feminina, com infelizes conseqüências. Estudos Espíritas, Divaldo P. Franco </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Poligamia : </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>“ Não há verdadeira afeição: não há mais do que pura sensualidade. Lei humana apropriada a certos costumes e que o aperfeiçoamento social fará desaparecer.” LE, 701 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Jamais foi possível generalizar-se, pois não corresponde aos desígnios da Providência. As Leis Morais, Rodolfo Calligaris </li></ul></ul></ul>
  10. 10. <ul><ul><li>Celibato : </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Os que vivem assim por egoísmo, desagradam a Deus e enganam a todos. Não se dá o mesmo quando é feito para o bem, como um sacrifício em favor da humanidade. LE, 698 </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Contracepção : </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>É preferível ter poucos filhos e fazer deles pessoas de bem, a tê-los numerosos, mas abandoná-los à própria sorte. No entanto, quando casais evitam ou limitam filhos atendendo somente ao comodismo, se tornam mais repreensíveis quanto maior forem suas possibilidades de concebê-los, criá-los e educá-los. LE, 694 - As Leis Morais, Rodolfo Calligaris </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>O homem pode e deve programar a família que deseja e lhe convém ter, como o número de filhos e o período propício à maternidade, mas nunca se eximirá dos resgates a que faz jus. Os filhos não são realizações fortuitas, procedem de compromissos aceitos antes da reencarnação dos futuros genitores. Após a Tempestade, Divaldo P. Franco </li></ul></ul></ul>
  11. 11. <ul><ul><li>Aborto </li></ul></ul><ul><ul><li>Espontâneo </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Não se verifica a presença de um Espírito reencarnante. O feto forma-se obedecendo a regras pré-fixadas de automatismo fisiológico. Isso acontece como provação para os pais. LE, 356 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Aborto inconsciente. Evolução em Dois Mundos, Francisco C. Xavier </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Apresenta-se como criminoso se a destruição do feto ocorrer por: atitude mental negativa da mãe e/ou do pai; repulsa da mãe; conflitos no lar; imprudência ou excessos da mãe. </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><li>Provocado </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>A mãe, ou qualquer pessoa, cometerá sempre um crime ao tirar a vida à criança antes do seu nascimento, porque isso é impedir a alma de passar pelas provas de que o corpo devia ser instrumento. LE, 358 </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Aborto Terapêutico </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>No caso da vida da mãe estar em perigo pelo nascimento da criança é preferível sacrificar o ser que não existe a sacrificar o que existe. LE, 359 </li></ul></ul></ul></ul>
  12. 12. Sexo e Cultura <ul><ul><li>Forte influência religiosa na cultura ocidental com reflexos da Idade Média </li></ul></ul><ul><ul><li>Teocentrismo X Egocentrismo </li></ul></ul><ul><ul><li>Punições, penitências e regras severas </li></ul></ul><ul><ul><li>Homossexualismo, bis per septem, mulher bonita X mulher feia, prazer... </li></ul></ul><ul><ul><li>Somente para garantir a reprodução. Mulher = instrumento de reprodução (filhos homens) </li></ul></ul><ul><ul><li>Começou a ser conceituado como expressão de prazer e identidade individual no século XX, principalmente após os anos 50 </li></ul></ul><ul><ul><li>Padrões sociais duplos: permissividade para o homem e intolerância para a mulher </li></ul></ul>
  13. 13. Sexo e Evolução <ul><ul><li>Os Espíritos não tem sexo. LE, 202 </li></ul></ul><ul><ul><li>Em diversas descrições do mundo espiritual, observamos Espíritos masculinos e femininos. Até casamento no plano espiritual é relatado. </li></ul></ul><ul><ul><li>O Espírito, por si mesmo, não apresenta uma definida personalidade sexual, ou seja, guarda na sua intimidade tanto valores masculinos quanto femininos; todavia ele se submete a diversas encarnações como homem e como mulher. Em cada uma dessas polaridades ele desenvolve condicionamentos específicos, aprimorando-se espiritualmente. </li></ul></ul><ul><ul><li>É natural que nos séculos em que estiver estagiando em encarnações masculinas, ele venha a adquirir características físicas e psicológicas inerentes a esta polarização. O mesmo acontece com encarnações femininas. </li></ul></ul>
  14. 14. Mente e Corpo <ul><ul><li>Embora reconheçamos que na maioria das consciências encarnadas a relação mente-corpo permanece seguramente ajustada, em algumas circunstâncias especiais, a polarização não se realiza, estabelecendo um confronto entre o &quot;sexo espiritual&quot; e o &quot;sexo físico&quot;. </li></ul></ul><ul><li>a) Intersexualismo </li></ul><ul><ul><li>Indivíduos que desde o nascimento apresentam fisicamente órgãos sexuais ambíguos, porém sempre com predominância de um pólo sexual que vai ajudar na definição sobre o sexo. Poderá haver necessidade de cirurgia corretora com posterior amparo psicológico e educacional. </li></ul></ul><ul><li>b) Transexualismo </li></ul><ul><ul><li>Seres absolutamente normais em suas funções sexuais (órgãos sexuais externos), mas que apresentam manifestações psicológicas do sexo oposto. O arcabouço psicológico não corresponde à realidade física. </li></ul></ul><ul><li>c) Homossexualismo </li></ul><ul><ul><li>O homossexualismo por sua vez caracteriza-se por uma inversão da libido: os indivíduos aspiram a uma comunhão afetiva com pessoas do mesmo sexo. </li></ul></ul><ul><ul><li>Espíritos que viveram experiências reencarnatórias em um sexo e passam a reencarnar no outro, naturalmente vão experimentar traços, trejeitos e tendências psicológicas do sexo anterior. Forças Sexuais da Alma, Jorge Andréa </li></ul></ul>
  15. 15. Prazer e Limites <ul><ul><li>“ O homem que procura nos excessos de toda espécie, um refinamento dos gozos, coloca-se abaixo dos animais, porque estes sabem limitar-se à satisfação de suas necessidades. Ele abdica da razão que Deus lhe deu para guia e quanto maiores forem seus excessos maior é o império que concede à sua natureza animal.” </li></ul></ul><ul><li>LE, 714 </li></ul><ul><ul><li>Associado ao instinto de conservação há dois prazeres básicos: do sexo e da alimentação. A Constituição Divina, Richard Simonetti </li></ul></ul><ul><ul><li>Houve por bem, Deus colocar o atrativo do prazer para estimular o homem no cumprimento da lei de Conservação. As Leis Morais, Rodolfo Calligari </li></ul></ul>
  16. 16. Sexo e Equilíbrio <ul><ul><li>Animal: disciplinado pelo instinto, exercita o sexo somente no cio; </li></ul></ul><ul><ul><li>Homem: tendo a razão que lhe outorga o livre-arbítrio, lhe compete controlar o instinto que no animal é contido pela Natureza; A Constituição Divina, Richard Simonetti </li></ul></ul><ul><ul><li>“ O instinto sexual para coroar-se com glórias, há que se dobrar aos imperativos da responsabilidade, as exigências da disciplina, aos ditames da renúncia.” André Luiz </li></ul></ul>responsabilidade disciplina renúncia
  17. 17. O homem está colocado onde termina a terra; A mulher onde começa o céu... Victor Hugo (1801-1885)

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